sexta-feira, 15 de julho de 2022

“Edgar Pinto: «Não foi encontrada substância alguma nas minhas análises»”


Ciclista continua a dizer que está inocente

 

Por: Ana Paula Marques

Edgar Pinto mantém a sua versão inicial desde que foi suspenso provisoriamente, reiterando estar inocente no caso de "uso de métodos e/ou substâncias proibidas" que levou a UCI a castigá-lo com quatro anos de suspensão.

"Como disse em 2020 estou inocente. Não foi encontrada substância alguma nas minhas análises, pelo que o nome doping não deve ser aplicado neste caso", começou por dizer a Record o ciclista de 36 anos.  "Eu não acusei doping algum, trata-se segundo eles de uma irregularidade nos valores das análises feitas por eles, análises essas que no julgamento, em janeiro de 2022, fiz acompanhar das provas médicas, documentação física, que justificam essas irregularidades referenciadas pela UCI".

Edgar Pinto refere ainda que em sua defesa junto da instância máxima do ciclismo se fez acompanhar de "uma hematologista, que justificou com provas científicas que era possível, nas circunstâncias em que em encontrava de momento, justificar esses valores".

O ciclista que tem suspensão fixada até 15 de outubro de 2024 coloca em causa os procedimentos da UCI.

"Para a UCI, tantos os documentos que provaram a minha entrada nos hospitais, assim como a permanência nos mesmos acompanhado de documentação médica com os relatórios das minhas altas, foram postos de lado. E sinto-me muito injustiçado".

"Continuo a dizer que estou inocente e a seu tempo será divulgado mais pormenores sobre o  meu julgamento. A UCI não é um órgão imparcial, acusam e julgam, o que é praticamente impossível sair disto sem penalizações".

Por fim, Edgar Pinto recorda o calvário das quedas que foi sofrendo ao longo da carreira. "Quem me conhece sabe o meu historial de acidentes, operações que sofri ao longo de toda a minha carreira e terminar assim é no mínimo revoltante".

Fonte: Record on-line

“Pedersen estreou-se a vencer em grandes Voltas na 13.ª etapa do Tour”


Jornada tranquila para o camisola amarela, Jonas Vingegaard

 

Por: Lusa

Foto: Lusa

O ciclista dinamarquês Mads Pedersen (Trek-Segafredo) estreou-se hoje a vencer em grandes Voltas, ao impor-se vindo da fuga na 13.ª etapa do Tour, numa jornada tranquila para o camisola amarela, o seu compatriota Jonas Vingegaard (Jumbo-Visma).

O campeão mundial de 2019 bateu ao 'sprint' o britânico Fred Wright (Bahrain-Victorious) e o canadiano Hugo Houle (Israel-Premier Tech), respetivamente segundo e terceiro na tirada, no final dos 192,6 quilómetros entre Bourg d'Oisans e Saint-Étienne, cumpridos pelos três fugitivos em 04:13.03 horas.

Na classificação geral, Jonas Vingegaard, que chegou no pelotão a quase seis minutos do vencedor, manteve os 02.22 minutos de vantagem para o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates) e os 02.26 para o britânico Geraint Thomas (INEOS), respetivamente segundo e terceiro, na véspera da 14.ª tirada, uma ligação 'acidentada' de 192,5 quilómetros entre Saint-Étienne e Mende.

Fonte: Record on-line

“Edgar Pinto suspenso quatro anos por doping”


Sanção imposta pela UCI vai vigorar até outubro de 2024

 

Foto: Global Imagens

O português Edgar Pinto foi suspenso por quatro anos pela União Ciclista Internacional (UCI) por "uso de métodos e/ou substâncias proibidas", com a sanção a vigorar até outubro de 2024.

De acordo com a lista atualizada de castigos da UCI, a suspensão de Edgar Pinto vigora até 15 de outubro de 2024, com os seus resultados a serem apagados entre 31 de julho de 2018 e 16 de outubro de 2020, incluindo o terceiro lugar na Volta a Portugal de 2018, que 'herdou' devido à desclassificação, também por doping, do primeiro classificado, o espanhol Raúl Alarcón.

O ciclista de Albergaria-a-Velha, de 36 anos, que estava suspenso preventivamente desde outubro de 2020, perde ainda a vitória na etapa da Senhora da Graça de 2018, 'herdada' também de Alarcón, e o quinto lugar final na edição de 2019 da prova 'rainha' do calendário nacional.

Edgar Pinto não compete desde agosto de 2020, quando abandonou os Nacionais de estrada, e falhou a Volta a Portugal desse ano por lesão, uma prova em que foi quarto classificado, em 2013.

Quando foi suspenso preventivamente, o corredor alegou que "as suspeitas de indícios de irregularidade no passaporte biológico" eram "infundadas" e que as amostras tinham sido obtidas "durante os anos de 2015, 2016 e 2017".

No entanto, a suspensão de Pinto incide num período em que alinhou na Vitó-Feirense-BlackJack (2018) e na W52-FC Porto (2019-2020).

Fonte: Record on-line

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