quinta-feira, 10 de outubro de 2019

“Campeonato do Mundo IRONMAN chega dia 12 de outubro 2019”

Este fim de semana realiza-se a mais icónica prova de IRONMAN do mundo!

Por mais de quatro décadas, o IRONMAN World Championship reuniu os melhores atletas do mundo. A corrida inaugural de Kona foi realizada em 1978, um desafio lançado aos atletas bem-sucedidos em provas de natação e resistência. Judy e John Collins, da Marinha de Honolulu, propuseram a combinação das três provas de resistência mais difíceis do Havaií – o Waikiki Roughwater Swim, com 3,9 km de extensão, a Around-O’ahu Bike Race com 180km e a Maratona de Honolulu, com 42,2 km – num só evento.

Em 18 de fevereiro de 1978, 15 pessoas foram a Waikiki para enfrentar o desafio IRONMAN. Antes das corridas, cada atleta recebeu três folhas com as regras e a descrição do percurso: «Nade 2,4 milhas, pedale 112 milhas, corra 26,2 milhas… Será elogiado para o resto da vida!», dizia na última página. Em 1981, a corrida mudou-se das costas tranquilas de Waikiki para os áridos campos de lava de Kona, na grande ilha do Havaí. Os atletas participaram ao longo da costa de Kona, dominada pela rocha negra de lava, enfrentando o sol escaldante e temperaturas de 35 grau, lutando contra o ho’omumuku e os ventos cruzados de 70 km/h.

A dedicação e coragem demonstradas pelos participantes no Campeonato do Mundo do IRONMAN materializam o slogan ‘anything is posible’ – tudo é possível. No dia 12 de outubro, mais de 2.000 atletas embarcarão numa jornada de 140 milhas que apresenta o melhor teste para o corpo, mente e espírito. Tudo para ganhar o título IRONMAN.

Os portugueses vão estar representados por Sérgio Marques, Rui Narigueta, Carlos Cruz, Pedro Rui Silva e Nuno Fernandes. A acompanhar a comitiva portuguesa encontra-se o Hélder Milheiras que será um apoio incansável no percurso e que terá certamente dicas importantes para que os atletas alcancem os seus objetivos.

 

Kona, 9 outubro… três dias antes do Campeonato do Mundo de IRONMAN 2019!

Por Hélder Milheiras, diretamente de Kona, Hawaii, onde tem acompanhado diariamente a rotina dos portugueses em prova

Olá a todos!

No momento em que escrevo estas linhas, estamos sensivelmente a três dias do tiro de partida para mais uma edição do tão aguardado Campeonato do Mundo de IRONMAN.

Há cerca de uma semana na ilha, os nossos cinco atletas estão já ambientados ao calor e humidade, começando a focar-se na prova.

Já está feito o registo e os briefings, este ano com grandes novidades nas partidas separadas (wave start) entre AG, com as regras bem definidas para se dirigirem à partida.

Os atletas estão confiantes, entrando neste momento naquela fase em que se colocam algumas dúvidas quanto ao dia da prova. Como estará o corpo? Será que estará mais calor do que na semana passada? E a humidade? E o vento? As questões habituais!

Mas repito que todos parecem bem física e mentalmente. E para isso têm sido importantes os momentos de convívio entre todos, quer nos treinos quer fora deles, como aconteceu no jantar convívio realizado há uns dias.

A época vai longa, com o slot garantido há já alguns meses: África do Sul (Pedro Rui Silva), Lanzarote (Sérgio Marques e Rui Narigueta), Cairns (Nuno Fernandes) e Vitoria (Carlos Cruz), e com ela os longos meses de treino, que conferem uma confiança extra.

Este ano temos dois estreantes, o Rui e o Nuno, que têm aproveitado cada momento do dia, tendo já pedalado e corrido na Queen K e na Ali’i drive, ficando com uma ideia do que os espera na prova (previsão 30.31 graus com sensação térmica de 35º, e humidade a aumentar até sábado para atingir 75%.

Os vários atletas que vão participar neste Campeonato do Mundo partilharam as suas sensações, expetativas e aspirações: «Primeiro ano na ilha maravilha! A adaptação está a ser boa e as sensações também, fruto das muitas horas de trabalho para a preparação desta prova», explica Rui Narigueta. Como objetivo da prova, o atleta diz que «é dar o melhor, tentar não cometer erros e que a sorte esteja deste lado pois também é precisa. Se tiver um desempenho similar a Lanzarote fico muito satisfeito».

Quanto ao Nuno Fernandes, pela primeira vez em Kona, partilhou que esta competição «supera todas as expectativas em matéria de ambiente pré prova. Quanto à prova é ter ‘respeitinho’ pela distância e acima de tudo pelas condições da Maratona. Vai ser um grande dia!»

Os três restantes atletas são repetentes, com destaque para o Sérgio Marques que compete pela 8ª vez, a segunda como amador, e que tentará realizar mais uma boa competição como tantas que já conseguiu no passado, e que em 2018 lhe valeu o terceiro lugar!

Igual desejo tem certamente o Carlos Cruz que como dizia hoje: «Espero mais um ano para aprender a lidar com as difíceis condições climatéricas da ilha. Só quero desfrutar da prova e acabar bem». Partilhamos também esse desejo, conscientes do valor do Carlos, um dos melhores AG da atualidade.

E, finalmente, o Pedro Rui Silva, um dos mais mediáticos atletas do nosso pelotão e que, após um conjunto de azares logísticos na chegada à ilha, já está em modo cruzeiro para um grande dia, à imagem do que sempre ambicionou. «Dia 12 de outubro irei realizar o meu 4° Ironman com a minha 2° participação no Hawaii. Uma prova fabulosa, num local especial com condições extremas.» Para a competição, Pedro Rui Silva estará na máxima força: «Daremos tudo e mais aquele pouco para fazermos a melhor prova possível, num evento com os melhores do mundo do triatlo, onde o nível competitivo é elevadíssimo.»

E, numa crónica que já vai longa, ficam as palavras do Pedro, partilhadas por todos os atletas e sublinhadas por mim:

«Sábado, contamos com o vosso apoio ao longo do dia. Obrigado a todos»!

Fonte: FTP

“Ciclista publica foto chocante das pernas e médica explica: «É como um atlas de anatomia»”

Janez Brajkovic regressou ao ativo este mês, após uma suspensão por doping

Foto: Instagram    

O ciclista esloveno Janez Brajkovic surpreendeu os seus seguidores nas redes sociais com impressionantes imagens das suas pernas depois de ter regressado às corridas, após uma suspensão por doping.

O corredor de 35 anos, antigo campeão do Mundo de sub-23 de contrarrelógio, foi suspenso em julho do ano passado após acusar metilhexanamina num controlo antidoping e regressou à atividade durante a Volta à Croácia, no princípio deste mês.

Janez Brajkovic, que já admitiu sofrer de bulimia, disse que ingeriu a substância inadvertidamente, através de um suplemento alimentar que consumiu numa fase em que não conseguia alimentar-se normalmente. "Havia dias em que chorava sempre que montava a bicicleta. Estava desesperado e deprimido."

A propósito da foto das pernas, o corredor escreveu: "É tudo uma questão de não f... tudo."

A médica da equipa de esqui da Croácia, Natasa Desnica, citada pelo jornal 'The Sun', disse que é normal depois da competição os músculos de atletas de algumas modalidades ficarem com este aspeto. "O desporto é assim, acontece em inúmeras ocasiões. Já vi ciclistas que pouco depois de competirem durante três semanas na Volta a França, na Volta a Itália ou na Volta a Espanha ficam assim."

E explicou: "As pernas deles são incrivelmente finas, sem gordura subcutânea. E como estão desidratados, podem ver-se todos os ossos e veias da face e do corpo. É possível ver cada músculo, como num atlas de anatomia. Felizmente os ciclistas recuperam rapidamente desta situação e a aparência volta ao normal."

Fonte: Record on-line

"Michael Woods vence Milão-Turim, Rui Costa termina no 25.º lugar”

Ivo Oliveira (UAE Emirates) não terminou a clássica italiana de fim de temporada

Por: Lusa

Foto: Twitter

O canadiano Michael Woods (Education First) venceu, esta quarta-feira, a clássica Milão-Turim em bicicleta, ao cortar a meta à frente do campeão mundial, o espanhol Alejandro Valverde (Movistar), com o português Rui Costa (UAE Emirates) no 25.º posto.

Woods, de 32 anos, cumpriu os 179 quilómetros em 4:03.48 horas, batendo sobre a meta Valverde, segundo, com a dupla a chegar com cinco segundos de vantagem sobre o britânico Adam Yates (Michelton-Scott), terceiro.

A vitória na 100.ª edição para o canadiano representa o maior triunfo da carreira, 'vingando' o segundo lugar de 2016, depois de um ano de 2018 em que foi terceiro nos Mundiais, segundo na Liège-Bastogne-Liège e em que venceu uma etapa da Volta a Espanha.

Rui Costa acabou no 25.º lugar, a 1.34 minutos do vencedor, enquanto o colega de equipa Ivo Oliveira não terminou a clássica italiana de fim de temporada, uma vez que é uma das últimas grandes provas da época de ciclismo.

Fonte: Record on-line

“Homem que vendia cocaína a Pantani garante: «Mataram-no»”

Fabio Miradossa adianta que o motivo do assassinato terá sido os 20 mil euros que tinha no quarto para pagar a droga

Foto: Getty Images

Mais de 15 anos depois, a morte de Marco Pantani continua a ser tema de discussão em Itália. O 'Pirata' foi encontrado morto num hotel em Rimini, a 14 de fevereiro de 2004; a autópsia revelou que a causa da morte foi uma overdose por cocaína, mas há quem mesmo assim considere que a história está mal contada. O canal 'Itália1' falou com o homem que vendia a droga ao ciclista, e que garantiu que Pantani foi assassinado.

"Mataram-no", assegurou Fabio Miradossa. "Foi o que aconteceu, não entendo por que razão a polícia não investigou isto a fundo. Disseram que ele estava a enlouquecer com as drogas, mas estou convencido que quando o mataram ele estava lúcido."

Miradossa contou como foram as últimas horas de Pantani. "Esteve no hotel Touring, onde consumiu a droga, e quando regressou ao Residence 'Le Rose' estava lúcido."

No quarto havia indícios de que o ciclista teria aspirado cocaína pelo nariz, algo que o entrevistado do 'Itália 1' diz ser pouco provável. "O Marco tinha nojo disso, ele só fumava. Quem criou esse cenário não estava bem informado."

O mesmo homem adianta as possíveis causas para o sucedido. "Disse aos polícias que procurassem o dinheiro, porque o Marco tinha levantado 20 mil euros do banco. Eram para mim, uma parte para pagar uma dívida e a outra para comprar mais. Uma das pessoas da minha confiança foi levar-lhe a droga, eu estava em Nápoles no aniversário da minha sobrinha. Não recebi o dinheiro, mas não havia problema, sabia que ele me pagaria depois. Deixaram-lhe umas 15 ou 20 gramas, ninguém morre com essa quantidade, sobretudo se fumares."

Miradossa afasta, igualmente, a hipótese de suicídio: "Não, não o fez garantidamente. Ele foi fraco ao refugiar-se nas drogas, mas não quis matar-se, tenho a certeza disso."

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal de 2020 na estrada entre 29 de julho e 9 de agosto”

Primeiro dia coincide com a prova de contrarrelógio dos Jogos Olímpicos de Tóquio

Por: Lusa

Foto: LUSA

A Volta a Portugal de 2020 vai correr-se de 29 de julho a 9 de agosto, mantendo-se no mesmo período de tempo das últimas edições, anunciou a União Ciclista Internacional (UCI).

Em 2019, a principal prova nacional correu-se de 31 a 11 de agosto, continuando a iniciar-se a uma quarta-feira e a terminar a um domingo.

O primeiro dia da Volta a Portugal coincide com a prova de contrarrelógio dos Jogos Olímpicos Tóquio'2020.

A Volta ao Algarve, prova de escalão mais elevado e que tem trazido o pelotão mais valioso a Portugal, vai correr-se de 19 a 23 de fevereiro.

A 15 de março corre-se a Clássica da Arrábida, três dias antes do início da Volta ao Alentejo, que termina a 22 de março.

O GP Internacional de Torres Vedras - Troféu Joaquim Agostinho é a outra prova portuguesa a fazer parte do calendário da UCI e disputa-se de 09 a 12 de julho.

Em relação a 2019, o Grande Prémio Beiras e Serra da Estrela deixa de fazer parte do calendário internacional.

Fonte: Record on-line