domingo, 11 de junho de 2017

“Campeonato Nacional de XCM”

Ferreira e Celina Carpinteiro

festejam títulos em Loulé

Campeão do Mundo de Maratona competiu no Algarve e revalidou título nacional da especialidade. Celina Carpinteiro sagrou-se campeã nacional na Elite Feminina

Tiago Ferreira sagrou-se hoje campeão nacional de maratona (XCM) ao ser o primeiro a percorrer os 90 quilómetros da corrida de Elite disputada em Loulé. Na conquista do quarto título nacional da especialidade, o viseense que alinha pela equipa DMT Racing Team não evitou um engano no percurso, antes de retomar a corrida no trilho certeiro e suplantar o seu principal rival na corrida, o minhoto David Vaz, isolando-se a cerca de seis quilómetros do final. No pódio, Tiago Ferreira festejou na companhia de David Vaz (Gnauk / King Gates / Blisq Creative) e Davide Machado (BTT Seia), respetivamente segundo e terceiro classificados.

"Tratou-se de uma prova endurecida pelo calor e seletiva desde o início. No Algarve, as maratonas, por norma, contam com subidas curtas mas muito inclinadas e com muita pedra. Consegui isolar-me desde cedo mas sofri um engano e perdi algum tempo, o que me obrigou a correr atrás do prejuízo. A partir do terceiro abastecimento fiz a corrida com o David Vaz e, na última subida, consegui fazer a diferença e chegar isolado", descreveu Tiago Ferreira que no próximo dia 25 de junho defende em Singen (Alemanha) o título mundial de XCM conquistado no ano passado.

 "Este título de campeão nacional é sinal que estou em boa forma, sobretudo pela recuperação que tive que fazer durante a corrida. Fico satisfeito por esta condição física, mas ainda tenho 15 dias de trabalho pela frente. O Mundial é uma corrida aberta e espero lá chegar na melhor condição e, nesse dia, dar o meu melhor e conseguir um bom resultado", anteviu o atual detentor do título máximo da disciplina, conquistado no ano passado em Laissac (França). Na altura, o viseense concluiu os 90 quilómetros com menos 19 segundos do que segundo classificado, o austríaco Alban Lakata.

Na corrida de Elites Femininos, Celina Carpinteiro (BTT Loulé/BPI/Elevis) cumpriu a distância em 4h15m10s superando a adversária Liliana Jesus (BTT Seia) com uma folgada margem de 18 minutos. Irina Coelho (Freebike Shop / Bike Clube S. Brás) foi a terceira classificada.



 

Fonte: FPC

“João Silva termina em sétimo e é o melhor português em Leeds”

Na quarta etapa do mundial

Por: Lusa

Foto: Carlos Barroso

O português João Silva foi este domingo sétimo classificado na quarta etapa do mundial de triatlo, em Leeds, Inglaterra, numa prova ganha pelo bicampeão olímpico em título, o britânico Alistair Brownlee.

Com quatro portugueses em prova nos masculinos e uma, Melanie Santos, nos femininos, João Silva terminou a etapa britânica em 01:48.58 horas, a dois minutos e sete segundos do mais velho dos conceituados irmãos Brownlee.

A competirem em casa, Alistair assegurou a primeira posição e Jonathan, prata nos Jogos do Rio2016 e bronze em Londres2012, foi segundo, a 12 segundos do seu irmão, enquanto em terceiro ficou o espanhol Fernando Alarza, líder do Mundial.

Alarza esteve em três etapas, com um quarto lugar em Abu Dhabi, um terceiro em Gold Coast e um segundo em Yokohama, ao contrário dos irmãos Brownlee, que fizeram hoje em Leeds a estreia no circuito mundial deste ano.

João Silva, que segue na 17.ª posição do Mundial, conseguiu no segmento final de corrida recuperar posições, com a sua prestação menos conseguida a ser logo no arranque, na natação, da qual saiu em 21.º.

Ainda em Leeds, Miguel Arraiolos foi 25.º e David Luís 36.º classificado, enquanto João Pereira não terminou. O triatleta 'abandonou' no segundo segmento, quando realizava a segunda volta no ciclismo.

Em femininos, Melanie Santos foi 21.ª classificada (02:08.23 horas), numa prova ganha por Flora Duffy (01:57.02 horas), das Ilhas Bermundas.

Fonte: Record on-line

“Policiamento de atividades de ciclismo”

Ciclismo manifestou-se contra a duplicação dos custos de policiamento

O pelotão do Prémio de Ciclismo “Força Minho” manifestou-se, em Guimarães, contra a duplicação dos custos de policiamento que resulta dos desentendimentos entre a PSP e a GNR sobre as suas áreas territoriais. Munidos de ruidosos apitos, os elementos da caravana da prova promovida pela Associação de Ciclismo do Minho protestaram antes da partida real da corrida de cadetes que teve mais agentes da autoridade do que ciclistas: 56 jovens atletas, 59 agentes e 18 viaturas da PSP e da GNR.

A iniciativa de protesto obteve a concordância unânime de todas as equipas, assim como da Federação Portuguesa de Ciclismo e de associações regionais e, cumprindo todos os requisitos legais, foi atempadamente comunicada às entidades com competência na matéria. Além do protesto ruidoso, foram colocadas no local de partida e de chegada e nas viaturas da caravana diversas inscrições com o custo cobrado pelo policiamento do Prémio de Ciclismo “Força Minho (3803,10 euros). Depois deste primeiro protesto e até que o assunto seja efetivamente resolvido serão promovidas mais manifestações noutros pontos do País.

“Explicamos previamente que o evento desportivo não era uma corrida de agentes da autoridade mas uma corrida de ciclismo amador, afigurando-se absolutamente desproporcionado e inexplicável o destacamento de um contingente total de 59 agentes da autoridade e de 18 viaturas”, explicou José Luís Ribeiro, Presidente da Associação de Ciclismo do Minho, realçando “a expressiva adesão por parte da comunidade do ciclismo ao protesto, assim como da própria população que reconheceu a justiça da contestação”.

Delmino Pereira, Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, esteve no protesto de Guimarães e afirmou “estar solidário com toda a comunidade e com a causa aqui manifestada”. “A FPC já expôs a sua posição junto do Secretário de Estado da Administração Interna, sugerindo que o destacamento eventual de trânsito para as provas ciclismo fosse desempenhado por uma única força de segurança, da partida à chegada, independentemente da área territorial de cada força. Infelizmente, temos vindo a assistir, com frequência, a esta nova e inédita forma de criação de dois destacamentos eventuais de trânsito para uma mesma prova, provocando uma duplicação desnecessária de meios humanos e logísticos. Essa duplicação de custos é acrescida de uma perda de eficiência na qualidade da segurança prestada aos ciclistas e à população no decorrer das provas. Esperamos uma posição do Ministério da Administração Interna no sentido de se clarificar a melhor e, mais sensata, forma de organização do serviço de policiamento em provas de ciclismo. A nossa modalidade pratica-se na via pública e teremos sempre de organizar as nossas atividades numa total e boa colaboração com as forças de segurança", acrescentou o máximo responsável pelo ciclismo português.

De acordo com a Associação de Ciclismo do Minho, “a duplicação de custos e de meios não faz qualquer sentido numa perspetiva racional de gestão dos recursos, tantos dos organizadores, como das próprias forças de segurança e das verbas disponíveis para o policiamento de atividades desportivas (verbas limitadas e integralmente provenientes de verbas da Santa Casa da Misericórdia)”.

“A Polícia Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana estão em guerra pelas suas áreas territoriais e, por exemplo, quando uma prova de ciclismo entra numa área da PSP, nem que seja por poucos quilómetros, esta acha-se no direito de ter agentes e viaturas nesse troço do percurso para substituir momentaneamente as da GNR”, afirma o dirigente minhoto dizendo que “a rendição/substituição do destacamento da força de segurança que acompanha uma prova de ciclismo (GNR pela PSP ou vice-versa) em pleno decurso da prova, não só potencia o surgimento de problemas como os ocorridos recentemente em Viseu (com prejuízos e danos para as organizações, equipas e atletas, patrocinadores, público, etc.), como obriga ao pagamento duplicado do policiamento”.

Para o Prémio de Ciclismo “Força Minho” a PSP, apesar de reclamar para si a tutela de um reduzido troço de todo o percurso, indicou mais meios para a atividade de ciclismo do que a GNR que assegurou o policiamento na sua totalidade (PSP: 35 agentes e 7 viaturas, GNR: 24 agentes e 11 viaturas), ascendendo o orçamento total da prova a 3803,10 euros.

Simultaneamente, a Associação de Ciclismo do Minho insurgiu-se contra o que considera ser a “recusa da Ministra da Administração Interna e da Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna em clarificar a aplicação da Portaria que regula os serviços de remunerados dos agentes da autoridade” e que, ainda de acordo com a ACM, resulta numa nova discriminação da modalidade.

Recorde-se que depois de um longo processo conduzido pela Associação de Ciclismo do Minho e na sequência de uma decisão do anterior Governo, todas as modalidades desportivas praticadas na via pública deixaram de ser discriminadas no acesso aos apoios do Estado para com os custos do policiamento, até então um exclusivo das modalidades praticadas em recintos desportivos.

“Entre novas taxas e taxinhas que atingem as modalidades praticadas na via pública (18€ por cada um dos muitos pareceres necessários, até agora gratuitos, da GNR ou PSP e 2€ para custos administrativos por cada agente nomeado), resulta claro da aplicação da Portaria que houve intenção objetiva de penalizar o ciclismo amador. Efetivamente, a “alguns” eventos desportivos passou a ser aplicada uma tabela de preços superior em 21,75% (tabela A) em relação à usada “noutros” eventos desportivos (tabela B)”, explica José Luís Ribeiro apontado os seguintes exemplos: “Em provas de ciclismo amador do Campeonato do Minho em que, por exemplo, participe um atleta da Galiza (o que é frequente), por integrar um atleta estrangeiro é aplicada a tabela mais cara. Nas provas amadoras de âmbito regional que integrem atividades de iniciação para os mais pequenos experimentarem a modalidade é aplicada a tabela mais cara porque é permita a “participação do público em geral”. E, pasme-se !, é aplicada a tabela mais cara nos "espetáculos desportivos que se realizem na via pública com duração superior a um dia", ou seja, nas provas de ciclismo (mesmo amador) por etapas. Neste particular está por esclarecer o conceito de “duração superior a um dia”. Se serão provas desportivas por etapas disputadas em mais do que um dia ou se serão provas com duração total superior a 24 horas (um dia …)”.

O dirigente desportivo refere que “tristemente, mais evidenciadas ficam as injustiças se relembramos que o Estado assume integralmente (não comparticipa, paga mesmo na totalidade) o acompanhamento policial de claques de futebol e o policiamento em redor dos estádios”.

Fonte: ACM

“Andreia Ferrum e Diogo Silva vencem em Peniche”

A 34ª edição do Triatlo Cidade de Peniche teve lugar no dia de hoje, 10 de Junho, no local que viu nascer a modalidade no nosso país. O mais antigo triatlo de Portugal voltou a acolher a disputa do Campeonato Nacional de Grupos de Idade e do Campeonato Nacional Universitário numa edição que recebeu perto de cinco centenas de triatletas de todos os cantos do país.

A partida para a competição foi dada nas águas da Baía de Peniche. Aqueles que aceitaram o desafio e procuraram a conquista dos títulos nacionais em competição percorreram um total de 750 metros de natação, 21,7km de ciclismo e 5km de corrida. Após a conclusão dos percursos com exposição ao vento e, simultaneamente, com o privilégio de competir com a paisagem marítima como pano de fundo foram Andreia Ferrum, Outsystems Olímpico de Oeiras, e Diogo Silva, Portugal Talentus, os grandes vencedores absolutos do evento. Inês Pereira, Alhandra Sporting Club, e Carolina Serra, Clube de Natação de Torres Novas, completaram o pódio feminino na segunda e terceira posições, respectivamente. No lado masculino da competição Pedro Mendes, Rio Maior Triatlo, foi segundo classificado e Nuno Ribeiro, Alhandra Sporting Club, encerrou o pódio na terceira posição.

Sendo esta a competição do Campeonato Nacional de Grupos de Idade, disputado numa única prova, os melhores triatletas dos diversos escalões etários no final do dia sagraram-se campeões nacionais de grupos de idade. Estiveram em destaque nos diversos escalões os seguintes atletas:

16-17 Femininos

Maria Pedroso, Associação Académica de São Mamede

Maria João Eugénio, CAPGE

Marta Ferreira Santos, Lusitano FC / Frusoal

16-17 Masculinos

André Lopes, Associação Naval Amorense

Diogo Peixinho, CAPGE

Cristiano José, Associação Naval Amorense

18-19 Femininos

Inês Pereira, Alhandra Sporting Club

Carolina Serra, Clube de Natação de Torres Novas

Vanessa Fonseca, CAPGE

18-19 Masculinos

Bernardo Aguiar, Sport Lisboa e Benfica

António Barata, GCA Donas – Triatlo

Filipe Santos, Associação Naval Amorense

20-24 Femininos

Andreia Ferrum, Outsystems Olímpico de Oeiras

Tamára Branco, Sporting Clube de Portugal

Catarina Rodrigues, Rio Maior Triatlo

20-24 Masculinos

Diogo Silva, Portugal Talentus

Nuno Ribeiro, Alhandra Sporting Club

Miguel Fortunato, Alhandra Sporting Club

25-29 Femininos

Ana Vintém, Núcleo do Sporting da Golegã

25-29 Masculinos

Pedro Mendes, Rio Maior Triatlo

Diogo Custódio, SFRAA Triatlo

João Rodrigues, A. R. Casaense

30-34 Femininos

Liliana Veríssimo, Núcleo do Sporting da Golegã

Ana Martinho, Alhandra Sporting Club

Hélia Santos, SFRAA Triatlo

30-34 Masculinos

Rui Dolores, AMICICLO GRÂNDOLA

Márcio das Neves, Peniche A. C.

Nuno Rodrigues, CNCVG

35-39 Femininos

Madalena Fontinhas, 3B – Clube Triatlo de Benavente

Ana Águeda, Lusitano FC / Frusoal

Cinara Martins, PORTINADO

35-39 Masculinos

Valdo das Neves, Peniche A. C.

Nelson Mestre, Lusitano FC / Frusoal

Rodrigo Baltazar, Estoril Praia Fisiogaspar

40-44 Femininos

Marisa João, Outsystems Olímpico de Oeiras

Lénia Gamito, Louletano

Maria Sousa, Clube Oriental de Lisboa

40-44 Masculinos

Marco Sousa, Clube de Natação de Torres Novas

David Caldeirão, Louletano

Nuno Abreu, Associação Académica de São Mamede

45-49 Femininos

Filipa Oliveira, Teleperformance – Os Belenenses

Emma Yates, CCD / INTERMARCHÉ LAGOS

Fernanda Santinha, Clube Oriental de Lisboa

45-49 Masculinos

Luís Duarte, Tri-Oeste

Gonçalo Neves, Clube de Natação de Torres Novas

Paulo Figueiredo, SFRAA Triatlo

50-54 Femininos

Maria João Lima, Associação Académica de São Mamede

Madalena Caninas, Individual

Elisabete Gonçalves, Clube Zupper

50-54 Masculinos

José Mario Ribeiro, Peniche A. C

António Calafate, Núcleo do Sporting da Golegã

Pedro Cordeiro, Tri-Oeste

55-59 Masculinos

Carlos Gomes, Outsystems Olímpico de Oeiras

Steve Hyett, CCD / INTERMARCHÉ LAGOS

António Raposo, O2 Triatlo

60-64 Masculinos

Fernando Feijão, Clube Millenniumbcp

Fernando Damas, CCD / INTERMARCHÉ LAGOS

José Varela, Louletano

65-69 Masculinos

Carlos Correia, Individual

Victor Campos, DAR-Recardães

José Alberto, Lusitano FC / Frusoal

70-74 Masculinos

Amândio Norberto, Leões do Sul

Durante a mesma prova foi disputado o Campeonato Nacional Universitário. Andreia Ferrum, IPSantarém, e Diogo Silva, NOVA, foram mais uma vez os triatletas em destaque e sagraram-se campeões nacionais universitários. Os pódios foram completados por Tamára Branco, IPSantarém, e Inês Lopes, AAUAV, em femininos, e por Miguel Fortunato, IPSantarém, e Gonçalo Santos, AEFMH, em masculinos.

No mesmo dia, a anteceder a competição principal do evento, houve espaço para a realização de uma prova aberta que contou com a presença de uma centena de atletas. Destinada a todos os interessados em participar, a prova de 300m de natação, 8,5km de ciclismo e 2km de corrida foi ganha por Inês Rico, Alhandra Sporting Club, e José Pedro Vieira, Clube de Natação de Torres Novas.

A mais antiga prova de Triatlo realizada em Portugal foi uma organização da Câmara Municipal de Peniche, do Peniche Amigos Clube e da Federação de Triatlo de Portugal que, mais uma vez, trouxe a magia na nossa modalidade à cidade pioneira.

Fonte: FTP

“Gilbert vence segunda etapa da Volta à Suíça”

Belga foi o mais rápido na chegada ao sprint.

Foto: EPA/CLAUDIO PERI

O ciclista belga Philippe Gilbert (BMC) venceu hoje ao 'sprint' a segunda etapa da Volta à Suíça, após a qual o seu colega suíço Stefan Kung subiu à liderança.

O português Rui Costa (UAE Team Emirates), vencedor em três ocasiões da prova helvética, integrou uma fuga juntamente com o belga Jan Bakelants (AG2R) e o italiano Damiano Caruso (BMC), que chegou a deter cerca de 30 segundos de avanço para o pelotão a cerca de 20 quilómetros da meta, mas o trio foi apanhado a cerca de cinco quilómetros da meta.

Campeão belga e campeão do mundo em 2012, Philippe Gilbert foi o mais forte no 'sprint' final, cumprindo os 172,7 quilómetros, com início e fim em Cham, em 4:22.36 horas, batendo o australiano Patrick Bevin (Cannondale) e o francês Anthony Roux (FDJ).

Rui Costa terminou na 27.ª posição, com o mesmo tempo do vencedor, enquanto Nélson Oliveira (Movistar) foi apenas 95.º, a 9.53 minutos, no mesmo grupo do australiano Rohan Dennis (BMC), que assim perdeu a camisola amarela conquistada no prólogo.

Stefan Kung, que tinha sido segundo no prólogo, é o novo comandante, com um segundo de avanço para uma dupla da Team Sunweb, o australiano Michael Mathews e o holandês Tom Dumoulain, recente vencedor da Volta à Itália.

Rui Costa, que venceu a Volta à Suíça em 2012, 2013 e 2014, subiu 36 posições para 25.º, a 20 segundos da liderança, enquanto Nélson Oliveira caiu 41 lugares para 89.º, a 10.13.

Na segunda-feira, disputa-se a terceira de nove etapas, com 159,3 quilómetros entre Menziken e Berna.

Fonte: Por SAPO Desporto c/Lusa

“Equipa Portugal/Pedro Lopes foi 34.º do Troféu Gersheim”

Dinamarquês Julius Johansen impôs-se na categorizada prova por etapas alemã depois de quatro dias de intensa competição. Pedro Lopes foi o representante da Seleção Nacional melhor classificado

 Numa quarta e última etapa caracterizada, como as jornadas anteriores por um percurso em circuito e ataques constantes, Pedro Teixeira foi melhor classificado do dia entre os representantes da Seleção Nacional cumprindo os 120 quilómetros em redor de Reinheim na 22.ª posição, a 36 segundos do vencedor do dia, o holandês Minne Verboom.

O triunfo da etapa resolveu-se com um forte ataque do russo Ivan Smirnov ao qual Verboom soube resistir e, na chegada, superar com um vigoroso sprint festejando a única conquista holandesa da prova nascida em 1988 e anteriormente conhecida por Troféu Karlsberg.

A vitória na classificação geral individual foi propriedade de Julius Johansen, dominador do contrarrelógio da véspera. O nome do jovem talento dinamarquês passará a figurar ao lado de atuais referências do pelotão profissional que já venceram esta competição tais como o polaco Michal Kwiatkowski, o austríaco Matthias Brändle ou o compatriota Mads Pedersen. A segunda e terceira posição da classificação final couberam, respetivamente, ao alemão Niklas Märkl e ao holandês Daan Hoole.

Entre os portugueses, Pedro J. Lopes concluiu a corrida disputada no sul da Alemanha na 34.ª posição (a 1m58s) subindo dois lugares na jornada de encerramento. Numa classificação na qual não consta Hugo Garcez - desistência por queda na etapa anterior - seguiu-se Pedro M. Lopes (51.º, a 10m34s), João Carneiro (56.º, a 11m16s), Pedro Teixeira (63.º, a 18m14s) e João Dinis (66.º, a 23m08s).

"A nossa prestação nesta competição foi penalizada pelo contrarrelógio cujas diferenças foram superiores ao que esperaríamos. Nas etapas em linhas o grupo revelou qualidade, mas, no exercício individual, noto que temos muita coisa para limar. O objetivo destas participações, do nível mais elevado e exigente do escalão, é precisamente este: fornecer a melhor experiência para que os jovens possam evoluir" resumiu o selecionador nacional José Poeira.

A próxima competição da Seleção Nacional júnior decorrerá no próximo mês de julho com a disputa do GP Général Patton no Luxemburgo.

Fonte: FPC

“Critério do Dauphiné: Bonificações dão triunfo final a Jakob Fuglsang”

Dinamarquês surpreendeu favoritos e conquistou prova

Fonte: Lusa

Foto: Getty Images

O ciclista dinamarquês Jakob Fuglsang (Astana) venceu este domingo o Critério do Dauphiné surpreendendo os principais favoritos, em especial o australiano Richie Porte (BMC), que partiu para a última etapa na liderança e com uma vantagem confortável.

Terceiro à partida da oitava etapa, a 1.15 minutos de Porte e a 13 segundos do britânico Christopher Froome (Sky), Fuglsang atacou na subida final para o Plateau Solaison, uma subida de categoria especial (11,1 km, 9,2%), nos Alpes, e cortou a meta isolado, para assegurar a primeira vitória dinamarquesa nesta prova de antecâmara da Volta a França.

À partida de Albertville, Porte tinha apenas 115 quilómetros a separá-lo de uma subida ao pódio com a camisola amarela e de um primeiro triunfo no Dauphiné, tarefa que parecia exequível apesar das dificuldades do percurso.

Mas nem australiano nem nenhum outro adversário, nomeadamente Froome - vencedor em 2013, 2015 e 2016 - conseguiu responder ao ataque de Fuglsang, que cruzou a linha precisamente com 1.15 minutos de avanço sobre o Porte, sétimo classificado. Os 10 segundos de bonificação da vitória na etapa fizeram a diferença na geral.

"É fantástico. Não sei o que dizer. Mesmo com a camisola [amarela] ainda não acredito. Estive muitas vezes perto da camisola amarela na minha carreira. Tentámos manter as posições na classificação geral e acabou por ser uma grande, grande luta pela vitória final", afirmou Fuglsang, de 32 anos, depois de conseguir o triunfo mais importante da sua carreira.

O irlandês Daniel Martin (Quick-Step Flors) foi segundo na chegada ao Plateau de Solaison, a 12 segundos do dinamarquês, e ainda ganhou um lugar no pódio, à custa de Froome, terminando a 1.32 de Fuglsang, enquanto o líder da Sky, três vezes vencedor do Tour, caiu para quarto, a 1.33.

O italiano Fabio Aru, que deverá liderar a Astana com Fuglsang na Volta a França, acabou a 1.37, no quinto lugar, o mesmo que obteve na etapa, ao cruzar a meta atrás do sul-africano Louis Meintjes (UAE Emirates) e do alemão Emahuel Buchmann (Bora-hansgohe). Depois dele chegaram Romain Bardet (AG2R La Mondiale), Porte e Froome, todos a mais de um minuto.

Sem capacidade para acompanhá-los, os espanhóis Alejandro Valverde (Movistar) e Alberto Contador (Trek-Segafredo), que persegue um terceiro triunfo no Tour, chegaram a 3.30 e 4.10, respetivamente. André Cardoso, colega de equipa do Contador e único português a terminar a prova, foi 20.º na tirada, a 8.22, e concluiu o Dauphiné em 19.º, a 16.38.

Fonte: Record on-line

“Vitória Clube de Lisboa leva 3º Passeio para a estrada”

Adrenalina, animação, muita pedalada, na descoberta por Lisboa

Texto e Fotos: José Morais

O Campo do Vitória Clube de Lisboa á Picheleira foi o local que recolheu este domingo 11 de junho, os participantes do 2º Passeio de Cicloturismo, evento do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), como apoios a Câmara Municipal de Lisboa, as Juntas de Freguesia do Beato, Penha de França, e Arroios.

Cerca de três centenas participaram neste passeio, com as equipas a deslocarem-se da zona da Grande Lisboa, contando com uma equipa de Santarém, para percorrerem cerca de 50 quilómetros, percorridos pela capital, numa pedalada de verdadeiro cicloturismo, com a equipa da casa a manter o andamento do passeio, passando o longo pelotão por; Olaias, Areeiro, Av. Gago Coutinho, Av. Marechal Gomes da Costa, Olivais, Expo, Av. Infante D. Henrique, Beato, Santa Apolónia, Praça do Comercio, Cais do Sodré, Av. 24 de Julho, Alcântara, Av. Brasília, Belém, Algés, Av. Vasco da Gama, Cabos de Ávila, Bairro Boavista, Pina Manique, Damaia, Benfica, Sete Rios, Praça Espanha, Av. Berna, A, Roma, Praça Londres, Largo do Leão, Morais Soares, Praça Paiva Couceiro, Penha de Franca, Av. General Roçadas, Olaias, Calçada da Picheleira, coma chegada a ocorrer pelas 13 horas, depois de ter sido dada a partida pelas 9,10.

Pedalada a pedalada:

Numa bela manhã de domingo, onde o sol marcou forte presença, o pelotão que pedalou quase sempre compacto, apenas de referenciar alguns pontos de maior dificuldade, mas superados por todos, proporcionou assim uma boa pedalada, numa Lisboa engalanada, com os seus bairros todos enfeitado, já que estamos nas festas da cidade, e em véspera de Santo António, deu ainda mais beleza a estas pedaladas, com alegria e satisfação de todos os que estiveram presentes.

Jovens, nestas andanças, o terceiro passeio do Vitória mais um ano esteve de parabéns, pela excelente organização, já apesar de ser um grupo ainda novo na modalidade, e ter sido este seu 3º passeio, mostraram saber na sua realização, receber antes e depois, souberam controlar o evento ao longo do percurso, dando assim a oportunidade a todos de acompanhar sempre o imenso pelotão, mas, temos também de dar os parabéns á PSP-Trânsito pelo excelente trabalho feito, e segurança dada a toda a caravana.

Para Ricardo Figueiredo, responsável pelo Vitória, fazia um balanço no final á nossa reportagem ao qual dizia; Foi um belo passeio, conseguimos que no final todos tivessem gostado, o trajeto era bom, sei que algumas dificuldades às vezes mas superados, passamos por locais onde por norma não se passa, mas os apoios que tivemos, a isso deu origem. Atualmente organizar um passeio é difícil, os apoios são poucos, e para os conseguirmos por vezes temos de cumprir algumas exigências, mas penso que valeu a pena.

Agradeço a todos a presença, e gostava de em 2018 poder ter estes e outros novos participantes, porque nos vamos esforçar para que seja ainda melhor do que foi este ano, por isso apareçam, são todos bem-vindos.

E o evento que se se estendeu tarde dentro com um grande convívio, tinha á espera de todos, um suculento porco assado no espeto, foram ainda distribuídas lembranças alusivas ao evento a todos os participantes, como ainda algumas distinções, agradecimentos e homenagens.

Em final de reportagem, pouco mais para dizer, num evento que marcou sem dúvida o calendário oficial, e que muito vai continuar a prometer no futuro, para todos ficam os parabéns, com um especial á organização, e continuem, da nossa parte voltaremos em breve, ficam os votos de bons passeios, boas pedaladas, e aqui ficam um pouco de história deste Clube Lisboeta, onde o lema é; A União Faz a Força”.

O Vitória Clube de Lisboa (VCL) é um Clube multidesportivo fundado no dia 11 de Agosto de 1944 e tem sede no bairro da Picheleira, na freguesia do Beato, nasceu através da fusão do Picheleira Atlético Clube com o Botafogo Futebol Clube.

 A constituição do Vitória teve como base a implementação dos pilares: Instrução, Recreio, Cultura e Desporto, para além do edifício da sua Sede, no centro do bairro da Picheleira, o VCL dispõe do Campo de Jogos na Calçada do Carrascal, paredes meias com a Escola EB1 Eng.º Duarte Pacheco, terrenos esses propriedade da Câmara Municipal de Lisboa.

 Sob o lema “A união faz a força” o VCL cresceu e desenvolveu-se nas diversas dimensões da sua cultura associativa tendo tido como principal ativo as pessoas do Bairro da Picheleira, sempre com as portas abertas a pessoas de outros bairros de Lisboa.

Podem visualizar mais fotos em:





 

“Reportagem no “Jornal de Ciclismo” do evento: “3º Passeio Vitória Clube Lisboa.2017”

OJornal de Ciclismo”, publicou a reportagem do evento: “3º Passeio Vitória Clube Lisboa.2017” realizada este domingo em Lisboa, a mesma pode ser visualizada em: http://jornalciclismo.com/?p=45243 do evento: do evento: ou em: http://jornalciclismo.com/ onde pode ainda visualizar outras notícias.

Reportagem no “O Praticante” do evento: “3º Passeio Vitória Clube Lisboa.2017”

O “O Praticante” publicou a reportagem do evento: “3º Passeio Vitória Clube Lisboa.2017” realizada este domingo em Lisboa, a mesma pode ser visualizada em: http://www.opraticante.pt/vitoria-clube-lisboa-passeio-estrada/ ou em: http://www.opraticante.pt/  onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “3º Passeio Vitória clube de Lisboa.2017”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, as fotos do “3º Passeio Vitória clube de Lisboa.2017”  realizado este domingo em Lisboa, as mesmas podem ser visualizadas em: