sexta-feira, 14 de julho de 2017

“Warren Barguil vence 13.ª etapa”

Fabio Aru mantém camisola amarela

Por: Lusa

Foto: Reuters

Warren Barguil (Sunweb) deu esta sexta-feira uma alegria aos franceses em dia de feriado nacional, ao vencer a 13.ª etapa da 104.ª Volta a França em bicicleta, no final dos 101 quilómetros entre Saint-Girons e Foix.

O camisola da montanha, que cumpriu a tirada em 2:36.29 horas, bateu ao sprint concorrentes de peso, relegando para o segundo lugar o colombiano Nairo Quintana (Movistar) e para o terceiro o espanhol Alberto Contador (Trek-Segafredo).

O camisola amarela, o italiano Fabio Aru (Astana), chegou a 1.48 minutos, num grupo com os seus principais perseguidores, e manteve os seis segundos de vantagem sobre o britânico Chris Froome (Sky) e os 25 sobre o francês Romain Bardet (AG2R-La Mondiale).

Fonte: Record on-line

“Jakob Fuglsang desiste”

Fraturou dois ossos do pulso em queda na quarta-feira

Fonte: Lusa

O ciclista dinamarquês Jakob Fuglsang (Astana), que fraturou dois ossos do pulso esquerdo numa queda na quarta-feira, abandonou a 104.ª Volta a França no decurso da 13.ª etapa, anunciou a organização.

O recente vencedor do Critério do Dauphiné, maior barómetro do estado de forma dos candidatos à geral do Tour, era quinto na geral quando caiu. Apesar da dupla fratura em ossos do pulso esquerdo, Fuglsang alinhou na 12.ª etapa, tendo perdido mais de 27 minutos.

Esta sexta-feira, o dinamarquês, medalha de prata dos Jogos Olímpicos Rio'2016, ainda tentou manter-se em prova, mas acabou por encostar a bicicleta no decurso dos 101 quilómetros entre Saint-Girons e Foix.

Fuglsang é o sexto candidato à geral do Tour que abandona a prova na sequência de queda, depois dos espanhóis Alejandro Valverde (Movistar) e Ion Izagirre (Bahrain Merida), na primeira etapa, do britânico Geraint Thomas (Sky) e do australiano Richie Porte (BMC) na nona tirada, e do polaco Rafal Majka (Bora-hansgrohe) na décima.

Fonte: Record on-line

“UCI retira castigo de 20 segundos a Uran e Bennett”

Punição devido a abastecimento ilegal na 12.ª etapa

Foto: EPA

A União Ciclista Internacional (UCI) decidiu esta sexta-feira retirar as penalizações impostas ao colombiano Rigoberto Uran (Cannondale-Drapac) e ao australiano George Bennett (Lotto NL-Jumbo) por abastecimento ilegal na 12.ª etapa da Volta a França.

A Cannondale-Drapac anunciou, na sua página oficial da rede social Twitter, que tinha sida informada que o castigo dos dois ciclistas tinha sido retirado.

Na quinta-feira, após a 12.ª etapa do Tour, Uran e Bennett tinham sido punidos com 20 segundos por terem sido abastecidos com água dentro dos 20 quilómetros finais da tirada, algo que não é permitido pelos regulamentos.

Com esta decisão da UCI, Uran mantém-se no quarto lugar do Tour, mas agora a 35 segundos do italiano Fabio Aru (Astana), enquanto Bennett segue no nono posto, a 4.04 minutos da liderança.

Fonte: Record on-line

“Chris Froome: «Não tive pernas no final»”

Perdeu a camisola amarela para Fabio Aru

Por: Lusa

Foto: Reuters

Chris Froome (Sky) evitou esta quinta-feira polémicas, depois de ter perdido a camisola amarela para Fabio Aru (Astana) na 12.ª etapa da Volta a França em bicicleta, limitando-se a reconhecer que não teve pernas.

"Era uma chegada muito, muito dura. Não tive pernas no final, mas ainda falta muita corrida. Há que felicitar o [Romain] Bardet, que mereceu ganhar a etapa e conseguiu uma vitória muito bonita, e também o Fabio Aru, por ter conquistado a amarela", começou por dizer o tricampeão do Tour (2013, 2015 e 2016).

Froome não se pronunciou sobre o facto de ter sido 'abandonado' por Mikel Landa, o colega que o deveria ter escoltado até à meta, mas que partiu em busca do triunfo na etapa, admitindo apenas que passou por momentos difíceis.

"Não vou encontrar desculpas. Simplesmente, não tive pernas. Agora a geral ficou muito apertada e vamos ter uma luta renhida até Paris", concluiu.

Também Nicolas Portal, diretor da Sky, defendeu que Froome perdeu a amarela para Aru, porque não teve pernas no final, mas considerou que os seis segundos de desvantagem do britânico não são um problema grave.

"Nos últimos quilómetros, toda a gente estava bem, mas no momento em que os ataques começaram faltou-lhe algo. Não sei se comeu bem ou não, mas ganhou o melhor. O plano que tínhamos era o de atacar no final, perto da meta, já que queríamos as bonificações, mas atacaram-nos e não conseguimos responder. Derrotaram-nos e nada mais", disse o responsável da formação britânica.

Portal, que foi filmado a discutir com Landa no final da etapa, assegurou não estar zangado com o espanhol por este ter deixado o seu líder sozinho.

"Não me chateei com o Landa por não esperar por Froome. Foi um final muito complicado, com muitos ataques e também não se pode esperar a 300 metros da meta. Sempre que fazemos algo um pouco diferente as pessoas veem problemas", argumentou.

Por seu lado, Landa justificou que, como estava a lutar pela etapa, na qual foi quarto a cinco segundos do francês da AG2R-La Mondiale, não se lembrou de olhar para trás.

"Estava muito bem e se tivesse tido a oportunidade de disputar a etapa, poderia ter vencido", pontuou, considerando que não é um drama ter perdido a amarela.

Cumpridas 12 etapas, o italiano Fabio Aru (Astana) lidera a 104.ª Volta a França, com seis segundos de vantagem sobre Froome e 25 sobre Bardet.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros”

Pedro Andrade vence etapa e Ocampo veste amarela

Por: José Carlos Gomes

Pedro Andrade (Moreira Congelados/Feira/Bicicletas Andrade) venceu hoje a primeira etapa em linha da Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros, uma ligação de 115,5 quilómetros, entre as Caldas da Rainha e Rio Maior. O colombiano Victor Ocampo (Bairrada) sucede ao colega de equipa Fábio Resende no topo da geral individual.

A etapa foi atacada, sem tréguas, desde o início. Sucederam-se as tentativas de fuga, às quais o pelotão sempre deu resposta. Só que um momento de hesitação foi aproveitado por Pedro Andrade para erguer os braços em Rio Maior, após uma cavalgada em solitário que fez jus à vencedora tradição familiar, pois este júnior de primeiro ano é filho de Joaquim Andrade, contrarrelogista da década de 1990, e neto de outro Joaquim Andrade, vencedor da Volta a Portugal em 1969.

“A cerca de 5 quilómetros da meta, os adversários estavam a olhar uns para os outros e pareceu-me o momento ideal para atacar. Foi o que fiz, cumprindo a tática da equipa, e consegui vencer. Vou dar tudo para chegar à camisola amarela”, promete o vencedor da tirada.

 Pedro Andrade cumpriu a etapa em 2h53m51s, menos dois segundos do que o pelotão, encabeçado por Pedro Teixeira (Maia) e Paul Ferreira (Jorbi/Team José Maria Nicolau), segundo e terceiro, respetivamente.

A classificação geral continua definida pelos resultados do prólogo, que colocam quatro corredores na Bairrada nas quatro primeiras posições, todos com o mesmo tempo. O melhor é o colombiano Victor Ocampo, mercê do desempate por pontos. O segundo é o compatriota Diego Benavides e o erceiro o anterior camisola amarela, Fábio Resende.

Apesar de colombiano, o possante Victor Ocampo, em Portugal desde abril, ao abrigo de um protocolo entre a Bairrada e a Liga de Ciclismo de Antioquía, define-se mais como contrarrelogista do que como trepador.

“Sei que vai ser muito difícil, mas vou tentar manter a camisola amarela até ao final. Considero-me um contrarrelogista que se defende na montanha”, afirma o comandante da Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros.

A vitória na etapa valeu a Pedro Andrade o primeiro lugar na classificação por pontos. O campeão nacional júnior de fundo, Guilherme Mota (Alcobaça CC/Crédito Agrícola), manteve o primeiro lugar entre os jovens e Carlos Salgueiro (ACD Milharado/EC Manuel Martins) subiu ao pódio como rei dos trepadores. A Bairrada manda coletivamente.

Os candidatos ao triunfo na Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros têm um teste duplo neste sábado, com uma etapa dividida em dois setores. O primeiro tem 49,2 quilómetros e liga Vila Franca de Xira à Póvoa de Santa Iria. A partida será dada às 10h00, prevendo-se que a chegada à meta, coincidente com uma contagem de montanha de quarta categoria, aconteça às 11h15. O setor vespertino é um contrarrelógio individual de 11,4 quilómetros, entre Torre (Carregado) e Alenquer. O primeiro ciclista parte às 16h00.

Fonte: FPC