quinta-feira, 28 de março de 2019

“Bruxelas em contagem decrescente para o arranque do Tour”

Fogos-de-artifício assinalaram esta quinta-feira os 100 dias

Por: Lusa

Foto: EPA Eddy Merckx

Fogos-de-artifício assinalaram esta quinta-feira os 100 dias para o início da 106.ª edição da Volta a França, com Eddy Merckx a materializar a crescente expectativa para o segundo arranque da prova em Bruxelas.

Há meses, talvez mesmo desde que foi anunciado o percurso da próxima edição, que o Tour é uma presença constante, mas discreta no coração da Europa. Quaisquer que sejam as artérias percorridas, lá está ele, Eddy Merckx, em tons de amarelo, à espreita, num dos cartazes (e são às centenas) que anunciam que, pela segunda vez na história, o 'Grand Départ' da Volta a França acontecerá na capital belga.

A essa presença omnipresente, juntava-se a fachada de um edifício, na esquina da praça de Brouckère, que se apresentava apenas como a sede do que há de vir e que, desde hoje, é a 'Maison du Tour', onde os curiosos poderão conhecer o extenso programa que antecipa a desejada visita da corrida e que inclui duas exposições, uma dedicada ao centenário da camisola amarela e outra mais genérica, sobre a história daquele que é o terceiro evento desportivo com maior impacto a nível mundial.

Até hoje, a febre da Volta a França estava contida - embora já em novembro o diário belga La Dernière Heure tenha noticiado a lotação esgotada nos hotéis da cidade para aqueles 06 e 07 de julho, dias em que o serpentear do pelotão irá celebrar não só o arranque da prova rainha do ciclismo mundial, mas também assinalar os 50 anos desde a primeira vitória no Tour de Merckx, o maior ícone desportivo nacional.

No entanto, a 100 dias do 'Grand Départ', o cenário finalmente mudou. Pontualmente, às 18:00 horas (menos uma hora em Lisboa), uma banda a imitar a orquestra de Kusturica deu o mote para o início das festividades.

À medida de que a praça de Brouckère, polvilhada de bicicletas amarelas, se compunha para receber o seu campeão, Alfred Ransom deambulava por ali, tentando perceber de onde teria uma melhor vista para o palco, onde mais de uma hora depois Eddy Merckx iniciaria a contagem decrescente para a 106.ª edição da 'Grande Boucle'.

"Sou um fã do ciclismo. Sigo o Tour todos os anos, até vou a França ver etapas. Este ano, a corrida está aqui. É algo excecional para mim, ver a Volta a França começar na Bélgica. De qualquer forma, iria a França, mas é muito especial", confessou à Agência Lusa o sexagenário de Liège.

Com a sua mochila do Tour, camisola amarela vestida e guarda-chuva a condizer, Ransom discorreu sobre o seu amor pelo ciclismo, dizendo mesmo que adora "todos os ciclistas, apesar de preferir os belgas". E, entre os nacionais, as suas preferências são as óbvias: o campeão olímpico Greg Van Avermaet e o combativo Tim Wellens, "um vizinho e um exemplo para todos os corredores".

Mas o seu herói, como não podia deixar de ser, é só um: "Conheço o Merckx. Seguia-o quando era miúdo. Tive a oportunidade de o encontrar várias vezes, cheguei mesmo a rolar com ele, num treino. Foi uma grande emoção, é uma bonita recordação".

Hoje, Alfred Ransom adicionou outra à sua coleção de memórias daquele que é considerado por muitos como o melhor ciclista de todos os tempos, quando viu o 'Canibal', cinco vezes vencedor da Volta a França, subir ao palco situado em frente à 'Maison du Tour'.

Anunciado como um embaixador da Bélgica e dos belgas, Merckx foi recebido entre aplausos e com uma viagem em imagens à história dos 100 anos da camisola amarela - estavam lá vencedores clássicos, como Jacques Anquetil, Bernard Hinault e Miguel Indurain, aqueles que, com ele, detêm o recorde de vitórias no Tour, e contemporâneos, como Chris Froome, Alberto Contador ou Cadel Evans.

"Espero que a partida do Tour seja uma grande festa para os bruxelenses e para a Bélgica", resumiu o sempre parco em palavras Merckx, antes de carregar no botão vermelho que iniciou oficialmente a contagem para o 'Grand Départ' e 'inundou' o centro de Bruxelas de fogos de artifício.

Fonte: Record on-line

“Daniela Reis acaba da Bruges-De Panne no 43.º lugar”

Holandesa Kirsten Wild ganhou a prova belga ao sprint

Por: Lusa

Foto: Facebook

A ciclista portuguesa Daniela Reis (Doltcini - Van Eyck Sport) terminou esta quinta-feira a Bruges-De Panne no 43.º lugar, numa corrida na Bélgica conquistada ao 'sprint' pela holandesa Kirsten Wild (WNT-Rotor Pro Cycling).

Wild impôs-se ao 'sprint' na chegada a De Panne, ao fim de 3:13.07 horas e 134,4 quilómetros, batendo a compatriota Lorena Wiebes (Parkhotel Valkenburg), segunda com o mesmo tempo, e a belga Lotte Kopecky (Lotto Soudal), terceira.

A portuguesa Daniela Reis tentou hoje agitar a corrida e entrar na fuga ao longo do percurso, acabando por terminar no 43.º lugar, a oito segundos da vencedora da corrida belga, de categoria WorldTour.

Fonte: Record on-line

“Miguel Ángel López vence etapa e assume liderança da Volta à Catalunha”

Os portugueses José Neves (Burgos-BH) e Rui Oliveira (UAE Emirates) abandonaram a prova

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista colombiano Miguel Ángel López (Astana) venceu esta quinta-feira a quarta etapa da Volta à Catalunha, no alto de La Molina, e assumiu a liderança da geral individual.

O corredor de 25 anos concluiu os 150,3 quilómetros entre Llanars e a estância de esqui de La Molina em 4:02.07 horas, menos 16 segundos do que o austríaco Gregor Muhlberger (BORA-hansgrohe), segundo, e o espanhol Marc Soler (Movistar), terceiro.

Esta foi a segunda vitória na temporada para o homem da Astana, depois de ter vencido, em casa, a Colômbia 2.1, e de ter estado aquém do esperado no Paris-Nice, que terminou no 28.º lugar final.

Após uma tirada em que o anterior camisola amarela, o belga Thomas de Gendt (Lotto Soudal), 'saiu de cena', ao cair para 30.º, Lopez lidera com 14 segundos de vantagem sobre Adam Yates (Mitchelton-Scott), segundo classificado e vencedor da terceira tirada, e 17 para o também colombiano Egan Bernal (Sky), terceiro.

O dia de hoje foi 'negro' para os corredores portugueses, uma vez que José Neves (Burgos-BH) e Rui Oliveira (UAE Emirates) abandonaram a prova, ficando apenas Ricardo Vilela (Burgos-BH) na corrida, tendo tombado 28 lugares, para 78.º.

Os 'sprinters' voltam a ter oportunidade de vencer uma etapa no quinto dia, na ligação entre Puigcerdà e Sant Cugat del Vallès, de 188,1 quilómetros, com uma contagem de montanha de primeira categoria na parte inicial, antes de um final plano.

Fonte: Record on-line

“Câmara de Lisboa estuda integração de bicicletas e trotinetas no passe de transportes”

Por: Pedro Venâncio

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) pretende integrar novos modos de transporte, como as bicicletas e as trotinetas, na rede de transportes públicas.“Já estamos a dar esse passo com as bicicletas GIRA”, revelou Miguel Gaspar, vereador da Segurança e da Mobilidade da CML, em entrevista ao Jornal Económico.

O edil lisboeta explicou que “o ano passado desenvolvemos um serviço que permite perguntar se um utilizador da bicicleta GIRA tem ou não tem um passe [para os transportes públicos] válido. Isso vai permitir-nos, quando o sistema funcionar de forma completa, discriminar positivamente quem tiver passe.

Quem tiver o passe da rede pública de transportes, terá condições de acesso à rede de bicicletas GIRA mais favoráveis – esse é o primeiro passo de integração que estamos a desenvolver”.

Miguel Gaspar questiona ainda a razão pelo qual “não há um passe de transporte de transporte público mais umas viagens de táxi ou viagens de bicicletas ou trotinetas? É esta conversa que temos tido com os operadores destes transportes e estamos tentar construir um modelo”.

Sobre a entrada de novos operadores, nomeadamente de bicicletas e trotinetas partilhadas à cidade de Lisboa, o vereador confessa que, ao contrário de outras cidades onde estes modos foram banidos, “decidimos sentarmo-nos à mesa.

O que dizemos é que ‘os senhores podem operar na cidade de Lisboa, mas nós temos de ter forma de proteger o espaço público e formas de proteger a segurança das pessoas’. Este é um discurso que as empresas consideram raro num contexto global”.

Fonte: Transportes em Revista on-line

“Alcobaça Clube de Ciclismo/Paulo Vendeiro 3º lugar no Arrimal”

Por: Joaquim Marques

O 3º lugar foi a posição de podium conquistada por Paulo Vendeiro, do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola, no Trial Nocturno do BTT Morcegos, do Arrimal que teve lugar no passado sábado à noite, naquele lugar do Concelho de Porto de Mós.

Paulo Vendeiro levou 1h11m para concluir os 21 quilómetros da prova com 650 metros de desnível acumulado num percurso bastante técnico.

Pedro Souto, outro atleta de BTT, do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola que também participou nesta prova, ficou na 14ª posição. A iniciativa do BTT Morcegos, do Arrimal, no concelho de Porto de Mós, teve uma boa organização com um percurso traçado em bons trilhos.

Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo

“Alcobaça Clube de Ciclismo/Tiago Belchior 6º na Taça de Cadetes”

Por: Joaquim Marques

O 6º lugar na 1ª prova da fase de Apuramento inter-regional da Taça de Portugal Cadetes foi conquistado por Tiago Belchior, do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola na prova disputada no passado domingo em Palmela.

A formação alcobacense apresentou-se com cinco atletas todos de primeiro ano, com alguns a estrearem-se em competição num pelotão numeroso de 64 corredores de 15 e 16 anos em representação de 13 equipas.

Logo nos primeiros quilómetros começaram a verificar-se pequenas tentativas de fuga sempre prontamente anuladas pelo pelotão, mas quando eram percorridos pouco mais de dez quilómetros houve seis atletas de diferentes equipas que fizeram uma tentativa de fuga, na qual muitos não acreditaram.

Certo é que a fuga vingou, conseguiu uma vantagem de mais de três minutos em relação ao pelotão, e só nos quilómetros finais é que os fugitivos tiveram a companhia de mais dois perseguidores. Entre os fugitivos estava Tiago Belchior, do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola e que na recta da meta assegurou o 6º lugar na tabela classificativa tendo levado 2h:12:44s para percorrer os 79,2 quilómetros da prova. Com uma vantagem tão destacada em relação ao pelotão, a viatura da equipa apoiou o atleta em fuga e os restantes permaneceram no pelotão, onde se fez notar a inexperientes dos corredores alcobacense de primeiro ano.

Apesar disso, Bruno Ribeiro ficou em 28º lugar, Tomás Torres foi 38º, Rafael Soares 42º e Ricardo Ramos 45º, com todos os atletas a terminarem esta prova apurados para a fase seguinte. Na classificação por equipas o Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola ficou no 7º lugar entre as 13 equipas presentes. A próxima prova da Taça de Portugal de Cadetes disputa-se a 28 de Abril, em Cascais, enquanto a final está marcada para os dias 18 e 19 de maio, na Anadia.

Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo
 

“Rui Costa choca com camião durante treino”

Ciclista "não sofreu lesões graves", segundo a UAE

Rui Costa apanhou esta terça-feira um grande susto, ao chocar com um camião enquanto se treinava, tendo sido assistido no hospital de Braga, como atesta a foto que colocou nas redes sociais. De acordo com um breve comunicado da sua equipa, a UAE, o ciclista "não sofreu lesões graves e, depois da realização de exames médicos, regressou a casa".

Não está assim posto em causa, pelo menos para já, o programa de Rui Costa, que, depois do Tirreno-Adriático, onde foi 10º, vai agora focar-se nas clássicas de Ardenas, Amstel Gold Race, Flèche Wallonne e Liège-Bastogne-Liège, na segunda quinzena de abril.

Fonte: Record on-line