domingo, 7 de outubro de 2018

“Soeren Kragh Andersen vence Paris-Tour e José Gonçalves termina em 13.º”

Ciclista português terminou a 1.28 minutos do vencedor

Por: lusa

Foto: D.R.

O ciclista dinamarquês Soeren Kragh Andersen venceu este domingo isolado a clássica Paris-Tours, uma das últimas do ano, que fez muitas vítimas nos seus troços de vinha, uma novidade introduzida no percurso.

Um ano depois do segundo lugar, o corredor da Sunweb chegou à vitória, impondo-se com 25 segundos de avanço sobre o holandês Niki Terpstra (Quick-Step Floors) e o francês Benoit Cosnefroy (AG2R La Mandilae), numa prova em que o português José Gonçalves (Katusha-Alpecin) foi o 13.º, a 1.28 minutos.

Um pouco à semelhança do Paris-Roubaix, em que os troços de 'pavé' causam muitos dissabores e que abrem muitas vezes o caminho para a vitória, aqui foram os 12,5 quilómetros de troços de terra, por entre vinhas de Vouvray, que ajudaram a ditar a sorte da corrida, com um total de 214,5 quilómetros.

No primeiro destes nove segmentos, a mais de 50 quilómetros da chegada, o pelotão desfez-se, e a partir daí começaram os problemas para muitos, nomeadamente o belga Philippe Gilbert (Quick-Step Floors), que se atrasou irremediavelmente devido a um furo.

Andersen e Terpstra destacaram-se a cerca de 30 quilómetros da meta e pouco depois foram seguidos por Cosnefroy, formando o trio que viria a discutir a vitória desta clássica com 124 anos e em que os vencedores emergem, habitualmente, de 'sprints' massivos.

Fonte: Record on-line

“Ivo Oliveira alcança vitória na Suíça”

Ivo Oliveira venceu o scratch nos Três Dias de Aigle, ficando em 2.º na prova de perseguição

Por: Ana Paula Marques

Os portugueses, em especial os gémeos Oliveira, continuam a dar cartas no ciclismo de pista. Com Rui Oliveira já de férias, o irmão Ivo foi até à Suíça participar nos Três Dias de Aigle, tendo ontem ganho a corrida de sub-23 de scratch e sido segundo na perseguição de elite.

Já à noite, no final do programa, Ivo Oliveira, a fazer equipa desta vez com João Matias – venceu na véspera o scratch em elites –, terminou o madison no quarto lugar da geral.

Também no feminino, Portugal tem conseguido alguns resultados de relevo. Apesar de ter sofrido uma queda, Maria Martins foi sexta na corrida por pontos, depois de no dia anterior ter concluído a de omnium em quinto.

O grande objetivo da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) é a qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio’2020, que, a concretizar-se, será a estreia do ciclismo de pista.

Mas o apuramento faz-se através das Taças do Mundo, com a Seleção Nacional a marcar presença em mais uma, ainda este mês, de 19 a 21, em Saint-Quentin-en-Yvelinnes, França.

E os Três Dias de Aigle serviram precisamente para preparar esta competição, pelo que deverão ser os mesmos ciclistas portugueses a competir em França, daqui a duas semanas.

Fonte: Record on-line

“Ciclista belga morre de ataque cardíaco aos 23 anos”

Jimmy Duquennoy representava a WB Veranclassic Aqua Protect

Por: Fábio Lima

O ciclista belga Jimmy Duquennoy, que representava a equipa WB-Aqua Protect-Veranclassic, perdeu a vida na noite de sexta-feira, vítima de um ataque cardíaco, segundo revelou a sua equipa, onde no ano passado se estreou enquanto ciclista profissional. Promessa do ciclismo belga, Duquennoy conseguiu alguns resultados de relevo na sua carreira, tais como top-20 em provas como a Dwars door West-Vlaanderen, Münsterland Giro e a Kampioenschap van Vlaanderen

"Ele vivia com a sua namorada e estavam a ver televisão. A determinado momento, ela perguntou ao Jimmy algo e ele não respondeu, aparentando nesse momento estar morto. Não houve qualquer sinal da sua parte no passado... Estava a planear fazer um cruzeiro com a Sally e até partilhou algo sobre isso no Facebook. Agora tudo se acabou... Era um miúdo com imenso talento e uma pessoa muito interessante", declarou Christophe Brandt, o diretor da equipa belga.

Fonte: Record on-line

“Ranking APCP”

Joni Brandão e Sporting-Tavira são os melhores do ano

Por: José Carlos Gomes

Joni Brandão, no plano individual, e o Sporting-Tavira, coletivamente, são os vencedores do ranking da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais (APCP), que premeia a regularidade ao longo de toda a época nacional.

O chefe-de-fila do Sporting-Tavira, que já anunciou a mudança para a Efapel na próxima temporada, fechou o ano de 2018 com 1177 pontos. O segundo classificado, em grande medida devido ao desempenho na Volta a Portugal, foi o espanhol Raúl Alarcón (W52-FC Porto), com 955 pontos. Seguiu-se Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista), com 878.

Joni Brandão quebrou a hegemonia portista no ranking da APCP, sucedendo a Rafael Reis, vencedor em 2016, e a Amaro Antunes, primeiro classificado em 2017.

Entre os sub-23, a boa ponta final da época valeu a Francisco Campos (Miranda-Mortágua) a conquista do ranking dos mais jovens.

O ranking coletivo, apesar de refletir apenas resultados do calendário português, acabou por premiar a única equipa lusa com vitórias em três continentes, o Sporting-Tavira, que conseguiu triunfos em Portugal, em África e na Ásia.

O Sporting-Tavira fechou o ano com 2421 pontos, diante da W52-FC Porto, que se ficou pelos 2333, e do Aviludo-Louletano-Uli, com 2332 pontos.


Ranking APCP 2018

1.º Joni Brandão (Sporting-Tavira), 1177 pontos

2.º Raúl Alarcón (W52-FC Porto), 955

3.º Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista), 878

4.º Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano-Uli), 844

5.º Edgar Pinto (Vito-Feirense-BlackJack), 811

6.º Luís Mendonça (Aviludo-Louletano-Uli), 777

7.º Daniel Mestre (Efapel), 600

8.º João Benta (Rádio Popular-Boavista), 488

9.º Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira), 485

10.º César Fonte (W52-FC Porto), 447


Ranking Equipas

1.ª Sporting-Tavira, 2421

2.ª W52-FC Porto, 2333

3.ª Aviludo-Louletano-Uli, 2332

4.ª Rádio Popular-Boavista; 2037

5.ª Efapel, 1506

Fonte: FPC

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “1º Passeio Agualva/Cacém.2018”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, “1º Passeio Agualva/Cacém.2018” realizado hoje no Cacém, as mesmas podem ser visualizadas em: https://photos.google.com/share/AF1QipNcJeDhmzmG3d_HRcjEhhkMBAVuwULfkj3K2qVYHJc1_YXHcDz3azyIAqSe7l5k9Q?key=MDkxNHJzOUhlbWgtM3ZQektZQjYwMzdSNFduSkRn


“1º Passeio Agualva/Cacém, com alguma negligência”

Participantes descontentes, com falta de segurança

Texto e fotos. José Morais

A organização de passeios de cicloturismo obrigam a um sem número de regras, onde a principal será, a de dar e manter ao longo de todo o trajeto segurança a quem pedala, caso isso não aconteça, não podemos considerar um passeio de cicloturismo, mas sim, um simples passeio formal de bicicleta, onde um grupo de amantes da mesma se junta, e vão dar uma volta, e terão de cumprir as regras do trânsito.

É certo de que se realizam alguns passeios sem acompanhamento policial, porem, são organizados em zonas diferentes, com um grupo de motares, e onde o trânsito permite circular em segurança, o caso que não aconteceu neste passeio do Cacém.

Não querendo denegrir a organização, já que não é essa a minha intensão neste artigo, não gostando de fazer crísticas destrutivas, apenas quero alertar para que situações destas não acontecem, e no futuro se melhor, porem, e em respeito a todos os participantes, tinha de escrever estas palavras, e publicar as poucas fotos feitas.

Um passeio que teve concentração este domingo 7 de outubro na Escola Gama Barros pelas 8 horas, para fazer e confirmar as inscrições, a partida foi dada mais abaixo junto ao Largo Dona Maria, pouco passava das 9 horas era dada a partida a pouco mais de meia centena de participantes.

Antes da mesma, a organização dava umas palavras aos participantes, informando a forma como o passeio ia decorrer, e a forma de segurança, muitos comentários se fizeram ouvir, e a discórdia de muitos era manifestada, porem, deu-se inicio ao passeio, e os participantes lá começaram a pedalar, onde alguns carros se começaram a meter no meio dos mesmos.

As pedaladas foram decorrendo, alguma confusão no meio dos ciclistas, algumas subidas a surgirem, e a confusão instalada no seio do pelotão, onde muitos participantes contestavam a segurança, eu próprio que por norma ajudo em certas alturas nos eventos, fazendo cortes de estrada autorizado pelas forças de segurança, aqui foi complicado, chegando a ser insultado por parte de certos automobilistas que avançaram, e chegam a colocar cicloturistas em perigo, e perante estas atitudes, e quando a determinada parte do evento o pelotão chegou a ter alguns minutos de diferença entre a frente e a traseira, e vindo bicicletas e carros tudo a monte, tomei uma decisão radical, a de abandonar o passeio, por não haver condições para trabalhar, e não ter de assistir a algum momento menos agradável.

Pena minha, primeira vez em quase 25 anos que faço coberturas de eventos de cicloturismo, foi a primeira vez que tive de tomar uma decisão destas, que para mim em nada foi agradável, mas que achei a mais correta.

Lamento este sucedido, mas este tipo de passeio na zona onde foi realizado, pelos locais de passagem do mesmo, não pode ser feito sem acompanhamento policial, é difícil controlar o trânsito, e dar segurança a todos os participantes, e esta e a parte principal, “Segurança”.

Porem, e como já tinha referido, em respeito a todos os participantes, e ainda com a organização que no futuro penso que mudará, ficam estas palavras, e algumas fotos, poucas, mas o melhor que se pode fazer, trabalhando nas mais difíceis condições para as realizar.

Com um até breve, ficam os votos de bons passeios, boas pedaladas.

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