sexta-feira, 5 de julho de 2019

“18º Bodo da Bicicletas/14 Horas a Pedalar2019”

Por: José Morais

Inicialmente “14 Horas a Pedalar”, este ano com nova denominação a do “Bodo das Bicicletas”, que se vai realizar pelo 18º ano, é a festa das bicicletas em Pombal, evento único realizado no país.

O Bodo das Bicicletas está agendado para os dias 20 e 21 de julho, este ano com muitas novidades, promete mais um ano ser um grande evento, onde a bicicleta será Rainha, a organização está a cargo do Clube de Cicloturismo de Pombal, e conta com os apoios da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Pombal.

Muitas pedaladas, muita animação, faz parte do programa, cerca de quatro centenas de participantes são esperados para pedalar, num circuito fechado com cerca de 400 metros, onde alem das pedaladas, se irão apresentar ainda diversos tipos de bicicletas, algumas muito originais, para animar a festa.

 

O programa é o seguinte:

Sábado pelas 15:00 - Abertura do Bodo das Bicicletas

16:00 - Abertura do Bar

20:00 - Confirmação de Inscrições

22:00 - Início 14 Horas a Pedalar

22:15 - Apresentação das 14HP à cidade (Passeio Noturno)

22:20 - Ginástica Acrobática (ACROPOMBAL)

23:30 - Regresso do Pelotão 14HP ao Circuito

23:45 - Baile - VÂNIA MARISA

00:00 - Início Grande Prémio 14 Horas a Pedalar

00:30 - Arruada Musical

02:00 - Caldo Verde

08:00 - Momento Energético

09:00 - Fim do Grande Prémio 14 Horas a Pedalar

10:00 - Passeio Domingueiro

12:00 - Fim 14 Horas a Pedalar

12:15 - Entrega de Prémios e Lembranças

13:30 - Almoço Volante

15:00 - Rodinhas (Patins; Skates; Trotinetes; Hoverboards; Bikes)

Domingo pelas 17:00 - Fim do Bodo das Bicicletas

Nota: O programa pode sofrer alterações.

 

Informações e inscrições:

Telefone: 968 130 525 - E-mail: cicloturismopombal@gmail.com

Venha participar neste grande evento nacional, a festa das bicicletas, marque presença, faça como nós, que mais um ano marcaremos presença para reportagem completa do evento, antes, durante e no final do mesmo, com a promessa de muitos diretos deste importante evento de bicicletas, a Revista Notícia do Pedal recomenda.

“NP-TV atualizou os seus canais com o “Vídeo Promocional do “18º Bodo da Bicicletas/14 Horas a Pedalar2019”

A Revista Notícias do Pedal acaba de atualizar o seu canal de televisão “Notícias do Pedal-TV” no YouTube e no MEO/KANAL com o “Vídeo Promocional do “18º Bodo da Bicicletas/14 Horas a Pedalar2019”


Para ver o vídeo no MEO/KANAL, quem possuir MEO, pode aceder carregando na tecla verde do comando, inserir o código 531450, e ver no MEO/KANAL este e outros filmes, podendo consultar toda a programação. Podem ver ainda através do seguinte link: https://kanal.pt/lista-canais/comunicao-social/lisboa/vila-franca-de-xira/?display=grid&order=updated

“Pauline Vie e Rui Dolores participam no XTERRA França”

No domingo, dia 7 de julho, realiza-se em Xonrupt, França, uma das provas mais aguardadas do XTERRA Europe

Com 8 etapas realizadas do XTERRA Europe, este será o primeiro evento Gold em 2019, e contará com a presença de quase todos os triatletas da elite que alcançaram o top 20 em 2018.

Considerada uma das mais duras provas do XTerra, com um segmento de ciclismo técnico e exigente, esta será uma competição que põe à prova as habilidades dos atletas, exigindo deles capacidade física e técnica.

Rui Dolores, que no ano passado ficou na 15ª posição desta prova, tem feito uma época brilhante em 2019, encontrando-se atualmente na primeira posição do ranking. Com duas vitórias no Xterra Malta e no XTerra Portugal, o triatleta está confiante no seu nível competitivo nesta nova e importante fase do XTERRA Europe, pela boa preparação que tem vindo a realizar. Rui gosta das características exigentes desta prova, onde já competiu três vezes sob as condições climatéricas mais variadas.

Pauline Vie, atualmente na 7ª posição do ranking, também marcará presença nesta competição. A triatleta, que já arrecadou dois pódios nesta época, nas competições do XTERRA Portugal e Dinamarca subindo duas vezes ao terceiro lugar do pódio, deixa-nos expectantes quando à sua performance no XTERRA França, uma prova de elevadíssimo nível e que conta com os melhores atletas mundiais da modalidade.

Boa sorte aos nossos atletas!

Fonte: FTP

“Rui Costa regressa ao Tour com vontade de juntar outra etapa às três do seu palmarés”

Ciclista português vai para a sua nona participação na prova francesa

Por: Lusa

De regresso à Volta a França, o experiente Rui Costa (UAE-Emirates) assumiu que gostava de ganhar uma etapa para juntar às três que colecionou em edições anteriores, prometendo estar na luta a partir do sexto dia.

"É sempre muito bom estar de regresso ao Tour. É um evento que todos sabemos que é muito importante, é o mais emblemático do ciclismo, à parte do Mundial [de Estrada]. Poder estar aqui novamente é muito bom", confessou à agência Lusa em Bruxelas, a poucas horas de iniciar a sua nona participação na prova francesa.

Após ter falhado a edição de 2018 por lesão, interrompendo a série de oito presenças consecutivas, o mais bem sucedido português na história mais recente do Tour não esconde que, além da missão que lhe foi confiada pela equipa - a de ser a sombra de Daniel Martin nas primeiras etapas -, sonha com acrescentar uma nova linha ao seu currículo, que já conta com três vitórias no Tour (duas em 2013, o ano em que se sagrou campeão mundial de fundo, e uma em 2011).

"Por já ter ganho, as pessoas que me seguem querem que volte a ganhar. Sem dúvida que também tenho esse desejo e gostava de voltar a ganhar no Tour. É sempre muito complicado, mas gostava de dar essa alegria a todos os portugueses", reconheceu.

Sem querer especificar quais são as etapas que tem em mente para a sua demanda, até porque "cada vez é mais difícil entrar nas fugas [da Volta a França], principalmente naqueles dias em que quase se sabe que a fuga chega" e "nem sempre" é possível estar na frente nos dias planeados para o estar, Costa sublinhou que as "oportunidades serão muitas", "a partir já da sexta etapa".

No entanto, o português da UAE-Emirates sabe que a tarefa será complicada, pese embora a sua capacidade para ler a corrida seja um 'trunfo' ao seu dispor.

"É muito importante ter uma boa leitura de corrida, ainda mais hoje em dia, porque as forças são mais equilibradas e tens de jogar muito no sentido do que é o perfil da corrida na parte final. Ter tática, ou leitura de corrida, ajuda. Também é certo que alguns corredores que entram nas fugas, que dão garantias de poder ganhar, são sempre mais controlados. No fundo, juntando dois, três corredores [fortes], a marcação é cerrada, e a vitória é mais difícil de sair", alertou.

Dizendo sentir menos nervosismo do que em anos anteriores, o poveiro de 32 anos espera, contudo, que os primeiros dias da 106.ª edição sejam particularmente 'stressantes', uma vez que o pelotão vai dar as primeiras pedaladas em território belga, "onde as estradas são muito estreitas, não há aquelas estradas largas" que permitem aos ciclistas estar mais à vontade.

"Devido à minha experiência deram-me a tarefa de ter o Daniel Martin sempre bem colocado nestas primeiras etapas, fora do perigo que costumam trazer", indicou, explicando que na parte inicial do Tour irá ajudar o irlandês "com dificuldades como o vento, ou situações de corrida que podem acontecer devido a quedas", de modo a que o chefe de fila da equipa não fique 'cortado' do grupo de favoritos e sofra perdas de tempo na geral individual.

Na sua missão, Costa terá de estar atento aos outros favoritos, ainda mais quando aquele que foi o 'patrão' da prova francesa nos últimos anos está ausente por lesão.

"O Chris Froome é um líder que nós sabemos que quando aponta raramente falha, só se for por outros problemas, como quedas ou algo do género. Mas este ano acredito que o Tour vai ficar muito mais aberto. Claro que há corredores como o [Egan] Bernal, que na [Volta à] Suíça já demonstrou estar muito forte e que certamente será um daqueles a que todos os outros líderes estarão atentos e será difícil de bater", avaliou.

Questionado sobre se considera o colombiano de 22 anos mais favorito à vitória final do que Geraint Thomas, o campeão em título e o outro líder da INEOS, o português prognosticou: "Vai ser um lindo Tour para ver na televisão".

Fonte: Record on-line

“Froome já deixou hospital e está a recuperar bem”

Ciclista sofreu queda violenta no Critério do Dauphiné

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista britânico Chris Froome, quatro vezes vencedor da Volta a França, saiu do hospital na quinta-feira e está a recuperar bem da violenta queda que sofreu no Critério do Dauphiné, revelou esta sexta-feira o diretor da INEOS.

"O Chris deixou o hospital ontem [quinta-feira]. Foi para casa. É um grande passo. Conseguiu pôr os pés no chão pela primeira vez em muito tempo. Alguns dos rapazes estiveram com ele e dizem que ele está com ótimo espírito. Ele está a safar-se muito bem, obrigada", anunciou Dave Brailsford.

Quatro vezes vencedor do Tour (2013, 2015, 2016 e 2017) e terceiro classificado no ano passado, Chris Froome é a ausência mais sonante da 106.ª edição, depois de ter fraturado o fémur, o cotovelo direito e várias costelas numa queda violenta sofrida durante o reconhecimento do contrarrelógio do Critério do Dauphiné em meados de junho.

"É desapontante para todos que o Chris não esteja, mas com o grupo de rapazes que temos aqui, e com estes dois como líderes, não poderíamos ter uma equipa melhor", assegurou Brailsford.

Ladeado pelo galês Geraint Thomas, o ainda campeão em título, e o colombiano Egan Bernal, a estrela em ascensão na equipa, o diretor da INEOS recordou a temporada atípica da formação britânica, que no inverno descobriu que iria ficar sem o seu eterno patrocinador, a Sky.

"Tivemos sorte de encontrar rapidamente um patrocinador e aqui estamos a iniciar este Tour como Ineos. Seria ingrato não agradecer pela confiança. Neste nosso primeiro Tour como Ineos, vamos tentar recompensá-la", declarou na sua intervenção inicial, numa conferência de imprensa organizada com o preciosismo milimétrico característico daquela equipa.

Com os jornalistas com o tempo cronometrado para questões - 15 minutos para as televisões, que tiveram de desligar as câmaras para ceder o tempo de antena à imprensa escrita para outros contados 10 minutos -, Brailsford não teve, ao contrário de outros anos, de responder a perguntas difíceis, podendo até salientar que a sua é a equipa "mais verde" do pelotão.

"Temos uma equipa fantástica", concluiu.

A 106.ª Volta a França vai para a estrada no sábado, com a partida simbólica a acontecer na Grand Place de Bruxelas, Bélgica, e terminará em 28 de julho, com a coroação dos vencedores, em Paris.

Fonte: Record on-line

“Geraint Thomas: «Não sinto que tenha de provar nada a ninguém»”

Desvaloriza opinião daqueles que consideram que a sua vitória em 2018 foi um sucesso irrepetível

Por: Lusa

Foto: Reuters

O britânico Geraint Thomas (INEOS), campeão em título da Volta a França, garantiu esta sexta-feira não ter nada a provar, desvalorizando, ironicamente, aqueles que consideram que a sua vitória em 2018 foi um sucesso irrepetível.

"Não sinto que tenha de provar nada a ninguém, embora haja quem defenda que eu sou um 'one hit wonder' [sucesso único, em tradução livre]. Se assim for, que bom sucesso foi", acentuou, antes de afastar a pressão de defender o título conquistado no ano passado, recorrendo a uma nova alusão musical com o famoso "o que será, será", historicamente cantado por Doris Day.

Dono de um humor refinado, o galês arrancou risos da audiência, com afirmações irónicas e mordazes, quando argumentou que o inglês fluente do colombiano Egan Bernal, o outro líder da INEOS, é uma preciosa ajuda para o bom funcionamento da equipa: "Parece uma questão menor, mas não é".

Questionado sobre se a ausência de Chris Froome, o quatro vezes vencedor do Tour (2013, 2015, 2016 e 2017) que na passada edição se conformou com o terceiro lugar e o ajudou a conquistar a amarela, permitirá que a corrida seja mais aberto, Thomas disparou simplesmente: "espero que não".

"Espero que um de nós ganhe e que seja um Tour rotineiro. É uma pena que o Chris não esteja, mas é assim a vida. Estamos aqui nós. Todos sabemos o que fazer e tentaremos apreciar a corrida e fazer o que fazemos todos os anos", declarou, assumindo, ainda assim, que a 106.ª edição pode ser "ligeiramente diferente" e que a sua equipa, em vez de ter cinco ciclistas entre os homens da frente, talvez só tenha três.

Convidado a nomear quem serão os seus principais rivais na edição que arranca no sábado, em Bruxelas, e termina em 28 de julho, em Paris, o galês, de 33 anos, corrigiu o termo, garantindo não ter rivais, mas sim "bons" colegas de profissão a quem deve estar particularmente atento, nomeadamente os gémeos britânicos Adam e Simon Yates (Mitchelton-Scott), o italiano Vincenzo Nibali (Bahrain Merida), os 'tipos' da Movistar, o australiano Richie Porte (Trek-Segafredo) e, sobretudo, o dinamarquês Jakob Fuglsang (Astana).

"Teve um ano fantástico, esteve no pódio em todas as provas que disputou. Está na forma da vida dele. Se puder estar uns furos atrás de mim e do Bernal, seria bom", completou.

Menos à vontade diante dos cerca de 200 jornalistas que lotaram a sala de hotel reservada para a conferência de imprensa da sucedânea da todo-poderosa Sky, o colombiano de 22 anos declarou-se "muito tranquilo" para aquela que será a sua segunda participação na 'Grande Boucle', a primeira como chefe de fila.

"Às vezes, sinto que a imprensa sente mais pressão do que eu. São vocês que falam de pressão. Tenho bons companheiros, não quero pensar na pressão, em ganhar ou não, quero apenas desfrutar do Tour", reforçou.

Apesar de ser "muito jovem", Bernal está "numa equipa com muita experiência".

"Para mim, torna-se mais fácil, por ter companheiros que posso seguir", acrescentou, sendo corroborado pelo diretor da equipa, Dave Brailsford, que assegurou que o colombiano pode não ter idade, nem experiência, mas está preparado para o desafio de liderar a formação britânica neste Tour.

Fonte: Record on-line

“Trio lusitano parte com confiança para o Tour”

Rui Costa, Nelson Oliveira e José Gonçalves otimistas

Por: Alexandre Reis

As 22 equipas que arrancam amanhã para a Volta a França foram ontem apresentadas sob um banho de multidão no centro de Bruxelas, cidade que acolhe pela segunda vez na história a partida do Tour, sendo este ano o da celebração do 50º aniversário da primeira vitória do belga Eddy Merckx, assim como os 100 anos da camisola amarela.

Um centenário que foi muito amargo para os ciclistas portugueses, pois já lá vão 30 anos sem que ninguém chegue à liderança da classificação geral, depois de Acácio da Silva ter vencido, no Luxemburgo, a 1ª etapa do ano de 1989 e de ter andado quatro dias de amarelo.

Desta vez serão Rui Costa (Emirates), Nelson Oliveira (Movistar) e José Gonçalves (Katusha) a poderem repetir a façanha (ou vencer alguma etapa), mas estarão condicionados pelos respetivos chefes-de-fila.

O antigo campeão mundial vai ter de ajudar o italiano Fabio Aru, o vice-campeão de contrarrelógio dos Jogos Europeus terá de prestar vassalagem ao colombiano Nairo Quintana e ao espanhol Mikel Landa, enquanto Gonçalves também terá de escudar o russo Ilnur Zakarin.

"A minha missão é trabalhar para a equipa, pelo que não venho com nenhum objetivo pessoal. Vou fazer, simplesmente, aquilo que os chefes me propuserem", considerou Nelson Oliveira, que tem, no entanto, algumas ambições no contrarrelógio da etapa 13 (Pau-Pau, 27,2 km), no dia 19, e no de domingo, em Bruxelas (27,6 km), onde os organizadores pretendem bater o recorde de velocidade média (57,841 km/h) estabelecido pela Orica-Green em 2013.

Em declarações à Lusa, Nelson Oliveira, que será companheiro de quarto de Nairo Quintana, defendeu que espera chegar a Paris sem grandes percalços e saudável, sem cair na primeira semana, que "tem muito stress", desejando "que o balanço seja a Movistar ganhar o Tour".

Fonte: Record on-line

“Troféus da Volta a Portugal assinados por Joana Vasconcelos”

Viúva Lamego perpetua tradição da azulejaria nacional

Pelo segundo ano consecutivo, a empresa Viúva Lamego aceitou o desafio de criar as peças cerâmicas que vão brindar os vencedores da 81ª Volta a Portugal Santander. Depois de, no ano passado, o arquiteto Álvaro Siza Vieira ter sido responsável pelo processo criativo dos novos troféus, este ano coube à artista plástica Joana Vasconcelos o desenvolvimento dos desenhos originais que serão pintados manualmente nas peças cerâmicas oferecidas diariamente aos heróis da Volta.

Para além dos troféus entregues aos vencedores de cada etapa e ao vencedor final da 81ª Volta a Portugal Santander, Joana Vasconcelos criou outra versão que será oferecida aos municípios de partida e chegada. Durante a Volta a Portugal serão entregues 42 troféus que perpetuam as tradições da azulejaria nacional reconhecida em todo o mundo.

Fundada em 1849, a Viúva Lamego é reconhecida pela qualidade de execução ímpar nas mais diversas formas de arte, nomeadamente na azulejaria e na faiança portuguesas. A especialização em pintura manual está assente numa longa tradição de fabrico, com matérias-primas, métodos e técnicas de manufatura próprias. O entusiasmo em criar de raiz e à medida, difícil de encontrar numa fábrica, surge naturalmente na Viúva Lamego graças ao equilíbrio da capacidade de produção em escala que não abdica de métodos artesanais como a pintura à mão.

A 81ª Volta a Portugal Santander realiza-se de 31 de julho a 11 de agosto com início em Viseu e festa final em Gaia e Porto.

Fonte: Podium