quarta-feira, 21 de setembro de 2016

“2.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road”

Chaves – Fundão – Évora – Faro

4 a 17 de setembro 2016

Campeões da simpatia

Presença bem notada nos três dias de aventura proporcionados pela Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal, alguns dos mais galardoados pilotos nacionais de todo-o-terreno deram nas vistas não só pelos inegáveis dotes de condução mas, sobretudo, pela disponibilidade e simpatia. Partilharam os trilhos, experiência e estórias únicas, contribuindo para ambiente de excelente disposição e grande animação. E até ajudaram outros participantes a resolver problemas mecânicos, sublinhando espírito solidário no todo-oterreno.

Descontrair do mundo das corridas, recordar os prazeres do fora-de-estrada ou, simplesmente, desfrutar com amigos as belas paisagens oferecidas pelo 2.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road, foram argumentos que levaram uma boa “mão-cheia” de pilotos consagrados a marcar presença no evento da FMP que, sublinhe-se, é absolutamente desprovido de qualquer intuito competitivo. Nomes bem conhecidos como Paulo Marques ou António Lopes, repetentes na mais radical das travessias continentais, «matando o vício das duas rodas» e «partilhando momentos únicos de condução com amigos». De forma simples, «através de trajecto divertido mas com percurso de nível bastante fácil, é possível apreciar paisagens incomparáveis, passando por locais de beleza ímpar e realmente marcantes», sublinhou o piloto de Famalicão.

Percurso muito variado e pensado para todos os utilizadores de motos trail, incluindo as mais imponentes maxi-trail, que cativou outros enduristas reputados, como Luís Ferreira, Pedro Belchior ou João Rosa. Ou a dupla Oliveira, pai e filho que somam dezenas de títulos nacionais de motocrosse, supercrosse e enduro. António, o pai, experimentou «no ano passado e só na primeira etapa» mas, reconhece, gostou tanto que voltou «pelo convívio, pela descoberta e pela possibilidade de andar três dias inteirinhos de moto, sem stress e deixando de lado todas as preocupações do dia-a-dia». Ou melhor, quase todas, porque a meio da etapa inicial, entre Chaves e o Fundão, socorreu um participante com uma manete de embraiagem partida, fazendo surpreendente operação ao adaptar um componente de uma moto completamente diferente e de outra marca para que o participante pudesse seguir viagem.

Apoio solidário que contou com a assistência do filho, Luís, vice-campeão do Mundo de Enduro Junior e que «depois de dois dias super-divertidos» teve que sair a correr de Évora, viajando na própria Yamaha WR com que estava a participar no Lés-a-Lés Off-Road, rumo a Vila Nova de Santa André onde foi vencer a derradeira prova do Nacional de Super Enduro e assegurar mais um título de campeão português. Piloto de enduro de outros tempos, também o presidente da Federação de Motociclismo de Portugal, Manuel Marinheiro, marcou presença, rodando sempre no meio do heterogéneo pelotão.


 

Pelotão de “nuestros hermanos”

Com ritmo bem diferente mas nem por isso menos divertidos, muitos participantes espanhóis deram colorido especial à segunda edição do passeio através de estradões e trilhos nacionais. Descobrindo o Lés-a-Lés através de «vários artigos publicados na Imprensa espanhola depois da edição de 2015», um grupo de proveniências muito diversas, «de Ferrol a Barcelona, de Granada e Madrid, de Orense a Jaen, unidos por uma viagem de TT a Marrocos que correu muito mal» ficou «verdadeiramente encantado» com os dias passados à descoberta de Portugal. Graças a «paisagens verdadeiramente espetaculares em percurso fabuloso, e com uma organização de 5 estrelas, com apoio médico e mecânico sempre presente».

Já conhecedor da organização da FMP, Jose Horjales regressou ao Lés-a-Lés e, uma vez mais, «na Vespa PX 125, a mesma que em 2014 fez o Portugal de Lés-a-Lés por estrada, que acabou em Faro e que, em 2015, ficou pelo caminho na primeira versão do Off-Road com problemas mecânicos no primeiro dia». Agora, «o motor ficou sem compressão, parando a 71 quilómetros do final em Faro» deixando este galego de Ferrol «à beira de um ataque de nervos, depois de tanto esforço para aguentar a dureza que este evento representa para motos como a pequena Vespa». Desilusão que promete combater em 2017, «regressando com a mesma máquina» a um evento que «seria impossível realizar em Espanha tamanhas são as limitações para a prática do mototurismo em fora-de-estrada».

Fonte: Portugal de Lés-a-Lés Off-Road/Parceria Notícias do Pedal

“Lisboa vai ter 200 km para pedalar e quer ir de Oeiras a Vila Franca"

Por: Susete Francisco

Fotos: Arquivo Global Imagens

Câmara pretende que bicicleta seja um meio alternativo de transporte e avança com seis grandes eixos no interior da cidade

Nos próximos dois anos a cidade de Lisboa deverá atingir os 200 quilómetros de vias cicláveis. Aos atuais 60 quilómetros dedicados às bicicletas vão juntar-se mais 150, que vão atravessar "transversalmente" a capital, em seis grandes eixos. Um passo que cria "uma verdadeira rede de mobilidade", defendeu ontem o presidente da autarquia, Fernando Medina. Ou seja, às ciclovias que atualmente servem sobretudo como espaço de lazer vão juntar-se novas vias que visam promover a bicicleta a meio alternativo de transporte no interior da cidade. Outra aposta vai para a frente ribeirinha. Lisboa, Oeiras, Loures e Vila Franca estão em "conversas" para efetuar a ligação das ciclovias em toda a beira-rio.

De acordo com as linhas gerais do plano para a mobilidade ciclável, ontem apresentadas pelo vereador das Estruturas Verdes, José Sá Fernandes, a cidade vai ser atravessada por seis eixos principais: o da frente ribeirinha (Marginal), o que vai ligar Benfica ao Braço de Prata, o Eixo Circular Exterior, um quarto, Alcântara-Luz, uma quinta via, que está agora em execução nas obras do Eixo Central, e uma sexta rede, que atravessará os Olivais. A estas vias juntar-se-á uma "rede complementar" cujos contornos Sá Fernandes remete para a apresentação do plano integral, no final do mês de outubro.

Segundo o responsável autárquico, a rede principal estará pronta no "primeiro semestre de 2017", podendo "um ou outro troço" ser finalizado no segundo semestre ou inícios de 2018. Boa parte da nova rede ciclável está já em construção, como sucede no Eixo Central (Avenida Fontes Pereira de Melo e Avenida da República) ou na Avenida 24 de Julho, ou em implementação, no caso das zonas 30 (onde os automóveis não podem circular a mais de 30 quilómetros/hora), como é o caso da Avenida Praia da Vitória, que recentemente foi alvo de obras de requalificação.

A nova rede ciclável assumirá, assim, configurações diversas. Nas vias em que há redução da velocidade e intensidade do tráfego, as bicicletas vão partilhar o espaço rodoviário com os automóveis. Já nos principais eixos de circulação o espaço reservado aos ciclistas será "segregado" da via rodoviária - ou seja, estará separado das vias reservadas aos automóveis por um elemento físico (pilaretes, por exemplo). A segurança foi, aliás, um aspeto destacado pelo presidente da autarquia, Fernando Medina, como essencial para que os lisboetas adiram à bicicleta como meio de transporte na cidade. "Segura e funcional" foram dois termos repetidos por Sá Fernandes, que defendeu que esta rede vai "unir a cidade inteira". As vias para as bicicletas terão uma sinalética própria.

Falando na conferência Mobilidade Sustentável em Lisboa, que ontem decorreu na Reitoria da Universidade de Lisboa, Sá Fernandes disse que a Câmara de Lisboa está a "falar com Loures" para ligar a rede ciclável entre os dois municípios através de uma ponte sobre o rio Trancão. Sá Fernandes não avançou datas e, do outro lado, também não há prazos. Fonte da autarquia de Loures disse ao DN que a construção de uma ciclovia na frente ribeirinha do município está por agora "em fase de projeto", num trabalho que está a ser desenvolvido "em conjunto" com Lisboa e Vila Franca de Xira.

Além da frente ribeirinha, a ligação das vias cicláveis aos concelhos limítrofes de Lisboa vai fazer-se também pelo interior da cidade, nomeadamente com uma ligação a Oeiras através do Monsanto. "A mesma coisa pode acontecer com Amadora e Odivelas", referiu Sá Fernandes.

Mais estacionamento dissuasor

Mais bicicletas, menos carros, mais estacionamento. Outra aposta da Câmara de Lisboa passa pela criação de estacionamento junto a pontos de entrada da cidade ou interfaces de transportes. Vão ser mais de quatro mil novos lugares, disse Fernando Medina, apontando a concretização desta medida para o próximo ano. A diretora municipal da mobilidade e transportes da câmara, Fátima Madureira, especificou que serão seis os parques dissuasores para quem entra na cidade de automóvel e vão situar-se na Belavista, no Colégio Militar (junto ao Estádio da Luz), em Santa Clara (junto à estação de metro da Ameixoeira), na Pontinha, em Pedrouços e no Campo Grande (no Estádio de Alvalade). Manuel Salgado, vereador do Planeamento e Urbanismo, pôs a questão assim: "Em cada três carros que circulam em Lisboa, dois vêm de fora e estão estacionados todo o dia" na cidade, ocupando um espaço equivalente a "1400 campos de futebol".

Retirar os carros do centro

Falando logo na sessão inaugural da conferência, Fernando Medina defendeu uma "nova visão estratégica da mobilidade". Manuel Salgado foi mais concreto: "Sem reduzir o número de veículos que circulam em Lisboa, a mobilidade no centro da cidade não tem solução."

Medina adiantou que está já concluído com o governo um entendimento relativamente ao nó da Buraca e ao nó da A1, no Campo Grande, de forma a dar um papel mais central à CRIL - ou seja, dar--lhe "o seu verdadeiro papel enquanto circular externa da cidade". O autarca da capital disse também considerar como prioritária "a ligação direta da A5 ao Eixo Norte-Sul", bem como a conclusão das acessibilidades ao aeroporto, de forma a retirar do centro da cidade o tráfego de e para a zona aeroportuária da cidade.

No mesmo espírito - retirar os carros do centro de Lisboa -, Medina defendeu que a "utilização intensiva do eixo ribeirinho pode ser alterada, com vantagem, pela utilização dos meios [viários] circulares" que rodeiam a cidade.

Fonte: DN

“Sandro Branco foi segundo nas Seixaliadas”

Depois de no Sabado a nossa equipa de juniores ter participado, juntamente com a equipa de sub-23 no GP Prémio Anadia Capital do Espumante, ontem foi dia de rumar à Aldeia de Paio Pires, para a participação na 33ª Seixaliada.

A nossa equipaJorbi –Team José Maria Nicolau, esteve mais uma vez em plano de evidência, com Sandro Branco a terminar na segunda posição, depois de ter encetado uma fuga a dois, que viria a rolar junto até meio da última volta, local onde oo ciclista adversario consegue atacar na útima subida do dia, e ganhar alguns metros, que llhe permitiram o triunfo na prova.

Mesmo assim e fruto do grande trabalho de equipa, feito no pelotão, onde os nossos atletas não deixaram que mais nenhuma fuga se formasse até final, a Jorbi -Team José Maria Nicolau alcançou a primeira posição na geral coletiva.

Classificação Geral:

2º Sandro Branco

7º Bernardo Norte

11º Bernardo Gonçalves

Equipa:

1º lugar

Fonte. Clube de Ciclismo José Maria Nicolau

“3º edição das "24h de Portugal", Vale de Cambra”

Nos dias 17/18 de setembro teve lugar no Parque da Cidade de Vale de Cambra a 3º edição das  "24h de Portugal", reafirmando-se, mais uma vez, como umas das provas de resistência de renome no calendário nacional e internacional. Os atletas por motivos desportivos, de superação pessoal ou de solidariedade, aventuraram-se das 12:00h de sábado às 12:00h de domingo nos 2,13 Kms de circuito fechado, tentando correr a maior distância possível.

Pelo 3º ano consecutivo a nossa equipa, IntercaimaBike/Polisport/Lojas da Visão, fez parte desta história, na prova das 3h/equipas, com os atletas Ricardo Soares, José Tavares e Filipe Tavares. Devido ao empenho pessoal e coletivo, apoio dos colegas de equipa e patrocinadores, e excelente condições proporcionadas pela organização da prova, alcançaram o 3º lugar à geral, com uma distância total de 42,6 Kms.

 

Classificação 3h/equipas

Grupo Dramático e Recreativo da Retorta – 24 voltas em 03:05:52

Press Team – Fit4Fun – 21 Voltas em 03:08:31

IntercaimaBike / Polisport / Lojas da Visão – 20 Voltas em 03:00:40

Agradecimento especial à organização, na figura de Vitor Dias e João Paulo Meixedo, à co-organização do GRD da Retorta e aos cerca de 370 atletas presentes, por possibilitarem e fazerem parte desta festa do desporto, na nossa terra.

Agradecimento aos nossos patrocinadores;

- Lojas da Visão

- Polisport

- Tavares Auto

- Crédito Agrícola Vale de Cambra

- Leirinox

- Polivale

- Municipio de Vale de Cambra

- PartilhAdrenalina

- Luz do Horizonte

- Fullbike

- Associação Inter Caima Pinheiro Manso

Fonte: IntercaimaBike

IRONMAN 70.3 CHEGA A PORTUGAL PELA PRIMEIRA VEZ

A prova realiza-se Cascais a 3 de setembro de 2017

Inscrições abrem a 9 de outubro de 2016

Lisboa, 21 de setembro 2016 – A 3 Iron Sports e a Câmara Municipal de Cascais anunciam hoje o primeiro IRONMAN 70.3 em Portugal. A prova realiza-se em Cascais, ao longo da costa atlântica, no dia 3 de setembro de 2017.

“Estamos entusiasmados por poder oferecer aos nossos atletas um evento IRONMAN 70.3 em Portugal.

Esta localização maravilhosa dispõe de todos os ingredientes para uma prova IRONMAN 70.3 memorável”, garante Hans-Peter Zurbruegg, Managing Director da IRONMAN Europa, Médio Oriente e África.

Os atletas vão usufruir do melhor que Cascais pode oferecer, começando com um percurso de apenas uma volta de natação em frente à Fortaleza, de 1,9km. Os 90,1km de ciclismo incluem a marginal, passando por Oeiras e Algés, bem como o cenário natural nas florestas de Sintra, Património Mundial da UNESCO. O regresso a Cascais é feito pelo Guincho e as duas voltas do percurso de corrida, com 21,1km, atravessam o passeio marítimo.

Com um clima ameno e três mil horas de sol por ano, Portugal tem sido sempre o destino perfeito para férias em família e faz agora parte do campeonato do Mundo IRONMAN 70.3. Cascais, com mais de 650 anos de história, está apenas a 20 minutos de carro do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

“Estamos muito felizes por acolher o IRONMAN 70.3, pela primeira vez em Portugal, e Cascais é o local ideal para este evento. Vamos dar aos atletas uma razão para vir mas várias para ficar”, disse Jorge Paulo Pereira, Diretor da 3 Iron Sports, responsável pela organização do primeiro evento World Triathlon Corporation – IRONMAN em Portugal.

O IRONMAN 70.3 Cascais Portugal vai oferecer 13 500 euros de prémio e 50 qualificações, por age-group, para o IRONMAN 70.3 WORLD CHAMPIONSHIP de 2018.

As inscrições para o IRONMAN 70.3 Cascais Portugal abrem às 12:00 do dia 9 de outubro através de www.ironman.com/portugal70.3.###

Sobre o IRONMAN

A Wanda Sports Holdings - IRONMAN tem vasta experiência em eventos onde também está incluído o IRONMAN® Triathlon Series, IRONMAN® 70.3® Triathlon Series, 5150™ Triathlon Series, Iron Girl®, IRONKIDS®, seis das nove provas Triathlon Union World Triathlon Series, eventos de ciclismo, incluindo a UCI Velothon Majors Series, provas de bicicleta em montanha, corridas e outros eventos. São mais de 680 mil atletas participantes. Os eventos IRONMAN® Series têm o maior índice de participação do mundo.

Desde a sua criação em 1978, com uma única corrida, que o IRONMAN cresceu e se tornou um desafio à escala global com mais de 260 eventos em 42 países. Para mais informações, consulte www.ironman.com.

“Etapa do Nacional de Triatlo Longo regressa a Cascais”

Prova decorre nos dias 24 e 25 de setembro

 
A segunda edição do Cascais Triathlon vai decorrer na histórica vila portuguesa nos dias 24 e 25 de setembro. Com provas para todas as idades, são esperados mais de 1000 atletas para a competição.

O evento organizado pela 3 IRON Sports, em parceria com a Câmara Municipal de Cascais e com o apoio técnico da Federação de Triatlo de Portugal, conta com as participações de Bruno Pais, triatleta do Estoril Praia, heptacampeão nacional absoluto de triatlo olímpico e vencedor da primeira edição do Cascais Long Distance Triathlon; Katarina Larsson, triatleta do Sporting e campeã europeia de triatlo na distância olímpica, no seu grupo etário; e Vanessa Pereira, primeira mulher portuguesa a participar no campeonato do mundo de IRONMAN no Havai e penta campeã nacional de triatlo longo.

A prova principal vai ser feita na distância longa, também conhecida como Half Ironman ou Half Distance, que inclui 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida. Trata-se da prova mais longa do evento, pontuável para os atletas da Federação de Triatlo de Portugal. A partida está marcada para as 8h00 de domingo.

Para os atletas que queiram participar em distância curta existe também a Olympic Plus, uma prova de Triatlo standard, que decorrerá em simultâneo à Half Distance. Uma escolha para quem quer competir numa prova sem drafting (sem permissão para seguir na roda de outros atletas). São 1,1 km de natação, 50 km de ciclismo e 10,5 km de corrida com partida marcada para domingo, às 07h40.

As Half Distance e Olympic Plus podem ser disputadas no formato estafeta. Formada a equipa, cada um fica responsável por realizar um ou dois dos segmentos e vencer o desafio em equipa, ou para team building, na Everis Corporate Division destinada a equipas formadas por empresas.

O programa de sábado tem início à 9h00 com a Activo Bank Sprint Triathlon. São 750 m de natação, 20 km de ciclismo e 5km de corrida pontuáveis para a Taça de Portugal de Triatlo. Com distância sprint é ideal para triatletas sem experiência em provas de resistência.

Mais tarde, as provas para os mais novos: a Aquatlo Jovem, a partir dos sete anos, que arranca às 11h30, com natação e corrida, com classificação para os escalões benjamins, infantis, iniciados e juvenis; e a Aquathlon Open para todas as idades tem partida agendada para as 12h30, com 2 km de corrida e 300 m de natação.

Quer na prova de longa distância quer na Olympic Plus a natação arrancará na Praia da Ribeira mais conhecida por Pescadores, na baía de Cascais.

No ciclismo, a prova longa será feita em três voltas e a Olympic em duas voltas, entre Cascais e a Malveira, para regressar, no final, ao centro da vila. A corrida percorrerá os 3km de Paredão marítimo até S. Pedro do Estoril.

O evento conta já com 20% de inscrições estrangeiras e tem Espanha a liderar a tabela, seguida da França, Inglaterra e Alemanha.

“Nelson Oliveira e Mário Costa no pelotão na terceira etapa do Eneco Tour”

O campeão da Europa e do Mundo bateu ao ‘sprint’ o holandês Danny van Poppel (Sky) e o francês Nacer Bouhanni (Cofidis).

Foto: Lusa

Os portugueses Nelson Oliveira (Movistar) e Mário Costa (Lampre-Merida) cumpriram a terceira etapa do Eneco Tour, ganha pelo ciclista eslovaco Peter Sagan (Tinkoff), no pelotão.

O campeão da Europa e do Mundo bateu ao ‘sprint’, no final dos 182,3 quilómetros entre as cidades belgas de Blankenberge e Ardooie, o holandês Danny van Poppel (Sky) e o francês Nacer Bouhanni (Cofidis).

Com as mesmas 4:10.36 horas de Sagan chegaram à meta Mário Costa, 80.º classificado, e Nelson Oliveira, 111.º.

O eslovaco subiu ao segundo lugar da geral, liderada pelo australiano Rohan Dennis (BMC), estando agora a três segundos do primeiro lugar.

Em terceiro está o holandês Jos van Emden (LottoNL-Jumbo), a cinco segundos de Sagan, com o português da Movistar a ocupar a 21.ª posição, a 22 segundos, e Costa a ser 121.º, a 1.17 minutos.

Na quinta-feira, corre-se a quarta etapa do Eneco Tour, uma ligação de 201,4 quilómetros entre as cidades belgas de Aalter e St-Pieters-Leeuw.

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Prémio Nacional de Mobilidade em Bicicleta 2016”

Texto e fotos: José Morais

O Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta” e a forma de reconhecer publicamente o contributo de determinadas entidades ou pessoas individuais que tenham promovido a utilização da bicicleta nas suas múltiplas vertentes, através da criação ou melhoria de condições e facilidades em Portugal, ou da divulgação de iniciativas fomentadoras do uso deste veículo não motorizado. O mesmo foi instituído pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) desde 2006.

Ao longo dos anos, muitos já foram galardoados com este Prémio, nas diversas categorias, Autarquias, Cidadania, Comunicação Social, Empresas e Clubes, Ativismo e Intervenção Social, Dinamização Cultural da Bicicleta, Entidades Públicas, sendo entregue além de um diploma, um Prémio simbólico e constituído por peças em vidro artesanal português.

Em 2006 os premiados foram: Empresas de Transportes: CP – Comboios de Portugal, Metropolitano de Lisboa, FERTAGUS, Metro do Porto; Autarquias: Câmara Municipal de Aveiro, AMAL – Área Metropolitana do Algarve; Individuais: Crisóstomo Teixeira (ex. presidente da CP); Comunicação Social: Bike Magazine e Inês Boaventura (jornalista do Público).

Em 2007 os premiados foram: Empresas de Transportes: Soflusa, Transtejo; Comunicação Social: LUSA – Agência de Notícias de Portugal, SIC; Pessoas Individuais: Rui Godinho, Capitão da GNR Frederico Galvão da Silva, João Soares.

Em 2008 os premiados foram: Empresas de Transportes: Carris; Autarquias: Câmara Municipal de Almeirim, Câmara Municipal de Loulé; Individuais: Carlos Gaivoto, Mário Soares; Comunicação Social: Diário de Noticias, RTP, Transportes em Revista; Ensino: Universidade do Minho.

Em 2009 os premiados foram: Cidadania: Velocipédi@, Escolinha da Bicicleta do Núcleo Cicloturista de Alvalade, Fórum BTT; Empresas: Stand Jasma (SCOTT), Planbelas; Empresas de Transporte: Fertagus; Individuais: Tiago Andrade Santos (Marginal na Marginal), Maria Teresa Craveiro, Alexandre Ellis (Embaixador Inglês em Portugal); Comunicação Social: Jornal de Notícias; Entidades Públicas: Polícia de Segurança Pública; Autarquias: Câmara Municipal da Murtosa, Câmara Municipal de Lisboa.

Em 2010 os premiados foram: Cidadania: António Cruz, Comissão Nacional para as comemorações do Centenário da República; Comunicação Social: José Candeias (Antena 1); Criatividade: Johnny Galvão & Rui Reis; Empresas: Biclas.com, Camisola Amarela; Empresas de Transportes Colectivos: CP Lisboa; Metropolitano de Lisboa; Entidades Públicas: Assembleia da República, Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I.P.; Pessoas Individuais/individualidades: José Rocha Januário.

Em 2011 os premiados foram: Empresas: Cenas a Pedal, Comunicação Social Escrita: Ciclismo a Fundo, Autarquias: Moita e Vila Real de Santo António, Empresas de Transportes Colectivos: Fertagus, Comunicação Social Escrita: Freebike, Cidadania: Humberto Candeias e Raid 5000, Comunicação Social Online: Jornal Ciclismo, Individuais/individualidades: Leonel Mendonça.

Em 2012 os premiados foram: Cidadania: Paulo Guerra dos santos, Comunicação Social Escrita: Revista B- Cultura da Bicicleta, Comunicação Social Online: BTT TV, Empresas: El Corte Inglés, Velo Culture Porto e Inframoura, Empresas de Transportes Coletivos: Horários do Funchal Transportes Públicos SA e Transtejo Soflusa, Site: Ciclovias, Ativismo e Intervenção Social: Cicloficina dos Anjos, Dinamização Cultural da Bicicleta, Autarquias: Câmara Municipal do Porto.

Em 2013 os premiados foram: Cidadania: iBike Barreiro, Braga Ciclável, Major Poiares, Subcomissário Gancho, Comunicação Social: Idálio Revez, O Praticante e Jornal Pedal, Dinamização Cultural da Bicicleta: Festival Bike Portugal, Autarquias: Câmara Municipal de Torres Vedras e José Sá Fernandes – Vereador do Ambiente Urbano, Espaços Verdes e Espaço Público da Câmara Municipal de Lisboa, Empresas e Clubes: BK Portugal, CTT – Correios de Portugal, Sport Zone e Futebol Clube do Porto, Entidades Públicas: Grupo de Trabalho para a Segurança Rodoviária da Assembleia da República.

Em 2014 os premiados foram: Cidadania: Artur Lourenço, Comunicação Social: Pedais.pt, e José Barreto, Dinamização Cultural da Bicicleta: Lisboa E-Nova, Cicloficina do Oriente e Fidalbyke, Autarquias: Câmara Municipal de Ovar, Empresas: RCICLA, Velocité Café, Polisport e Bike Zone, Forças de Segurança: Polícia Municipal de Lisboa.

Em 2015 os premiados foram: Cidadania: Jorge Coelho e José Carlos Mota, Comunicação Social: Biosfera – Farol de Ideias, Autarquias: Câmara Municipal do Barreiro, Empresas: Megasport Turismo e Eventos Lda, Membros de Cargos Públicos: Secretário de Estado da Administração Interna, Institutos de Conservação da Natureza: Oceanário de Lisboa, Associações: ABIMOTA, Comunidades Intermunicipais: Comunidade Intermunicipal do Oeste, Comunidade da Região de Leiria, Comunidade Intermunicipal de Viseu, Douro e Lafões, Entidades Públicas: ANSR, Universidades: Universidade de Lisboa.

Este ano, o evento decorreu no Auditório Mar da Palha, no Oceanário de Lisboa, sendo os galardoados os seguintes; na categoria de Autarquias, a Câmara Municipal de Cascais e de São Brás de Alportel. Em Empresa os galardoados foi a Ana Aeroportos, Órbita, Bicieway, Saudade Flores, e a Bmx Kids Academy/Paulo Oliveira. Na categoria Ativismo e Intervenção Social a Ciclaveiro. Na categoria Cidadania, Luísa Magalhães e Fernando Oliveira.

A cerimónia teve início pelas 17 horas com receção dos convidados, e contou com a presença do Ministro do Ambiente João Pedro Matos Fernandes, o qual fez parte da mesa, presidida por José Manuel, Caetano, presidente da FPCUB, esteve ainda Miguel Oliveira do Oceanário, e mais tarde juntou-se também José Sá Fernandes, vereador ca Câmara Municipal de Lisboa.

A cerimónia teve início pelas 17,15 com Irina Guerreiro, da FPCUB a falar sobre Mobilidade em Bicicleta e a Semana Europeia, e a apresentação do Prémio, seguiu-se a entrega dos prémios aos galardoados, onde os mesmos agradeceram á FPCUB, com a promessa de continuarem a merecer este galardão.

Para o Ministro do Ambiente, felicitando a FPCUB, e referiu que na Semana da Mobilidade, são importantes iniciativas como esta, apesar de este ano ter havido menos aderência das autarquias a esta iniciativa, cada vez mais todas as semanas são de Mobilidade, porém, o mesmo comprometeu-se numa mobilidade sustentável, e fez votos de que esta iniciativa duro por muitos anos.

Para José Manuel Caetano, esta cerimónia foi mais uma vez positiva, conseguiu-se juntar um número de pessoas e entidades que continuam a fazer algo para com a bicicleta, e ao serem galardoados, será um reconhecimento do seu trabalho, e ao mesmo tempo, a forma de incentivarem outros, a fazer o mesmo, mais e melhor.

 A cerimónia que terminou cerca das 19 horas, terminou com um pequeno beberete, onde os participantes trocaram ideias, e conviveram, sempre como o objetivo a bicicleta.

"1º Passeio de Cicloturismo Núcleo de Cicloturismo O Cantinho do Avô/Alcanhões.2016"

Dia 2 de Outubro de 2016

Texto: José Morais

Realiza-se no próximo dia 2 de outubro o 1º Passeio de Cicloturismo Núcleo de Cicloturismo “O Cantinho do Avô” em Alcanhões.

O evento que terá uma extensão de 60 quilómetros, tem concentração marcada para as 8 horas em Alcanhões junto ao café/restaurante O Cantinho do Avô, tendo a partida marcada para as 9 horas, tem ainda como objetivo a homenagem ao antigo ciclista José Balreira.

O recente Grupo “O Cantinho do Avô”, é a antiga formação do Grupo de Cicloturismo de Alcanhões que há vários anos encontramos nos nossos passeios, promete nesse seu primeiro passeio uma manhã repleta de cicloturismo, muita pedalada, e um grande convívio para todos.

As inscrições são até ao dia 29 de setembro, e para se inscrever ou mais informações, devem ser feitas pelos telefones: 914 563 017 ou 969 067 742, e ainda pelo mail: gcalcanhoes@hotmail.com

As coordenadas para GPS são as seguintes: W 008º 39’ 18.1 – N 39º 17’ 35,5”
Venha participar neste passeio que promete, nós vamos lá estar para fazer a reportagem completa

“Atualização do Canal NP-TV com o “Vídeo Promocional O Cantinho do Avô Alcanhões. 2016”

A Revista Notícias do Pedal acaba de atualizar o seu canal de televisão “Notícias do Pedal-TV” no YouTube e no MEO/KANAL com o “Vídeo Promocional O Cantinho do Avô Alcanhões. 2016”


Para ver o vídeo no MEO/KANAL, quem possuir MEO, pode aceder carregando na tecla verde do comando, inserir o código 531450, e ver no MEO/KANAL este e outros filmes, podendo consultar toda a programação. Podem ver ainda através do seguinte link: https://kanal.pt/lista-canais/comunicao-social/lisboa/vila-franca-de-xira/?display=grid&order=updated 

Desejamos que passem e recordem bons momentos.