quarta-feira, 3 de agosto de 2016

“Vuelta vai ter três horas diárias em direto na Eurosport”

Por: João Lopes

Foto: EPA

Canal de deporto renovou até 2020 contrato com a organização da prova.

O Eurosport acaba de anunciar que vai acrescentar uma hora à cobertura diária da Vuelta, a Volta a Espanha em bicicleta - lendária corrida de ciclismo que marca o final da temporada velocipédica europeia.

O Eurosport, que já tinha garantido a transmissão em direto de duas horas diárias, vai aumentar a cobertura para três horas diárias em direto para cada etapa, a  partir já deste ano e até 2020.
A Volta a Espanha, uma das corridas mais exigentes do calendário, vai ter uma cobertura exclusiva no continente europeu e asiático segundo o acordo de cinco anos agora assinado.
Como parte do acordo de extensão, o Eurosport vai aumentar a cobertura em direto, todos os dias da semana, com exclusividade de transmissão da primeira hora de cada etapa em Portugal e na Holanda.
O anúncio feito pelo Eurosport fortalece a sua posição como ‘Casa do Ciclismo’ e o compromisso do canal em levar eventos desportivos premium a todos os fãs e a todos os mercados.
"O acordo assinado vem reforçar a estratégia do Eurosport em focar-se em desportos-chave e em levar momentos premium aos fãs de desporto", afirma Peter Hutton, CEO do Eurosport, acrescentando a sua satisfação com o facto do canal poder "continuar a alimentar a paixão dos fãs de ciclismo, ao expandir a cobertura em direto da Volta a Espanha, aumentando também a produção local."

Fonte: Record on-line

“Nibali muda-se para a Team Bahrain em 2017”

Por: Luís Miroto Simões

Foto: EPA

Aí está o primeiro nome da nova equipa asiática

Vincenzo Nibali vai representar a Team Bahrain em 2017, deixando para trás a Astana, com quem tem contrato até 31 de dezembro. O italiano, primeiro nome anunciado para a nova equipa asiática, não podia estar mais feliz com esta nova aventura.

"Desde o primeiro momento que me fascinou a ideia de se construir um projeto sólido em meu redor. Acredito nele porque tem uma visão clara do que pretende. A Team Bahrain vai ser liderada por alguns dos melhores profissionais do ciclismo. Confiaram em mim desde o primeiro momento e isso é algo que pesou muito na hora de tomar uma decisão", frisou o ciclista.

Fonte: Record on-line

“Jorbi – Team José Maria Nicolau em 10º por equipas na Volta Junior”





 
Com um pelotão de mais de 170 ciclistas, distribuídos por mais de 20 equipas, entres elas 6 espanholas, a nossa equipa conseguiu um desempenho bastante positivo, terminando a competição no décimo lugar por equipas, fruto da regularidade dos nossos atletas, com Bernardo Gonçalves a terminar na 23ª posição, seguido de Sandro Branco em 42º e André Cunha em 61º.

Numa volta em que o percursojá se previa deveras complicado, o calor foi outro dos fatores, que complicou a vida destes jovens ciclistas, o que mesmo assim não impediu que a primeira etapa da competição fosse disputada a grande velocidade, onde na chegada a Braga, Bernardo Gonçalves na 22ª posição foi o nosso melhor elemento, seguido por Sandro Branco na 41ª posição.

Ao segundo dia, percorreu-se a etapa rainha da Volta Junior, com partida em Vila Verde e chegada a Fafe. Num total de 88km os nossos jovens tiveram um percurso selectivo marcado poralta montanha, muito exigente para este escalão etário, tendo ultrapassado o Alto de Covide, a Caniçada e por fim Golães, Bernardo Gonçalves esteve sempre bem posicionado e ultrapassou as dificuldades no grupo da frentede corrida, tendo sido 18º classificado a 38 segundos do vencedor.

A terceira e ultima etapa, em que se cumpriu a ligação de Boticas a Macedo de Cavaleios, num total de 110km e novamente com 2 contagens de montanha de 2ª categoria em Mosteiró e na Serra de Bornes, foi mais uma vez marcada pela dureza, sendo que a última montanha colocada já na parte final da etapa, fez a maior diferença.Bernardo Gonçalves voltou a estar na frente, juntamente com Sandro Branco até bem perto dofinal, apenas fraquejando jána parte final da última subida.

Classificação geral:

23º Bernardo Gonçalves

42º Sandro Branco

61º André Cunha

Equipa:

10º lugar

Fonte: Clube de Ciclismo José Maria Nicolau

“Campeão brasileiro não encontra "explicação" para o que está a suceder”

Por: Lusa

Foto: Site oficial da equipa Funvic Soul Cycles

Flávio Santos refere que país não está em condições para eventos de grande porte

O campeão brasileiro de ciclismo de estrada, Flávio Santos (Funvic Soul Cycles), admitiu que a situação do país é desfavorável para os Jogos Olímpicos, mas acredita que tudo corra bem.
"Não há explicação para o que está a acontecer com os Jogos Olímpicos, a situação e o momento do país não são os indicados para um evento de tão grande porte. Tomara que sejam um sucesso, é o que desejo por ser no meu país, porque não podemos mostrar uma má imagem ao mundo", referiu Flávio Santos, um dos corredores que alinha, esta quarta-feira, à partida de Belmonte para a etapa rainha da Volta a Portugal.
Apesar do título nacional, o corredor baiano, de 35 anos, reconheceu que o traçado da prova de estrada dos Jogos Olímpicos Rio'2016, a disputar no sábado, não seria adequado ao seu perfil multifacetado.
"Eu não sou bom a subir, ajudo a equipa quando posso, mas não pego as subidas muito bem. Se fosse selecionador daria a minha vaga para um montanhista como os meus companheiros João Gaspar ou o Alex Diniz. Uma vaga nos Jogos Olímpicos é carregar nos ombros um país e eu não ia arriscar fazer uma prova feia ou abandonar a meio", sublinhou.
Flávio Santos recordou o exemplo protagonizado pelo eslovaco Peter Sagan, que trocou a prova de fundo pela de BTT, elogiando o atual campeão do mundo.
"Por honestidade ao ciclismo brasileiro, se fosse convocado faria como fez o Peter Sagan, que foi o gesto mais bonito que vi até hoje na modalidade", vincou.
O corredor brasileiro confia no desempenho de Kléber Ramos e Murilo Fischer, ambicionando que "façam com que o Brasil valorize mais o ciclismo e esqueça um pouco o futebol".
Questionado sobre a sua especialidade, Flávio Santos optou pela honestidade: "Ganhei o campeonato nacional escapado, não sou 100% montanhista, contrarrelogista ou 'sprinter', sou 80% de todos, meio completo, mas falta um pouco em cada".
O 117.º lugar na classificação que ocupou no dia de descanso, após a quinta etapa, a 1:55.10 horas do camisola amarela Rui Vinhas (W52-FC Porto) comprova a sua afirmação, mas decorre também da descompressão após os Nacionais brasileiros.
"A Volta é muito bonita, disseram-me que era difícil, com muita subida, mas eu vim. Depois de ter sido campeão estive 10 dias de férias, quando andei só duas horas por dia com a minha esposa, mas um colega adoeceu. O meu treinador chamou-me e eu aceitei, estou aqui a fazer o possível para que os meus companheiros terminem", concluiu.
Um desafio que vai ser, esta quarta-feira, novamente colocado à prova, com as duas subidas à Torre, o ponto mais alto de Portugal continental, nos 173,7 quilómetros da sexta etapa, entre Belmonte e Guarda.

Fonte: Record on-line

“Volta Portugal/Filipe Cardoso abandona a corrida na sequência de várias quedas sofridas”

Foto: Lusa
O português Filipe Cardoso (Efapel) vai falhar esta quarta-feira a partida para a sexta etapa da 78.ª Volta a Portugal, em Belmonte, desistindo da corrida, na sequência das quedas sofridas.
"Para mim acabou, é completamente impossível seguir na corrida, preciso de ajuda para as coisas básicas do dia-a-dia, portanto montar na bicicleta é impossível", escreveu nas redes sociais.
O corredor da Efapel sofreu uma queda na quarta etapa, que terminou na Senhora da Graça, e continuou em prova, mas voltou a cair no dia seguinte e apesar do hematoma na coxa e de uma fissura numa costela concluiu a etapa.
O diretor desportivo da Efapel, Américo Silva, já tinha admitido a retirada de Filipe Cardoso, deixando a decisão final para o ligeiro treino no dia de descanso, depois de o corredor ter passado grande parte da noite no hospital, mas a confirmação surgiu esta quarta-feira no seu Facebook pessoal, no qual partilhou uma fotografia dos danos sofridos no sapato de corrida.
"O meu equipamento é o reflexo do meu estado. Para mim acabou! Deixo a Volta precisamente na montanha onde a preparei, na Serra da Estrela. A Volta a Portugal, a 'Grandíssima' como carinhosamente lhe chamamos, não é apenas uma corrida é para a maior parte dos ciclistas uma paixão, a realidade é que aqui se corre com amor. Aos meus colegas de equipa quero desejar a máxima sorte e aos adversários também", rematou Filipe Cardoso, que seguia no 48.º lugar da geral, a 42.32 minutos do camisola amarela, Rui Vinhas (W52-FC Porto).
Após o dia de descanso, o pelotão vai enfrentar esta quarta-feira a etapa rainha da prova, com duas subidas à Torre, na Serra da Estrela, nos 173,7 quilómetros da ligação entre Belmonte e Guarda.
Meu equipamento é o reflexo do meu estado. Para mim acabou! Deixo a volta precisamente na montanha onde a preparei, Serra da Estrela.
A Volta a Portugal, a Grandíssima como carinhosamente lhe chamamos não é apenas uma corrida é para a maior parte dos ciclistas uma paixão, a realidade é que aqui se corre com amor.
Para mim acabou, é completamente impossível seguir na corrida, preciso de ajuda para as coisas básicas do dia-a-dia, portanto montar na bicicleta é impossível.
Aos meus colegas de equipa quero desejar a máxima sorte, e aos adversários também. Um sentido obrigado muito especial aos fãs desta corrida e aos meus amigos mais próximos.
Vou subir de carro até ao túnel ver a malta passar. Depois talvez beba uma cerveja no Varandas da Estrela
Fonte: Record on-line

“Volta Portugal/ADoP já realizou 136 controlos antidoping extra”

Por: Lusa

Foto: Lusa

Dia de descanso com 88 controlos

A Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) anunciou que realizou até agora 136 controlos extra durante Volta a Portugal em bicicleta, incluindo 88 na terça-feira, durante o dia de descanso
"Foram realizados, além dos habituais controlos em cada etapa, 136 controlos, dos quais 88 de passaporte biológico", lê-se num comunicado assinado pelo presidente da ADoP, Rogério Jóia.
A nota especifica que a ADoP procedeu a 48 controlos no âmbito do passaporte biológico a 26 de julho, véspera da partida da Volta a Portugal, entre as 19 e as 24 horas. No dia de descanso, terça-feira, as brigadas da ADoP controlaram 40 corredores entre as 7 e as 10 horas e fizeram mais 48 recolhas entre as 19 e as 23 horas junto de 48 corredores, estas no quadro do passaporte biológico.
A 78.ª edição da Volta prossegue esta quarta-feira, com a realização da etapa-rainha, a sexta, que liga Belmonte à Guarda, na distância de 173,7 quilómetros, e propõe duas subidas à Torre, ponto mais alto de Portugal continental, no coração da Serra da Estrela.
A cinco etapas do final, o português Rui Vinhas (W52-FC Porto) lidera a prova, com 2.45 minutos de vantagem sobre o espanhol Gustavo Veloso, seu colega de equipa e vencedor da prova em 2014 e 2015, e 3.02 em relação a Joni Brandão (Efapel), terceiro.

Fonte: Record on-line

“Volta Portugal/Ataque de Jóni Brandão transforma etapa rainha em épica”

EFAPEL foi a única equipa a perseguir a camisola amarela

A EFAPEL e Jóni Brandão protagonizaram um dia de antologia no ciclismo nacional e internacional. Na etapa em que a Volta a Portugal subiu duas vezes à Torre e terminou na Guarda, a equipa liderada por Américo Silva fez tudo para encurtar a desvantagem para o líder e ficar mais perto da camisola amarela. Numa acção cheia de coragem e vontade de ganhar, Jóni Brandão atacou na segunda vez que se ascendeu ao ponto mais alto de Portugal Continental. Pedalou cerca de 70 quilómetros sozinho em busca da vitória, mas acabou por ser apanhado praticamente em cima da linha de meta. É quarto na classificação geral, a 3m13s.

Após o dia de descanso, a Volta a Portugal apresentava no cardápio o maior desafio da 78ª edição. Na chegada à Serra da Estrela, o pelotão teria de subir duas vezes ao Alto da Torre. Uma pelo lado da Covilhã e na outra por Seia. Com Jóni Brandão a pouco mais de três minutos da amarela, a EFAPEL definiu uma estratégia atancante, consciente dos riscos que isso implicaria. Foi a melhor forma que a equipa encontrou de chegar à amarela e dar espectáculo para os milhares de adeptos de ciclismo que acompanharam esta jornada.

Ninguém ficou defraudado. Se os corredores da EFAPEL iam para dar espectáculo, assim o fizeram. Jóni Brandão atacou na segunda subida para a Torre e ganhou uma vantagem considerável. Foram quase dois, os minutos que teve de vantagem. Mas quando passou no prémio de montanha de categoria especial. Jóni Brandão ainda tinha quase 70 quilómetros até à meta, na Guarda. Num esforço solitário, o corredor da EFAPEL aplicou-se a fundo. Mas atrás, seguia a equipa do líder com cinco ciclistas que podiam partilhar as despesas de perseguição entre si. Consciente que a relação de forças não era equilibrada, Jóni Brandão não se atemorizou. Deixou tudo na estrada e só foi apanhado a cerca de dois quilómetros da chegada

Jóni Brandão não ganhou a etapa. Mas com a sua dedicação, o seu entusiasmo e a sua coragem, contribuiu para uma grande vitória para a modalidade que teve mais uma daquelas jornadas inesquecíveis. A prestação do corredor da EFAPEL valeu-lhe o prémio da combatividade da etapa.

“Temos a consciência de que tudo fizemos para tentar vencer a Volta a Portugal mesmo sabendo, à partida, que não era um percurso adaptado às características do Jóni. Fizemos o nosso trabalho e penso que temos de nos sentir satisfeitos por isso mesmo”, afirmou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

Para o responsável da equipa, as circunstâncias de corrida não alteram a postura da formação de Ovar. “A nossa forma de estar não muda rigorosamente nada. A Volta, na geral individual, está mais ou menos decidida. A única dúvida é quem vai acompanhar os ciclistas da W52 no pódio final. Com todo o trabalho que fizemos, gostaríamos de acabar no pódio mas se tal não acontecer não saíremos frustrados por isso. O nosso objectivo era vencer a Volta e temos a consciência que fizemos para alcançar essa meta”, esclareceu.

Terminado um dia extremamente exigente na Grandíssima, o pelotão prepara-se para mais uma etapa nas beiras. Com partida em Figueira de Castelo Rodrigo, às 12h45, os ciclistas pedalam mais 182 quilómetros até Castelo Branco. Depois da muita montanha de hoje, amanhã não há dificuldades desse género, com três metas volante apenas durante o percurso. A chegada deverá acontecer entre as 17h20 e as 17h50.

Classificação na 6ª etapa da Volta a Portugal

    Gustavo Veloso        W52/FC Porto        4h55m49s

    Daniel Silva            RP/Boavista        a 5s

    Raul Alarcon            W52/FC Porto        a7s


    Jóni Brandão            EFAPEL        a 21s

    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 26s

13º    Daniel Mestre            EFAPEL        a 6m39s

30º    Rafael Silva            EFAPEL        a 23m27s

47º    Álvaro Trueba        EFAPEL        mt

68º    António Barbio        EFAPEL        a 44m21s

71º    Nuno Almeida        EFAPEL        mt

 

Classificação individual após a 6ª etapa da Volta a Portugal

    Rui Vinhas            W52/FC Porto        26h36m55s

    Gustavo Veloso        W52/FC Porto        a 2m25s

    Daniel Silva            RP/Boavista        a 2m53s


    Jóni Brandão            EFAPEL        a 3m13s

    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 4m05s

20º    Daniel Mestre            EFAPEL        a 22m45s

56º    Rafael Silva            EFAPEL        a 1m21m15s

79º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 1h58m03s

80º    António Barbio        EFAPEL        a 1h59m15s

100º    Nuno Almeida        EFAPEL        a 2h25m12s

Fonte: Efapel

“Volta Portugal/Jóni foi o herói… mas Veloso ganhou”

Uma etapa ao nível do World Tour”

Foi a mais dura etapa dos últimos anos da Volta a Portugal. “Ao nível do World Tour”, garantiu sem pestanejar Gustavo Veloso, o vencedor da 6ª etapa da 78ª Volta a Portugal Santander Totta que ligou esta quarta-feira a vila de Belmonte à Guarda na distância de 173,7 quilómetros. Cinco segundos depois de Gustavo Veloso cruzou a linha de meta Daniel Silva (Rádio Popular-Boavista), que subiu ao terceiro posto da classificação geral. O pódio do dia ficou completo com outro homem da W52-FC Porto, Raúl Alarcon.

Após todas as comemorações e enquanto se dirigia, já descontraído, para o controlo antidoping, Veloso confessou nunca ter feito uma etapa com esta dificuldade, que não tendo terminado no ponto mais alto de Portugal continental passou duas vezes na Torre (Serra da Estrela) e terminou na Guarda num empedrado bastante inclinado. “Foi uma das melhores etapas da Volta a Portugal, uma etapa difícil, ao nível do World Tour. Fizemos a aposta em manter a equipa junta. No final ainda pensei que alguém pudesse atacar e, por isso, decidi ser eu a arrancar”, explicou o corredor da W52-FC Porto que atacou nos últimos 400 metros e deixou para trás o grupo de nove corredores que conseguiu chegar à cidade mais alta de Portugal nos lugares da frente. O espanhol manteve o segundo lugar da classificação geral, mas reduziu para 2’25’’ (menos 20’’) a diferença para o companheiro de equipa e Camisola Amarela, Rui Vinhas, que resistiu às dificuldades e terminou na quinta posição.

O triunfo de Veloso foi o segundo na prova, após a vitória no alto da Sra. da Graça, na 4ª etapa, o galego da W52-FC Porto voltou a ser protagonista ao vencer isolado na cidade mais alta de Portugal.

Sobe e desce na Estrela

Com a jornada de descanso cumprida, o pelotão chegou a Belmonte com energias renovadas, essenciais para a “Etapa Rainha” da Volta. Os 123 corredores que alinharam tinham pela frente um autêntico carrossel na Serra da Estrela.

Na primeira subida à Torre, pela Covilhã, apenas quatro homens discutiram o Prémio de Montanha de categoria especial. Bruno Silva (LA Alumínios-Antarte) foi o primeiro e o colombiano Ramiro Diaz (Funvic-Soul Cycles) amealhou os pontos necessários para manter a Camisola Azul Liberty Seguros.

Na descida, o pelotão voltou a rolar compacto, mas na segunda subida à Torre, pela vertente de Seia, Jóni Brandão decidiu jogar todas as cartas e ficou isolado na frente. O homem da Efapel, terceiro classificado à partida, esteve muito forte e conseguiu cerca de dois minutos de vantagem, mas o grupo perseguidor, dominado pela W52-FC Porto, controlou a fuga e a dois quilómetros da meta matou o sonho de Brandão que durou 80km valeu-lhe o Prémio da Combatividade Conselheiros da Visão.

Depois dos trepadores, os sprinters...

Após as emoções da etapa rainha, a próxima tirada da 78ª Volta a Portugal Santander Totta é dedicada aos sprinters. Os 182km definidos para a sétima tirada começam às 12h45, em Figueira de Castelo Rodrigo, que depois de 19 anos regressa ao mapa da prova. No final é expectável uma chegada discutida em bloco no emblemático, quente e sempre muito animado empedrado da Avenida Nuno Álvares, em Castelo Branco.

Fonte: Podium

“Atualização do Canal NP-TV com o “Vídeo do 2º Passeio Respeite o Ciclista.2016”

A Revista Notícias do Pedal acaba de atualizar o seu canal de televisão “Notícias do Pedal-TV” no YouTube e no MEO/KANAL com o “Vídeo do 2º Passeio Respeite o Ciclista.2016”


Para ver o vídeo no MEO/KANAL, quem possuir MEO, pode aceder carregando na tecla verde do comando, inserir o código 531450, e ver no MEO/KANAL este e outros filmes, podendo consultar toda a programação. Podem ver ainda através do seguinte link: https://kanal.pt/lista-canais/comunicao-social/lisboa/vila-franca-de-xira/?display=grid&order=updated 

Desejamos que passem e recordem bons momentos.