terça-feira, 29 de maio de 2018

“Mais de 200 pessoas aceitaram o desafio da Cofidis e pedalaram por uma causa solidária no âmbito do Rock in Rio-Lisboa”

Por: Adelina Cabral

As ruas de Lisboa ganharam cor com 200 entusiastas do ciclismo que, numa iniciativa da Cofidis, em parceria com o Rock in Rio-Lisboa, percorreram as principais artérias da cidade, num percurso de 9 km. No total, estes participantes pedalaram 1800 quilómetros, que serão posteriormente convertidos em apoio a projetos de escolas de ciclismo e iniciação à bicicleta. 

“É uma grande satisfação ver esta adesão à Pedalada Solidária da Cofidis. Através desta iniciativa conseguimos consciencializar o público para a utilização de transportes sustentáveis e mostrar que qualquer pessoa pode ir até ao Rock in Rio-Lisboa de bicicleta. Acredito que foi uma manhã diferente para todos os participantes, cheia de animação e cor”, refere Nicolas Wallaert, Diretor Geral da Cofidis Portugal.

A ação “Cofidis Pedalada Solidária” pretendeu promover a mobilidade urbana sustentável e motivar os festivaleiros a irem até ao Rock in Rio utilizando este meio de transporte. Recordese que, durante o festival, a Cofidis terá um Bike Park na Cidade do Rock onde o público poderá deixar a sua bicicleta em segurança e, ainda, usufruir de um serviço gratuito de manutenção. 

Aos quilómetros percorridos pelos participantes da Cofidis Pedalada Solidária, serão somados os das pessoas que se desloquem de bicicleta ao Rock in Rio-Lisboa e os dos visitantes do stand da Cofidis durante o festival. O valor angariado servirá para apoiar iniciativas da Federação Portuguesa de Ciclismo e da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta.

Hugo Makarov, ilustrador e tatuador, é o artista convidado pela Cofidis para dar cor a um painel gigante durante o Rock in Rio e que traduzirá os quilómetros percorridos de bicicleta por todos os participantes no festival.

Este passeio integra a campanha “EU VOU” do Rock in Rio-Lisboa, que arrancou na passada semana e que decorre até ao início do festival. Durante esta contagem decrescente para a abertura de portas, pretende-se promover os meios de transporte ao dispor do público para se deslocar para o recinto e de regresso a casa, sendo a bicicleta um deles. 


Como forma de agradecimento aos participantes nesta iniciativa solidária, a Cofidis premiou os cinco participantes mais criativos na decoração da sua bicicleta ou na escolha da indumentária, com um bilhete para o Festival.

O passeio “Cofidis Pedalada Solidária” contou com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, HMS Sports, Federação Portuguesa de Ciclismo, Lisbon Cycle Chic, Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta e Associação de Ciclismo de Lisboa.

 Sobre a Cofidis Portugal

A Cofidis é uma sociedade financeira que criou um conceito simples e inovador: o crédito ao consumo à distância. Em Portugal desde 1996, a Cofidis conta com uma equipa constituída por cerca de 800 colaboradores e acompanha os clientes e parceiros numa relação sustentável e personalizada, conquistando uma posição de referência na venda e na gestão do crédito a particulares.

Fonte: Cofidis

“Mais de 1000 triatletas no 31º Triatlo de Oeiras 2018!”

Realizou-se no dia 27 de maio o Triatlo de Oeiras 2018 que este ano bateu  recorde de inscrições.

Mais de mil triatletas participaram nas diferentes provas nas distâncias sprint e super sprint do Triatlo de Oeiras 2018.

Este ano o evento contemplou o Campeonato Nacional Individual de Triatlo Sprint, em elites e grupos de idade, e duas provas abertas a não federados e a escalões jovens da modalidade. Foi também possível participar individualmente ou por estafetas optando por dois ou três elementos. As diferentes modalidades de participação garantiram que este Triatlo pudesse ser mesmo para todos!

O ambiente do Triatlo pré prova é sempre dinâmico, com o aquecimento dos atletas e o apoio do público…

Com origem nas comemorações do Dia Mundial do Ambiente, o Triatlo de Oeiras é uma das provas mais antigas do país, e é também o evento que mais pessoas leva à modalidade. A praia da Torre, de onde é dada a partida da natação, goza de uma envolvente única, onde o público partilha de perto a experiência da prova, reforçando o seu apoio aos participantes.

Triatletas e público aqueceram a atmosfera, proporcionado um ambiente muito festivo, mas simultaneamente tranquilo. Embora esteja presente o espírito competitivo, esta é uma prova especial para quem vai ser triatleta pela primeira vez e pretende desfrutar apenas das sensações que o Triatlo proporciona. O que verdadeiramente interessa para alguns é a superação pessoal de completar um triatlo ou melhorar o tempo anterior, objetivo esse que pode ser tão gratificante como ganhar uma prova. Claro que alguns triatletas têm objetivos competitivos muito claros, por isso este evento junta o triatlo competitivo ao prazer do lazer.

Um Triatlo é diferente de outras modalidades, o tri desporto requer mais logística e maior disponibilidade antes, durante e depois da prova. Mas durante todo este tempo de preparação existe também uma grande dose de convívio, de interajuda e de partilha de experiências, tornando qualquer triatlo num desafio único. E esta característica da modalidade ganha maior expressão quando estão reunidas milhares de pessoas num bonito local que convida à festa.

As classificações do Triatlo de Oeiras 2018

O evento começou com o Campeonato Individual de Triatlo sprint em grupos de idade masculinos, seguindo-se da prova aberta na distância sprint. O mar calmo ajudou numa natação realizada de forma tranquila. A praia estava fantástica, com a maré vazia a convidar a presença de público entusiasta que desfrutou de características muito especiais. Depois da cerimónia da entrega de prémios destas duas competições, foi a vez de às 12h iniciar  o Campeonato Nacional Individual de Triatlo Sprint de elites, que começou pela prova masculina, seguindo-se as elites femininas dez minutos depois.

E a Campeã Nacional Individual de Triatlo na distância Sprint foi…

 

Andreia Ferrum ficou visivelmente satisfeita com o seu primeiro título individual de Triatlo

A vencedora desta etapa, que conseguiu uma excelente prestação, foi Andreia Ferrum, do Outsystems Olímpico de Oeiras, com a marca de 01:04:38. A triatleta, que se sagrou Campeã Nacional de distância sprint da modalidade, contou-nos o que se passou na sua prova: «Correu muito bem desde o início», conta-nos a triatleta que teve boas sensações nos três segmentos. As classificações só se resolveram no final da prova: «A corrida era o segmento em que me sentia mais confiante, e decidi deixar a decisão do pódio para esta altura».  Andreia não contava ficar em primeiro lugar, mas obviamente que lutou pela vitória que levaria à conquista do título. «Não estava à espera de conseguir ganhar, mas penso que foi merecido, sobretudo porque tentei fazer de tudo para a alcançar a vitória logo desde o início…». A triatleta do Outsystems Olímpico de Oeiras ficou muito satisfeita pelo seu primeiro título nacional individual! Muitos parabéns!

Andreia Ferrum conquistou o título de Campeã Nacional, Helena Carvalho ficou na segunda posição e Kim Mangrobang foi a terceira classificada numa competição renhida no final…

Helena Paula Carvalho, que foi a primeira a sair da água juntamente com Vera Vilaça, conseguiu uma prova consistente nos três segmentos, ficando a apenas dois segundos da primeira classificada. A triatleta do Sporting Clube de Portugal completou a prova em 01:04:40, obtendo a segunda posição neste campeonato.

Dois segundos mais tarde chegava Kim Mangrobang, do Rio Maior Triatlo, que fez o terceiro lugar no pódio, com o tempo 01:04:42.

O pódio masculino do Triatlo de Oeiras 2018…

Bob Haller venceu em elites, seguido de Miguel Arraiolos que se sagrou Campeão Nacional, com Pedro Gaspar a fechar o pódio masculino

No Campeonato Nacional Individual masculino foi Bob Haller, do Portugal Talentus, que conseguiu o primeiro lugar, com 00:55:17, numa competição muito disputada no primeiro grupo. «Foi uma prova muito boa, com segmentos duros de natação, ciclismo e corrida, num cenário muito competitivo e um excelente trabalho no grupo de ciclismo da frente para acelerar.» Bob confessa que não foi fácil vencer a competição «mas o objetivo era a conquista da vitória, ir forte para servir de teste para as próximas provas nas próximas duas semanas: «Na próxima semana irei participar na Taça do Mundo de Cagliari e na outra a seguir será a Taça do Mundo de Huatulco». O triatleta do Portugal Talentus lutou para ter uma boa prestação e tinha a ideia de vitória em mente, mas sabia que nem sempre corre como se espera: «No final das contas, correu tudo muito bem e eu estou muito contente», termina Bob Haller.

Em segundo lugar ficou Miguel Arraiolos, do Sport Lisboa Benfica, que conseguiu uma boa prestação com o tempo de 00:55:45. Sendo o melhor português em competição, Miguel Arraiolos é o novo Campeão Nacional da distância sprint da modalidade. «Apesar de não ser uma das provas mais importantes do meu calendário e não me ter preparado  especificamente, alinhei à partida com o objetivo de ganhar o título de campeão nacional», explica o triatleta. O segmento da natação correu bem e no ciclismo «consegui sair junto com os primeiros triatletas, desenvolvendo-se um bom trabalho com os cinco atletas da frente. Conseguimos fazer a diferença no sentido de chegar com vantagem à corrida». O último segmento da corrida foi o mais complicado para Arraiolos que não teve as melhores sensações. «A corrida não foi fácil, mas revelou-se suficiente para chegar à meta e festejar o título»!

Pedro Gaspar foi o terceiro triatleta a cortar a meta com o tempo de 00:55:45.

O evento continuou na parte da tarde com o Campeonato Nacional Individual de Triatlo Sprint de grupos de idade femininos e terminou com a prova aberta na distância super sprint, uma competição muito popular para quem participa no seu primeiro triatlo.

Todos se superaram nesta prova, independentemente da distância e do tipo de competição. Realizou-se, mais uma vez, uma verdadeira festa do Triatlo, aberto a todos os que quiseram ter a experiência de conquistar três modalidades numa só prova!

Fonte: FTP

“JOSÉ GONÇALVES: «FOI UM GIRO INCRÍVEL»”

Esteve em bom plano em Itália e destaca ainda a exibição de Chris Froome

Por: Pedro Filipe Pinto

Foto: DR

Terminado o Giro de Itália e 23 dias depois da primeira etapa, José Gonçalves está de volta a Portugal motivado e com o sentimento de dever cumprido.

Em conversa com Record, o português olha para trás e lembra a experiência de liderar uma equipa numa prova de três semanas. "Foi um Giro incrível! Nunca pensei acabar em 14º. Vinha com o objetivo de ganhar uma etapa, mas sair com esta classificação é muito bom. Estou muito feliz e motivado para continuar a trabalhar", afirma. Este resultado mostra a evolução de Gonçalves na montanha e sente que está a ganhar cada vez mais o seu espaço na Katusha, cujo manager é José Azevedo. "A equipa vai continuar a confiar em mim e sei que vou corresponder quando tenho liberdade", salienta.

A corrida foi decidida na 19ª etapa e o ciclista da Katusha admite que esta foi uma das jornadas mais duras da sua carreira. "A etapa da Finestre foi duríssima! Foi um esforço brutal durante mais de 80 km a tentar perder o mínimo para o Sr. Froome. Que etapa mítica", lembra. Em relação ao ‘Sr. Froome’, como José Gonçalves lhe chama, o português refere que já não há palavras para definir o que fez o britânico. "Ninguém esperava aquilo, mas ele é um supercorredor e fez uma superetapa. Mereceu ganhar".

Agora Gonçalves está com olhos postos na Volta à Suíça, onde vai ajudar Simon Spilak a defender o título conquistado em 2017. No entanto, o próximo grande objetivo são os campeonatos nacionais. "Já fui campeão de contrarrelógio e agora tenho o sonho de vestir a camisola de campeão da prova em linha. Não será fácil, mas eu e o Tiago Machado vamos dar o nosso melhor", vinca, já a menos de um mês das provas em Belmonte.

Está previsto que o ciclista da Katusha corra a Vuelta, em agosto/setembro, e se tudo correr bem estará em Espanha para ganhar uma etapa, mas principalmente "para ajudar o Zakarin a conseguir um bom resultado".

Fonte: Record on-line

“Gonça recebe o Campeonato do Minho de BTT DHI – CISION”

A segunda etapa do Campeonato do Minho de BTT DHI - Cision será disputada no dia 3 de junho na freguesia de Gonça (Guimarães).

Promovida pela Associação de Ciclismo do Minho e pela Junta de Freguesia de Gonça, a competição será disputada na pista de Down Hill de Gonça que tem início junto à Capela de Santa Marinha (GPS: 41.502706, -8.224852) e final na Rua do Vale (GPS: 41.508109, -8.236305) onde ficará instalado o paddock.

O 2º BTT DHI Freguesia de Gonça, que contará com cronometragens a cargo da SportChip, incluirá um período para treinos entre as 10h00 e as 12h00 (competição) e as 10h30 e as 12h00 (promoção), realizando-se uma manga de qualificação às 13h00 e a manga final (sistema de manga única) às 15h00. A cerimónia de entrega de prémios está marcada para as 17h30.

A participação no 2º BTT DHI Freguesia de Gonça é gratuita para atletas federados sendo também aberta à participação na vertente de promoção. O secretariado para confirmação das inscrições decorrerá entre as 9 e as 10 horas (promoção) e as 10 horas e as 12 horas (competição). As pré-inscrições devem ser efetuadas através do email geral@acm.pt.

O 2º BTT DHI Freguesia de Gonça tem o apoio da Freguesia de Gonça, Federação Portuguesa de Ciclismo, Cision, Arrecadações da Quintã, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design e Salvaggio.

A estreia de Gonça nas competições de Down Hill ocorreu em 2015 com o então Campeão do Minho de DHI Fernando Silva a vencer em elites o 1º BTT DHI Freguesia de Gonça, quarta prova do Campeonato do Minho de BTT DHI - Cision. A competição também foi ganha por Bruno Almeida (juniores), Ricardo Soares (master 30), Maurício Conceição (master 40), José Rodrigues (master 50), João Teixeira (cadetes), Flávio Silva (promoção) e pela formação Restauradores da Granja /Centro Óptico de Fafe (equipas).~

Fonte: ACM

“Equipa EFAPEL entre os primeiros do Grande Prémio JN”

          Rafael Silva ocupa o terceiro posto da geral individual após a segunda etapa

          Daniel Mestre está no quarto posto da mesma classificação

O segundo dia do Grande Prémio Jornal de Notícias ligou Viana do Castelo a Monção e na Equipa EFAPEL, Rafael Silva despiu a camisola amarela mas continua na luta pela mesma. O ciclista está em terceiro, a 41 segundos do novo líder, Nuno Meireles, enquanto Daniel Mestre é quarto, a 45 segundos.

Os cerca de 120 quilómetros entre Viana do Castelo e Monção puseram à prova o competitivo pelotão nacional que está a participar na 28ª edição do Grande Prémio Jornal de Notícias. Ao longo da etapa, a Equipa EFAPEL procurou controlar a situação, visto que tinha Rafael Silva de amarelo. Contudo, as muitas mexidas, fizeram com que Rafael Lourenço chegasse à meta isolado e houvesse mudanças consideráveis na classificação. Ainda assim, a formação liderada por Américo Silva, continua com dois ciclistas entre os primeiros e a apontarem para a a liderança da geral individual.

“Houve uma fuga que singrou porque não houve da parte de todas as equipas a vontade de a anular. Nós estávamos de amarelo mas só tínhamos vencido uma etapa. Sabíamos que em nova chegada ao sprint não havia certeza de mantermos a amarela. Procurámos controlar a fuga, mas sem a colaboração de mais formações, não tínhamos interesse em dar tudo para anular a desvantagem. Sentimos que ainda está tudo em aberto até ao final da corrida”, afirmou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

Cumprida a segunda etapa do Grande Prémio JN, a competição continua amanhã com um formato diferente. A terceira etapa realiza-se ao longo do dia, dividida em dois sectores. O primeiro, acontece de manhã. Os ciclistas pedalam entre Monção e Viana do Castelo. No total, percorrem 78 quilómetros. Para a tarde está reservado o primeiro contra-relógio da prova. Com partida e chegada em Barcelos, tem uma extensão de 9,5 quilómetros.

 

Classificação na segunda etapa

    Rafael Lourenço        Liberty Seguros/Carglass        3h08m05s

    Guillaume Almeida        Fortunna/Maia            a 2s

    Daniel Silva            Rádio Popular/Boavista        m.t.


11º    Rafael Silva            EFAPEL                a 48s

24º    Daniel Mestre        EFAPEL                m.t.

32º    Sérgio Paulinho        EFAPEL                m.t.

34º    Henrique Casimiro        EFAPEL                m.t.

52º    Jesus del Pino        EFAPEL                m.t.

54º    Marcos Jurado        EFAPEL                m.t.

80º    David Arroyo        EFAPEL                a 1m23s

97º    Pedro Paulinho        EFAPEL                a 7m42

 

Classificação geral individual

    Nuno Meireles        Miranda/Mortágua            6h23m29s

    Daniel Silva            Rádio Popular/Boavista        a 1s

    Rafael Silva            EFAPEL                a 41s


    Daniel Mestre        EFAPEL                a 45s

32º    Sérgio Paulinho        EFAPEL                a 51s

36º    Henrique Casimiro        EFAPEL                m.t.

44º    Jesus del Pino        EFAPEL                m.t.

48º    Marcos Jurado        EFAPEL                m.t.

56º    David Arroyo        EFAPEL                a 1m26s

95º    Pedro Paulinho        EFAPEL                a 16m59s

Fonte: Efapel

“2ª Etapa 28.º GP Jornal de Notícias Leilosoc”

Fuga dá etapa a Rafael Lourenço e amarela a Nuno Meireles

Por: José Carlos Gomes

Rafael Lourenço (Liberty Seguros-Carglass) venceu hoje a segunda etapa do 28.º Grande Prémio Jornal de Notícias Leilosoc, uma ligação de 127,5 quilómetros, entre Viana do Castelo e Monção, que levou Nuno Meireles (Miranda-Mortágua) ao topo da classificação geral individual.

A história da corrida começou a escrever-se pela iniciativa de oito homens, que partiram do pelotão com apenas 9 quilómetros percorridos. Guillaume Almeida e António Monteiro (Fortunna/Maia), Paulo Silva (LA Alumínios), Rafael Lourenço (Liberty Seguros-Carglass), Óscar Malatsetxebarria (Massi-Kuwait), Nuno Meireles e José Sousa (Miranda-Mortágua) e Daniel Silva (Rádio Popular-Boavista) aproveitaram a apatia do pelotão para construir uma vantagem superior a 8 minutos.

Uma margem tão larga, ainda que encurtada pela perseguição do Sporting-Tavira e da Efapel, foi suficiente para que os mais fortes dos fugitivos pudessem discutir entre eles a etapa. Na última subida da etapa, a cerca de 20 quilómetros do fim, apenas Guillaume Almeida e Daniel Silva estavam em cabeça de corrida, mas os quilómetros seguintes permitiram juntar seis homens na dianteira.

Foi entre o sexteto que se decidiu a etapa. Rafael Lourenço atacou de longe e entrou sozinho nos derradeiros 200 metros, sinuosos e técnicos. Pedalou com garra no empedrado, a subir, de aproximação à meta e ergueu os braços para comemorar a primeira vitória como profissional. Rafael Lourenço concluiu a etapa com 3h08m05s, menos 2 segundos do que os perseguidores mais diretos. Guillaume Almeida foi o segundo classificado e Daniel Silva o terceiro.

“Sabe muito bem ganhar, ainda que tenha sido uma surpresa para mim, porque não fazia ideia que a fuga poderia chegar. Ainda ontem tive um péssimo dia e cheguei a falar em desistir. Esta vitória vem dar outra confiança para o futuro”, disse Rafael Lourenço, rodeado pelos companheiros de equipa, que festejaram o triunfo em coletivo, depois da linha de meta.

Nuno Meireles cortou a meta na quarta posição, beneficiando dos 5 segundos de bonificação que amealhou nas duas metas volantes para chegar à camisola amarela. Tem 1 segundo de vantagem sobre Daniel Silva e 41 segundos de margem para o anterior comandante, Rafael Silva (Efapel).

“Ainda não estou completamente em mim. É fantástico chegar a esta camisola amarela que nunca pensei que pudesse ser minha. Vem compensar o esforço e o trabalho de todos os dias. Devo esta alegria a toda a equipa, especialmente ao chefe, Pedro Silva, que nunca deixou de acreditar em mim”, afirmou Nuno Meireles, tentando segurar as lágrimas de felicidade.

Além da etapa e da geral individual, a fuga de hoje determinou a liderança da classificação por pontos, em posse de Rafael Lourenço, da montanha, cujo primeiro lugar foi reforçado por Guillaume Almeida, e das metas volantes, comandada por Nuno Meireles. Paulo Silva (LA Alumínios) foi o mais combativo do dia. Daniel Silva (Sicasal/Constantinos/Delta Cafés) é o melhor sub-23 das equipas de clube. A Miranda-Mortágua está no topo da classificação por equipas.

Nesta quarta-feira o pelotão vai acordar cedo e terminar tarde a jornada de trabalho, tudo porque terá pela frente uma etapa em dois setores. Às 8h30 a caravana sai de Monção para cumprir 78 quilómetros até Viana do Castelo, onde deverá chegar cerca das 10h50. A partir das 16h00 corre-se um contrarrelógio individual de 9,5 quilómetros, em Barcelos. As primeiras grandes definições na luta pela camisola amarela devem surgir neste exercício individual.


Classificações

2.ª Etapa: Viana do Castelo – Monção, 127,5 km

1.º Rafael Lourenço (Liberty Seguros-Carglass), 3h08m05s (Média: 40,673 km/h)

2.º Guillaume Almeida (Fortunna/Maia), a 2s

3.º Daniel Silva (Rádio Popular-Boavista), mt

4.º Nuno Meireles (Miranda-Mortágua), mt

5.º Paulo Silva (LA Alumínios), mt

6.º José Sousa (Miranda-Mortágua), a 6s

7.º Luís Mendonça (Aviludo-Louletano-Uli), a 48s

8.º João Matias (Vito-Feirense-BlackJack), mt

9.º Luís Gomes (Rádio Popular-Boavista), mt

10.º Leonel Coutinho (Vito-Feirense-BlackJack), mt


Geral Individual

1.º Nuno Meireles (Miranda-Mortágua), 6h23m39s

2.º Daniel Silva (Rádio Popular-Boavista), a 1s

3.º Rafael Silva (Efapel), a 41s

4.º Daniel Mestre (Efapel), a 45s

5.º César Fonte (W52-FC Porto), a 47s

6.º Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista), a 48s

7.º Filipe Cardoso (Rádio Popular-Boavista), a 49s

8.º Joni Brandão (Sporting-Tavira), mt

9.º David de la Fuente (Aviludo-Louletano-Uli), a 50s

10.º João Matias (Vito-Feirense-BlackJack), a 51s

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Seleção na Corrida da Paz com a Volta a França do Futuro no horizonte”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal participa na Corrida da Paz, prova da Taça das Nações de Sub-23 que decorre na República Checa, entre quinta-feira e domingo, com o pensamento colocado na qualificação direta para a Volta a França do Futuro.

Portugal está no 21.º lugar do ranking da Taça das Nações, precisando de subir, pelo menos, seis lugares para garantir a presença na Volta a França do Futuro, que irá disputar-se no final de agosto. A Corrida da Paz é a derradeira oportunidade para assegurar a qualificação sem necessidade de esperar por um convite da organização.

O selecionador nacional, José Poeira, conta com seis corredores para tentar amealhar os pontos necessários, em etapas e na geral da prova checa: Gonçalo Carvalho (Miranda-Mortágua), Gonçalo Leaça (LA Alumínios), Ivo Oliveira e Rui Oliveira (Hagens Berman Axeon), Tiago Antunes (Aldro Team) e Venceslau Fernandes (Liberty Seguros-Carglass).

“Antes de mais vamos tentar fazer uma boa corrida. É uma prova da Taça das Nações, com um nível competitivo muito elevado. Queremos lutar por etapas e pelas primeiras posições. Os pontos que consigamos amealhar podem trazer, por arrasto, a qualificação para a Volta a França do Futuro”, afirma José Poeira.

A edição de 2018 apresenta um percurso tirado quase a papel químico do traçado de 2017. No ano passado, Portugal venceu o prólogo, por intermédio de Ivo Oliveira, e colocou Tiago Antunes no nono lugar da classificação geral.

Tal como em 2017, a Corrida da Paz começa com um prólogo de 2 quilómetros, a disputar em Krnov, a partir das 16h00 de quinta-feira. No dia seguinte corre-se uma etapa de 133 quilómetros, entre Jesenik e Rymarov. Será uma viagem de permanente sobe e desce, mas com as principais dificuldades colocadas na primeira metade da corrida, que se inicia às 12h30.

A terceira etapa tem 151 quilómetros, unindo Krnov a Dlouhé Stréne. A partida será dada às 11h00, prevendo-se uma jornada muito dura, com três montanhas nos derradeiros 60 quilómetros, a última coincidente com a meta.

A quarta e última etapa começa às 10h00, em Jesenik, local que também receberá a chegada. Os corredores irão encontrar quatro prémios de montanha antes da meta, também colocada num topo.

(Horas de Portugal Continental)

Fonte: FPC

“Até sempre amigo…”

Por: José Morais

Foto: António Teixeira Correia

Inicio hoje o painel de notícias com uma muito triste recebida há momentos, a perda de um grande amigo, José Eusébio deixou-nos, vivia em Beja, foi durante muitos anos colaborador na nossa Revista Notícias do Pedal, regularmente enviava-nos artigos de cicloturismo, btt, e pontos de interesse, onde a bicicleta estava sempre presente, e a qual era adorava.

Foi uma grande perda, deixou-nos pessoalmente, mas matear-se sempre nos nossos corações, à família enlutada, e neste momento difícil, ficam as nossas condolências, para ele onde quer que se encontre, um Forte Abraço Amigo, descansa em Paz, iremos sem dúvida sentir a tua falta.

Até sempre Amigo…