segunda-feira, 30 de março de 2020

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Boas leituras.

“Geraint Thomas diz que um Tour sem público não seria a mesma coisa”

Britânico entende que a prioridade é a saúde pública

Por: Ana Paula Marques

Foto: EPA

Muito se tem dito sobre o que se vai passar com a Volta a França deste ano, marcada para 26 de junho a 19 de julho. Cancelada, adiada ou na estrada à porta fechada. São estes os cenários que estão em cima da mesa, sendo que a organização refere que só em maio deverá tomar uma decisão, mas que pode ser antecipada.

São muitos também aqueles que vão dando a sua opinião sobre a hipótese de a prova se realizar mas sem público, possibilidade avançada pela ministra dos desportos de França, Roxana Maracineanu.

E depois de o francês Julian Alaphilippe ter dito que "um Tour sem público seria insólito", agora é Geraint Thomas afirmar que a corrida "sem público não seria a mesma".

O britânico da Ineos, vencedor da Volta a França em 2018, entende e reconhece que há muita gente que desvaloriza o que se tem passado no desporto por causa da pandemia, ou seja, seriam pouco os que daqui a 20 anos se lembrariam que em 2020 não houve Volta a França. "Mas há 20 equipas e empresas que investiram, pessoas que podem fcar sem emprego. Ainda que o resultado em si pouco importa, importa a prova em si, porque há muita gente envolvida", refere.

Ainda assim, Geraint Thomas concorda que a prioridade neste momento é a luta comum a todos os países. "Afinal, o mais importante é a saúde e segurança de todos".

Fonte: Record on-line

“Tóquio'2020: Federação de Ciclismo concorda com nova data dos Jogos Olímpicos”

Datas voltam a não colidir com os principais eventos da modalidade

Por: Lusa

Foto: DR Record

A Federação Portuguesa de Ciclismo considerou esta segunda-feira  "adequadas" as novas datas definidas para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que foram adiados para 2021, devido à pandemia da covid-19.

"Permite-nos replicar os planos que estavam feitos para este ano. [Os Jogos Olímpicos] vão começar na mesma semana e acho que está bem, pois é data mais adequada, até pela conjugação de todos os outros eventos internacionais", disse Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, à agência Lusa.

O dirigente, que já se tinha mostrado favorável ao adiamento da competição, que iria decorrer entre 24 de julho e 9 de agosto deste ano, e foi agora reagendada, pela comissão organizadora dos Jogos, para 23 de julho e 8 de agosto de 2021, apontou que as datas voltam a não colidir com os principais eventos da modalidade.

"Encaixa com a Volta a França, que, tal como estava previsto, antecipa-se oito dias, e não colide com outras grandes provas internacionais, nem com os campeonatos mundiais da modalidade. Não muda o que já estava previsto para este ano", acrescentou.

Portugal já tem assegurada a presença de três atletas nas provas de ciclismo destes Jogos Olímpicos de Tóquio, e Delmino Pereira acredita "que vão conseguir adaptar a sua preparação a esta nova realidade".

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde.

Fonte: Record on-line