sexta-feira, 6 de julho de 2018

“Daniela Reis fraturou braço direito em prova na República Checa”

A Ceského Svycarska termina no domingo, após cinco etapas, duas das quais disputadas no sábado.

Daniela Reis (Doltcini–Van Eyck Sport) fraturou na quinta-feira o braço direito na primeira etapa da prova velocipédica Ceského Svycarska, na República Checa, revelou hoje a campeã nacional de fundo e contrarrelógio.

A cumprir a estreia com a camisola de campeã lusa, a portuguesa caiu a cinco quilómetros do final da primeira etapa da corrida checa, entre Krásná Lípa e Varnsdorf.

Em declarações à agência Lusa, Daniela Reis disse esperar ter alta médica no sábado, depois de ter sido operada à fratura na quinta-feira, lamentando uma eventual ausência prolongada do pelotão.

Fonte: Sapo on-line

“CAVENDISH VAI FAZER O TOUR'2018... COM AS 'CHUTEIRAS' DE RONALDO”

Britânico participará com um modelo especial da Nike

Por: Fábio Lima

Sábado é dia das primeiras pedaladas no Tour'2018, o evento de ciclismo mais mediático do ano, onde a maior parte das figuras de proa concentram as suas atenções para tentar estar na melhor forma possível. O sprinter britânico Mark Cavendish é um deles, apontando essencialmente às etapas com final ao sprint, procurando acrescentar mais vitórias às 30 que já tem no seu currículo.
Ora, para ajudar nesse objetivo, o britânico de 33 anos contará com um trunfo de peso, criado pela Nike, em memória do brasileiro Ronaldo, uma das suas principais referências.

"Há 20 anos, durante o Mundial'1988, vi o Ronaldo utilizar as primeiras Mercurial e desejei-as de imediato. As R9. Sempre fui um fã da Nike, pois eles fazem as coisas de forma diferenciada. Não têm medo de mudar o que é normal. Posso dizer-vos, 20 anos depois, trabalhar com a Nike com a mesma filosofia é um sonho.

O mesmo que tinha aos 13, agora aos 33. Aqui estão as primeiras Superfly 360. Totalmente com Flyknit, confortáveis e leves. Construídas para velocidade pura no ciclismo, tal como eram no campo de futebol. Quanto à cor, bem, teria de ser um recuperação daquelas R9 que iniciaram a minha obsessão com a Nike há 20 anos", escreveu o britânico na rede social Instagram, numa publicação na qual anexou várias fotos do modelo que utilizará nas estradas gaulesas.

Fonte: Record on-line

“QUINTANA E AS ASSOBIADELAS A CHRIS FROOME: «ÀS VEZES COLHE-SE O QUE SE SEMEIA»”

Colombiano considera "desagradável" o que sucedeu com britânico

Por: Lusa

Foto: Reuters

O colombiano Nairo Quintana (Movistar) considerou, esta sexta-feira, desagradáveis as assobiadelas ao britânico Chris Froome (Sky) na apresentação da Volta a França, mas referiu que às vezes "colhe-se o que se semeia".

"Ser assobiado pelo público nunca é agradável, mas às vezes colhe-se o que se semeia", disse Quintana, quando questionado sobre o sucedido na quinta-feira, na apresentação da prova, que o britânico já venceu quatro vezes.

Também o espanhol Alejandro Valverde (Movistar) comentou as assobiadelas, reconhecendo que era algo que todos sabiam que podia acontecer, depois de as autoridades terem arquivado um processo por doping e permitido a participação de Froome no Tour.

"É uma pena que estas coisas aconteçam, mas todos estavam conscientes de isso poderia suceder. Amanhã [sábado]começa a prova e é disso que devemos falar. É preciso falar de ciclismo e não de coisas antidesportivas", afirmou.

Na segunda-feira, a UCI anunciou a decisão de arquivar os procedimentos disciplinares a Froome, que acusou níveis acima dos permitidos do broncodilatador salbutamol, num controlo antidoping durante a Volta a Espanha de 2017, que viria a vencer.

Fonte: Record on-line

“FROOME 'CALADO' APÓS ASSOBIADELA NO TOUR”

Britânico não conseguiu falar na apresentação das equipas

Por: Ana Paula Marques

Foto: Reuters

Chris Froome sofreu esta quinta-feira o primeiro revés no Tour depois de conhecida a decisão da UCI/AMA de ilibá-lo do controlo positivo por excesso de salbutamol na Vuelta de 2017. O britânico foi brindado com assobios por parte do público na apresentação das equipas, primeiro quando subia a rampa de acesso ao palco, depois quando o mestre-de-cerimónias lhe dava a palavra para falar enquanto líder da Sky, procedimento, de resto, usado com todas as equipas.

O ciclista ainda conseguiu dizer uma frase – "obviamente vamos dar tudo por tudo este ano" –, mas o apresentador viu-se obrigado a passar o microfone a outros corredores da Sky, tal eram as hostilidades da população de Vendée, localidade que recebe o arranque, amanhã, da prova. Um espectador empunhava mesmo um cartaz a dizer, em inglês: "Trapaceiro, vai para casa".

Não é a primeira vez que os ciclistas são visados, principalmente aqueles que se veem envolvidos com o doping. Foi assim, por exemplo, com Alberto Contador.

O chefe de fila da Sky não reagiu à forma como foi recebido, preferindo antes mostrar-se emocionado com o facto de há dez anos se ter estreado e no que pode conquistar em 2018. "Dez anos depois, nunca imaginei que estaria de regresso para defender o título e poder chegar à 5.ª vitória", escreveu no Twitter, frase que fez acompanhar de uma foto de 2008, com a camisola da Barloworld, a equipa com a qual disputou a Volta a França desse ano. Foi 83.º.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Luís Costa terceiro no contrarrelógio da Taça do Mundo”

Por: José Carlos Gomes

O português Luís Costa foi hoje o terceiro classificado no contrarrelógio da etapa holandesa da Taça do Mundo de Praciclismo, que decorre na cidade de Emmen.

Luís Costa completou o esforço individual de 16 quilómetros da classe H5 em 24m10s, o que lhe valeu a subida ao pódio. O paraciclista português partiu forte, tendo o segundo melhor registo no ponto intermédio, mas acabou por ser o terceiro melhor na meta.

A vitória foi para o holandês Tim de Vries, que vem assumindo o protagonismo principal nesta classe, em substituição do italiano Alessandro Zanardi, ausente em Emmen. Tim de Vries fechou o contrarrelógio em 22m38s, deixando o estadunidense Óscar Sánchez a 1m03s e o português Luís Costa a 1m32s.

O terceiro lugar no contrarrelógio desta sexta-feira faz Luís Costa subir do sexto ao terceiro posto da geral da Taça do Mundo. Tim de Vries saltou para o comando, com 148 pontos, seguido por Óscar Sánchez, com 128, e por Luís Costa, com 108. O australiano Stuart Tripp, que estava no topo da geral, pagou com a saída do pódio a ausência da etapa de Emmen da Taça do Mundo.

Luís Costa volta a competir no sábado, na prova de fundo de classe H5. Será uma corrida com 63 quilómetros, que se inicia às 13h30.

O paraciclismo português está também representado em Emmen por Flávio Pacheco, Bernardo Vieira, Paulo Teixeira e João Monteiro, que correm como individuais.

Fonte: FPC

“João Afonso conquistou em Guimarães a primeira etapa do 30º Grande Prémio do Minho”

Guimarães consagrou o minhoto João Afonso (Centro Ciclista de Barcelos / AFF / Orbea / Onda) como o primeiro camisola amarela do 30º Grande Prémio do Minho, depois de cumprida a primeira etapa que ligou o Centro de Ciclismo do Minho (Souto Santa Maria) à União de Freguesias da Cidade de Guimarães

A competição, apadrinhada pelos ciclistas profissionais minhotos Tiago Machado, José Mendes, José Gonçalves e Domingos Gonçalves e destinada ao escalão de juniores, arrancou do Centro de Ciclismo do Minho - Guimarães (Souto Santa Maria) para uma etapa de 97 quilómetros com uma contagem de montanha (Póvoa de Lanhoso) e quatro metas volantes (Joane - Controlsafe, Famalicão - Afacycles, Braga - Universidade do Minho e Póvoa de Lanhoso - Restaiurante Sabor do Campo).

Desde o início da primeira etapa da prova organizada pela Associação de Ciclismo do Minho, em colaboração com a Federação Portuguesa de Ciclismo, sucederam-se as várias tentativas de fuga. A primeira a vingar ocorreu já depois da passagem pela primeira meta volante do dia (Controlsafe), em Joane, com um trio a saltar do pelotão, que rapidamente passou a sexteto e com vantagem de 40 segundos na entrada de Vila Nova de Famalicão, local onde estava instalada a segunda meta volante (Afacycles).

A reacção do pelotão foi forte e rapidamente a fuga viu a vantagem reduzida a metade. Entretanto foram saltando do pelotão pequenos grupos que acabaram por se unir ao sexteto da frente, aumentando novamente a diferença para o pelotão.

Quase parecendo um golpe palaciano, a diferença disparou para 1 minuto e 50 segundos, face ao desinteresse patenteado por quem perseguia.

A aproximação a Braga, local do terceiro sprnit do dia, meta Universidade do Minho, a desvantagem atingiu o valor máximo, dois minutos.

Face à aproximação da única dificuldade do dia, o prémio de montanha de 3ª categoria, Arrecadações da Quintã, o grupo principal iniciou a aproximação aos fugitivos, começando a diferença a ser esbatida.

A quarta meta volante do dia, Sabor do Campo, instalada na entrada da Póvoa de Lanhoso, contabilizou a diferença já perto de um minuto, demonstrado que a perseguição iniciada após Braga estava a surtir efeito.

A aproximação a Guimarães, toda ela feita em plano, permitiu a redução da desvantagem que aos 5 km já se cifrava em apenas 10 segundos.

A subida final que antecedia a reta da meta foi decisória. João Afonso (Centro Ciclista de Barcelos/AFF/Orbea/Onda) foi o mais forte ao  sprint, relegando para a segunda posição Fernando Silló (Banco Santander / PC Sprint) e João Macedo (Sicasal/Liberty Seguros/Bombarralense) para o terceiro lugar.

A formação do Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact foi a equipa mais forte na tirada, comandando por equipas.

João Afonso que veste de amarelo (CJR), acumula as camisolas verde (Controlsafe) e a branca (Universidade do Minho), enquanto a de líder da montanha (Arrecadações da Quintã) está na posse de Steven Polanco (Alleata/CC Farto), ficando a da juventude (Cision) com João Macedo (Sicasal/Liberty Seguros/Bombarralense).

Amanhã corre-se a segunda etapa, ligação entre Melgaço e Castro Laboreiro, na distância de 91,3 kms, com a partida, às 14 horas, no centro da vila minhota, conhecida como o destino mais radical de Portugal, e o alto de Castro Laboreiro, estando prevista a chegada para as 16horas e 24 minutos. No decorrer da tirada, os ciclistas vão enfrentar três metas de montanha, Arrecadações da Quintã, a primeira situada em São Gregório (duas passagens), contagem de 3ª categoria, e Castro Laboreiro, coincidente com a meta, contagem de 1ª categoria. As metas volantes Controlsafe estão marcadas para Prado e Alvarelho, situadas ao km 34,4 e 43,1 respetivamente.

Vieira do Minho, terra de encantos, ao acolher a partida e chegada da última etapa será o concelho que consagrará o vencedor da 30ª edição do Grande Prémio do Minho.

O 30º Grande Prémio do Minho, organizado pela Associação de Ciclismo do Minho em parceria com a Federação Portuguesa de Ciclismo, conta com o apoio da União de Freguesias da Cidade (Guimarães), Câmara Municipal de Vieira do Minho, Câmara Municipal de Melgaço, CJR - Candido José Rodrigues (Camisola Amarela), Controlsafe(Camisola Verde), Arrecadações da Quintã (Camisola Azul), Cision (Camisola Laranja), Universidade do Minho (Camisola Branca), Centro de Estágios de Melgaço, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade , POPP Design, AFAcycles, Costa & Guerreiro – Erre Labels, Jopedois, Auto Terror, Guimarpeixe, Saúde Constante, Salvaggio, RS Bikes, Roda na Frente e  Correio do Minho.

Fonte: ACM