sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

“Triatlo Calendário Competitivo 2019”

Apesar de uma oferta global semelhante, existem algumas alterações e novidades para este ano.

A época de provas de Triatlo teve início no dia 27 de janeiro de 2019 com o Campeonato Nacional de Clubes de Cross no Parque da Belavista e estende-se até 27 de outubro, com o Algarve TriRun 5.0, Campeonato Nacional de Clubes Triatlo Longa Distância.

Depois das alterações implementadas em 2018, a próxima época de provas de triatlo manterá um formato de provas semelhante ao ano anterior.

Nas provas internacionais, para além das já existentes, irá realizar-se mais uma Taça da Europa de Triatlo na distância sprint, que será simultaneamente Campeonato Mediterrânico, com data marcada para 11 de maio em Sines.

Os restantes três eventos internacionais irão manter a sua organização em terras lusas, com a Taça da Europa de Quarteira a abrir a época (Elites e Juniores na distância sprint) nos dias 27 e 28 de abril, uma prova onde no ano passado houve dois pódios portugueses na competição feminina de elites e juniores. Este evento inclui a Taça de Portugal, que em 2018 contou uma participação em massa dos clubes nacionais, tendo esgotado as inscrições.

O Triatlo de Lisboa recebe o Campeonato da Europa de Clubes de Estafetas Mistas no dia 5 de outubro, uma prova dinâmica conta com o muito apoio do público assistente.

Esta prova está novamente integrada no My LX Triathlon Experience, a prova promoção da modalidade que em 2018 levou muitas pessoas a participarem num Triatlo pela primeira vez.

É nos dias 26 e 27 de outubro que se irão realizar a Taça da Europa de Triatlo e a Taça do Mundo de Paratriatlo, a terem lugar no Funchal, que no ano anterior contaram com uma muito boa participação e com uma organização de excelência por parte dos dirigentes madeirenses.

O nosso país recebe assim em 2018 quatro eventos ETU e um ITU que irão contribuir para a promoção da imagem do Triatlo em Portugal, ajudando a aumentar a notoriedade da modalidade e promovendo igualmente o turismo no nosso país, com a estadia de triatletas estrangeiros, de staff, familiares e amigos.

 A FTP está também a apoiar aquela que se pretende que tenha a maior participação nacional de sempre numa prova internacional, incentivando e apoiando os triatletas a marcarem presença no Campeonato do Mundo de Multisport da ITU, que se irá realizar de 27 de abril a 4 de maio de 2019, em Pontevedra, no norte de Espanha, uma cidade de grande beleza e com potencial turístico.

Em 2019, o calendário da Federação de Triatlo de Portugal conta com as seguintes provas:

• 2 Triatlos Standard;

• 1 Triatlo Standard sem roda;

• 6 Triatlos Sprint;

• 1 Triatlo Super-Sprint com apuramentos e finais;

• 2 Triatlos por Equipas (Estafetas Super Sprint e estafetas mistas Super Sprint);

• 1 Triatlo em Contrarrelógio por Equipas (Sprint);

• 1 Triatlo em Contrarrelógio Individual (Sprint);

• 2 Triatlos Cross;

• 2 Triatlos de Média Distância;

• 1 Triatlo de Longa Distância;

• 1 Duatlo Standard;

• 2 Duatlos Sprint;

• 1 Duatlo por Equipas (Estafetas Super Sprint);

• 1 Duatlo em Contrarrelógio Individual (Sprint);

• 4 Duatlos Cross;

• 1 Aquatlo Sprint;

• 1 Aquatlo por Equipas (Estafetas Super Sprint);

• 1 Swimrun;

• 7 Provas Jovens.

 A participação individual nas provas irá manter-se nos mesmos moldes, nomeadamente nos escalões, em que a aplicação do escalão de elites se efetua apenas nas provas do Campeonato Individual de Triatlo.

No Campeonato Nacional de clubes, apesar do figurino semelhante ao do ano transato, propõe-se que para as competições por clubes passem a contar os quatro melhores atletas masculinos de cada clube, aplicando-se estes critérios ao Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo e à Taça de Portugal.

Para beneficiar os clubes que dediquem um investimento maior na formação e na profundidade das suas equipas, uma das etapas do Campeonato Nacional de Clubes (Prova Sprint) apresenta um modelo de classificação diferente, para o qual pontuam os 10 ou 6 melhores classificados de cada clube, caso se tratem de equipas masculinas ou femininas respetivamente.

 A Federação de Triatlo de Portugal voltou a integrar as duas vertentes de Duatlo e Triatlo Cross num Campeonato Cross de Clubes, já que a separação que se desenvolveu no ano anterior não trouxe maior competição, simplificando-se assim o quadro competitivo.

A melhoria da qualidade dos Campeonatos Individuais de Clubes irá prolongar-se para a próxima época, estendendo-se à longa distância, onde se irá garantir maior interatividade e comunicação com garantia de tempos online, streaming vídeo ou através do reforço de recursos humanos com atribuições específicas na área da comunicação destes eventos.

Acreditamos que uma maior notoriedade do triatlo trará benefícios a todos os envolvidos, sendo para isso fundamental desenvolver ações direcionadas para a exposição mediática de atletas e de clubes para que, a médio prazo, haja maior interesse por parte de patrocinadores conduzindo também à possibilidade de aumentar os prémios monetários nas provas.

 Campeonato Nacional Jovem de Clubes

Haverá alteração do formato no Campeonato Nacional Jovem, com sete provas nacionais integradas num evento de dois dias: o primeiro dia é dedicado à competição, e o segundo dia integra várias ações complementares (workshops, experimentação de outras modalidades ou formações em várias áreas).

O foco no espírito e desportivo e fair play será também uma prioridade, com o desenvolvimento de várias ações, entre as quais destacamos a adesão ao Cartão Branco implementada pela primeira vez no 6º Duatlo de Rio Maior. O segundo dia pretende tem como principal objetivo o desenvolvimento social e pessoal dos jovens triatletas.

Ainda na vertente jovem, continuando com o princípio de redução da competitividade nos escalões de formação, será eliminado o Campeonato Nacional de Iniciados, passando os atletas a contar exclusivamente para a classificação dos seus clubes.

 Criação do Circuito Super Sprint

A Federação de Triatlo de Portugal pretende criar um circuito Super Sprint que irá integrar três provas. Os objetivos são permitir que os cadetes compitam numa prova absoluta, numa distância que lhes é mais favorável, estimular a participação em provas de menor distância, para que os atletas mantenham a velocidade em prova, e perspetivar a participação no novo formato de provas internacional de estafetas mistas. Por outro lado, este circuito de três provas irá motivar a comunidade em experimentar o triatlo, participando em distâncias curtas e acessíveis.

Campeonatos Ibéricos

O Campeonato Ibérico Individual de Triatlo de Média Distância será disputado numa única prova em Caminha, no dia 23 de junho, onde se pretende ampliar a divulgação junto da comunidade nacional e espanhola, de modo a termos uma competição renhida e equilibrada.

O Campeonato Ibérico Individual de Triatlo de Longa Distância terá uma prova única que se irá realizar em Salamanca no dia 30 de junho.

A Federação de Triatlo de Portugal deseja que todos tenham uma execelente época de provas desportivas.

“Glasgow recebe primeiros Mundiais conjuntos das várias vertentes do ciclismo”

Anunciou esta sexta-feira a União Ciclista Internacional

Por: Lusa

A cidade escocesa de Glasgow será a anfitriã da edição inaugural dos campeonatos do mundo de com 13 variantes do ciclismo, marcado para agosto de 2023, foi esta sexta-feira anunciado.

A União Ciclista Internacional (UCI) anunciou hoje, em comunicado, a intenção de fazer decorrer estes Mundiais unificado "em duas semanas em agosto de 2023", com 13 títulos em disputa.

A cidade de Glasgow foi escolhida depois de ter recebido já provas de ciclismo de pista e outros eventos, com destaque para o Velódromo Chris Hoy e o Centro de BMX de Glasgow, o que "retira a necessidade de construir nova infraestrutura".

Os Mundiais de ciclismo vão decorrer de quatro em quatro anos, sempre no ano pré-olímpico, sendo que o presidente da UCI, David Lappartient, destacou a medida como "histórica" por poder "mostrar ao mundo as diferentes disciplinas deste desporto".

Ao todo, são 13 as disciplinas que passam a juntar-se de quatro em quatro anos, com destaque para as provas de estrada, as provas paralímpicas, as corridas 'cross country' e BMX e o ciclismo de pista, além de provas de 'trials' e de 'granfondo'.

"Um evento como este representa uma maravilhosa oportunidade de encorajar a bicicleta como forma de mobilidade diária, garantindo um futuro sustentável para áreas urbanas e rurais e as suas populações", considerou Lappartient.

Fonte: Record on-line

“Nelson Oliveira sobe a quarto na Volta à Comunidade Valenciana”

Foi o melhor português na 3.ª etapa, com o mesmo tempo do vencedor

Por: Lusa

Foto: D.R. Record

O ciclista português Nelson Oliveira (Movistar) subiu esta sexta-feira a quarto da Volta à Comunidade Valenciana, após a terceira etapa, ganha pelo belga Greg Van Avermaet (CCC), enquanto o norueguês Edvald Boasson Hagen (Dimension Data) continua a liderar.

O campeão olímpico somou o primeiro triunfo da temporada, ao cumprir os 191 quilómetros entre Quart de Poblet e Chera em 5:00.16 horas, à frente do italiano Matteo Trentin (Mitchelton-Scott) e do espanhol Luis Leon Sanchez (Astana).

Nelson Oliveira foi o melhor português na tirada, na 21.ª posição, com o mesmo tempo do vencedor, tal como Amaro Antunes (CCC), que foi 24.º, e Rui Costa (UAE-Emirates), que foi 26.º.

Na geral, Boasson Hagen tem cinco segundos de avanço sobre o espanhol Ion Izagirre (Astana), oito sobre o belga Dylan Teuns (Bahrain Merida) e 11 sobre Nelson Oliveira, enquanto Rui Costa (UAE-Emirates) é 12.º, a 25 segundos.

O vencedor das duas últimas Voltas a Portugal, o espanhol Raúl Alarcón (W52-FC Porto), integrou a fuga do dia e tentou isolar-se, mas acabou por ser apanhado já dentro dos 15 quilómetros finais, terminando a 4.07 minutos de Van Avermaet.

Joaquim Silva, regressado esta ano aos dragões, seguia perto grupo principal, mas acabou por cair já na cidade de Chera, sendo o segundo da equipa portuguesa, na 51.ª posição, com o mesmo tempo de Edgar Pinto (48.º).

No sábado, corre-se a quarta etapa, com uma ligação entre Villarreal e Alcala-Alcocebre, num percurso de 188 quilómetros, que terá duas contagens de montanha de primeira categoria, a segunda coincidente com a meta.

Fonte: Record on-line

“Escola de Ciclismo de Matos Cheirinhos viaja até Sangalhos”

A Escola de Ciclismo de Matos Cheirinhos viaja até Sangalhos para a 3ª prova da Taça de Portugal -Troféu Sunlive.

Dia 9 estarão presentes, no troféu Sunlive, 3ª prova de pista para a Taça de Portugal, no velódromo de Sangalhos, última prova da taça.

Em competição vão estar os juvenis, Manuel Costa, Alex Tsorakidis, Tomás Mixão e Thomas Lopes.

Pelos cadetes, estarão presentes o Diogo Pinto, Martin Pereira, Gonçalo Branco e António Mateus e pelos juniores, Bruno Barão, Tomás Melo e Gabriel Fonseca.

Aprender, competir e dignificar as cores do clube!

Fonte: Escola de Ciclismo de Matos Cheirinhos

“Equipa Portugal/Francisco Campos segundo classificado na quarta etapa”

Por: José Carlos Gomes

O português Francisco Campos foi hoje o segundo classificado na quarta e penúltima do Tour de l’Espoir, prova da Taça das Nações de Sub-23, que decorre nos Camarões, subindo três lugares na geral, para o 14.º posto.

A viagem de 105,7 quilómetros entre Ngoulemakong a Yaoundé terminou ao sprint, entre um grupo muito “cortado”. Natnael Mebrahtom venceu, seguido de Francisco Campos e do compatriota Natnael Tesfazion.

A Equipa Portugal foi dos blocos que mais trabalharam para garantir uma chegada ao sprint e acabou por levar Francisco Campos ao pódio e à conquista de mais dois pontos para a classificação geral da Taça das Nações.

Gonçalo Carvalho, 15.º, a 12 segundos, e Miguel Salgueiro, 16.º, a 15 segundos, também chegaram perto da frente da corrida. Jorge Magalhães foi 60.º, a 3m15s, Gonçalo Leaça foi 62.º, a 3m18s, e Pedro Miguel Lopes foi 66.º, a 3m24s.

A etapa de hoje não modificou o topo da classificação geral, que continua comandada pelo eritreu Yacob Debesay, seguido pelo compatriota Natnael Mebrahtom, a 39 segundos, e pelo equatoriano Alexis Quinteros, a 1m33s.

Francisco Campos aproveitou para subir mais três posições, saltando para o 14.º lugar, a 4m16s do primeiro. Na Equipa Portugal seguem-se Gonçalo Carvalho, 17.º, a 4m46s, Jorge Magalhães, 40.º, a 11m46s, Miguel Salgueiro, 42.º, a 11m56s, Gonçalo Leaça, 63.º, a 25m24s, e Pedro Miguel Lopes, 65.º, a 25m30s.

O Tour de l’Espoir termina neste sábado. A quinta e última etapa, a disputar em circuito, terá 103,4 quilómetros, com partida e chegada em Yaoundé.

Fonte: FPC