quinta-feira, 30 de novembro de 2017

“Giro renuncia à designação 'Jerusalém Ocidental'”

Reação após ameaças do governo de Israel

Por Lusa

Foto: EPA

A organização da Volta a Itália satisfez esta quinta-feira a exigência do governo de Israel, alterando, na sua página oficial em inglês, a designação de Jerusalém Ocidental por Jerusalém. No site do Giro em inglês, que após a apresentação do percurso, na quarta-feira, em Milão, apresentava Jerusalém Ocidental como ponto de partida da 101.ª edição, pode agora ler-se apenas Jerusalém.

Na quarta-feira, o governo de Israel ameaçou os organizadores da Volta a Itália de cancelar o acordo para acolher o arranque da 101.ª edição, depois de, durante a apresentação do percurso, estes terem dito que a prova iria partir de Jerusalém Ocidental.

"Em Jerusalém, capital de Israel, não há este ou este. Há uma única Jerusalém unificada", frisaram os ministros israelitas do Desporto, Miri Regev, e do Turismo, Yariv Levin, num comunicado conjunto.

Ambos acusaram os organizadores do Giro quebrarem "os acordos com o governo israelita" durante a apresentação do percurso da 101.ª edição, que vai decorrer de 4 e 27 de maio, entre Jerusalém e Roma.

"Se a denominação escrita [na indicação do percurso] não mudar, o governo israelita não será parceiro deste evento", ameaçaram os ministros.

Questionados hoje sobre a mudança de designação, os organizadores da 'corsa rosa' justificaram que a designação Jerusalém Ocidental foi usada, num primeiro momento, por questões "meramente técnicas", uma vez que a prova vai partir dessa zona da cidade.

Os ministros do Desporto e do Turismo israelitas já reagiram, mostrando-se felizes "com a pronta decisão" dos organizadores.

Pela primeira vez na sua história, a Volta a Itália vai iniciar-se fora da Europa, com o arranque a ser dado, a 04 de maio, com um curto contrarrelógio na zona oeste de Jerusalém, em redor dos lugares mais simbólicos da cidade.

Jerusalém Oriental, a parte palestina da cidade, está ocupada desde 1967 e foi anexada em 1980 pelo Estado israelita, que proclamou a cidade como a sua capital indivisível. A anexação de Jerusalém Oriental não é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: Record on-line

“Israel ameaça abandonar prova após organização falar em Jerusalém Ocidental”

Instalada a polémica

Por: Lusa

Foto: EPA

O governo de Israel ameaçou esta quarta-feira os organizadores da Volta a Itália de cancelar o acordo para acolher o arranque da 101.ª edição, depois de, durante a apresentação do percurso, estes terem dito que a prova iria partir de Jerusalém Ocidental.

"Em Jerusalém, capital de Israel, não há este ou oeste. Há uma única Jerusalém unificada", frisaram os ministros israelitas do Desporto, Miri Regev, e do Turismo, Yariv Levin, num comunicado conjunto.

Ambos acusaram os organizadores do Giro de ter "quebrado os acordos com o governo israelita" durante a apresentação do percurso da 101.ª edição, que aconteceu em Milão.

"Se a denominação escrita [na indicação do percurso] não mudar, o governo israelita não será parceiro deste evento", asseveraram os ministros.

Pela primeira vez na sua história, a Volta a Itália vai iniciar-se fora da Europa, com o arranque a ser dado, a 4 de maio, por um curto contrarrelógio na zona oeste de Jerusalém, em redor dos lugares mais simbólicos da cidade.

Jerusalém Oriental, a parte palestina da cidade, está ocupada desde 1967 e foi anexada em 1980 pelo Estado israelita, que proclamou a cidade como a sua capital indivisível. A anexação de Jerusalém Oriental não é reconhecida pela Organização das Nações Unidas.

Fonte: Record 

“Nova edição da Revista Notícias do Pedal”

Já está on-line mais uma edição da “Revista Notícias do Pedal”, a edição de Setembro, a número 267, contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, pode mensalmente ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com descubra ainda outras novidades, conheça e esteja por dentro de todos os nossos projetos, boas leituras…

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

“Volta a Itália 2018 homenageia Bartali em Israel e trepadores com oito chegadas em alto”

Prova vai para a estrada entre 4 e 27 de maio

Por: Lusa

Foto: EPA

A 101.ª edição da Volta a Itália, que vai para a estrada entre 4 e 27 de maio, terá oito chegadas em alto, incluindo ao temível Monte Zoncolan, e vai homenagear o campeoníssimo ciclista italiano Gino Bartali.

O percurso de 3546 quilómetros, apresentado esta quarta-feira em Milão, vai iniciar-se com um curto contrarrelógio em Jerusalém, primeira paragem da incursão da 'corsa rosa' por Israel, que servirá para homenagear o 'campeoníssimo' Gino Bartali, triplo vencedor do Giro (1936, 1937 e 1946), reconhecido pelo seu papel durante a II Guerra Mundial.

"As [três] etapas em Israel ser-lhe-ão dedicadas", confirmou hoje o diretor da prova, Mauro Vegni.

Após o 'crono' inicial de 9,7 quilómetros, o pelotão permanecerá outros dois dias em território israelita, antes de rumar à Sicília, onde enfrentará a primeira chegada em alto, no final da sexta etapa.

A montanha, ao contrário dos contrarrelógios -- além daquele que os ciclistas vão cumprir no primeiro dia, só haverá outro, na 16.ª etapa, num total de 34,5 quilómetros, entre Trente e Rovereto -, vai estar bem presente, com a 14.ª tirada a escalar o 'assustador' Zoncolan, pela mais difícil vertente de Ovaro (dez quilómetros com uma pendente média de 11% e troços de 22% de inclinação).

Para a última semana ficou reservado um 'tríptico' alpino, com o percurso a encadear chegadas consecutivas a Prato Nevoso (18.ª), Bardonnèche (19.ª) e Cervinia (20.ª).

No último dia, o vencedor da 101.ª edição poderá exibir a sua camisola rosa nos 118 quilómetros da última etapa, que vai começar e acabar em Roma, cidade que só em três ocasiões (1911, 1950 e 2009) recebeu o pódio final do Giro.

Fonte: Record on-line

“Chris Froome vai fazer o Giro de 2018”

Britânico nunca venceu a prova

Por: Ana Paula Marques

Foto: EPA

Chris Froome confirmou esta quarta-feira a participação na Volta a Itália de 2018, tentando vencer a prova pela primeira vez e assim juntar-se aos que ganharam as três grandes provas por etapas. O britânico da Sky soma cinco triunfos no Tour e um na Vuelta.

"Vemo-nos no Giro em 2018", disse o Froome numa mensagem por vídeo divulgada pela organização durante a apresentação do percurso.

Na cerimónia estiveram presentes, entre outros, o vencedor de 2017, o holandês Tom Dumoulin, bem como os italianos Vincenzo Nibali e Fabio Aru, todos a apontar baterias para a corrida italiana, pelo que a primeira prova de três semanas do ano em 2018 tem tudo para ser um grande acontecimento, até porque apresenta como outra grande novidade o facto de começar em Israel no dia 1 de maio.

O britânico não deixará de apostar também no Tour, pelo que poderá em 2018 conseguir a dobradinha.

Fonte: Record on-line

“Froome confirma presença na edição de 2018”

Britânico vai estrear-se na prova transalpina

Por: Fábio Lima

Foto: Reuters

Depois de ter lançado a possibilidade na Vuelta deste ano, Chris Froome cumpriu mesmo. O britânico, de 32 anos, confirmou esta quarta-feira, através de um vídeo partilhado na apresentação da edição do próximo ano, que irá participar pela primeira vez na sua carreira no Giro.

"Olá a todos. Estou entusiasmado para vos ver a todos na linha de partida do Giro'2018", disse o ciclista da Sky, num curto vídeo de oito segundos que bastou para deixar os fãs do ciclismo mundial naturalmente em pulgas com a próxima edição da Volta a Itália.

Froome, recorde-se, já venceu o Tour por quatro vezes (2013, 2015, 2016 e 2017) e a Vuelta numa ocasião (2017). Agora, em 2018, é bem provável que tente conquistar as três provas... no mesmo ano.

Fonte: Record on-line

“EFAPEL com bicicletas Cipollini na próxima época”

Corredores já tiveram o primeiro contacto com as novas “máquinas”

Os ciclistas da equipa de ciclismo EFAPEL vão continuar a pedalar com o amarelo e preto como cores predominantes. Além dos equipamentos, verdadeira imagem de marca desta formação, também as bicicletas vão ser nestes tons. O acordo celebrado é para vários anos. Por isso, entre 2018 e 2020, os corredores da estrutura liderada por Carlos Pereira vão ter à sua disposição bicicletas Cipollini.

A marca italiana do carismático e bem-sucedido sprinter daquele país, Mario Cipollini, é a fornecedora das bicicletas para a EFAPEL durante a temporada de 2018. Os nove ciclistas da equipa vão defender as cores tradicionais com o modelo Bond, desenhado para responder às exigências das corridas de ciclismo, em particular as etapas em linha. Além disso, os corredores da EFAPEL também terão bicicletas específicas para utilizarem em contra relógio.

Durante o estágio, os elementos da equipa, técnicos e ciclistas, visitaram as instalações do representante da Cipollini em Portugal, a Tecnocycle, em Braga, e tiveram o primeiro contacto com as bicicletas com que vão pedalar a partir do dia um de Janeiro do próximo ano. “Estamos muito entusiasmados. As primeiras impressões são extremamente positivas. O design é fabuloso e a qualidade de construção impressiona. Ainda não sabemos que equipamento vão ter mas não temos dúvidas que teremos todas as condições para pedalar e sermos rápidos nas estradas”, afirmou um dos ciclistas da equipa, Rafael Silva.

No programa de estágio, a apresentação das novas bicicletas aconteceu já depois dos ciclistas da EFAPEL terem realizado o trabalho físico do dia. No plano de hoje estava contemplado um passeio de BTT, o segundo em que os corredores da equipa pedalaram em conjunto.

O estágio termina amanhã com mais uma saída da equipa de bicicleta como ponto alto do trabalho realizado a pensar em 2018.

Fonte: Efapel

terça-feira, 28 de novembro de 2017

“Shimano apostar todos os anos no desenvolvimento de vestuário e calçado funcional para uso urbano”

Por: Nuno Candeias

A Shimano tem vindo a apostar todos os anos no desenvolvimento de vestuário e calçado funcional para uso urbano para utilizadores de bicicleta na cidade ou mesmo para quem se desloca diariamente na cidade para o escritório, para este Inverno um casaco Hardshell totalmente impermeável, e um outro casaco impermeável ao vento.

Casacos Shimano Inverno 2017/18

A estação fria está instalada, é tempo de começar a pensar no vestuário para a chuva e frio. Se nos dias de vento e chuva sair da cama é um esforço tremendo, vamos imaginar como pode ser desmotivante deslocarmo-nos na cidade de bicicleta ou a pé sob condições climáticas adversas, com vento ou chuva intensa.

Na Shimano estamos focados na funcionalidade para todo o tipo de ciclistas, por esse motivo otimizámos os materiais, padrões e tecidos. O nosso distinto método de refletividade combina com o nosso estilo vanguardista.

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Distribuidor Oficial: Sociedade Comercial Vouga

Fonte: Sociedade Comercial Vouga

“W52-FC Porto renova com três ciclistas”

Daniel Freitas, Ángel Rebollido e Tiago Ferreira fecham o plantel

Por: Lusa

Foto: FC Porto

Os ciclistas Daniel Freitas, Ángel Rebollido e Tiago Ferreira renovaram contrato por mais um ano com o W52-FC Porto, que anunciou o fecho do plantel para a temporada de 2018.

"Representar pela terceira época a W52-FC Porto-Mestre da Cor é um orgulho. Fazer parte da melhor equipa portuguesa fez-me crescer e todos os dias querer mais", disse Daniel Freitas ao sítio do clube.

Daniel Freitas, de 26 anos, espera "retribuir com vitórias" a confiança depositada em si pelo técnico Nuno Ribeiro e que a equipa consiga alcançar os objetivos a que se propõe.

O espanhol Ángel Sánchez Rebollido, de 24 anos, também se declarou orgulhoso por continuar a vestir de azul e branco e prometeu dar o seu melhor "para ajudar a equipa a conquistar todos os objetivos. E que seja um ano de vitórias".

Tiago Ferreira, trepador de 23 anos que integrou este ano o projeto, também está pronto para mais uma temporada em que o principal objetivo será de novo a Volta a Portugal, nas duas épocas ganha por ciclistas do clube, Rui Vinhas e Raul Alarcon.

"Estou aqui para ajudar a minha equipa a crescer e a cumprir tudo o que nos for proposto. Quando tiver a minha oportunidade a nível individual irei dar o meu máximo", disse Tiago Ferreira.

Com a renovação dos contratos de Daniel Freitas, Ángel Rebollido e Tiago Ferreira, a W52-FC Porto dá por concluído o plantel para a temporada de 2018, que inclui ainda os seguintes ciclistas: António Carvalho, César Fonte (ex-LA Alumínios). Gustavo Veloso, João Rodrigues, José Fernandes (ex-Liberty Seguros), Ricardo Mestre, Raúl Alarcón, Rui Vinhas e Samuel Caldeira.

Fonte: Record on-line

“EFAPEL já prepara a temporada de 2018”

Equipa realiza primeiro estágio de conjunto em Ovar

O plantel formado pela equipa de ciclismo EFAPEL a pensar na próxima temporada está reunido, pela primeira vez, até quinta-feira, dia 30. Elementos da direcção, técnicos e os nove corredores da estrutura estão em Ovar a preparar, em conjunto, a época que começa em Fevereiro de 2018. Definir objectivos e desenvolver o espírito do grupo são as principais metas desta reunião em Ovar.

Os nove ciclistas que vão representar a equipa de ciclismo EFAPEL já pedalam juntos. Bruno Silva, Daniel Mestre, David Arroyo, Henrique Casimiro, Jesus del Pino, Marcos Jurado, Pedro Paulinho, Rafael Silva e Sérgio Paulinho estão a percorrer os primeiros quilómetros mas sem ser nas bicicletas de estrada que habitualmente utilizam nas provas em que a formação de Ovar participa.

O estágio que começou ontem ao fim do dia e se prolonga até quinta-feira, é a oportunidade que os responsáveis da formação têm para desenvolver trabalho conjunto e para que os elementos que ainda não se conhecem possam trabalhar juntos. Nesta sessão, os corredores realizam exames médicos para validar a condição física de cada um, numa parceria com a HMED, fazem exames de biomecânica para afinar as bicicletas às características de cada ciclista e fazem as primeiras voltas em conjunto, na modalidade de BTT.

“Estamos a preparar um novo ciclo competitivo na EFAPEL. Esta época é muito importante pois os ciclistas estão a começar o planeamento de treinos com vista à nova temporada. Além disso, sempre procurámos ter um fantástico espírito de grupo. Este só é possível se as pessoas estiverem juntas. É por isso que realizamos este estágio de preparação do próximo ano. Alguns ciclistas nunca tinham pedalado nem corrido juntos. Também os técnicos participam activamente nestas actividades”, explicou o presidente da equipa, Carlos Pereira.

Os parceiros deste projecto desportivo aproveitam o estágio para prepararem o novo ano. A linha de equipamentos já está a ser preparada e, com base nas avaliações biomecânicas, os técnicos da marca de bicicletas vão preparar as de competição e as que os corredores da EFAPEL vão utilizar nos treinos para as corridas.

Uma das primeiras acções realizadas foi a escolha dos selins. Para tal, a equipa EFAPEL conta com uma empresa especialista, a ESSAX. A companhia procedeu à avaliação fisionómica de cada atleta para determinar que selim se adequaria melhor às características de cada um.

Fonte: Efapel

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

“MARQUES MENDES É PRESIDENTE DA RECÉM-CRIADA FEDERAÇÃO CABO-VERDIANA DE CICLISMO”

A criação deste organismo teve o propósito de responder às recomendações de vários entidades e atletas.

Marques Mendes, um dos impulsionadores das provas de ciclismo em Santiago Sul, foi eleito, este sábado, presidente da direção da Federação Cabo-verdiana de Ciclismo, em Assembleia-geral constituinte realizada na sede da Federação Cabo-verdiana de Futebol.

Ao que apurou a Inforpress junto dos organizadores desta assembleia, a criação deste organismo teve o propósito de responder às recomendações saídas no decurso de diversas auscultações feitas junto às associações regionais, atletas, agentes e entidades ligadas ao ciclismo nacional, sobre a necessidade de reativação/criação da Federação Cabo-verdiana de Ciclismo.

O evento contou com a participação da Associação Regional de Ciclismo – Santiago Sul, da Associação de Ciclismo Santiago Norte, da Associação de Ciclismo de Calheta de S. Miguel e da Associação Regional de São Vicente de Ciclismo.

Esta assembleia surgiu na sequência de um primeiro encontro de trabalho realizado no início deste mês, também na Cidade da Praia, na qual as associações de ciclismo aprovaram os Estatutos da Federação, ao mesmo tempo que calendarizaram esta assembleia-geral constituinte, bem como a tomada de posse simbólica.

Fonte: Sapo on-line

“Um cemitério de bicicletas na China. É isto que fica quando uma empresa de bike sharing chega à falência”

Um amontoado de bicicletas de várias cores, ocupando uma área aproximadamente do tamanho de um campo de futebol. Para alcançar o seu topo são necessárias gruas e o impacto que causa não deixa ninguém indiferente. Se podia ser uma instalação artística? Podia. Mas é, sim, uma outra forma de olhar para a indústria de bike sharing [partilha de bicicletas] na China.

O registo, por parte de um fotógrafo de Xiamen, no sudeste do país, pretende mostrar a realidade vivida depois da falência de empresas responsáveis pela prática de partilha de bicicletas, conta o The Guardian. O amontoado de velocípedes é, na verdade, um cemitério onde repousam bicicletas de três grandes empresas chinesas: Mobike, Ofo e Bluegogo, agora extinta.

A prática de bike sharing cresceu na China, falando-se na Bluegogo como uma “Uber das bicicletas”. Apenas com um smartphone era possível desbloquear as bicicletas, que podiam ser usadas e deixadas em qualquer lugar, uma vez que tinham um sistema GPS integrado que permitia a sua localização.

Contudo, existem demasiadas bicicletas e pouca procura. A Bluegogo já pediu desculpa pela situação, com o seu diretor executivo a assumir que foi “demasiado arrogante”.

A empresa, ao cobrar um pequeno valor por ciclos de 30 minutos, não aguentou a concorrência de outras empresas que inundaram as cidades de bicicletas para garantir que havia sempre veículos disponíveis: existem, em Xangai, 1,5 milhões de bicicletas espalhadas pelas ruas.

Alguns exemplos de bike sharing em Portugal

Em Lisboa foi iniciado este ano um sistema de bicicletas partilhadas. Em vigor desde 19 de setembro, o projeto “Gira” registou, durante o primeiro mês de funcionamento, mais de seis mil viagens realizadas nas 100 bicicletas disponíveis no Parque das Nações, segundo a Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento (EMEL).

Segundo dados divulgados à Agência Lusa, entre 19 de setembro e 18 de outubro tinham sido subscritos “860 passes, dos quais mais de 90% são anuais”.

A marca “Gira” está disponível no Parque das Nações, São Sebastião, avenidas de Roma e do Brasil e no Saldanha. Está previsto que o sistema se alargue até 140 estações, contando com 1.410 bicicletas.

A empresa chinesa Ofo também chegou a Portugal, mais precisamente a Cascais. Em outubro, dezenas de bicicletas amarelas marcaram presença frente aos Paços do Concelho, marcando o início de um projeto em que Cascais é o município piloto no país e utilizar a primeira plataforma e líder mundial no mercado de bike sharing.

No entanto, Cascais tinha já um sistema de bicicletas a funcionar, através da MobiCascais (plataforma de mobilidade integrada), um programa destinado a residentes, trabalhadores e visitantes do concelho.

Também em Torres Vedras se partilham bicicletas, aproveitando a deixa para homenagear Joaquim Agostinho, conhecido ciclista do concelho. As “Agostinhas” permitem andar pela cidade, existindo 11 estações disponíveis e duas modalidades de veículos: bicicletas a pedal ou elétricas. O objetivo é, sempre, proporcionar uma forma de transporte urbano rápido e flexível, contribuindo ainda para a prática de exercício físico.

Fonte: Sapo on-line

“Ana Filipa Santos e João Ferreira sagram-se campeões nacionais de triatlo longo”

Ana Filipa Santos e João Ferreira conquistaram o lugar mais alto do pódio do Campeonato Nacional Individual de Triatlo Longo e sagraram-se hoje, dia 26 de Novembro, campeões nacionais da modalidade. Os dois triatletas mostraram enorme qualidade num evento que foi dedicado aos amantes da longa distância e que celebrou o encerrar do calendário competitivo nacional em Vilamoura, no Algarve.

Foram mais de uma centena os triatletas que acompanharam o desfecho da temporada de 2017 até às águas e estradas do Algarve, numa competição que guardou para o último fim-de-semana de Novembro a atribuição dos títulos individuais de longa distância mais importantes no nosso país. Com um leque de atletas de renome no cenário competitivo português a prova disputou-se até aos momentos finais e ficou marcada não só pela competitividade como pela vontade de completar o desafio e de fazer parte da enorme família do triatlo.

Com partida assinalada na praia de Vilamoura a competição desafiou todos os presentes a completar 1,9km de natação, seguidos de 91,5km de ciclismo e de uma corrida final que totalizou 21km percorridos ao longo da linha costeira entre Vilamoura e Quarteira. Na competição masculina o destaque centrou-se em torno do homem que liderou a prova nos seus momentos iniciais e que viria a ser o primeiro a cruzar a linha da meta. O triatleta do Estoril Praia Fisiogaspar, João Ferreira, foi o primeiro a chegar à praia e a iniciar o percurso de ciclismo. Ainda que ameaçado por intermédio de Fábio Azinheirinha, foi capaz de demonstrar enorme qualidade nos dois últimos segmentos da prova e, com os melhores parciais de ciclismo e de corrida, cortou a meta em primeiro lugar, sagrando-se Campeão Nacional Individual de Triatlo Longo. Azinheirinha, Outsystems Olímpico de Oeiras, conseguiu uma grande performance que lhe permitiu alcançar o segundo lugar no campeonato e Jorge Duarte, colega de equipa de Fábio, completou o pódio absoluto masculino na terceira posição.

Na frente feminina a competição registou contornos idênticos com o natural favoritismo à partida de Ana Filipa Santos, até à data bicampeã nacional da modalidade. A triatleta do Rio Maior Triatlo lançou-se nesta prova com vontade de subir ao mais alto lugar do pódio nacional da longa distância e, com uma prestação exemplar, demonstrou total domínio sobre as adversárias, registando os melhores parciais em todos os segmentos da prova. Com uma liderança que cimentou desde o início da competição, Ana Filipa Santos cortou a meta com uma vantagem superior a 16 minutos para a segunda classificada e conquistou o título português pela terceira vez consecutiva. Rita Maria Lopes, atleta do Sporting Clube de Espinho, foi a segunda mulher mais forte do dia, sagrando-se Vice-Campeã Nacional de Triatlo Longo. Liliana Veríssimo, do Núcleo do Sporting da Golegã, foi terceira classificada e última medalhada nacional de 2017.

O III Triatlo Longo de Vilamoura foi uma organização conjunta da Câmara Municipal de Loulé e da Federação de Triatlo de Portugal que encerrou o último fim-de-semana competitivo da época de 2017 e que nos deixou a todos com vontade de rapidamente chegar a 2018 e de ver mais competições das nossas modalidades. Congratulamos todos os vencedores da tarde de hoje e desejamos encontrar novamente todos reunidos na Festa e Gala do Triatlo que decorrerá no próximo dia 2 de Dezembro, em Sines, e onde serão entregues os troféus desta prova.

Fonte: FPC

“Rui Costa: «A época que se avizinha será melhor»”

Ciclista lembrou que teve "alguns problemas" que o condicionaram

Por: Lusa

Foto: MOVENOTÍCIAS

O ciclista português Rui Costa reconheceu que a sua temporada velocipédica deste ano "poderia ter corrido melhor", lembrando que teve "alguns problemas" que o condicionaram.

O ciclista da formação da UAE Emirates apontou que a temporada até arrancou de forma positiva, com o triunfo em Abu Dhabi, mas lamentou não ter dado sequência, nomeadamente com a conquistada vitórias em etapas na Volta a Itália e na Volta a Espanha.

"Poderíamos estar a falar de forma diferente se tivesse vencido algo no Giro ou na Vuelta, mas não vamos dramatizar. Tive alguns problemas de saúde, e também mecânicos, que acabaram por condicionar o meu desempenho", disse Rui Costa.

Fechado este capítulo competitivo, o corredor natural de Aguçadoura, uma freguesia da Póvoa de Varzim, diz estar já "a pensar no futuro", com a certeza de que "a época que se avizinha será melhor".

"Vou começar numa prova que nunca fiz, na Austrália [Tour Down Under], e que será uma coisa diferente para mim. Depois, passarei por Omã e Tirreno-Adriático. Tenho treinado com muita dedicação para que esteja preparado e as coisas saiam bem", partilhou.

Sobre a possibilidade de 2018 poder competir na Volta a França, prova em que não participou este ano, por estratégia da sua equipa, Rui Costa disse que "ainda está tudo em aberto".

"Ainda não está programado. Só sei, para já, que irei fazer essas provas que referi, de forma a me preparar para as outras provas míticas. Só depois do início iremos definir", afirmou.

O campeão do mundo de 2013 falou deste momento da sua carreira à margem de uma tradicional iniciativa solidária que organiza na sua terra natal, o circuito Amigos do Rui Costa.

A iniciativa contemplou um passeio de 20 quilómetros, na parte da manhã e uma vertente competitiva na parte de tarde. No evento participaram mais de duas centenas de ciclistas amadores e cicloturistas, mas também alguns profissionais como Tiago Machado, e os gémeos Ivo e Rui Oliveira.

A receita com as inscrições neste evento reverteu, na totalidade, para o MAPADI, uma instituição que presta formação e apoio a pessoas com deficiência.

Fonte: FPC

sábado, 25 de novembro de 2017

“Volta ao Algarve de 2018 parte de Albufeira e termina no alto do Malhão”

Anunciou a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), em comunicado Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo

Por: Lusa

Foto: Direitos Reservados

A 44.ª edição da Volta ao Algarve parte de Albufeira, em 14 de fevereiro de 2018, e termina no alto do Malhão, quatro dias mais tarde, anunciou a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), em comunicado.

A FPC assinalou que as cinco etapas que compõem a prova algarvia do próximo ano, cujo percurso detalhado será apresentado em dezembro, terão "um desenho semelhante ao das edições anteriores, oferecendo oportunidades para sprinters, trepadores e contrarrelogistas".

Após uma etapa inicial, entre Albufeira e Lagos, com previsível chegada em pelotão, os trepadores deverão ter a sua oportunidade na segunda tirada, entre Sagres e o alto da Fóia, antes de um contrarrelógio individual, em Lagoa.

O quarto dia de prova, de novo favorável aos sprinters, vai ligar Almodôvar a Tavira, com a prova a terminar no dia seguinte, no alto do Malhão, após uma etapa que terá partida em Faro, de regresso ao itinerário da prova.

De acordo com o organismo federativo, em 2017, a Volta ao Algarve contou com a participação de 12 equipas do WorldTour, tendo sido a corrida por etapas fora do circuito que mais equipas de primeira divisão do ciclismo mundial conseguiu atrair.

Percurso da Volta ao Algarve de 2018:

1.ª Etapa: Albufeira -- Lagos.

2.ª Etapa: Sagres -- Fóia.

3.ª Etapa: Lagoa -- Lagoa (contrarrelógio individual).

4.ª Etapa: Almodôvar -- Tavira.

5.ª Etapa: Faro -- Malhão.

Fonte: Record on-line

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

“Volta ao Algarve”

Anunciados os locais de partida e de chegada das etapas

Por: José Carlos Gomes

A 44.ª edição da Volta ao Algarve vai realizar-se entre 14 e 18 de fevereiro. As cinco etapas terão um desenho semelhante ao das edições anteriores, oferecendo oportunidades para sprinters, trepadores e contrarrelogistas.

No início de dezembro daremos a conhecer o percurso detalhado, que incluirá algumas surpresas, especialmente na chegada da segunda etapa e no contrarrelógio. Podemos, no entanto, adiantar já as localidades de partida e de chegada de cada tirada.

A prova começa no dia 14 de fevereiro com uma etapa ao jeito dos sprinters, ligando Albufeira a Lagos. Os trepadores terão a primeira oportunidade ao segundo dia de competição, uma jornada que começa em Sagres e que termina no alto da Fóia, que será alcançado pela vertente com mais quilómetros de subida, diferente das soluções encontradas nos dois últimos anos.

A terceira etapa será um contrarrelógio individual, totalmente distinto do disputado nas edições mais recentes da corrida. Desta feita será mais exigente, com partida e chegada em Lagoa.

Ao quarto dia o pelotão sai de Almodôvar e termina a viagem em Tavira, previsivelmente com uma chegada ao sprint. Será um dia de grande agitação velocipédica na cidade do Gilão, que acolhe também o Algarve Granfondo, no qual são esperados mais de 800 participantes.

A corrida termina, como já é tradição, com uma chegada ao alto do Malhão, no concelho de Loulé. Desta vez, a partida será de Faro, marcando o regresso desta cidade ao itinerário da prova.

A Volta ao Algarve tem, pelo segundo ano consecutivo, a categoria 2.HC, a mais elevada dos calendários internacionais excluindo as corridas WorldTour.

A Volta ao Algarve tem vindo a afirmar-se como um dos eventos com maior qualidade desportiva realizados em Portugal. A edição de 2017 contou com 12 equipas do WorldTour, sendo a corrida por etapas fora do WorldTour que mais equipas de primeira divisão conseguiu atrair. Neste momento decorrem negociações para formar o pelotão de 2018, havendo contactos com cerca de 40 equipas que terão de ser escolhidas para preencher as 25 vagas disponíveis.

Etapas

1.ª Etapa: Albufeira – Lagos

2.ª Etapa: Sagres – Fóia

3.ª Etapa: Lagoa – Lagoa (CRI)

4.ª Etapa: Almodôvar – Tavira

5.ª Etapa: Faro - Malhão

Últimos Vencedores da Volta ao Algarve

2017 – Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo)

2016 - Geraint Thomas (Sky)

2015 - Geraint Thomas (Sky)

2014 - Michal Kwiatkowski (Omega Pharma-QuickStep)

2013 - Tony Martin (Omega Pharma-QuickStep)

2012 - Richie Porte (Sky)

2011 - Tony Martin (HTC-Highroad)

2010 - Alberto Contador (Astana)

2009 - Alberto Contador (Astana)

2008 - Stijn Devolder (QuickStep)

Últimos vencedores de etapas em:

Lagos

2017 - Fernando Gaviria (QuickStep-Floors)

2011 - John Degenkolb (HTC-High Road)

2010 - André Greipel (Team HTC-Columbia)

2009 - Koldo Fernández (Euskaltel-Euskadi)

2008 - Tomas Vaitkus (Astana)

Fóia

2017 - Daniel Martin (QuickStep-Floors)

2016 - Luis León Sánchez (Astana)

2002 - Alex Zülle (Team Coast)

2001 - José Azevedo (ONCE)

2000 - José Azevedo (Maia-MSS)

Lagoa

2013 - Theo Bos (Blanco)

2012 - Edvald Boasson Hagen (Sky)

2004 - Martin Garrido (Barbot-Gaia)

Tavira

2017 - André Greipel (Lotto Soudal)

2016 - Marcel Kittel (Etixx-QuickStep)

2013 - Tony Martin (Omega Pharma-QuickStep)

2012 - Gerald Ciolek (Omega Pharma-QuickStep)

2011 - André Greipel (Omega Pharma-Lotto)

Malhão

2017 - Amaro Antunes (W52-FC Porto)

2016 - Alberto Contador (Tinkoff)

2015 - Richie Porte (Sky)

2014 - Alberto Contador (Tinkoff-Saxo)

2013 - Sergio Henao (Sky)

Fonte: FPC

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

“João Pereira garante estar motivado para a nova época”

Campeão europeu é um dos atletas que vai representar o Benfica na 60.ª do Grande Prémio de Natal

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

O campeão europeu de triatlo, João Pereira, afirmou que desde que mudou de treinador os planos de treino sofreram algumas mudanças e garantiu estar motivado para a época que agora começa.

"Estou motivado, não tenho dúvidas de que a época vai correr bem", assegurou o atleta, que recentemente terminou a relação com o treinador Lino Barruncho e começou a trabalhar com Paulo Antunes e Pedro Leitão.

João Pereira referiu que "os planos de preparação mudaram um pouco" e admitiu que os atletas sentem que "existe um maior investimento por parte do Instituto Português do Desporto e Juventude".

O atleta falava à margem da apresentação do Grande Prémio de Natal, a disputar em Lisboa em 10 de dezembro, na qual vai participar sem a pressão de querer ganhar. "É uma prova que calha no início da época, da qual gosto bastante. Vencer não é um objetivo, tenho o prazer de gozar a prova, porque não é a minha modalidade", afirmou.

João Pereira é um dos atletas que vai representar o Benfica na 60.ª edição da prova, que se disputa numa distância de 10 quilómetros, juntamente com nomes como Rui Silva, Paulo Guerra, Hermano Ferreira

O triatleta, quinto classificado nos Jogos Olímpicos Rio'2016, anunciou em 7 de novembro o fim da parceria com o treinador Lino Barruncho, continuando a trabalhar enquadrado na estrutura técnica da Federação Portuguesa de Triatlo.

João Pereira sagrou-se campeão europeu de triatlo em 17 de junho passado, e uma semana depois conquistou também o título europeu de triatlo na distância sprint.

Fonte: Record on-line

“Rui Costa gostava de voltar ao Tour”

Desejo manifestado pelo ciclista

Por: Tiago Ribeiro

Rui Costa manifestou ontem o desejo de voltar a competir na Volta a França, depois de este ano ter optado pelo Giro. "É certo que gostava, mas ainda não sei o que me espera. Gostava novamente de passar pelo Tour, como por todas as outras provas que me dizem muito, como o Giro e a Vuelta, mas será a equipa também a decidir", disse o ciclista da UAE, à margem da apresentação do Douro Grandfondo, no Porto.

Ainda com as grandes voltas por decidir em 2018, certo são já as corridas que fará nos primeiros meses da temporada. E aqui há uma novidade, com as primeiras pedaladas a serem dadas na Austrália. "Vou iniciar a época no Tour Down Under. É uma prova muito importante para preparar bem a Volta a Abu Dhabi, uma corrida muito importante para a equipa", destacou Rui Costa, vencedor este ano da corrida do Médio Oriente, sede da UAE. Volta a Omã e Tirreno-Adriático são as outras provas já calendarizadas para 2018.

"Os objetivos para 2018, pelo menos para a primeira parte da época, passam por ser um pouco semelhantes aos deste ano, pois fiz um bom início de ano", afirmou Rui Costa, esperando repetir o triunfo em Abu Dhabi.

O poveiro falou também dos novos colegas, entre eles Daniel Martin e Fabio Aru. "A equipa já merecia reforços de peso, visto que a responsabilidade, ao longo do ano, caía quase toda sobre as minhas costas. Não quer dizer que vou relaxar, mas no próximo ano vou estar mais tranquilo."

Grandfondo

Além de Rui Costa, os espanhóis Raúl Alarcón (vencedor da Volta de 2017) e Oscar Pereiro (vencedor do Tour de 2006), José Azevedo e Jéssica Augusto também apadrinharam o lançamento do Love Tiles Douro Grandfondo, que terá lugar em maio.

Fonte: Record on-line

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

“Está Apresentada a equipa da ASFIC para 2018”

Ainda a época 2017 não tinha findado, e já trabalhávamos na época 2018.

Ficou logo definido por nós, que manteríamos a base da equipa, apenas haveria uma saída, mas queríamos e teríamos de reforçar o grupo forte e unido que tínhamos.

A ASFIC tinha de continuar com a mesma RAÇA, AMBIÇÃO, QUERER, DETERMINAÇÃO E ACREDITAR, mas, sobretudo com muita união, e, mais do que uma equipa, continuar a ser uma família harmoniosa. Não procuramos só o bom atleta, procuramos bons homens, Homens de forte carácter, leais e com níveis elevados de humildade e confiança, o que não nos facilita nas nossas escolhas.

A equipa manteve o Rui Rodrigues, Luis Miguel Vicente, João Portela, Humberto Pereira Careca, Jorge Letras, Edgar Oliveira, Hugo Feijão e Anibal Santo. Reforçamos com, Claudio Paulinho, Joao Letras, Fabio Leaça e Carlos Ochoa.

Reforçamos e formamos então a equipa com os atletas que queríamos e ambicionávamos, estando também os objetivos bem definidos. Iremos procurar o destaque e a combatividade, lutando até à última gota de suor pela vitória em todas as competições, sempre com humildade, mas também muita determinação, dando sempre a maior visibilidade possível aos nossos patrocinadores, a freguesia da Ribeira de S. João e à Cidade de Rio Maior.

Por último. Claro que sem os nossos patrocinadores, nada disto seria possível, sem eles jamais reuniríamos as melhores condições para ter os melhores atletas, por isso, mais uma vez aqui deixamos um grande agradecimento, prometendo que tudo faremos para lhes retribuir com vitórias.

Muito Obrigado.

ASFIC, juntos e unidos, rumo a 2018

Fonte- ASFIC/Clube de Ciclismo