sábado, 8 de junho de 2019

“Passeio das “Velhas Glorias do Cicloturismo”

Será um sonho que se pode tornar realidade, será o momento alto da modalidade, alguma vez poderemos realizar o passeio das “Velhas Glórias”…


Texto: José Morais

Fotos: Arquivo Notícias do Pedal

A ideia não é nova, também não vou dizer que saiu apenas da minha cabeça, apesar de constar na mesma já há imenso tempo, já alguns amantes da modalidade falaram comigo para a realização deste passeio, um evento que queria rever cicloturistas ainda vivos, uns a pedalar, outro já não, mas que poderia ser uma grande festa do cicloturismo, aquele que começou já há muitos anos, e é adorado por muitos.

Os tempos áureos do cicloturismo já lá vão, apesar de ainda continuar em grande, e em que muitos ainda acreditam, temos o lamentar de grandes equipas terem ficado para trás, umas pela falta de apoios, outras pelos seus participantes serem já mais idosos, e onde a juventude não vai aparecendo, outros casos pela falta de quem agarre nas equipas, e os velhos carolas chegam a momentos de cansaço, e ainda também pela saturação, já que as grandes clássicas também foram desaparecendo, e desmotivou muitos amantes da modalidade.

Clássicas que deixaram saudades como o tradicional Caldas/Badajoz, o Sesimbra/Algarve, o Minho Florido, Serra Acima a Subida da Serra ao Alto da Torre, as 24 Horas a Pedalar na Pista da Malveira, o Porto/Lisboa, o Lisboa/Évora, o Dia Internacional da Mulher, o Passeio dos Passarinhos, O passeio de Mafra, o Passeio dos Gonçavinhos, o Passeio de Valejas, o Passeio de Campo de Ourique, o Passeio dos Lírios do Monte, Carris, entre muitos e muitos realizados por este Portugal.

Também, muitos foram os Grupos que acabaram, este ano dois grandes passeios tiveram o seu término, o caso do Vilanovense e do Brogal, já que ambos os Grupos terminaram, mas outros saíram da rota dos passeios, os Passarinhos, os Gatos Assanhados, Os Saloios de Loures, o Tojalinho, o Barroquense, os Lírios do Monte, Mafra, Sesimbra, o Ginja, Pontével, Cartaxo, Vendas Novas, Oeiras, e muitos outros por ai.

Seria bonito e interessante promover o Passeio das “Velhas Glorias”, como eu disse, é um sonho, e recordando as palavras recentes de João Robi presidente dos Cansados de Marinhais no seu passeio, em que lamentava o atual cicloturismo, e as motivações que o mesmo tem, dizia ele que já teve muitas ideias para que o seu passeio não morra, como aconteceu com outros, mas as forças começam a escançar, e difícil de continuar.

Estou de acordo com as suas palavras, ao fim de muitos anos, existe cansaço, e falta de iniciativas de quem de direito, os apoios são poucos, e as iniciativas cada vez mais escassas, e o cicloturismo está a ter necessidades de novos ares, e seria muito bom e importante uma iniciativa diferente, um passeio diferente, que marcasse a modalidade, e ficasse na memória de muitos, por isso deixo a sugestão, o de rever outros tempos, de juntar os amantes da modalidade da nova geração, e o de outros tempos, e que se pudesse realizar essa grande passeio.

Deixo assim a sugestão aos grupos em que se juntem, e em conjunto promovam o Passeios das Velhas Glórias do Cicloturismo, a modalidade e quem acredita nela, bem o merece, deixando aqui algumas fotos de recordação.

 

“Alexandre Nobre desiste na etapa ucraniana da Taça da Europa de sprint”

Português abandonou na transição para a corrida final

Por: Lusa

O triatleta Alexandre Nobre desistiu este sábado na etapa ucraniana da Taça da Europa de sprint, que decorreu em Dnipro.

O português cumpriu o segmento da natação em 10,13, sendo o 50.º mais rápido entre os 61 competidores, e o de ciclismo em 27.07, o 46.º tempo, mas já não fez a transição para a corrida final, tendo abandonado.

A 1 de junho, o português tinha sido 16.º nos Europeus de Weert, na Holanda, nos quais João Pereira conquistou a medalha de prata.

Alexandre Nobre está no 152.º lugar do ranking internacional, sendo o 168.º no de apuramento olímpico para Tóquio'2020.

Fonte: Record on-line

“Joaquim Silva sobe a 10.º na Volta ao Luxemburgo”

Espanhol Jesús Herrada é o novo líder

Por: Lusa

O ciclista português Joaquim Silva (W52-FC Porto) subiu este sábado à 10.ª posição da Volta ao Luxemburgo, após a terceira etapa, ganha pelo novo líder, o espanhol Jesús Herrada (Cofidis).

Após 178,7 quilómetros, entre Mondorf e Diekirch, Herrada foi o mais forte na subida à sexta e última contagem de primeira categoria, coincidente com a meta, ganhando em 4:30.47 horas.

O holandês Maurits Lammertink (Roompot-Charles) foi segundo classificado, a três segundos, e o francês Anthony Turgis (Direct Energie) completou o pódio, a sete, enquanto Joaquim Silva foi oitavo, a 15.

Na geral, Herrada subiu à liderança, com nove segundos de vantagem sobre Lammertink e 18 sobre Turgis, com Silva a ascender à 10.ª posição, a 38.

A 79.ª edição da Volta ao Luxemburgo termina no domingo, entre Mersch e a cidade do Luxemburgo, com três voltas a um difícil circuito no final dos 176 quilómetros.

Fonte: Record on-line

“Grande Prémio Jornal de Notícias Leilosoc”

Joni Brandão triunfa em Valongo

Por: José Carlos Gomes

Joni Brandão (Efapel) venceu hoje, em Valongo, a quarta etapa do Grande Prémio Jornal de Notícias Leilosoc, na sequência de um ataque a 50 quilómetros da meta, que lhe deu o triunfo em solitário. Ricardo Mestre (W52-FC Porto) mantém a camisola amarela no final dos 130,6 quilómetros desta jornada.

A etapa começou movimentada, juntando-se três corredores em fuga, logo nos quilómetros iniciais: Bruno Silva (Efapel), Pablo Guerrero (Rádio Popular-Boavista) e António Barbio (LA Alumínios-LA Sport). O pelotão, comandado pela W52-FC Porto, nunca deixou a margem superar os dois minutos.

Na segunda subida de primeira categoria da jornada, a cerca de 50 quilómetros do final, o domínio portista foi colocado à prova por Joni Brandão, que atacou, fazendo a ponte para a fuga, onde contou com a colaboração de Bruno Silva, durante alguns quilómetros. Na fase final, precisando de ganhar mais tempo aos rivais, Joni Brandão iniciou uma “cavalgada” em solitário, enquanto os outros fugitivos eram absorvidos pela locomotiva da W52-FC Porto.

Joni Brandão revelou um estado de forma assinalável resistindo à velocidade imprimida pelos portistas, que reduziu o pelotão a 20 unidades, mas nunca foi capaz de alcançar o fugitivo. O chefe de fila da Efapel cortou a meta com 12 segundos de vantagem sobre o grupo principal, encabeçado por Rafael Silva (Efapel) e por Oscar Pelegri (Vito-Feirense-PNB).

“Ataquei para vencer a etapa, mas também para recuperar tempo na geral. Sofri muito ao longo da etapa, mas consegui a vitória. O tempo ganho não foi muito, mas tudo continua em aberto a duas etapas do final. Já amanhã irei dar tudo de mim na Senhora da Assunção”, promete o herói deste sábado.

A iniciativa valeu a Joni Brandão a subida ao oitavo lugar da geral, a 1m43s do camisola amarela, que continua a ser Ricardo Mestre. Alejandro Marque (Sporting-Tavira) é o segundo, a 24 segundos, e Fabricio Ferrari (Efapel) ocupa o terceiro lugar, a 30 segundos.

“Foi um dia difícil para nós, porque o Joni Brandão esteve muito bem e conseguiu fazer alguma diferença. Mas a equipa manteve-se unida e minimizou as perdas. Amanhã cabe-me dar o melhor para conservar a camisola”, promete Ricardo Mestre, em jeito de antecipação da quinta etapa. A jornada de domingo promete ser um novo momento definidor. É uma crono-escalada de 7,1 quilómetros, entre Santo Tirso e o alto da Senhora da Assunção, com início às 15h00.

A W52-FC Porto termina este sábado no topo da geral por equipas. António Barbio aproveitou a fuga para assumir o comando nas metas volantes, Paulo Silva (Fortunna/Maia) conservou a camisola da montanha e Rafael Lourenço (UD Oliveirense/InOutBuild) mantém-se como melhor jovem da competição. Além de vencer a tirada, Joni Brandão arrebatou a camisola dos pontos e foi eleito combativo do dia.

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Jorge Magalhães é o melhor português”

Por: José Carlos Gomes

Jorge Magalhães foi hoje o melhor elemento da Equipa Portugal na segunda etapa da Corrida da Paz, na República Checa, cortando a meta no 25.º lugar, a 2m29s do vencedor do dia, o belga Ilan van Wilder.

A primeira das duas jornadas de montanha da prova da Taça das Nações de Sub-23 não correu de feição às hostes nacionais, que não cumpriram o objetivo de estar na discussão da etapa e da geral.

Após a tirada deste sábado, Jorge Magalhães ocupa o 25.º lugar da classificação geral, a 4m05s do suíço Stefan Bissegger, que resistiu às investidas adversárias para segurar a camisola amarela. Magalhães está a 43 segundos do 20.º lugar, o último que garante a conquista de pontos para o ranking da Taça das Nações.

Os restantes elementos da Equipa Portugal são Gonçalo Carvalho, 38.º, a 6m46s, Guilherme Mota, 54.º, a 13m09s, João Almeida, 90,º, a 21m00s, Francisco Campos, 104.º, a 30m06s, e Afonso Silva, 105.º, a 31m22s.

A Corrida da Paz termina, neste domingo, com mais uma jornada montanhosa, 171 quilómetros, com partida e chegada em Jeseník. A etapa promete ser demolidora. A meta coincide com uma contagem de montanha, antecedida por outros seis prémios de montanha que ajudarão a encontrar o sucessor de Tadej Pogačar, primeiro classificado em 2018.

Fonte: FPC