segunda-feira, 30 de julho de 2018

“Volta a Portugal: W52-FC Porto como sempre favorita e alvo a abater”

A W52-FC Porto, vencedora das últimas cinco edições, parte mais uma vez como grande favorita à conquista da Volta a Portugal.

A W52-FC Porto, vencedora das últimas cinco edições, parte mais uma vez como grande favorita à conquista da Volta a Portugal, numa 80.ª edição em que o Sporting-Tavira surge, novamente, como grande rival.

Com quatro antigos vencedores na equipa que na quarta-feira vai partir de Setúbal, a União Ciclista de Sobrado, estrutura atualmente como o nome de W52-FC Porto, será novamente o alvo a abater pelas restantes equipas, numa edição da Volta que deverá ser discutida pelas equipas lusas.

Os espanhóis Raúl Alarcón, que vai partir com o dorsal número um, por ter vencido em 2017, e Gustavo Veloso, vencedor em 2014 e 2015, são os nomes grandes dos 'dragões', que podem ter em António Carvalho, vencedor do Grande Prémio JN, um plano C.

O favoritismo ‘azul e branco’ é reforçado pelo domínio das provas nacionais, com os triunfos de Alarcón no GP Nacional 2 e José Neves no Troféu Joaquim Agostinho, além da vitória de Carvalho no JN.

A experiente equipa comandada por Nuno Ribeiro conta ainda com dois antigos vencedores da Volta na equipa - Rui Vinhas (2017) e Ricardo Mestre (2011).

O Sporting-Tavira assume-se como principal candidato a interromper a hegemonia dos portistas, apresentando-se com três nomes para a classificação geral - o português Jóni Brandão, segundo em 2015, o espanhol Alejandro Marque, vencedor em 2013, e o italiano Rinaldo Nocentini.

Depois de, por motivos de saúde, ter falhado a edição de 2017, Jóni Brandão, segundo nos Nacionais, parece ser o ciclista mais forte dos 'leões'.

Última equipa a vencer antes do domínio da equipa do Sobrado, então com o espanhol David Blanco, em 2012, a Efapel surge num segundo grupo de favoritos, com Henrique Casimiro e o experiente Sérgio Paulinho, oitavo e nono em 2017, respetivamente, como chefes de fila.

Confirmada a presença do espanhol Vicente García de Mateos, depois de ter estado suspenso provisoriamente devido a irregularidades no passaporte biológico, o terceiro classificado em 2017 é também um dos candidatos aos primeiros lugares da Volta, numa Aviludo-Louletano que conta ainda com Luís Mendonça, surpreendente vencedor da Volta ao Alentejo.

Depois de ter vencido a Volta a Madrid, Edgar Pinto vai comandar a Vito-Feirense-Blackjack e vai tentar chegar mais uma vez ao pódio, depois de ter sido terceiro em 2016, resultado aos quais junta o quarto lugar em 2013 e o quinto em 2014.

Com Domingos Gonçalves a envergar a camisola de campeão português de fundo e de contrarrelógio, a Rádio Popular-Boavista também quer lutar pela geral, com João Benta, sétimo em 2017, e Daniel Silva como outros nomes a poderem surgir.

As outras três equipas portuguesas - Liberty Seguros, LA-Alumínios e Miranda-Mortágua - deverão ter de se contentar com as fugas e a luta por classificações secundárias, como a da juventude.

As 10 equipas estrangeiras, quatro das quais do escalão continental profissional, dificilmente se poderão intrometer na luta pela Volta a Portugal, com a belga WB Aqua Protect Veranclassic, terceira do 'ranking' europeu, a ser a mais sonante, mas que irá apresentar-se com segundas linhas.

A Caja Rural, também do segundo escalão internacional, vai trazer na sua equipa dois portugueses, Joaquim Silva, que poderá tentar entrar na luta por um bom lugar, e o contrarrelogista Rafael Reis.

A 80.ª edição da Volta a Portugal, que começa em Setúbal na quarta-feira e termina em 12 de agosto em Fafe, terá uma novidade, com as equipas a terem menos um ciclista, sendo, que, com apenas sete corredores, poderá ser mais difícil para as principais equipas controlarem a corrida.

Fonte: Sapo on-line

“SERRA DA ESTRELA VOLTA A TER CHEGADA NUMA PROVA COM DOIS ÚLTIMOS DIAS 'QUENTES'”

Volta a Portugal inicia-se na quarta-feira

Por: Lusa

Foto: Paula Marques

A 80.ª edição da Volta a Portugal, que se disputa de quarta-feira a 12 de agosto, voltará a ter, três anos depois, uma chegada em plena Serra da Estrela, com decisão a poder ficar para os dois dias finais.

Contudo, a Torre continuará a ser apenas passagem pelo terceiro ano consecutivo, com a meta da quarta etapa a estar instalada nas Penhas da Saúde, que volta a receber uma chegada da Volta 22 anos depois.

A etapa rainha da 80.ª edição terá 171,4 quilómetros, entre a Guarda e as Penhas da Saúde, na Covilhã, num percurso com três contagens de montanha, duas das quais de categoria especial.

Com 101 quilómetros disputados, os corredores vão passar pela Torre, ponto mais alto de Portugal continental, passando depois por Sarzedo (terceira categoria aos 142,4 quilómetros), antes da subida para as Penhas da Saúde, uma escalada de 12,2 quilómetros, com uma inclinação média de 7,5%.

Se a Serra da Estrela poderá estabelecer algumas diferenças na classificação geral, as decisões poderão estar guardadas para as duas últimas etapas, com a sempre esperada subida à Senhora da Graça e o contrarrelógio final em Fafe.

A nona e penúltima etapa é uma das mais curtas (155,2 quilómetros), mas promete ser ainda mais dura do que em anos anteriores, com três contagens de primeira categoria já dentro dos últimos 65 quilómetros, a última das quais no Monte Farinha, em Mondim de Basto.

Num ano em que se comemora o 40.º aniversário da primeira chegada à Senhora da Graça, os ciclistas terão, ainda antes da subida para a meta, de passar pelas duras rampas do Alto da Barra (13,3 km a 5,8%) e do Barreiro (9,9 km a 6,5%), na Serra do Alvão.

Os últimos 17,3 dos 1.578,9 quilómetros totais da Volta de 2018 vão ser percorridos num exercício individual de contrarrelógio em Fafe, num percurso acidentado, no final do qual será coroado o sucessor do espanhol Raul Alarcón (W52-FC Porto).

A segunda das três chegadas em alto da 80.ª edição da Volta a Portugal vai acontecer à sétima etapa, com a chegada ao Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo, uma contagem de terceira categoria, 165,5 quilómetros após a partida em Montalegre.

A Volta a Portugal vai começar na quarta-feira, com um curto prólogo em Setúbal, com os 1,8 quilómetros a definirem apenas o primeiro camisola amarela da prova.

As duas primeiras etapas em linha serão as mais longas, mas não terão dificuldades acrescidas para os ciclistas, a não à exceção do previsível calor dos primeiros dias de agosto.

A 2 de agosto, a primeira etapa vai ligar Alcácer do Sal a Albufeira, num percurso de 191,8 quilómetros, que marca o regresso do Algarve à prova.

Seguir-se-á uma visita ao Alentejo interior, com 195,8 quilómetros a ligarem Beja a Portalegre, numa segunda etapa que será, novamente, propícia a sprinters.

Os concelhos afetados pelos grandes incêndios de 2017 do centro do país serão homenageados na terceira etapa, com o pelotão a passar por todos eles, numa tirada entre a Sertã e Oliveira do Hospital, com várias contagens de montanha, a última das quais de terceira categoria, a quatro quilómetros da meta.

Esta tirada vai ter um convidado especial, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Já após a passagem pela Serra da Estrela, os corredores terão uma quinta etapa mais calma, mas longa (191,7 quilómetros), e que poderá facilitar uma fuga, entre Sabugal e Viseu, onde, a 7 de agosto, vão passar o único dia de descanso da prova.

O descanso será bem necessário para atacar a segunda metade da Volta a Portugal, que começa com uma ligação entre a estreante Sernancelhe e Boticas (165,4 quilómetros), que terá uma curta, mas complicada subida de primeira categoria em Torneiros (5 km a 8%), a menos de 20 quilómetros da meta.

Entre as chegadas a Santa Luzia e à Senhora da Graça, o pelotão vai ultrapassar a tirada em linha mais curta, de 147,6 quilómetros, entre Barcelos e Braga, com duas passagens pelo Sameiro nos últimos 25 quilómetros, a última, de segunda categoria, já dentro dos últimos 10.000 metros.

Fonte: Record on-line

“Na Volta a Portugal de Cadetes”

DANIEL A NOVE SEGUNDOS DA GLÓRIA

Texto: After Two //works 

Fotos: Luis Vale e Osvaldo Apolinário

Daniel Gonçalves foi 6º classificado na 11ª edição da Volta a Portugal de Cadetes, prova que percorreu entre a passada sexta-feira e este domingo as estradas dos concelhos de Abrantes, Alenquer e Torres Vedras.

O ciclista da Academia Joaquim Agostinho levou a expectativa da vitória até à derradeira etapa, tendo terminado os 234 quilómetros da competição apenas a nove segundos do vencedor, o espanhol Marc Cabedo.

A primeira etapa, com 84 quilómetros, foi a mais extensa da prova e o imenso calor que se fez sentir na zona de Abrantes a juntar à elevada velocidade imposta pelos atletas mais experientes, deixou marcas profundas no extenso pelotão, com cerca de 50 ciclistas não conseguirem cruzar a meta dentro do tempo limite previsto pela organização. Tiago Oliveira, que sacrificou o resultado pessoal em prol da equipa e do objetivo de levar Daniel Gonçalves á vitória final, foi um dos elementos que chegou nessa condição juntamente com Tomás Gouveia e Gonçalo Santo.  

Miguel Bandeiras também foi um apoio importante para o líder da equipa torriense. O ciclista alentejano fez uma prova de grande nível, terminando na 43ª posição a cinco minutos da camisola amarela.

O luso-francês Thomas Vale fez a estreia pela equipa nesta Volta a Portugal e em conjunto com Pedro Santos e os outros dois companheiros, formaram um quarteto que defendeu as cores da Academia Joaquim Agostinho e manteve sempre acesa a esperança da camisola amarela ficar em território torriense, atendendo ao facto da terceira e última etapa ter sido disputada em Torres Vedras. 


A correr no seu Concelho o apoio do público era fundamental e Daniel Gonçalves tentou recuperar os nove segundos de atraso para o primeiro classificado na última contagem de montanha instalada no alto da Serra da Vila, mas a iniciativa acabaria por não resultar em sucesso, terminando a etapa com o mesmo tempo do vencedor. 

Resignado com o resultado final, Daniel Gonçalves considerou que “ f oi uma volta muito dura, mas u m a e x p e r i ê n c i a b a s t a n t e enriquecedora q u e c o n t r i b u i u p o s i t i v a m e n t e p a r a o m e u crescimento como ciclista, que é neste momento o meu principal objetivo.

 Efetivamente, vim para procurar a vitória e quando levamos este nome ao peito (Joaquim Agostinho) não podemos pensar de outra forma. Dei tudo, tentei fazer o meu melhor na tentativa de r e c u p e r a r o s n o v e s e g u n d o s d e d e s v a n t a g e m m a s d e s t a v e z n ã o f o i possível.

C o l e t i v a m e n t e o b a l a n ç o é m u i t o positivo, a n d a m o s n a l u t a e h o n r á m o s o s n o s s o s patrocinadores, q u e são s e m d ú v i d a o apoio fundamenta l a o n o s s o d e s e m p e n h o e evolução enquanto atletas em formação. ”

Fonte: Academia Joaquim Agostinho

 

“TAÇA DA EUROPA DE TRIATLO EM TABOR”

RICARDO BATISTA DE OURO na República Checa

RICARDO BATISTA venceu durante a manhã de domingo, dia 29 de julho, a TAÇA DA EUROPA DE TRIATLO que se realizou em TABOR na República Checa, e conquistou a MEDALHA DE OURO. Depois do brilhante 4ºLugar no CAMPEONATO DA EUROPA DE TRIATLO realizado na Estónia, na semana passada, RICARDO BATISTA voltou brilhar e a alcançar um excelente resultado numa competição internacional no seu escalão de Juniores, ao serviço da Seleção Nacional de Triatlo. Um mês de Julho extraordinário a nível competitivo para RICARDO BATISTA, atleta do CLUBE DE NATAÇÃO DE TORRES NOVAS.

Ao sair no 2ºlugar no segmento de natação, RICARDO BATISTA integrou-se bem no 1ºgrupo do segmento de ciclismo, e saiu do parque de transição para o segmento de corrida na 10ªposição. E foi na corrida que RICARDO BATISTA teve de se aplicar sobre os seus mais diretos adversários, para vencer a prova com um tempo total de 58m06s, e alcançar uma Medalha de Ouro numa Taça de Europa de Triatlo.

Participou também nesta competição, o seu colega de equipa e de seleção, JOSÉ PEDRO VIEIRA, que também realizou um bom de segmento de natação, ao sair na 7ªposição, integrou o 1ºgrupo de ciclismo, e saiu para o segmento de corrida na 11ªposição, logo atrás de Ricardo Batista. No entanto, JOSÉ PEDRO VIEIRA não conseguiu estar ao seu nível neste segmento, e terminou a sua prova no 31ºlugar com um tempo de 1h02m41s, superior ao tempo de 57m20s realizado na semana anterior na Estónia.

Estes atletas, que realizaram um triatlo em formato sprint, com um segmento de 750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida, ainda terão pela frente esta época mais competição, mas Agosto será um mês com uma pequena pausa para férias, regressando às competições internacionais logo no início de Setembro.

 

CAMPEONATO DA EUROPA DE BIATLE EM WEIDEEN

 
MARCO SOUSA venceu na Alemanha
 
MARCO SOUSA esteve presente no domingo, dia 29 de julho, no CAMPEONATO DA EUROPA DE BIATLE EM WEIDEN na Alemanha, e venceu no seu escalão M40+, alcançando a Medalha de Ouro neste competição europeia.

Integrando a Seleção nacional de Biatle da Federação Portuguesa de Pentatlo Moderno, Marco Sousa conseguiu mais uma vez estar ao seu nível neste tipo de competição, uma prova disputada num formato de Biatle Outdoor contínuo, ou seja, com o atleta a realizar dois segmentos de corrida, com distâncias de 1.200m, e pelo meio um segmento de natação com distância de 100m.

Fonte: CLUBE DE NATAÇÃO DE TORRES NOVAS

 

“TOUR/HÁ UM OUTRO HERÓI”

Lawson Craddock fraturou o ombro no 1.º dia, mas optou pelo mais difícil: chegar a Paris

Por: Ana Paula Marques

Foto: Reuters

Lawson Craddock não venceu qualquer etapa, muito menos andou com a camisola amarela. Antes pelo contrário. O norte-americano, de 26 anos, terminou no último lugar, em 145º, a mais de 4:30 horas de Geraint Thomas. Mais. Ocupou esta posição do primeiro ao último dia.

Mas por que é então uma das figuras do Tour de 2018? Principalmente pelo esforço e espírito de sacrífico que fez em continuar em prova e chegar ontem a Paris. Fraturou o ombro direito numa queda no primeiro dia e, pese embora as dores e o desconforto, fez questão de prosseguir, pois queria muito ajudar, dentro do possível, o líder da EF Education First-Drapac Cannondale, o colombiano Rigoberto Úran. Nem mesmo depois da desistência do 2º classificado de 2017, Lawson Craddock optou pelo mais fácil e que não surpreenderia ninguém, o abandono. Antes, decidiu-se pelo mais difícil, continuar. "Depois da primeira semana, vieram as montanhas. Fazer subidas de 20 km foi um sofrimento. Chegar ao fim todos os dias era um desafio", confessou o norte-americano.


Causa solidária

O ato heroico não se fica por aqui. O ciclista da EF Education First-Drapac Cannondale também protagonizou um gesto solidário. Aproveitando o desafio de tentar chegar ao fim a cada etapa, Lawson Craddock doava 100 dólares (85 euros) para ajudar na reconstrução do velódromo de Houston, cidade onde nasceu, que ficou bastante danificado com a passagem do furacão, em 2017, que provocou 31 mortos nesta região dos Estados Unidos.

O público haveria de ter conhecimento desta ação de solidariedade pelas redes sociais, acabando também por ajudar. Ao que parece, o valor angariado já ultrapassou o desejado (à volta de 85 mil euros), estando quase nos 170 mil.

Mas o norte-americano não foi o único a competir lesionado. O francês Guillaume Martin (Wanty) também fez mais de metade do Tour com fratura de uma costela. Não só chegou a Paris, como os fez em posição honrosa, 21º, e como terceiro melhor na classificação jovem.

Histórias destas provam que o Tour é muito mais do que aquele que veste a camisola amarela.

Fonte: Record on-line

“TOUR/KRISTOFF VENCE NA CONSAGRAÇÃO DE GERAINT THOMAS”

Galês confirmou o seu primeiro triunfo numa Grande Volta

Por: Lusa

Foto: Reuters

O norueguês Alexander Kristoff, da UAE Team Emirates, conquistou este domingo a vitória na última etapa do Tour 2018, mas o grande vencedor do dia foi o galês Geraint Thomas, da Sky, que viu confirmado o triunfo final da Grand Boucle, naquela que foi a sua primeira vitória em Grandes Voltas.

O galês de 32 anos venceu o Tour pela primeira vez, ao concluir a prova com 1.51 minutos de vantagem sobre o holandês Tom Dumoulin (Sunweb), segundo classificado, e 2.24 sobre o britânico e seu companheiro de equipa Chris Froome, a quem sucede no historial.

Froome, vencedor das três últimas edições da corrida, procurava o quinto triunfo na Grande Boucle e o quarto consecutivo em grandes voltas, depois das vitórias no Tour e da Vuelta, em 2017, e no Giro, já este ano.

Na última etapa, Kristoff somou o seu terceiro triunfo em etapas da corrida gaulesa, impondo-se ao'sprint ao alemão John Degenkolb (Trek-Segafredo) e ao francês Arnaud Démare (Groupama-FDJ), segundo e terceiro classificados na etapa, respetivamente.

Fonte: Record on-line

Reportagem no “O Praticante” do evento: “10 Passeio Clube Campismo e Caravanismo de Torres Vedras.2018”

O “O Praticante” publicou a reportagem do evento: “10 Passeio Clube Campismo e Caravanismo de Torres Vedras.2018” realizado este domingo em Santa Cruz, a mesma pode ser visualizada em: http://www.opraticante.pt/passeio-clube-campismo-caravanismo/ ou em: http://www.opraticante.pt/  onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Os eventos da semana”

Esta semana, o calendário da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores e Bicicleta (FPCUB) não possui passeios agendados.

Podem consultar mais informação no espaço “Calendário Anual” em: http://www.fpcub.pt/agenda/2018 e ainda no site oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores e Bicicleta (FPCUB) em: http://www.fpcub.pt , pode consultar outros eventos, como toda a atividade realizada pela FPCUB.