quarta-feira, 8 de março de 2017

“BMC VENCE CONTRARRELÓGIO POR EQUIPAS DO TIRRENO-ADRIÁTICO”

Movistar de Nelson Oliveira foi quarta

Por: Lusa

Foto: EPA

A Movistar, do português Nelson Oliveira, foi esta quarta-feira quarta no contrarrelógio por equipas do Tirreno-Adriático, com a etapa inaugural a ser conquistada pela norte-americana BMC.
Última formação a partir para a estrada, a BMC 'voou' para vencer a primeira etapa da prova italiana, cumprindo os 22,7 quilómetros, com início e chegada a Lido di Camaiore, em 23.20 minutos, a uma média de 58,371 km/h, e entregando a primeira camisola de líder ao italiano Damiano Caruso. 

Na luta entre as melhores equipas na especialidade, foi a vice-campeã mundial a levar a melhor, repetindo o triunfo do ano passado no mesmo percurso e pulverizando o tempo da Quick-Step Floors, a formação que lhe roubou o cetro planetário, que teve de contentar-se com o segundo lugar, a 17 segundos.
Em terceiro, a 22 segundos, ficou a FDJ, liderada pelo francês Thibaut Pinot, com a Movistar do português Nelson Oliveira a ser quarta, com o mesmo tempo da equipa gaulesa.
Pior esteve a UAE Team Emirates de Rui Costa, que foi apenas 14.ª, a 01.09 minutos da BMC, com a Sky a ser a grande desilusão do contrarrelógio por equipas, ao ser 18.ª classificada entre 22 formações, a 01.42 minutos dos vencedores.
Primeiro a cortar a meta, Damiano Caruso vestiu a primeira camisola de líder, tendo atrás de si na geral o australiano Rohan Dennis e o belga Greg Van Avermaet, campeão olímpico, companheiros de equipa.
Na quinta-feira, o pelotão enfrenta a segunda etapa, uma ligação de 228 quilómetros entre Camaiore e Pomarance.

Fonte: Lusa

“Endurama Sun Race 2017”

Foi em Ojén, Espanha por ocasião do evento internacional Endurama Sun Race 2017 que o atleta Marco Fidalgo da equipa Berg Cycles | Sram Factory Team deu inicio à sua época desportiva. No terreno e em termos de performance o atleta que dá a cara pela Berg Cycles, Sram, Rock Shox e Futurete acabou por não deixar os seus créditos em mãos alheias tendo levado de vencida esta competição que teve uma duração de 4 dias cujos números reuniram mais de 100 Kms de percurso e 16 especiais cronometradas.

“Estou naturalmente feliz por esta bonita e suada vitória pelo que quero desde já agradecer com um enorme obrigado a todos aqueles que me acompanham e apoiam pois esta vitória é também deles. Ainda em relação ao evento, a organização Endurama Sun Race está de parabéns pois reuniu condições fantásticas para os atletas fazendo com que este evento tivesse no final destes 4 bonitos dias de competição um valor acrescido. Quero por fim e também agradecer a todos os meus patrocinadores e garantir que é graças a estes que a minha motivação continua a ser a chave para o sucesso em termos de consistência e dedicação diária pelo que escusado será ainda dizer que sem este acompanhamento nada disto seria possível. Obrigado! " Marco Fidalgo

A equipa Berg Cycles | Sram Factory Team encontra-se já a trabalhar com foco na próxima competição sendo esta formação apoiada ativamente por a Berg Cycles ; Sram ; Rock Shox ; Futurete ; Truvativ ;  Zipp ; Schwalbe Tires ; TSG ; HT Components ; Tune ; Dpx Racing ; One Up Components e TomTom

Fonte: Berg Cycles

“Paris-Nice/Julian Alaphilippe bate contador na quarta etapa”

O promissor ciclista francês foi melhor do que Contador nos complicados três quilómetros finais

Foto: EPA/SEBASTIEN NOGIER
O ciclista francês Julian Alaphilippe (Quick-Step Floors) bateu hoje o espanhol Alberto Contador (Trek-Segafredo) no contrarrelógio da quarta etapa Paris-Nice e subiu à liderança da classificação geral.
Segundo na geral à partida para o exigente, mas curto, contrarrelógio, de 14,5 quilómetros, entre Beaujeu e Mont Brouilly, o promissor ciclista francês foi melhor do que Contador nos complicados três quilómetros finais, que apresentavam um desnível médio de 7,7 por cento, chegando ao triunfo com o tempo de 21.39 minutos.
Julian Alaphilippe deixou o veterano espanhol a 19 segundos e o compatriota Tony Gallopin (Lotto Soudal), que foi terceiro, a 20 segundos.
Aos 24 anos, o ciclista da Quick-Step Floors, que foi quarto nos Jogos Olímpicos Rio2016, somou a sua quinta vitória como profissional e a primeira num contrarrelógio, chegando também à amarela.
Alaphilippe tem agora Gallopin a 33 segundos, com o espanhol Gorka Izagirre (Movistar) na terceira posição da geral, a 47.
José Mendes (Bora-hansgrohe), o único português na prova francesa, subiu quatro lugares, até à 151.ª posição, depois de ter sido 58.º na etapa, a 01.57 minutos do vencedor.
O campeão nacional vai partir para a quinta etapa, uma ligação de 199,5 quilómetros entre Quincié-en-Beaujolais e Bourg-de-Péage, a 40.34 minutos de Alaphilippe.

Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Sky admite erros no processo do pacote entregue a Wiggins”

A entrega de um pacote misterioso ao ciclista Bradley Wiggins durante o Critério do Dauphiné de 2011, tem sido alvo de uma grande controvérsia.

Foto: ALEJANDRO ERNESTO /EPA
A equipa Sky admitiu hoje que foram cometidos erros no processo do misterioso pacote entregue ao ciclista britânico Bradley Wiggins no Critério do Dauphiné de 2011, que está no centro de uma investigação da Agência britânica antidopagem.
Numa carta publicada na página da Sky, o diretor da equipa, Dave Brailsford, reconheceu que foram cometidos erros, mas salientou que há “uma diferença fundamental entre falhas de procedimento e batota”.
“Os acontecimentos dos últimos meses destaparam áreas onde foram cometidos erros pela Team Sky. Alguns membros do ‘staff’ não cumpriram totalmente as políticas e os procedimentos que existiam na altura. Infelizmente, esses erros significam que não fomos capazes de providenciar os registos dessa corrida específica. Aceitamos a nossa responsabilidade. No entanto, as assunções subsequentes sobre a forma como a Sky opera são imprecisas ou subentendem implicações que simplesmente são falsas”, pode ler-se no texto.
Nas últimas semanas, a entrega de um pacote misterioso ao ciclista Bradley Wiggins, primeiro britânico a vencer o Tour (2012), durante o Critério do Dauphiné de 2011, tem sido alvo de uma grande controvérsia, que levou a uma investigação por parte da Agência britânica antidopagem e do parlamento britânico.
As audiências aos vários elementos da equipa britânica puseram em evidência a ausência de registos médicos que sustentem a versão de Wiggins de que a encomenda, que foi transportada desde o Reino Unido até França, continha um medicamento autorizado para a asma.
Na semana passada, a diretora executiva da Agência britânica, Nicole Sapstead, disse numa audiência no parlamento britânico que a sua entidade está a investigar a possibilidade de o produto entregue a Wiggins ser um corticoide proibido chamado Triamcinolona.
“O nosso compromisso antidoping tem sido o princípio basilar da Sky desde a sua criação. A nossa missão é correr e ganhar limpo e é o que temos feito nos últimos oito anos”, destacou ainda Brailsford, o mentor principal da equipa que venceu as edições de 2012, 2013, 2015 e 2016 da Volta a França, das quais as três últimas com Chris Froome.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa