sexta-feira, 2 de agosto de 2019

“Berço Urban Race no Centro Histórico de Guimarães”


Está agendada para o dia 14 de setembro a terceira edição da Berço Urban Race, uma resistência de 3 horas que será disputada no Centro Histórico de Guimarães. A iniciativa é promovida pela Associação Urban Race e tem o apoio da Associação de Ciclismo do Minho.
Aberta à participação de todos os interessados (maiores de 16 anos), a iniciativa tem previstos prémios para as categorias solo, duplas e triplas.
Com início às 20h00 e duração de três horas, a Berço Urban Race decorrerá num circuito fechado em pleno Centro Histórico de Guimarães, declarado Património Mundial pela Unesco.
A inscrição tem o custo de 12,50€ (individual), 20€ (duplas) e 30€ (triplas), incluindo a participação no evento, dorsal, reforço alimentar (líquido e sólido), seguro de acidentes pessoais, banho e lembranças. As inscrições devem ser formalizadas em www.trofeuurbanrace.pt  podendo ser obtidas informações complementares em facebook.com/btturbanrace ou através do endereço de email btturbanrace@gmail.com
A Berço Urban Race tem o apoio, entre outros, da Câmara Municipal de Guimarães e da Associação de Ciclismo do Minho.
Fonte: ACM
 

“44º Circuito de Santa Marta Portuzêlo (Viana do Castelo)”

O 44º Circuito de Santa Marta de Portuzêlo disputa-se no dia 15 de agosto, numa iniciativa conjunta da Associação de Ciclismo do Minho e do Grupo Desportivo do Centro Paroquial de Santa Marta de Portuzêlo. A tradicional prova destina-se aos escalões de pupilos/benjamins, iniciados, infantis, juvenis, cadetes e juniores.

Pontuável para Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã), o 44º Circuito de Santa Marta de Portuzêlo (Viana do Castelo) integrará atividades de destreza para as categorias de pupilos/benjamins e provas em linha para iniciados, infantis, juvenis, cadetes e juniores.

As atividades terão início pelas 09h00 estando a cerimónia protocolar e de entrega de prémios prevista para as 12h30.

As provas de destreza serão realizadas na Avenida Com. Parente Ribeiro e a prova em linha de infantis no seguinte percurso: Av. Com. Parente Ribeiro, Rua Santa Martinha, Perre, Rua do Cemitério, Rua do Pisco, Estrada do Centro Paroquial, cruzamento da Igreja, Rua Santa Martinha, Avenida Com. Parente Ribeiro.

As provas em linha de juvenis, cadetes e juniores serão disputadas no seguinte percurso: Avenida Com. Parente Ribeiro, EN 202, Samonde, Perre, cruzamento da Igreja, Santa Marta (Rua Santa Martinha), Avenida Com. Parente Ribeiro (7,5 kms/volta).

O 44º Circuito de Santa Marta de Portuzêlo tem o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Tensai, Sambiental, Auto Rodolima, Lda., AutOliveira, ViaByke, Eugénia Lopes & Filhos, Lda - Distribuidor oficial CocaCola, Arrecadações da Quintã, Cision, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design, Score Tech, Navega Rías Baixas e AFAcycles.

No ano passado, o tradicional Circuito de Ciclismo de Santa Marta de Portuzêlo levou à freguesia de Viana do Castelo a festa do ciclismo numa iniciativa pontuável para a Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã que contou com a participação de cerca de duas centenas e meia de jovens ciclistas.

Fonte: ACM

“18º Prémio de Ciclismo de Rendufe (Amares)”

Disputa-se no dia 10 de agosto o 18º Prémio de Ciclismo de Rendufe, iniciativa da Associação de Ciclismo do Minho e da Secção de Ciclismo do Rendufe Futebol Clube pontuável para a Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã. A prova é destinada aos escalões de pupilos/benjamins, iniciados, infantis, juvenis, cadetes e juniores.

As diversas provas do 18º Prémio de Ciclismo de Rendufe serão realizadas em Rendufe (Amares), nas imediações da junta de freguesia local.

O arranque das diversas provas está marcado para as 15 horas, prevendo-se que a cerimónia protocolar e de entrega de prémios ocorra pelas 18h00.

As provas de destreza decorrerão na Rua Urbanização das Neves e as provas em linhas serão disputadas no seguinte percurso: Rendufe (Avenida do Monte), à drt. p/Braga EN 205, Lago, rotundo à drt. p/ Igreja de Lago, à drt. p/Rendufe, Igreja de Lago, Campo de Jogos do Rendufe FC, Entroncamento, à drt. p/Rendufe (centro), Avenida do Monte.

Organizado conjuntamente pela Associação de Ciclismo do Minho e pela Secção de Ciclismo do Rendufe Futebol Clube, o 18º Prémio de Ciclismo de Rendufe conta com a colaboração da Câmara Municipal de Amares, Junta de Freguesia de Rendufe, Federação Portuguesa de Ciclismo, Arrecadações da Quintã, Cision, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design,  Score Tech e Navega Rías Baixas.

Fonte: ACM

“12.ª Volta a Portugal de Cadetes”

Iker Bonillo mais rápido em Abrantes

Por: José Carlos Gomes

A 12.ª Volta a Portugal de Cadetes começou hoje com vitória do espanhol Iker Bonillo (Giménez Ganga/Primoti/Tocobike) na etapa de 83,5 quilómetros, com partida e chegada em Abrantes.

A corrida começou a definir-se com cerca de 30 quilómetros percorridos. Foi nessa altura que Iker Bonillo, Flávio Maurício (Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact), Diogo Sousinha (Grupo Desportivo de Lousa) e Lucas Lopes (BMC/Póvoa de Varzim/CDC Navais) saltaram do pelotão para formar uma fuga de sucesso.

O grupo conseguiu levar a iniciativa até à meta, discutindo a quatro a vitória na tirada e a conquista da camisola amarela. Iker Bonillo foi o mais forte, seguido por Flávio Maurício e por Diogo Sousinha. Esta é também a ordem da geral individual, uma vez que não há bonificações nesta corrida. O pelotão gastou mais 1m21s, obrigando aqueles que hoje ficaram para trás a jogar ao ataque nas próximas jornadas se ainda quiserem entrar na luta pela vitória final.

Iker Bonillo foi mesmo o mais forte da jornada, juntando as camisolas da montanha e dos pontos ao comando da geral individual. António Morgado (Anipura/GDM/Escola Alexandre Ruas) é o melhor cadete de primeiro ano. A Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact encabeça a classificação por equipas.

A segunda etapa da Volta a Portugal de Cadetes, a disputar neste sábado, representa um incremento de dureza face à jornada inicial. Os jovens corredores vão percorrer 80 quilómetros, correspondentes a duas voltas a um circuito em Castelo de Vide, marcado pelo prémio de montanha situado a 1800 metros da chegada. A partida está marcada para as 13h00 e o final deverá acontecer cerca das 15h00.

Fonte: FPC

“81ª Volta a Portugal/3ª Etapa”

Partida:

Santarém

História 

Pré-História e Mundo Antigo (século X a. C. - V d. C.)

As teorias tardo-renascentistas que associam a fundação de Santarém ao nome do fundador mítico de Tartessos (o herói Habis) são inaceitáveis à luz dos conhecimentos actuais. A arqueologia demonstra-nos que a primeira “estrutura urbana” do povoado remonta ao Bronze final.

A população de Moron, culturalmente identificada com as civilizações mediterrâneas, foi subjugada pelos colonizadores romanos quando estes tomaram o castro, ficando este acontecimento inscrito para sempre na história local. Desconhecendo o significado da(s) palavra(s) indígena(s) Sqlab, os escritores romanos interpretaram-na como um topónimo e latinizaram-na sob a forma deScallabis. Por este nome a cidade viria a ser conhecida durante todo o Mundo Antigo, quer nas fontes escritas, quer epigráficas.

De um entreposto comercial no Tejo médio, Scallabis adquiriu o estatuto de uma colónia cesariana nos finais do séc. I a.C., transformando-se rapidamente, pela sua localização geográfica, num importante centro administrativo.

A partir do século III d.C. a colónia romana de Scallabis retrai-se, face à importância crescente de Olissipo (Lisboa). Por essa altura o Cristianismo propagou-se no seu território, dando provavelmente origem a um pequeno bispado, constituído por altura da divisão do Império por Constantino.

 

Período Medieval (séculos V-XV)

A tomada de Santarém por Sunerico, em 460, dita o fim da dominação romana, abrindo caminho para a inclusão da cidade no reino visigodo, com capital em Toulouse.

É admissível que a civitas hispano-romana tenha mantido uma relativa autonomia, quer política, quer religiosa.

Os quatro séculos de ocupação islâmica (sécs. VIII-XII) fizeram renascer o papel estratégico-militar e económico do lugar. Desta nova realidade beneficiaram os monarcas portugueses, desde a conquista definitiva por Afonso Henriques, em 15 de Março de 1147.

A importância de Santarém desde o século XII documenta-se por inúmeros privilégios que constam nos seus forais e reflecte-se nos seus quinze e mosteiros e cerca de quarenta ermidas, dois paços realengos e vários palácios e solares da melhor nobreza do reino, distribuídos pelas suas quinze paróquias urbanas. O seu número e relevância testemunham uma opulência artística e cultural sui generis à escala do território português, ombreando com importantes metrópoles europeias.

A centúria de Quatrocentos marca o auge da vila de Santarém. Com D. João I e a "ínclita geração" foram preparadas com grande sigilo, no Paço Real da Porta de Leiria, as expedições a Ceuta e a Tânger. Porém, a morte do infante D. Afonso, em Alfange (1491), como que anuncia um longo período de estagnação.


Período Moderno (séculos XV-XVIII)

 Num contexto em que Lisboa reforçava o seu papel de verdadeira capital e centro da nação, a Santarém quinhentista vai assumir-se como pólo regional a nível económico e cultural.

O apoio local dado a D. António, prior do Crato, na sucessão do trono de Portugal, implicou algumas represálias por parte de Filipe II de Espanha, tendo o monarca castelhano desembarcado na Ribeira de Santarém em 1581. Não obstante os sinais de descontentamento face ao domínio estrangeiro, a vila é ainda visitada por Filipe III de Espanha, em 1619.

Por volta do segundo quartel de Seiscentos notam-se grandes inquietações na vida da urbe, indiciadoras de um sentimento de revolta popular: há notícia de motins em 1629, 1636 e 1637.

A insegurança social e o agravamento da situação económica que estão na origem da Restauração da monarquia portuguesa, em 1 de Dezembro de 1640, tiveram junto aos paços do concelho um importante episódio: Fernão Teles de Menezes, 1º conde de Unhão, lidera os conjurados e procede à aclamação de D. João IV como Rei de Portugal. A acção deste nobre, descendente de Vasco da Gama, marcou de resto toda a história da urbe da 2ª metade do século XVII, tendo este período ficado conhecido, na história local, como "século do Conde de Unhão".

Sob os auspícios da monarquia brigantina uma nova cidade vai nascer, influenciada pelas ideias do catolicismo tridentino, pelas correntes estéticas do maneirismo e pelas iniciativas públicas do Conde de Unhão. Em consequência deste renascimento, edificam-se novos edifícios religiosos, dá-se um importante surto de ressurgimento de confrarias e a estratificação social atinge o seu auge.


Período Contemporâneo (séculos XVIII-XX)

O terramoto de 1755 e os conflitos armados em que Portugal se envolveu no século XVIII acabaram por reflectir-se na estrutura de uma povoação que respirava ainda muitas das características da sua vivência medieval. O envelhecimento das muralhas, a inexistência de locais de aquartelamento e de cavalariças e de modernos espaços de assistência obrigou a um esforço notável de adaptação.

Durante o século XIX Santarém veste-se de roupagens românticas. Em 1868 a vila adquire o estatuto de cidade e esta nova categoria implicou a modernização do seu território, traduzida a nível das infraestruturas básicas e dos equipamentos lúdico-culturais.

Novas elites sociais, de pensamento anti-clerical e progressista, marcavam a cidade e as suas influências. Exigia-se uma ‘cidade aberta’ e sob este pretexto o camartelo municipal passaria a sacrificar ao progresso vários edifícios que haviam resistido à fúria dos exércitos napoleónicos.


Chegada:

Castelo Branco

Não é clara a história da fundação de Castelo Branco, mas sabe-se que a região já é habitada desde o Paleolítico - como comprovam as escavações arqueológicas de 2008, realizadas na zona do Castelo, que revelaram artefactos datados da Pré-história.

Depois da Reconquista, em 1165, D. Afonso Henriques faz doar à Ordem do Templo - doação depois confirmada pelo seu filho, D. Sancho I, em 1198 - toda esta região da Beira para povoamento e defesa dos ataques dos infiéis.

Mais tarde, já no século XIII, surge um documento de doação aos Templários de uma herdade designada de Vila Franca da Cardosa, emitido por um nobre de nome D. Fernando Sanches. Esta propriedade compreendia, entre outras, as terras de Castelo Branco. No ano seguinte, o Papa Inocêncio III confirma a régia doação, afirmando que os Templários tinham fundado, na fronteira dos mouros, uma vila e fortaleza, no sítio da Cardosa, a que eles deram o nome de Castelo Branco.

O primeiro foral é dado à Vila de Castelo Branco, pelo então Mestre da Ordem do Templo, D. Pedro Alvito, durante a primeira metade do século XIII. A partir dessa altura, a vila parece ter rapidamente adquirido importância, pois terá sido inclusivamente escolhida para a realização de vários capítulos da Ordem do Templo. Com a extinção dos Templários e a passagem dos seus bens para a Ordem de Cristo, foi instituída em Castelo Branco uma comenda dessa mesma Ordem, com residência de comendadores e jurisdição em outras comendas.

No decurso do século XIII, Castelo Branco, cuja vida até então se desenrolava intramuros, vai ter um considerável desenvolvimento. Deste modo, em 1285, quando D. Dinis visita a vila, em companhia da Rainha Santa Isabel, percebe que as muralhas constituíam um obstáculo à sua expansão. A obra de alargamento será concretizada já no reinado seguinte, ordenada por D. Afonso IV em 1343.

A expansão e desenvolvimento da vila são reconhecidos por D. Manuel I, em 1510, que durante uma visita lhe concede um novo foral. Em 1535, já no reinado de D. João III, é-lhe atribuído o título de Vila Notável. Nesta altura regista-se também um consistente aumento populacional. Com efeito, entre 1496 e 1527, crescem mais de 60 por cento os principais núcleos habitacionais [de toda a Beira Interior], com destaque para a Guarda, Castelo Branco e Covilhã. Tal aumento de população fica a dever-se, sobretudo, à fixação de judeus sefarditas fugidos de Espanha, expulsos pelos Reis Católicos.

A atividade comercial da comuna judaica consolida uma base económica que vai permitir, mesmo após o decreto de expulsão dos judeus do País, em 1496, um grande volume de construção. Com efeito, é neste período que é fundada a Misericórdia e são construídos os conventos dos frades Agostinhos (1526), dos Capuchos (1562) e a Igreja de São Miguel, atual Sé. Já nos finais do século, o bispo da Guarda, D. Nuno de Noronha, ordena a edificação do Paço Episcopal, um belo palácio rodeado de jardins.

A elevação a Cidade aconteceria em 1771, por decisão de D. José I.

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/Gustavo Veloso: «Temos de perceber que ainda falta muito até ao Porto»”

Espanhol é o novo camisola amarela

Por: Lusa

Ao fim da segunda etapa da Volta a Portugal, Gustavo Veloso é o novo camisola amarela. Contudo, o espanhol mostra-se cauteloso, dizendo que ainda faltam muitas etapas para o fim da prova.

"Temos de ter os pés no chão e perceber que ainda falta muito até ao Porto. Há adversários muito complicados como o Jóni Brandão.

Há muitos finais em alto, este foi muito explosivo e conseguiu chegar na mesma nos primeiros lugares. Mostra que está numa grande condição.

A nossa equipa vai dia a dia e na expectativa do que se pode passar na Covilhã [Torre]. Daí para a frente, vamos ver", disse.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Aristi: «Esta vitória recompensa todo o trabalho e sacrifício»

Espanhol venceu a segunda etapa da Volta a Portugal

Por: Lusa

Depois de vencer a segunda etapa da Volta a Portugal, Mikel Aristi mostrou-se satisfeito, dizendo que o triunfo é a recompensa por "todo o trabalho e sacrifício" dos últimos tempos.

"Estou muito contente. Quero agradecer a toda a equipa. Era muito importante ganhar aqui e tínhamos muita vontade e ambição. Conseguimos ganhar.

Este foi um final muito duro e explosivo, mas conseguimos gerir bem e eu cheguei com força suficiente para ganhar. Foi perfeito.

[Sobre o momento em que cortou a meta] Acreditava que podia ganhar, mas nem todos os dias se ganha e estava a saborear.

Foi um ano difícil, de muitos contratempos, e esta vitória recompensa todo o trabalho e sacrifício. A equipa fez um trabalho excecional, dos ciclistas ao staff", disse.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Mudou a liderança, mas a Amarela continua azul”

Gustavo Veloso (W52-FC Porto) é o novo comandante da “Portuguesa” depois da chegada a Loures conquistada por Mikel Aristi (Euskadi-Murias). O final de etapa foi particularmente duro depois de 198 quilómetros muito rolantes, mas o que contou foram os derradeiros mil metros, sempre em plano inclinado, no bairro de St. António dos Cavaleiros que provocaram diferenças de tempo e selecionaram os mais fortes.

Depois do corredor basco cruzou a linha de meta Luís Mendonça (Radio Popular-Boavista) que tinha apostado bastante no triunfo nesta 2ª etapa e Veloso foi o terceiro, trepando automaticamente para a liderança da prova em troca com o companheiro de equipa Samuel Caldeira.

O triunfo nesta sexta-feira, o mais longo da Volta 2019, possibilitou a Mikel Aristi subir ao segundo degrau da classificação geral, a três segundos, e Joni Brandão passou a ocupar o terceiro posto com sete segundos de desvantagem.


Loures e Marinha Grande regressaram à Volta após 29 anos

A festa em Loures foi rija no final da etapa a comemorar o regresso da autarquia à Volta, tal como acontecera de manhã à partida. Interrompido o ciclo de afastamento, a cidade vidreira vibrou com este regresso e o verdejante Parque da Cerca, onde foi montada a partida da 2ª etapa, ficou mais colorido. O sol envergonhado na Marinha não afetava a moral para a Grande etapa que estava pela frente, quase duzentos quilómetros.

Os 20 graus de início convidavam a um bom ritmo e, logo à saída da cidade, estava já em fuga um quarteto que procurava protagonismo na longa distancia do dia. Conseguiu-o, mas com o pelotão atento a deixar a desvantagem chegar apenas aos dois minutos. Dos quatro homens - dois bascos, um angolano e um venezuelano -, este último, Leangel Liñarez, estreante em Portugal pela Miranda-Mortágua, foi quem mais amealhou porque venceu as três Metas Volantes.

A faltarem menos de 50 quilómetros para a chegada e com o quarteto já desafinado por vontade do pelotão, a música foi outra. Com o fim da fuga sucederam-se outros rostos contra o vento da região saloia, mas Loures estava já à vista e a decisão da etapa ia acontecer na inclinação do derradeiro quilómetro em St. António dos Cavaleiros.


Santarém - Castelo Branco abre fim de semana com muita pedalada

Este sábado, 3 de agosto, quarto dia de prova contando com o Prólogo, o pelotão regressa à zona centro do país numa viagem quase tão longa como a etapa que terminou às portas de Lisboa. A caravana da Volta parte de Santarém para a 3ª etapa e tem como destino a cidade de Castelo Branco que já recebeu 38 chegadas da Volta a Portugal, a última há dois anos.

Fonte: Podium