segunda-feira, 7 de agosto de 2017

“Mais de 10 mil viagens de teste registadas na rede de bicicletas partilhadas de Lisboa”

A Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) informou hoje que se registaram, em mês e meio, mais de 10 mil viagens de voluntários e convidados na fase de teste da rede de bicicletas partilhadas.

“Continuamos a transformar Lisboa numa cidade mais acessível com a ajuda de todos. Sabemos que ainda há muito caminho pela frente, mas já percorremos muitos quilómetros. Na verdade, já foram feitas mais de 10 mil viagens com o Lisboa Bike Sharing”, refere a EMEL, numa nota hoje enviada aos utilizadores.

A fase de teste do projeto arrancou a 21 de junho, com a EMEL a estimar que durasse um mês. Contudo, deverá continuar a decorrer.

“Graças aos 2.800 'beta testers' [utilizadores da fase de teste] que já tiveram acesso a este serviço em primeira mão, podemos continuar a melhorar e a trabalhar em conjunto para uma cidade com mais bicicletas”, indica a empresa, assinalando que são, ao todo, 4.200 os participantes já aprovados (nem todos testaram).

Segundo a EMEL, das melhorias sugeridas constam “comentários à bicicleta, ao sistema e à aplicação”.

Ainda assim, a empresa frisa que a aplicação “está preparada para facilitar a deslocação na cidade” e para “ajudar a localizar tanto estações como bicicletas”.

Em meados de fevereiro passado, a EMEL divulgou que iria abrir candidaturas para os voluntários que quisessem, durante o mês de março, testar a rede de bicicletas partilhadas no Parque das Nações.

Porém, a introdução “de melhoramentos” na rede e a “instalação das infraestruturas” originaram atrasos no arranque, apontou fonte da empresa na altura.

Em causa está uma rede de 1.410 bicicletas (940 elétricas e 470 convencionais) distribuídas por 140 estações: 92 no planalto central da cidade, 27 na baixa e frente ribeirinha, 15 no Parque das Nações e seis no eixo entre as avenidas Fontes Pereira de Melo e da Liberdade.

Inicialmente, avança apenas uma fase piloto com 10 estações e um máximo de 100 bicicletas no Parque das Nações.

Todas as bicicletas estarão associadas a uma aplicação móvel (intitulada Lisboa Bike Sharing), através da qual será possível utilizar a rede.

O investimento da EMEL no projeto é na ordem dos 23 milhões de euros, através de um contrato de prestação de serviços celebrado com a empresa portuguesa Órbita, para um período de oito anos.

De acordo com o plano de negócio do projeto, divulgado em fevereiro do ano passado, o passe anual deverá custar 36 euros e o bilhete diário dez euros, pelo que a empresa perspetiva uma receita de 897.321 euros por ano.

Relativamente à publicidade, o plano de negócio prevê a cobrança de 350 euros por bicicleta, o que deverá representar um encaixe financeiro anual superior a 400 mil euros.

Fonte: Sapo on-line

“João Pereira 38.º na etapa de Montreal do circuito mundial”

Miguel Arraiolos não finalizou a prova canadiana

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

O português João Pereira terminou este domingo na 38.ª posição a etapa de Montreal (Canadá) do circuito mundial de triatlo, com Miguel Arraiolos a não concluir a prova.

João Pereira, recentemente coroado campeão europeu, concluiu a prova em 1:53.58 horas, enquanto Miguel Arraiolos foi eliminado por ter sido dobrado.

O espanhol Javier Gomez Noya venceu a prova, em 1:47.50 horas, com menos 15 segundos do que o norueguês Kristian Blummenfelt e 52 do que o sul-africano Richard Murray.

Fonte: Record on-line

“JOSÉ PEDRO VIEIRA”

Com Estatuto Praticante Alto Rendimento

Foi com grande orgulho que a Escola de Triatlo do Clube de Natação de Torres Novas recebeu a notícia da atribuição para a época de 2017/18, do estatuto de praticante de alto rendimento ao seu atleta JOSÉ PEDRO VIEIRA.

Com esta valência este jovem atleta, de apenas 16 anos de idade vai poder usufruir de um melhor acompanhamento escolar, existindo também facilidades para estágios e provas oficias, entre outras vantagens.

Este estatuto foi alcançado após o atleta JOSÉ PEDRO VIEIRA ter representado a Seleção Nacional de Triatlo na categoria de Youth, no Campeonato da Europa de Triatlo que se realizou em julho de 2016 na Hungria.

Na época de 2016, JOSÉ PEDRO VIEIRA foi BI-CAMPEÃO NACIONAL de TRIATLO e DUATLO em Juvenis, e CAMPEÃO NACIONAL de AQUATLO, e no BIATLE conquistou a Medalha de Bronze em Juvenis no CAMPEONATO DO MUNDO em Sarasota na Florida, Estados Unidos da América, e de Prata no CAMPEONATO DA EUROPA em Setúbal.

JOSÉ PEDRO VIEIRA, nasceu a 22/Maio/2001, reside em Torres Novas e estuda na Escola Secundária Maria Lamas no 11ºano.

Este “prémio” reflete toda uma filosofia de trabalho que tem vindo a ser implementada e aplicada em prol do Triatlo em Torres Novas pelo treinador PAULO ANTUNES. Esperamos que TODA A EQUIPA, que é composta por um excelente grupo que partilha valores como, humildade, fairplay, espírito de sacrifício e camaradagem se sintam também orgulhosos pelo seu colega de equipa.

Fonte: Escola de Triatlo do Clube de Natação de Torres Novas

“Pedro Palma no pódio da Taça da Europa de Triatlo”

Pedro Laginha Palma foi o melhor triatleta luso a competir na etapa sueca da Taça da Europa de Triatlo. O internacional português terminou a prova masculina de Malmo no terceiro lugar, a poucos segundos dos primeiros.

Disputada este fim de semana, dias 5 e 6 de Agosto, a etapa da Taça da Europa de Triatlo de Malmo reuniu alguns dos melhores triatletas da Europa para a disputa de uma competição no formato Sprint. A procura de importantes pontos internacionais e a qualidade das start lists contribuiu para o desenrolar de uma prova intensa que foi disputada até aos momentos finais.

Pedro Palma manteve-se na luta pelas medalhas durante o percurso de 750m de natação, 20,6km de ciclismo e 5km de corrida e, no último segmento, registou um dos melhores parciais da competição. Fator que lhe permitiu alcançar o terceiro lugar na prova masculina e, consequentemente, somar o terceiro pódio da carreira em etapas da Taça da Europa de Triatlo. O grande vencedor da prova foi o belga Marten Van Riel e o segundo lugar foi ocupado pelo irlandês Constantine Doherty.

Em Malmo estiveram presentes outros triatletas lusos. Ainda na competição masculina, Gonçalo Santos teve a sua estreia em competições internacionais e concluiu a prova na 50ª posição. Vera Vilaça marcou presença na frente feminina e foi 23ª entre o pelotão de elites.

Mais uma vez, Portugal fecha com nota positiva a participação numa prova internacional de triatlo e volta a subir ao pódio europeu da modalidade.

Fonte: FTP

“David Luís 12º em Velence”

David Luís terminou o Campeonato da Europa de Triatlo Sub23 na 12ª posição. O internacional português foi o melhor classificado da comitiva lusa que contou igualmente com o destaque de Helena Carvalho, 15ª classificada na prova feminina.

O Campeonato da Europa de Triatlo Sub23 decorreu no passado fim de semana, dias 5 e 6 de Agosto, na cidade de Velence, Hungria. Uma competição que ficou marcada pelas condições climatéricas adversas que condicionaram todo o evento. Com o forte calor que se fez sentir, e que desempenhou um papel crucial no rendimento de todos os triatletas, a organização foi forçada a alterar o formato competitivo e encurtar a prova. Foi ao longo de 750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida que os nossos atletas representaram as cores nacionais e enfrentaram os desafiantes percursos de Velence.

Na prova feminina o destaque foi para Helena Carvalho. Com um forte segmento de natação que a colocou no restrito grupo de triatletas a disputar os primeiros lugares da competição, a atleta demonstrou capacidade e vontade de representar o nosso país da melhor forma. Helena Carvalho foi 15ª classificada e conquistou o seu melhor resultado em campeonatos da Europa de triatlo. Andreia Ferrum terminou a prova 26ª posição e Ana Ramos foi 31ª.

A competição foi ganha pela britânica Georgia Taylor-Brown. Com algum favoritismo à partida, a vencedora da última etapa da Taça do Mundo de Madrid destronou toda a concorrência e delegou Zsanett Bragmayer, Hungria, para a segunda posição. A também britânica Sian Rainsley encerrou o pódio feminino em terceiro lugar.

David Luís foi o melhor entre os triatletas lusos. Com a conquista do 12ª lugar na prova, o internacional que conta esta época com participações no circuito WTS, voltou a estar em destaque. A boa natação e um excelente segmento de ciclismo valeram-lhe a possibilidade de disputar os lugares cimeiros da prova. Objectivo condicionado pelo calor intenso que se fez sentir e pela exigência do percurso de ciclismo que impossibilitaram melhor performance no segmento final da prova.

Alexandre Nobre foi o segundo triatleta português a cortar a meta, ao ocupar a 23ª posição. Pedro Gaspar foi 26º classificado, Rafael Domingos terminou na 38ª posição e Nuno Ribeiro foi 40º. Condicionado por uma queda durante o ciclismo, André Dias terminou a sua representação nacional na 47ª posição.

Bence Bicsák foi o grande vencedor da competição e conquistou o primeiro título europeu da carreira. O triatleta da casa cumpriu uma prestação exemplar e cortou a meta com uma vantagem confortável sobre o segundo classificado, o suíço Sylvain Fridelance. Mark Devay, Hungria, foi terceiro.

No Campeonato da Europa de Triatlo Sub23 houve igualmente espaço para o desafio coletivo. Portugal marcou presença na disputa da competição por estafetas mistas e, através do quarteto Carvalho, Luís, Ferrum e Nobre, foi representada com determinação. Cada um dos quatro triatletas cumpriu um trajeto de 300m de natação, 7,8km de ciclismo e 1,5km de corrida. No final, Portugal cortou a meta na 6ª posição e concluiu a sua participação nos europeus de Velence. A competição foi ganha pela formação do Reino Unido, seguido da Rússia, na segunda posição, e da Itália, em terceiro.

Fonte: FTP

“Philippe Gilbert renova por mais dois anos com a Quick-Step Floors”

Equipa anunciou esta segunda-feira o acordo com o belga

Por: Lusa

Foto: EPA

O belga Philippe Gilbert, um dos melhores especialistas em clássicas, renovou contrato até 2019 pela Quick-Step Floors, anunciou esta segunda-feira a equipa.

Em comunicado, a Quick-Step Floors destacou o "trabalho exponencial" de Philippe Gilbert neste primeiro ano ao serviço da formação belga, sobretudo "nas clássicas de primavera".

Por seu turno, Gilbert, de 35 anos, manifestou-se "muito feliz em continuar por mais dois anos", acreditando ter potencial para "vencer algumas das grandes provas".

"Sempre desejei renovar contrato e sabia que depois de ter vencido a De Ronde e a Amstel isso seria possível. Agora, seria um sonho tornado realidade vencer provas como a Paris-Roubaix e a Milano-Sanremo com esta equipa. Esta foi também uma das razões que me levou a assinar por mais dois anos e aumentar as minhas possibilidades", explicou o ciclista.

Fonte: Record on-line

“Oleg Tinkov para Contador: «Aprende com o Cancellara, que se retirou como um campeão»”

Dois milhões extra justificam a imagem que perdeste?", questiona

Por: Lusa

Foto: Getty Images

O russo Oleg Tinkov, proprietário da Tinkoff, equipa a que pertenceu o espanhol Alberto Contador, criticou esta segunda-feira o trepador, que anunciou a retirada após a Volta a Espanha.

Segundo o milionário russo, que comentou o anúncio do abandono do 'pistoleiro' na rede social Twitter, Contador devia ter-se retirado "como um campeão", e não ter continuado a correr por "dois milhões extra".

"Dois milhões extra justificam a imagem que perdeste? Aprende com o Cancellara, que se retirou como um campeão", apontou Tinkov, fazendo alusão ao suíço Fabian Cancellara, que se retirou em 2016 depois de conseguir a terceira medalha de ouro em Jogos Olímpicos, no Rio'2016.

Contador, de 34 anos, fez o anúncio da retirada num vídeo publicado nas suas contas oficiais nas redes sociais.

"Digo-o feliz e não com pena. É uma decisão muito bem ponderada e não creio que haja melhor despedida na corrida de casa, no meu país", disse o trepador da Trek Segafredo, onde é colega de equipa de André Cardoso.

Este ano, Contador foi nono na Volta a França, preparando-se para se retirar numa prova que venceu três vezes (2008, 2012 e 2014), arrancando com um contrarrelógio por equipas na cidade francesa de Nimes, a 19 de agosto.

Contador considerou esta segunda-feira que vai poder viver "três semanas de sonho" durante a Vuelta, que termina a 10 de setembro, e que espera "desfrutar do carinho dos adeptos" no último desafio da carreira.

Para além da prova espanhola, Contador tem também no currículo duas vitórias na Volta a França, em 2007 e 2009, e outras duas na Volta a Itália, em 2008 e 2015.

Fonte: Lusa

“Equipa de Contador quer que espanhol consiga "um grande resultado" na despedida”

Ciclista espanhol anunciou que se retira após a Vuelta

Por: Lusa

Foto: Reuters

A Trek Segafredo, equipa do ciclista espanhol Alberto Contador, garantiu esta segunda-feira que fará todos os possíveis para ajudar o espanhol, que anunciou a retirada após a Volta a Espanha, a terminar "com um grande resultado".

Em comunicado, o diretor da equipa, Luca Guercilana, explicou que para a equipa, onde milita o português André Cardoso, foi "uma honra trabalhar no último ano com um grande campeão".

"O Alberto demonstrou o seu espírito de luta e o seu profissionalismo nos últimos meses", comentou o dirigente, que quer dar "o melhor de toda a equipa para o ajudar a conseguir um grande resultado na sua última 'Vuelta'".

Contador, de 34 anos, fez o anúncio da retirada num vídeo publicado nas suas contas oficiais nas redes sociais.

"Digo-o feliz e não com pena. É uma decisão muito bem ponderada e não creio que haja melhor despedida na corrida de casa, no meu país", disse no vídeo.

Este ano, Contador tinha sido nono na Volta a França, nas quais, para Guercilana, mostrou "o forte que está, mentalmente e fisicamente", mesmo afetado por quedas que o afastaram da luta pela classificação geral.

Na opinião do diretor da Trek-Segafredo, o espanhol chega à sua última prova, que arranca a 19 de agosto, com um contrarrelógio por equipas, na cidade francesa de Nimes, em "plena forma", à procura de repetir os sucessos de 2008, 2012 e 2014.

Para além da prova espanhola, Contador tem também no currículo duas vitórias na Volta a França, em 2007 e 2009, e outras duas na Volta a Itália, em 2008 e 2015.

Fonte: Record on-line

“Alberto Contador anuncia retirada”

Ciclista espanhol ainda participará na Vuelta

Foto: Reuters

Alberto Contador anunciou esta segunda-feira a sua retirada do ciclismo. Através de um vídeo publicado na sua página de Instagram, o ciclista espanhol, de 34 anos, disse que ainda irá disputar a Vuelta, que se disputa entre 19 de agosto e 10 de setembro, abandonando posteriormente a competição profissional.

"Estou feliz e não tenho pena. É uma decisão pensada e penso que não dá despedida melhor do que uma prova em casa, no meu país", assegurou o corredor da Trek-Segrafedo.

Vencedor da Vuelta em 2008, 2012 e 2014, Contador acrescentou que serão "três semanas de sonho", em que espera "desfrutar do carinho dos adeptos".

Além da prova espanhola, Contador tem também no currículo duas vitórias na Volta a França, em 2007 e 2009, e outras duas na Volta a Itália, em 2008 e 2015.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Vídeo da 4ª etapa”

Como tem acontecido diariamente, aqui fica o vídeo do trajeto da 4ª etapa em linha, com ligação de Macedo de Cavaleiros e Mondim de Bastos/Srª da Graça, numa extensão de 152.7 quilómetros

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/79ª Volta a Portugal em Bicicleta/A Volta dia a dia pelo diretor Joaquim Gomes/4ª Etapa”

4ª Etapa – Macedo de Cavaleiros» Mondim de Basto (Sr.ª da Graça) – 152,7 KM - 8 agosto, 3ª feira

Dia de Conferência de Líderes em Mondim de Basto

Prestes a concluir 40 anos sobre a estreia de 1978 na Volta, o Monte Farinha, popularmente conhecido por Senhora da Graça, proporcionará o primeiro grande confronto entre candidatos nesta prova. Com apenas 152, 7 km, a mais pequena etapa está repleta de dificuldades, não fosse o terreno transmontano recheado de obstáculos montanhosos.
Será, no entanto, após a passagem em Vila Real, na travessia da Campeã, que entre a Serra do Marão e do Alvão, se revelará o mítico palco do Monte Farinha. A História revela-nos diferentes desfechos mas nunca um vencedor da “Volta”, se afirmou como tal, sem uma boa prestação na Sr.ª da Graça. Este ano não fugirá à regra.

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/Bryan Alaphilippe: «Sabia que era a minha última oportunidade»”

Estreou-se esta segunda-feira a vencer entre os profissionais

Por: Lusa

Foto: Lusa

Bryan, o mais desconhecido dos irmãos Alaphilippe, estreou-se esta segunda-feira a vencer entre os profissionais na terceira etapa da 79.ª Volta a Portugal, deixando o irmão Julian exultante de orgulho do feito do ciclista francês da Armée de Terre.

Na intrincada chegada a Bragança, o 'novato' correspondeu na perfeição ao trabalho dos seus colegas e conquistou o seu primeiro triunfo como profissional e o segundo da sua equipa nesta edição, na frente de um retalhado pelotão onde estava o camisola amarela Raúl Alarcón (W52-FC Porto), assim como todos os favoritos, muito cautelosos na véspera da ascensão à Senhora da Graça.

"Estou muito contente, é a segunda vitória em etapas da equipa. É genial, um verdadeiro bónus! Não estamos cá para a classificação geral, mas sim para somar etapas e, até agora, está a correr super bem. Vim cá para tentar ganhar uma etapa, e hoje sabia que era a minha última oportunidade. Correu bem", resumiu Bryan Alaphilippe, de champanhe na mão, depois de ter cortado a meta com o tempo de 4:06.08 horas.

A incursão da 79.ª Volta a Portugal pelo nordeste transmontano iniciou-se em Figueira de Castelo Rodrigo, onde os ecos da desistência de Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa-Blackjack) e da retirada do espanhol Alberto Contador embalaram o pelotão para os 162,7 quilómetros da terceira tirada.

As duas contagens de montanha de terceira categoria, em Vila Nova de Foz Côa e Torre de Moncorvo, foram o pretexto ideal para que 16 corredores, entre os quais estavam Domingos Gonçalves (RP-Boavista), terceiro da geral, o campeão em título Rui Vinhas (W52-FC Porto), ou o combativo João Matias (LA Alumínios-Metalusa-Blackjack), que assumiu a liderança da montanha, saltassem do pelotão para atravessar, em fuga, a Serra de Bornes.

Mas os fugitivos não conseguiram chegar isolados ao alto, cotado como de segunda categoria, com a escapada a ser anulada ao quilómetro 85 graças ao trabalho do Sporting-Tavira, que não meteu ninguém na fuga e queria defender o segundo lugar de Alejandro Marque, e depois da W52-FC Porto, quando Vinhas foi absorvido.

Com muitos quilómetros ainda para percorrer até à meta, Guy Sagiv (Israel Cycling Team), Antonio Di Sante (GM Europa Ovini) e Mikel Bizkarra (Euskadi-Murias) voltaram a tentar agitar as águas, construindo uma vantagem que, a 25 quilómetros de Bragança, ainda era de dois minutos.

Mas, quando o 'exército' francês, encabeçado por Damien Gaudin, o primeiro líder desta edição, entrou ao serviço, a fuga acabou. No complicado circuito final, povoado de curvas e contracurvas, os candidatos à etapa perfilaram-se na frente -- a dado momento, parecia que o próprio camisola amarela iria tentar a sua sorte -- e, na ligeiríssima inclinação final, foi o mais novo dos Alaphilippe a impor-se, diante de letão Krists Neilands (Israel Cycling Academy) e do português Daniel Mestre (Efapel).

Aos 21 anos, Bryan, cujo rosto (mas não o corpo, pequeno e entroncado) parece copiado a papel químico do irmão Julian, estreou-se a vencer, no seu terceiro ano na Armée de Terre, e encheu de vaidade aquele que é um dos mais promissores ciclistas franceses (pelo menos nas clássicas).

"Feliz e orgulhoso por ti, meu irmão pequeno, que conquistaste a tua primeira vitória profissional na Volta a Portugal", escreveu, desde França, o vencedor da Volta a Califórnia de 2016 e 'vice' da Liège-Bastogne-Liège (2015) e da Flèche Wallone (2016 e 2015).

Alheios às lutas pela etapa, ficaram os principais candidatos ao triunfo na 79.ª edição, com todos a pouparem energias para o seu primeiro grande teste, os 152,7 quilómetros entre Macedo de Cavaleiros e o alto da Senhora da Graça (Mondim de Basto).

Na terça-feira, Alarcón vai partir para a quarta etapa com seis segundos de vantagem sobre Alejandro Marque (Sporting-Tavira) e 12 sobre Domingos Gonçalves, com o principal favorito, o bicampeão Gustavo Veloso (2014 e 2015) a ocupar a quinta posição, a 17 segundos.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Volta lá na terra custa dinheiro”

Diretor Joaquim Gomes explica como se apuram os preços de quem quer ter a corrida... em casa

Por: Alexandre Reis

Foto: João Fonseca

O início da Volta a Portugal foi espetacular. A Praça do Império, um local carregado de simbolismo, com os Jerónimos e o Padrão dos Descobrimentos como pano de fundo, serviu à mil maravilhas para que a capital, interessada na promoção turística e desportiva, pudesse aproveitar todo o layout proporcionado pelos organizadores para um começo de arromba.

Mas quem quer ter a Volta tem de pagar. E um início, como em Lisboa, ou um final, que será em Viseu, pode custar mais de 200 mil euros às respetivas autarquias. Mas há preços para todos, como seja uma partida de etapa (40 mil), uma chegada (70 mil) ou até uma meta volante (2.500).

Joaquim Gomes, diretor da corrida, explica como são apurados os preços: "Muitas vezes têm a ver com questões simples de segurança e policiamento, que têm os seus custos. Mas as contrapartidas são enormes, pois para além da promoção das terras, os municípios podem usufruir de todo um conjunto de benefícios, ter os seus convidados e parceiros envolvidos nesta festa."

A história deste investimento tem confirmado que há quem saiba aproveitar o potencial económico da Volta a Portugal, devido ao seu mediatismo, com impacto direto nas finanças do alojamento e da restauração.

"Estão sempre a perguntar-me o porquê de a Volta a Portugal não ir ao Algarve... Mas será que na região existe interesse em ter mais gente na época alta? Faço sempre a proposta, mas para ir ao Algarve também gostaríamos de ter concelhos carismáticos a acolher a prova, como Loulé, Tavira, Portimão ou Albufeira", desejou Joaquim Gomes.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Edgar Pinto com traumatismo craniofacial”

Português caiu na segunda etapa e desistiu da prova

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

A equipa LA Alumínios-Metalusa-Blackjack informou que o seu líder Edgar Pinto, que esta segunda-feira desistiu da 79.ª Volta a Portugal, sofreu traumatismo craniofacial e toracoabdominal na queda da segunda etapa da prova.

Em comunicado, a formação de Albergaria-a-Velha esclarece que o português sofreu "um traumatismo craniofacial com lesões faciais que exigiram sutura, um traumatismo toracoabdominal, um hematoma grande, com pressão no interior da embalagem do músculo quadríceps direito, com suspeita de rutura parcial dos rectus femoris, e um hematoma intra-articular no joelho direito, que faz suspeitar o envolvimento dos ligamentos cruzados".

No domingo, Edgar Pinto caiu na aproximação à meta em Castelo Branco, ponto final de uma tirada de 214,7 quilómetros desde Reguengos de Monsaraz.

O líder da LA Alumínios-Metalusa-Blackjack, um dos candidatos à vitória final, já foi transferido para o Hospital de Aveiro, depois de ter passado a noite no de Castelo Branco.

O corredor de Albergaria-a-Velha, de 31 anos, tem um longo historial de quedas na Volta a Portugal, tendo, contudo, sido quarto classificado em 2013 e quinto em 2014.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Edgar Pinto desistiu”

Ciclista da LA Alumínios-Metalusa-Blackjack caiu na etapa de domingo

Por: Lusa

Foto: Lusa

O ciclista português Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa-Blackjack) não alinhou esta segunda-feira à partida para a terceira etapa da 79.ª Volta a Portugal, na sequência da queda sofrida no domingo, confirmou à agência Lusa o seu diretor desportivo.

Edgar Pinto, que caiu, no domingo, no último quilómetro da segunda etapa da Volta a Portugal, não sofreu qualquer fratura, mas tem, de acordo com José Augusto Silva, "um hematoma muito grande ao nível do quadríceps e um problema no tendão no joelho" que o impedem de continuar em prova.

O líder da LA Alumínios-Metalusa-Blackjack, um dos candidatos à vitória final, já foi transferido para o Hospital de Aveiro, depois de ter passado a noite no de Castelo Branco.

O corredor de Albergaria-a-Velha, de 31 anos, tem um longo historial de quedas na Volta a Portugal, tendo, contudo, sido quarto classificado em 2013 e quinto em 2014.

No domingo, Pinto caiu na aproximação à meta em Castelo Branco, ponto final de uma tirada de 214,7 quilómetros desde Reguengos de Monsaraz.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Primeira vitória de Alaphilippe “júnior” chegou na “Portuguesa””

“Sabia que era a minha última oportunidade”
Irmão mais novo de Julian Alaphilippe, ciclista do WorldTour, o francês Bryan Alaphilippe venceu esta segunda-feira, em Bragança, o sprint que rematou a 3ª etapa da 79ª Volta a Portugal Santander Totta. Na chegada em bloco, o jovem da formação Armée de Terre bateu KristsNeilands (Israel Cycling Academy) e Daniel Mestre (Efapel).

“Estou muito contente, é a segunda vitória em etapas da equipa. É genial, um verdadeiro bónus! Não estamos cá para a classificação geral, mas sim para ganhar etapas e, até agora, está a correr muito bem. Vim cá para tentar ganhar uma etapa e hoje sabia que era a minha última oportunidade”, explicou sorridente Bryan Alaphilippe, profissional desde 2015 e quase a completar 22 anos.

O Camisola Amarela Santander Totta, Raúl Alarcón (W52-FC Porto), que também se mantém líder por pontos, Camisola Verde Rúbis Gás terminou com o tempo do vencedor, integrado no pelotão, e manteve o comando da prova. “Amanhã é uma etapa muito dura. Vai ser difícil com outras equipas a tentar tirar-nos a amarela mas vamos tentar mantê-la” confessou Alarcón, já a imaginar o trabalho que aí vem com a subida ao Monte Farinha, em Mondim de Basto, que poderá ditar alterações significativas na classificação geral. Para já o espanhol lidera com seis segundos de vantagem sobre o compatriota e rival Alejandro Marque (Sporting-Tavira). O melhor português continua a ser Domingos Gonçalves (RP-Boavista) na terceira posição. Nesta etapa ganhou três segundos com a bonificação numa das metas volantes e passou a estar a 12 segundos da liderança.

Pelo facto de entrar novamente numa das fugas, João Matias (LA Alumínios-MetalusaBlackjack) amealhou mais alguns pontos nas contagens de montanha de 3ª categoria e passou a liderar o Prémio da Montanha, Camisola Azul Liberty Seguros. A Euskadi continua a ter o melhor jovem em prova, Oscar Rodriguez, que vestiu a Camisola Branca RTP pelo terceiro dia consecutivo.

Esta 3ª etapa ligou Figueira de Castelo Rodrigo a Bragança na distância de 162,7 Km. Com vários animadores ao longo da tirada, o último resistente foi alcançado já a três quilómetros quando os lançadores de várias equipas se movimentavam para ocuparem os melhores lugares na frente do grupo. Damien Gaudin, primeiro comandante desta edição que assinala os 90 anos da “Portuguesa”, lançou Alaphilippe e nos metros que antecederam a linha de meta já se perspetivava a vitória do jovem francês.

4ª Etapa – 8agosto 2017

Macedo de Cavaleiros– Mondim de Basto (Sra. Da Graça) - 152,7km

Hora da Partida – 13h10

Esta terça-feira, Macedo de Cavaleiros será o cenário da partida da 4ªetapa, considerada uma das que vai contribuir muito para encontrar o vencedor deste ano. Apesar de ser curto em quilómetros, será um dia marcado pela escalada à sempre espetacular e repleta de dificuldades Srª da Graça, em Mondim de Basto, ou não fosse o terreno transmontano recheado de obstáculos montanhosos.

Fonte: Podium