terça-feira, 10 de março de 2026

“Hoje falamos… Associação Desportiva Palmelense e a tradição do cicloturismo em Palmela”


Conheça as atividades de 2026 da Associação

 

Por: José Morais

O cicloturismo em Palmela, no distrito de Setúbal, começou como uma atividade popular e de convívio entre ciclistas locais, muito antes de existirem associações formais, com a tradição desenvolvesse principalmente a partir de passeios organizados por clubes e grupos de amigos da região, que utilizaram a bicicleta para percorrer as freguesias do concelho.

A modalidade começou a ganhar força no final dos anos 1980 e início dos anos 1990, onde na altura se começava a organizar os passeios anuais abertos a participantes de diversas idades, eram por norma organizados por clubes locais, e juntas de freguesia, onde era promovido o desporto, e o convívio entre as comunidades.

Desses passeios, vem o exemplo do passeio de cicloturismo de Palmela, que já tem mais de trinta anos de existência, e é atualmente uma das grandes tradições desportivas do concelho.

O primeiro passeio foi organizado por ciclistas e voluntários da comunidade local, ligados à Junta de Freguesia de Palmela e a grupos informais de ciclismo da vila.

Entretanto, o Palmelense Futebol Clube decidiu criar uma equipa de cicloturismo e começar a organizar passeios de bicicleta abertos à população, que teve inicialmente o nome “Passeio de Cicloturismo Vinha em Flor” que era realizado em maio, o qual recebeu esse nome porque acontecia na época em que as vinhas da região estavam a florir, e tornou-se um grande passeio anual.

Entretanto a equipa de cicloturismo deste clube terminou, existiu um interregno, e os seus cicloturistas decidiram organizar-se de forma independente para continuar a atividade, e formaram a “Associação Desportiva Palmelense” a qual nasceu em 2017, em Aires, Palmela, fundada por cicloturistas locais que anteriormente integrava a antiga equipa de cicloturismo do Palmelense Futebol Clube, com o objetivo de criar uma associação própria para promover o cicloturismo, e mais tarde o ciclismo e btt, e assim dinamizar as atividades desportivas na comunidade, não deixando morrer a modalidade, e continuar a divulgar e promover o uso da bicicleta. incentivar estilos de vida saudáveis na comunidade, algo muito Importância para o concelho.

A “Associação Desportiva Palmelense” é uma associação desportiva relativamente ainda muito recente do concelho de Palmela, que está sobretudo ligada ao cicloturismo, ciclismo e btt, como ainda na organização de outros eventos comunitários.

Com uma evolução da grande tradição, o que mais marca atualmente a Associação é o seu passeio anual de bicicleta, que passou a designar-se “Passeio de Cicloturismo de Palmela”, e que por questões climatéricas passou a realizar no último domingo do mês de julho, já que em maio muitas vezes chovia.

“Madail Claro”, é o fundador e o presidente da “Associação Desportiva Palmelense”, ele que é um dos grandes impulsionadores deste projeto, tem ao longo dos anos levado o nome da Associação, do concelho de Palmela e do distrito de Setúbal, a diversos pontos de Portugal, onde participa noutros eventos cicloturisticos organizados por clubes, associações, juntas de freguesias ou municípios.

Para “Madail Claro”, atualmente existem muitas dificuldades, para colocar um passeio de cicloturismo na estrada, não só os custos, mas a burocracia, o que implica muitas vezes a desanimar, e às vezes vontade de desistir, mas a sua causa pelo associativismo, tem o mantido ainda firme, e com força para continuar, e vai continuando ainda a realizar outros diversos eventos.

Sobre o cicloturismo, “Madail Claro” afirma que ao realizar um passeio de cicloturismo, o seu pensamento está sempre na segurança de todos os participantes, e para poder conseguir dormir descansado, tem imposto algumas regras, já que só assim fica descansado e poderá dormir descansado se acontecer algum acidente, ou percalço.

O “Passeio de Cicloturismo de Palmela”, que já vai em várias edições, este ano a realizar a sua 36º edição, e reúne várias centenas de participantes de várias regiões do país, com um percurso de cerca de 60 quilómetros, atravessa as freguesias do concelho, e para “Madail Claro”, é um dos passeios mais seguros para todos os participantes, já que apesar da organização se esmerar em manter o passeio sempre controlado com o pelotão junto, uma velocidade moderada como a modalidade deve ter.

Para “Madail Claro”, um evento destes tem uma logística que necessita de ser bem elaborada, independentemente de pontos de abastecimento e banhos no final, durante o passeio faze-se sempre acompanhar por uma ambulância, acompanhamento policial, possui um seguro de responsabilidade civil e acidentes pessoais onde fica assim garantida a segurança de todos, deixando a organização livre de qual quer dissabor que possa surgir, mesmo que o participante diga ter.

Os apoios são as dificuldades maiores, diz “Madail Claro”, alguns da Câmara Municipal e Junta de Freguesia, algum comercio local, e parceiros, mas as despesas são imensas, e por vezes torna-se difícil, o que se muitas vezes não fosse a carolice, a vontade era de desistir.

Mas, para o Presidente da “Associação Desportiva Palmelense”, o mesmo disse, vamos em frente, não paramos, e este ano preparamos-mos para grandes eventos, são cinco organizados pela Associação, e algumas participações noutros eventos.

 

“Agenda 2026”

 

Da sua agenda, o primeiro evento será realizado no dia 25 de abril, será o “Passeio Btt Kids”, no dia 1 de junho, “Dia da Criança”, um evento realizado durante todo o dia, com diversas atividades, com mostra de meios e divulgação institucional, com meios militares, diversos, forças de segurança, proteção civil, entre outros, no dia 27 de junho, mais um “Mercadinho de Rua”,  a 26 de julho será o tradicional “Passeio de Cicloturismo de Palmela” a sua 36º edição, e a 12 e 13 de dezembro a “Festa de Natal”, com a celebração de mais um aniversário.

Esta, um pouco da história do cicloturismo de Palmela e desta Associação que se tem dedicado com alma e coração, tentando fazer que a modalidade que tantos amam e adoram, não morra, se consiga elevar mais alto, e continuar a rolar estrada a fora por esse Portugal maravilhoso.

“Recuso aceitá-lo como normal” - Comentador neerlandês concorda com as críticas de Jonas Vingegaard às normas de segurança do Paris-Nice”


Por: Miguel Marques

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As etapas 1 e 2 do Paris-Nice estiveram menos em foco pelos sprints massivos e mais pelas questões de segurança e pelas declarações de Jonas Vingegaard após a 1ª etapa. Mas o dinamarquês não está sozinho: dentro e fora do pelotão, multiplicam-se as vozes a apontar as zonas perigosas do percurso.

“A ASO, organizadora do Tour, voltou a mandar no Paris-Nice. Foi um dia para sprinters. Ontem, receberam um cartão amarelo do Vingegaard (Zonneveld remete para o cartão amarelo de Victor Campenaerts), que a classificou como ‘indigna do World Tour’. Hoje, sabe-se que um pelotão muito grande entra nos quilómetros finais. Quando se vê o tipo de curvas que fazem…”, lamentou o analista neerlandês Thijs Zonneveld no podcast In de Waaier.

Na etapa 1, Vingegaard criticou com dureza a descida final, a poucos quilómetros da meta e percorrida várias vezes; e na 2ª etapa foi possível ver a equipa neerlandesa longe da dianteira do pelotão e as batalhas perigosas pela colocação. Mas isso não significa que não tenham existido, sobretudo num sprint massivo em terreno plano.

“Aos 200, 250, as barreiras ainda afunilam. Só não houve mais porque o [Luke] Lamperti, de amarelo, travou e não tentou enfiar-se na abertura junto à grade. Mas isto é pedir um grande acidente”, argumenta Zonneveld. “Falámos de segurança nestes sprints há anos, quando Groenewegen e Jakobsen voaram contra as barreiras. E é exatamente isto que estão a provocar ao montar as barreiras assim. Agora correu bem, mas façam isto cem vezes e haverá uma queda grave em cinquenta”.

 

A mesma discussão de sempre

 

Mas este é um tema que nunca desapareceu no ciclismo profissional. Embora algumas corridas adotem medidas mais fortes de segurança, e no próprio Paris-Nice isso foi visível quando Lenny Martínez embateu diretamente numa zona almofadada na curva final da etapa, tal não se aplica em todas as situações necessárias.

Zonneveld sabe que outra queda não mudaria o que continua a ver na estrada. “Depois estaríamos a falar outra vez, ‘não é permitido, blá blá blá’. A UCI está a introduzir airbags e coisas do género, e acho que é um ótimo debate, mas se não conseguimos acertar nestes básicos, fico desanimado. Recuso-me a aceitar isto como normal”, afirma.

Sobretudo por se tratar de uma corrida World Tour e com muitos dos melhores do mundo, Zonneveld não compreende como é que os comissários e a equipa de segurança permitem que um elemento tão perigoso surja num momento-chave da etapa.

“Acho escandaloso para o organizador, mas é igualmente escandaloso para o comissário da UCI que está ali, atrás da meta, e acha que está tudo bem. Fico doido! À primeira vista percebe-se que é um funil”.

“Júri e multas Paris-Nice 2026, 2ª etapa - Phil Bauhaus usou a "sticky bottle" para regressar ao pelotão e levou a talhada dos comissários”


Por: Miguel Marques

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Os comissários desempenham um papel central em moldar cada etapa do Paris-Nice, emitindo decisões formais que podem afetar resultados individuais, estratégias de equipa e a classificação geral. Eis as multas e sanções do painel de comissários da prova.

Este relatório contínuo de decisões e multas compila todos os despachos oficiais publicados durante o Paris-Nice 2026, incluindo penalizações, coimas, advertências e sanções de tempo confirmadas pelo júri após cada etapa. O artigo será atualizado diariamente à medida que surgirem novas decisões, oferecendo um ponto de referência único e fiável para todas as ações do júri tomadas durante a corrida.

 

Júri e Multas - Paris-Nice 2026

 

1ª etapa

Victor Campenaerts (Team Visma | Lease a Bike): Descarte de resíduos de forma descuidada ou perigosa perto da meta. Multa de 500 francos suíços, penalização de 25 pontos UCI, cartão amarelo.

Luke Dubridge (Team Jayco AlUla): Descarte de resíduos fora da zona de lixo. Multa de 500 francos suíços, penalização de 25 pontos UCI.

DD René Mandri (NSN Cycling Team): Condução perigosa. Multa de 500 francos suíços, cartão amarelo.

Mecânico Xabier Remon (Team Jayco AlUla): Inclinar-se para fora de um veículo. Cartão amarelo.

Mecânico Christophe Deligne (EF Education-EasyPost): Inclinar-se para fora de um veículo. Cartão amarelo.

 

2ª etapa

 

Phil Bauhaus e o diretor desportivo Roman Kreuziger (Bahrain - Victorious): "sticky bottle" - multas de 200 e 500 francos suíços, respetivamente.

Timo De Jong (Team Picnic PostNL): Ciclista que descarta lixo ou outros objetos fora das áreas designadas - multa de 500 francos suíços e -25 pontos UCI.

“Resultados 3ª etapa do Paris-Nice 2026: INEOS a mais forte, Ayuso põe a UAE a "falar fininho" no contrarrelógio coletivo”


Por: Miguel Marques

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A INEOS Grenadiers impôs-se na 3ª etapa do Paris-Nice, vencendo o contrarrelógio coletivo de 23,5 quilómetros entre Cosne-Cours-sur-Loire e Pouilly-sur-Loire pela margem mais curta.

A equipa britânica foi uma das últimas a partir e bateu o registo da Lidl-Trek, garantindo o triunfo por apenas 2,47 segundos após ter assinado o melhor tempo intermédio da tarde. O resultado provocou a primeira grande mexida na classificação geral, depois de duas etapas ao sprint terem mantido a corrida muito compacta.

 

INEOS assina prestação decisiva

 

O momento-chave da etapa surgiu no ponto intermédio, onde a INEOS registou a melhor marca do dia.

Com potentes roladores como Joshua Tarling, Oscar Onley, Michal Kwiatkowski e Kevin Vauquelin a ditarem o ritmo, a equipa passou no controlo de tempo 13 segundos mais rápida do que a Lidl-Trek. Essa vantagem revelou-se suficiente para aguentar o ímpeto final dos rivais até à meta.

 

Ayuso lidera a investida da Lidl-Trek

 

Mais cedo na etapa, Juan Ayuso colocou temporariamente a Lidl-Trek na frente. O espanhol assinou um esforço final poderoso, cumprindo os últimos metros a solo para parar o cronómetro nove segundos abaixo da referência anterior da Decathlon CMA CGM.

Esse registo viria a valer o segundo lugar na etapa, uma vez concluída a prestação da INEOS.

Antes da chegada dos principais candidatos, a melhor marca já tinha mudado de mãos várias vezes. A Team Visma | Lease a Bike foi a primeira grande favorita a estabelecer um tempo de referência, batendo a UAE Team Emirates - XRG por 22 segundos.

Esse registo foi depois superado pela Decathlon CMA CGM, com Daan Hoole a completar os quilómetros finais a solo para colocar a formação francesa na liderança provisória. O seu tempo acabaria por ser batido pela Lidl-Trek e, mais tarde, pela INEOS, à medida que a fase decisiva da etapa avançava.

 

Diferenças de tempo redefinem a corrida

 

O contrarrelógio coletivo trouxe a primeira separação real na classificação geral da edição de 2026 do Paris-Nice, com Juan Ayuso a ser o novo líder.

Com as duas primeiras etapas decididas ao sprint, a tabela estava extremamente compacta, mas a disciplina abriu diferenças significativas entre os candidatos, numa semana que agora avança para terrenos mais acidentados.

A etapa, assim, redesenhou o quadro geral da corrida, premiando os desempenhos coletivos mais fortes e colocando vários aspirantes à geral em posições mais favoráveis para a segunda metade do evento.

“Resultados 2ª etapa do Tirreno-Adriatico 2026: Mathieu van der Poel incendeia a corrida no sterratto e vence final a três, diante de Del Toro e Pellizzari”


Por: Miguel Marques

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Mathieu van der Poel impôs-se com autoridade na 2ª etapa do Tirreno-Adriatico após incendiar a corrida com um ataque decisivo nas estradas de gravel da Toscana, antes de vencer um sprint a três em San Gimignano.

O corredor da Alpecin - Premier Tech desferiu o movimento no momento em que o pelotão entrou no setor de sterrato nos quilómetros finais, fragmentando de imediato o grupo e forçando uma perseguição frenética na superfície solta.

Isaac Del Toro e Giulio Pellizzari foram os únicos a responder à aceleração do neerlandês, fechando o espaço para formar um trio dianteiro quando a corrida explodiu no gravel.

Atrás, o pelotão teve dificuldades em reorganizar-se, permitindo aos três atacantes construir uma vantagem decisiva à entrada dos quilómetros derradeiros da etapa.

 

Caos no gravel redefine a etapa

 

Mais cedo, a corrida esteve sob controlo da INEOS Grenadiers, a defender a liderança geral de Filippo Ganna após a sua vitória dominante no contrarrelógio inaugural.

Uma fuga matinal com Manuele Tarozzi, Joan Bou, Diego Pablo Sevilla e Alessandro Iacchi deu vida à etapa durante grande parte da tarde, antes de ser alcançada dentro dos últimos 50 quilómetros.

Porém, com a chegada do setor de gravel, tudo mudou. A aceleração explosiva de Van der Poel desfez de imediato o pelotão, enquanto vários corredores ficaram retidos no caos atrás.

Matteo Jorgenson caiu durante a primeira aceleração na superfície solta, e Thymen Arensman viria também a ir ao chão no gravel, um duro revés para as aspirações do corredor da INEOS Grenadiers na luta pela geral. Mesmo na dianteira houve dificuldades de controlo nas estradas traiçoeiras, com Del Toro a derrapar momentaneamente para a berma e Van der Poel a desencaixar um pé para se recompor.

 

Van der Poel conclui o trabalho

 

Com o pelotão a cerca de quinze segundos à entrada do último quilómetro, a vitória de etapa ficou por decidir entre os três homens da frente.

Pellizzari lançou o sprint primeiro, a cerca de 150 metros, mas Van der Poel passou o italiano nos metros finais para selar o triunfo. Del Toro cortou a meta em segundo, com Pellizzari a fechar o pódio após um desfecho muito apertado.

O pelotão chegou pouco depois, a cerca de quinze segundos, após um final em gravel que partiu a corrida e proporcionou uma das etapas mais dramáticas deste Tirreno-Adriatico.

“Federação Portuguesa de Ciclismo e Real Federação Espanhola de Ciclismo firmam acordo de colaboração”


A Federação Portuguesa de Ciclismo e a Real Federación Española de Ciclismo assinaram um acordo de colaboração destinado a reforçar a cooperação entre as duas entidades e a promover o desenvolvimento do ciclismo nos dois países. O protocolo foi formalizado em Avignon, França, durante o Congresso da Union Européenne de Cyclisme.

O acordo foi assinado pelos presidentes das duas federações, Cândido Barbosa e José Vicioso Soto, e estabelece um conjunto de mecanismos de cooperação com o objetivo de fortalecer a articulação entre os calendários competitivos, promover o intercâmbio de equipas e atletas e fomentar a organização conjunta de eventos de ciclismo.

Entre os principais pontos do acordo destaca-se a coordenação anual dos calendários de competições, procurando evitar sobreposições de provas, bem como a realização de reuniões técnicas entre as duas federações para garantir uma articulação eficaz entre as atividades desportivas.

O protocolo prevê ainda o reforço da participação de equipas portuguesas e espanholas em provas organizadas nos dois países, em igualdade de condições, incentivando o intercâmbio competitivo e a cooperação entre clubes e estruturas técnicas.

Com este acordo, as duas federações pretendem aprofundar a colaboração institucional e potenciar sinergias que contribuam para o crescimento do ciclismo na Península Ibérica e para o desenvolvimento da modalidade em todas as suas especialidades.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Junta-te à nossa equipa! Procuramos gestor desportivo Triatlo”


A Federação de Triatlo de Portugal encontra-se a recrutar um Gestor Desportivo para integrar o Departamento Técnico, com o objetivo de reforçar a capacidade de planeamento, acompanhamento e execução das atividades técnicas e operacionais da federação.

O Gestor Desportivo trabalhará em estreita articulação com a Direção Técnica Nacional, apoiando a implementação das atividades técnicas da federação e contribuindo para o desenvolvimento do triatlo e das seleções nacionais.

 

Principais funções

 

Apoiar a implementação do plano técnico e operacional da federação.

Acompanhar atletas e equipas nacionais em treinos, estágios e competições.

Elaborar relatórios técnicos e de acompanhamento da atividade desportiva.

Colaborar na organização e logística de estágios e competições nacionais e internacionais.

Apoiar a articulação entre atletas, treinadores, clubes e a estrutura técnica da federação.

Gerir os equipamentos de treino e competição das seleções nacionais.

Contribuir para a recolha e organização de informação técnica relevante para o planeamento desportivo.

 

Requisitos mínimos

 

Licenciatura ou mestrado em Ciências do Desporto, Gestão do Desporto ou área afim, obtido em 2022 ou posteriormente.

 

Critérios de valorização

 

Experiência em projetos ou atividades no contexto desportivo.

Experiência como praticante desportivo federado.

Experiência em dirigismo ou organização desportiva.

Condição de ex-atleta de alto rendimento.

 

Candidaturas

 

Os interessados deverão enviar CV e carta de motivação para a Federação de Triatlo de Portugal: secretaria@federacao-triatlo.pt

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“LA VUELTA FEMENINA 26 POR CARREFOUR.ES: O ANGLIRU COROA O MAIS FORTE NUMA ROTA PARA ESCALADORES”


Por: Daniel Peña Roldán

         

Pontos-chave:

 

Esta segunda-feira, a quarta edição da La Vuelta Feminina by Carrefour.es foi apresentada no Auditório Municipal da Ribeira, que decorrerá entre domingo 3 e sábado, 9 de maio, com a Galícia como ponto de partida e a mítica L'Angliru como magnífico final.

O percurso será composto por sete etapas marcadas pela montanha média e por duas chegadas de cume em encostas muito exigentes, Les Praeres e a já referida Angliru, que permitirão aos melhores alpinistas do mundo brilhar com a sua própria luz.


Grandes cidades como A Coruña, Leão e Gijón também estarão presentes na rota La Vuelta Femenina 26 por Carrefour.es, que contará com estrelas como Pauline Ferrand-Prévot, Marianne Vos, Lotte Kopecky e as espanholas Mavi García e Paula Blasi.

O Auditório Municipal da Ribeira, uma bela vila em A Coruña situada entre o Oceano Atlântico e o estuário do Arousa, foi o cenário escolhido pela La Vuelta Feminina por Carrefour.es para a estreia da sua edição de 2026, a quarta na sua jovem história. Com sete etapas a disputar entre domingo, 3 e sábado, 9 de maio, começando na Galícia até culminar no Alto de L'Angliru das Asturias, a grande ronda espanhola promete um enorme espetáculo graças a uma rota muito difícil e particularmente propícia aos escaladores. A medalhada de ouro olímpica e campeã em título do Tour de France, Pauline Ferrand-Prévot, já confirmou a sua presença na corrida. Também a sua lendária colega de equipa na Visma-Lease a Bike, Marianne Vos; a estrela belga Lotte Kopecky (SD Worx-Protime); a poderosa suíça Marlen Reusser, líder da equipa Movistar e segunda geral no ano passado; e as líderes espanholas Mavi García e Paula Blasi, da UAE Team ADQ.


A Galiza acolherá as primeiras quatro etapas da La Vuelta Feminina 26 de Carrefour.es, nas quais será tanto a etapa como a protagonista; e as estradas galegas são conhecidas por mal oferecerem descanso às etapas, com uma constante subida e descida resumida nos quase 8.000 metros de desnível positivo que os ciclistas terão de ultrapassar em pouco mais de 450 quilómetros. Tanto o primeiro dia entre Marín e Salvaterra de Miño, em Pontevedra, como o segundo entre Lobios e San Cibrao das Viñas, em Orense, apresentam dificuldades tanto ao longo do percurso como no último terço que impedirão uma chegada em massa; e o mesmo se pode dizer do quarto dia entre Monforte de Lemos e Antas de Ulla, em Lugo, cujo fim picará para cima. A melhor oportunidade para os velocistas virá no terceiro dia, entre Padrón e A Coruña, com uma linha de chegada plana na cidade Herculine.


Outra capital provincial, León, servirá de partida para a quinta etapa; a priori, a mais fácil de toda a semana, já que os seus 119 quilómetros não apresentam grandes dificuldades orográficas... mas haverá a ameaça do vento, que já destruiu o pelotão na etapa leonesa da La Vuelta Feminina 25 por Carrefour.es disputada entre Becerril de Campos e Baltanás. Este foi ganho num sprint pela já referida Marianne Vos, hoje a ciclista que venceu mais etapas (6) na história da corrida espanhola, empatada com a sua compatriota Demi Vollering, também vencedora da classificação geral nas duas últimas edições da corrida.

A sucessora da holandesa como proprietária da La Roja será certamente definida nas Astúrias, que acolherão as duas últimas etapas da corrida. A sexta, entre a cidade de Gijón e a vila de Nava, termina no Alto de Les Praeres: uma subida que já foi abordada duas vezes pela La Vuelta masculina, e que a antiga camisola amarela e agora comentador televisivo Perico Delgado definiu na sua época como "uma mini Angliru" pelos seus quase quatro quilómetros com uma inclinação média de 13%. com picos de 20%.

No dia seguinte, a grande final da La Vuelta Feminina 26 de Carrefour.es terá lugar na própria Angliru. Estamos a falar de um dos picos mais conhecidos do ciclismo mundial, com dez participações na versão masculina da grande volta espanhola desde a sua estreia mítica, com 'Chava' Jiménez a vencer no nevoeiro em 1999 e até ao triunfo de João Almeida sobre Jonas Vingegaard em setembro passado, entrará nos anais do ciclismo feminino pela porta principal no próximo sábado, 9 de maio. Nas suas rampas implacáveis, com máximos de 23% e uma média de 9,7% ao longo de 12,4 quilómetros de subida agonizante desde Riosa, o alpinista que conquistar a vitória final num dia que será o mais difícil da história desta corrida devido aos seus mais de 3.200 metros de desnível acumulado deve triunfar. superando os 2.700 da grande final do ano passado em Cotobello.

 

As etapas da La Vuelta Feminina 26 por Carrefour.es

 

Domingo, 3 de maio, etapa 1: Marín > Salvaterra de Miño (113 km)

Segunda-feira, 4 de maio, 2.ª etapa: Lobios > San Cibrao das Viñas (109 km)

Terça-feira, 5 de maio, 3.ª etapa: Padrón > A Coruña (121 km)

Quarta-feira, 6 de maio, 4.ª etapa: Monforte de Lemos > Antas de Ulla (115km)

Quinta-feira, 7 de maio, etapa 5: León > Astorga (119km)

Sexta-feira, 8 de maio, etapa 6: Gijón/Xixón > Les Praeres. Nava (106 km)

Sábado, 9 de maio, etapa 7: La Pola Llaviana/Pola de Laviana > L'Angliru (132 km)

Fonte: Unipublic

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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