quarta-feira, 6 de maio de 2026

“Pogacar foi mesmo favorecido na Volta à Romandia? “O maior impacto que alguma vez vi motas terem numa corrida”, afirma rival da geral”


Por: Miguel Marques

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A Volta à Romandia ficou marcada pelo domínio de Tadej Pogacar, mas terá sido isso fortemente influenciado pelas motas? Surge mais um testemunho de um corredor que esteve na prova suíça e sentiu nas pernas quanto o pelotão beneficiou do vácuo atrás das motas de TV.

O tema gerou forte polémica durante a semana, sobretudo após a 4ª etapa, em que uma fuga robusta com Primoz Roglic e Valentin Paret-Peintre foi alcançada na subida ao Jaunpass, depois de ter sido perseguida no vale.

Louis Vervaeke, da Soudal - Quick-Step, foi muito crítico com o que considerou ser uma diferença controlada com ajuda de uma mota à frente do pelotão. “Perdemos 50 segundos em cinco quilómetros. Imagino que tenha sido quando a transmissão televisiva começou. É sempre a mesma história. Assim que entram no ar, as motas estão lá e, por vezes, para mim, isso muda a corrida”.

Paret-Peintre foi mais longe, sugerindo uma decisão consciente: “Se a organização quer que o Tadej Pogacar ganhe, é uma escolha deles. Já o dissemos várias vezes, mas é a vida”.

Há anos que se sabe que, mesmo a 20 metros, os homens que puxam pelo pelotão podem obter um mínimo benefício de vácuo ao perseguirem uma mota. Quando as diferenças são menores, ou um ataque coincide com a presença de uma mota à frente, isso pode alterar significativamente o desfecho da corrida.

Poder-se-ia assumir que, nesse dia, o duo da Soudal - Quick-Step falou a quente, desiludido após ver fracassar a sua perseguição pela vitória de etapa. Mas, no pelotão, Luke Plapp, da Team Jayco AlUla, corrobora a tese.

“Foi simplesmente ridículo, a diferença que fizeram esta semana. Quando a fuga se formava, os rapazes da UAE controlavam, mantinham a fuga por perto. Tinhas um ou dois da UAE a perseguir uma fuga e conseguiam manter tudo muito semelhante”, disse no podcast Stanley St. Social. “E depois as motas entravam à frente do nosso grupo e a velocidade no pelotão tornava-se inacreditável”

O australiano terminou em quinto na classificação geral, esteve nos momentos-chave e não muito longe de Pogacar. O seu relato é mais um num fluxo constante de corredores a falar do impacto atual das motas na corrida.

“Íamos em fila, a sprintar à saída de cada curva, e as diferenças caíam a pique. Foi provavelmente o maior efeito que alguma vez vi as motas terem numa corrida de bicicleta”, chegou a afirmar Plapp. “Houve etapas em que foi quase uma anedota a velocidade a que íamos e o quanto as motas influenciaram”.

“As velhas leis do ciclismo já não se aplicam” - Colega de equipa de Paul Seixas defende que a estreia na Volta a França não é prematura”


Por: Miguel Marques

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Paul Seixas está prestes a tornar-se o ciclista mais jovem em quase um século a alinhar na partida da Volta a França, e terá ambições muito elevadas de terminar bem classificado na geral. O francês conta com o apoio da Decathlon CMA CGM, sem grande dúvida de que este é o momento certo para a estreia.

“Não sabia e descobri ao mesmo tempo que vocês”, partilhou o colega Oliver Naesen à Sporza. A decisão só foi tomada após as clássicas das Ardenas, em conjunto com Seixas e o seu círculo. O francês assinou uma primavera de afirmação e volta a carregar as esperanças de França na Volta.

Naesen contou que não será a primeira vez que Seixas faz o bloco de preparação para a Volta. “No ano passado fiz o estágio de altitude para a Volta a França com ele, e ele já tinha corrido o Dauphiné nessa altura. Portanto, já tinha preparação de Tour nas pernas, embora sem a Volta. Mas faltava ver como se sairia frente a outros candidatos ao top 5. E também como lidaria com essa sucessão”.

Naesen tem agora 35 anos e vai iniciar a Volta a Itália esta sexta-feira; mas entende que, nas novas gerações, os ciclistas evoluem a um ritmo muito diferente de quando se tornou profissional, e rejeita a ideia de que a Decathlon arrisca queimá-lo com uma estreia tão cedo na carreira.

“Não há qualquer desvantagem em levá-lo. A história do burnout não se aplica a ele. Essas velhas leis do ciclismo não valem para esse tipo de corredor”, defende o belga. “Agora pode ir à Volta sem pressão de rendimento puro”.

 

Paul Seixas tem de aprender os códigos da Volta a França

 

E sobretudo, mesmo que Seixas não cumpra já todo o potencial que tem mostrado, isso não torna o objetivo falhado, é essencial ganhar a experiência de uma corrida de três semanas e aprender as especificidades únicas da Volta a França.

“Se fosse à Vuelta e ficasse em quarto, nunca poderia ir à Volta a França sem aquela pergunta típica sobre o pódio. Se agora terminar em 20º e ganhar uma etapa, também é um grande sucesso”, argumenta Naesen. “Só será possível este ano. Ele tem mesmo de aprender que a Volta é diferente das outras corridas”.

Mas poderá Seixas lutar pelo pódio ao fim das três semanas? “Espero que dispute o top 5. É jovem, contudo, e um pouco impetuoso. Gasta energia em momentos em que outros candidatos à geral não o fazem. Portanto, tem de aprender que a Volta é diferente das outras corridas”, responde, com realismo.

“O perigo espreita a cada esquina. Não se encontra isso em mais lado nenhum. São riscos e pequenas armadilhas que ele ainda tem de descobrir”. A experiência e a recuperação ao longo de três semanas não se reproduzem totalmente no treino ou em provas de uma semana quando se trata de enfrentar uma Grande Volta; mas Seixas está rodeado por uma equipa e direção experientes que já lutaram pela vitória na Volta a França.

A pressão é esperada e inevitável, mas faz parte de estar no topo da modalidade. “Não é insalubre, porque o que ele espera de si próprio é pelo menos tão alto quanto o que chega de fora. Nos meus melhores anos, esperava um pódio ou top 5 na Volta à Flandres e perguntavam-me se um top 10 era possível. Achei confortável, porque tinha a certeza de que ia acontecer. Com ele é igual, só que a um nível vertiginosamente mais alto”, concluiu.

“Nelson Oliveira regressa ao Giro com ambição renovada”


Num momento marcante da carreira, Nelson Oliveira prepara-se para voltar à Volta a Itália, cinco anos depois da última presença. Aos 37 anos, o corredor da Movistar cumpre a sua 23.ª participação em grandes Voltas, mas garante que o entusiasmo permanece intacto.

“É sempre especial. Cada edição traz algo novo. Mesmo depois de tantas grandes Voltas, continua a haver espaço para aprender”, disse o ciclista natural de Vilarinho do Bairro, que já tinha alinhado no Giro em 2012, 2013 e 2019.

O regresso à prova italiana surge também por decisão estratégica da Movistar, que leva Enric Mas como líder. “Este ano, o Enric Mas vai ao Giro e a equipa achou importante eu estar lá. E, claro, também era um desejo pessoal. Nos últimos anos, queria voltar, mas as prioridades eram Tour e Vuelta. Agora deram-me essa oportunidade.”

A temporada de Nelson Oliveira começou com um contratempo, uma queda em treino no final de fevereiro resultou numa clavícula fraturada e seis semanas de paragem. Ainda assim, o português regressou em bom nível n’O Gran Camiño, onde terminou em 11.º lugar. “Sabia que estava bem, mas as coisas até correram melhor do que esperava. Deu-me o ritmo certo para chegar ao Giro nas melhores condições.”

O ciclista acredita que a edição deste ano será menos exigente do que outras, embora o contrarrelógio mais de 40 quilómetros planos junto ao mar deva provocar diferenças significativas. O objetivo principal é claro: “Chegar a Roma, são e salvo. E ajudar a equipa em tudo o que for preciso. Sabem que podem contar comigo. E, quem sabe, tentar uma vitória. É difícil, mas não impossível.”

Sobre Enric Mas, Nelson Oliveira vê potencial para um resultado de destaque. “Pode lutar pelo top 3. Tem treinado bem, está motivado. Vamos fazer tudo para o apoiar, embora o contrarrelógio lhe possa custar um pouco.”

Quanto ao vencedor, o português não hesita: “Será muito difícil alguém acompanhar Jonas Vingegaard. Para mim, é o grande favorito. Depois, veremos quem luta pelo segundo e terceiro lugares. Mas no Giro tudo pode acontecer.”

Nelson Oliveira lamenta a ausência de João Almeida, mas destaca a presença de dois compatriotas: o estreante António Morgado (UAE Emirates) e Afonso Eulálio (Bahrain Victorious). “É sempre bom ter portugueses numa grande Volta, ainda por cima jovens com potencial para dar alegrias.”

“Seleção Nacional de Paraciclismo disputa terceira ronda da Taça do Mundo em Itália”


A Seleção Nacional de Paraciclismo está em Itália, para disputar, a partir de amanhã, a terceira e última ronda da Taça do Mundo, que se realiza em Abruzzo até domingo, dia 10 de maio. Trata-se da terceira prova internacional da época para Portugal e que volta a assumir particular importância na conquista de pontos para o ranking das nações, determinante para a qualificação dos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028. Esta será, também, a missão onde vai estar presente a maior comitiva de sempre, fora do país.

Após a etapa belga, para a competição que inicia esta quinta-feira, Portugal apresenta uma comitiva alargada, composta por seis atletas - Flávio Pacheco (H4), Luís Xavier (C5), Luís Jejum (H3, Europcar Associação Salvador), Miguel Castro (H2, Europcar Associação Salvador), Ricardo Mendes (C5, Paredes / Reconco) e Felismina Gomes (WH5, Europcar Associação Salvador), acompanhados por quatro elementos de staff.

Além do Selecionador Nacional, Telmo Pinão, está integrado no grupo o apoio técnico do médico da Federação Portuguesa de Ciclismo, João Silveira, um mecânico (José Afonso) e um fisioterapeuta (Luís Lourenço).

Esta será a primeira vez que a Seleção Nacional de Paraciclismo se apresenta numa competição internacional, fora do país, com um número tão elevado de atletas, assim como de equipa técnica, refletindo o crescimento sustentado da modalidade em Portugal e o reforço da aposta federativa no alto rendimento.

Desde o início, o Selecionador Nacional e a Direção Desportiva da Federação assumiram a decisão estratégica de avançar com esta delegação alargada, “com o objetivo de continuar a promover o paraciclismo, proporcionar experiências internacionais a atletas federados e contribuir para a divulgação do desporto adaptado em Portugal. Trata-se de uma iniciativa que a Federação pretende dar continuidade nos próximos anos”, explicou Telmo Pinão.

Quanto à conquista de pontos para o ranking das nações, esta meta tornou-se mais exigente após o processo de classificação funcional realizado nesta competição. Dos três atletas sujeitos a classificação na classe H (handbike), apenas Felismina Gomes manteve a classe previamente atribuída em Portugal, competindo em H5. Os restantes atletas foram reclassificados em classes superiores, caracterizadas por um maior nível de competitividade e também por um número mais elevado de participantes. Luís Jejum transitou de H2 para H3 e Miguel Castro de H1 para H2. Também Ricardo Mendes passou de C4 para C5, após um processo de avaliação rigoroso.

Contudo, apesar destas alterações, Telmo Pinão mantém a confiança na capacidade da equipa para conquistar pontos relevantes e continuar a trabalhar para um dos grandes objetivos do ciclo: garantir a primeira vaga para Portugal nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

 

Programa competitivo para Itália

 

O programa competitivo começa amanhã, com Flávio Pacheco (H4) e Luís Jejum (H3) a estrearem o percurso na prova de contrarrelógio individual, que terá 17,2 quilómetros (duas voltas). Partem às 11h00. Seguem-se Miguel Castro (H2) e Felismina Gomes (WH5), que cumprem o mesmo trajeto, mas às 14h40 (horas portuguesas).

No dia 8, sexta-feira, entram em cena Luís Xavier e Ricardo Mendes (C5), para disputar o seu contrarrelógio individual, no mesmo percurso do dia anterior, pelas 8h00.

Sábado começam as provas de fundo. Miguel Castro parte para os 45 quilómetros (cinco voltas) de percurso às 10h15 e Flávio Pacheco vai enfrentar 63 quilómetros (sete voltas), às 12h45. Luís Jejum disputa os mesmos quilómetros, mas pelas 14h45. Já Felismina Gomes (WH5) vai para a estrada às 14h47, para completar 54 quilómetros (seis voltas).

Para domingo, último dia de competição, está reservada a prova de fundo dos atletas Ricardo Mendes e Luís Xavier, ambos da classe C5, num total de 90 quilómetros (nove voltas). A prova tem partida às 13h00.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Triatlo continua sem apoio do mecanismo das apostas desportivas”


Face à recente divulgação de dados relativos à distribuição de receitas provenientes das apostas desportivas, a Federação de Triatlo de Portugal vem expressar a sua profunda preocupação perante a injustiça estrutural do modelo em vigor.

Futebol ‘monopoliza’ apostas desportivas com quase 80% das receitas – Notícias ao Minuto

O triatlo, modalidade olímpica com crescente número de praticantes, resultados internacionais de relevo e organizadora de eventos de nível mundial, não recebeu até hoje um único euro proveniente do mecanismo de distribuição de receitas das apostas desportivas. Este facto não só é injusto, como representa também uma clara ausência de reconhecimento da realidade desportiva plural existente em Portugal.

Quando o legislador criou, em 2015, este mecanismo de apoio ao desporto, não antecipava que o sistema se tornasse tão desequilibrado e incapaz de apoiar de forma justa a diversidade desportiva nacional.

 

Contudo, a realidade está muito longe desse objetivo. O triatlo:

 

Nunca recebeu qualquer montante proveniente das receitas das apostas desportivas;

Funciona hoje com menos 30% de financiamento público real (via IPDJ) do que há 10 anos (descontado o efeito inflação), com mais 26% de atletas;

Recebe, de apoio direto do Estado, apenas 152 € (ano) por atleta, um valor totalmente desajustado às necessidades reais da modalidade. Cerca de menos 100 euros do que em 2019.

 

Quem sobrevive assim?

 

Como se assegura a preparação de atletas de alto rendimento, o desenvolvimento de clubes, a formação de treinadores, a organização de eventos e a capilaridade territorial quando o financiamento diminui e os mecanismos criados para apoiar o desporto simplesmente ignoram modalidades inteiras?

Assim, a FTP apela a uma revisão urgente e estrutural do mecanismo de repartição das receitas das apostas desportivas que recupere o espírito da Lei de 2015: a criação de um sistema que sirva todas as modalidades, sem exceção.

06 de maio de 2026,

A Direção da Federação Triatlo Portugal

“Triatlo de Oeiras: partida com horas distintas consoante o grupo de idade”


Este domingo realiza-se o XXXIX Triatlo de Oeiras e é muito importante que os atletas masculinos saibam a hora a que partem, consoante o seu grupo de idade. Se partirem no grupo de idade errado, são automaticamente desclassificados.

 

Sendo assim:

 

08:30 – partida para atletas masculinos até aos 39 anos, inclusive.

08:34 – partida para atletas masculinos entre os 40 e 49 anos, inclusive.

08:37 – partida para atletas masculinos com mais de 50 anos, inclusive.

Importa também informar que a entrega de prémios dos Age Groups (Masculinos e Femininos) será às 14:30, ficando os restantes escalões com pódios a começar às 15:30.

O Secretariado estará aberto no sábado entre as 16:30 e 18:30. No dia da prova, funcionará entre as 06:30 e às 10:00.

Regulamento da Prova aqui: https://www.federacao-triatlo.pt/ftp2015/wp-content/uploads/2026/02/2026-05-10-regulamento-xxxix-triatlo-oeiras-rev03-1.pdf

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Agenda de Ciclismo”


Taças de Portugal de BTT e BMX regressam no fim de semana

 

Fotos UVP / FPC

Com o próximo fim de semana vão regressar mais provas pontuáveis para a Taça de Portugal, nas vertentes de BTT e BMX. O primeiro Campeonato Nacional de Ciclismo Virtual, no Porto, vai ter lugar no sábado, sendo outro dos destaques dos próximos dias. Ainda durante o fim de semana, o BTT continua em evidência, agora no ciclismo de formação, com a realização de dois Encontros Inter-Regionais de BTT para Escolas e a terceira prova de BTT-XCO Desporto Escolar.

As Taças de Portugal de BTT em XCO (cross-country olímpico) e DHI (Downhill) estão de regresso nos dias 9 e 10 de maio. O Centro Desportivo Nacional do Jamor vai receber a quarta prova da Taça de Portugal de XCO – Portugal Cup XCO / XCO Jamor, com corridas ao longo do dia de domingo para todos os escalões, numa prova integrada no calendário UCI (C2).


O programa do evento começa no sábado, com a abertura do secretariado (9h00) e a abertura do circuito de treinos (10h00 - 12h30), que vai funcionar também da parte da tarde (14h30 - 17h30). A competição arranca na manhã de domingo, pelas 9h00 e todas as provas vão realizar- se na Pista Internacional de XCO do Jamor. É um traçado exigente, ideal para provas de XCO, com elementos técnicos como subidas íngremes, zonas de pedras, saltos e descidas técnicas, oferecendo um verdadeiro

teste de resistência e destreza para os atletas. A quarta prova da Taça trata-se de uma corrida cronometrada, realizada num circuito fechado com aproximadamente 4.000 metros de extensão.

Em Arcos de Valdevez, a exigente pista de Prozelo recebe a quarta etapa da Taça de Portugal de Downhill presented by Shimano, também pontuável para o ranking UCI (C1), trazendo a elite do DHI mundial ao Minho. A pista de Prozelo, com 1.600 metros de comprimento, é reconhecida pela sua tecnicidade e declive acentuado, prometendo um espetáculo de alto nível desportivo nas encostas do Alto Minho.


Em competição vão estar categorias dos Sub-13 aos Master 70 masculinos e nas femininas dos Sub-13 a Masters. Depois de reconhecer a pista a pé, na sexta-feira, no sábado vai haver treinos ao longo de todo o dia, para todas as categorias. Dia 10, após os treinos finais, entre as 8h00 e as 9h00, será dado início à competição. A manga final será às 14h00 e a cerimónia protocolar está agendada para as 16h30.

Rumando agora ao centro, na Bairrada, é em Anadia que vai realizar-se a quinta e sexta rondas da Taça de Portugal de BMX. Dias 9 e 10 de maio, respetivamente, as duas provas serão disputadas em Sangalhos, na pista olímpica de BMX do CAR - Centro de Alto Rendimento de Anadia. Esta competição reunirá os melhores atletas nacionais, prometendo um fim de semana de grande competitividade e espetáculo desportivo.

O programa inicia na sexta-feira, dia 8, com treinos livres. Sábado a competição inicia às 15h30, com as mangas qualificativas e eliminatórias.

Pelas 18h00 serão as finais de todas as categorias e a cerimónia protocolar. Quanto a domingo, dia da sexta ronda, as provas arrancam às 10h30 e as finais e entrega de prémios serão a partir das 12h45.

Cycling eSports terá primeiro Campeonato Nacional

O primeiro Campeonato Nacional de Cycling eSports vai realizar-se no dia 9 de maio, sábado, no Porto, no Cycling District. Será este o espaço que vai acolher a final, através da plataforma MyWhoosh. Prevê-se que seja um dia marcante, visto que vai permitir apurar o primeiro Campeão Nacional em ciclismo virtual e que vai contar com a presença de convidados especiais, como alguns corredores do pelotão nacional, para testemunhar.

A jornada começa às 14h45, com as provas femininas, seguindo-se as corridas masculinas, a partir das 17h00. Todo o evento será transmitido via live streaming. O link será disponibilizado nas redes sociais da Federação Portuguesa de Ciclismo e do Cycling District.

Do fim de semana fazem ainda parte dois Encontros Inter-Regionais de BTT para Escolas. No sábado, a partir das 15h00, o Recinto das Tasquinhas, em Porto de Mós, recebe o Encontro Inter-Regional de Escolas BTT - Zona B, para os escalões S7 a S15. Já no domingo, 10 de maio, pelas 10h00, o Complexo Desportivo Monte da Forca, em Vila Real, recebe o 11.º Encontro Inter-Regional de Escolas BTT - Zona A, para os mesmos escalões. Ainda no sábado, tem lugar também a terceira prova de BTT-XCO Desporto Escolar - Circuito Regional Zona Norte, em Lousada.

 

Mais eventos oficiais:

 

9 de maio: 3.ª Taça do Algarve Cadetes e Juniores M/F - Circuito Brito da Mana – Tavira

9 de maio: 2.ª Taça do Algarve Masters e Elites M/F 9 de maio: E#2 Estrada Terceira 2026

9 de maio: Bairrada Ultra Marathon

10 de maio: 4.ª Taça da Madeira de CE - Porto Moniz 2026 – Porto Moniz, Madeira

10 de maio: 2.ª Taça do Algarve XCM – Tunes (Silves, Algarve)

10 de maio: XCO#3 Faial / Pico 2026 – Pedro Miguel (Horta, Ilha do Faial) 10 de maio: EE#4 ESCOLAS Faial / Pico 2026 – Pedro Miguel (Horta, Ilha do Faial)

10 de maio: V Passeio BTT “Rota das Vinhas do Dão” – Lourosa de Baixo 10 de maio: IV BTT Carvacity – Carvalhal

10 de maio: 24.º BTT Almeida – Almeida

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“O GIRO D’ITALIA ARRANCA NO EUROSPORT COM VINGEGAARD, DOLOMITAS E 3.400 KM DE PURA SOBREVIVÊNCIA”


Por: Vasco Simões

Foto: Getty Images

A LUTA PELA MAGLIA ROSA SERÁ ACOMPANHADA ATRAVÉS DE 107 HORAS DE AÇÃO EM DIRETO ATRAVÉS DA COBERTURA PREMIUM DO EUROSPORT E EM STREAMING NA HBO MAX.

O DINAMARQUÊS JONAS VINGEGAARD SURGE COMO UM DOS GRANDES FAVORITOS À VITÓRIA.

TRIO PORTUGUÊS EM DESTAQUE NO GIRO D’ITALIA 2026 COM ANTÓNIO MORGADO, AFONSO EULÁLIO E NELSON OLIVEIRA

 

A primeira Grande Volta da temporada está de regresso ao Eurosport e promete três semanas de espetáculo absoluto. Entre 8 e 31 de maio, a 109.ª edição do Giro d’Italia leva o pelotão da Bulgária até Roma ao longo de 21 etapas, 3.468 quilómetros e quase 50 mil metros de desnível acumulado, numa corrida desenhada para os trepadores, para os resistentes e para os corredores capazes de sobreviver ao caos que tantas vezes define a Volta a Itália.

 

Como já é tradição, o Eurosport transmite em direto todas as etapas do Giro d’Italia, acompanhando diariamente cada quilómetro da corrida com cobertura completa, análise especializada e acompanhamento permanente das grandes histórias do pelotão internacional. Ao longo das três semanas, os fãs poderão acompanhar a corrida no Eurosport e na HBO Max, com transmissões integrais das etapas e acompanhamento alargado dos momentos decisivos da luta pela Maglia Rosa.

 

VINGEGAARD ESTREIA-SE NO GIRO COMO O GRANDE FAVORITO

 

Todas as atenções estarão centradas em Jonas Vingegaard. O dinamarquês da Visma | Lease a Bike estreia-se finalmente na Corsa Rosa e apresenta-se como o grande favorito à vitória final. Depois de conquistar o Tour de France e La Vuelta a España, Vingegaard pode tornar-se apenas no oitavo ciclista da história a vencer as três Grandes Voltas.

Mas a luta pela Maglia Rosa promete estar longe de ser controlada. Giulio Pellizzari chega ao Giro como a grande esperança italiana e uma das figuras mais entusiasmantes da nova geração. O jovem da Red Bull – BORA – hansgrohe apresenta-se como um dos principais rivais de Vingegaard depois da enorme evolução mostrada nas últimas temporadas.

A lista de candidatos inclui ainda Egan Bernal, vencedor do Giro em 2021 e cada vez mais próximo do seu melhor nível, Jai Hindley, vencedor em 2022, Adam Yates, Derek Gee-West, Felix Gall, Ben O’Connor, Thymen Arensman, Giulio Pellizzari e Enric Mas, num dos alinhamentos mais fortes dos últimos anos.

 

TRÊS PORTUGUESES NO PELOTÃO APÓS AUSÊNCIA DE JOÃO ALMEIDA

 

A grande ausência da corrida é João Almeida. O português da UAE Team Emirates-XRG falha aquele que era um dos grandes objetivos da sua temporada devido a complicações provocadas por uma infeção viral, alterando significativamente o equilíbrio da luta pela classificação geral.

Ainda assim, Portugal continuará representado no Giro com António Morgado, Afonso Eulálio e Nelson Oliveira. Morgado estreia-se na Volta a Itália pela UAE Team Emirates-XRG e poderá ter liberdade para procurar vitórias em etapas. Afonso Eulálio integra a Bahrain Victorious numa das experiências mais importantes da sua carreira, enquanto Nelson Oliveira soma mais uma participação numa Grande Volta ao serviço da Movistar Team.

 

BLOCKHAUS, DOLOMITAS E UM CONTRARRELÓGIO DECISIVO PROMETEM AGITAR A CORRIDA

 

O percurso promete diferenças logo desde a primeira semana. A subida ao Blockhaus, na 7.ª etapa, surge como o primeiro grande teste da geral, com 244 quilómetros e mais de 4.400 metros de desnível acumulado. Poucos dias depois, Corno alle Scale volta a colocar os favoritos frente a frente antes do importante contrarrelógio individual da 10.ª etapa, entre Viareggio e Massa, com 42 quilómetros praticamente planos.

Mas será nas Dolomitas que o Giro deverá voltar a explodir. A 19.ª etapa, entre Feltre e Alleghe, é a grande etapa rainha da edição de 2026, com quase 5.000 metros de desnível acumulado e passagens por algumas das subidas mais míticas do ciclismo italiano, incluindo o Passo Giau. No dia seguinte, a dupla subida a Piancavallo oferece a derradeira oportunidade para ataques antes da chegada final a Roma.

Também a luta pelos sprints promete animar a corrida. Jonathan Milan regressa ao Giro para tentar conquistar mais uma Maglia Ciclamino, enfrentando nomes como Kaden Groves, Dylan Groenewegen, Paul Magnier, Tobias Lund Andresen e Ethan Vernon.

Durante três semanas, acompanhe cada ataque, cada sprint e cada momento decisivo daquela que continua a ser uma das corridas mais emocionantes, imprevisíveis e duras do ciclismo mundial. O Giro d’Italia, a não perder em direto e em exclusivo de 8 a 31 de maio no Eurosport e em streaming na HBO Max!

 

ETAPAS DO GIRO D’ITALIA 2026

 

08/05 – Etapa 1: Nessebar - Burgas | 147 km | 500 m | 11:30 – 15:30

09/05 – Etapa 2: Burgas - Veliko Tarnovo | 221 km | 2.600 m | 9:45 – 15:45

10/05 – Etapa 3: Plovdiv - Sofia | 175 km | 1.600 m | 11:00 – 15:30

11/05 – Descanso

12/05 – Etapa 4: Catanzaro - Cosenza | 138 km | 1.800 m | 12:30 – 16:45

13/05 – Etapa 5: Praia a Mare - Potenza | 203 km | 4.100 m | 11:00 – 16:45

14/05 – Etapa 6: Paestum - Nápoles | 141 km | 500 m | 12:45 – 16:45

15/05 – Etapa 7: Formia - Blockhaus | 244 km | 4.600 m | 9:30 – 16:45

16/05 – Etapa 8: Chieti - Fermo | 156 km | 1.900 m | 12:00 – 16:45

17/05 – Etapa 9: Cervia - Corno alle Scale | 184 km | 2.400 m | 11:30 – 16:45

18/05 – Descanso

19/05 – Etapa 10 (CRI): Viareggio - Massa | 42 km | 50 m | 12:00 – 16:45

20/05 – Etapa 11: Porcari - Chiavari | 195 km | 2.850 m | 11:00 – 16:45

21/05 – Etapa 12: Imperia - Novi Ligure | 175 km | 2.250 m | 11:45 – 16:45

22/05 – Etapa 13: Alessandria - Verbania | 189 km | 1.400 m | 11:30 – 16:45

23/05 – Etapa 14: Aosta - Pila | 133 km | 4.350 m | 11:45 – 17:00

24/05 – Etapa 15: Voghera - Milão | 157 km | 200 m | 13:00 – 16:45

25/05 – Descanso

26/05 – Etapa 16: Bellinzona - Carì | 113 km | 3.000 m | 12:00 – 16:45

27/05 – Etapa 17: Cassano d’Adda - Andalo | 202 km | 3.300 m | 11:00 – 16:45

28/05 – Etapa 18: Fai della Paganella - Pieve di Soligo | 171 km | 2.050 m | 12:00 – 16:45

29/05 – Etapa 19: Feltre - Alleghe | 151 km | 5.000 m | 11:15 – 16:45

30/05 – Etapa 20: Gemona del Friuli - Piancavallo | 200 km | 3.750 m | 9:30 – 15:30

31/05 – Etapa 21: Roma - Roma | 131 km | 500 m | 15:00 – 18:30

Fonte: Eurosport

“Rota das Galhas 2026”


Dias 22 e 23 de maio de 2026

 

Por: Liliana Duarte/Francisco Alejandro López Núñez:

Atividade que combina cicloturismo com monitorização científica. Ao longo da rota EuroVelo 1, seguindo as secções 25 e 26 entre o Porto e Aveiro, num percurso mínimo de 89 km (Figura 1), será realizado o registo de galhas de Trichilogaster acaciaelongifoliae, um agente de controlo biológico utilizado na gestão da acácia-de-espigas, uma espécie invasora amplamente distribuída pelo litoral português.

Para esta monitorização, será necessário o uso de um dispositivo móvel com acesso à internet e GPS (por exemplo, um telemóvel Android ou iPhone), com as aplicações iNaturalist e Epicollect5 previamente instaladas. Em cada paragem, e com recurso às aplicações acima referidas, serão registados os pontos com presença de galhas de Trichilogaster acaciaelongifoliae, bem como outra informação relevante (Figura 2).


No final da atividade, os dados recolhidos serão carregados nas duas plataformas de ciência cidadã. Posteriormente, estes dados serão integrados no relatório bianual elaborado pelo grupo Invasoras.pt e submetido ao ICNF, com o objetivo de acompanhar o estabelecimento e a dispersão do primeiro agente de controlo biológico de plantas invasoras libertado em Portugal, em 2015.

Recorrendo a ciclovias e trilhos litorais, os participantes terão a oportunidade de, num ambiente descontraído e não competitivo, explorar e conhecer os valores naturais da faixa litoral entre o Porto e Aveiro, bem como as principais ameaças que a afetam. Adicionalmente, esta atividade poderá contribuir para o desenvolvimento local, promovendo o consumo de produtos regionais nas diferentes localidades visitadas. Para além do percurso, está ainda prevista a realização de várias ações de controlo de espécies invasoras no Pinhal de Ovar, bem como uma sessão de esclarecimento sobre o controlo biológico de plantas invasoras, em local a confirmar.


A atividade será divulgada através das redes sociais (Facebook e Instagram) do grupo Invasoras.pt, do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, da Escola Agrária de Coimbra, da Associação +Pinhal e do grupo The Camarinha Project, com o objetivo de incentivar a participação do público. Em função das condições climatéricas e do número de participantes, as paragens, a duração das etapas e o percurso planeado poderão sofrer alterações. A organização do evento não se responsabiliza por qualquer incidente que possa ocorrer com cada participante. Cada participante é responsável por si próprio e pela sua segurança, devendo assegurar, a sua alimentação e hidratação, os meios de proteção e visibilidade necessários (capacete, luzes, refletores, seguro de responsabilidade civil, entre outros) e respeitar o Código da Estrada, evitando situações de risco para si e para os restantes utilizadores da via pública.


 

Antecedentes

 

Desde a sua libertação em 2015 por investigadores do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra e da Escola Superior Agrária de Coimbra, o agente de controlo biológico     tem          sido monitorizado anualmente com o objetivo de avaliar o seu estabelecimento e dispersão ao longo do litoral português (Figura 3). Esta monitorização tem sido realizada recorrendo a métodos tradicionais, nomeadamente com deslocações de carro ao longo do litoral português (Figura 4).

Em 2025, surgiu a ideia de   combinar a prática desportiva com a monitorização     deste agente, aproveitando o facto de a sua distribuição ocorrer maioritariamente na faixa litoral. Esta região apresenta, de forma geral, condições favoráveis à prática de atividades como o cicloturismo, devido ao seu perfil relativamente plano, com baixa altitude acumulada, e à presença de rotas internacionais como a EuroVelo 1, que liga Faro a Caminha. Assim, em 2025, o percurso da EuroVelo 1 entre Aveiro e a Figueira da Foz foi realizado por dois membros da equipa do Invasoras.pt, sediada no Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra e na Escola Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra. 


A iniciativa revelou resultados positivos, tanto ao nível científico como da sensibilização ambiental, incluindo várias atividades de educação ambiental realizadas em Mira com a colaboração da Câmara de Mira e da Associação Charcos & Companhia de Vagos, nomeadamente: remoção de chorão na Praia de Mira, sessão de esclarecimento sobre o controlo biológico de plantas invasoras e apresentação, em Vagos, do Manual de Gestão de Espécies Invasoras Lenhosas.

 

Objetivos

 

• Contribuir para o acompanhamento da distribuição do agente de controlo biológico, através da utilização de aplicações de ciência cidadã, como iNaturalist e Epicollect5

• Promover a ciência cidadã, integrando os dados recolhidos no relatório bianual sobre o estabelecimento e dispersão do agente de controlo biológico

• Incentivar o uso da bicicleta e a mobilidade sustentável, através de um percurso de baixa dificuldade, tirando partido das ciclovias e trilhos existentes

• Sensibilizar para o impacto das espécies invasoras e para a importância do controlo biológico


Inclui atividades já agendadas, como ações de controlo de acácias e de proteção da camarinha no Pinhal de Ovar, em colaboração com a Associação +Pinhal e o Grupo Camarinha Project, estando outras iniciativas em fase de planeamento.

 

Datas e Locais

 

Esta atividade está enquadrada na Semana sobre Espécies Invasoras, a qual é promovida pela Rede Portuguesa de Estudo e Gestão de Espécies Invasoras - Rede InvECO, pela plataforma INVASORAS.PT, pelos projectos LIFE COOP Cortaderia e LIFE INVASAQUA e pelo Grupo Especialista em Invasiones Biólogicas (Figura 5). A atividade terá lugar nos dias 22 e 23 de maio de 2026. O ponto de encontro para o início da atividade será no Cais da Ribeira de Gaia, junto à Ponte Luís I, pelas 9h30. A primeira etapa terminará ao final da tarde na Praia de Esmoriz. No dia 23, o ponto de encontro será no Parque Ambiental do Buçaquinho, terminando o percurso na estação de comboios de Aveiro, incluindo a travessia da Ria de Aveiro em ferry.

 

Participantes

 

Entre duas a quatro pessoas (promotoras da atividade e membros da equipa de investigação Invasoras.pt), bem como participantes adicionais.

Trata-se de uma atividade de dificuldade baixa, aberta ao público em geral >16 anos, permitindo a participação livre. Cada participante será responsável pela distância percorrida e pelas condições da sua participação.

 

Contactos:

E-mail: lnfran85@gmail.com

E-mail: lduarte@esac.pt

Link para inscrição: https://forms.gle/fETxi5eCW7Tk8q5X9

Pode seguir a atividade em:

Invasoras.pt:  https://invasoras.pt/

Facebook: https://www.facebook.com/photo/?fbid=1397887795699900&set=a.629730949182259

Instagram: https://www.instagram.com/p/DX_dPvZmtLc/?utm_source=ig_web_copy_link

Fonte: Plataforma de informação e ciência-cidadã sobre plantas invasoras em Portugal

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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  • Subdiretor: Helena Ricardo Morais
  • Periodicidade: Diária
  • Registado: Entidade Reguladora para a Comunicação Social com o nº: 125457
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  • Redacção: José Morais
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