segunda-feira, 27 de abril de 2026

“Jonas Vingegaard está a ficar sem rivais para a Volta a Itália 2026! Depois de João Almeida, Carapaz também deverá falhar a Corsa Rosa”


Por: Miguel Marques

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A Volta a Itália está a perder vários candidatos a ritmo acelerado. Após a confirmação da desistência de João Almeida, talvez o maior rival potencial de Jonas Vingegaard para a Corsa Rosa, tudo indica que o único corredor do pódio do ano passado que iria alinhar à partida - Richard Carapaz - também deverá falhar a corrida.

Com Simon Yates retirado do ciclismo e Isaac del Toro focado na Volta a França, Carapaz era o único elemento do pódio de 2025 apontado ao regresso à Corsa Rosa. A primeira parte da preparação foi desenhada para esse objetivo, com progressão constante de forma na primavera, incluindo Tirreno-Adriatico e a Volta à Catalunha. Foi 10º nesta última, antes de regressar ao Equador, onde o plano passava por um estágio prolongado em altitude antes de voltar à Europa para o Giro.

Contudo, a sua condição de saúde deteriorou-se e foi operado poucos dias após a Catalunha. “Não estava no plano, mas foi gerido da melhor forma. Ontem à noite fui submetido a um procedimento por um problema perineal", disse no início de abril. "Tudo correu como esperado e com sucesso. A partir de hoje, estou totalmente focado na recuperação e em voltar ao meu melhor nível antes do Giro".

 

É possível um regresso?

 

Carapaz não foi oficialmente afastado e não está lesionado, porém existem dúvidas legítimas sobre a sua forma atual e o meio belga Het Laatste Nieuws avançou que há considerável incerteza quanto à sua participação. Uma corrida de três semanas é uma exigência dura para o corpo e a decisão de assumir esse compromisso pode comprometer a ambição de competir na Volta a França ao melhor nível, caso o Giro não corra como previsto.

A Volta a Itália arranca na sexta-feira, 8/5, na cidade de Nessebar, Bulgária. A prova passará três dias no país de Leste antes de regressar a Itália; onde o percurso será marcado pelas subidas ao Blockhaus e a Piancavallo; bem como um contrarrelógio longo de 40,0 quilómetros e etapas decisivas tanto no Vale de Aosta como nas Dolomitas.

“Recebi um pedido para pagar uma quantia por Lance Armstrong...” - Tadej Pogacar não está na Volta à Romandia por dinheiro, confirma o diretor da corrida”


Por: Miguel Marques

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A Volta à Romandia assume os holofotes esta semana no mundo do ciclismo e, na linha de partida, pela primeira vez, estará o campeão do mundo Tadej Pogacar. A prova suíça, em dificuldades, recebe calorosamente o melhor do pelotão, que pode ajudar o evento a sair dos recentes problemas financeiros.

O diretor de corrida Richard Chassot explicou como surgiu a estreia de Pogacar na corrida suíça: “É preciso saber que também fui corredor. Conheço muito bem o Mauro Gianetti dessa altura. O Mauro aprecia imenso a Volta à Romandia. Há dois ou três anos, ele já me disse ‘sabes, Richard, um dia o Pogi virá de certeza à Volta à Romandia’”, partilhou em entrevista ao Wielerflits. “Não sabia quando, mas viria certamente em algum momento”.

O manager da UAE Team Emirates - XRG acabou por trazer a novidade de que esta corrida, que ainda não figura no palmarés de Pogacar, estava no seu calendário para 2026, após uma primavera em que anteriormente corria exclusivamente as clássicas-chave que queria vencer.

“Em junho do ano passado, disse-me ‘acho que há uma possibilidade para o próximo ano, ele poderá ajustar um pouco o programa’. E, em dezembro, uma semana antes do anúncio, o Mauro ligou-me. Disse ‘ouve, estamos no estágio, estamos a finalizar o programa e vamos, em definitivo, à tua Volta à Romandia. Podes anunciá-lo rapidamente a partir de meados de dezembro, para também trabalhares a comunicação’”.

 

Romandia chegou a ser convidada a pagar a Lance Armstrong

 

Houve muita tensão na organização da Romandia, a torcer para que nada acontecesse ao campeão do mundo que o impedisse de alinhar. “Sabes como funciona o ciclismo. Com tantas quedas e doenças, é sempre preciso esperar até ao último momento para ter a certeza de que todos aparecem. Para já, tudo parece muito bem. Mas, ao contrário, também podem surgir oportunidades ‘de última hora’. No ano passado, só soubemos muito tarde que o Remco Evenepoel ia correr a Romandia”.

Este ano apenas 15 equipas alinham, com quatro a optarem por não marcar presença (devido a uma regra da UCI que permite falhar um evento WorldTour) e apenas um convite atribuído - à Tudor Pro Cycling Team. Assim, o pelotão é muito reduzido, numa corrida que enfrenta problemas financeiros que podem ditar o fim se não surgir um grande patrocinador que cubra os atuais défices.

A possibilidade de pagar um prémio de partida a Tadej Pogacar esteve fora de questão, responde de forma direta. “Absolutamente não. Nunca me pediram isso e, além disso, não temos capacidade para tal. Há muito tempo, recebi um pedido para pagar uma quantia ao Lance Armstrong, mas recusámos”, revela Chassot.

“Com o Pogacar foi diferente: disseram-nos que ele quer vencer e que estão até dispostos a ajudar na nossa comunicação”.

Admite que há um viés pela camisola arco-íris, já que ele pode ser, de facto, a salvação da corrida nos próximos anos. “Se ele vencer, garantirá pelo menos visibilidade extra e talvez também faça os nossos telefones tocarem mais depressa com patrocinadores. Corredores como ele geram interesse transversal. São ainda mais especiais do que as gerações anteriores de estrelas, inclusive nas redes sociais e na imprensa”.

 

Pogacar versus Roglic

 

Chassot também vendeu a ideia de encher o público na Suíça francófona durante a semana, com a oportunidade de ver o melhor do mundo pela primeira vez no país em muito tempo.

“No que toca ao Pogacar, é também interessante notar que temos grandes comunidades eslovenas na Suíça. Temos aqui um público vasto, ansioso por o ver e conhecer. Como não somos a Volta a França, tudo é um pouco mais acessível, embora naturalmente protejamos os nossos corredores. Para quem quer ver o Pogacar de perto numa subida ou num contrarrelógio, a Volta à Romandia é muito adequada”.

Pogacar vai medir forças com nomes como Oscar Onley, Lenny Martínez; e a dupla da Red Bull - BORA - Hansgrohe, Florian Lipowitz e Primoz Roglic. Este último pode ser um candidato legítimo contra Pogacar no prólogo inaugural, sobretudo tendo em conta que Pogacar chega diretamente da Liege-Bastogne-Liege, onde foi vencedor.

“Podem discutir a vitória num duelo, embora também tenham gregários muito fortes em João Almeida (correção: Almeida não está na corrida, n.d.r) e Florian Lipowitz, respetivamente. Penso que a UAE Emirates XRG e a Red Bull-BORA-hansgrohe vão dominar e medir forças entre si. Complementadas por alguns jovens trepadores que têm pouco a temer nos quilómetros de contrarrelógio, espero uma grande Volta. Quanto ao tempo, para já tudo parece bem”.

“Giro perde duas figuras de peso: Mikel Landa afastado por fratura pélvica e João Almeida também falha a corrida”


Por: José Morais

A Volta a Itália sofreu esta semana duas baixas de grande impacto. Mikel Landa, uma das referências da Soudal Quick-Step, está oficialmente fora do Giro após exames confirmarem uma fratura pélvica resultante da queda sofrida na Volta ao País Basco. A equipa belga anunciou que o ciclista basco, de 36 anos, terá de cumprir um período de repouso absoluto, inviabilizando a sua presença na edição deste ano.

Segundo o comunicado, a lesão revelou-se de diagnóstico difícil, tendo sido detetada apenas após exames adicionais realizados nos últimos dias. Apesar de a fratura já apresentar sinais de consolidação, o tempo de recuperação necessário impede qualquer tentativa de participação na prova italiana. Mikel Landa, que regressara recentemente à competição após um inverno marcado por problemas de saúde, confessou estar “desapontado”, mas garantiu estar “totalmente focado” na recuperação e no regresso à competição.

A ausência do espanhol representa um novo revés na sua relação com o Giro, prova onde já conquistou dois pódios (2015 e 2022) e três vitórias em etapas. Na época passada, Mikel Landa já tinha sido forçado a abandonar a corrida após uma queda violenta que lhe provocou uma fratura vertebral.

A notícia soma-se à já confirmada ausência de João Almeida, que também falhará o Giro devido a uma preparação comprometida por doença. O português, vice-campeão da última Vuelta e um dos principais candidatos à vitória final, admitiu nas redes sociais que não conseguiu recuperar a tempo para apresentar o nível competitivo exigido. “Infelizmente, não estarei à partida como planeado. A doença dos últimos meses afetou demasiado a minha preparação”, lamentou.

Com estas duas baixas, o pelotão perde dois nomes de grande relevância para a luta pela classificação geral, alterando significativamente o equilíbrio competitivo da prova. Para as equipas e para os adeptos, fica a expectativa de que ambos regressem ainda esta temporada em plena forma e com novos objetivos traçados.

“João Almeida reage à sua ausência na Volta a Itália 2026 - “Os problemas de saúde dos últimos meses afetaram demasiado a minha preparação”


Por: Miguel Marques

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O que foi noticiado na noite de domingo pela comunicação social portuguesa ficou confirmado na manhã desta segunda-feira pelo próprio. A Volta a Itália perdeu uma das suas principais figuras, já que João Almeida foi afastado da primeira grande volta da época. O especialista em voltas por etapas estava apontado para liderar a UAE Team Emirates - XRG na Corsa Rosa, mas um vírus persistente considerou-o inapto para partir com grandes ambições.

O Diário de Notícias avançou a informação na noite de ontem e retratou a realidade no seio da UAE Team Emirates - XRG. Almeida preparava o Giro em altitude, na Serra Nevada, mas simplesmente não encontrou a forma que lhe permitisse encarar a corrida com ambição competitiva. Com Jonas Vingegaard e Giulio Pellizzari à partida, a missão seria ainda mais exigente.

Depois de subir ao pódio na Volta ao Algarve no início do ano, Almeida sofreu uma infeção viral que o obrigou a falhar o Paris-Nice. Foi o primeiro sinal de uma primavera condicionada pelos problemas de saúde que se seguiram. Regressou à competição na Volta à Catalunha, mas continuou sem ritmo e ainda caiu. Terminou, por fim, em 38º na geral.

 

Um vírus que mudou tudo

 

A infeção viral não só lhe tirou dias de treino como, sobretudo, tornou a recuperação muito mais complexa. Arrastou-se ao longo dos últimos dois meses, com o português de 27 anos a não evidenciar melhorias e a manter ainda hoje sintomas.

“Infelizmente não estarei na partida da Volta a Itália no próximo mês, como planeado. A doença nos últimos meses afetou demasiado a minha preparação e significa que simplesmente não estarei pronto a tempo, o que é uma pena porque é uma corrida que adoro”, escreveu Almeida no Instagram. Confirmou assim a notícia que altera por completo a perspetiva da sua temporada.

“Depois de falar com a equipa decidimos que o melhor é fazer um período de repouso e mudar o foco para novos objetivos mais à frente na época”, acrescentou. A formação para o Giro deverá ser liderada por Adam Yates, enquanto outros corredores poderão ter liberdade para procurar resultados. Sendo uma mudança de última hora, é pouco provável que Tadej Pogacar ou Isaac del Toro entrem para colmatar a ausência.

Isto poderá também abrir a porta a Almeida para correr a Volta a França este verão, embora essa decisão só seja tomada mais tarde. “Ainda não definimos esses novos objetivos, isso será feito com calma nas próximas semanas… Por agora é tempo de descansar um pouco e reconstruir passo a passo. Boa sorte aos rapazes para o Giro, estarei a torcer a partir de casa”, concluiu.

“Resultados 2a etapa da Volta à Turquia 2026: Descolado a 10 km, Tom Crabbe recupera e ainda vence segundo sprint consecutivo”


Por: Miguel Marques

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Tom Crabbe (Team Flanders - Baloise) somou duas vitórias em duas na Volta à Turquia, impondo-se ao sprint na 2ª etapa depois de recuperar de uma quebra tardia dentro dos últimos 10 quilómetros.

Sente Sentjens (Alpecin-Premier Tech) foi segundo após lançar o sprint dentro dos 500 metros finais, com Cesar Macias (Burgos Burpellet BH) a fechar o pódio.

 

Grande fuga forma-se cedo na 2ª etapa

 

Uma fuga numerosa e em constante evolução consolidou-se nos primeiros quilómetros, com vários ataques e contra-ataques a moldarem a dianteira da corrida. Entre os protagonistas estiveram Tomas Barta, Ali Egin, Muhammed Erkan, Mustafa Tarakci, Arda Tekirdag, Feritcan Samli, Kaan Soylu Ozkalbim, Michal Pomorski e Axandre Van Petegem.

A composição do grupo mudou várias vezes na fase inicial, com ligações desde o pelotão e outros elementos a serem descolados ou absorvidos pelo grupo principal.

 

Fuga consolida antes de o pelotão iniciar a perseguição

 

Depois do frenesim inicial, a fuga estabilizou num grupo maior na dianteira, mantendo mais de dois minutos de vantagem sobre o pelotão. As equipas Alpecin-Premier Tech e Team Flanders - Baloise assumiram a frente do grupo à medida que a corrida se aproximava do meio, começando a organizar a perseguição.

A cerca de 65 quilómetros do fim, a diferença para os líderes rondava os dois minutos, com a fuga ainda bem clara. A composição do grupo dianteiro começou a alterar-se significativamente à entrada dos últimos 40 quilómetros, com vários elementos a cederem do corte original.

À entrada dos 30 quilómetros finais, a movimentação reduziu-se a um grupo mais pequeno com Feritcan Samli, Ali Egin, Michal Pomorski e Axandre Van Petegem. Samli ainda se destacou por instantes, mas foi neutralizado, enquanto o pelotão continuava a aproximar-se.

 

Pelotão completa a caça na fase final

 

Já dentro dos últimos 20 quilómetros, a fuga ficou reduzida a apenas três corredores, mantendo-se na frente Samli, Pomorski e Van Petegem.

A vantagem caiu rapidamente para cerca de 20 segundos antes de o pelotão consumar a captura a cerca de 13 quilómetros da meta, reunindo a corrida para a aproximação final. Simon Dehairs e Timothy Dupont estiveram entre os corredores descolados do pelotão nesta fase.

 

Crabbe recupera antes do sprint final

 

Nos últimos 10 quilómetros, Crabbe foi um dos corredores em dificuldades para manter a posição no pelotão, mas conseguiu regressar antes do lançamento do sprint.

Registou-se uma queda no pelotão dentro do último quilómetro, pouco antes do sprint ser lançado, com Sentjens a abrir o esforço na frente. Crabbe veio de trás nos metros finais para conquistar a segunda vitória consecutiva, com Macias a completar o pódio atrás de Sentjens.

“Jovens ciclistas animaram Santa Comba Dão no Encontro Inter-Regional de Escolas de BTT”


Fotos: Rodrigo Figueiredo / FPC

O Parque Verde da Ribeira das Hortas, em Santa Comba Dão, foi palco, este domingo, de mais uma edição do Encontro Inter-Regional de Escolas de BTT - Zona A, evento que reuniu 235 jovens atletas e encheu o espaço de cor, movimento e entusiasmo.

Os participantes estiveram distribuídos pelos escalões de formação Sub-7 / Sub-9, Sub-11, Sub-13 e Sub-15, contando ainda com duas cadetes femininas, num programa competitivo pensado para promover a aprendizagem, a destreza e o gosto pela modalidade.


A jornada decorreu entre as 08h30 e as 14h00, com a realização de provas de destreza e provas em linha, todas na vertente de BTT. A manhã arrancou com duas provas de destreza destinadas aos escalões Sub-7 / Sub-9 e Sub-11, enquanto, em simultâneo, os Sub-13 disputaram a sua prova em linha. Seguiram-se as provas das categorias Sub-15 e cadetes femininas.

Após a conclusão da destreza dos Sub-11, este escalão voltou à pista para a respetiva prova em linha, enquanto os Sub-7 / Sub-9 realizaram a animada prova de sprint, que deixou uma forte marca visual junto do público presente. O programa competitivo encerrou com a prova dos Sub-15 masculinos.


Destaque ainda para as atividades com balance bike, que contribuíram para um ambiente ainda mais festivo e familiar, numa manhã muito bem passada em Santa Comba Dão, marcada pela forte presença e envolvimento dos pais e acompanhantes.

No final do encontro, José Marques, responsável pelas Escolas da Federação Portuguesa de Ciclismo, sublinhou o impacto positivo da iniciativa: “O que foi feito aqui hoje foi muito bom para o ciclismo de formação. Saio feliz de Santa Comba Dão, depois de um dia com poucas quedas, muito fluído e com os horários a serem cumpridos. Parabéns à organização por todo o trabalho e pelo enorme empenho neste encontro”.


O Encontro Regional de Escolas de BTT - Zona A, de carácter escolar federado e integrado no calendário oficial da UVP - Federação Portuguesa de Ciclismo, foi organizado pela Associação de Ciclismo da Beira Alta, em parceria com o Centro Cultural Recreativo e Social da Gestosa e a Federação Portuguesa de Ciclismo.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Média Distância: João Ferreira e Vanessa Pereira campeões nacionais triatlo”


Vanessa Pereira e João Francisco Ferreira conquistaram o título de Campeões Nacionais de Média Distância ao vencerem o Triatlo de Moura, prova disputada este fim de semana (26 de abril) e que atribuiu os títulos nacionais da distância (1,9km/ 90km/ 21km)

Em condições desafiantes e num percurso exigente composto por 1900 m de natação, 90 km de ciclismo e 19 400 m de corrida, Vanessa Pereira (Triatlo Clube TAP) impôs o seu ritmo, culminando com um tempo total de 4:40:16 e assegurando assim o título nacional feminino de média distância. O pódio ficou completo com Mariana Marques e Tuxa Negri, ambas do CNATRIL

No setor masculino, João Francisco Ferreira (Núcleo Sporting da Golegã) fez justiça à sua experiência na distância e fechou a prova com um um registo de 3:55:53, conquistando o título de Campeão Nacional de Média Distância Masculino. A cerca de quatro minutos do vencedor chegou Hugo Figueiredo, do Outsystems Olímpico de Oeiras, e o pódio foi fechado por Salomão Selevenko (O2 Triatlo – S’look).

Os resultados completos da prova podem ser consultados aqui: https://www.federacao-triatlo.pt/ftp2015/competicoes/resultados/resultados-2026/iv-triatlo-de-moura/

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“DEPOIS DE LIÈGE, TODAS AS ATENÇÕES VIRAM-SE PARA POGAČAR NA SUÍÇA”


Por: Vasco Simões

Foto: Getty Images

O pelotão do WorldTour volta à estrada para a 79.ª edição da Romandia, com transmissão em direto no Eurosport e na HBO Max entre 28 de abril e 3 de maio. A corrida arranca com um prólogo em Villars-sur-Glâne e termina em altitude em Leysin, ao fim de 851,9 quilómetros e mais de 14.200 metros de desnível acumulado, num percurso exigente e claramente marcado pela montanha.

No centro de todas as atenções está Tadej Pogačar. O esloveno chega à Romandia num momento de forma excecional, reforçado pela recente vitória na Liège-Bastogne-Liège, onde conquistou o seu 13.º Monumento da carreira e voltou a confirmar o estatuto de principal figura do ciclismo mundial. Altamente motivado, estreia-se na prova com a ambição de acrescentar mais um título ao seu palmarés.

Sem contrarrelógio individual, para além do prólogo inicial, esta edição deverá favorecer uma corrida ofensiva, com diferenças a surgirem sobretudo nas etapas de maior dureza. O dia de Martigny, com a subida a Ovronnaz, e a etapa entre Broc e Charmey, marcada por várias ascensões exigentes, perfilam-se como momentos-chave, antes da decisão final na chegada em altitude a Leysin.

A luta pela classificação geral promete intensidade. Primož Roglič, já vencedor por duas vezes, surge como um dos principais adversários, num lote que inclui ainda Florian Lipowitz, Lenny Martinez, Mauro Schmid ou Antonio Tiberi. Apesar de um pelotão reduzido a 15 equipas, o nível competitivo mantém-se elevado e o menor controlo coletivo poderá tornar a corrida mais aberta e imprevisível.

Do lado português, o destaque vai para Ivo Oliveira, ao serviço da UAE Team Emirates, numa edição que não contará com João Almeida, vencedor em 2025. A ausência do português retira uma das principais referências da geral, mas mantém o interesse nacional numa equipa que volta a assumir protagonismo.

Com um percurso seletivo, um favorito em grande forma e um cenário propício a ataques, a Volta à Romandia promete uma semana de ciclismo de alto nível. Acompanhe toda a ação em direto no Eurosport e na HBO Max, com transmissões diárias a partir das 14h30.

 Fonte: Eurosport

“Clube de Natação de Torres Novas no TRIATLO DE MOURA”


Por: Paulo José Catarino Vieira

No domingo, 26 de abril, realizou-se em Moura, a prova do Campeonato Nacional Individual de Triatlo de média distância, composta por 1,9km/natação, 90km/ciclismo e 21km/corrida.

Ana Ramos, depois de vencer o Setúbal Triathlon há 2 semanas atrás, alcançou em Moura, o 4º lugar à geral, sagrando-se Campeã Nacional de Triatlo de média distância no grupo de idades 30-34 anos.

No setor masculino, Adriano Correia alcançou o 7º lugar à geral, sendo 2º no grupo de idades 30-34 anos, enquanto Rui Narigueta, 16º à geral, sagrou-se Campeão Nacional do grupo de idades 50-54 anos. Valter Luis terminou na 79ª posição, e foi 10º no grupo de idades 45-49 anos.

Fonte: Clube de Natação de Torres Novas

“Clube de Natação de Torres Novas na TAÇA DA EUROPA DE TRIATLO de TORREMOLINOS”


Por: Paulo José Catarino Vieira

No sábado, 25 de abril, mas na vizinha Espanha, realizou-se a Taça da Europa de Triatlo de Torremolinos, em elites e juniores, com a presença de 4 atletas do Clube de Natação de Torres Novas.

Numa prova disputada no formato de duatlo, devido à má qualidade da água, os atletas torrejanos sentiram à partida que esta não seria o formato de prova ideal para demonstrarem as suas qualidades. No entanto, não baixaram os braços e foram à procura de alcançar os melhores resultados possíveis.

Em elites, Cassilda Carvalho foi 52ªclassificada, e Gustavo do Canto 59º, enquanto em juniores, Catarina Santos fechou o top 20 e Francisco Carvalho terminou na 42ªposição.

Fonte: Clube de Natação de Torres Novas

“Clube de Natação de Torres Novas no Campeonato do Mundo de Triatlo em Samarkand (Uzbequistão)”


Triatlo Torres Novas brilha no Mundial com 3 atletas no TOP 20

 

Por: Paulo José Catarino Vieira

Portugal assinou, no dia 25 de abril, a sua melhor prestação coletiva de sempre em etapas do Campeonato do Mundo de Triatlo, tornando a prova de Samarkand histórica para o triatlo português. A seleção nacional colocou cinco atletas no TOP 20 na prova inaugural de 2026, com forte contributo do Clube de Natação de Torres Novas, através dos seus atletas Ricardo Batista, João Nuno Batista e Maria Tomé. Destaque ainda para o triunfo inédito de Vasco Vilaça, atleta do SL Benfica, que marcou de forma brilhante esta participação portuguesa.

Ricardo Batista foi o melhor entre os atletas torrejanos, terminando na 8ª posição, a apenas 35 segundos do vencedor. Numa prova marcada pela enorme capacidade de sacrifício, o atleta realizou os últimos 5km do segmento de corrida com a base dos pés bastante comprometida, devido a múltiplas bolhas, evidenciando uma resiliência notável.


João Nuno Batista, apesar de uma excelente partida, acabou por ser vítima de muito contacto no segmento de natação, ficando desde cedo afastado da discussão dos lugares cimeiros, terminando ainda assim dentro do TOP 20, o que reforça a profundidade da seleção nacional masculina. Portugal foi, aliás, o único país a colocar quatro triatletas entre os 20 primeiros classificados.

Destaque também para Marton Kropko, atleta húngaro que compete pelo Clube de Natação de Torres Novas, que teve uma prestação de grande nível enquanto esteve em prova. Liderou o segmento de natação e protagonizou uma fuga no ciclismo, chegando à segunda transição com cerca de 30 segundos de vantagem sobre o grupo perseguidor. No entanto, viria a abandonar logo na primeira volta da corrida, vítima de lesão.


No setor feminino, Maria Tomé alcançou o 14º lugar, assinando a sua segunda melhor prestação de sempre em etapas do Campeonato do Mundo, e confirmando o bom momento de forma neste início de temporada. Também Marta Kropko esteve em destaque, ao garantir o 18º lugar, contribuindo para uma prestação coletiva de elevado nível.

A etapa de Samarkand marcou assim o arranque de um Campeonato do Mundo composto por nove provas, reforçando o estatuto competitivo de Portugal no panorama internacional e evidenciando a qualidade e consistência dos seus atletas ao mais alto nível.

Fonte: Clube de Natação de Torres Novas

“Última Hora: João Almeida não recuperou e está fora da Volta a Itália 2026!”


Por: Miguel Marques

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O ciclista português João Almeida não estará na próxima Volta à Itália após um agravamento do seu estado físico, segundo avançou o diário português Diário de Notícias.

De acordo com a informação publicada, o corredor da UAE Team Emirates - XRG arrastava problemas desde o início da época, quando sofreu uma síndrome viral que afetou o seu organismo. Longe de regredir, a situação derivou em complicações que obrigarão à realização de novos exames médicos para avaliar o seu estado com maior precisão.

A baixa é um contrarrelógio para a equipa, sobretudo tendo em conta a sua progressão recente. No ano passado, Almeida assinou uma grande atuação na Volta a Espanha, onde terminou na segunda posição, apenas atrás de Jonas Vingegaard. Para esta temporada, estava previsto que voltasse a ser o grande rival do dinamarquês na prova italiana.

O golpe para o conjunto dos Emirados é importante, já que perde a sua principal arma para a primeira grande volta do ano. Além disso, o planeamento da equipa tinha deixado de fora Isaac del Toro, que na época passada roçou o triunfo ao finalizar também na segunda posição, o que agrava ainda mais o impacto desta ausência.

O objetivo passa agora por priorizar a recuperação. Tanto o ciclista como o seu entorno concentram esforços em superar estes problemas de saúde, com os olhos postos em compromissos futuros, especialmente a Volta a França, que se torna o grande desafio caso a evolução seja favorável.

 

Lista pobre de favoritos na Volta à Itália

 

A ausência de João Almeida deixa o caminho muito aberto a Jonas Vingegaard na próxima Volta à Itália, onde o nível de candidatos ao triunfo final fica aquém do esperado para uma grande volta.

Entre os nomes mais destacados surge Felix Gall, um dos poucos trepadores com algum aval em voltas de três semanas, embora sem peso suficiente para impor hierarquia clara. Também figura Giulio Pellizzari, jovem talento chamado a dar um passo em frente, mas ainda sem experiência real na luta pela geral.

Na mesma linha emergem corredores como Jay Vine, mais contrastado, mas irregular neste tipo de provas, ou Egan Bernal, cujo rendimento continua a ser uma incógnita após os seus problemas físicos nos últimos anos. Podem incluir-se ainda nomes como Richard Carapaz, vencedor da prova no passado, mas longe da sua melhor versão recente.

Outros presentes, como Ben O'Connor ou Antonio Tiberi, completam um leque de candidatos sem um dominador claro, o que reflete um nível competitivo baixo face a outras edições.

Para lá destes nomes, a lista de participantes inclui perfis afastados da luta pela geral, como sprinters de topo, à cabeça Jonathan Milan e Dylan Groenewegen ou jovens em desenvolvimento como Paul Magnier, o que reforça a sensação de uma participação pouco profunda em termos de favoritos reais.

“Já se inscreveu?....”


“28º Passeio de Cicloturismo de Pombal”

Dia 3 de Maio de 2026

Terras do Marquês com visita guiada ao Castelo de Pombal

 

Por: José Morais

O Clube Cicloturismo Pombal leva para a estrada no próximo dia 3 de maio o seu 28º passeio de cicloturismo, para inscrições e informações podem ser feitas pelo mail: cicloturismopombal@gmail.com ou telefone: 968 130 525.

Participe neste bonito passeio, e tenha surpresas, este ano a visita ao Castelo de Pombal.

Marque já na sua agenda, inscreva-se e marque presença, um passeio com o apoio e recomendado pela Revista Notícias do Pedal, que iremos marcar presença para reportagem completa do evento.

“CRP Ribafria vence individual e coletivamente o 28.º Prémio do Torrão”


A equipa de ciclismo do CRP Ribafria, Grupo Parapedra - MAF - Riomagic, deslocou-se no dia 25 de abril à freguesia do Torrão, no concelho de Alcácer do Sal, para disputar o 28.º Prémio de Ciclismo do Torrão.

A prova federada, com uma extensão de cerca de 76 quilómetros, contou com aproximadamente 110 atletas em representação de várias equipas nacionais e foi organizada pela Associação de Ciclismo de Setúbal.


O CRP Ribafria alinhou com 12 atletas: Humberto Careca, Raul Ribeiro, Paulo Simões, Jorge Letras, João Letras, Luís Teixeira, Henrique Silva, Diogo Silva, Ricardo Sequeira, Miguel Nunes, Tiago Crespo e Jorge Letras.

A corrida teve início pelas 15 horas e decorreu sempre a ritmo elevado, com a equipa ribafriense a assumir o controlo do pelotão, procurando favorecer fugas de interesse e anular as restantes tentativas.

À entrada de Alcácer do Sal, num ponto considerado decisivo, o pelotão fracionou-se, mantendo-se ainda um grupo numeroso na frente. Ao quilómetro 45 deu-se o momento determinante da prova, com a formação de uma fuga de sete corredores, onde o CRP Ribafria esteve representado por Jorge Letras e Paulo Simões.


Com superioridade numérica, a restante equipa manteve o controlo do pelotão. Na chegada ao Torrão, Paulo Simões revelou-se o mais forte e conquistou a vitória. Jorge Letras terminou na quinta posição, enquanto João Letras venceu o sprint do pelotão.

Na classificação coletiva, o CRP Ribafria confirmou o domínio, alcançando o primeiro lugar por equipas.

 

Classificação final:

 

1.º Paulo Simões

5.º Jorge Letras

7.º João Letras

 


Classificação coletiva:

 

1.º lugar – CRP Ribafria

 

Classificações por escalões:

 

Elite – 1.º João Letras | 3.º Miguel Nunes

Master 40 – 1.º Jorge Letras

Master 45 – 1.º Paulo Simões

Master 70 – 1.º Jorge Letras

Fonte: Equipa Ciclismo CRP Ribafria, Grupo Parapedra - MAF - Riomagic



“Jimmy Silva triunfa em Vouzela na segunda ronda da Taça de Portugal de Enduro presented by Shimano”


Fotos: José Coutinho / FPC

A Taça de Portugal de Enduro presented by Shimano cumpriu hoje a segunda etapa da temporada, com Vouzela a acolher mais uma jornada exigente do calendário nacional, reunindo dezenas de atletas de várias regiões do país.

Depois da estreia na Madeira, a competição rumou ao centro do país, onde os trilhos de Vouzela voltaram a demonstrar porque são uma referência no panorama do Enduro nacional. A competição, organizada pela Associação de Ciclismo da Beira Alta, em parceria com o Município de Vouzela e a Federação Portuguesa de Ciclismo, foi disputada ao longo de seis provas especiais cronometradas, com percursos técnicos e variação significativa de terrenos.


Na categoria Elite Masculina, o grande vencedor foi o madeirense Jimmy Silva (Clube Caniço Riders – SOMEQ), que cumpriu o traçado no tempo total de 23m09s, regressando assim às vitórias, após o terceiro lugar obtido na ronda inaugural. O segundo posto foi ocupado pelo colega de equipa Matias Camacho, enquanto Francisco Ferreira, também da mesma formação, completou o pódio, confirmando o forte domínio coletivo da equipa madeirense. Jimmy Silva é também o atual líder da Taça de Portugal em Elites, com 320 pontos, seguindo-se Francisco Ferreira (215 pontos).


Entre as Elites Femininas, o triunfo coube à suíça Vivine Güntensperger (Rad Racing Team), que se impôs de forma clara em Vouzela, estando no comando do ranking.

Já na vertente eBike, a vitória na Elite Masculina foi conquistada por Sauro Agostinho, enquanto na Elite Feminina voltou a destacarse a Campeã Nacional, Ana Leite (AXPO Team Vila do Conde), que repetiu o primeiro lugar depois do sucesso na Calheta. Lidera também o ranking da Taça.

Nas restantes categorias, a prova ficou marcada por uma elevada competitividade e por vários vencedores diferentes face à ronda inaugural.

Por equipas, o Clube Caniço Riders – SOMEQ voltou a evidenciar a sua consistência, alcançando o primeiro lugar coletivo, seguido da Bicisintra / GásMucifal e da AD Galomar / FACCO, que completaram o pódio por equipas nesta segunda ronda.


Com dois eventos já disputados, a Taça de Portugal de Enduro presented by Shimano começa a ganhar forma também ao nível dos rankings, com várias categorias ainda em aberto para a luta pelo título.

A Taça de Portugal de Enduro presented by Shimano prossegue agora no fim de semana de 20 e 21 de junho, em Terras de Bouro.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Tavfer Ovos Matinados Mortágua encerra GP O Jogo com emoção em Paredes na fuga e com dois Top-15 na geral”


A 14.ª edição do Grande Prémio de Ciclismo O Jogo/Leilosoc terminou este domingo em Paredes, com a Tavfer Ovos Matinados Mortágua a encerrar a prova com um grande sabor de casa: a última etapa, com partida e chegada na Praça José Guilherme, contou com a participação entusiasta do ciclista Bruno Silva, a correr literalmente no seu território e sob o apoio de amigos e família.

Bruno integrou a fuga do dia, numa etapa decidida a ritmo muito elevado, onde a Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua manteve a sua postura ofensiva. O grupo de fugitivos apostou numa atitude ativa e alegre, tentando imprimir um andamento forte e deixar a sua marca na etapa de encerramento. Contudo, o pelotão não relaxou e a fuga acabou por ser neutralizada a poucos quilómetros da meta, logo na fase decisiva da tirada, quando a seleção se fez nas subidas finais a Paredes.

Apesar de a ação em fuga não ter resultado em desfecho individual, a participação de Bruno foi um momento carregado de simbolismo e motivação, para o atleta e para a equipa. Já Gonçalo Carvalho fechou a prova com um excelente desempenho na classificação geral: integrou o segundo grupo na última etapa, terminou a etapa com no 9.º lugar logo seguido pelo colega de equipa Angel Sanchez, e fechou o prémio com a 12.ª posição na geral, fruto da consistência demonstrada ao longo dos quatro dias, ainda no Top-15 da classificação geral a equipa contou com a presença de Angel Sanchez na 12ª posição.

 

Declaração de Bruno Silva:

 

“Hoje foi uma etapa especial, correr literalmente em casa, consegui estar na fuga do dia e tentar algo bonito nesta etapa. Foi uma etapa a full gás, mas que não vingou e acabamos por ser neutralizados pelo pelotão a poucos quilómetros da meta, na fase decisiva da etapa. Agradecer pelo enorme apoio e carinho que senti nesta etapa em casa.”

 

Declaração de Gonçalo Carvalho:

 

“Dia duro no Prémio O Jogo, com a equipa a cumprir o plano desde o início. Entrámos com uma postura ofensiva e conseguimos colocar o Bruno na fuga, permitindo-me a mim e ao Angel gerir esforços para a fase decisiva. A corrida partiu na penúltima subida, onde integrei o segundo grupo com o Angel e assumimos a perseguição. Na última subida consegui fazer a diferença, isolando me com mais dois corredores. Dei tudo até à meta para tentar ganhar tempo na luta pela geral, conseguindo o 9º lugar na etapa e no final das contas o 11º da geral, com o mesmo tempo do 8º lugar.  Obrigado à equipa pelo trabalho e confiança. Seguimos para a próxima!”

Com saldo de experiências enriquecedoras, pódio na 1.ª etapa, com Cesár Martingil a terminar no 2º lugar, ritmo alto em todas as tiradas e participação marcada por ações ofensivas, a Tavfer Ovos Matinados Mortágua sai do Grande Prémio O Jogo com uma sensação de missão cumprida e motivação renovada para os próximos desafios da temporada.

 

Classificação da etapa

 

1º. Artem Nych (Anicolor/Campicarn), em 3h19m26s

9º. Carvalho Gonçalo (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 1m01s

10º. Rebollido Angel (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 1m14s

30º. Dias Daniel (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 4m58s

34º. Silva Bruno (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 8m36s

38º. Morais Francisco (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 8m36s

64º. Linarez Leangel (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 16m09s

OTL. Alves Francisco (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua)

DNF. Martingil César (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua)

 

Classificação geral

 

1º. Artem Nych (Anicolor/Campicarn), em 13h45m34s

11º. Carvalho Gonçalo (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 1m28s

12º. Rebollido Angel (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 1m41s

31º. Silva Bruno (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 10m35s

47º. Dias Daniel (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 33m38s

55º. Morais Francisco (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 45m42s

57º. Linarez Leangel (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 46m05s

 

Classificação por equipas (geral)

 

1º. Anicolor/Campicarn, 41:18:19

3º. Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua, 41:25:34 (a 7m15s)

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua

Ficha Técnica

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