quinta-feira, 6 de agosto de 2026

“Volta Portugal: 2ª Etapa - Sines – Albufeira”


Dia 07.08 – 180.4 KM – 1652 M

 

Partida: Av. de Vasco da Gama (Sines) – 13h00

Chegada: Av. dos Descobrimentos (Albufeira) – 17h18

Uma etapa longa e praticamente plana para ligar o litoral alentejano ao Algarve, onde o grande adversário poderá ser o calor, que deverá intensificar-se ao longo do dia.

À partida, tudo aponta para uma chegada ao sprint. No entanto, as duas curtas subidas, no último quilómetro e meio, poderão transformar o final numa chegada reservada aos sprinters mais resistentes e explosivos, privilegiando a potência em detrimento da velocidade pura.

Fonte: Organização

“Tour França Feminino: Explosão de força antes do Ventoux: Kim Le Court domina o sprint e Reusser segura o amarelo rumo ao gigante provençal”


Por: José Morais

A sexta etapa do Tour de França Feminino transformou o percurso entre Montbrison e TournonsurRhône num jogo de paciência, estratégia e nervos de aço. Com o Mont Ventoux à espreita na etapa seguinte, as candidatas à geral optaram por guardar munições, abrindo espaço para um desfecho explosivo no sprint e para a vitória da mauriciana Kim Le Court, da AG InsuranceSoudal.

 

Terreno acidentado, ritmo controlado

 

Os 153,4 km do dia incluíam seis subidas categorizadas, com o Col de Lalouvesc como ponto mais duro: 8,6 km a 5% de inclinação média, seguido de uma descida longa e técnica. A fuga demorou a ganhar forma, reflexo da prudência das equipas focadas na etapa rainha de sextafeira.

Após a Côte de Périgneux, onde Puck Pieterse reforçou a luta pela camisola da montanha, surgiram os primeiros ataques. A fuga inicial reuniu Loes Adegeest, Nikola Noskova e Katrine Aalerud, mas o trio foi alcançado a 54 km da meta, precisamente antes da subida decisiva ao Lalouvesc.

 

Movimentos de elite antes da última subida

 

Com o pelotão reduzido a cerca de 30 ciclistas, a jovem francesa Célia Gery, a correr perto de casa, animou a corrida ao lançar um ataque acompanhado por nomes de peso: Sarah van Dam, Elisa Longo Borghini, Liane Lippert, Cédrine Kerbaol e novamente Pieterse.

O grupo ganhou meio minuto antes da Côte de BoucieuleRoi, última dificuldade do dia, enquanto atrás seguia a elite da geral: Marlen Reusser em amarelo, Demi Vollering, Magdeleine Vallieres, Kasia Niewiadoma, Isabella Holmgren e Paula Blasi.

 

Oito ciclistas, um sprint decisivo

 

A corrida ganhou novo rumo quando Riejanne Markus saltou do pelotão e levou consigo Kim Le Court. As duas juntaramse ao grupo da frente, formando um octeto que acabaria por discutir a vitória.

No sprint, Le Court mostrou autoridade: lançou, controlou e finalizou com potência, sem que nenhuma adversária conseguisse responder. Cédrine Kerbaol foi segunda, Puck Pieterse terceira. As favoritas à geral chegaram 28 segundos depois, mantendo o suspense intacto para o dia seguinte.

 

Mont Ventoux: o julgamento final

 

A etapa rainha, com 146,8 km entre La VoultesurRhône e o mítico Mont Ventoux, promete redefinir a classificação. São 15,7 km a 8,8%, com rampas que ultrapassam os 9,5% um cenário perfeito para ataques decisivos e possíveis mudanças na luta pela camisola amarela.

“Félix Gall explode no El Escudo e vira a Volta a Burgos de cabeça para baixo”


Por: José Morais

O austríaco Félix Gall assumiu de forma contundente a liderança da Vuelta a Burgos ao vencer a terceira etapa, marcada pela duríssima ascensão ao El Escudo. Num ataque feroz nos dois quilômetros finais, deixou para trás o britânico Oscar Onley e cruzou isolado no Balneario de Corconte, selando uma mudança decisiva na classificação geral.

 

Uma etapa que começou agitada

 

A corrida abriu com uma tentativa precoce de fuga no Alto de Bocos, protagonizada por Gorka Sorrain, Thomas Gloag, Jesús Herrada e Baptiste Vadic. O pelotão, porém, não deu margem para aventuras e anulou rapidamente o movimento.

A fuga consistente surgiu apenas no quilômetro 37, reunindo Bastien Tronchon, Gorka Corres, Mathieu Burgaudeau, Valentin Retailleau, Iker Mintegi e Diego Uriarte. O grupo chegou a desfrutar de 3min36s de vantagem, com Uriarte reforçando sua liderança na classificação de montanha ao passar em primeiro nas subidas de La Hoya, Ojo Guareña e Retuerta.

 

A corrida vira do avesso

 

Com cerca de 80 km para o fim, Pavel Sivakov e Jasper Schoofs saltaram do pelotão e se juntaram aos escapados, obrigando INEOS Grenadiers e Lidl-Trek a apertarem o ritmo. A vantagem caiu rapidamente até ser totalmente neutralizada já nas primeiras rampas de El Escudo, onde a seleção natural começou.

Nairo Quintana acelerou para preparar o terreno para Enric Mas, enquanto a UAE Team Emirates perdeu Jay Vine por um problema mecânico. A Lidl-Trek tentou lançar Giulio Ciccone, mas quem surpreendeu foi o jovem Pablo Torres, neutralizado pouco depois.

 

O ataque que decidiu tudo

 

Nos dois quilômetros finais, Gall mudou o ritmo de forma brutal. Apenas Oscar Onley conseguiu segui-lo por alguns instantes, mas acabou cedendo. Ciccone e Giulio Pellizzari ainda tentaram aproximar-se, porém uma nova aceleração do austríaco foi definitiva.

Gall cruzou a meta com autoridade, seguido por Ciccone e Pellizzari. Onley perdeu terreno nos metros finais e também a liderança da corrida.

 

Classificação geral após a etapa

 

Félix Gall novo líder

Giulio Ciccone a 6 segundos

Oscar Onley cai para terceiro

 

O que vem pela frente

 

A Vuelta a Burgos continua nesta sexta-feira com a etapa entre Palazuelos de Muñó e Briviesca, marcada por montanha média e três subidas de terceira categoria. O perfil favorece os velocistas antes da decisão final no sábado, nas míticas Lagunas de Neila.

“Bart Lemmen conquista triunfo num Tour da Polónia marcado por caos, chuva e queda coletiva”


Por: José Morais

Bart Lemmen assinou hoje a vitória mais improvável da sua carreira, num daqueles dias em que o Tour da Polónia volta a mostrar porque é uma das corridas mais caóticas do calendário. Chuva intensa, uma queda massiva, neutralização prolongada e ciclistas de topo afetados entre eles João Almeida transformaram a etapa numa sobrevivência pura. No final, o neerlandês da Visma–Lease a Bike atacou sozinho e conquistou, aos 30 anos, a sua primeira vitória como profissional, assumindo também a liderança geral.

 

Queda coletiva trava a corrida e deixa João Almeida em dificuldades

 

A etapa começou com uma fuga de quatro corredores Dries De Bondt, Matteo Malucelli, Tobiasz Pawlak e Patryk Stosz formada debaixo de chuva persistente. O pelotão, comandado pela UAE Team Emirates, mantinha a diferença controlada até que, a cerca de 40 km da meta, tudo mudou.

Uma queda massiva envolveu cerca de 20 ciclistas, incluindo o próprio Lemmen e o grande favorito da geral, João Almeida. O português conseguiu continuar, mas com um corte profundo na perna esquerda que o deixou claramente limitado. A corrida foi neutralizada durante quase meia hora enquanto duas ambulâncias assistiam os corredores.

Com o piso encharcado e o risco elevado, a organização decidiu eliminar uma das últimas subidas Borowice, de categoria 1 encurtando a etapa em 14 km.

 

Ataque decisivo de Lemmen muda o rumo da etapa

 

Após a retoma, o pelotão acelerou e foi absorvendo os sobreviventes da fuga inicial. Jonathan Milan perdeu contacto, Almeida cedeu mais de 14 minutos, e a Bahrain Victorious assumiu o controlo.

A Visma lançou então a ofensiva: Lemmen e Tijmen Graat atacaram, seguidos por Christian Scaroni e Marco Brenner. A seleção natural fez o resto. A 4,5 km da meta, Lemmen lançou o movimento decisivo, abrindo espaço suficiente para resistir ao contra-ataque poderoso de Scaroni na rampa final de 1,5 km.

Axel Laurance chegou em terceiro, 14 segundos depois, num pelotão completamente partido.

 

Liderança geral ganha novo dono

 

Bart Lemmen assume a camisola amarela com 6 segundos de vantagem sobre Christian Scaroni

Marco Brenner sobe ao terceiro lugar, a 26 segundos

João Almeida, afetado pela queda, cai na classificação após perder mais de 14 minutos

“Volta Portugal 1ª etapa: Tavira-Crédito Agrícola brilha no dia de sonho de Rui Oliveira


Fotos: Rodrigo Rodrigues e Igor Martins / FPC

Lourinhã-Queluz, eis a primeira etapa em linha da 87.ª edição da Volta a Portugal Jogos Santa Casa, que viveu esta tarde um elétrico final na chegada ao Palácio Nacional de Queluz.

A Camisola Amarela deixou de pertencer a Julius Johansen, mas fica na equipa da UAE Team Emirates XRG: em estreia na Grandíssima, Rui Oliveira cumpriu um sonho e é ele o novo líder da Classificação Geral, isto apesar de não ter vencido esta primeira etapa - na reta da meta, o brilho maior foi da Tavira-Crédito Agrícola.

 

Mas já lá vamos.

Cinco corajosos lançaram-se para a fuga

 

Não foi preciso esperar muito para se ver a formação da fuga do dia: ao quilómetro dois, cinco corredores lançaram-se na frente, e por lá andaram durante muito tempo: Gabriel Silva (Localiza Meoo / Swift Pro Cycling), Iker Bonillo (Feira dos Sofás-Boavista), Patrick Welch (APS Pro Cycling by Team Cadence Cyclery), Diogo Pinto (Credibom / LA Alumínios / Marcos Car) e Andrey André (GI Group Holding-Simoldes-UDO).


No pelotão ficaram os homens rápidos, com intenções concentradas nos últimos metros, e por isso a fuga andou sempre a rondar os dois minutos de vantagem, com a UAE Team Emirates XRG sobretudo a trabalhar na perseguição.

Bonillo - vencedor do Prémio da Combatividade EBRO - acabou por ser o elemento de referência nas primeiras contagens intermédias da tarde. Foi o mais rápido na meta volante bonificada de Silveira e na de Mafra. Na do Palácio Nacional de Mafra foi segundo, atrás de Welch. 

Na subida a Montelavar, coincidente com uma contagem de montanha de terceira categoria, a corrida começou a agitar. Na fuga, descolaram Gabriel Silva e Diogo Pinto - este viria a recolar pouco depois e o pelotão aumentou o ritmo, numa altura em que a Caravana já estava dentro dos últimos 40 quilómetros da tirada.

Bonillo voltou a ser o mais rápido nessa primeira contagem, mas pouco depois, na outra subida do dia - Alto de São Pedro de Sintra, também de terceira categoria -, já o pelotão seguia compacto.


Oscar Rota, colega de Bonillo na Feira dos Sofás-Boavista, foi quem mais pontuou nessa ascensão e garantiu a liderança da Classificação de Montanha - Camisola Continente, em igualdade precisamente com Bonillo. 

A partir daí, como costuma dizer-se na gíria, foi sempre a abrir. Cerca de 20 quilómetros intensos até à meta, com muita velocidade e luta por posicionamento. 

 

Tavira-Crédito Agrícola não deu hipóteses no sprint, Rui Oliveira cumpriu um sonho

 

A batalha final acabou por ser ganha pelo Tavira-Crédito Agrícola, com muita mestria. Miguel Salgueiro e Francisco Campos mostraram força e confiança nas pernas, e o primeiro lançou o segundo para a estreia a vencer na Grandíssima. Entre os dois, só mesmo Daniel Cavia (Burgos-Burpellet-BH) foi capaz de intrometer-se.

“A nível da Volta a Portugal, vencer uma etapa é tudo novo. É muito especial, a nossa Volta. É o objetivo de toda a gente, foi mesmo um dia muito especial. Estou muito feliz, assim como a equipa”, afirmou Campos.

Logo atrás chegou Rui Oliveira, o novo Camisola Amarela Jogos Santa Casa: o português não alcançou o tão desejado triunfo, mas aproveitou a falta de pernas do colega Julius Johansen na última subida do dia para subir à liderança da Geral. O corredor luso assumiu que foi o cumprir de um sonho.

“Estou sem palavras. Antes de mais, dar os parabéns ao Francisco e ao Tavira, ganharam de uma maneira magnífica. Merecem bastante. Obviamente que o meu objetivo era ganhar uma etapa, nunca sonhei vestir de Amarelo. Mostrei boas pernas, mas tenho de agradecer à minha equipa o apoio que me deram desde o quilómetro zero. Poderia ter vencido, mas parabéns ao Francisco, ao Miguel e ao Tavira. Mas sim, foi o concretizar de um sonho”, confessou.

A Camisola Laranja - Galp, dos pontos, fica com Francisco Campos, enquanto a Camisola Branca Paredes Rota dos Móveis, da juventude, é mais uma classificação cujo dono pertence ao autocarro da UAE Team Emirates XRG: Adrià Pericas.

A Volta a Portugal Jogos Santa Casa prossegue esta sexta-feira, no sul do país: a segunda etapa tem início em Sines e final em Albufeira, num dia que promete mais um final a ser disputado pelos homens rápidos do pelotão.

Mais informações em avoltaportugal.com

 

PROGRAMA OFICIAL

 

7 de agosto | 2.ª etapa

Sines - Albufeira

Partida: 13h05 

Chegada prevista: 17h27

180,4 km 

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Volta a Portugal 2026: Anicolor Campicarn Cycling Team lidera a geral por equipas após a 1.ª etapa”


Ataque na montanha marca 1.ª etapa, Anicolor Campicarn Cycling Team volta a estar entre os melhores tempos

 

A Anicolor Campicarn Cycling Team teve uma exibição de destaque na 1.ª etapa da 87.ª Volta a Portugal, entre Lourinhã e Sintra/Queluz, numa distância de 157,1 km, vencida por Francisco Campos (Team Tavira-Crédit) em 3:39:08, a uma média de 43,015 km/h.

A corrida ficou marcada por um ataque na montanha, a cerca de 20 km da meta, que reduziu o grupo principal e colocou dificuldades até aos homens mais rápidos. O sprint final disputou-se assim num grupo mais compacto e reduzido.


Rafael Reis foi o melhor da equipa na etapa, terminando na 14.ª posição, no mesmo tempo do vencedor. Artem Nych também terminou no grupo da frente.

Os resultados colocam a Anicolor Campicarn Cycling Team em posições de destaque na classificação geral: Rafael Reis é 2.º na geral individual, a 3 segundos do líder Rui Oliveira (UAD Team), e Artem Nych ocupa a 4.ª posição, a 10 segundos.


Na geral por equipas, a Anicolor Campicarn Cycling Team assume a liderança, com o tempo de 11:19:45.

 

Classificação geral individual (top 5):

 

1.º — Rui Oliveira (UAD), 3:46:24

2.º — Rafael Reis (Anicolor Campicarn), a 3

3.º — Carlos Salgueiro (TCA), a 9

4.º — Artem Nych (Anicolor Campicarn), a 10

5.º — Axel Van der Tuuk (EUS), a 11

Classificação geral por equipas (top 3):

1.º — Anicolor Campicarn Cycling Team, 11:19:45

2.º — Euskaltel-Euskadi, a 14

3.º — Feira dos Sofás, a 41

A Anicolor Campicarn Cycling Team veste-se assim de líder da Volta a Portugal 2026 à entrada da 2.ª etapa.

Amanhã a 2.ª etapa da Volta a Portugal 2026, que ligará Sines a Albufeira, numa distância de 187,7 km, com partida agendada para as 12h55, na Av. Vasco da Gama, em Sines, e chegada prevista à Av. dos Descobrimentos, em Albufeira. Estão todos convidados a marcar presença e a apoiar a equipa ao longo do percurso.

Fonte: Clube Desportivo Fullracing

“Volta a Portugal 2026 arrancou com o prólogo em Lisboa e balanço positivo para a equipa”


A Volta a Portugal 2026 começou esta quarta-feira com a realização do prólogo, numa abertura que marcou o primeiro contacto competitivo dos corredores com a 87.ª edição da prova. Foi um dia dedicado à aferição de sensações e ao primeiro teste individual contra o cronómetro, no qual César Martingil foi o primeiro atleta da equipa a entrar em ação.

O corredor chegou mesmo a sentar-se brevemente no hot seat com o melhor registo provisório, tendo acabado por concluir o exercício como o elemento mais bem classificado da formação. César Martingil percorreu os 6,5 quilómetros em 7m45s, resultado que lhe valeu o 27.º lugar na classificação do prólogo.


No final, César Martingil destacou as boas sensações deixadas pelo primeiro dia de competição, ainda que admitindo que gostaria de ter estado mais perto dos lugares cimeiros da tabela:  “Tive boas sensações, não foi o melhor prólogo em termos de watts. Gostava de ter ficado mais perto do topo da tabela e tinha a consciência que poderia. Foi o primeiro dia! Amanhã estou pronto para a luta”, referiu o corredor.

 

Prólogo - 5 de Agosto

Lisboa – Lisboa (6 km, contrarrelógio individual)

 

1º. Julius Johansen (UAE Team Emirates XRG), a 0s

27º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 33s

32º. João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 36s

58º. Leangel Linarez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 45s

62º. Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 47s

68º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 49

89º. Ángel Sánchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 57s

92º. Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 59s

 

Classificação Geral

 

1º. Julius Johansen (UAE Team Emirates XRG), a 0s

27º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 33s

32º. João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 36s

58º. Leangel Meneses (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 45s

62º. Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 47s

68º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 49s

89º. Ángel Sánchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 57s

92º. Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 59s

Galeria

O 2.º episódio do Alta Voltagem já está disponível

Descubram a que horas acordaram o nosso staff e os nossos atletas no dia do prólogo

 Seguimos o Martingil no prólogo, passamos pelo hot seat durante breves momentos e fechamos este episódio com a apresentação completa do staff.

Não percam o episódio e subscrevam o canal para acompanhar toda a série

 

De 2026 para a eternidade. O bidon que guarda a nossa volta

 

O bidon é um dos símbolos mais fortes da cultura do ciclismo: passa de mão em mão, viaja milhares de quilómetros e guarda as histórias de quem o segura.


Na berma da estrada, é a criança que estende a mão e recebe o bidon como se fosse um tesouro. No final das etapas, são as pessoas que correm até aos atletas, coração acelerado, a tentar agarrar aquele momento que só existe no ciclismo.

Em 2026, a Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua pega nesse ícone e leva-o a outro nível, transformando-o num verdadeiro item de coleção: o bidon especial da temporada, pensado para ser um marco na memória dos adeptos.

Neste bidon, que será oferecido aos fãs durante a Volta a Portugal, cada fã pode recolher as assinaturas da equipa de 2026, gravando para sempre os nomes que fizeram parte desta temporada e desta Volta a Portugal.

Este bidon não é apenas merchandising: é um símbolo da proximidade entre a Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua e os fãs, uma forma de eternizar este ano e de celebrar a paixão pelo ciclismo.

Um dia, quem o guardar vai olhar para ele e recordar esta Volta: o calor da estrada, o barulho da caravana, o sprint na meta, o momento em que um atleta parou para assinar. Uma memória física da paixão pelo ciclismo e de cada pessoa que pedala, apoia e vive a nossa equipa.

No fim, fica um objeto simples, mas com um peso gigante: um bidon que conta uma história de 2026, da Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua e de todos aqueles que escolheram estar connosco ao longo da Volta a Portugal.

Fonte: Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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