Fotos: Rodrigo Rodrigues
Depois do dia de descanso, a
87.ª edição da Volta a Portugal Jogos Santa Casa regressou esta quarta-feira à
estrada, com a sexta etapa, uma ligação de 132,6 quilómetros entre Santa Maria
da Feira e o Peso da Régua.
Apesar de ser a menor tirada
em linha da “Grandíssima”, não foi, de todo, a mais fácil: muitíssimo atacada
desde o início, a corrida obrigou o pelotão a “suar a bom suar” durante toda a
tarde.
Após uma primeira tentativa falhada por parte de quatro corredores para constituírem a fuga do dia, formou-se um grande grupo de 22 ciclistas, onde a equipa marcou presença através de Gonçalo Carvalho.
Gonçalo Carvalho: “Um dia à
grandíssima! Todo o dia de punho arregaçado. Sabia que hoje seria um dia em que
a fuga poderia vingar, por isso aproveitei a oportunidade e entrei numa fuga
numerosa e de bastante nível. Infelizmente, os homens da geral decidiram
mexer-se e acabaram por anular a fuga, impossibilitando-nos de discutir a
etapa. Vou continuar a lutar e a mostrar o meu lado combativo até ao último dia
desta Volta a Portugal!”
A fuga, com ambição de chegar à meta em primeiro, acabou por ser impedida pelas aspirações à classificação geral. A 40 km do final, o ritmo intensificou-se e Rafael Barbas começou a perder terreno. Com a equipa a protegê-lo e a acompanhá-lo, conseguiu manter-se na luta pela classificação da juventude, ocupando agora o 3.º lugar. Acima de tudo, muito espírito de equipa, garra e dedicação.
Rafael Barbas: “Foi um dia
muito rápido e muito duro, a seguir ao dia de descanso, onde eu em particular
sofri muito durante toda a etapa, também com o calor que se fazia sentir. Tenho
que agradecer aos meus colegas de equipa, por terem feito tudo o que estava ao
alcance deles para tentar voltar a levar-me ao grupo principal e, depois, a
levar-me até à meta, tentando perder o menor tempo possível. Um obrigado a
todos eles.”
A Volta a Portugal segue agora
para Vieira do Minho, local que recebe a partida para a sétima etapa, um dia de
novidades que promete uma chegada emocionante nas Termas do Gerês: 13 de
agosto, 7.ª etapa, Vieira do Minho–Termas do Gerês, com partida às 13h25,
chegada prevista às 17h13 e 153,0 km de percurso.
6.ª etapa
Santa
Maria da Feira - Europarque a Peso da Régua (132,6 km)
Classificação
da 6.ª etapa
1.º Xabier Isasa
(Euskaltel-Euskadi), 3h01m23s
40.º. Rafael Barbas
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 4m36s
44.º. Angel Sanchez
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 4m36s
48.º. Gonçalo Carvalho
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 4m36s
54.º. João Matias (Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua), a 5m35s
87.º. Francisco Morais
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 20m49s
88.º. César Martingil
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 20m49s
93.º. Leangel Meneses
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 20m49s
Classificação
geral individual após a 6.ª etapa
1.º Alexis Guerin
(Anicolor/Campicarn), 19h41m17s.
24.º. Rafael Barbas
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 9m36s
32.º. Angel Sanchez
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 13m59s
47.º. Gonçalo Carvalho
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 23m52s
70.º. João Matias (Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua), a 40m00s
96.º. Leangel Meneses
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1h00m33s
103.º. César Martingil
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1h07m34s
106.º. Francisco Morais
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1h12m48s
Classificação
por equipas
1.ª Anicolor/Campicarn,
59h06m32s.
13.ª. Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua, a 42m12s
Classificação
da juventude
1.º Adrià Pericas (UAE Team
Emirates XRG), 19h43m20s.
3.º. Rafael Barbas
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 7m33s
De 2026
para a eternidade. O bidon que guarda a nossa volta
O bidon é um dos símbolos mais
fortes da cultura do ciclismo: passa de mão em mão, viaja milhares de
quilómetros e guarda as histórias de quem o segura.
Na berma da estrada, é a
criança que estende a mão e recebe o bidon como se fosse um tesouro. No final
das etapas, são as pessoas que correm até aos atletas, coração acelerado, a
tentar agarrar aquele momento que só existe no ciclismo.
Em 2026, a Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua pega nesse ícone e leva-o a outro nível, transformando-o num
verdadeiro item de coleção: o bidon especial da temporada, pensado para ser um
marco na memória dos adeptos.
Neste bidon, que será
oferecido aos fãs durante a Volta a Portugal, cada fã pode recolher as
assinaturas da equipa de 2026, gravando para sempre os nomes que fizeram parte
desta temporada e desta Volta a Portugal.
Este bidon não é apenas
merchandising: é um símbolo da proximidade entre a Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua e os fãs, uma forma de eternizar este ano e de celebrar a
paixão pelo ciclismo.
Um dia, quem o guardar vai
olhar para ele e recordar esta Volta: o calor da estrada, o barulho da
caravana, o sprint na meta, o momento em que um atleta parou para assinar. Uma
memória física da paixão pelo ciclismo e de cada pessoa que pedala, apoia e vive
a nossa equipa.
No fim, fica um objeto
simples, mas com um peso gigante: um bidon que conta uma história de 2026, da
Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua e de todos aqueles que escolheram estar connosco
ao longo da Volta a Portugal.
Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua






