sexta-feira, 7 de agosto de 2026

“Volta Portugal: 3ª Etapa – Beja – Elvas”


Dia 08.08 – 180 KM – 2106 M

 

Partida: Portas de Mértola (Beja) – 12h55

Chegada: Fortaleza Baluarte S. João de Deus (Elvas) – 17h16

Depois do litoral, a Volta diverge agora para o interior alentejano. Nova oportunidade para os sprinters, mas com dois fatores capazes de alterar o desfecho esperado: a distância e o calor. Será a etapa mais longa da Volta a Portugal 2026 e voltará a demonstrar que, no Alentejo, as altas temperaturas podem ser tão decisivas quanto a própria altimetria.

O percurso inclui a subida ao Castelo de Monsaraz e várias metas bonificadas, estrategicamente colocadas na aproximação à meta, fatores que poderão provocar ataques, cortes ou uma seleção natural nos quilómetros finais.

A chegada, junto às muralhas de Elvas, acrescentará um enquadramento histórico a uma etapa que, apesar de aparentemente acessível, promete não passar despercebida.

Fonte: Organização

“Santiago Mesa vence a 2.ª etapa da Volta a Portugal, Anicolor Campicarn Cycling Team lidera geral de equipas”


Santiago Mesa venceu hoje a 2.ª etapa da 87.ª Volta a Portugal, entre Sines e Albufeira, numa distância de 180,4 km, ao vencer o sprint do pelotão em 3:59:08, a uma média de 45,263 km/h. É a primeira vitória de etapa da Anicolor Campicarn Cycling Team nesta edição.

Rafael Reis (21.º) e Artem Nych (38.º) terminaram também no grupo da frente, no mesmo tempo do vencedor.


Na classificação geral individual, Rui Oliveira (UAE Team Emirates XRG) mantém a camisola amarela de líder. Rafael Reis segue na 2.ª posição, a 3 segundos, e Artem Nych é 4.º, a 10 segundos.

Na geral por equipas, a Anicolor Campicarn Cycling Team reforça a liderança, com um tempo de 23:17:09, agora com 14 segundos de vantagem sobre a Euskaltel-Euskadi.


 

Classificação geral individual (top 5):

 

1.º — Rui Oliveira (UAE Team Emirates XRG), 7:45:32

2.º — Rafael Reis (Anicolor Campicarn), a 3

3.º — Carlos Salgueiro (TCA), a 9

4.º — Artem Nych (Anicolor Campicarn), a 10

5.º — Axel Van der Tuuk (EUS), a 11

Classificação geral por equipas (top 3):

1.º — Anicolor Campicarn Cycling Team, 23:17:09

2.º — Euskaltel-Euskadi, a 14

3.º — Feira dos Sofás - Boavista, a 41

A Anicolor Campicarn Cycling Team segue assim como a grande protagonista destes primeiros dias de Volta a Portugal.

Amanhã a 3.ª etapa da Volta a Portugal 2026, que ligará Beja a Elvas, numa distância de 188,0 km, com partida agendada para as 12h50, em Beja. Estão todos convidados a marcar presença e a apoiar a equipa ao longo do percurso.

Fonte: Clube Desportivo Fullracing

“Volta Portugal 2ª etapa: Volta Velocidade, emoção e volte-face Santiago Mesa vence a 2.ª etapa”


Fotos: Igor Martins / FPC

A segunda etapa da Volta a Portugal Jogos Santa Casa teve de tudo, até para lá da meta, e houve até um vencedor anunciado que afinal não o era.

Isto porque os sprinters resistiram às duas pequenas subidas inseridas nos últimos quilómetros e chegaram juntos à meta. Aí, dois nomes emergiram entre os demais: Daniel Cavia (Burgos-Burpellet-BH) e Santiago Mesa (Anicolor/Campicarn).


Os dois cruzaram a meta separados por milímetros, Cavia ergueu os braços, festejou com os colegas e chorou até de emoção, só que houve um volte-face: no, percebeu-se que Mesa tinha levado a melhor e era ele o vencedor do dia três da Grandíssima. Festa no autocarro da Anicolor/Campicarn.

“Foi uma chegada muito dura, foi difícil gerir o esforço, mas conseguimos disputar o sprint, que era o mais importante. É o meu primeiro triunfo num nível tão alto, e ser na Volta a Portugal torna tudo mais bonito”, afirmou o colombiano.


Rota aventurou-se para cimentar a Camisola Azul Continente… e teve companhia

Mas há mais para contar sobre a tarde de Volta a Portugal, que começou em Sines e acabou em Albufeira, 180,4 quilómetros depois.

Tal como na véspera, a fuga não tardou a formar-se: Oscar Rota envergava a Camisola Azul Continente, de líder da montanha, e foi um dos inscritos nesse grupo: com o ciclista da Feira dos Sofás-Boavista aventuraram-se também Adam Lewis (APS Pro Cycling by Team Cadence Cyclery), José Gutierrez (Óbidos Cycling Team) e Bernardo Cambareri (Meridian Racing p/b De La Uz).

Cambareri venceu as três metas volantes bonificadas do dia, em Almograve, Zambujeira do Mar e Lagos, enquanto Oscar Rota cimentou a liderança na montanha, ele que foi também o vencedor do Prémio da Combatividade de EBRO do dia.


Apesar de ter apenas quatro elementos, a fuga deu trabalho, especialmente Rota e Adam Lewis, os últimos dois nomes a serem apanhados pelo pelotão, a seis mil metros da meta.

A partir daí, começou a habitual guerra por posição no pelotão, sobretudo por parte dos homens rápidos, e apesar de algumas tentativas nas duas subidas na aproximação à meta, todos conseguiram chegar ao fim em condições de sprintar.

Na meta, deu-se o volte-face já conhecido, com Tomas Contte (Aviludo-Louletano-Loulé) a fechar o pódio. Xabier Isasa (Euskaltel-Euskadi) foi quarto, Francisco Campos, com a Camisola Laranja Galp vestida agora a jersey pertence a Cavia, fechou o top-5, ele que havia vencido na véspera.

 

Rui Oliveira manteve a Amarela num dia especial

 

O ciclista da Tavira-Crédito Agrícola foi o português mais bem classificado do dia e terminou mesmo à frente do compatriota Rui Oliveira: o luso da UAE Team Emirates XRG cumpriu o objetivo de manter a Camisola Amarela Jogos Santa Casa.

“Foi muito especial partir de Amarelo, só tenho a agradecer o apoio de todos os portugueses que estiveram na estrada a gritar o meu nome. Foi um dia muito especial. A minha equipa esteve novamente fenomenal. Senti-me bem na subida final, mas depois no sprint perdi alguma força”, confessou.

Adrià Pericas, colega de Rui Oliveira, continua a ser o dono da Camisola Branca Paredes Rota dos Móveis, da juventude.

A Caravana da Volta a Portugal ruma agora a Beja: é de lá que parte a terceira etapa, este sábado, com chegada em Elvas.

 

PROGRAMA OFICIAL

 

8 de agosto | 3.ª etapa

Beja – Elvas

Partida: 12h55

Chegada prevista: 17h20

182,2 km

Fonte: Volta Portugal

“Tour de France Feminino: Mont Ventoux vira palco de virada épica: Niewiadoma arrasa na subida e toma a amarela"


Por: José Morais

A sétima etapa do Tour de France Feminino transformou o Mont Ventoux no centro de uma reviravolta monumental. Kasia Niewiadoma, da Canyon–SRAM, lançou um ataque feroz ainda a 10 km do topo e, completamente isolada, cruzou a icónica paisagem lunar com 1min16s de vantagem, assumindo a liderança geral e deixando Marlen Reusser (Movistar) sem resposta.

 

A escalada que decidiu tudo

 

O dia, com 146,8 km entre La Voulte-sur-Rhône e o gigante da Provença, prometia explosões e cumpriu. As equipas dos nomes fortes controlaram as fugas e chegaram compactas ao início da subida final. A Movistar puxou o ritmo para proteger Reusser, mas a suíça rapidamente ficou sem apoio. Pauline Ferrand-Prévot, campeã em 2025, foi uma das primeiras a ceder, sinal de que 2026 não lhe sorri da mesma forma.

Com o grupo reduzido às favoritas, Demi Vollering (FDJ–Suez) tentou impor a sua lei com um ataque a 11 km do topo. Niewiadoma e Reusser responderam, mas a polonesa não esperou: acelerou novamente um quilómetro depois e abriu um fosso que nunca mais seria fechado.

 

Falta de colaboração e consequências

 

Reusser e Vollering, marcando-se mutuamente, hesitaram em trabalhar juntas e Niewiadoma aproveitou. A vantagem cresceu de forma constante, transformando a etapa numa demonstração de força e estratégia.

Nos metros finais, Vollering ainda deixou Reusser para trás, mas a suíça acabou ultrapassada por Elisa Longo Borghini (EAU), que veio de trás para garantir o terceiro lugar da etapa.

A espanhola Paula Blasi fez uma subida sólida e terminou em quinto, a 1min48s da vencedora.

 

Classificação geral após a etapa

 

1. Kasia Niewiadoma líder

2. Demi Vollering +15s

3. Marlen Reusser +29s

4. Elisa Longo Borghini +2min59s

7. Paula Blasi +4min32s

 

Perfil da etapa rainha

 

Quatro subidas categorizadas antes do Ventoux aqueceram as pernas:

Grande Limite 6,6 km a 5%

Colombier 3,2 km a 6,4%

Suzette 3,9 km a 6,4%

Mont Ventoux 15,7 km a 8,8%

O cenário estava montado para uma decisão explosiva e foi exatamente isso que aconteceu.

 

O que vem pela frente

 

A oitava etapa, entre Sisteron e Nice (171,9 km), promete ser menos brutal, mas longe de tranquila. A segunda metade é rápida, com pequenas subidas que podem provocar cortes inesperados antes do decisivo domingo.

“Matthew Brennan dispara para nova vitória em Briviesca e Gall segura a liderança, Afonso Eulálio perdeu mais de 26 minutos, e Iúri Leitão, da Caja Rural, mais uns segundos”


Por: José Morais

Matthew Brennan voltou a impor a sua velocidade irresistível na Volta a Burgos. O britânico da Visma–Lease a Bike conquistou esta sextafeira a quarta etapa, repetindo o triunfo em sprint e reforçando a sensação de que é, neste momento, o homem mais rápido do pelotão. Felix Gall manteve a liderança geral, enquanto os portugueses Afonso Eulálio e Iúri Leitão viveram um dia difícil, cedendo largos minutos.

 

Etapa marcada por fuga longa e combativa

 

Logo no primeiro quilómetro surgiu a fuga do dia: Josh Burnett (Burgos BH) e os ciclistas da Caja Rural Javier Ibáñez e Nil Aguilera abriram quase cinco minutos de vantagem, suficiente para liderarem grande parte do percurso entre Palazuelos de Muñó e Briviesca.

Ibáñez destacouse nas contagens de montanha, passando em primeiro no Alto de Coculina e no Alto de La Varga, enquanto Aguilera acabou absorvido pelo pelotão. A 29 km da meta, Ibáñez ficou sozinho na frente, mas a resistência terminou 17 km depois, já com o pelotão lançado para um sprint inevitável. A sua entrega valeulhe o prémio de combatividade.

 

Sprint explosivo decide a etapa

 

Nos quilómetros finais, Visma e Red BullBORAhansgrohe controlaram o ritmo para preparar a chegada. A 600 metros da meta, David González tentou surpreender pela direita, seguido por Laurence Pithie, mas Brennan surgiu pela esquerda com uma aceleração fulminante que deixou todos sem resposta.

1.º Matthew Brennan

2.º Laurence Pithie

3.º David González

Tudo em aberto para a decisão nas Lagunas de Neila

 

A classificação geral permanece nas mãos de Felix Gall, que defenderá a camisola roxa na etapa de sábado: 137 km entre Caleruega e as míticas Lagunas de Neila, onde a alta montanha decidirá o vencedor da edição de 2026.

 

Dia duro para os portugueses

 

Os portugueses tiveram uma jornada para esquecer:

Afonso Eulálio (Bahrain Victorious) terminou em 149.º, a 26m15s.

Iúri Leitão (Caja Rural) foi 151.º, a 26m48s.

Na geral, Eulálio caiu para 146.º, a 27m08s, enquanto Leitão desceu para 151.º, a 33m30s.

“João Almeida em queda livre: acidente obriga a abandono no Tour da Polónia e lança dúvidas sobre papel crucial na Volta Espanha”


Por: José Morais

João Almeida vive um dos períodos mais difíceis da carreira. O português da UAE Team Emirates, apontado como favorito ao triunfo no Tour da Polónia prova que venceu em 2021 abandonou a corrida após uma queda violenta na quarta etapa, comprometendo a preparação para a Volta a Espanha, onde estava previsto ser o principal apoio de Tadej Pogacar nas etapas de montanha.

 

Caos na montanha e uma queda que mudou tudo

 

Entre 30 e 40 ciclistas foram ao chão numa descida rápida e molhada entre Zagan e Karpacz, obrigando à neutralização da etapa durante 40 minutos. A UAE perdeu três homens de uma só vez: Benoît Cosnefroy, Juan Sebastián Molano e o próprio Almeida, todos envolvidos no incidente.

Apesar de continuar em prova, visivelmente ferido com um grande arranhão na perna esquerda e o equipamento rasgado João Almeida terminou 16 minutos atrás do vencedor Bart Lemmen. No dia seguinte, a equipa confirmou o abandono imediato do português.

 

Uma temporada para esquecer

 

Depois de um 2025 brilhante, com vitórias nas gerais da Romandia, Suíça e Itzulia, além do pódio na Vuelta e da vitória sobre Vingegaard na Angliru, 2026 tem sido um pesadelo para Almeida.

Volta à Comunidade Valenciana e Volta ao Algarve: início aceitável.

Uma doença prolongada tirou-o de Paris–Nice.

Regressou na Volta a Catalunha, mas sem capacidade para lutar pelas primeiras posições.

Um vírus afastou-o do Giro d’Itália, o grande objetivo da época.

No Tour Auvergne-Rhône-Alpes, voltou a mostrar que ainda não recuperou o nível habitual.

O regresso ao Tour de França foi descartado.

A queda na Polónia surge como mais um golpe numa temporada marcada por problemas físicos e falta de ritmo competitivo.

 

“O asfalto era gelo”: Almeida descreve o acidente

 

Em declarações ao site Naszosie.pl, o português explicou:

“Não foi um bom dia. Tenho dores no joelho e no tornozelo, mas acho que vou ficar bem. Evitei fraturas.”

E sobre as condições da descida:

“O asfalto era praticamente gelo. Estava super escorregadio, impossível fazer qualquer coisa.”

A UAE confirmou que não há fraturas e que os três ciclistas regressam a casa para recuperar.

 

E agora, a Volta Espanha?

 

Os planos iniciais passavam por usar a Vuelta a Burgos como preparação para a Volta a Espanha, mas a equipa optou por levá-lo ao Tour da Polónia decisão cuja lógica permanece pouco clara.

A presença de João Almeida na Vuelta não está descartada, mas a queda e o abandono levantam dúvidas sobre a sua capacidade de desempenhar o papel de ajuda de luxo para Tadej Pogacar nas etapas decisivas.

“A Vuelta 26 MODIFICA O PERCURSO DA ETAPA 20”


Por: Daniel Peña Roldán

Foto: © Unipublic / Agência Criativa Cxcling

Pontos-chave:

• A escalada programada ao Alto de Hazallanas será substituída pela subida ao Puerto de El Duque.

• Os deslizamentos de terras causados pela tempestade em fevereiro passado impedem a passagem da corrida pelo percurso inicialmente planeado.

• A organização desenhou um percurso alternativo muito semelhante ao planeado e que mantém a resistência e a exigência do penúltimo dia.

Os deslizamentos de terras causados pela tempestade registada em fevereiro passado afetaram a estrada de acesso ao Alto de Hazallanas, impedindo o porto de cumprir as condições necessárias para a passagem da La Vuelta.


Mesma resistência, mesma exigência

Com o objetivo de respeitar ao máximo o percurso original, em colaboração com as administrações locais, a organização decidiu substituir a subida ao Alto de Hazallanas pela subida sem precedentes ao Puerto de El Duque, mantendo assim a essência, a dureza e a exigência da penúltima etapa da corrida, com um perfil quase idêntico ao original. com um novo passo que partilha o seu troço final com a subida inicialmente planeada.

Com esta modificação, os ciclistas terão de enfrentar duas subidas até ao Puerto de El Purche e uma ao Puerto de El Duque antes da subida final ao inédito Collado del Alguacil. A quilometragem da etapa manter-se-á praticamente idêntica à originalmente planeada, com um nível de dureza e exigência em linha com o percurso apresentado em dezembro.

A organização da La Vuelta agradece a colaboração das administrações e organizações envolvidas, cujo trabalho conjunto tornou possível definir a melhor alternativa possível para garantir o desenvolvimento da etapa com as máximas garantias de segurança.

Fonte: Unipublic

“Guimarães: Exposição dedicada à Volta a Portugal antecipa passagem pela Penha”


O Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Guimarães, Alberto Martins, inaugurou a exposição "A Volta passa por Guimarães", uma iniciativa dedicada à história, à emoção e ao património da mais emblemática prova do ciclismo nacional, patente no GuimarãeShopping até 17 de agosto. A oitava etapa da Volta a Portugal, a disputar no dia 14 de agosto, passa pelo centro da cidade e inclui uma contagem de montanha na Penha (Guimarães 26 – Capital Verde Europeia).

A inauguração da exposição contou com a presença, além do autarca, do ex-ciclista profissional Tiago Machado, Emanuel Lemos (Diretor do GuimarãeShopping), Vítor Matos (Presidente da Freguesia da Costa e da Turipenha), Joaquim Mendes (Presidente da Associação de Ciclismo do Minho) e Rui Vitor Costa (em representação da Irmandade da Penha), entre outras entidades e convidados.


"Os vimaranenses gostam muito de ciclismo. É um desporto do povo! Simultaneamente, promove o concelho e valoriza o que temos de melhor. Este regresso do ciclismo a Guimarães ao mais alto nível significa que queremos voltar a colocar Guimarães no mapa dos grandes eventos e do desporto”, referiu o vereador Alberto Martins anunciando que está a ser preparado um programa de animação para a Penha.


Concebida para aproximar o público do universo da Volta a Portugal, a exposição patente no GuimarãeShopping apresenta informação sobre a etapa Melgaço - Guimarães - Fafe, destacando a passagem pelo concelho de Guimarães e a subida à Penha. A exposição evoca ainda os vencedores minhotos da prova, apresenta imagens de ciclismo em Guimarães e exibe as camisolas oficiais de liderança, símbolos maiores da competição.


No piso 0 do GuimarãeShopping, o espaço expositivo recria o ambiente da corrida através da simulação de uma estrada, da exposição de bicicletas e de um pórtico de meta. Complementarmente, no piso 1, uma montra temática e a projeção contínua de imagens da Volta e do ciclismo em Guimarães permitem revisitar alguns dos momentos mais marcantes do ciclismo no concelho. Mais do que uma exposição, a iniciativa constitui uma homenagem à história da Volta a Portugal e à forte tradição velocipédica de Guimarães, convidando os visitantes a redescobrir o património da prova, a viver a emoção da competição e a associar-se ao apoio aos ciclistas na sua passagem pela cidade.


"A Volta a Portugal faz parte da história do desporto nacional e da memória de várias gerações, mantendo uma ligação muito próxima aos territórios por onde passa. É, por isso, com enorme satisfação que o GuimarãeShopping recebe a exposição que presta homenagem a esse legado e valoriza a forte tradição velocipédica de Guimarães. Acreditamos que será uma oportunidade para os visitantes redescobrirem uma prova que continua a marcar a identidade desportiva e cultural do país", explicou Emanuel Lemos, Diretor do GuimarãeShopping.


O ciclista minhoto Tiago Machado - apelidado em 2014 de "herói do Tour de France" pela organização da prova e por órgãos de comunicação internacionais, como o jornal L'Équipe - manifestou o regozijo pela passagem da Volta pela Penha: "A Penha é uma das subidas que, enquanto atleta profissional, utilizava para fazer treino específico. É muito gratificante ver a Volta a Portugal passar por aqui e, pela primeira vez, estarei na Penha para assistir à subida dos profissionais. Vai ser um momento fantástico". Tiago Machado salientou que "o ciclismo é um dos melhores veículos para promover uma região" e que "o Minho é belíssimo e a Penha é uma das subidas mais bonitas", sugerindo que, para quem vai assistir à corrida, "o ponto mais espetacular situa-se sensivelmente a 1.800 metros da meta, junto à chamada curva do tanque. É aí que a subida é mais dura, mas também onde os adeptos conseguem viver a corrida mais de perto. Tenho a certeza de que haverá muita gente a apoiar, porque o Minho nunca falha quando se trata de ciclismo."


Alberto Martins reforçou ainda o desejo de ter Guimarães no mapa dos eventos. “Entendemos que o desporto é fundamental para a qualidade de vida que queremos atingir. Há um conjunto de iniciativas que estavam fora do panorama vimaranense nos últimos anos, como o ciclismo e o automobilismo. Queremos fomentar a prática do desporto formal e informal”.


A passagem da Volta a Portugal em Guimarães será no dia 14 de agosto, estando previsto o seguinte itinerário (Horários indicativos com base na melhor média horária): Balazar (16h23), Sande São Martinho (16h32), Caldas das Taipas (16h35), Ponte (16h39), Fermentões (16h42), Alameda Alfredo Pimenta, Rua de Paio Galvão, Largo do Toural (16h46), Alameda de São Dâmaso (16h46), Largo República do Brasil (16h47), Rua Dr. José Sampaio, Costa (16h49 - Início de subida), Penha (16h57 - Prémio de Montanha), Edifício Santa Catarina (Início de descida), Mesão Frio (17h01), Fafe (17h18 - Meta Final).

Fonte: Organização Volta Portugal








“Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua condicionada por adversidades na 1.ª etapa da Volta a Portugal”


O dia começou de forma controlada, com a fuga a formar-se nos primeiros quilómetros. A Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua optou por assumir uma postura de controlo da corrida, de olho numa possível chegada ao sprint, sem colocar nenhum corredor na frente da corrida.

Ao longo da etapa, o calor foi aumentando e as dificuldades começaram a surgir. Rafael Barbas foi obrigado a parar por duas vezes devido a problemas mecânicos na bicicleta, com a equipa técnica a tentar resolver a situação com a maior brevidade possível. Ainda assim, o incidente obrigou a um esforço adicional e acabou por se refletir em desgaste para o atleta, que terminou a jornada com tempo perdido, mas dentro de um registo controlado.

Também Leangel Meneses sofreu um furo num momento decisivo da corrida, o que o impediu de reentrar no pelotão na fase em que a equipa procurava manter-se na frente. Apesar do esforço coletivo, a formação não conseguiu anular o atraso e viu-se condicionada por estas adversidades.

Amanhã corre-se a 2.ª etapa, com partida em Sines e chegada a Albufeira, numa jornada em que os sprinters deverão voltar a ter protagonismo na discussão da vitória.

 

1.ª etapa

Classificação na etapa

 

1º. Francisco Campos (Team Tavira - Crédito Agrícola), 3h39m08s

 38º. Angel Sanchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

 58º. Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1m12s.

 61º. João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1m12s.

 87º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 5m20s.

 89º. Leangel Meneses (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 5m20s.

 93º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 7m21s.

 

Geral individual

 

1º. Rui Oliveira (UAE Team Emirates XRG), 3h46m24s

 45º. Angel Sanchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 0m53s.

 46º. Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 0m55s.

 54º. João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1m44s.

 62º. Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1m55s.

 88º. Leangel Meneses (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 6m01s.

 89º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 6m05s.

 93º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 7m21s.

 

Classificação por equipas

 

1ª. Anicolor/Campicarn, 11:19:45.

 10ª. Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, a 2m21s.

Nem tudo correu como planeado na 1.ª etapa da Volta a Portugal. O calor, os azares mecânicos e um furo trouxeram dificuldades à Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, mas a equipa respondeu com união, combatividade e espírito de sacrifício. 

Francisco Morais contou ainda com muito apoio na estrada, num momento que reforçou a força e a proximidade entre equipa e adeptos. 

Não percam o episódio e subscrevam o canal para acompanhar toda a série.

De 2026 para a eternidade. O bidon que guarda a nossa volta


O bidon é um dos símbolos mais fortes da cultura do ciclismo: passa de mão em mão, viaja milhares de quilómetros e guarda as histórias de quem o segura.

Na berma da estrada, é a criança que estende a mão e recebe o bidon como se fosse um tesouro. No final das etapas, são as pessoas que correm até aos atletas, coração acelerado, a tentar agarrar aquele momento que só existe no ciclismo.

Em 2026, a Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua pega nesse ícone e leva-o a outro nível, transformando-o num verdadeiro item de coleção: o bidon especial da temporada, pensado para ser um marco na memória dos adeptos.

Neste bidon, que será oferecido aos fãs durante a Volta a Portugal, cada fã pode recolher as assinaturas da equipa de 2026, gravando para sempre os nomes que fizeram parte desta temporada e desta Volta a Portugal.

Este bidon não é apenas merchandising: é um símbolo da proximidade entre a Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua e os fãs, uma forma de eternizar este ano e de celebrar a paixão pelo ciclismo.

Um dia, quem o guardar vai olhar para ele e recordar esta Volta: o calor da estrada, o barulho da caravana, o sprint na meta, o momento em que um atleta parou para assinar. Uma memória física da paixão pelo ciclismo e de cada pessoa que pedala, apoia e vive a nossa equipa.

No fim, fica um objeto simples, mas com um peso gigante: um bidon que conta uma história de 2026, da Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua e de todos aqueles que escolheram estar connosco ao longo da Volta a Portugal.

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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  • Registado: Entidade Reguladora para a Comunicação Social com o nº: 125457
  • Proprietário e Editor: José Manuel Cunha Morais
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  • Fotografia e Vídeo: José Morais, Helena Morais
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