terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

“Volta ao Algarve 2026: Modernização, adrenalina e confronto de estrelas do ciclismo”


Informações e convite de apresentação a chegarem tarde

 

Por: José Morais

A Volta ao Algarve arranca esta quarta-feira, prometendo cinco dias de pura adrenalina e competição de alto nível. A primeira etapa liga Vila Real de Santo António a Tavira, enquanto a última, no domingo, culmina na temida subida ao Alto do Malhão, palco de decisões dramáticas que podem definir o vencedor da prova.

A corrida algarvia, já considerada um ícone no calendário internacional, chega a esta edição com novidades estratégicas. “A apresentação oficial da Volta aconteceu apenas na véspera do início da mesma, e chegou à nossa redação pelas 20h30, um convite enviado por e-mail para marcar presença no Algarve”.

Após o fim da parceria com a Podium, a Volta ao Algarve aposta numa nova direção com Ezequiel Mosquera à frente, numa estratégia definida pela Federação Portuguesa de Ciclismo para “modernizar e profissionalizar” a prova. A intenção é elevar a corrida ao mesmo patamar das competições europeias mais prestigiadas, com logística refinada, cobertura internacional e experiência aprimorada para atletas e público.

A competitividade promete ser feroz: ciclistas de renome mundial vão medir forças com talentos nacionais, numa corrida onde cada sprint, cada curva e cada subida pode alterar o resultado final. Para a região do Algarve, o evento é também um motor de visibilidade global e economia turística, mostrando praias, estradas e cidades históricas a milhões de espectadores.

Esta edição não é apenas uma prova de resistência física, mas um verdadeiro espetáculo de estratégia, coragem e superação. Quem conseguirá dominar o Alto do Malhão? Quais surpresas os jovens talentos portugueses ainda nos vão revelar? Entre modernização e tradição, a Volta ao Algarve 2026 promete deixar a sua marca na história do ciclismo nacional e internacional.

"Modernizada e profissionalizada": 52.ª Volta ao Algarve pronta para ir para a estrada”


Os pedais ainda não trabalham, mas pode bem dizer-se que a 52.ª Volta ao Algarve em bicicleta já arrancou. Um composto Salão Nobre da Câmara Municipal de Albufeira recebeu esta terça-feira a conferência de imprensa de lançamento da prova, com a presença de três dos protagonistas: João Almeida (UAE Team Emirates XRG), Juan Ayuso (Lidl-Trek) e Afonso Silva (Team Tavira / Crédito Agrícola).

Vice-presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Jorge Carmo abriu as hostilidades na cerimónia. O autarca afirmou que a Algarvia “é muito mais do que uma prova desportiva”. “Os atletas levam daqui boas recordações”, acrescentou.

 

Uma ligação para “modernizar e profissionalizar”

 

Por sua vez, o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Cândido Barbosa, sublinhou a parceria com Ezequiel Mosquera, o novo diretor da Volta ao Algarve, uma ligação que permite “modernizar e profissionalizar” o evento. “Desejo aos atletas as maiores felicidades”, referiu.

“Quero salientar que aterrámos aqui há cerca de um mês e pouco, mas houve um trabalho muito intenso, com a colaboração de todos. Espero que o feedback seja positivo e que seja mais uma edição de êxito, da nossa parte houve muito trabalho”, prosseguiu depois Ezequiel Mosquera.

Por sua vez, a vice-presidente da Região de Turismo do Algarve defendeu que a Algarvia é já uma corrida “emblemática e fundamental” para a região. Por isso, o organismo “não podia deixar de associar-se”. 


 

Privilégio e concorrência forte

 

João Almeida foi segundo classificado há um ano, e garante que está novamente no Algarve para ganhar. No entanto, a concorrência é forte, diz: “Venho para dar o meu melhor, sabemos que a concorrência é forte. Estamos com boas sensações, preparados e esperemos que corra tudo bem”.

Juan Ayuso vai estrear-se pela Lidl-Trek no Algarve, ele que também está em estreia na corrida portuguesa. O jovem espanhol comentou que está é uma prova que “tem tudo, é completa e muito boa para preparar a época”.

Afonso Silva foi o representante das equipas portuguesa. O ciclista de 25 anos assumiu que é “um privilégio” fazer parte do evento e que “correr em casa é muito especial”. “Vamos tentar representar ao máximo as nossas cores, esperemos que seja uma corrida positiva”, concluiu.

A Volta ao Algarve tem início esta quarta-feira, com a etapa que liga Vila Real de Santo António a Tavira. No domingo, a última etapa termina com a subida ao Alto do Malhão.

 

Horários 

 

18/02 | Vila Real de Santo António - Tavira | 183.5 km | 12h00-16h27

19/02 | Portimão - Foia | 147.2 km | 12h45-16h25

20/02 | Vilamoura - Vilamoura (CRI) | 19.5 km | 13h05 (provisório)

21/02 | Albufeira - Lagos | 175.1 km | 11h00-15h20

22/02 | Faro - Malhão | 148.4 km | 12h05-15h42

Mais informação em www.voltaaoalgarve.com

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Estava a tentar tirar o casaco. De repente, havia 30 homens na frente” - Tom Pidcock lamenta erro que lhe saiu caro na Clásica Jaen”


Por: Miguel Marques

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

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Thomas Pidcock identificou um único momento de má avaliação como o ponto de viragem no seu desafio na Clásica Jaen Paraiso Interior, após falhar o movimento decisivo enquanto ajustava a roupa antes dos primeiros setores de terra.

Em vez de apontar às pernas ou à forma, Pidcock foi claro: a corrida escapou-lhe por posicionamento e timing, num momento em que o pelotão estava nervoso e a fuga finalmente se formava.

“Acho que quando falhei o movimento no início”, disse em conversa com a Cycling Pro Net no pós-corrida. “Para ser honesto, pensei que a minha corrida tinha acabado nesse ponto. Mas a Soudal - Quick-Step deixou a diferença curta o suficiente para podermos fechar. Consegui entrar na subida pela primeira vez e voltámos à corrida. Mas o Tim já tinha ido. A minha equipa foi incrivelmente forte hoje, mas o Tim Wellens foi mais forte”.

Essa sequência definiu a tarde de Pidcock. Um erro que pareceu momentaneamente terminal foi parcialmente corrigido pelo esforço coletivo, mas quando voltou à discussão, a corrida já estava moldada à frente.

 

Um momento perdido na transição para a gravilha

 

Pidcock detalhou como tudo aconteceu, explicando que a longa demora na formação da fuga e a proximidade dos setores de gravilha criaram uma fase de transição caótica.

“Acho que, como a fuga estava a demorar tanto a sair e estávamos a aproximar-nos da gravilha, era claro que não haveria um momento fácil”, avaliou. “Precisava de tirar a roupa com que comecei porque estava muito frio esta manhã. Houve um grande grupo que saiu, eu tentei fechar, e depois estava a tentar tirar o casaco. De repente, havia uns 30 homens na frente e eu falhei. Foi uma dessas coisas, um erro, mas felizmente consegui voltar à corrida”.

O esforço de recuperação que se seguiu manteve-o na luta por um resultado, mas não pelo controlo. Quando a corrida estabilizou, a iniciativa já tinha mudado decisivamente para outro lado.

 

Satisfação com realismo

 

Apesar do segundo lugar, Pidcock não encarou o resultado como uma oportunidade perdida, antes como um lembrete de como pequenos erros pesam em corridas decididas por posicionamento e números.

“Sim, não está mal”, atirou. “Mas como digo, cometi um erro. A minha equipa foi super forte hoje, o que me deixa muito contente. Acho que me senti bem, mas os dias em Múrcia não foram ideais com o cancelamento de corridas, viagens e tudo o resto. Por isso, sabe bem meter uma boa corrida nas pernas agora antes da Andaluzia na próxima semana ou esta semana”.

Foi também franco quanto à dificuldade de correr contra uma equipa capaz de controlar vários cenários em simultâneo. “Mérito para a UAE”, acrescentou. “Disse antes da partida que seria muito difícil batê-los. Têm tantos homens fortes e, com a superioridade numérica, é muito complicado fazer alguma coisa”.

Para Pidcock, a Clásica Jaén acabou por ser uma corrida de recuperação e não de execução. A forma estava lá, o apoio da equipa foi forte, mas um momento de desconcentração no pior minuto revelou-se decisivo.

“Evenepoel impõe lei do cronómetro e assume o comando da UAE Tour numa exibição de força absoluta, Afonso Eulálio fica em 123º lugar”


A Volta aos Emirados Árabes Unidos ganhou um dono anunciado logo à segunda etapa. Remco Evenepoel voltou a deixar claro porque é considerado o melhor contrarrelogista do pelotão mundial ao vencer, de forma autoritária, o contrarrelógio individual e saltar para a liderança da geral da Volta aos Emirados Árabes Unidos.

Ao serviço da Red Bull-BORA-hansgrohe, o belga percorreu os 12,2 quilómetros na ilha de Hudayriyat Island em apenas 13.03 minutos, voando a uma média superior a 56 km/h números que explicam, por si só, a dimensão da sua superioridade.

Nem o jovem talento britânico Joshua Tarling, segundo classificado a seis segundos, nem o experiente francês Rémi Cavagna, terceiro a 12, conseguiram ameaçar a marcha triunfal do campeão belga, tricampeão mundial e campeão olímpico da especialidade.

Quem saiu claramente penalizado foi o anterior líder da geral, o mexicano Isaac del Toro (UAE Emirates), que terminou apenas no 27.º lugar, a 42 segundos do vencedor, perdendo a camisola de líder logo no primeiro grande teste individual da prova.

No que diz respeito às cores nacionais, o português Afonso Eulálio (Bahrain Victorious) fechou o dia na 123.ª posição, gastando mais 1.36 minutos do que Evenepoel, numa jornada especialmente exigente para os especialistas menos talhados para o esforço solitário.

Este foi o sexto triunfo individual da temporada para o belga ao qual se junta ainda um sucesso coletivo no Troféu Ses Salines confirmando um início de ano avassalador nesta nova etapa da sua carreira. Evenepoel lidera agora a classificação geral com seis segundos de vantagem sobre Tarling e 12 sobre Cavagna.

A próxima etapa promete novo capítulo decisivo: na quarta-feira, o pelotão enfrenta 183 quilómetros entre Umm al Quwain e o alto de Jebel Mobrah, com uma contagem de montanha de primeira categoria. Será o primeiro grande teste em subida e a oportunidade para perceber se alguém conseguirá travar um Evenepoel que, para já, parece pedalar a um ritmo fora do alcance dos rivais.

“João Almeida aponta à consagração no Algarve e assume Ayuso e Lipowitz como principais ameaças”


Por: José Morais

Vencer a Volta ao Algarve é um objetivo assumido e antigo de João Almeida, que chega à 52.ª edição da prova em clara boa forma e determinado a lutar pelo triunfo. O ciclista português identifica o espanhol Juan Ayuso e o alemão Florian Lipowitz como os adversários mais perigosos numa corrida que ambiciona conquistar pelo menos uma vez na carreira.

“Usar o dorsal número um é sempre motivador. Sabemos que ganhar será difícil, mas o objetivo é claramente lutar pelo primeiro lugar”, afirmou o corredor da UAE Team Emirates, em declarações à Lusa e à Rádio Renascença.

Na ausência do campeão em título, Jonas Vingegaard, e da sua equipa Visma–Lease a Bike, coube a João Almeida, segundo classificado da edição anterior, assumir o dorsal mais simbólico da prova. Um estatuto que, garante, não lhe acrescenta pressão.

“Ganhar a Volta ao Algarve é algo que gostava muito de riscar da lista. O segundo lugar do ano passado ficou-me atravessado estive perto, mas ao mesmo tempo longe”, confessou o melhor voltista português da atualidade.

A edição de 2026 arranca quarta-feira, em Vila Real de Santo António, e termina domingo no alto do Malhão, em Loulé. Para Almeida, o percurso mais exigente favorece os trepadores e pode ser decisivo. “A Fóia está mais dura, há duas passagens no Malhão e um contrarrelógio plano, mas diferente do habitual. No geral, é um percurso que me agrada.”

Entre os principais rivais, João Almeida destaca Juan Ayuso, que se estreia no Algarve pela Lidl-Trek, e Florian Lipowitz, terceiro classificado do último Tour. “E haverá certamente mais corredores perigosos, alguns que até me posso estar a esquecer”, admitiu.

O português chega ao Algarve embalado por um segundo lugar na Volta à Comunidade Valenciana, primeira prova da temporada, onde terminou a 31 segundos de Remco Evenepoel. “O percurso não era totalmente à minha medida, mas senti-me muito bem. A forma está lá e isso deixa-me confiante.”

Vice-campeão da última Vuelta, João Almeida contará com o apoio dos compatriotas António Morgado, Rui Oliveira e Ivo Oliveira, e mostrou-se igualmente atento às novidades estratégicas do percurso, nomeadamente os sprints intermédios. “Podem criar situações imprevisíveis, com fugas ainda na estrada. Temos de nos adaptar.”

Mais do que um objetivo isolado, vencer no Algarve pode ser um passo importante rumo à principal meta da época: o Giro d'Itália, que decorre entre 8 e 31 de maio. “Começar bem a época dá sempre confiança. Até ao Giro ainda há corridas importantes e espero ganhar mais.”

Na Volta a Itália, João Almeida voltará a medir forças com Vingegaard, que o superou na Vuelta. “É um adversário duríssimo. Estivemos perto de o bater e isso já é motivo de orgulho. O objetivo agora é continuar a evoluir para tentar ganhar.”

O português reconhece que a presença do dinamarquês no Giro era expectável. “Se não fosse, melhor. Mas o facto de ele ir, torna a corrida mais dura e mais controlada. Para mim, isso também é positivo. Acredito que será um grande Giro.”

“A Volta 26 FEMININA DE CARREFOUR.ES TERÁ INÍCIO NA GALÍCIA”


Por: Daniel Peña Roldán

 

 Pontos-chave:

 

• A Galiza vai acolher o Início Oficial da Volta Feminina 26 até Carrefour.es a 3 de maio.

• A visita completa será apresentada a 9 de março às 19h00 no Auditório Municipal de Ribeira, na Corunha.

A Galiza será o ponto de partida da Volta Feminina 26 até Carrefour.es a 3 de maio. A comunidade galega assumirá o testemunho de Barcelona como local do Início Oficial da corrida feminina que celebrará a sua quarta edição em 2026.

O território galego, cenário habitual da Vuelta, já acolheu o Ceratizit Challenge by La Vuelta em 2021, cujas quatro etapas dessa edição decorreram inteiramente na Galícia.

A organização irá revelar o percurso da Volta Feminina 26 Carrefour.es numa gala que terá lugar a 9 de março às 19h00 no Auditório Municipal de Ribeira (Av. Constitución 2, 15960 Ribeira, A Corunha). O evento será transmitido na RTVE e nos canais digitais da Volta Feminina pela Carrefour.es.

Fonte: Unipublic

“Volta ao Algarve apresentada, rivalidade com Juan Ayuso, mas saudável diz João Almeida e vai ser bom correr um contra o outro em equipas distintas os principais favoritos nesta volta”


Por: José Morais

A 52.ª edição da Volta ao Algarve foi oficialmente apresentada esta terça-feira, na Câmara Municipal de Albufeira, e desde logo ficou claro que a prova arranca com um ingrediente especial: o primeiro duelo direto entre João Almeida e Juan Ayuso desde que deixaram de partilhar as mesmas cores na UAE Emirates. Agora em equipas diferentes, português e espanhol assumem-se como os principais protagonistas de uma algarvia que promete emoção até ao último quilómetro.

Vice-campeão em 2023, apenas batido por Jonas Vingegaard (ausente nesta edição), João Almeida encara a corrida “de casa” com ambição e serenidade. “É uma rivalidade saudável e vai ser bom correr um contra o outro. Vamos gostar”, afirmou o corredor luso, de 27 anos, durante a conferência de imprensa. “O Juan é muito forte. Somos ciclistas semelhantes. Talvez ele seja um pouco melhor no contrarrelógio, mas na montanha estamos muito próximos. Vai ser uma grande corrida.”

Depois de um segundo lugar recente na Volta à Comunidade Valenciana, Almeida garante chegar ao Algarve com boas sensações. “Ganhar nunca é fácil, ainda mais com um pelotão tão forte, mas estamos preparados. A Volta ao Algarve tem enorme prestígio internacional e, sendo em Portugal, tem sempre um sabor especial. Sentir o apoio das pessoas faz a diferença.” Curiosamente, o português confessou não ter presente a última vitória nacional na geral da prova, conquistada por João Rodrigues em 2021.

Do outro lado está Juan Ayuso, que se estreia em Portugal como sénior e inicia uma nova fase da carreira com a Lidl-Trek. O espanhol mostrou-se confortável no novo contexto e destacou a afinidade com Almeida. “Somos muito parecidos na forma como lidamos com a pressão. Somos calmos, até dentro do autocarro… só que agora será a primeira vez que estaremos em autocarros diferentes”, disse, com um sorriso. Para Ayuso, a Volta ao Algarve “é uma corrida muito completa”, ideal para testar todas as capacidades: “Tem contrarrelógio, duas chegadas em alto bem distintas e etapas para sprinters onde também haverá muita tensão.”

A prova arranca esta quarta-feira em Vila Real de Santo António e percorre 673,7 quilómetros até à consagrada chegada ao Alto do Malhão, no domingo. Pelo meio, a grande novidade está reservada para quinta-feira, com a subida à Fóia por uma vertente inédita, mais exigente e seletiva.

“É a etapa que melhor se adapta a mim”, reconheceu João Almeida. “A Fóia está mais dura este ano, encaixa bem nas minhas características e nas do Juan. O contrarrelógio é ideal para especialistas puros e o Malhão também é muito exigente. Tudo pode acontecer.” Ayuso concorda e reforça: “É uma subida muito dura. Será o dia onde mais diferenças podem ser feitas.”

Com dois dos maiores talentos do ciclismo mundial frente a frente, em terreno conhecido e com novas variantes no percurso, a Volta ao Algarve ganha um enredo digno de clássico moderno uma rivalidade jovem, saudável e com potencial para marcar o início da temporada europeia.

“Seleção Nacional de BTT disputa Shimano Super Cup Massi em Banyoles no fim de semana”


Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Foto: Hugo Delgado - Lusa / COP / FPC

Este fim de semana, dias 21 e 22 de fevereiro, a Seleção Nacional de BTT vai disputar mais uma vez a Shimano Super Cup Massi – Banyoles (Girona), em Espanha, uma corrida lendária, num dos mais prestigiados circuitos de XCO do mundo, sendo uma competição de BTT XCO de categoria HC. Do total dos oito convocados fazem parte quatro juniores masculinos, que vão competir na UCI XCO Junior World Series.

Pedro Vigário, selecionador nacional de BTT, convocou oito atletas para integrar a comitiva portuguesa que vai representar a nação. Os atletas Rafael Sousa (Feira dos Sofás / Boavista) e João Fonseca (Clube BTT Matosinhos) vão competir na categoria Sub-23. Já os Juniores Hugo Ramalho (Guilhabreu MTB Team), João Vigário (DOMARSA / Santa Cruz / Bicicastro), Rodrigo Matos (BilaBiker’s Cycling Team) e Pedro Galvão (Triumtérmica / Águias de Alpiarça) vão desafiar-se na Junior World Series. Todos vão correr no sábado, dia 21, os Sub-23 começam às 14h30 e os Juniores às 16h30 (menos uma hora em Portugal).

No domingo é a vez de entrarem em ação as femininas, às 10h40 (9h30 em solo nacional). São elas a Elite Raquel Queirós (Team Farto – BTC) e a Sub- 23 Beatriz Guerra (Guilhabreu MTB Team).

“Trata-se de uma corrida internacional, de categoria HC, sendo das mais importantes, daí o nosso interesse em participar. É uma oportunidade para os Sub-23 e Elites conquistarem alguns pontos importantes para o seu ranking UCI. Sabemos que esta prova tem todos os anos um leque de participantes muito forte, com alguns dos melhores do mundo nas categorias em competição. Contudo, encarámos sempre esta corrida como um marco importante do início da época, porque vai-nos permitir competir ao mais alto nível e testarmo-nos com alguns dos melhores corredores de BTT da atualidade”, explicou Pedro Vigário.

A jornada da Seleção Nacional de BTT começa esta terça-feira, dia 17, com a chegada de toda a equipa, atletas e staff, ao Anadia Sports Center, em Anadia. Dia 18 vai haver treino durante a manhã e no início da tarde a comitiva segue viagem em direção a Espanha.

A Shimano Super Cup Massi – Banyoles é a principal corrida do campeonato (no total são sete) e uma “paragem obrigatória” no calendário de muitos dos melhores corredores do mundo em XCO, a disciplina olímpica do BTT.

Esta prova tornou-se um verdadeiro clássico do XCO, onde a cidade catalã de Banyoles, também conhecida como “Catedral do MTB”, vai vestir-se novamente de gala para celebrar um momento muito especial. Uma vitória em Banyoles é um dos feitos que todos os atletas desejam ter no seu currículo. A Shimano Super Cup Massi – Banyoles tem um lugar privilegiado no calendário, sempre no início da temporada, representando uma das primeiras oportunidades para viver algumas das grandes batalhas do ano.

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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