terça-feira, 11 de agosto de 2026

“Volta Portugal: 6ª Etapa – Sta. Maria da Feira/Europarque – Alto Douro/Peso da Régua”


Dia 12.08 – 129 Km – 2297 M

 

Partida: Europarque (Santa Maria da Feira) – 14h00

Chegada: Av. da Galiza (Peso da Régua) – 17h15

A etapa que liga Santa Maria da Feira ao Alto Douro será uma verdadeira homenagem à Estrada Nacional 222, considerada por muitos uma das mais belas estradas do mundo… e também uma das mais exigentes.

As encostas do Douro apresentam um percurso permanentemente ondulado, onde praticamente não existem momentos de recuperação. A estrada serpenteia ao longo do vale até atravessar o rio e encaminhar o pelotão para os quilómetros finais rumo ao Peso da Régua.

Será, certamente, uma etapa muito exigente para os corredores e visualmente deslumbrante para quem a acompanhar.

Fonte: Organização

“Santa Maria da Feira-Peso da Régua: um bom dia para aventureiros no regresso da Volta”


Fotos: Igor Martins / FPC

Dia de descanso cumprido, a Volta a Portugal Jogos Santa Casa entra na fase decisiva, com as últimas cinco etapas a começarem já esta quarta-feira, com a ligação de 132,6 quilómetros entre Santa Maria da Feira e o Peso da Régua.

Com um sobe e desce constante, o dia sete da Grandíssima pode ser uma excelente oportunidade para os homens mais combativos do pelotão conseguirem fazer uma fuga, assim o pelotão o permita.

 

Sobe e desce rumo ao Douro

 

O primeiro registo intermédio do dia é uma contagem de montanha de terceira categoria, em Pedorido. Serão 6,5 quilómetros a subir, com uma pendente média de 4,1 por cento.

Pouco depois, ao quilómetro 54,2, haverá uma meta volante bonificada, em Castelo de Paiva, antes de os corredores voltarem a subir, desta feita uma contagem de montanha de segunda categoria. A ascensão de Tarouquela já oferece mais dificuldade, com 7,3 quilómetros a 4,5 por cento.

O sobe e desce, continuará, mas daí para a frente só haverá mais duas volantes: Cinfães e Mesão Frio, o ponto que aumentará ainda mais o ritmo da corrida. Isso porque daí para a meta serão 13,2 quilómetros com muita descida, num final de corrida que promete muito espetáculo e emoção.


Na luta pela Geral, o dia não promete mudanças e por isso Alexis Guérin (Anicolor/Campicarn) deve continuar a ser o dono da Camisola Amarela Jogos Santa Casa. Também na Juventude, Adrià Pericas (UAE Team Emirates XRG) segue na liderança da classificação, com a Camisola Branca Paredes Rota dos Móveis.

Nas outras duas classificações, há vários pontos para distribuir para a Camisola Laranja Galp (pontos), a qual pertence a Daniel Cavia (Burgos-Burpellet-BH), e para a Camisola Azul Continente (montanha), de Oscar Rota (Feira dos Sofás-Boavista).

A sexta etapa da Volta a Portugal Jogos Santa Casa tem início em Santa Maria da Feira, às 13h30, e final previsto para as 16h49, no Alto Douro, Peso da Régua. A corrida tem transmissão na RTP1, a partir das 15h00, e na HBO Max.

Fonte: Volta Portugal

“Volta ao dia de descanso: quase 700 quilómetros cumpridos e tudo em aberto na Geral”


Fotos: Rodrigo Rodrigues / FPC - Igor Martins / FPC

Depois do Prólogo e das primeiras cinco etapas, a 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta Jogos Santa Casa chega ao dia de descanso com 698,2 quilómetros percorridos. Mais de metade da corrida está ainda pela frente e apenas 3m03s separam os dez primeiros da classificação geral.

A 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta Jogos Santa Casa chegou esta terça-feira ao seu único dia de descanso. É tempo de recuperar forças, mas também de fazer contas aos primeiros seis dias de competição e olhar para os números de uma prova que ainda tem muito para decidir.

Dos 1.430,1 quilómetros previstos para a edição de 2026, estão cumpridos 698,2 quilómetros. Significa que faltam ainda percorrer 731,9 quilómetros, mais de metade da distância total da prova.


E se os quilómetros que faltam já deixam antever uma segunda metade exigente, a montanha ajuda a perceber melhor a dimensão do desafio: dos cerca de 24 mil metros de desnível positivo acumulado previstos para toda a Volta, permanecem por superar 13.580 metros.

 

Pouco mais de 3m separam os dez primeiros

 

Também do ponto de vista competitivo, os números confirmam uma Volta ainda em aberto.

Depois de seis dias de competição, apenas 3m03s separam o líder do décimo classificado, numa geral que reúne, entre os dez primeiros, cinco corredores portugueses e seis equipas diferentes.

A Camisola Amarela Jogos Santa Casa pertence a Alexis Guérin, que soma um tempo total de 16h39m31s. O vencedor das duas últimas edições, Artem Nych, também da Anicolor/Campicarn, ocupa a segunda posição, a 1m12s do companheiro de equipa. Logo atrás surge o melhor português, Tiago Antunes, da Efapel Cycling, terceiro classificado a 1m52s do líder.

Além da luta pela Camisola Amarela Jogos Santa Casa, a Volta chega ao dia de descanso com Daniel Cavia (Burgos-Burpellet-BH) na liderança da Classificação por Pontos, Oscar Rota (Feira dos Sofás-Boavista) no topo da Montanha e Adrià Pericas (UAE Team Emirates XRG) como melhor jovem em prova. Os três corredores são os atuais detentores das camisolas Laranja Galp, Azul Continente e Branca Paredes Rota dos Móveis, respetivamente.


Com diferenças ainda reduzidas e algumas das jornadas potencialmente mais decisivas por disputar, a segunda metade da Volta promete uma luta intensa pela vitória. Faltam ainda duas chegadas em alto, nas Termas do Gerês e na Senhora da Graça, oportunidades importantes para os candidatos à Camisola Amarela procurarem fazer diferenças antes da consagração final no Porto.

 

113 corredores continuam na estrada

 

Dos 119 corredores que partiram para a 87.ª edição, 113 permanecem em prova no dia de descanso, representando as 17 equipas que alinharam à partida.

Mas os números da Volta vão muito além da componente competitiva. Colocar diariamente uma prova desta dimensão na estrada implica uma vasta operação que atravessa o país ao longo de 11 dias.

A logística das zonas de partida mobiliza 49 elementos, enquanto as chegadas contam com 105 profissionais. A organização integra 141 elementos, incluindo 10 comissários, aos quais se junta a operação de transmissão televisiva da RTP, que envolve mais de uma centena de profissionais.

Na estrada, o Destacamento Eventual da GNR é constituído por 28 militares, contando ainda a prova, ao longo do território, com o apoio de mais de 1.000 efetivos necessários à segurança e ao condicionamento da circulação.

A dimensão territorial é igualmente expressiva. A Volta envolve 74 municípios e 310 freguesias, atravessando 15 dos 18 distritos de Portugal Continental.

A acompanhar e contar diariamente tudo o que acontece dentro e fora da corrida estão ainda mais de 100 profissionais da comunicação social acreditados.

Grandíssima junta mil ciclistas amadores e um convidado de honra de luxo

O dia de descanso ficou igualmente marcado pela realização da Grandíssima, a prova aberta para ciclistas amadores integrada no programa da Volta a Portugal.

Com partida e chegada no Europarque, em Santa Maria da Feira, foram cerca de mil os participantes que tiveram a oportunidade de percorrer parte das estradas que esta quarta-feira receberão o pelotão profissional na sexta etapa da corrida, numa manhã de muita festa.

Presentes no evento estiveram desde logo figuras ilustres como o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Cândido Barbosa, o Diretor da Volta, Ezequiel Mosquera, e o presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Amadeu Albergaria, assim como Manuel Zeferino, organizador deste granfondo.

Joaquim Andrade foi o convidado de honra: vencedor da Volta a Portugal em 1969, o antigo ciclista português marcou presença e foi o dorsal número um da corrida, aos 81 anos.

“É a primeira vez que participo no Granfondo da Volta a Portugal e aconselho toda a gente a praticar desporto e andar de bicicleta. (…) Estou muito contente com esta Volta a Portugal e com a organização da corrida”, referiu Joaquim Andrade.

 

Os grandes números da Volta 2026

 

• 1 Prólogo + 10 etapas

• 11 dias de corrida

• 1.430,1 km de percurso

• 24.000 m de desnível positivo acumulado

• 119 corredores à partida

• 17 equipas

• 141 elementos na organização

• 49 elementos na logística das partidas

• 105 elementos na logística das chegadas

• 15 distritos

• 74 municípios

• 310 freguesias

A Volta descansa por um dia, mas os números mostram quanto ainda está por decidir: 731,9 quilómetros, 13.580 metros de desnível positivo e cinco etapas separam o pelotão da chegada à Avenida dos Aliados, no Porto. E, com apenas 3m03s entre os dez primeiros, a luta pela Camisola Amarela está longe de estar fechada.

Fonte: Volta Portugal

“Volta a Portugal em Bicicleta inverte tendência dos últimos anos e reforça audiências da RTP”


Fotos: Miguel Simão / FPC

A 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta Jogos Santa Casa chega ao dia de descanso com resultados muito positivos nas audiências das transmissões da RTP e a confirmar uma inversão da tendência de quebra registada nos últimos anos.

Os números apurados até à 5.ª etapa mostram um desempenho globalmente superior ao registado no mesmo período da edição de 2025, com destaque para a subida das audiências e do share em vários dos primeiros dias de competição.

O ponto mais alto aconteceu no último domingo, na etapa entre Figueiró dos Vinhos e a Torre, que levou a corrida ao ponto mais alto de Portugal Continental. Com uma audiência média de 575 mil espectadores e um share de 17,8%, esta foi a etapa da Volta a Portugal com maior audiência televisiva desde 2021.

Comparativamente a 2025, a mesma etapa tinha registado uma audiência média de 474 mil espectadores e 13,6% de share.

Mais significativo ainda é o alcance conseguido pela transmissão: mais de 1,35 milhões de pessoas viram pelo menos um minuto da etapa da Torre na RTP.

Volta também cresce no digital


A evolução positiva não se limita à televisão tradicional. O acompanhamento da corrida através das plataformas digitais da RTP continua também a ganhar expressão.

Na última semana, quase 50 mil pessoas acompanharam parte das transmissões da Volta a Portugal através da RTP Play, tendo a prova sido o conteúdo mais visto da plataforma durante esse período.

Os resultados reforçam a crescente complementaridade entre a transmissão televisiva e o consumo digital, permitindo acompanhar a Volta através de diferentes plataformas.

 

A Volta regressa amanhã à estrada

 

Depois de cinco etapas e do Prólogo, a 87.ª Volta a Portugal cumpre esta terça-feira o seu único dia de descanso.

A competição regressa amanhã à estrada para a segunda metade da prova, que reserva mais cinco etapas até à chegada final à Avenida dos Aliados, no Porto, no próximo domingo, 16 de agosto.

Com a luta pela Camisola Amarela em aberto e algumas das etapas mais aguardadas ainda pela frente, a Volta entra na sua segunda metade acompanhada por sinais positivos também fora da estrada: mais portugueses estão a voltar a acompanhar a maior prova do ciclismo nacional através da televisão e das plataformas digitais, mas também na estrada.

Fonte: Volta a Portugal

“Impacto Ambiental em Albergaria Lança Volta a Portugal para o Centro da Polémica, Quercus e PAN contestam”


Por: José Morais

A decisão de autorizar a passagem da Volta a Portugal pela Mata de Albergaria, no coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês, desencadeou uma onda de críticas de ambientalistas e partidos políticos, que alertam para riscos ecológicos, falta de transparência e um possível precedente para futuros eventos em áreas protegidas.

 

Contestação ambiental sobe de tom

 

A Quercus veio a público contestar a autorização dada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), argumentando que as medidas de proteção anunciadas como a interdição ao público, a limitação de veículos de apoio e a ausência de meios aéreos não eliminam os impactos ambientais numa das zonas mais sensíveis do país.

A associação sublinha que a Mata de Albergaria integra áreas de proteção parcial de tipo I e é ladeada por zonas de proteção total, defendendo que “não é lugar” para acolher uma etapa de uma competição nacional acompanhada por uma vasta comitiva e logística.

A organização ambientalista alerta ainda para a ausência de uma avaliação pública da capacidade de carga da mata e dos efeitos cumulativos da visitação, considerando que a decisão “abre um precedente perigoso” para a realização de eventos de grande dimensão em áreas de elevado estatuto de proteção.

 

ICNF defende medidas de proteção reforçadas

 

O ICNF justificou a autorização com a implementação de “fortes medidas de proteção da biodiversidade”, garantindo que a passagem da 7.ª etapa será altamente condicionada. Entre as restrições impostas estão a proibição de público nos setores mais sensíveis e a limitação de meios de apoio.

Ainda assim, ambientalistas e antigos responsáveis do parque, questionam a compatibilidade da decisão com o Plano de Ordenamento do PNPG e alertam para o sinal transmitido à sociedade ao permitir um evento desta dimensão numa área de elevada fragilidade ecológica.

 

PAN exige transparência total

 

O PAN juntou-se às críticas e enviou um requerimento ao Ministério do Ambiente e Energia, pedindo a divulgação de todos os documentos que sustentaram a autorização. O partido quer conhecer:

O pedido da organização da Volta ao ICNF

O plano de gestão de resíduos exigido

A avaliação dos impactos sobre fauna, flora e habitats

A forma como será garantida a interdição ao público

A razão pela qual não foi respondido o pedido da FAPAS para divulgação do parecer técnico

Para Inês de Sousa Real, “a transparência não pode ser opcional quando se trata do único Parque Nacional português”, defendendo que a proteção do Gerês não deve depender de condicionantes anunciadas apenas depois da decisão tomada.

 

Entre a promoção do território e a proteção ambiental

 

A Quercus reconhece o valor da Volta a Portugal enquanto evento desportivo e instrumento de promoção territorial, mas insiste que essa valorização deve ser compatível com os objetivos de conservação das áreas protegidas. A associação pede a revisão imediata do percurso e a exclusão da Mata de Albergaria desta e de futuras edições.

“Dia de descanso marcado pela proximidade entre a Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua e os jovens ciclistas”


Fotos: Rodrigo Rodrigues

A Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua cumpriu esta terça-feira o dia de descanso da 87.ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa, depois de concluída a primeira metade da competição. A sexta etapa disputa-se esta quarta-feira, numa ligação de 132,6 quilómetros entre Santa Maria da Feira e o Peso da Régua.

Como já é tradição, o dia de pausa foi aproveitado pela equipa para receber jovens atletas de formação, proporcionando-lhes um momento de convívio com os corredores e restante staff.

Este ano, a equipa recebeu a visita dos atletas da Academia de Ciclismo Os Verdelhões – Gestosa. O encontro incluiu momentos de apresentação e partilha com os profissionais, a entrega de brindes e um pequeno treino conjunto entre os mini-ciclistas e os corredores da Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua.

A iniciativa terminou com um lanche na Rotunda Pedro Silva, um espaço especial para a equipa, onde os jovens atletas tiveram também a oportunidade de conhecer melhor a história e os valores da formação mortaguense.


“Foi um dia especial para a nossa equipa, que recebeu a Academia de Ciclismo Os Verdelhões da Gestosa. É sempre muito gratificante podermos partilhar estes momentos com jovens que sonham, um dia, ser profissionais”, afirmou Xavier Silva, manager da Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua.

“Dar-lhes a oportunidade de estar junto de uma equipa profissional é algo muito especial para eles e acredito que será um dia que não vão esquecer”, acrescentou.

 

João Matias e Rafael Barbas em destaque no contrarrelógio

 

Antes do dia de descanso, a quinta etapa da Volta a Portugal foi disputada em regime de contrarrelógio individual, num percurso de 17,4 quilómetros entre o Velódromo Nacional de Sangalhos e Águeda, com uma parte final técnica e em subida na Avenida 25 de Abril.

Julius Johansen (UAE Team Emirates XRG) foi o vencedor, com o tempo de 21 minutos e 13 segundos. João Matias foi o melhor representante da Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, terminando na 30.ª posição, a 1 minuto e 50 segundos do vencedor. Rafael Barbas concluiu a etapa no 58.º lugar, a 2 minutos e 25 segundos.


“Foi um dia de que desfrutei e em que notei alguma evolução relativamente aos últimos contrarrelógios que fiz. Terminei satisfeito e com boas sensações. Agora, que venha o dia de descanso para recuperar algumas forças!”, afirmou João Matias.

Também Rafael Barbas fez um balanço positivo da sua prestação:“Foi um contrarrelógio bastante rápido. Tentei defender-me o melhor possível numa especialidade em que tenho noção de que ainda posso evoluir muito e da qual gosto bastante. Perdi algum tempo, é verdade, mas tentei ao máximo desfrutar do dia, correr sem pressão e dar o meu melhor. Agora vamos aproveitar este merecido dia de descanso”, concluiu.

Rafael Barbas continua em grande destaque na Volta a Portugal Jogos Santa Casa, consolidando o 18.º lugar da classificação geral individual e o 2.º posto na classificação da Juventude. O ciclista da formação mortaguense mantém, assim, uma posição de relevo na luta pela camisola branca.

A Volta a Portugal regressa à estrada esta quarta-feira, com a sexta etapa, que ligará Santa Maria da Feira ao Peso da Régua. O percurso, de 132,6 quilómetros, apresenta um traçado exigente e ondulado, com chegada prevista ao Alto Douro.

 

5.ª etapa da Volta a Portugal

Anadia–Águeda, 17,4 km

 Classificação da 5.ª etapa

 

1.º. Julius Johansen (UAE Team Emirates XRG), 21m13s.

30.º. João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1m50s

58.º. Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 2m25s

62.º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 2m34s

63.º. Angel Sanchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 2m35s

74.º. Leangel Meneses (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 2m56s

82.º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 3m16s

87.º. Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 3m34s.

 

Classificação geral individual

 

1.º. Alexis Guerin (Anicolor/Campicarn), 16h39m31s.

18.º. Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 5m23s

34.º. Angel Sanchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 9m46s

52.º. Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 19m39s

83.º. João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 34m48s

97.º. Leangel Meneses (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 40m07s

105.º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 47m08s

109.º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 52m22s.

 

Classificação geral:

 

1.ª. Anicolor/Campicarn, 50h01m37s

12.ª. Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, a 29m10s

 

Classificação geral da Juventude

 

1.º. Adria Pericas (UAE Team Emirates XRG), 16h41m57s.

2.º. Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 2m57s do líder.

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

“Volta Portugal - A Grandíssima/Etapa da Volta”


Dia 11.08 – Sta. Maria da Feira – Sta. Maria da Feira – 88,5 KM – 513 M

 

Dia descanso da Volta Portugal 

 

A Volta a Portugal em Bicicleta vai ganhar uma nova dimensão em 2026 com o lançamento de A Grandíssima, o Granfondo oficial da prova que permitirá a centenas de ciclistas amadores viver, por um dia, a emoção, o ambiente e a mística da maior competição velocipédica nacional.

Fonte: Organização


“Etapa 5: Anicolor Campicarn mantém liderança da Volta a Portugal após sólido contra relógio em Águeda”


A Anicolor / Campicarn Cycling Team voltou a demonstrar a sua consistência na 87.ª Volta a Portugal, concluindo esta segunda-feira o contra relógio individual entre Anadia e Águeda (17,4 km), quinta etapa da corrida, mantendo a liderança da classificação geral individual e reforçando a primeira posição na classificação por equipas.

Num exercício de grande exigência, Artem Nych foi o melhor representante da equipa ao terminar na 4.ª posição, a apenas 39 segundos do vencedor da etapa. Enzo Leijnse concluiu o esforço no 6.º lugar, a 45 segundos.


 Alexis Guerin manteve a camisola amarela, continuando no comando da classificação geral individual, enquanto a equipa reforçou também a liderança da geral por equipas.

 

CLASSIFICAÇÕES:

CLASSIFICAÇÃO INDIVIDUAL – 5 ª ETAPA

 

1.º — Julius Johansen (UAE Team Emirates XRG) – 21:13

2.º — Tiago Antunes (Efapel Cycling) – a 30 s

3.º — Axel Van Der Tuuk (Euskaltel-Euskadi) – a 36 s

4.º — Artem Nych (Anicolor / Campicarn) – a 39 s

5.º — Luca Giaiimi (UAE Team Emirates XRG) – a 43 s

6.º — Enzo Leijnse (Anicolor / Campicarn) – a 45 s

 


CLASSIFICAÇÃO INDIVIDUAL 

 

1.º Alexis GuErin (Anicolor / Campicarn) – 16:39:31 (camisola amarela)

2.º Artem Nych (Anicolor / Campicarn) – a 1:12

3.º Tiago Antunes (Efapel Cycling) – a 1:52

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL EQUIPAS 

 

1.º Anicolor / Campicarn – 50:01:37

2.º Efapel Cycling – a 6:52

3.º GI Group Holding – Simoldes – UDO – a 8:20

Depois do dia de descanso, a Volta a Portugal regressa esta quarta-feira, dia 12,  à estrada com a 6.ª etapa, que liga Santa Maria da Feira à Régua, ao longo de 175,2 km.

Contamos com o vosso apoio ao longo de todo o percurso para incentivar a nossa equipa em mais uma jornada decisiva da Volta a Portugal.

Fonte: Clube Desportivo Fullracing

“Rodrigo Jesus é o vencedor da Taça de Portugal de Juniores”


Fotos: Beatriz Silva / FPC

A Taça de Portugal de Juniores 2026 chegou este domingo ao fim, com a realização da quinta e última prova pontuável da competição, disputada entre Sangalhos e Anadia. Rodrigo Jesus (Academia Efapel de Ciclismo) além de conquistar a vitória na corrida, foi também o vencedor desta edição da Taça, que iniciou em abril, em Odemira, passando ainda por Penafiel e Fafe.

Organizada pela Associação de Ciclismo da Beira Litoral, sob a égide da Federação Portuguesa de Ciclismo, a derradeira prova da competição teve o nome de Nelson Oliveira, ciclista natural do concelho de Anadia e uma das grandes referências do ciclismo português no pelotão internacional.

As atenções estavam centradas nas contas do ranking, com Rodrigo Jesus a chegar à derradeira jornada na liderança, seguido pelo colega de equipa Francisco Cardoso e por Ryan O'Shaughnessy (Picusa Academy), terceiro classificado.


O percurso contemplou 90 quilómetros, com partida da Junta de Freguesia de Sangalhos, rumo à Avenida José Luciano de Castro, em Anadia. Pelo caminho estavam previstas três metas particulares, em Amoreira da Gândara / Paredes do Bairro / Ancas, Avelãs de Caminho e Avelãs de Cima, além de uma contagem de montanha na Moita.

Os primeiros quilómetros foram marcados por movimentações no pelotão, mas foi aos 23 quilómetros que se formou uma fuga, com Iftach Lahav (Club Ciclista Teis), David Luta (Academia Efapel de Ciclismo), Rodrigo Abreu (Landeiro | Matinados | Matias&Araújo) e Gustavo Oliveira (Blackjack-Bairrada). Na primeira passagem pela meta, o quarteto dispunha já de 1m30s de vantagem sobre o pelotão e aos 65 quilómetros recebeu um novo elemento: Liam Barnard (Club Ciclista Teis).

Na entrada para a última volta, Iftach Lahav e David Luta perderam contacto com a frente, ficando um trio no comando da prova. A situação voltaria, contudo, a alterar-se, perante a aproximação de vários corredores vindos de trás.

Assim, aos 82 quilómetros era a vez de Adrian Corrales (Landeiro | Matinados | Matias&Araújo), Guilherme Santos e André Jarmela (Blackjack-Bairrada) e Rodrigo Jesus chegarem à dianteira. A frente da corrida passou a ser constituída por Adrian Corrales, Rodrigo Jesus, André Jarmela, Gustavo Oliveira, Liam Barnard e Guilherme Santos, que ganhavam 20 segundos de vantagem para o pelotão. Contudo, a proximidade do grupo principal mantinha tudo em aberto.

Com os últimos quilómetros, a luta pela vitória ficou entregue aos homens que seguiam na frente e que resistiram com uma curta vantagem, levando a discussão do triunfo até à chegada.

Na meta, a vitória foi decidida ao sprint, com Rodrigo Jesus a impor-se e a vencer a quinta e última prova da Taça de Portugal de Juniores, cumprindo o percurso em 2h11m12s. Guilherme Santos (Blackjack-Bairrada) terminou na segunda posição e Adrian Corrales (Landeiro | Matinados | Matias&Araújo) completou o pódio, com Liam Barnard (Club Ciclista Teis) a ser quarto classificado, todos com o mesmo tempo do vencedor.

Na classificação coletiva da jornada, a Blackjack-Bairrada foi a formação mais forte, terminando à frente da Landeiro | Matinados | Matias&Araújo e da Club Ciclista Teis, segunda e terceira classificadas, respetivamente.

Com a vitória alcançada em Anadia, Rodrigo Jesus confirmou a conquista da Taça de Portugal de Juniores 2026, encerrando a competição com 320 pontos. O seu colega de equipa, Francisco Cardoso, terminou na segunda posição, com 212 pontos, enquanto Simão Pedrosa (Tensai / Sambiental / Santa Marta) completou o pódio final, com 185 pontos.

Por equipas, a Picusa Academy venceu o ranking final da Taça de Portugal de Juniores, somando 100 pontos, à frente da Academia Efapel de Ciclismo, segunda classificada, com 82 pontos, e da Blackjack-Bairrada, terceira, com 60 pontos.

Além das classificações individual e coletiva, ficaram também definidas as classificações secundárias, com Iftach Lahav a conquistar a classificação das Metas Particulares, enquanto Rodrigo Abreu foi o vencedor do Prémio da Montanha.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Vasco Vilaça: “Aconteça o que acontecer, o triatlo português será o vencedor”


Líder do ranking mundial durante grande parte da temporada e protagonista da melhor época da sua carreira, Vasco Vilaça chega à reta final de 2026 na luta pelo título de campeão do mundo.

 

Qual o balanço que fazes da época até agora?

 

É a melhor época de sempre na minha carreira. Estou realmente na luta pelo campeonato do mundo e ser o número um durante quase toda a época tem posto à prova a minha capacidade de competir sobre pressão. Depois de cinco etapas do mundial, vou agora focar-me num bom bloco de treino para poder finalizar a época ao mesmo nível que comecei.

 

 O que esperas desta recta final?  Quais são os objetivos?

 

Dentro de duas semanas posso perder o número um para o Matt Hauser (campeão do mundo em título) e o mais certo é passar de presa a caçador. A partir desse momento, o calendário vai ser uma escolha táctica dependendo da diferença de pontos. Pontevedra vai ser onde tudo será decidido, quem ganhar ganha. A minha esperança é ter o povo português presente para me ajudar nesta luta e no final, independentemente do resultado, o triatlo português vai ser o vencedor.

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“Volta Portugal 5ª etapa Anadia – Águeda (CRI-ITT): Guérin resiste na dobradinha de Julius Johansen”


Foto: Igor Martins / FPC

Julius Johansen é um nome que já se pode escrever a dobrar nesta 87.ª edição da Volta a Portugal Jogos Santa Casa.

Depois de ter vencido o prólogo, o corredor da UAE Team Emirates XRG voltou a mostrar que tem bons pergaminhos no esforço individual e foi o mais rápido no contrarrelógio desta segunda-feira, que ligou Anadia a Águeda.

 

Velódromo Nacional de Sangalhos, um local especial para uma efeméride especial

 

O percurso de 17 quilómetros e 400 metros iniciava-se no Velódromo Nacional de Sangalhos, um local especial para o ciclismo nacional, num dia especial: cumprem-se dois anos que Rui Oliveira e Iúri Leitão conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris, na prova de madison.

Por isso, Iúri fez uma visita especial ao amigo Rui: os dois estiveram juntos antes da etapa e o primeiro acompanhou o contrarrelógio do até domingo Camisola Amarela, no carro do presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Cândido Barbosa, e com mais dois convidados ilustres: Gabriel Mendes, selecionador nacional de pista, e Luís Montenegro, primeiro-ministro de Portugal.


“É um dia em que lembramos aquele feito absolutamente fantástico do Iúri Leitão e do Rui Oliveira e quis, de alguma maneira, fazer um tributo ao talvez maior feito do ciclismo português”, afirmou Montenegro, a repetir a presença na Grandíssima de 2026, depois de já ter marcado presença no prólogo de abertura, em Lisboa.

 

Johansen não deu hipóteses

 

Foi então do velódromo que os 113 corredores ainda em prova partiram rumo a Águeda, com final técnico e em subida na Avenida 25 de Abril. A liderança foi mudando de mãos durante alguns minutos, mas assim que Julius Johansen saiu para a estrada, às 15h46, percebeu-se que era o dinamarquês que ia ficar na liderança até ao final da tarde.

“Sinto-me espetacular, estou muito feliz. Ganhar o contrarrelógio era um dos meus objetivos para esta Volta a Portugal. Queria ganhar depois do prólogo e hoje provei que também consigo vencer quando o esforço é mais longo. Foi uma belíssima vitória”, referiu o UAE Team Emirates XRG, após o segundo triunfo da semana.


Johansen terminou o esforço individual em 21 minutos e 13 segundos – velocidade média superior a 49 km/h –, uma marca da qual ninguém ousou aproximar-se. Tiago Antunes, um dos homens a quem o dia mais sorriu devido às pretensões na Geral, foi quem esteve mais perto, mas ainda assim gastou mais 30 segundos para cruzar a meta.

 

Guérin resistiu com a Amarela vestida

 

Axel Van der Tuuk (Euskaltel-Euskadi) fechou o pódio, logo à frente de Artem Nych: duplo vencedor da Volta, o corredor da Anicolor/Campicarn continua a ser o segundo classificado da Geral, apesar de ter conseguido reduzir a diferença para o líder e colega de equipa Alexis Guérin.

O ciclista francês foi oitavo no dia, a 53 segundos do melhor tempo. Para Nych, perdeu 14 segundos e conseguiu defender a Amarela: continua a ter uma confortável vantagem de um minuto e 12 segundos na liderança da Grandíssima.

“A Volta nunca é fácil, com a Amarela ou não. Uma corrida é sempre dura, todos querem ganhar. Vou descansar bem agora, aproveitar o tempo com a minha família. Não tenho medo, temos uma equipa muito forte, um grande coletivo e todos sabem que o objetivo é ganhar a Volta, comigo ou com Nych”, garantiu.

O mais direto perseguidor da Anicolor/Campicarn é agora Tiago Antunes, depois de um salto de cinco lugares na Geral por parte do corredor da Efapel Cycling, o português mais bem classificado do dia.

A tarde serviu sobretudo para mexer na Classificação Geral. Nas restantes classificações, Daniel Cavia (Burgos-Burpellet-BH) continua na liderança dos Pontos e mantém a Camisola Laranja Galp, Oscar Rota (Feira dos Sofás-Boavista) segue de Camisola Azul Continente na Montanha e Adrià Pericas (UAE Team Emirates XRG) conservou a Camisola Branca Paredes Rota dos Móveis, reservada ao melhor jovem da corrida.

Concluída a primeira metade da Volta a Portugal Jogos Santa Casa, o pelotão vai agora para o dia de descanso. A sexta etapa é na quarta-feira, uma ligação de 132,6 quilómetros entre Santa Maria da Feira e o Peso da Régua.

 

PROGRAMA OFICIAL

 

11 de agosto | Dia de descanso

 

12 de agosto | 6.ª etapa

Santa Maria da Feira/Europarque – Alto Douro/Peso da Régua

Partida: 14h00

Chegada prevista: 16h49

132,6 km

Fonte: Volta Portugal

“Mariana Vargem assina top‑10 de raça na Taça do Mundo de Triatlo em Assunção”


Por: José Morais

A triatleta portuguesa Mariana Vargem voltou a destacarse no circuito internacional ao conquistar um sólido nono lugar na Taça do Mundo de Assunção, no Paraguai, numa jornada marcada por ritmo intenso e forte competitividade. Mariana Vargem concluiu a prova em 1:57.48, garantindo presença no top10 e reforçando a sua afirmação entre as melhores do circuito.

A vitória ficou nas mãos da norteamericana Danielle Orie, que dominou a competição com 1:56.04, deixando as italianas Angelica Prestia e Beatrice Mallozzi a completar o pódio, respetivamente a oito e a 17 segundos da vencedora. Danielle Orie manteve o controlo da prova desde cedo, impondo um ritmo que poucas conseguiram acompanhar.

Também em ação esteve Melanie Santos, que terminou na 24.ª posição, registando 2:00.16, num dia em que a portuguesa não conseguiu encontrar o melhor ritmo para se aproximar das primeiras classificadas. Melanie Santos segue agora para as próximas etapas com foco em recuperar sensações e voltar aos lugares da frente.

 

Destaques da prova

 

Top10 de Mariana Vargem desempenho consistente e competitivo.

Domínio de Danielle Orie vitória com autoridade.

Prestia e Mallozzi dupla italiana a confirmar força no circuito.

Prova de Melanie Santos resultado abaixo das expectativas, mas com margem para recuperação.

“Queda dramática de Pedro Pinto na Volta Portugal termina com gesto inesperado de um espectador”


Por: José Morais

Fotos: Eurosport

A quinta etapa da Volta Portugal viveu um daqueles instantes que lembram porque o ciclismo é tão humano quanto imprevisível. A apenas 50 metros da meta do contrarrelógio entre Anadia e Águeda, Pedro Pinto, da Efapel Cycling, sofreu uma queda aparatosa e acabou protagonizando uma das imagens mais marcantes da prova.


O jovem português, de 25 anos, levantou-se atordoado, tentando recompor-se para completar o esforço final. Foi então que um espectador, num impulso espontâneo, saltou a grade de proteção. Colocou a bicicleta de Pinto apoiada na cerca e ajudou o ciclista a erguer-se, num gesto que surpreendeu todos os presentes.


Ainda combalido, Pedro Pinto decidiu terminar o percurso a pé, empurrando a bicicleta até cruzar a linha de chegada sob aplausos intensos do público, que reconheceu a coragem e a determinação do atleta.

Apesar do contratempo, Pedro Pinto concluiu o contrarrelógio com um atraso de 5:17 em relação ao vencedor da etapa, o dinamarquês Julius Johansen (UEA Team), que completou os 17,4 km em 21:13.

Ficha Técnica

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