sábado, 17 de janeiro de 2026

“Tour de l’Avenir irá ter mudanças profundas a partir de 2026”


Por: José Morais

Foto: Organização

A principal corrida por etapas do calendário sub-23 vai sofrer alterações profundas a partir de 2026. Já fora da entretanto extinta Nations Cup, o Tour de l’Avenir passará, pela primeira vez na sua história moderna, a aceitar equipas comerciais a par das tradicionais seleções nacionais.

A decisão é vista como positiva para muitos jovens corredores que, no modelo anterior, não encontravam espaço nas respetivas seleções. Em contrapartida, implicará a redução do número de convites atribuídos a federações nacionais, deixando várias fora da prova já no próximo ano.

“A mudança nas regras de participação do Tour de l’Avenir está plenamente alinhada com a realidade do ciclismo profissional moderno”, explicam os organizadores. “Na sequência das reformas da UCI, as equipas investem cada vez mais no desenvolvimento de ciclistas muito jovens, através da criação de equipas de formação.”

Nesse sentido, já foram atribuídos dez convites a equipas de desenvolvimento de estruturas World Tour e Pro Team. Entre as formações confirmadas estão as equipas sub-23 da Team Visma | Lease a Bike, UAE Team Emirates, Red Bull–BORA–hansgrohe, Picnic PostNL, INEOS Grenadiers, Bahrain Victorious, Soudal–Quick-Step e EF Education.

Em 2025, alinharam no Tour de l’Avenir 26 seleções nacionais, além da equipa mista do World Cycling Centre. Para 2026, é já evidente que muitas federações não regressarão, estando mais de um terço das vagas desde logo ocupadas pelas equipas comerciais.

 

Itália pode ficar de fora

 

A Itália é uma das seleções que poderá perder lugar na prova. Com os seus principais talentos integrados em equipas de desenvolvimento convidadas — nomeadamente Lorenzo Finn e Davide Donati na Red Bull Rookies —, a organização poderá optar por privilegiar outros países.

Marino Amadori, histórico selecionador da equipa italiana sub-23, confirmou estar a par das alterações, em declarações ao Bici.Pro. “Este ano, o Tour de l’Avenir será um evento misto, reservado a equipas e seleções nacionais”, explicou. “Os melhores ciclistas do nosso país irão competir integrados nas suas equipas.”

Sem Lorenzo Finn, atual campeão do mundo sub-23, a seleção italiana ficaria claramente enfraquecida. Um cenário que Amadori aceita com resignação. “Se os melhores corredores competirem pelas equipas de formação, será difícil sermos competitivos. Por isso, não estamos à espera de participar enquanto seleção nacional.”

Em 2025, Finn terminou o Tour de l’Avenir no quarto lugar da geral, atrás de Paul Seixas, Jarno Widar e Jørgen Nordhagen. Tudo indica, no entanto, que estes três se concentrem em compromissos WorldTour em 2026, abrindo caminho para que o italiano seja um dos principais candidatos à vitória.

Caso vença o Tour de l’Avenir em 2026, Finn tornar-se-á o primeiro italiano a triunfar na prova desde 1973, ano em que Gianbattista Baronchelli — por duas vezes segundo classificado na Volta a Itália — alcançou esse feito.

Embora os principais candidatos à vitória final só se clarifiquem ao longo da temporada, Mateo Pablo Ramírez (Equador, UAE Gen Z), sexto classificado em 2025, e Jan Huber (Suíça, Tudor U23), 11.º da geral e vice-campeão do mundo sub-23, surgem como os mais sérios opositores de Finn na luta pelo prestigiado título.

“Por onde passava, diziam: ‘É a namorada do camisola rosa’” - Agora a companheira de Isaac Del Toro quer escrever a sua própria história no pelotão”


Por: Miguel Marques

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Romina Hinojosa sabe exatamente como tem sido apresentada desde a Volta a Itália de 2025. Não pelos resultados, nem pela equipa, nem sequer pela nacionalidade. Pelo maglia rosa que o namorado, Isaac Del Toro, vestiu durante uma parte dessa corrida.

A atenção foi real, e ela não finge o contrário. Mas agora interessa o que vem a seguir, porque Del Toro não venceu essa Volta a Itália e ela não planeia passar outra época a viver dentro da manchete de outra pessoa.

Hinojosa tem 23 anos, corre pela Lotto-Intermarché Feminina e quer ser algo muito mais útil para a equipa do que um rótulo passageiro.

 

Uma ciclista por mérito próprio

 

Em declarações à Sporza, Hinojosa descreveu a experiência na Volta a Itália como algo que não trocaria por nada. “Porque não perderia aquele momento por nada deste mundo. Foi uma experiência inacreditável”, afirmou.

De regresso a casa, a realidade impôs-se rapidamente. Não vai construir uma carreira a partir de uma semana de proximidade. Vai construí-la a partir de uma ideia clara do tipo de ciclista que quer ser e da disponibilidade para desafiar as expectativas à sua volta. “No ano passado a equipa achava que eu era uma cabra da montanha. Mas eu sabia que não era uma trepadora pura, apesar de subir bem”, assinalou. A resposta da Lotto não foi discutir, foi testá-la onde a verdade se revela depressa: o empedrado.

Hinojosa diz que a mudança surpreendeu internamente. “A equipa ficou surpreendida por eu me aguentar tão bem no caos das corridas flamengas. Por isso decidiram colocar-me em mais clássicas de empedrado”, referiu.

O seu plano de época reflete essa viragem. “Começo a temporada na Omloop, seguida das outras corridas de empedrado, as clássicas das Ardenas e a Vuelta”, informou. Lê-se como a agenda de quem quer expandir limites, não protegê-los.

 

A carta de brincadeira que mudou tudo

 

A relação no centro desta história não começou com gestos grandiosos. Começou num hotel, numa convivência mexicana, e numa corrida importante para ambos. “Aconteceu tudo no Tour de l’Avenir de 2023. O Isaac venceu essa corrida e eu corri a edição feminina”, contou Hinojosa.

Ao início não passou de olhares. Depois as amigas intervieram e ela tentou devolver a provocação. “Em resposta escrevi uma carta de amor, a brincar”.

O plano era simples. Não era para lhe chegar às mãos. Chegou na mesma. “Não era intenção que o Isaac pusesse as mãos nessa carta. Mas através de uma amiga acabou por acontecer”, explicou.

Hinojosa descreve o que se seguiu como uma longa conversa que começou no ciclismo e não no romance. “Pedi conselhos ao Isaac sobre o meu futuro no ciclismo. Seguindo o conselho dele, aceitei a proposta da Lotto”, afirmou.

Esse detalhe importa porque mantém o equilíbrio certo. Del Toro faz parte da sua história, mas não é a história toda. Ela toma decisões, arrisca e quer crescer.

 

Finestre e o que aprendeu com a derrota

 

Há um momento da Volta a Itália de que não consegue fugir, porque moldou a forma como viu Del Toro e como pensa sobre contratempos em geral.

Viu-o perder a maglia rosa no Finestre para o Simon Yates. Conhece bem essa subida. “Já tinha subido o Finestre uma vez, quando estive na fuga do Tour de l’Avenir”, recordou, acrescentando: “Foi também por essa prestação que a Lotto me ofereceu contrato há dois anos”.

Esperava silêncio a seguir. “Pensei que o Isaac, depois de perder o Giro, não iria querer falar durante horas. Era assim que sempre reagia no passado quando as coisas não corriam como queria”, explicou.

O que recebeu foi diferente. “Mas depois dessa etapa do Giro o Isaac comportou-se com muita maturidade e soube relativizar. Isso surpreendeu-me muito”, expressou. “Ele percebe que ainda é jovem e que tem muitos anos bonitos pela frente”.

É uma lente útil também para ela. O rótulo que a seguiu na primavera passada pode abrir portas, mas não a levará pela Omloop, nem sobre o empedrado, nem para as Ardenas. Só o que faz na estrada conseguirá isso. O sonho a longo prazo de Hinojosa é ambicioso e simétrico. “O meu sonho máximo? Andarmos os dois com a camisola arco-íris. Seria fantástico”, antecipou.

Por agora, persegue algo mais imediato. Não uma alcunha, nem uma narrativa, nem um foco emprestado. Apenas o seu nome, nas suas corridas, nos seus termos.

“Campeão do mundo enfrenta suspensão plurianual por uso de esteroides”


Por: Miguel Marques

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A reputação do ciclismo masters sofreu novo abalo após o campeão do mundo de contrarrelógio na categoria 40-44 anos, Matthew Clark, ter testado positivo por doping. No dia da vitória, Clark submeteu-se a um controlo antidoping regular. Nada fora do comum, não fosse o teste ter acusado positivo para esteroides anabolizantes androgénicos não especificados. A UCI emitiu de imediato uma suspensão provisória ao atleta norte-americano.

Clark, de 40 anos, já se tinha sagrado campeão nacional de estrada dos Estados Unidos na mesma categoria no início do verão.

Como em qualquer caso de doping, a suspensão provisória não é definitiva e pode ser contestada no Tribunal Antidopagem da UCI ou no Tribunal Arbitral do Desporto. Tal como em outros processos, Clark pode solicitar a análise da amostra B. Se a decisão se mantiver, o norte-americano poderá ser suspenso entre 2 e 4 anos, consoante a gravidade da infração.

Embora o doping esteja sobretudo associado ao alto rendimento, nem todos os amadores competem de forma isenta. E, ao contrário dos profissionais, sujeitos a controlos regulares, os amadores ou ciclistas de categorias masters podem passar anos sem serem testados. Exceto quando optam por competir em eventos de maior perfil, como os Campeonatos do Mundo UCI Gran Fondo…

“UAE Team Emirates - XRG, melhor equipa do mundo, confirmada na 4.ª Edição da Figueira Champions Classic / Casino Figueira”


A UAE Team Emirates - XRG, líder do ranking mundial por equipas em 2025, está novamente confirmada na Figueira Champions Classic / Casino Figueira, que se realiza no dia 14 de fevereiro de 2026. A formação é a oitava equipa do escalão World Tour com presença garantida na quarta edição da prova do circuito UCI Pro Series.

Equipa do vencedor da edição anterior, o português António Morgado, a formação oriunda dos Emirados Árabes Unidos, orientada por Joxean Matxin, regressa assim à Figueira da Foz, onde irá percorrer as paisagens das 17 freguesias do concelho.

A prova contará com transmissão televisiva na Eurosport e da Sport TV, assegurando uma ampla cobertura mediática do evento.

No dia seguinte à clássica, a 15 de fevereiro de 2026, realiza-se o Granfondo Figueira Champions Day, destinado a atletas amadores, que terão a oportunidade de percorrer parte do percurso dos profissionais. No mesmo dia decorre também o Mapei Kids Day, dedicado aos mais jovens.

As inscrições para ambas as iniciativas já se encontram abertas no site oficial do evento - https://www.figueirachampionsclassic.com

 

CONFIRMAÇÕES ATÉ AO MOMENTO 

 

World Tour: 

 

- Movistar Team (Espanha); 

- Lidl-Trek (Estados Unidos da América);

- NSN Cycling Team (Suiça);

- EF Education (Estados Unidos da América);

- Red Bull - BORA - hansgrohe (Alemanha);

- Lotto - Intermarché ( Bélgica);

- Team Picnic PostNL (Holanda);

- UAE Team Emirates (Emirados Árabes Unidos).

 

Pro Teams:

 

- Caja Rural - Seguros RGA (Espanha); 

- Kern Pharma (Espanha);

- Team TotalEnergies (França);

- Tudor Pro Cycling Team (Suiça); 

- Euskaltel - Euskadi (Espanha); 

- Cofidis (França).

Fonte: Figueira Champions Classic

 

“Adriático Tirreno 2026: A Corrida de Dois Mares retorna com percurso renovado”


O Tirreno Adriatico 2026 é oficial e está voltando com uma nova alma. De 9 a 15 de março será realizada a 61a edição da Corrida de Dois Mares com percurso totalmente repensado, resultado da vontade dos organizadores de voltar a tradição seletiva da corrida sem abrir mão do espetáculo e das dificuldades.

O desnível total sobe para 15.500 metros, distribuído por sete etapas que atravessarão cinco regiões, da Toscana à Marche, passando pela Úmbria e Abruzzo. O menu é variado e faminto por show: um cronômetro achatador na abertura, três sprints para velocistas de finais insidiosas, três frações que são decisivamente desafiadoras do ponto de vista altimétrico, e acima de tudo a sujeira na subida em direção a San Gimignano, um elemento novidade que promete real seleção

O cronómetro do Lido di Camaiore abre imediatamente a caça à camisola azul com onze quilómetros e meio à beira-mar, exatamente como já acontece há dez anos. A segunda etapa introduz a introdução da sujeira ascendente em direção a San Gimignano, um trecho de 206 quilômetros capaz de limpar os corredores e questionar imediatamente os balanços gerais. As etapas de corrida chegam a Magliano de' Marsi e Martinsicuro, mas com as finais tudo o resto está esgotado graças às subidas desafiadoras que fazem as pernas suar. As frações decisivas, no entanto, são a quinta e sexta, completamente na Marche, onde os muros de Marche de Mombaroccio e especialmente Camerino serão as estrelas absolutas e irão abalar as classificações.

A sétima etapa fecha a cortina com o voo histórico para San Benedetto del Tronto. O que realmente afeta a rota é a ausência da chegada clássica subida, mas a dificuldade geral permanece intensa e seletiva. A rota requer grande completude: os estágios ultrapassam 3.500 ou 4.000 metros de altitude e exigem equilíbrio entre alpinistas, resistência e velocistas. Os grandes nomes já foram anunciados, de Matteo Jorgenson a Wout Van Aert, de Filippo Ganna a Isaac Del Toro, de Juan Ayuso campeão a Jonathan Milan. Um Tirreno Adriático renascido, seletivo como nunca antes, pronto para dar grandes batalhas nos céus de Marjigian.

“Volta a Portugal 2026: entre o fim de um ciclo e a oportunidade de renascer”


Por: José Morais

A Volta a Portugal em bicicleta prepara-se para entrar em 2026 num dos momentos mais decisivos da sua história recente. Pela primeira vez em mais de duas décadas, a prova rainha do ciclismo nacional será disputada sem a organização da Podium, entidade que marcou profundamente o modelo, a imagem e a própria sobrevivência da corrida ao longo do século XXI. A mudança de mãos não é apenas administrativa: é simbólica, estrutural e, acima de tudo, um teste ao futuro da Volta.

A saída da Podium fecha um ciclo longo, polémico e contraditório. Se, por um lado, a organização garantiu continuidade num período em que o ciclismo português enfrentava crises financeiras, casos de doping e perda de relevância internacional, por outro, cristalizou um modelo excessivamente dependente de fórmulas repetidas: percursos previsíveis, protagonismo quase exclusivo das equipas nacionais e uma narrativa mais virada para o consumo interno do que para a projeção externa. A Volta resistiu, mas raramente evoluiu.

É precisamente aqui que 2026 pode representar uma oportunidade rara. Uma nova organização seja ela federativa, privada ou mista terá nas mãos a hipótese de redefinir o que a Volta a Portugal quer ser no calendário internacional. Continuar a ser apenas um grande evento popular de verão, ou dar passos firmes para recuperar credibilidade desportiva, atratividade mediática e interesse competitivo além-fronteiras.

O primeiro grande desafio será o da confiança. Equipas, patrocinadores, autarquias e adeptos vão observar cada decisão com atenção redobrada. A nova organização terá de provar rapidamente que consegue garantir sustentabilidade financeira, transparência e profissionalismo, sem colocar em causa a identidade popular da prova. Não se trata de “reinventar” a Volta ignorando o seu passado, mas de modernizá-la sem medo.

No plano desportivo, espera-se uma abordagem mais ambiciosa. Percursos menos previsíveis, maior diversidade de terrenos, contrarrelógios com verdadeiro peso competitivo e uma aposta clara em atrair equipas estrangeiras de nível continental e, idealmente, Pro Team. A Volta não precisa de competir diretamente com grandes provas do World Tour, mas pode e deve aspirar a ser uma corrida respeitada no contexto europeu, capaz de lançar corredores e contar histórias que ultrapassem fronteiras.

Há também uma questão incontornável: a credibilidade. O ciclismo português carrega um passado pesado, e a Volta foi muitas vezes o espelho dessa fragilidade. Uma nova organização terá a obrigação moral e estratégica de alinhar-se com os mais elevados padrões de controlo, cooperação com entidades internacionais e comunicação clara. Sem isso, qualquer tentativa de renovação estará condenada à desconfiança.

Do ponto de vista mediático, 2026 pode marcar uma viragem. Melhor aproveitamento do digital, narrativa mais moderna, maior proximidade com o público jovem e uma transmissão televisiva pensada não apenas para quem já é adepto, mas para quem pode vir a sê-lo. A Volta continua a ter um capital emocional enorme junto dos portugueses; falta transformá-lo em relevância contínua, e não apenas num ritual de agosto.

Naturalmente, o risco é elevado. Mudanças de organização trazem sempre períodos de instabilidade, e a tentação de cortar com tudo o que existia pode ser tão perigosa quanto manter tudo igual. O sucesso da Volta a Portugal 2026 dependerá da capacidade de equilibrar herança e inovação, proximidade popular e exigência profissional.

No fim, a pergunta não é apenas quem organiza a Volta, mas que Volta o país quer. Se 2026 for apenas mais uma edição “sem a Podium”, o impacto será curto. Mas se for o início de uma nova visão mais aberta, mais credível e mais ambiciosa então a Volta a Portugal pode finalmente pedalar rumo a um futuro à altura da sua história.

Para bem do ciclismo português aguardaremos.

“Troféu Internacional Artur Lopes – 1º dia”


Iúri Leitão e Rui Oliveira brilham no primeiro dia do Troféu Artur Lopes

 

Fotos: Rodrigo Rodrigues/FPC

No regresso ao Velódromo Nacional de Sangalhos, a dupla campeã olímpica brilhou no Troféu Internacional de Pista Artur Lopes, tendo dominado as provas da elite masculina no primeiro dia de competição.


Iúri Leitão foi o primeiro a destacar-se, no scratch, precisamente à frente de Rui Oliveira. O britânico Charlie Tanfield completou o pódio. A vez de Rui Oliveira chegou na corrida por pontos que liderou à frente de Iúri Leitão e Diogo Narciso (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car), num pódio totalmente português.

Na elite feminina, por sua vez, Lily Williams (Human Powered Health) venceu o scratch, à frente das polacas Wiktoria Pikulik e Daria Pikulik. Na corrida por pontos só mudou a ordem, com Wiktoria Pikulik a liderar, seguida de Daria Pikulik e Lily Williams. Daniela Campos foi a melhor portuguesa tanto no scratch (5.ª) como na corrida por pontos (4.ª).


Os sub-23 só foram a prova no scratch. Entre os masculinos, comandou Nejc Peterlin (Slovenia), seguido do compatriota Maj Flajs e de Mateo Duque (Atom 6-Cycleur D). Já nas femininas, a vitória sorriu a Maja Tracka (Mat Atom Deweloper), seguida da colega de equipa Martyna Szczesna e da polaca Eliza Rabazynska.

Nos juniores, Nolan Babayou (Urt Velo 64) dominou as corridas masculinas. No scratch, o turco Ege Erulku e João Silva (Paredes/Reconco) completaram o pódio, enquanto na corrida por pontos foram os colegas de equipa de Nolan: Clement Zaia e Louca Maisonneuve.


Bruna Carmo (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel) venceu o scratch das juniores femininas, seguida de Laura Simões (Korpo Activo/Penacova) e Eva Emídio (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel). Na corrida por pontos, Eva Emídio foi a mais forte, tendo superado Juliana Teixeira (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel) e Bruna Carmo.

Este sábado, o programa do segundo e último dia de corridas do Troféu Internacional de Pista Artur Lopes terá início logo às 9h, com o quilómetro contrarrelógio, seguindo-se as provas de eliminação, até às 14h. O dia fecha com as corridas de perseguição individual e o madison, entre as 15h e as 19h45.

 

Pódios completos


Elite masculina


Scratch

 

1.       º - Iúri Leitão (Equipa Portugal)

2.       º - Rui Oliveira (Equipa Portugal)

3.       º - Charlie Tanfield (Great Britain) Corrida por Pontos

1.       º - Rui Oliveira (Equipa Portugal)

2.       º - Iúri Leitão (Equipa Portugal)

3.       º - Diogo Narciso (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car)

 

Elite feminina


Scratch

 

1.       ª - Lily Williams (Human Powered Health)

2.       ª - Wiktoria Pikulik (Poland National Team)

3.       ª - Daria Pikulik (Poland National Team) Corrida por Pontos:

1.       ª - Wiktoria Pikulik (Poland National Team)

2.       ª - Daria Pikulik (Poland National Team)

3.       ª - Lily Williams (Human Powered Health)

 

Sub-23 masculinos


Scratch


1.       º - Nejc Peterlin (Slovenia)

2.       º - Maj Flajs (Slovenia)

3.       º - Mateo Duque (Atom 6-Cycleur D)

 

Sub-23 femininas


Scratch

 

1.       ª - Maja Tracka (Mat Atom Deweloper

2.       ª - Martyna Szczesna (Mat Atom Deweloper)

3.       ª - Eliza Rabazynska (Polish Cycling Team)

 

Juniores masculinos


Scratch

 

1.       º - Nolan Babayou (Urt Velo 64)

2.       º - Ege Erulku (Türkiye)

3.       º - João Silva (Paredes / Reconco) Corrida por Pontos

1.       º - Nolan Babayou (Urt Velo 64)

2        º - Clement Zaia (Urt Velo 64)

3.       º - Louca Maisonneuve (Urt Velo 64)

 

Juniores femininas


Scratch

 

1.       ª - Bruna Carmo (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel)

2.       ª - Laura Simões (Korpo Activo / Penacova)

3.       ª - Eva Emídio (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel) Corrida por Pontos

1.       ª - Eva Emídio (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel)

2.       ª - Juliana Teixeira (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel)

3.       ª - Bruna Carmo (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel)

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
  • Diretor: José Manuel Cunha Morais
  • Subdiretor: Helena Ricardo Morais
  • Periodicidade: Diária
  • Registado: Entidade Reguladora para a Comunicação Social com o nº: 125457
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