Por: Miguel Marques
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A reputação do ciclismo
masters sofreu novo abalo após o campeão do mundo de contrarrelógio na
categoria 40-44 anos, Matthew Clark, ter testado positivo por doping. No dia da
vitória, Clark submeteu-se a um controlo antidoping regular. Nada fora do comum,
não fosse o teste ter acusado positivo para esteroides anabolizantes
androgénicos não especificados. A UCI emitiu de imediato uma suspensão
provisória ao atleta norte-americano.
Clark, de 40 anos, já se tinha
sagrado campeão nacional de estrada dos Estados Unidos na mesma categoria no
início do verão.
Como em qualquer caso de
doping, a suspensão provisória não é definitiva e pode ser contestada no
Tribunal Antidopagem da UCI ou no Tribunal Arbitral do Desporto. Tal como em
outros processos, Clark pode solicitar a análise da amostra B. Se a decisão se mantiver,
o norte-americano poderá ser suspenso entre 2 e 4 anos, consoante a gravidade
da infração.
Embora o doping esteja
sobretudo associado ao alto rendimento, nem todos os amadores competem de forma
isenta. E, ao contrário dos profissionais, sujeitos a controlos regulares, os
amadores ou ciclistas de categorias masters podem passar anos sem serem testados.
Exceto quando optam por competir em eventos de maior perfil, como os
Campeonatos do Mundo UCI Gran Fondo…

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