segunda-feira, 16 de março de 2026

“Gustavo do Canto e Maria Tomé campeões nacionais triatlo de super-sprint”


Gustavo do Canto e Maria Tomé, ambos do Clube de Natação de Torres Novas, venceram este domingo o Campeonato Nacional de Super-Sprint, disputado em Albufeira. A competição integrou 300 metros de natação, 7 400 metros de ciclismo e 1 850 metros de corrida.

No setor masculino, Gustavo do Canto assegurou o título nacional com o tempo de 20:45. João Nuno Batista terminou em segundo lugar com 20:48, enquanto Tomás Figueiredo (Outsystems Olímpico de Oeiras) fechou o pódio com 20:56.

Na competição feminina, Maria Tomé sagrou-se campeã nacional com o tempo de 23:14. A britânica Bethany Cook venceu a classificação geral feminina da prova com 22:58, mas, por não ser atleta elegível para o título nacional, o campeonato ficou atribuído a Tomé. Madalena Almeida (Outsystems Olímpico de Oeiras) concluiu igualmente em 23:14, garantido o título de vice-campeã.

Passaram por Albufeira mais de 300 triatletas, das mais diversões grupos de idades.

De recordar que a distância super-sprint faz parte do programa olímpico na variante de estafetas mistas.

Todos os resultados aqui: https://www.federacao-triatlo.pt/ftp2015/competicoes/resultados/resultados-2026/xii-triatlo-de-albufeira/

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“Bruno Nogueira vence Volta a Cantanhede que assinala abertura da época para os Sub-17”


Fotos: Inês Calvo

Bruno Nogueira (Cantanhede Cycling/VESAM) venceu este domingo a Prova de Abertura Sub-17 - Volta ao Concelho de Cantanhede, numa chegada emocionante discutida ao sprint.

Num domingo onde as condições meteorológicas ajudaram a que a festa do ciclismo fosse ainda mais bonita, os Cadetes percorreram 80 quilómetros, que atravessaram quase todas as freguesias do concelho de Cantanhede, à exceção de Ançã, naquela que foi a 8.ª edição da Volta ao Concelho de Cantanhede. O tiro de partida foi dado na Cordinhã, com a chegada a acontecer na Tocha.


Num duelo pela conquista da vitória, foi Bruno Nogueira quem se impôs ao sprint ao fim de 2h05m19s. Tomás Pereira (Alenquer-G.D.M.-Anipura) foi segundo e Martim Quitério (Paredes / Reconco) completou o pódio.

Bruno Nogueira ganhou também a Geral das Metas Volantes e Tomás Pereira conquistou a Geral da Montanha. Já Martim Quitério venceu na Juventude.

A Equipa vencedora da Geral foi a Paredes / Reconco, com a Alenquer-G.D.M.-Anipura a ficar com a segunda posição e a Academia Efapel de Ciclismo em terceiro lugar.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“MILANO–TORINO: 150 ANOS DE HISTÓRIA DECIDEM-SE NAS RAMPAS DE SUPERGA”


Por: Vasco Simões

Foto: Getty Images

A temporada das clássicas entra verdadeiramente em velocidade de cruzeiro com a Milano–Torino, que regressa a 18 de março para uma edição histórica. A corrida mais antiga do ciclismo mundial celebra 150 anos desde a sua primeira realização, em 1876, mantendo-se como uma das provas mais simbólicas da primavera europeia. Entre a Tirreno–Adriatico e a aproximação da Milano–Sanremo, a clássica italiana volta a reunir um pelotão internacional pronto para medir forças nas estradas do Piemonte.

A 107.ª edição parte de Rho para um percurso de 174 quilómetros que começa na vasta planície do Vale do Pó. Estradas largas, rápidas e praticamente planas marcam a primeira metade da corrida, atravessando paisagens dominadas por arrozais e campos agrícolas. É um início que favorece velocidades elevadas e permite ao pelotão preparar-se para o momento decisivo da jornada.

Tudo muda quando a corrida se aproxima de Turim. Após a passagem por San Mauro Torinese, o pelotão acompanha o rio Pó ao longo do Corso Casale antes de enfrentar pela primeira vez a subida para a Basílica de Superga, um dos finais mais emblemáticos do ciclismo italiano. A corrida inclui depois uma descida técnica até Rivodora, regressando novamente à base da subida para o derradeiro confronto.

A ascensão final para Superga é curta, mas implacável. Com 9,1% de inclinação média e rampas que atingem os 14%, os últimos quilómetros transformam-se num teste brutal para as pernas dos favoritos. Num final onde a estrada raramente alivia e cada ataque pode ser decisivo, apenas os mais fortes costumam chegar à meta com hipóteses de vitória.

Entre os nomes que prometem animar a corrida destacam-se Tom Pidcock, Richard Carapaz, Jona Abrahamsen e Magnus Cort, numa “startlist” que reúne 22 equipas, incluindo várias formações do WorldTour. Jovens talentos e especialistas em subidas explosivas encontram nesta clássica um palco perfeito para testar a forma num momento importante da temporada. Ivo Oliveira é até ao momento o único português na lista de pré-inscritos para a corrida italiana.

O mexicano Isaac del Toro conquistou a vitória em 2025 após um final explosivo em Superga, mas não regressa para defender o título. A edição especial dos 150 anos da Milano–Torino poderá ser acompanhada em direto no Eurosport e na plataforma de streaming HBO Max, onde os fãs de ciclismo poderão seguir toda a ação. Segue-se a transmissão da clássica belga Nokere Koerse.

 

MILANO-TORINO

18 de março – Eurosport 2 e HBO Max – 13:20h – 15:00h

 

NOKERE KOERSE

18 de março – Eurosport 2 e HBO Max – 15:00h – 16:30h

Fonte: Eurosport

Ficha Técnica

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