quinta-feira, 22 de agosto de 2019

“Dia 29 de setembro realiza-se o IRONMAN 70.3 Cascais”

No dia 29 de setembro chega o IRONMAN 70.3 Cascais que se prevê que supere o recorde de participantes.

Muito por causa do clima, da gastronomia, da paisagem, do ambiente acolhedor e também das excelentes condições para a prática desportiva, o número de estrangeiros que procura uma prova de triatlo no nosso país tem aumentado: o IRONMAN 70.3 não é exceção e todos os anos há milhares de atletas que preferem Cascais às inúmeras competições da marca distribuídas por todo o mundo.

Portugal lidera pela primeira vez o número de inscritos do IRONMAN 70.3 Cascais, o que comprova que há cada vez mais  atletas nacionais a participar em provas de longa distância. Ao todo, serão 3.000 participantes vindos das mais diversas regiões do mundo, o que representa um incremento relativamente ao ano passado. O Reino Unido é o segundo país mais representado até à data com 14% dos inscritos e Espanha está em terceiro lugar com 13%. O Brasil é o país não europeu com mais atletas na lista de participantes, representando 4% da percentagem total de estrangeiros.


O percurso no IRONMAN 70.3 Cascais

No segmento de natação os atletas darão uma volta de 1900 metros na baía de Cascais, seguidos de 90,1km de ciclismo e de 21,1km de corrida.

O percurso de ciclismo inicia no hipódromo em Cascais, entra pela Avenida Marginal na direção de Lisboa, com o retorno a ser feito em Alcântara e os atletas a regressarem também pela Marginal até ao Estoril. Sobem no Estoril pela Avenida dos Bombeiros Voluntários, passam na Avenida da República e na Avenida de Alcabideche entrando no centro de Alcabideche, Atrozela e acesso ao Autódromo do Estoril. Os atletas vão até ao Autódromo do Estoril, saem em direção à Estrada Nacional 9, acesso à EN 9-1, Estrada da Serra, Vale de Cavalos, Janes, Malveira da Serra, Arneiro, Biscaia, fazendo aqui o retorno, de onde descem de novo à Malveira da Serra, Guincho e Cascais, terminando no Hipódromo, onde se encontra o parque de transição.

A partir daqui os atletas passam para o último segmento de corrida, com duas de volta de percurso, que atravessa a vila de Cascais, entra na Marginal, vão até São Pedro, de onde regressam até à baía de Cascais para passarem a gloriosa meta.


Os triatletas federados estão isentos do seguro obrigatório

Os triatletas terão que estar obrigatoriamente cobertos pelo seguro desportivo previsto na lei (seguro de acidentes pessoais) no dia da prova; no caso dos atletas federados, estes deverão entregar um comprovativo que identifique a sua licença da sua Federação Nacional apresentando um documento com fotografia. Segundo o regulamento do IRONMAN 70.3 Cascais ‘é obrigatório que os atletas se identifiquem com a licença da sua Federação Nacional e documento com fotografia, por motivo de seguro e segurança dos próprios, para se acreditarem.’

Os atletas não licenciados ou sem a possibilidade de comprovar a validade deste documento terão que adquirir o seguro de um dia que tem o custo de 20€.

Os atletas que ainda não se tenham inscrito ou não tenham ainda pago este seguro de um dia, poderão federar-se na FTP aqui beneficiando do desconto de 50% na taxa de licenciamento  e ficando isentos do pagamento de 20 € (com as vantagens do atleta federação incluindo um seguro desportivo até 31 de dezembro de 2019).


Quem são os atletas nacionais que participam no IRONMAN 70.3 Cascais?

São muitos os atletas que irão alinhar à partida nesta prova que está quase a chegar, mas podemos desde já destacar a presença de alguns triatletas nacionais de referência na longa distância como Ana Filipa Santos, Vanessa Pereira ou Sérgio Marques, que têm alcançando resultados relevantes em competições semelhantes.

O treinador da FTP Lino Barruncho também irá participar neste triatlo de média distância, depois de uma carreira muito bem sucedida no Duatlo – – campeão do Mundo em 1996, vice-campeão em 2004 e vice-campeão europeu em 2002 e 2006. O seu objetivo é «qualificar-se no início de 2020 para experimentar o Campeonato do Mundo no Havai em outubro do mesmo ano e em 2021 participar novamente para vencer no meu grupo de idade».

Quanto ao percurso que os atletas terão de enfrentar Lino Barruncho afirma que é bastante exigente com exceção da natação. «O ciclismo torna-se duro quando chega ao Estoril na zona do Autódromo ou na Serra de Sintra. Estamos a falar de 950 metros de acumulado de subida em 90 quilómetros, é um percurso bastante exigente. E quem pensa que a marginal é plana, engana-se. São duas voltas com sobe e desce constante que, associado ao calor que se prevê em setembro, tornam a prova bastante dura».

No IRONMAN 70.3 Portugal-Cascais podemos contar também com a presença dos Iron Brothers, que se estrearam no triatlo em outubro de 2018, no My LX Triathlon Experience 2018, quando participaram juntos no triatlo super sprint que iniciou muitos triatletas na modalidade. Depois do triatlo de Oeiras em 2018, vai ser a estreia absoluta nesta distância e um enorme desafio para atletas e organização.

Os irmãos Miguel Ferreira Pinto e Pedro Ferreira Pinto (este último com paralisia cerebral) farão juntos a média distância com o objetivo de chegar à meta, mas, principalmente, de alcançar outra grande e grandiosa meta, que Pedro expressa da melhor forma: «Quero ajudar a minha escola a comprar carrinhas novas» esclarece o irmão mais novo, portador de paralisia cerebral, ao que Miguel complementa: «Quando as pessoas ouvem falar em IRONMAN pensam logo em superatletas e em dificuldade extrema. E penso que quanto maior a dificuldade, maior a atenção que se consegue captar. Por isso, o objetivo é ajudar a Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa com novos equipamentos através do destaque conseguido com este projeto desportivo.»
 

Os Campeões de Portugal são premiados

A organização do IRONMAN 70. Portugal-Cascais tem, desde o ano passado, um Troféu destinado a atletas de nacionalidade portuguesa. Na terceira edição do evento serão distinguidos os portugueses melhor classificados em prova, quer em termos absolutos – incluindo atletas profissionais – quer em grupos de idade.


O IRONKIDS chega no dia 28 de setembro

No dia 28 de setembro às 11h realiza-se o IRONKIDS, uma prova de Aquatlo que inclui um percurso de natação e outro de corrida com diferentes distâncias consoante cada escalão e idade, para crianças e jovens entre os 7 e os 15 anos.
 

Inscrições no IRONMAN 70.3 Cascais no site da organização aqui

Formação no dia 28 de setembro

A 28 de setembro, no dia anterior à prova IRONMAN 70.3, irão realizar-se duas formações contínuas de grande interesse para treinadores de longa distância.

De manhã, será abordado o tema «Nutrição para triatletas de Longa Distância» com a Dra. Catarina Oliveira, onde se focará a importância da suplementação e otimização de estratégias na performance em Longa Distância.

Da parte da tarde será abordado o tema «Treino de força e mobilidade para triatletas», com o prof. Paulo Gonçalves, focado na otimização da performance dos triatletas através do trabalho de força e mobilidade, que por vezes é descurado.

Cada uma destas ações de formação atribuirá 0,8 UC para a componente específica na revalidação da cédula de treinador de Triatlo e terão o custo único de 5€.

Fonte: FTP

“Conselho de Disciplina dá razão ao Benfica e atribui título na estafeta mista de triatlo”

Encarnados apresentaram recurso e desclassificação foi revogada

Por: Lusa

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Triatlo deu provimento ao recurso do Benfica e revogou a desclassificação no Nacional de clubes de estafetas mistas, atribuindo o título aos encarnados.

"Acordam os membros deste Conselho de Disciplina em dar provimento ao recurso apresentado pelo Sport Lisboa e Benfica, revogando assim a decisão do Conselho de Arbitragem, que desclassificou a equipa do Sport Lisboa e Benfica, declarando-o campeão nacional de clubes de estafetas mistas", pode ler-se no comunicado emitido esta quinta-feira.

Em 24 de março, em Portimão, a equipa do Benfica, que tinha vencido a prova, foi desclassificada, por o seu atleta João Pereira ter perdido o seu dorsal durante a prova.

Os encarnados decidiram recorrer da decisão, considerando a mesma injusta e que abria um precedente para qualquer atleta que perdesse o seu dorsal durante a prova.

"Nenhuma regra diz que a não utilização de dorsal dá desclassificação direta. Diz sim, que o árbitro deve advertir o atleta, pedindo a correção da situação, advertência essa que foi feita na segunda transição, tendo o nosso atleta informado que o tinha perdido na água, pelo que lhe era impossível corrigir. Se o deixasse cair, por exemplo, o árbitro o advertisse e o atleta não o apanhasse, aí sim, faria todo o sentido a desclassificação", explicou o treinador benfiquista, João Mascarenhas.

Dois dias depois da desclassificação do Benfica na prova, a própria federação lusa anunciou a intenção de propor alterações ao regulamento técnico para "salvaguardar que o cumprimento desta regra tenha por fim exclusivo salvaguardar o princípio que está na sua génese [otimizar os processos de classificação, arbitragem e segurança, assim como a intencionalidade da infração]".

Na prova de Portimão, o Benfica foi o mais rápido entre as 22 equipas, mas foi penalizado com a desclassificação de João Pereira, o último dos elementos da formação lisboeta, que bateu ao sprint Alexandre Nobre (Portugal Talentus), por ter cruzado a meta sem o dorsal de identificação.

Fonte: Record on-line

“Mikel Aristi vence segunda etapa da Volta a Limousin”

Rui Vinhas caiu para décimo

Por: Lusa

O espanhol Mikel Aristi (Euskadi-Murias) venceu esta quinta-feira ao sprint a segunda etapa da Volta a Limousin, em França, e aproximou-se da liderança da geral individual, em que Rui Vinhas (W52-FC Porto) caiu para 10.º lugar.

Aristi, que venceu a segunda etapa da Volta a Portugal, em 02 de agosto, voltou a erguer os braços após ser segundo no primeiro dia, completando os 182,9 quilómetros entre Rouffiac e Trélissac em 4:39.07 horas.

Em segundo, com o mesmo tempo, ficou o italiano Francesco Gavazzi (Androni Giocattoli-Sidermec), seguido do líder da juventude, o francês Benoit Cosnefroy, terceiro.

Rui Vinhas chegou em 28.º lugar e caiu para o 10.º posto da geral, a 19 segundos do camisola amarela, o francês Lilian Calmejane (Total Direct Energie), que venceu no primeiro dia e tem três segundos de vantagem sobre Aristi.

Na formação dos 'dragões', o vencedor da Volta em 2016 continua a ser o melhor elemento, enquanto César Fonte subiu a 29.º.

Na sexta-feira, a terceira de quatro etapas liga Chamboulive a Beynat ao longo de 176,8 quilómetros, numa tirada com chegada em alto após uma contagem de montanha de primeira categoria e duas de segunda.

Fonte: Record on-line

“Samuel Caldeira foi o melhor português no contrarrelógio da Volta à Dinamarca”

Luso foi o 16.º classificado

Por: Lusa

Samuel Caldeira, da W52-FC Porto, foi esta quinta-feira o português mais bem classificado na segunda etapa da Volta à Dinamarca em bicleta, um contrarrelógio de 17 quilómetros que terminou com o 16.º melhor tempo.

A etapa, disputada em Grindsted, teve por vencedor o dinamarquês Martin Madsen, da BHS-Almeborg-Bornholm, em 19.35 minutos, enquanto que a liderança da geral passou para outro dinamarquês, Mads Wurtz, da seleção de esperanças do seu país.

Mais dois ciclistas portistas entraram entre os 30 primeiros - Edgar Pinto foi 29.º, a 1.01, e Gustavo César 30.º, com a mesma diferença para Madsen.

António Carvalho classificou-se em 32.º, a 1.03, Ricardo Mestre em 56.º, a 1.27, e João Rodrigues 57.º, a 1.29, completando-se assim a formação da W52-FC Porto.

Quanto a André Carvalho, da Hagens Bergman Axeon, cumpriu o percurso com o 70.º tempo, a 1.44.

Na geral, Caldeira desceu um lugar, para 16.º, e está a 33 segundos de Wurtz.

Edgar Pinto é 26.º (a 53), Gustavo César 27.º (a 53), António Carvalho 29.º (a 55), Rodrigues 45.º (a 1.21) e Mestre 115.º (a 8.14).

Já André Carvalho segue na 57.ª posição, a 1.36.

Fonte: Record on-line

“Richard Carapaz falha Vuelta por lesão”

Substituído por José Joaquín Rojas

Por: Lusa

O equatoriano Richard Carapaz, vencedor da Volta a Itália deste ano, vai falhar a Volta a Espanha em bicicleta, que arranca no sábado, confirmou esta quinta-feira a Movistar, que o substituiu pelo espanhol José Joaquín Rojas.

"Carapaz não conseguiu recuperar completamente de uma forte contusão no ombro direito, ao cair no último domingo na Holanda, e não vai partir em Torrevieja", pode ler-se num comunicado da formação espanhola.

No seu lugar estará José Joaquín Rojas, de 34 anos, numa equipa que também inclui o português Nelson Oliveira.

Carapaz, que venceu a última edição do 'Giro', estava escalonado como um dos líderes da equipa, ao lado do campeão do mundo, o espanhol Alejandro Valverde, campeão da 'Vuelta' em 2009, e do colombiano Nairo Quintana, vencedor em 2016.

A 74.ª edição da Volta a Espanha em bicicleta arranca no sábado, com um contrarrelógio por equipas em Salinas de Torrevieja, na província de Alicante, terminando em 15 de setembro em Madrid.

Fonte: Record on-line

“Nélson Oliveira é o veterano do contingente português na Vuelta: «Vai correr tudo bem»”

Grupo de ciclistas lusos conta com três estreias

Por: Lusa

Foto: DR

Nélson Oliveira (Movistar) vai disputar a quinta Volta a Espanha, cuja 74.ª edição arranca no sábado, e é o mais experiente do contingente de cinco portugueses na prova, com três estreantes.

Além de Oliveira, que vai competir na 11.ª grande Volta da carreira, também vão correr a Vuelta este ano Rúben Guerreiro (Katusha Alpecin), Nuno Bico e Ricardo Vilela, ambos da Burgos-BH, e Domingos Gonçalves (Caja Rural-Seguros RGA).

O mais veterano do quinteto foi 21.º em 2015, então na Lampre-Merida, e tem sido em Espanha que tem tido as melhores prestações nas três principais corridas, com uma vitória em etapa em 2015.

"A minha função, mais uma vez, é trabalhar para os líderes [da equipa], é um trabalho que gosto bastante. Mas, se tiver uma oportunidade em algum dia, gostava de aproveitar. É um objetivo à parte, tudo depende do que a equipa queira", resume à Lusa o ciclista de 30 anos.

Especialista no contrarrelógio, o corredor natural de Anadia chega à Vuelta depois de correr a Volta a França, e mesmo tendo conseguido descansar e preparar a prova, o contrarrelógio da nona etapa, que termina em Pau, poderá ser uma opção "ou não, dependendo do corpo" e também "do que quer a equipa, que faça um bom crono ou que levante o pé para os dias seguintes".

A participação na prova espanhola costuma ser um bom presságio para os Mundiais, logo a seguir à corrida de 21 etapas, na qual foi quarto, no crono, em 2017, quinto em 2018 e sétimo em 2014, mas o ciclista alerta para o facto de nunca ter chegado à prova com duas grandes voltas nas pernas.

"Este ano será diferente. Não sei como vou acabar a Vuelta, em 2015 acabei bem e depois o crono não correu como queria. Espero estar com forças para chegar ao Mundial e tentar melhorar os resultados que tenho vindo a fazer", atira.

Outro dos repetentes na corrida espanhola é Ricardo Vilela, a caminho da terceira participação depois do 48.º lugar em 2015 e o 49.º de 2017, este ano na Burgos-BH, a formação de Nuno Bico que apostará nas fugas para se evidenciar.

Se Bico e Rúben Guerreiro, de 25 anos, e Domingos Gonçalves, de 30, se estreiam, Oliveira vai correr pela quinta vez a prova e alerta os novatos para as dificuldades que estão pela frente.

"Digo que tenham calma, porque são muitos dias. Se tiver de surgir uma oportunidade, ela aparece. Vai correr tudo bem", aconselha o homem da Movistar, que vê em "todos possibilidades de chegar a Madrid" e terminar a Volta a Espanha.

O desejo, assim, é "que tudo corra bem e que possam dar alegrias" a Portugal, um feito difícil "porque são só 21 dias e muitos deles têm vencedores repetidos", mas o "percurso duro como sempre" pode beneficiar os intentos lusos.

"Há muitas etapas onde a fuga pode chegar isolada, e os portugueses têm aí de tentar agarrar uma vitória, como me aconteceu em 2015. Espero que aconteça, com qualquer um de nós, ficava bastante contente", afiança.

Nélson Oliveira recordava o triunfo na 13.ª etapa da Vuelta, quando fez vingar uma fuga para se tornar no sétimo português a erguer os braços numa etapa da Volta a Espanha, em Tarazona.

O quinteto de portugueses que compete na 74.ª edição procurará repetir este feito, e antes deste o de Sérgio Paulinho (2006), Joaquim Agostinho (duas vezes em 1974 e uma em 1976), Alves Barbosa (1961), José Sousa Cardoso (1959), João Lourenço (duas em 1946) e João Rebelo (duas em 1945).

A 74.ª edição da Volta a Espanha em bicicleta arranca no sábado, com um contrarrelógio por equipas em Salinas de Torrevieja, terminando em 15 de setembro em Madrid.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Portugal com Seleção jovem no Mundial de BTT”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal compete, na próxima semana, com uma sub-23 e dois juniores no Campeonato do Mundo de BTT, que vai realizar-se no Mont-Saint-Anne, Quebeque, Canadá.

O selecionador nacional, Pedro Vigário, convocou a sub-23 Raquel Queirós (Quinta das Arcas/Jetclass/Xarão) e a júnior Ana Santos (AXPO/FirstBike Team/Vila do Conde) para as corridas de cross country olímpico (XCO), e o júnior Gonçalo Bandeira (Miranda Factory Team) para o Downhill (DHI).

“É uma seleção jovem, com atletas de primeiro ano nas respetivas categorias. São corredores que, ao longo de toda a época, têm conseguido bons desempenhos em provas internacionais. Será a estreia dos três em Campeonatos do Mundo e o momento para perceberem de que forma se posicionam entre os melhores corredores internacionais”, explica Pedro Vigário.

O BTT português estará ainda representado por Emanuel Pombo (Miranda Factory e-Team) e por Francisco Pardal (BlackJack Factory Team), que viajam pelas respetivas equipas. Ambos vão competir entre a elite de DHI e Emanuel Pombo vai ainda correr no Mundial de bicicletas elétricas.

O primeiro português a entrar em ação será Emanuel Pombo, que corre a prova de bicicletas elétricas, às 19h15 de quarta-feira. No dia seguinte é a estreia da Equipa Portugal, através da participação de Ana Santos no XCO de juniores femininas.

Sexta-feira é o dia de qualificações no DHI. Às 15h15 começa a descida de juniores, com Gonçalo Bandeira na lista de partida, e às 16h30 a de elite, com Emanuel Pombo e Francisco Pardal.

Raquel Queirós veste as cores nacionais no sábado, 31 de agosto, na corrida de XCO para sub-23 femininas.

As finais de DHI fecham o programa do Mundial, no domingo. Gonçalo Bandeira será o representante de Portugal na corrida de juniores, a partir das 14h30, enquanto Emanuel Pombo e Francisco Pardal alinham na descida de elite, a partir das 19h00.

(Horários de Portugal Continental)

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Gonçalo Carvalho melhor português na Volta a França do Futuro”

Por: José Carlos Gomes

Gonçalo Carvalho foi hoje o melhor português na sétima etapa da Volta a França do Futuro, uma ligação montanhosa de 103,5 quilómetros, entre Grésy-sur-Isére e La Giettaz, vencida pelo colombiano Harold Alfonso Tejada.

Como vem sendo habitual nesta edição da prova, a luta pela etapa ficou entregue a um grupo de fugitivos. A escapada decisiva surgiu a cerca de 60 quilómetros da meta, quando 11 corredores se juntaram em cabeça de corrida. Daí para diante, a dureza do percurso, com cinco prémios de montanha, fez a seleção, à frente e atrás.

Na dianteira, sobraram dois dos 11 fugitivos para discutir a tirada. O colombiano Harold Alfonso Tejada impôs-se diante do belga Mauri Vansevenant, tendo os dois cortado a meta com 2h52m32s. O francês Clément Champoussin, também integrante da fuga do dia, foi o terceiro, a 18 segundos.

No pelotão também se fez uma triagem de valores, com vários grupos a serem formados ao longo da viagem. A marcação entre os homens mais fortes do pelotão não foi, todavia, suficiente para evitar que a camisola amarela fosse parar ao corpo de um dos escapados.

Mauri Vansevenant é o novo comandante da geral. O segundo é o anterior primeiro classificado, o italiano Giovanni Aleotti, a 45 segundos. O terceiro, a 50 segundos, é o norueguês Tobias Foss.

A jornada da Equipa Portugal ficou marcada por mais uma queda de Guilherme Mota. O leiriense caiu logo nos quilómetros iniciais da etapa. Ainda conseguiu reentrar no pelotão, depois de trocar de bicicleta, mas pagou esse esforço mais adiante, descolando na montanha. O melhor português foi Gonçalo Carvalho, 26.º do dia, a 6m58s.

Na geral é também Gonçalo Carvalho o mais bem colocado da armada nacional. É o 44.º, a 33m18s. Seguem-se Guilherme Mota, 67.º, a 48m37s, Jorge Magalhães, 87.º, a 59m13s, e Francisco Campos, 111.º, a 1h23m06s. A Equipa Portugal mantém o 23.º lugar na geral coletiva.

A oitava etapa, a disputar nesta sexta-feira, terá apenas 23,1 quilómetros, sempre a subir, entre Brides-les-Baisn e Méribel Col de la Loze. Apesar da escassa quilometragem, não se trata de um contrarrelógio, mas de uma etapa em linha.

Fonte: FPC

“14.ª Volta a Portugal de Juniores”

João Carvalho mais forte no prólogo da Guarda

Por: José Carlos Gomes

João Carvalho (Bairrada) ganhou hoje, na Guarda, o prólogo da 14.ª Volta a Portugal de Juniores e é o primeiro camisola amarela da competição que decorre até domingo, na região das Beiras e Serra da Estrela.

Os 5,6 quilómetros de luta contra o cronómetro disputaram-se sob um calor sufocante, num percurso exigente, sobretudo na segunda metade da corrida, toda em falso plano ascendente, com uma fase final em empedrado, que ainda endureceu mais a corrida.

As dificuldades permitiram marcar as primeiras diferenças para a classificação geral, embora os principais candidatos tenham dado conta do recado, apresentando-se em bom momento, fazendo registos que deixa tudo em aberto para as três etapas em linha.

João Carvalho foi o melhor de todos, completando o percurso em 8m42s. Bateu o campeão nacional da especialidade, Fábio Fernandes (Efapel/Escola de Ovar), por apenas 2 segundos. O terceiro, a 6 segundos, foi Daniel Dias (Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact).

“Foi um contrarrelógio curto. Sabia que não era possível ganhar muito tempo na descida, porque não temos andamentos para aproveitar esse terreno. As diferenças fizeram-se a subir e no paralelo final. A equipa partiu para esta Volta com o objetivo de ganhar. Faremos tudo para o conseguir”, afirmou João Carvalho.

Fábio Fernandes, segundo da geral, é o melhor júnior de primeiro ano, comandando a classificação geral da juventude. A Bairrada está na frente da classificação por equipas.

A primeira etapa em linha, a mais suave de uma competição marcada pelo terreno rompe-pernas, disputa-se nesta sexta-feira. Vai ligar Celorico da Beira, de onde o pelotão parte às 12h30, a Mêda, onde os primeiros corredores chegarão às 15h42, depois de percorridos 118,2 quilómetros.

Fonte: FPC

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

“Rui Vinhas termina primeira etapa da Volta a Limousin em sétimo”

A oito segundos do vencedor da tirada

Por: Lusa

O ciclista português Rui Vinhas, da W52-FC Porto, terminou esta quarta-feira em sétimo a primeira etapa da Volta a Limousin, em França, a oito segundos do vencedor da tirada, o gaulês Lilian Calmejane, da Total Direct Energie.

Calmejane cumpriu os 172,2 quilómetros da etapa, entre Condat-sur-Vienne e Guéret, em 4:33.52 horas, com oito segundos de vantagem sobre o espanhol Mikel Aristi, da Euskadi Basque Country, e do compatriota Benoit Cosnefroy, da AG2R La Mondiale, respetivamente segundo e terceiro classificados.

O francês Lillian Calmejane é o primeiro líder da Volta a Limousin, a decorrer até sábado, e parte na quinta-feira de amarelo para a segunda tirada, a decorrer entre Rouffiac e Trélissac, na distância de 182,9 quilómetros.

Fonte: Record on-line

“Maioria dos portugueses entrou no pelotão na Volta à Dinamarca”

Ganha pelo belga Tiesj Benoot

Por: Por: Lusa

A maioria dos portugueses que competem na Volta à Dinamarca, que esta quarta-feira se iniciou, terminaram a primeira etapa integradas no pelotão, a quatro segundos do vencedor, o belga Tiesj Benoot, da Lotto Soudal.

Benoot gastou 3:54.48 horas para fazer o percurso de 169,7 quilómetros, com partida e chegada a Silkeborg. Com o mesmo tempo cortaram a meta mais seis ciclistas.

Com o mesmo tempo do sétimo, a quatro segundos, terminaram André Carvalho, da Hagens Bergman Axeon (13.º), Samuel Caldeira (15.º), António Carvalho (26.º), Edgar Pinto (30.º), João Rodrigues (40.º), Gustavo César (49.º), todos da W52-FC Porto.

Quanto a Ricardo Mestre, também da equipa portista, chegou em 109.º, a 6.58.

Fonte: Record on-line

terça-feira, 20 de agosto de 2019

“Taça de Portugal Jogos Santa Casa de Paraciclismo termina em festa”

Por: José Carlos Gomes

A edição de 2019 da Taça de Portugal Jogos Santa Casa de Paracicismo terminou, hoje, em clima de festa, integrando o programa da Feira de S. Bernardo, em Alcobaça.

O feriado municipal alcobacense foi aproveitado para uma tarde de ciclismo. Antes de os profissionais e os representantes das equipas de clube se fazerem à estrada para o XXVIII Circuito de S. Bernardo, foram os paraciclistas que deram mais uma demonstração de resiliência, disputando a última etapa da Taça de Portugal Jogos Santa Casa.

Foram 21 os paraciclistas participantes e a classe mais animada foi a de C5, com seis concorrentes. Hélder Maximino (360º Bike Trail/Mundimat/CC Aldeia de Paio Pires) foi o melhor em Alcobaça, mas o vencedor da geral nesta classe foi Manuel Ferreira (Silva & Vinha/ADRAP/Sentir Penafiel).

Em C4 participaram três corredores, tendo a vitória na etapa de hoje sorrido a Francisco Martins, que não evitou a conquista da Taça de Portugal Jogos Santa Casa por João Monteiro (Mozinho RT Martos Pellets). Em H4 foram também três os paraciclistas presentes em Alcobaça, com vitória de Rúben Garcia (GD Metralhas), embora a Taça fosse para o ausente Flávio Pacheco (Sporting/Tavira Paracycling).

Paulo Barreto (Extremosul/Hotel Alísios/Cenmais) foi o único corredor de classe C3 presente em Alcobaça, mas isso não impediu Paulo Teixeira (Rodabike/ACRG/Gondomar) de vencer a Taça.

Nas restantes classes os vencedores hoje foram também os donos da Taça de Portugal Jogos Santa Casa: Bernardo Vieira, em C1, Telmo Pinão (Casa do Benfica MMV/APCA/Paracycling), em C2, João Marques, em D, João Pinto, em H3, e Luís Costa, em H5.

Fonte: FPC