sexta-feira, 15 de março de 2019

“O VII Triatlo Longo de Caminha a 23 de junho!”

No dia 23 de junho realiza-se o Triatlo Longo de Caminha constituído por um percurso desafiante e de espetacular beleza que inclui a primeira etapa do Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo de Longa Distância, sendo também Campeonato Ibérico Individual de Média Distância.

Esta prova integra uma prova de média distância e uma prova aberta na distância standard

Campeonato Ibérico Individual de Média Distância:

1900 metros a nadar

90 km de ciclismo

21km de corrida

Esta competição irá integrar uma prova aberta na distância standard:

1500 metros natação

45 de ciclismo

10,9 de corrida

Os triatletas das duas provas sairão juntos no ferry boat de onde irão saltar para nadar até à praia ao Parque de Transição situado no cais, seguindo depois para o segmento de ciclismo pela Nacional 13, num trajeto plano e rápido. A parte da corrida passará no espetacular percurso entre Caminha e Moledo, atravessando a Mata do Camarido.

Na prova aberta de distância standard aplicam-se as regras do Triatlo Longo sem draft.

A pasta party para todos os inscritos mediante inscrição prévia irá realizar-se no dia 22 de junho, véspera da prova, no hotel Porta do Sol.

Prova longa Estafetas: 100 Euros

Atletas não federados: 90 Euros

Clubes (com um ou dois atletas): 60 euros (com 3 atletas); 55 Euros; (com 4 ou mais atletas): 50 Euros

Prova aberta Estafetas: 60 Euros

Atletas não federados: 40 Euros

Atletas federados: 30 Euros

Traz garra e dedicação, a organização trata da diversão!

Boa sorte a todos os atletas e até Caminha.

Fonte: FTP

“Comunicado FTP”

Considerando a Direção da FTP que, de acordo com a questão efetuada pelo Delegado António Nobre na Assembleia Geral de 24 de fevereiro de 2019, possam ter ficado dúvidas quanto aos conteúdos do Regulamento Geral de Competições e Guia do Calendário para o ano de 2019, nomeadamente no respeitante ao Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo, vem a FTP esclarecer o seguinte:

O RGC diz no artigo 18º o seguinte:


3. Os clubes pontuam para o Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo desde que apresentem no mínimo 3 atletas em prova.

4. Atendendo à variedade de provas do Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo, a pontuação em cada prova é a indicada no Guia do Calendário e especificada no regulamento de cada prova a publicar. 

O Guia do Calendário especifica para cada diferente prova o número de atletas que pontuam para a classificação coletiva  do Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo e a forma de pontuação da seguinte forma:


L.   CAMPEONATO NACIONAL DE CLUBES DE TRIATLO


– Na prova individual, na distância Standard, a classificação coletiva é apurada pela soma dos tempos dos 4 atletas mais rápidos de cada clube, no género masculino, e dos 3 atletas mais rápidos de cada clube, no género feminino;

– Na prova individual, na distância Sprint, a classificação coletiva é calculada por pontos, segundo a seguinte tabela (x corresponde ao número de participantes). O apuramento dos resultados é feito pela soma das pontuações dos 10 melhores atletas masculinos e dos 6 melhores atletas femininos, sendo vencedoras as equipas com maiores somatórios.

Do contexto destes dois documentos retira-se que são necessários pelo menos 3 atletas para obter classificação coletiva nas provas individuais (caso do género feminino na prova de distância standard).

Esta situação verifica-se nos dois documentos sem que haja qualquer contradição entre o ponto 3 do RGC e o Guia do Calendário.

O que não retira validade para que na mesma prova no género masculino sejam necessários 4 atletas para o clube pontuar.

Verifica-se igualmente o segundo pressuposto do RGC que diz no ponto 4 que a pontuação em cada prova é a indicada no Guia do Calendário e especificada no regulamento de cada prova a publicar, está no respetivo guia indicada a forma de obtenção das pontuações bem como do número de atletas a pontuar para a classificação coletiva.

Parece-nos mais uma vez que os dois documentos estão em concordância.

Finalmente, dos esclarecimentos solicitados sobre este tema pela FTP, foram obtidas estas mesmas confirmações.

Deste modo, vem a FTP informar que os documentos Regulamento Geral de Competições e Guia do Calendário para o ano de 2019 estão em vigor e que as Classificações Coletivas no Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo será calculado de acordo com as especificações do guia do Calendário para cada prova.

Caso persistam dúvidas, esta FTP estará disponível para esclarecer as mesmas.

Fonte: FTP

“Organizadores do Tour de Timor devem mais de 210 mil dólares a empresas e atletas”

O Governo timorense foi o principal responsável do evento até 2016.

Empresas timorenses que apoiaram atletas internacionais e nacionais que participaram na edição do ano passado do Tour de Timor estão até hoje sem receber dos organizadores do evento, confirmaram vários dos credores à Lusa.

As dívidas, que ultrapassam os 200 mil dólares (177 mil euros), abrangem ainda o Suai Extreme, evento que como o Tour de Timor foi organizado pela empresa Noble Timor.

Vários empresários e atletas ouvidos pela Lusa confirmam não ter recebido qualquer do dinheiro devido e afirmam que pedidos de explicação continuam sem resposta, acusando o proprietário da empresa, Sean Borrell, de ter saído do país sem resolver o problema.

Contactado pela Lusa, o responsável da Noble Timor solicitou perguntas por escrito, às quais acabou por recusar responder.

“Devido à natureza das tentativas da Noble Timor resolver os desafios financeiros dos dois eventos internacionais levados a cabo em 2018, o proprietário e diretor de operações da Nobel Timor, Sean Borrell, não está atualmente disponível para comentar sobre estas questões”, refere a declaração que o próprio enviou à Lusa.

Os credores assinaram uma petição que foi enviada ao Presidente da República, ao presidente do Parlamento Nacional e ao primeiro-ministro, entre outros, que inclui detalhes de 16 empresas que têm a haver entre 500 e 26 mil dólares, cada.

O material publicitário e de promoção inclui vídeos do secretário de Estado da Juventude e Desporto (SEJD), Nélio Isaac, com dois ex-Presidentes, José Ramos-Horta, no caso do Tour de Timor, e Xanana Gusmão, no caso do Suai Extreme, a darem o seu apoio.

Todo o material dos dois eventos inclui logos de vários Ministérios e entidades públicas, mas Nélio Isaac garantiu que o apoio dado aos eventos “foi apenas moral”.

“Esta questão é apenas da responsabilidade da Noble Timor. A nossa parte como Governo foi apenas dar apoio moral”, disse, explicando que o apoio incluiu cartas para tentar conseguir apoios de patrocinadores.

Fonte da petrolífera Timor Gap confirmou à Lusa que a empresa apoiou o Tour de Timor com 50 mil dólares, tendo “intercedido” junto de outras empresas para apoiarem igualmente o evento.

Entre os “parceiros” listados contam-se ainda Autoridade Nacional de Petróleo e Minerais e várias empresas, incluindo a Timor Telecom, a Cardno, a AirNorth, a Southern Cross, a Timor Resources e a Northern Oil & Gás Australia.

Isaac disse que o Governo sabe do problema e também tem várias questões para a Noble Timor, insistindo que “não há qualquer contrato” de apoio e que a assistência foi dada apenas nas áreas de saúde e segurança, para apoiar os atletas.

Nenhuma das entidades públicas tem qualquer orçamento previsto em 2018, quer para o Tour de Timor, quer para o Suai Extreme, segundo os livros orçamentais do ano passado.

A SEJD tem nos relatórios de execução orçamental dos primeiros três trimestres de 2018 a rubrica 440110, sobre o Programa Tour de Timor e Maratona de Díli, mas sem fundos.

Considerado o principal evento internacional desportivo em Timor-Leste, com atletas de vários países, incluindo Portugal e a Austrália, o Tour teve já dez edições.

O Governo timorense foi o principal responsável do evento até 2016, ano de vários problemas, como falta de água e comida para os atletas.

Sean Borrell e a Noble Timor acabaram por assumir as rédeas em 2017, com o evento a decorrer “com crédito das empresas”, perante a promessa de pagamento, que foi feito.

“Este ano as empresas voltaram a envolver-se, com base na promessa de que seriam pagas. No ano o pagamento chegou tarde mas chegou. Agora não”, disse Tino de Freitas, diretor geral da Timor Lodge, o hotel que foi ‘quartel-general’ da prova.

Anche Cabral, a ciclista timorense mais conhecida – competiu nos Olímpicos no Rio de Janeiro –, confirmou à Lusa que ela, como outros atletas no pódio (este ano ficou em terceiro) não receberam os prémios.

“Deveria ter recebido 780 dólares e não recebi nada ainda. Ninguém recebeu. As nossas contas é de que os atletas têm a receber 12 mil dólares”, disse.

“É difícil depois de tanto tempo de treino, de comprar equipamento, depois não receber. Isso mata a motivação dos ciclistas nacionais. Espero que isto seja resolvido”, disse.

David Lyons, um ciclista australiano que participou em oito das dez edições e que diz ter “ajudado a salvar o tour em 2013 quando o Governo quase o destruiu”, lamenta a situação atual e confirma que os participantes internacionais “não receberam” ainda os seus prémios.

“Já nem sequer tenho respostas aos emails. É tudo muito estranho”, explicou.

Gina Ricardo, a ciclista australiana vencedora da categoria feminina da prova, confirmou que também não recebeu os 5.000 dólares que lhe são devidos em prémios.

“Sim. Infelizmente ainda não recebi”, confirmou à Lusa.

Também David Vaz, o português que venceu a categoria masculina da prova nas últimas três edições, confirmou à Lusa que não recebeu o prémio referente à edição de 2018.

“Ainda não recebi qualquer pagamento do Tour. Assim como sei que muita gente não recebeu”, disse o ciclista.

Tino de Freitas admite que a situação afeta várias empresas que apoiaram um evento importante de projeção de Timor-Leste, cuja imagem “pode ficar seriamente danificada”.

“Será difícil conseguir apoio destas empresas no futuro e até mesmo a mobilização de atletas para participar”, disse.

A Noble Timor, que segundo a sua página na internet foi criada para “investimentos éticos” em Timor-Leste, lista José Ramos-Horta como seu patrono.

Ramos-Horta garantiu à Lusa que só deu “apoio moral” ao projeto e que não tem “qualquer ligação financeira ou responsabilidade financeira ou executiva” com o Tour de Timor de que está, formalmente, “desligado há vários anos”.

“Estou triste, super triste com esta situação por vai matar a iniciativa do Tour de Timor e ninguém mais quererá participar”, lamentou.

“Se queremos promover Timor-Leste, temos que fazer isso com muito ativismo, apoiado por financiamento sério, previsível e garantido. Só daqui a dez ou 20 anos, quando o setor privado estiver totalmente enraizado e com liquidez, o Governo pode deixar de apoiar. Mas para já tem que continuar”, disse.

Fonte: Sapo on-line

“Jovem norte-americano morre após choque com carro enquanto treinava”

Tate Meintjes, da Team California, tinha 19 anos

O ciclista norte-americano Tate Meintjes, da Team California, morreu esta terça-feira aos 19 anos, vítima de um acidente enquanto fazia o reconhecimento do percurso do contrarrelógio da Redlands Bicycle Classic, uma prova na qual iria participar.

De acordo com as autoridades, o acidente aconteceu quando o condutor de um carro que seguia à sua frente decidiu fazer uma viragem brusca, a qual levou o ciclista a chocar em cheio com o Honda Accord deste.

Socorrido poucos minutos depois do choque, Meintjes acabaria por perder a vida já no caminho para o Hospital Universitario de Loma Linda.

Fonte: Record on-line

“Viviani vence terceira etapa e Yates mantém liderança da Tirreno-Adriático”

Rui Costa é o melhor português na geral, na 22.ª posição

Por: Lusa

Foto: EPA

O italiano Elia Viviani (Deceuninck-QuickStep) venceu esta sexta-feira a terceira etapa da Tirreno-Adriático, a mais longa desta edição da prova, enquanto o britânico Adam Yates (Mitchelton-Scott) manteve a liderança.

No final dos 226 quilómetros entre Pomarance e Foligno, o campeão italiano foi o mais rápido no primeiro 'sprint' da 54.ª edição da corrida e venceu em 5:26,45 horas, o mesmo tempo do eslovaco Peter Sagan (BORA-hansgrohe) e do colombiano Fernando Gaviria (UAE-Emirates), segundo e terceiro, respetivamente.

Os portugueses José Gonçalves (Katusha-Alpecin), na 21.ª, Rui Costa (UAE-Emirates), na 40.ª posição, Ruben Guerreiro (Katusha-Alpecin), na 44.ª, e Nelson Oliveira (Movistar), na 69.ª, terminaram com o mesmo tempo do vencedor.

Na geral, Yates manteve liderança, com o mesmo tempo do norte-americano Brent Bookwalter, seu colega de equipa, e menos sete segundos do que o eslovaco Primoz Roglic e do que o belga Lauren de Plus, ambos da Jumbo-Visma.

Rui Costa é o melhor português na geral, na 22.ª posição, a 1.19 minutos do topo, com José Gonçalves (29.º) e Ruben Guerreiro (30.º) a estarem a 1.38, e Nelson Oliveira a ser 42.º, a 2.19.

No sábado corre-se a quarta etapa, a segunda mais longa da edição de 2019, com 221 quilómetros a ligarem Foligno e Fossombrone, com duas contagens de montanha de categoria especial dentro dos 30 quilómetros finais.

Fonte: Record on-line

“Bennett bisa e Kwiatkowski consolida liderança no Paris-Nice”

Campeão polaco passou a ter 18 segundos de avanço sobre o colombiano Egan Bernal

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista polaco Michal Kwiatkowski (Sky) consolidou esta sexta-feira a liderança do Paris-Nice, após a sexta etapa, na qual o irlandês Sam Bennett (Bora-hansgrohe) somou a segunda vitória nesta edição da prova francesa.

No final dos 176,5 quilómetros entre Peynier e Brignoles, Bennett impôs-se ao 'sprint' e cortou a meta em 4:12.35 horas, com o mesmo tempo do francês Arnaud Démare (Groupama-FDJ) e do italiano Matteo Trentin (Mitchelton-Scott), repetindo o triunfo da terceira etapa.

Na classificação geral, o campeão polaco passou a ter 18 segundos de avanço sobre o colombiano Egan Bernal, seu colega de equipa na Sky, e 22 sobre o espanhol Luis León Sanchéz (Astana).

O português Amaro Antunes (CCC) foi 72.º na etapa, a 5.41 minutos de Bennett, e caiu para o 44.º lugar, a 18.17 de Kwiatkowski.

No sábado corre-se a sétima e penúltima etapa, entre Nice e o alto de Turini, num percurso de 181,5 quilómetros, que terá duas contagens de montanha de primeira categoria nos últimos 50 quilómetros, a última a coincidir com a meta.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Telmo Pinão melhora mas adversários são mais fortes”

Por: José Carlos Gomes

O português Telmo Pinão concluiu a participação no Campeonato do Mundo de Paraciclismo em Pista, em Apeldoorn, Holanda, sem alcançar o objetivo de entrar no top 10, apesar de ter melhorado a prestação pessoal face ao anterior teste competitivo internacional.

Telmo Pinão começou por disputar, na quinta-feira, os 3 quilómetros da perseguição individual, na classe C2, prova que concluiu em 4’07’’451, cerca de 4 segundos melhor do que o registo pessoal conseguido, em janeiro, na prova internacional que disputou em Manchester.

Apesar da evolução, o corredor da Equipa Portugal não foi além do 18.º lugar, uma vez que os adversários se apresentaram muito mais fortes. O melhor registo na manga de qualificação em que participou Pinão foi de 3’42’’249 e teve assinatura do canadense Tristan Chernove.

Já na sessão desta sexta-feira, Telmo Pinão competiu no contrarrelógio de 1 km, que completou em 1’22’’840, um registo 98 milésimos de segundo mais lento do que conseguira em Manchester. O vencedor foi o colombiano Alejandro Perea, com 1’12’’838.

“O Telmo Pinão melhorou bastante em perseguição individual, mas a concorrência está muito forte. Não foi possível chegar perto do top 10, a nossa ambição à partida para este Campeonato do Mundo. Na prova de 1 km, o Telmo quebrou um bocado na segunda metade da corrida”, reconhece o selecionador nacional de paraciclismo, José Marques.

Fonte: FPC