sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

“Gonçalo Oliveira volta a dar destaque à Anicolor / Tien21 com presença na fuga da 3.ª Etapa da Volta ao Algarve"


Fotos: UVP - Federação Portuguesa de Ciclismo - Paulo Maria / João Calado

Gonçalo Oliveira, da Equipa Profissional de Ciclismo Anicolor / Tien21, foi hoje um dos protagonistas da fuga que marcou a 3.ª Etapa da 51.ª Volta ao Algarve, que ligou Vila Real de Santo António a Tavira, na distância de 183,5 km. Dia positivo para a estrutura de Águeda, que continua a ocupar o 9.º lugar da Geral por Equipas. Vitória de Jordi Meeus (Red Bull-BORA-hansgrohe), mas a Camisola Amarela continua com Jan Christen (UAE Team Emirates-XRG). 


Estavam percorridos apenas 5 km quando se deu uma fuga de dez corredores, onde à semelhança do que já tinha acontecido na quarta-feira, o jovem Gonçalo Oliveira conseguiu entrar. A partir daqui a corrida esteve estabilizada, com o pelotão a controlar sempre o grupo da frente. 


Foi no segundo Prémio de Montanha do dia que a fuga foi anulada. A partir daqui deu-se a preparação para o sprint final, onde a Avenida Zeca Afonso lotou para aplaudir o vencedor da tirada. O britânico Harrison Wood foi o primeiro corredor da Anicolor / Tien21 a cruzar a meta, em 68.º lugar, com o mesmo tempo do vencedor. 


“Foi uma etapa bem conseguida, o nosso jovem Gonçalo Oliveira voltou a entrar na fuga, tal como tinha acontecido na quarta-feira. Na parte final, tentámos colocar o melhor possível os nossos líderes, para que entrassem dentro dos últimos 3 km o melhor colocados possível. Acho que foi um dia positivo para a equipa, amanhã é uma etapa importante e será um dia decisivo”, referiu Rúben Pereira, diretor desportivo da Anicolor / Tien21. 


Este sábado chega a 4.ª Etapa, que está desenhada para que tudo possa acontecer ao longo dos 175,2 km que vão ligar Albufeira (12H15, Avenida dos Descobrimentos) a Faro (16H42, Avenida Calouste Gulbenkian). 

 

CLASSIFICAÇÕES: 

51.ª VOLTA AO ALGARVE 

3.ª ETAPA: Vila Real de Santo António – Tavira» 183,5 km 

CLASSIFICAÇÃO INDIVIDUAL NA 3.ª ETAPA 

 

1.º Jordi Meeus (Red Bull-BORA-hansgrohe), 04h18m34s 

2.º Biniam Girmay (Intermarché-Wanty), mt 

3.º Arnaud De Lie (Lotto Cycling Team), mt 

68.º Harrison Wood (Anicolor / Tien21), mt 

73.º Rubén Fernández (Anicolor / Tien21), mt 

102.º Alexis Guérin (Anicolor / Tien21), mt 

117.º Rafael Reis (Anicolor / Tien21), mt 

122.º Artem Nych (Anicolor / Tien21), a 16m38s 

143.º Fábio Costa (Anicolor / Tien21), a 02m41s 

154.º Gonçalo Oliveira (Anicolor / Tien21), a 06m48s 

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL INDIVIDUAL – AMARELA

 

1.º Jan Christen (UAE Team Emirates-XRG), 08h47m08s 

2.º João Almeida (UAE Team Emirates-XRG), a 04s 

3.º Laurens de Plus (INEOS Grenadiers), a 13s 

27.º Alexis Guérin (Anicolor / Tien21), a 02m12s 

33.º Rubén Fernández (Anicolor / Tien21), a 03m15s 

35.º Harrison Wood (Anicolor / Tien21), a 03m17s 

103.º Artem Nych (Anicolor / Tien21), a 16m48s 

146.º Rafael Reis (Anicolor / Tien21), a 26m13s 

159.º Fábio Costa (Anicolor / Tien21), a 36m38s 

164.º Gonçalo Oliveira (Anicolor / Tien21), a 40m45s 

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL POR EQUIPAS  

 

1.ª UAE Team Emirates-XRG, 26h22m05s 

9.ª Anicolor / Tien21, a 08m04s 

Fonte: Clube Desportivo Fullracing

“Iuri vai ao chão na última curva, Rui Oliveira perto de cair por causa de Alberto Dainese e Jordi Meeus da Red Bull ganha ao sprint a 3ª etapa da Algarvia”


Por: Carlos Silva

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

A terceira etapa da Volta ao Algarve em bicicleta teve uma extensão de 183,5 km com 1534 metros de desnível positivo acumulado. Jan Christen da UAE Team Emirates - XRG saiu de Vila Real de Stº António rumo a Tavira com a camisola da liderança da corrida, com os seus companheiros de equipa João Almeida e António Morgado a envergarem a camisola verde e a camisola branca respectivamente. Nicolas Tivani da Aviludo - Louletano - Loulé Concelho partiu para o dia com a camisola da montanha vestida.

A etapa teve como pontos chave duas subidas de terceira categoria - Mercador e Faz Fato - um sprint intermédio em Vila Real de Stº António, antes do sprint final para a meta instalada em Tavira. A partida foi dada pelas 12:05h e com apenas 6 kms de corrida um grupo composto por 10 ciclistas consegue uma pequena vantagem sobre o pelotão: Gonçalo Oliveira, Bruno Silva, Joaquim Silva, Ivo Pinheiro, Carlos Salgueiro, Noah Campos, André Ribeiro, João Oliveira, César Fonte e Calum Johnston.

A primeira hora de corrida foi feita a uma velocidade média de 44,8 km/h e com cerca de 60 km percorridos, o grupo de fugitivos levava uma vantagem de 3:40m sobre o pelotão. A segunda hora de corrida viu a velocidade média do pelotão baixar para 41,3 km/h, quando se aproximavam do primeiro obstáculo do dia, a subida do Mercador, que tem 6.2 km a 4.4% de pendente média. O primeiro a passar no Mercador foi Calum Johnston, seguido por André Ribeiro e Ivo Pinheiro.

Na aproximação à segunda passagem de montanha do dia o pelotão aumentou o ritmo e a 6 km do início da subida acabava a aventura dos fugitivos. No topo da subida para Faz Fato é Nicolas Tivani da Louletano a somar o máximo de pontos, seguido de Mikkel Honoré da EF e Salvatore Puccio da INEOS Grenadiers.

O sprint intermédio instalado em Vila Real de Stº António é ganho por Mathias Vacek. Com a Lidl-Trek a impor um ritmo forte na cabeça do pelotão a tensão no pelotão era evidente. Romain Bardet da Team Picnic PostNL, 4º classificado à geral à partida do dia de hoje, envolve-se numa queda e vê-se obrigado a desistir da Algarvia, depois de aparentemente ter batido com a cabeça no chão.

O pelotão continua a ser comandado pela Lidl-Trek que vai marcando o ritmo em direcção a Tavira onde está instalada a meta da 3ª etapa. A 10 km para a meta são várias as equipas que trazem os seus comboios que ocupam toda a largura da estrada. O pelotão continuava a engolir quilometros pela Estrada Nacional 125 a enorme velocidade e entram nos três quilometros finais de forma compacta.

Na última curva para a recta da meta dá-se uma queda que envolve Iuri Leitão, Rui Oliveira quando está a lançar o seu sprint vê Alberto Dainese da Tudor vir para cima dele, quase levando o homem da UAE ao chão, Casper van Uden lança o sprint e na linha de meta é Jordi Meeus da Red Bull - BORA - hansgrohe a levantar os braços e a vencer a etapa.

Pode visualizar este artigo em: https://ciclismoatual.com/ciclismo/iuri-vai-ao-cho-na-ultima-curva-rui-oliveira-perto-de-cair-por-causa-de-alberto-dainese-e-jordi-meeus-da-red-bull-ganha-ao-sprint-a-3-etapa-da-algarvia

“UAE Tour: Merlier vence 5ª etapa; Pogacar sai na fuga e aumenta a liderança”


O líder Tadej Pogacar passou mais de 100 quilómetros na fuga e aumentou vantagem com a camisola vermelha para 21 segundos

 

Tim Merlier (Soudal-QuickStep) acabou com as esperanças de Jonathan Milan de conquistar vitória tripla no UAE Tour ao dominar o ciclista do Lidl-Trek num sprint na 5ª etapa, esta sexta-feira (21 de fevereiro). Matteo Malucelli (Astana-XDS) ainda acelerou forte na linha de chegada e acabou deixando o camisola verde Milan na terceira posição, enquanto Jasper Philipsen (Alpecin-Deceuninck) foi surpreendido por uma queda na reta final.

Duas quedas nos últimos 3 quilómetros marcaram o final técnico da etapa, com vários ciclistas da classificação geral pegos fora da zona de neutralização e lutando para limitar as suas perdas de tempo, antes de uma queda sob a bandeira vermelha dividir o grupo ao meio.

“Discutimos ontem com a equipa o que fizemos de errado, e hoje fizemos um trabalho muito bom”, disse Merlier após a etapa. “Eles colocaram-me numa posição muito boa em direção ao último quilómetro e meio, e na última curva eu ​​toquei no volante do Milan, então choquei atrás. Eu estava esperando, esperando, esperando pelo meu momento. Estou muito feliz. Alguns ciclistas estavam realmente motivados para ter um dia de treino hoje, então foi um ritmo forte o dia todo, mas para nós foi bom”, disse Merlier, o primeiro ciclista a conquistar seis vitórias no UAE Tour.

O líder Tadej Pogacar (UAE Team Emirates-XRG) quebrou as regras para etapas planas ao passar mais de 100 quilómetros numa fuga, e ampliou a sua liderança geral sobre o segundo colocado Josh Tarling (Ineos Grenadiers) para 21 segundos ao vencer o primeiro sprint intermediário do dia, ganhando três segundos de bónus no processo.

 

“O plano não era aumentar a minha liderança com  o bónus de tempo hoje, mas a mudança aconteceu num momento engraçado, assim como no ano passado na Volta Catalunha, quando Domen [Novak] veio comigo para a frente, mas hoje, outros ciclistas também seguiram e acabou sendo uma fuga.  Trabalhamos na fuga tentando não gastar muito e foi um bom dia tentando manter a fuga viva. Terminamos a etapa muito mais rápido por causa disso. Na chegada, os meus companheiros de equipa tentaram fazer uma bolha em meu redor atrás das equipas dos velocistas, apenas para ficarmos seguros. Para 90% do pelotão, foi um dia confortável na estrada”, disse o líder geral Tadej Pogacar.

 

ESTATÍSTICAS

 

A etapa de hoje foi realizada a 48.751 km/h, o novo recorde para uma etapa de estrada do UAE Tour, superando a etapa Al Mirfa de 2021, vencida por Mathieu Van der Poel a 46.771 km/h.

Tim Merlier registou a sua 53ª vitória profissional, a 3ª este ano após as etapas 1 e 3 no AlUla Tour.

Matteo Malucelli (2º) postou seu primeiro top 3 da carreira em uma corrida do World Tour.

Até agora, ele havia registado 41 pódios em corridas profissionais, mas não no nível do World Tour.

A equipa da Soudal-Quick Step, nas suas várias denominações, é a primeira com 10 etapas vencidas no UAE Tour, deixando a UAE Team Emirates em 9º.

 

AS CAMISOLAS

 

Camisola vermelha – Líder da Classificação Geral – Tadej Pogacar (UAE Team Emirates – XRG)

Camisola verde – Líder da Classificação por Pontos – Jonathan Milan (Lidl-Trek)

Camisola branca – Melhor Jovem – Joshua Tarling (Ineos Grenadiers)

Camisola preta – Líder da Meta Volante – Dorde Duric (Solution Tech Vini Fantini)

“Volta ao Algarve: Jordi Meeus vence terceira etapa, Jan Christen segue líder”


Na geral, Jan Christen segue líder, com quatro segundos de vantagem para o colega de equipa português João Almeida, segundo, com o belga Laurens de Plus (INEOS) em terceiro, a 13 segundos

 

Por: Lusa

Foto: Lusa

O ciclista belga Jordi Meeus (Red Bull-BORA-hansgrohe) venceu hoje ao sprint a terceira etapa da 51.ª Volta ao Algarve, na chegada a Tavira, que não alterou os primeiros lugares da geral, encimada pelo suíço Jan Christen (UAE Emirates).

Meeus, de 26 anos, conseguiu a primeira vitória do ano ao cumprir os 183,5 quilómetros entre Vila Real de Santo António e Tavira em 4:18.34 horas, batendo sobre a meta o italiano Alberto Dainese (Tudor), segundo, e o eritreu Biniam Girmay (Intermarché-Wanty), terceiro.

O colombiano Santiago Mesa, da portuguesa Efapel, foi nono e o melhor português, Rui Oliveira (UAE Emirates), foi 17.º.

Na geral, Jan Christen segue líder, com quatro segundos de vantagem para o colega de equipa português João Almeida, segundo, com o belga Laurens de Plus (INEOS) em terceiro, a 13 segundos.

No sábado, a quarta e penúltima etapa liga Albufeira a Faro, em 175,2 quilómetros, com nova chegada em pelotão compacto em perspetiva, num dia com quatro contagens de montanha, no Malhão (2.ª categoria), Picota (3.ª), Santa Bárbara (3.ª) e Bordeira (4.ª).

Fonte: Sapo on-line

“Rui Oliveira persegue primeira vitória na estrada: «Já são muitos segundos lugares»”


É o grande objetivo que o ciclista português da UAE Emirates delineou para esta temporada

 

Por: Lusa

Foto: UAE Team Emirates

A Rui Oliveira só falta a primeira vitória na estrada, o grande objetivo que o ciclista português da UAE Emirates delineou para uma temporada na qual terá mais liberdade para sprintar para si.

"Falta a primeira vitória, porque já são muitos segundos [lugares] nestes últimos anos. Ainda falta levantar os braços, e é só mesmo isso que falta, portanto, vamos continuar a tentar", confessou o gaiense.

Seis meses depois de se ter sagrado campeão olímpico de madison, ao lado de Iúri Leitão, Rui Oliveira aspira a estrear o seu palmarés em elites na estrada, tendo já hoje uma oportunidade para o fazer na chegada da terceira etapa da 51.ª Volta ao Algarve em Tavira, onde no ano passado foi batido por meros centímetros pelo 'gigante' Wout van Aert (Visma-Lease a Bike).

"Esteve quase no ano passado, foi por pouco em Tavira, mas este ano o objetivo mantém-se. Este ano temos mais uma chegada também a Faro, que, se calhar, é capaz de chegar ao sprint. Mas na terceira [etapa] vou tentar lutar pela vitória. Obviamente, estando aqui no Algarve é uma motivação extra. Dá-me sempre um bocadinho de extra força, portanto, vamos ver se corre bem", perspetivou.

Nesta 'Algarvia', o corredor de 28 anos, que normalmente é o principal lançador de Juan Sebastián Molano, terá a liberdade para sprintar, algo que se estenderá a outras provas da temporada, nomeadamente ao Tirreno-Adriático (10 a 16 de março), onde estará após alinhar na Kuurne-Bruxelas-Kuurne.

"Depois, tenho as clássicas da Bélgica até à [Volta à] Flandres, até [ao Paris] Roubaix e é por aí", enumerou.

Fora do calendário de Rui Oliveira para 2025 está, para já, qualquer grande Volta, uma opção da qual o português até não desgosta.

"Às vezes, não significa que ir a uma grande Volta seja melhor. Numa equipa como a nossa, há poucas oportunidades para ir ao sprint, porque temos sempre um líder enorme na equipa. Temos de trabalhar, perdemos muita força em etapas que temos de tirar [puxar] e chegamos sem força ao sprint. Portanto, mais vale fazer durante aquele mês três ou quatro corridas de menor dimensão e tentar vencer uma corrida, isso é mais importante", explicou.

Com três participações na Vuelta e duas no Giro no currículo, o campeão olímpico em Paris2024 reconhece que estar numa 'grande' é "sempre uma grande motivação", mas insiste que não é uma coisa que esteja "muito" na sua cabeça.

"É mais ter a oportunidade e liberdade para fazer os sprints em corridas menores e tentar ganhar, é esse o objetivo", reforçou.

O ciclista da UAE Emirates acredita mesmo que o seu ouro na capital francesa contribuiu para reforçar a sua confiança na estrada, algo que sentiu já na fase final da época passada.

"Já notei um pouco isso depois na segunda fase da época. Depois dos Jogos, na estrada, sentia-me bastante confiante, sentia-me bastante bem. Estive perto também de ganhar algumas corridas. Portanto, sim, isso deu-me bastante confiança, estou muito mais aliviado, mas, claro, falta esta vitória na estrada que procuro", concluiu.

Fonte: Record on-line

“Volta ao Algarve: Bardet satisfeito com bom começo em prova que queria descobrir”


Com a retirada anunciada para 15 de junho, após a derradeira etapa do Critério do Dauphiné, a corrida ‘nacional’ que escolheu para despedir-se, o corredor de 34 anos parece estar a viver uma segunda juventude nesta sua estreia em Portugal

 

Por: Lusa

Foto: AFP or licensors

Romain Bardet quis descobrir a Volta ao Algarve no seu último ano no pelotão e a opção tem corrido bem ao ciclista francês, que é quarto da geral da 51.ª edição, após surpreender no alto da Fóia.

“É uma corrida que queria descobrir, é uma região muito simpática. Muitas equipas querem vir cá, porque é uma corrida bem equilibrada e queria conhecê-la”, justificou à agência Lusa.

Com a retirada anunciada para 15 de junho, após a derradeira etapa do Critério do Dauphiné, a corrida ‘nacional’ que escolheu para despedir-se, o corredor de 34 anos parece estar a viver uma segunda juventude nesta sua estreia em Portugal.

“É a minha primeira vez aqui. É um pelotão muito forte. Vai ser um grande teste perceber como corre a semana”, resumiu.

Para já, e depois de ter sido 12.º classificado no arranque da época, na Clássica da Figueira, o teste está a correr bem: foi quarto no alto da Fóia, à frente de Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike) ou Primoz Roglic (Red Bull-BORA-hansgrohe), e está a 18 segundos do camisola amarela, o suíço Jan Christen (UAE Emirates).

“Não fiquei surpreso [com a prestação na Fóia]. Enquanto correr, espero estar sempre com os melhores. Para primeira corrida da temporada, estou satisfeito. É um bom começo”, avaliou.

Melhor francês do século XXI na Volta a França, onde foi vice-campeão em 2016 e terceiro no ano seguinte, além de outras quatro classificações no top 10 (em 11 participações) e da conquista da camisola da montanha na edição de 2019, o ciclista da Picnic PostNL diz não saber “honestamente” se vai estar na luta pelo triunfo final na Volta ao Algarve no domingo.

“Só posso controlar quão rápido vou e espero ser rápido no contrarrelógio, mas não posso controlar a velocidade dos outros. Não penso nisso”, analisou relativamente ao exercício individual da última tirada, que termina no alto do Malhão.

Apesar de considerar que João Almeida (UAE Emirates), o português que é segundo da geral a quatro segundos do seu companheiro suíço, demonstrou ser o mais forte entre os favoritos na Fóia, Bardet não exclui ainda Vingegaard ou Roglic na luta pela amarela final.

“Não estão muito longe, vai ser interessante”, acrescentou.

A liberdade que o anúncio da retirada parece ter dado a Bardet, e que foi já bem visível no passado Tour, quando entrou numa fuga ‘condenada’ e acabou por vestir pela primeira vez na sua carreira a amarela, propagou-se agora à ‘Algarvia’, que hoje cumpre a sua terceira etapa, numa ligação entre Vila Real de Santo António e Tavira.

Mas, ao contrário de Geraint Thomas (INEOS), outro futuro ex-ciclista, que diz estar a tentar “absorver tudo” na sua última temporada como profissional, Bardet garante não pensar muito na despedida.

“Estou concentrado na corrida e em dar o meu melhor”, vincou o também vice-campeão mundial de fundo em 2018.

Após o Dauphiné, o francês vai encerrar uma carreira de 14 anos como profissional, na qual se destacam ainda duas presenças no top 10 da Volta a Itália e uma vitória numa etapa da Vuelta2021, num balanço para 17 participações em grandes Voltas.

Quando encostar a bicicleta de estrada, Bardet, que é um dos poucos ‘resistentes’ da linhagem antiga do ciclismo – é acessível, dispensa assessores e disponibiliza o seu tempo para aqueles que com ele querem falar –, vai dedicar-se a um novo desafio, o de preparar-se para o Mundial de gravel, marcado para Nice, em França.

Fonte: Sapo on-line

“ESTRELAS DO BTT INTERNACIONAL MARCAM PRESENÇA NA XI BTT XCO VILA DE MELGAÇO”


Dias 1 e 2 de março  

 

Evento marca o arranque da Taça de Portugal XCO 2025 e recebe, pela primeira vez, a prova internacional da UCI XCO Júnior Series

 

Por: Sara Pereira   

Algumas das maiores estrelas do BTT marcam presença na XI BTT XCO Vila de Melgaço. Entre os destaques desta edição, está a participação da equipa UCI TREK FACTORY RACING – PIRELLI, uma das mais relevantes do circuito mundial de Mountain Bike: Evie Richards, atual campeã do mundo de XCC e ex-campeã do mundo de XCO, Madigan Munro, atual campeã dos Estados Unidos de XCO e detentora de 13 pódios em Taças do Mundo, e Gunnar Holmgren, ex-campeão nacional do Canadá de XCO e quatro vezes pódio em Taças do Mundo, são os atletas confirmados até ao momento. 


A acontecer nos dias 1 e 2 de março de 2025, este é um dos mais aguardados eventos do calendário nacional e internacional do BTT: marca o arranque da Taça de Portugal XCO 2025 e será a primeira vez que Portugal receberá uma prova da UCI XCO Junior Series. O momento reforça a crescente relevância do concelho melgacense no panorama desportivo mundial, nomeadamente na modalidade de XCO. 

Esta edição trará uma outra grande novidade: dois dias de competição, com provas no sábado, 1 de março, proporcionando ainda mais espetáculo para atletas e público.


De entre os cerca de 300 inscritos, de cerca de dez nacionalidades, a destacar ainda a participação de Raquel Queirós, campeã nacional de XCO e XCC e representante de Portugal nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Na competição masculina de Elite, destaca-se também a presença do campeão nacional da Irlanda, Christopher Dawson, do campeão nacional, Ricardo Marinheiro, e de alguns dos melhores atletas de Portugal, como Roberto Ferreira, João Cruz e Rafael Sousa. 

A categoria júnior também promete emoção, com a presença da atleta francesa Lison Desprez e da campeã da Venezuela, Ana Ron. Nos juniores masculinos, está confirmada a presença de Noa Filippi, da equipa Canyon Cllctv, uma das formações de topo do circuito mundial.  

O evento, que se realizará no Centro de Estágios de Melgaço, centro de treinos oficializado pela UEFA e reconhecido pela sua qualidade e diversidade de equipamentos, é uma prova teste para o Campeonato da Europa de XCO 2025, que acontecerá em julho (de 23 a 27). Contará com um percurso fechado de 3.650 metros, com amplas zonas de partida e duas áreas de assistência técnica, assegurando as melhores condições para os atletas. 

A XI XCO Vila de Melgaço será, assim, uma prova de referência para atletas e adeptos da modalidade, consolidando Melgaço como um dos destinos de excelência para o BTT, projetando Melgaço no panorama internacional. 

A realização da Taça de Portugal de XCO em Melgaço não é apenas um evento desportivo, mas sim mais um passo na afirmação do concelho como destino de referência para a prática de ciclismo e desporto de montanha. Segundo o presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista, este evento destaca a visão estratégica do município: «Temos investido fortemente na melhoria das nossas infraestruturas desportivas e na captação de eventos de prestígio. O desporto é um motor de desenvolvimento e um fator de dinamização económica e turística. Ao recebermos competições como a Taça de Portugal de XCO e, em julho, o Campeonato da Europa, estamos a consolidar Melgaço como um destino de excelência para o BTT.»

Aberta a atletas federados com licença desportiva de competição, para todas as categorias de ambos os sexos (Sub-17, Sub-19, Sub-23, Elites e Masters), tem inscrições a decorrer até 26 de fevereiro, através do site da Federação Portuguesa de Ciclismo www.fpciclismo.pt , onde também é possível consultar o regulamento e o programa. 

A iniciativa é promovida pela Melsport – Melgaço, Desporto e Lazer EM e pelo Município de Melgaço, com o apoio da Federação Portuguesa de Ciclismo (UVP/FPC) e da Associação de Ciclismo do Minho (ACM), cumprindo os regulamentos da UCI (provas internacionais) e da UVP/FPC.  

MELGAÇO: O destino de natureza mais radical de Portugal 

Fonte: #ComunicaçãoCompleta

“Rui Oliveira após título olímpico em Paris'2024: «Acho que não mudou nada»”


Corredor reconhece, no entanto, que há mais pessoas a reconhecê-lo na rua

 

Por: Lusa

Foto: UAE Team Emirates

Nada mudou na vida de Rui Oliveira apesar do ouro no madison em Paris'2024, com o ciclista português a revelar à Lusa que, seis meses depois, ainda não assimilou totalmente o facto de ser campeão olímpico.

"Acho que não mudou nada. Continuou praticamente tudo igual": a resposta do ciclista da UAE Emirates pode surpreender quem o ouve, mas o corredor esclarece prontamente que, apesar de haver mais pessoas a reconhecê-lo na rua, a sua vida pessoal permanece a mesma.

Seis meses depois de ter subido ao lugar mais alto do pódio, ao lado de Iúri Leitão, no velódromo de Saint-Quentin-en-Yvelines, Rui Oliveira ainda se está a adaptar à sua nova realidade, nomeadamente ao facto de alguns colegas o tratarem por 'campeão olímpico', uma menção que "soa um bocadinho diferente" e à qual não está habituado.

"Mas é bom. Foi tudo tão rápido, foi tudo tão inesperado que ainda custa um bocadinho assimilar, mas já se vai tornando real", pontuou.

O ouro olímpico visivelmente não mudou o gaiense, de 28 anos, que está agora num Olimpo de históricos do desporto português.

"Toda a gente conhece Rosa Mota, Carlos Lopes, Fernanda Ribeiro. Todos os nossos campeões olímpicos ficaram na história de Portugal, porque obviamente não são muitos, e, agora, tendo conseguido isso com o Iúri, também acho que vai ficar presente, ainda por cima nesta era das redes sociais, dos media", prognosticou.

Rui Oliveira sentiu o impacto desta nova era mediática desde que conquistou o ouro, no final de tarde de 10 de agosto, nem que seja por ter recebido os parabéns do seu ídolo, o futebolista Cristiano Ronaldo.

"Até foi uma das primeiras coisas que vi quando fomos ao telefone, que tínhamos lá a menção dele [Ronaldo], mas obviamente é online e não é presencial. Mas, quando estivemos com ele [após um jogo da seleção portuguesa], foi muito bom ouvir que ele tinha muito orgulho no feito que tínhamos conquistado e que percebia o feito que era enormíssimo", revelou à agência Lusa.

Mas, ao contrário de Leitão, o ciclista da UAE Emirates não pôde festejar descontraidamente a sua conquista, uma vez que tinha compromissos na estrada com a sua equipa.

"Obviamente, ele tinha mais espaço para estar mais presente em alguns programas ou em algumas festas, por assim dizer. E eu tinha um calendário mais preenchido, com mais corridas. E isso, claro, não me permitiu tanto estar presente", justificou.

No entanto, Oliveira entende que "o ciclismo é um desporto diferente", pois a época não culmina com os Jogos Olímpicos,

"Sendo ciclista de estrada, tenho os compromissos com a estrada e não posso estar a desfrutar do que é a medalha. [...] Se fosse no final da época, estivesse um mês ou dois de repouso, seria espetacular, podia desfrutar um pouco mais. Mas, sim, é um pouco... não tenho pena, é o que é", afirmou.

E nem quando a temporada acabou o gaiense conseguiu ter as merecidas férias, já que foi operado à clavícula e ao nariz.

"Fui para o estágio de equipa em Abu Dhabi, após acabar os Mundiais de pista, e tive a operação logo, mal cheguei, e foi recuperar essas duas, três semanas, cheio de dores, e depois começar a treinar. Portanto, praticamente, não tive férias", contou.

O sacrífico, contudo, valeu a pena, já que nos Europeus da passada semana se sagrou vice-campeão europeu de eliminação e conquistou o bronze ao lado do gémeo Ivo no madison.

"Fizemos ver que em todas as disciplinas que entrámos, vencemos uma medalha, com praticamente nenhum tempo de preparação, só com um ou dois treinos na pista até aqui. E estar outra vez a lutar contra as melhores nações do mundo, ganhar seis medalhas, acho que dá para ver que tem valido a pena o esforço", defendeu.

Oliveira está ciente de que, perante estes feitos, os portugueses estão a habituar-se aos metais dos pistards nacionais.

"A pressão vai estar sempre para ganharmos medalhas, e quando não conseguimos as pessoas ficam desiludidas, mas uma pessoa sabe o que é custa chegar a este patamar, e o mais importante é as pessoas perceberem de onde é que nós vimos, o quão difícil é ganhar medalhas. Têm de ver que nada cai do céu e o que fazemos para chegar a estas competições e lutar pelas medalhas já é muito", realçou.

Fonte: Record on-line

“Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua Brilha com a Juventude na Segunda Etapa da Volta ao Algarve 2025”


A segunda etapa da 51ª Volta ao Algarve, realizou.se ontem 20 de fevereiro de 2025, foi palco de uma exibição notável da equipa Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, com destaque para a participação do jovem Guilherme Lino, nova aposta da equipa, e de Leangel Linarez na fuga do dia.

A etapa, que ligou Lagoa ao Alto da Fóia numa distância de 177,6 km, viu a formação de uma fuga logo nos primeiros quilómetros. Guilherme Lino e Leangel Linarez, representaram as cores da formação de Mortágua, integrando o grupo de nove fugitivos que animou grande parte da corrida.


A dureza da etapa ficou evidente na subida final ao Alto da Fóia, com 8,4 km de extensão e uma secção particularmente desafiante de 1 km com uma inclinação média de cerca de 10%. Apesar dos esforços dos fugitivos, o grupo foi alcançado antes da chegada, com Jan Christen (UAE Team Emirates - XRG) a vencer a etapa. A Tavfer - Ovos Matinados -Mortágua gerir as suas forças da melhor forma com intenção de continuarem a mostrar as suas cores na frente da corrida nos próximos dias.


Gustavo Veloso, diretor desportivo da equipa, comentou: "Estamos muito orgulhosos da performance dos nossos atletas hoje. O Guilherme mostrou coragem e determinação ao integrar a fuga. Esta experiência é valiosa para o seu desenvolvimento como ciclista e também para os outros jovens que têm aqui um exemplo. Estamos a apostar na juventude e o Guilherme mostrou hoje os frutos do trabalho realizado. No final acabou por não conseguir gerir e abandonar a prova, é um processo de crescimento, e ele está a fazê-lo rodeado do pelotão World Tour."

Guilherme Lino, um dos protagonistas da fuga, declarou: "Foi uma etapa muito dura, mas estou satisfeito por ter conseguido representar a equipa na frente da corrida. Aprendi muito hoje e estou grato pela oportunidade."

Infelizmente, a etapa também ficou marcada pela retirada de António Barbio, que não se sentiu bem durante o percurso. Para proteger a sua saúde e tendo em vista os objetivos futuros, a decisão foi desistir da etapa. Esta escolha reflete a responsabilidade da equipa em priorizar o bem-estar dos seus atletas.

A Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua continua focada em demonstrar a sua garra e determinação nas próximas etapas da Volta ao Algarve, com um olhar atento às oportunidades que surgirão.

 

Volta ao Algarve 2025

Etapa 2 / 20 de Fevereiro

Lagoa ao Alto da Fóia: 177,6 km,

Classificação Individual da Etapa

 

1º. Jan Christen- (UAE Team Emirates- XGR), 4h28m44s

111º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 16m38s

133º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 19m44s

140º. Bruno Silva (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a mt

158º. Angel Sanchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 26m04s

167º. Leangel Linarez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 37m

DNF. Guilherme Lino (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)

DNF. António Barbio (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)

 

Classificação Geral Individual

 

1º. Jan Christen- (UAE Team Emirates- XGR), 4h28m34s

111º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 16m48s

133º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 19m54s

140º. Bruno Silva (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a mt

158º. Angel Sanchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 26m14s

167º. Leangel Linarez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 37m10s

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua

“Anicolor / Tien21 fecha a 2.ª Etapa da Volta ao Algarve com três homens bem colocados e o 9.º lugar na Geral por Equipas na 2ª etapa”


“Fotos: UVP - Federação Portuguesa de Ciclismo - Paulo Maria / João Calado

A Equipa Profissional de Ciclismo Anicolor / Tien21 teve ontem um dia positivo na 2.ª Etapa da 51.ª Volta ao Algarve. Depois de ver anulada a tirada inaugural, a estrutura de Águeda partiu hoje com muita garra, colocando Fábio Costa na fuga. Com a chegada ao Alto da Fóia, esperava-se uma jornada dura e surpreendente, onde a Anicolor / Tien21 se destacou com três corredores: Alexis Guérin, Rubén Fernández e Harrison Wood. O bom desempenho de todo o coletivo seria premiado com o 9.º lugar na Geral por Equipas, o que, no meio das melhores do mundo, é muito gratificante. Jan Christen (UAE Team Emirates-XRG) é o primeiro Camisola Amarela, após triunfar nesta quinta-feira. Amanhã o terreno volta ao plano. 


A partida para a 2.ª Etapa foi de Lagoa, rumo ao Alto da Fóia, para um percurso de 177,6 km bem ondulado. As movimentações deram-se logo no início e aos 9 km estava formada a fuga do dia, um grupo com oito elementos, onde esteve Fábio Costa. A escapada foi perdendo elementos, na segunda parte da tirada, sobretudo quando se aproximaram as subidas mais duras, levando a que os principais candidatos à vitória na Geral se destacassem.  


Foi Jan Christen que teve a ousadia de partir o grupo dos fortes candidatos, que não conseguiram acompanhar o ritmo. O francês da Anicolor / Tien21, Alexis Guérin, foi o corredor melhor classificado da equipa, ao chegar na 30.ª posição, a 02m02s do vencedor, seguindo-se Rubén Fernández (34.º) e Harrison Wood (38.º).


Rúben Pereira, diretor desportivo da Anicolor / Tien21, disse que “foi um dia positivo para a equipa, acabámos por fechar com o 9.º lugar por equipas, na etapa de hoje, o mesmo lugar que ocupamos na Geral da Volta ao Algarve, sendo muito bom, tendo em conta as estruturas que estão em prova. Acabámos por ter três homens bem posicionados e a equipa tudo fez para levar Alexis Guérin, Rubén Fernández e Harrison Wood o melhor colocados possível. Acabaram os três por fazer uma boa subida e agora vamos dar o nosso melhor até ao último dia da Volta ao Algarve”. 

 

CLASSIFICAÇÕES: 

51.ª VOLTA AO ALGARVE 

2.ª ETAPA: Lagoa – Alto da Fóia» 177,6 km 

 

CLASSIFICAÇÃO INDIVIDUAL NA 2.ª ETAPA


 

1.º Jan Christen (UAE Team Emirates), 04h28m44s 

2.º João Almeida (UAE Team Emirates), mt 

3.º Laurens de Plus (INEOS Grenadiers), a 07s 

30.º Alexis Guérin (Anicolor / Tien21), a 02m02s 

34.º Rubén Fernández (Anicolor / Tien21), a 03m05s 

38.º Harrison Wood (Anicolor / Tien21), a 03m07s 

101.º Artem Nych (Anicolor / Tien21), a 16m38s 

156.º Rafael Reis (Anicolor / Tien21), a 26m03s 

164.º Gonçalo Oliveira (Anicolor / Tien21), a 33m47s 

165.º Fábio Costa (Anicolor / Tien21), mt 

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL INDIVIDUAL – AMARELA

  

1.º Jan Christen (UAE Team Emirates-XRG), 04h28m34s 

2.º João Almeida (UAE Team Emirates-XRG), a 04s 

3.º Laurens de Plus (INEOS Grenadiers), a 13s 

30.º Alexis Guérin (Anicolor / Tien21), a 02m12s 

34.º Rubén Fernández (Anicolor / Tien21), a 03m15s 

38.º Harrison Wood (Anicolor / Tien21), a 03m17s 

101.º Artem Nych (Anicolor / Tien21), a 16m48s 

156.º Rafael Reis (Anicolor / Tien21), a 26m13s 

164.º Gonçalo Oliveira (Anicolor / Tien21), a 33m57s 

165.º Fábio Costa (Anicolor / Tien21), mt 

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL POR EQUIPAS 

 

1.ª UAE Team Emirates-XRG, 13h66m22s 

9.ª Anicolor / Tien21, 13h34m26s 

Fonte: Clube Desportivo Fullracing

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