quinta-feira, 18 de outubro de 2018

“Iberia perdeu a bicicleta do vencedor do Ironman de Cascais”

Fernando Alarza tem prova este sábado, mas... falta-lhe uma ferramenta essencial

Por: Fábio Lima

Vencedor do Ironman de Cascais, realizado há duas semanas, o espanhol Fernando Alarza tem nova prova na agenda para este fim-de-semana, com a disputa do Challenge Peguera – Mallorca, mas ainda não sabe como o poderá fazer. É que, na viagem para a ilha, a companhia aérea Iberia perdeu a sua bicicleta e a sua mala, conforme revelou o próprio triatleta nas redes sociais.

"Depois de chegar oito horas mais tarde ao destino, e de múltiplas reclamações, agora os senhores da Iberia (para os tratar com respeito) perdem a minha mala e bicicleta. Vocês são uma vergonha", escreveu o atleta espanhol, visivelmente irritado com o que lhe acabava de suceder.

Fonte: Record on-line

“Jakobsen vence terceira etapa e sobe à liderança da Volta a Guangxi”

Última prova do WorldTour desta temporada

Por: Lusa

O holandês Fabio Jakobsen (QuickStep-Floors) subiu esta quinta-feira à liderança da Volta a Guangxi, ao vencer a terceira etapa, na qual o português José Gonçalves (Katusha-Alpecin) voltou a entrar no pelotão.

Numa tirada, com partida e chegada em Nanning, na China, Jakobsen foi o mais forte no 'sprint', em 2:43.54 horas, à frente dos alemães Pascal Ackermann (Bora-hansgrohe) e Max Walscheid (Sunweb), com Gonçalves a chegar na 68.ª posição, com o mesmo tempo.

Na geral, o holandês subiu à liderança, com quatro segundos de avanço sobre Ackermann e seis sobre o compatriota Dylan Groenewegen (LottoNL-Jumbo), antigo líder, enquanto o único português em prova é 65.º, a 20.

A última prova do WorldTour desta temporada prossegue na sexta-feira, com uma ligação de 152,2 quilómetros entre Nanning e Mashan Nongla Scenic Spot, uma contagem de primeira categoria.

Fonte: Record on-line

“Transexual sagra-se campeã do mundo e agita modalidade”

Triunfo mundial de ciclista transgénero agita modalidade. Concorrentes contestam vitória de Rachel McKinnon nos últimos Campeonatos do Mundo de Masters da UCI.

Rachel McKinnon venceu a prova de sprint feminino de masters 35-44 nos Campeonatos do Mundo de Masters da UCI. D.R.

A canadiana Rachel McKinnon tornou-se na primeira mulher transgénero a conquistar um título mundial nos Campeonatos do Mundo de Masters da UCI no passado domingo, mas o seu triunfo gerou alguma contestação, especialmente por parte das concorrentes.

Em Los Angeles, Rachel McKinnon venceu o sprint feminino de masters 35-44 e conquistou a camisola arco-íris com uma forte contestação de algumas concorrentes, nomeadamente a terceira classificada na prova Jennifer Wagner.

Acérrima defensora dos seus direitos, Rachel McKinnon nasceu como um homem biológico mas identifica-se como transexual e por isso concorre como atleta transgénero em ciclismo de pista e de estrada. No final da prova de sprint feminino de masters 35-44, a terceira classificada Jennifer Wagner não escondeu a sua insatisfação e considerou que há efectivamente uma diferença que tem de ser analisada pelos responsáveis da modalidade.

"Rachel ganhou 11 das 13 corridas que disputámo e existe entre nós uma grande diferença que tem de ser analisada por quem de direito. Não somos contra a sua participação, mas deveria existir uma classificação diferente para estes casos", afirmou Jennifer Wagner.

Rachel McKinnon reagiu entretanto às palavras de Jennifer Wagner e acusa a concorrente de descriminação.

"Quando vencemos é porque somos transgéneros e é injusto, quando perdemos ninguém percebe porque somos assim. Parece que têm repulsa contra os transexuais ou transgéneros", atirou Rachel McKinnon.

Recorde-se que os atletas transgéneros estão autorizados a competir nos Jogos Olímpicos desde 2004, mas com algumas exigências, nomeadamente passar por uma redesignação sexual e submissão a terapia hormonal por dois anos.

Já em 2016, o Comité Olímpico internacional alterou as regras, eliminando a obrigatoriedade de cirurgia, mas exigindo aos atletas transgénero a demonstração de que os seus níveis de testosterona masculina no sangue são inferiores a 10 nanomoles por litro, pelo menos um ano antes de competir. Em relação a atletas que transitem do género feminino para o masculino estas restrições não se impõe.

Fonte: Sapo on-line

"Colisões com velocípedes aumentam em 2017”

Concentração de ciclistas convocada para 21 de Outubro

Por: Rui Sebastian

Foto: Pedalanças

Ocorreu mais um atropelamento no passado 30 de Setembro, perto de Carvalhal no município de Grândola. Automobilista pôs-se em fuga do local.

Um ciclista de 29 anos ficou gravemente ferido na sequência de acidente rodoviário, precisando de ser transportado de helicóptero para o Centro Hospitalar de Lisboa, onde foi operado de urgência devido a um traumatismo cranioencefálico e a uma lesão grave no braço. Após uma segunda intervenção cirúrgica o acidentado encontra-se atualmente em recuperação, embora se prevejam graves sequelas no braço afetado. A GNR do Posto Territorial da Comporta identificou e deteve o presumível autor do acidente por omissão de auxílio em acidente de viação, um homem de 38 anos, condutor profissional.

De acordo com a Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária, no ano de 2017 ocorreram em Portugal Continental 1.554 colisões envolvendo velocípedes, resultando em 22 vítimas mortais, 129 feridos graves e 1.885 feridos ligeiros. Estima-se que este número seja muito superior, por omissão de registo de acidentes de velocípedes.

O papel da bicicleta enquanto modo de transporte alternativo ao automóvel é consensualmente reconhecido pelas autoridades e pela comunidade científica, a nível mundial, como fundamental para enfrentar o desafio das alterações climáticas.

Neste contexto, importa assegurar as condições de segurança para que mais pessoas optem pela utilização da bicicleta nas suas deslocações, não apenas através da implementação de infraestruturas cicláveis seguras, mas também de sensibilização dos restantes utentes das vias, nomeadamente para as regras do código da estrada, alteradas em 2014.

Torna-se urgente reclamar um papel mais ativo na fiscalização, por parte das autoridades, do cumprimento das regras de circulação imprescindíveis para assegurar as condições de segurança necessárias para que a utilização da bicicleta seja adotada por cada vez mais pessoas, como é exemplo a distância de 1.5 metros a manter em caso de ultrapassagem a um ciclista. 

É necessário pôr um fim a mortes e acidentes com utilizadores vulneráveis nas estradas, e que cada automobilista se aperceba que o seu veículo pode tirar vidas. Recorde-se que o uso de bicicleta traz não só grandes benefícios à pessoa que o pratica mas também à sociedade em geral, e por isso é necessário incentivar este modo de transporte, que cumpre uma função social e ambiental muito valiosa.

O grupo "Pedalanças" convoca para Domingo, 21 de Outubro, um passeio com concentração às 10h no Terreiro do Paço (Lisboa), terminando no Jardim das Ondas no Parque das Nações. Para além de ser uma celebração da utilização da bicicleta, pretende também ser uma acção para sensibilizar todos os utilizadores das estradas portuguesas para as mudanças necessárias nos comportamentos de condução, bem como delinear futuras medidas e acções a tomar pela comunidade ciclista e sociedade em geral.

Durante a concentração, organizações representantes dos utilizadores da bicicleta poderão ainda expor as suas perspetivas quanto ao assunto, e serão dinamizadas algumas atividades com vista à sensibilização para o problema, como a pintura de t-shirts com palavras de orde

Fonte: Pedalanças

"XVI Passeio de S. Martinho / 5ª Rota da Castanha em Vale de Cambra"

É já dia 4 de Novembro que o IntercaimaBike irá organizar o XVI Passeio de S. Martinho / 5ª Rota da Castanha em Vale de Cambra

Como tem sido hábito teremos a vertente de lazer e a vertente competitiva, sendo os percursos de aproximadamente 25 km's com desnível positivo de 650m para o passeio ou 40 km's de com desnível positivo de 1100 para a rota

Não percas a oportunidade de te juntares a mais uma festa do BTT em Vale de Cambra

 

Este ano existem dois prazos para a inscrição:

Fase 1 - Até 28 de outubro de 2018

Passeio de S. Martinho e Rota da Castanha - Masculino  8€ / Feminino Grátis

Fase 2 - De 29 de outubro de 2018 até 1 de Novembro

Passeio de S. Martinho e Rota da Castanha - Masculino 10€ / Feminino 2€

Podes ainda adicionar o almoço a tua inscrição por mais 5€

Faça já a tua inscrição, usufruindo do valor reduzido em:

https://www.prozis.com/pt/pt/evento/xvi-passeio-de-s.-martinho-/-5-rota-da-castanha?ot=EVTPT139&utm_source=event&utm_medium=site&utm_content=home&utm_campaign=rota_da_castanha_passeio_s_martinho_2018

Fonte: Intercaima Bike

“Volta ao Algarve”

Melhor corrida de 2018 começa a preparar a próxima edição

Por: José Carlos Gomes

A Volta ao Algarve foi a melhor corrida por etapas do circuito Europe Tour em 2018, indicam os dados da plataforma de estatísticas de referência no ciclismo internacional, ProCyclingStats.com.

A corrida portuguesa de classe 2.HC foi a prova por etapas em todo o Mundo com maior qualidade de corredores presentes na época de 2018, sendo apenas superada por alguns eventos do circuito WorldTour, a Liga dos Campeões do Ciclismo.

Os dados estatísticos foram compilados pelo ProCyclingStats e podem ser confirmados na seguinte ligação: https://www.procyclingstats.com/rankings/me/pcs/races

O sucesso desportivo da Volta ao Algarve deve-se ao interesse das melhores equipas internacionais, às quais a organização agradece por, anualmente, dotarem a corrida portuguesa de algumas das maiores estrelas do pelotão internacional.

Em 2018, a corrida contou com 13 das 18 equipas do WorldTour e com 19 corredores do top 100 mundial, entre os quais Geraint Thomas, que, meses depois, viria a ganhar a Volta a França.

O regozijo pelo sucesso de 2018 motiva-nos para criar um evento ainda melhor em 2019, ano em que a prova mantém a classe 2.HC e vai realizar-se entre 20 e 24 de fevereiro.

Como grande novidade podemos já adiantar que a Volta ao Algarve irá iniciar-se com uma etapa que parte de Portimão, concelho que já não recebe a competição desde 2012, ano em que ali terminou a última tirada, com vitória de Bradley Wiggins. O regresso de Portimão acontece no ano em que o concelho foi eleito Cidade Europeia do Desporto.

O percurso de 2019 está ainda a ser desenhado, sendo certo que manterá as mesmas caraterísticas dos últimos anos, oferecendo duas etapas com previsível chegada ao sprint, um contrarrelógio individual e duas chegadas em alto.

A Volta ao Algarve é um dos eventos desportivos portugueses com maior impacto mediático. Em 2018 a corrida teve transmissão televisiva em direto para 120 países. Além disso, mereceu um total de 1944 notícias, das quais 1375 publicadas em Portugal. O retorno só em Portugal (Advertising Value Equivalent), segundo dados da Cision, foi de 7,6 milhões de euros.

Fonte: FPC

“Caso insólito…”

Na terça-feira, era dada a notícia de um ciclista que tinha sido confundido com um javali, e um caçador acabou por o matar, uma notícia triste, que numa altura em que abriu a caça, muitos são os caçadores que atiram a torto, e a direito por tudo o que se movimenta, ou que faça barulho.

Isto é nesta altura muito perigoso para quem pedala, em especial no btt, onde deve de haver muita atenção dos caçadores, mas também de quem pedala, sendo assim, e na base da notícia dada há dois dias, agora vem uma segunda notícia do ciclista morto, que em nada impede da chamada de atenção do que aconteceu, sendo com quem for, e o que fez, o que interessa é o cuidado dos caçadores, e a segurança dos ciclistas.

E agora fica aqui a segunda notícia que não é nada agradável:


“Mãe de ciclista que morreu confundido com javali: «Espero que apodreça no inferno!»”

Irmã também não chorou a sua morte e disse que Marc Sutton "merecia ser fuzilado como um animal"

Foto: Facebook

O britânico Marc Sutton, praticante de downhill, morreu no último fim-de-semana nos Alpes franceses, vítima de um tiro desferido por um caçador, de 22 anos, que o confundiu com um javali, mas a família não chorou a sua morte. Bem pelo contrário.

Acusado de violar a irmã e várias mulheres, a família lamenta que Sutton tenha "morrido tão rápido, sem sofrer".

A mãe contou no Facebook que o historial de violência de Marc começou por volta dos 11 anos, quando tentou apunhalar uma colega de turma. "Era um monstro, espero que apodreça no inferno!"

A irmã, Katie, também não lamentou o seu desaparecimento. Diz que Marc a violou mais de 100 vezes quando eram crianças. "Era um violador e estou feliz por ter morrido, sinto-me aliviada porque já não pode fazer-nos mal", contou ao jornal inglês 'The Sun'. "Merecia ser fuzilado como um animal, ele era o maior animal que existia sobre a face da Terra."

Uma ex-namorada - que não se identificou - também não lamentou a morte do ciclista, de 34 anos. "Chorei de alívio, ele era um psicopata."

Marc terá estado 6 meses detido por agredir uma namorada.

Fonte: Record on-line