sábado, 30 de julho de 2016

“Continuamos em alta nas audiências…”

Texto: José Morais

Foto: Arquivo Notícias do Pedal

No dia que fazemos 17 anos de existência, nada mais nos satisfazia com a estatística da nossa página do Facebook, e com os resultados da última semana.

Assim, ficam os resultados:

Visitas na página, aumentou em 130,6%.

Alcance total da semana aumentou em 1015,7%.

Pessoas envolvidas aumentou em 5250.0%.

Número total de gostos da página aumentou em 1,5%.

Apenas temos de agradecer a preferência, agradecendo com um obrigado a todos.

“ACP…É a favor ou contra as bicicletas…”

Texto: José Morais

Fotos: Arquivo Notícias do Pedal

Tudo começou em 2012 com criticas de Carlos Barbosa, presidente do ACP-Automóvel Clube de Portugal aos ciclistas, e às vias criadas, para os mesmos poderem circular com mais segurança, chegando mesmo por certas palavras, a incentivar os automobilistas, a irem para cima dos ciclistas, dando-lhes o menor espaço possível para circularem.

Vem depois Carlos Barbosa a dizer que; “A falta de cautela é de quem se diz vítima (0 ciclista), afirmando ainda Carlos Barbosa, que as autarquias não têm verbas para criar ciclovias e que as cidades portuguesas não são ideais para andar de bicicleta, que os ciclistas têm que respeitar o código da estrada e ter atenção ao ambiente automóvel”.

Por fim ainda diz; Os nossos ciclistas não têm noção do ambiente rodoviário, são ciclistas de fim-de-semana que, de vez em quando, tentam ser ecologistas durante a semana e pensam que podem andar por onde querem".

Em 2013 Carlos Barbosa volta novamente á carga com os ciclistas, a aprovação do novo código da estrada, onde o ciclista passa a ter mais defesa, é para o presidente do ACP uma dor de cabeça, e volta novamente a atacar os ciclistas ou utilizadores de bicicleta, e com a entrada do mesmo em 2014, Carlos Barbosa desta vez tenta a obrigatoriedade do seguro para bicicletas, mas em nada resultou.

Ofensas, e ataques às bicicletas da parte do ACP, mas os mesmos perdem força, e em 2015 lança uma campanha, “Nós partilhamos a estrada”, oferecendo autocolantes aos sócios para colocarem nos espelhos dos automóveis, com objetivo de não perderem de vista os mais vulneráveis (ciclistas).

Mas o mais caricato, quando se estava contra as bicicletas e os ciclistas, esquecendo o presidente do ACP que muitos dos seus associados também são ciclistas, lança agora mais uma beneficie aos seus sócios, e quem andam de bicicleta, um serviço de assistência em viagem, onde a bicicleta está incluída.

Ora se foi andar de bicicleta e é sócio do ACP, numa área de 50 quilómetros da sua resistência, sempre que pedale, e onde seja acessível ao trânsito automóvel, com exceção para os furos, o ACP leva-o a casa a si e á sua bicicleta, utilizando assim a assistência grátis.

Mas, se pensam que isto fica por aqui, ainda temos mais uma, o ACP é a assistência oficial da 78ª Edição da Volta a Portugal em Bicicleta, marcando presença na prova mais importante do ciclismo nacional.

Agora digam lá, isto dá para pensar, não dá, afinal o “ACP…É a favor ou contra as bicicletas…”

“Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros”

Não há duas sem três para João Almeida

João Almeida (Bairrada) subiu hoje ao pódio como vencedor da 11.ª Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros, depois de ganhar as três etapas da competição.

Hoje, na ligação de 110,3 quilómetros entre Boticas e Macedo de Cavaleiros, João Almeida fez o mesmo que nas tiradas anteriores: atacou e ninguém foi capaz de o deter. Quem esteve mais próximo de o conseguir foi o espanhol Alejandro Ropéro (RH+ Polartex/Fundación Contador), que apenas perdeu a roda nas últimas centenas de metros, acabando a etapa a 5 segundos do camisola amarela. O terceiro foi outro ciclista da equipa de formação financiada por Alberto Contador.

A etapa deste sábado foi, mais uma vez, marcada por um calor muito intenso e por um terreno de constante sobe e desce. Daí que o pelotão se foi desmantelando desde o início. Foi, no entanto, na serra de Bornes que se deram as movimentações decisivas. A subir fez-se a seleção e a descer surgiu o ataque surpresa de João Almeida.

“Sabia que os adversários não estavam à espera de um ataque na descida e saí para os surpreender. Estou muito feliz com este resultado. Nunca esperei ganhar as etapas todas, embora viesse para a prova com intenção de disputar a geral, tal como o meu companheiro Daniel Viegas. Agradeço-lhe a ele e a toda a equipa pelo trabalho que fizeram por mim, assim como agradeço todo o apoio da minha família”, afirmou João Almeida no final da corrida.

O corredor natural das Caldas da Rainha concluiu a Volta a Portugal de Juniores com 45 segundos de vantagem sobre Alejandro Ropéro e com 1m26s face a Pedro Lopes (Alcobaça CC/Crédito Agrícola), que o acompanharam no pódio.

João Almeida foi também o vencedor da classificação por pontos, enquanto Pedro Lopes conquistou a classificação da juventude e Tomeu Gelabert sagrou-se rei dos trepadores. A RH+ Polartex/Fundación Contador impôs-se por equipas.

Fonte: FPC

“Volta Portugal/De ardósia na mão guiam o pelotão”

Xana e Rita confiam plenamente nos motards que as transportam. O problema mesmo é o calor

Por: Ana Paula Marques

Foto:  Luís Vieira 

A Volta a Portugal também se faz no feminino. Há mulheres a distribuir beijinhos no pódio, no staff da organização, na comunicação social e até no pelotão. Não, a Rita Teixeira e a Xana Esteves não pedalam, seguem antes na caravana de moto. São comissárias e este ano surgiu a oportunidade de fazer a prova rainha numa outra função, levando as ardósias. Ou seja, são elas que vão dando indicações aos ciclistas sobre a situação de corrida, por exemplo, quanto tem de vantagem uma fuga. Há sempre riscos inerentes a uma prova de bicicletas e numa altura em que os acidentes envolvendo veículos, nomeadamente as motos, estão na ordem do dia.

"Confio plenamente no motard que me conduz", frisou Xana Esteves, 26 anos. "A organização disse-nos logo que os motards eram muito experientes. Temos de deixar o risco em casa", sublinhou por sua vez Rita Teixeira, três anos mais velha que a colega. "Quando for para descer a Serra da Estrela nem haverá certamente tempo e oportunidade para dar os tempos. Temos de dar espaço aos ciclistas", acrescentou Xana Esteves.

O calor tem sido nos primeiros dias, com temperaturas a chegarem quase aos 40 graus, um dos grandes problemas. É que Rita e Xana vão vestidas até ao pescoço, com fatos de quem parece estar a disputar um Dakar. Mas os compromissos com o patrocinador assim o obrigam.

O começo de tudo

Ambas são comissárias; Rita, que já foi jornalista e que agora é bancária – "mas não banqueira", brinca –, é-o há seis anos; Xana, auxiliar de ação educativa começou mais cedo, há oito. "O meu pai foi ciclista, mas não cheguei a vê-lo correr. Não, penso que o ciclismo está no sangue, nasce connosco. Comecei por fazer uma formação de ciclismo e pista", explicou Rita Teixeira.

"A minha mãe pertencia à organização do GP Torres Vedras e aos 14 anos já era menina do pódio. O meu pai também é comissário", destaca Xana Esteves, que através do ciclismo viria a conhecer o namorado, o ciclista Fábio Silvestre, da Leopard.

Respeito mútuo por cada função

Como comissárias, Rita e Xana já tiveram outras funções no pelotão que não a ardósia. Mas seja ela qual for , não tem havido problemas num ‘mundo’ dominado por homens. "Os ciclistas respeitam-nos muito. Houve uma vez que um deles teve uma reação mais a ‘quente’, mas no dia seguinte desculpou-se", explicou Xana. "Acima de tudo há um grande respeito pelas funções de cada um e nós também percebemos quando as coisas são ditas com os nervos à flor da pele", frisa Rita.

Sonho do Tour mas com os pés no chão

Isabel Fernandes e Paula Martins são as únicas comissárias portuguesas internacionais e ambas estão no Rio’2016. A primeira como principal responsável pelas provas; a segunda integrando o Colégio de Comissários. E sonham a Rita e a Xana chegar a um Tour ou Jogos Olímpicos? "Gosto muito de saber o chão que piso", destacou a segunda. "Não escondo que gostava de fazer uma Volta a França, mas também sou muito terra a terra", disse Rita.

Fonte: Record on-line

“Volta Portugal/EFAPEL supera calor transmontano e continua na luta”

Líder Jóni Brandão mantém-se no lote dos favoritos

Uma etapa louca que ligou Montalegre a Macedo de Cavaleiros provocou tremendas mudanças na Volta a Portugal em Bicicleta mas mantém a equipa EFAPEL na luta pela camisola amarela. Uma fuga que chegou a ter dez minutos de vantagem acabou por vingar e Daniel Mestre, que até ao fim do dia de hoje era o primeiro classificado, ocupa, agora, a segunda posição atrás de Rui Vinhas. O chefe de fila da formação liderada por Américo Silva, Jóni Brandão continua entre o lote dos favoritos.

O ritmo deste quarto dia de competição foi diabólico. Com temperaturas a rondar os 40 graus centígrados, os ciclistas pedalaram nas primeiras duas horas de corrida a mais de 46 quilómetros por hora. Houve muitos ataques. Fugas formadas e a EFAPEL trabalhou praticamente sozinha para controlar uma etapa fora do comum. Entretanto, e como mais ninguém assumia a vontade de lutar pela Grandíssima, Américo Silva optou por fazer poupar um pouco as forças dos seus corredores. Estes mostraram uma grande entreajuda, com o próprio Jóni Brandão a ir ao carro buscar abastecimento para os colegas se manterem hidratados.

Com os fugitivos a distanciarem-se, a EFAPEL voltou ao controlo do pelotão e os ciclistas pedalaram freneticamente para encurtar bastante a diferença, e conseguiu diminuir a distância para os que seguiam na frente. No final, Daniel Mestre entregou a camisola amarela mas a formação está bem posicionada para discutir a Grandíssima até ao fim.

“A etapa correu mais ou menos dentro do que era previsível. Nós não queríamos manter a amarela na nossa posse. Mas sempre pensámos que havia equipas que, como ainda não fizeram muito nesta Volta a Portugal, tentassem aproveitar a oportunidade. Não foi o que aconteceu. Neste momento, há duas equipas que já foram líderes e venceram etapas, a EFAPEL e o FC Porto. Quanto às nossas expectativas e aos nossos objectivos para a classificação geral, ainda se pode dizer que estão intactos”, afirmou o director desportivo da EFAPEL.

Certo é que a etapa que em teoria seria tranquila, mudou muita coisa e a Volta a Portugal está extremamente interessante. Amanhã realiza-se mais uma jornada dura com a clássica chegada à Senhora da Graça, em Mondim de Basto. As temperaturas vão manter-se altas e os corredores vão pedalar 191,9 quilómetros após a partida de Bragança. Será um dia bastante duro com três metas volante e quatro contagens de montanha. As duas primeiras são de terceira categoria e as restantes são de primeira.

 

Classificação na 3ª etapa da Volta a Portugal

    William Clarke            Drapac            3h49m50s

    Marco Frapporti        Androni Giocattoli    a 2s

    Benjamim Thomas        Armée de Terre    a 54s


15º    Jóni Brandão            EFAPEL        a 4m45s

33º    Daniel Mestre            EFAPEL        mt

47º    Henrique Casimiro        EFAPEL        mt

72º    Filipe Cardoso        EFAPEL        a 5m43s

74º    Rafael Silva            EFAPEL        a 7m08s

85º    Nuno Almeida        EFAPEL        mt

92º    António Barbio        EFAPEL        a 13m17s

    Álvaro Trueba        EFAPEL        mt

 

Classificação individual após a 3ª etapa da Volta a Portugal

    Rui Vinhas            W52/FC Porto        12h29m59s

    Daniel Mestre            EFAPEL        a 3m19s

    José Gonçalves        Caja Rural        a 3m21s


    Jóni Brandão            EFAPEL        a 3m31s

29º    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 3m49s

42º    Filipe Cardoso        EFAPEL        a 5m23s

81º    António Barbio        EFAPEL        a 26m14s

90º    Rafael Silva            EFAPEL        a 33m38s

97º    Nuno Almeida        EFAPEL        a 42m12s

118º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 52m05s

Fonte: Efapel

“Volta Portugal/Dragão Amarelo em Macedo de Cavaleiros”

“Assumi sozinho as despesas da perseguição com o objetivo de “sacar” o máximo tempo possível


William Clarke venceu, este sábado, a 3ª etapa da 78ª Volta a Portugal Santander Totta, após um dia de surpresas que “abanou” a Classificação Geral e levou Rui Vinhas (W52-FC Porto) à liderança. A chegada em Macedo de Cavaleiros foi protagonizada, no primeiro momento, por apenas dois homens que chegaram isolados com quase um minuto de vantagem, sorrindo o triunfo ao australiano da Drapac que se impôs a Marco Frapporti, o italiano da Androni Giocattoli-Sidermec.


Os dois protagonizaram uma fuga de mais de 80 quilómetros que chegou a ultrapassar 10 minutos de vantagem. Tratando-se de homens que estavam muito atrasados na classificação geral quem mais beneficiava era Rui Vinhas que no grupo perseguidor, com seis elementos, era o melhor classificado. A grande diferença fez suar os alarmes no pelotão com a Efapel preocupada em reduzir ao máximo o “fosso” que havia para o grupo perseguidor e no fim, quando quis correr atrás do prejuízo, já era demasiado tarde. O conjunto perseguidor concluiu a etapa com mais 54 segundos e Vinhas tornou-se o novo Camisola Amarela Santander Totta. A liderança do comandante da Volta é agora de 3 minutos e 13 segundos sobre Daniel Mestre (Efapel) que baixou ao segundo lugar. O pelotão, onde chegou integrado o anterior líder, terminou a etapa 4 minutos e 45 minutos depois.


“Assumi sozinho as despesas da perseguição com o objetivo de “sacar” o máximo tempo possível”, afirmou, tranquilo, Rui Vinhas apesar de estar a viver um momento de intensas emoções. A nova contabilidade da prova pode ser um problema para o diretor desportivo da W52-FC Porto que tinha apontado Gustavo Veloso para vencer esta edição da Volta a Portugal. Nuno Ribeiro esclareceu as dúvidas: “O objetivo da equipa é vencer a Volta a Portugal, o Gustavo Veloso continua a ser a nossa aposta, mas não vamos queimar o Rui Vinhas.” José Gonçalves (Caja Rural) mantém-se no pódio com o terceiro lugar, a 3 minutos e 14 segundos de Rui Vinhas.


Dia nervoso em Trás-os-Montes

Montalegre, que nos últimos dois anos emprestou a Serra do Larouco para chegadas em alto na Volta a Portugal, foi este sábado ponto de partida para os 158,9 Km da terceira etapa. Foi grande o nervosismo no início da tirada por dois grandes motivos: a luta pelas bonificações nas metas volantes e pela classificação da montanha, que tinha duas contagens de segunda categoria. Após esta etapa a Camisola Azul Liberty Seguros passou a pertencer a César Fonte (Rádio Popular-Boavista). Após a vitória na etapa, William Clarke tornou-se o homem mais regular em prova e vestiu a Camisola Verde Rubis Gás. O colombiano Diego Ochoa (Boyaca) continua a ser o melhor jovem em competição e veste a Camisola Branca RTP.
 

Quem é William Clarke?
Nasceu no “País dos Cangurus” a 11 de abril de 1985. Profissional desde 2010, este australiano de 31 anos começou a carreira na Team Leopard-Trek. Desde aí esteve na Champion System Pro e Argos-Shimano, até chegar, em 2014, à atual equipa, a francesa Drapac. Para além da vitória deste sábado, William Clarke já acrescentou ao palmarés, esta temporada, uma vitória na Herald Sun Tour, duas na Volta a Taiwan e outra na Volta à Austrália.


Uma etapa com Graça 


Depois de Trás-os-Montes, a Volta sobe ao alto da Sra. da Graça. Espera-se um domingo bastante animado, com a sempre especial e mítica etapa que termina em Mondim de Basto. O pelotão parte de Bragança, às 11h45, para cumprir 192 Km recheados de muitas e difíceis montanhas sobretudo na segunda metade da tirada.

Fonte: Podium

“Revista Notícias do Pedal,17 Longos anos de existência”

O Notícias do Pedal partiu de uma simples publicação anual, durante 4 anos foram feitas quatro edições, para um número restrito de leitores, mais propriamente amigos, com um objetivo único na altura, a divulgação do cicloturismo, modalidade em expansão, onde pouco se falava e dava palavra, já que como atualmente, o cicloturismo e o ciclismo em geral, continuam a não serem apostas dos nossos médias em papel. A dificuldades de por nas bancas uma revista em papel pelos custos elevados, algo que continua a acontecer hoje, surgiu então na ideia do nosso subdiretor, a elaboração de uma revista on-line, já que na altura a internet estava cada vez em entrar casa a dentro dos leitores, e seria mais fácil, com despesas mais reduzidas, e assim o Notícias do Pedal saiu para o mundo da internet no dia 30 de Julho de 1999, logo com a divulgação de um grande evento, as "24 Horas a Pedalar na Pista da Malveira".

Na altura era uma edição semanal, onde todas as semanas os passeios de cicloturismo eram divulgados, mais tarde, e porque era muitas vezes complicado manter esse ritmo, passamos a quinzenal. Mas ao longo dos anos, outros objetivos tínhamos no horizonte, e passamos a ser mensal, também existiram alterações, e a simples revista de cicloturismo, passou a ser uma revista de todas as modalidades onde a bicicleta está presente.

Ao longo dos anos temos tido como em tudo, altos e baixos, temos falhas como todos possuem, e como tudo, também não podemos agradar a Gregos e a Troianos, mas tentamos fazer sempre o nosso melhor, e estar o mais presentes possível, e para que isso possa acontecer, e como a notícia dada hoje não pode ser dada como há uns anos atrás, temos de ser mais rápidos e eficazes, algo que tentamos ser, assim, mantemos a nossa edição mensal, onde apresentamos um resumo das notícias importantes do mês, porem tivemos de nos atualizar, e já alguns anos que temos também a nossa edição diária, com ligação às redes sociais, o que tem aumentando cada vez mais as nossas audiências, e nos gratifica assim o nosso trabalho. Mas não queremos ficar só por aqui, temos o nosso espaço "Pedal Feminino" dedicado ao sexo feminino, e o nosso canal de televisão, tanto no MEO, como ainda no YouTube, a pensar em todos os nossos leitores que não possuem o MEO.

Aquela revista de que apenas o cicloturismo era o importante, mudou, agora todas as notícias de ciclismo são importantes, não esquecendo as nossas origens, e tendo uma dedicação muito especial ao cicloturismo, o qual temos acompanhado constantemente, onde ao longo destes anos fizemos muitos amigos, muitos nos apoiaram, e nos deram força para continuarmos, apesar de ás vezes estarmos já um pouco cansados, mas que nos dá animo depois, quando participamos e fazemos uma cobertura por exemplo das "14 Horas a Pedalar" que apesar de ser violento por descansarmos pouco, no final é gratificante trazer os belos momentos passados no evento, tanto deste, como de outro onde estamos presentes.

Estamos cá há "17 anos" e temos resistido, muitos vieram depois, e já nos deixaram, nós temos muitas vezes navegado contra marés fortes, mas temos ultrapassado, já nos tentaram silenciar, mas continuamos a falar mais alto, não somos para-quedistas, não fazemos a notícia em cima do joelho, apenas tentamos ser profissionais, para isso possuímos esse título, por isso vamos continuar a lutar por aquilo em que acreditamos, por um longo projeto que temos conseguido levar a bom porto.

Assim, vamos terminar por hoje, agradecendo a todos que tem apostado em nós, a todos que nos tem apoiado, e a todos que quando marcamos presença, pela maneira como nos recebem, obrigado a todos, sem vocês não tinha expressão a nossa existência.

Com os votos de bons passeios, boas pedaladas, nos despedimos até á próxima edição. 

José Morais (diretor)