quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

“Movistar apresenta-se com Nelson Oliveira e a ambição de vencer o Tour”

Equipa espanhola mostrou elenco para a próxima temporada

Por: Lusa

Os ciclistas portugueses Nelson Oliveira e Nuno Bico estiveram esta quinta-feira na apresentação da Movistar para 2018, ano que a equipa espanhola aborda tendo a Volta a França como "grande objetivo".

"Temos corredores com o perfil ideal para pensar que o Tour, uma das poucas corridas que falta no nosso palmarés, possa ser o grande objetivo do ano", afirmou Eusebio Unzué, diretor geral da equipa, ao serviço da qual Nelson Oliveira e Nuno Bico farão a sua terceira temporada.

Num grupo de 25 corredores, que conserva o colombiano Nairo Quintana e o espanhol Alejandro Valverde, a chegada do também espanhol Mikel Landa (ex-Sky) abre o leque de opções de liderança da Movistar. "Se Deus quiser, vamos lá com os nossos três líderes", afirmou Unzué.

Quintana, de 27 anos, vencedor da Volta a Itália em 2014 e da Volta a Espanha em 2016, ambiciona chegar à vitória na Volta a França, depois dos segundos lugares em 2013 e 2015. A sua época arranca em casa, na corrida Colombia Oro y Paz (06 a 11 de fevereiro).

O veterano Valverde, de 37 anos, vítima de uma grave lesão num joelho devido a uma queda na Volta a França de 2017, começa a competir no Challenge de Maiorca (25 a 28 de janeiro) e prossegue na Volta à Comunidade Valenciana (31 de janeiro a 4 de fevereiro).

Landa, de 28 anos, grande reforço da Movistar, que terminou o último Tour em quarto, numa Sky liderada por Chris Froome como líder (e vencedor), inicia a época na Volta à Andaluzia (14 a 18 de fevereiro).

A Movistar apresentou também a sua nova equipa feminina, que vai para a estrada em 2018 com 10 corredoras.

Fonte: Record on-line

“UCI suspende Nicola Ruffoni por quatro anos”

Que deu positivo por hormona de crescimento num controlo antidoping surpresa antes da última Volta a Itália

Por: Lusa

Foto: Twitter

A União Ciclista Internacional (UCI) suspendeu por quatro anos o italiano Nicola Ruffoni, que deu positivo por hormona de crescimento num controlo antidoping surpresa antes da última Volta a Itália.

Na véspera do arranque do último Giro, a UCI anunciou que os italianos Nicola Ruffoni e Stefano Pirazzi, ambos da formação Bardiani--CSF, tiveram controlos antidoping positivos.

Os dois corredores da formação continental italiana, uma das quatro convidadas para a 100.ª edição do Giro, acusaram hormona de crescimento em controlos fora de competição, realizados em 25 e 26 de abril.

A entidade que tutela o ciclismo mundial já tinha suspendido anteriormente Pirazzi por quatro anos.

Fonte: Record on-line

“Quintana espera que autoridades façam o seu trabalho no caso de Froome”

Britânico deu resultado positivo por salbutamol

Por: Lusa

Foto: Reuters

O ciclista colombiano Nairo Quintana, duas vezes segundo no Tour atrás de Chris Froome, disse que espera que as entidades antidopagem façam bem o seu trabalho no caso do positivo por salbutamol do britânico.

"Aguardamos que as instituições de controlo façam as coisas corretamente, como o fariam no caso de qualquer outro corredor", disse o vice-campeão das edições de 2013 e 2015 da Volta a França, à margem da apresentação da Movistar, em Madrid.

Parco em palavras, o colombiano acrescentou ainda que espera que Froome tenha respeitado as regras.

Quintana, de 27 anos, tem sido o principal rival de Froome nas corridas por etapas, tendo terminado a Volta a França, em duas ocasiões, na segunda posição atrás do líder da Sky, e uma na terceira (2016).

A UCI confirmou na quarta-feira o controlo antidoping adverso de Froome, no caso o broncodilatador salbutamol, numa análise à urina feita em 07 de setembro, durante a última edição da Vuelta. O organismo diz ter notificado o corredor em 20 de setembro, acrescentando que a contra-análise confirmou a presença da substância acima do admitido para uso terapêutico.

Fonte: Record on-line

“Tony Martin ataca UCI por causa de Froome: «Isto é um escândalo»”

Ciclista alemão critica tratamento especial dado ao britânico

Foto: Reuters

O ciclista alemão Tony Martin atacou a União Ciclista Internacional (UCI) e a forma como está a ser tratado o caso de doping de Chris Froome.

"A nossa credibilidade está em jogo! Estou tão zangado. O caso de Chris Froome é definitivamente um caso de dois pesos e duas medidas. Os outros atletas são imediatamente suspensos após um teste positivo. A Chris Froome e à sua equipa, a UCI deu tempo para explicações. Não tenho conhecimento de nenhum caso semelhante no passado recente. Isto é um escândalo, especialmente porque ele já nem sequer deveria ter participado no Mundial", começa por dizer o alemão Tony Martin, numa mensagem publicada na sua página de Facebook.

"Ficamos com a impressão de que nos bastidores há uma conivência e a procura de uma forma de sair deste caso. Ele e a sua equipa gozam de um estatuto especial? Precisamos de uma abordagem coerente e transparente da uci. O que está a acontecer é incoerente, não transparente, pouco profissional e injusto", ataca o ciclista da Katusha-Alpecin.

Na quarta-feira soube-se que Chris Froome acusou positivo no controlo antidoping realizado na 18.ª etapa da Volta a Espanha de 2017, realizada a 7 de setembro. O ciclista da Sky foi notificado pela UCI a 20 de setembro do resultado do teste que confirmou a presença de 2.000 nanogramas por mililitro de sangue (ng/ml) de salbutamol, o dobro permitido pela regulamentação da Agência Mundial Antidopagem (AMA).

Fonte: Record on-line

“Nélson Oliveira pode ganhar medalha”

Dado o controlo positivo de Chris Froome

Foto: EPA

O controlo positivo de Chris Froome, que aconteceu a 7 de setembro, poderá trazer também um volte-face... ao ciclismo português.

É que Nélson Oliveira foi 4º nos Mundiais de Bergen, na Noruega, a 20 de setembro, ficando a 7 segundos do terceiro lugar do pódio, ocupado por um certo... Chris Froome!

A confirmar-se a suspensão do britânico, Portugal conquistaria a sua segunda medalha da história na categoria de Elite dos Mundiais de ciclismo, depois de Rui Costa ter vencido a prova de estrada em 2013. Na vertente de contrarrelógio, Portugal nunca ganhou qualquer medalha em seniores.

Fonte: Record on-line