quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

“Strade Bianche 2026: A Clássica Toscana Reinventa-se e Promete Emoção”


Por: José Morais

A Strade Bianche, uma das provas mais emblemáticas do ciclismo mundial moderno, prepara-se para a sua 20ª edição no dia 7 de março de 2026, com novidades no percurso e expectativas elevadas entre os favoritos do pelotão mundial.

Organizada pela RCS Sport e integrada no UCI WorldTour, a clássica que começa e termina em Siena (região da Toscana, Itália) viu hoje em Milão a apresentação oficial dos percursos das edições masculina e feminina.

 

Percurso Reformulado

Para 2026, os organizadores anunciaram alterações significativas no traçado:

 

A prova masculina terá 201 km, com 14 setores de estradas de terra totalizando cerca de 64,1 km, menos do que nas últimas edições em que os sectores de terra somavam cerca de 80 km.

A Strade Bianche Women também sofreu ajuste, com 131 km de percurso e redução de dois sectores de terra, mas mantendo um desafio físico intenso sobre o terreno ondulado da região.

O ícone da prova a chegada na Piazza del Campo, em Siena, após a íngreme subida da Via Santa Caterina permanece intacto, garantindo o drama final que tem caracterizado as edições anteriores.

Estas modificações foram pensadas numa tentativa de equilibrar ainda mais a competição, mantendo o carácter único da corrida sem torná-la excessivamente dura ou previsível, algo que nos últimos anos foi facilitado pelo domínio de alguns líderes.

 

Estrelas e Favoritos

 

Entre os nomes mais aguardados está Tadej Pogacar (UAE EmiratesXRG), atual campeão em título e um dos grandes protagonistas recentes da prova. O esloveno estreia oficialmente a temporada nesta clássica e buscará um quarto triunfo histórico, que o colocaria ainda mais no panteão da prova — após vitórias em edições anteriores.

Outros nomes que se antecipam no pelotão incluem ciclistas experientes em clássicas e especialistas em percursos exigentes, reforçando a ideia de uma disputa aberta desde os primeiros quilómetros até à chegada em Siena.

 

Mulheres em Destaque

 

A prova feminina, parte do UCI Women’s World Tour, também terá grande visibilidade, com muitas das melhores corredoras do pelotão mundial à partida. A redução de sectores de terra não diminuirá a intensidade do duelo, especialmente nas subidas técnicas que tradicionalmente selam as classificações no final da corrida.

 

A Comunidade e a Gran Fondo

 

O fim de semana dedicado à Strade Bianche não se limita às provas profissionais. No dia 8 de março, tem lugar a Gran Fondo Strade Bianche Estra, um evento amador extremamente popular com recorde de inscritos, que percorre parte dos mesmos estradões de terra e culmina na mesma Piazza del Campo.

Em síntese, a Strade Bianche 2026 confirma-se como um dos primeiros grandes encontros da temporada de clássicas, combinando tradição, desafio físico e uma revolução calculada do percurso que promete manter os fãs e os ciclistas colados à estrada desde a largada até à linha de chegada.

 

Quem Realmente Pode Quebrar o Tradicional Domínio?

 

A Strade Bianche sempre foi a clássica que mistura charme e brutalidade: estradas de terra, subidas curtas, mas traiçoeiras, e a chegada icônica na Piazza del Campo em Siena. Em 2026, com o percurso ligeiramente mais curto e alguns setores de terra eliminados, a corrida promete ser mais tática do que nunca, embora continue sendo um teste de resistência pura.

 

Corrida Masculina: Pogacar é Imbatível… ou Não?

 

Não dá para ignorar Tadej Pogacar. O esloveno domina praticamente todas as edições recentes e, com a estreia na temporada nesta clássica, chega mais fresco que a concorrência. Mas é justamente a redução de setores de terra que abre espaço para surpresas: corredores explosivos, especialistas em curtas subidas, podem tirar proveito de uma estratégia ousada.

Se antes a corrida parecia um palco para Pogacar brilhar sozinho, agora a vitória pode estar mais aberta. Será que veremos um ataque decisivo a 20 km da chegada ou a velha corrida de seleções ainda vai predominar? Entre os favoritos, nomes como Remco Evenepoel e alguns clássicos italianos de terra prometem não deixar o pelotão respirar.

 

Mulheres: Uma Disputa Que Merece Mais Holofotes

 

A prova feminina mantém a essência dura e dramática da Strade Bianche. A redução de setores de terra não diminui a intensidade, mas força as corredoras a fazer escolhas estratégicas mais inteligentes. Aqui, a imprevisibilidade é a estrela: a vencedora não será necessariamente a mais forte fisicamente, mas sim a mais esperta, agressiva e calculista nos momentos certos.

 

O Percurso: Menos Terra, Mais Estratégia

 

Retirar alguns setores de terra talvez torne a corrida mais “politicamente correta”, mas também diminui aquela sensação de caos que sempre encantou o público. A chegada na Piazza del Campo continua sendo o cartão-postal que separa os ciclistas que apenas completam a prova daqueles que realmente entram para a história.

 

Conclusão: Uma Clássica Que Continua Imperdível

 

A Strade Bianche 2026 tem tudo para ser um jogo de xadrez sobre rodas, onde força e estratégia se encontram. Pode ser a última chance para alguém desafiar o reinado de Pogacar? Ou veremos mais uma edição dominada por um gigante do pelotão? De qualquer forma, Siena estará pronta para receber um espetáculo que mistura tradição, drama e… poeira de terra.

No final, como sempre, a Strade Bianche não é apenas sobre quem vence, mas sobre quem se arrisca, quem ousa e quem conta a própria história entre as pedras da Toscana.

“Resultados da 1ª etapa do Tour Down Under 2026: Tobias Lund Andresen surpreende e vence ao sprint, à frente de Brennan e Welsford”


Por: Miguel Marques

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

Pode visualizar este artigo em: https://ciclismoatual.com/ciclismo/resultados-da-1-etapa-do-tour-down-under-2026-tobias-lund-andresen-surpreende-e-vence-ao-sprint-a-frente-de-brennan-e-welsford

 

A 1ª etapa do Tour Down Under colocou os comboios dos sprinters frente a frente e, em Tanunda, tivemos um final rapidíssimo onde Tobias Lund Andresen beneficiou de um lançamento perfeito para conquistar, talvez, a maior vitória da sua carreira.

A tirada inaugural apresentava apenas 120 quilómetros, praticamente planos, com as ligeiras subidas a Menglers Hill a marcarem o dia num circuito de três voltas. Guillaume Martin e Enzo Paleni formaram a fuga do dia juntamente com Martin Urianstad, da Uno-X Mobility. Antes disso, o campeão em título, Jhonatan Narváez, antecipou-se para arrecadar 3 segundos de bónus no primeiro sprint intermédio.

Martin utilizou a escapada para somar 6 segundos, essenciais para a sua aposta na geral, após um início muito fraco no prólogo de Adelaide, onde foi o pior entre os candidatos à classificação. Depois do último sprint intermédio, regressou ao pelotão e, apesar de ter dois homens na fuga, o francês acabou por ver Urianstad arrecadar a liderança da classificação da montanha.

Paleni foi alcançado a 7 quilómetros da meta e, nos metros finais, a tensão nos lançamentos levou a Decathlon CMA CGM a assumir a dianteira, com Tord Gudmestad a lançar Tobias Lund Andresen. Na reta final para Tanunda, o sprinter dinamarquês confirmou o triunfo, um excelente arranque de temporada. Matthew Brennan foi segundo, enquanto Sam Welsford, algo fechado no sprint decisivo, terminou em terceiro.

“ADoP suspende Venceslau Fernandes e Rafael Silva por irregularidades no passaporte biológico”


Por: José Morais

A Autoridade Antidopagem de Portugal aplicou suspensões prolongadas aos ciclistas Venceslau Fernandes e Rafael Silva devido a anomalias detetadas nos seus passaportes biológicos, a lista de sanções disciplinares da ADoP, foi atualizada esta quarta-feira.

Fernandes, de 29 anos, recebeu uma suspensão de seis anos, válida até novembro de 2030, com dedução do período de suspensão preventiva já cumprido. O corredor representava a AP Hotels&ResortsTaviraFarense e foi vencedor da Volta a Portugal do Futuro em 2018.

Rafael Silva, de 35 anos, ficará afastado até fevereiro de 2028. O antigo ciclista, vencedor da Taça de Portugal em 2023, já se encontrava suspenso preventivamente e anunciou a retirada pouco depois de ser notificado. Apesar de alegar inocência, optou por não recorrer.

O passaporte biológico permite detetar indícios indiretos de dopagem através da monitorização contínua de parâmetros sanguíneos e urinários. A ADoP não especifica as datas das irregularidades, embora Silva tenha afirmado que o processo se baseia em análises de 2015.

“Volta a Catalunha 2026: tradição, montanha e expectativa renovada”


De 23 a 29 de março de 2026

 

Por: José Morais

A Volta a Catalunha volta ao calendário do ciclismo mundial em 2026 reafirmando o seu estatuto como uma das provas por etapas mais antigas e prestigiadas do World Tour. Com um percurso que tradicionalmente combina montanha exigente, etapas para sprinters e dias decisivos para os homens da geral, a corrida catalã promete novamente ser um dos principais testes da temporada europeia.

Embora o traçado oficial e as datas ainda não tenham sido divulgados pela organização, a expectativa é de que a edição de 2026 mantenha a identidade histórica da prova: uma semana de competição intensa, atravessando diferentes paisagens da Catalunha e colocando à prova a regularidade dos ciclistas. A presença de equipas de topo e de líderes com ambições para as grandes voltas deverá voltar a marcar o pelotão.

 

Etapas e características

 

De forma geral, a Volta a Catalunha é composta por cerca de sete etapas, cada uma com um papel estratégico distinto:

Etapas planas ou ligeiramente onduladas, pensadas para sprinters e chegadas em grupo, mas muitas vezes influenciadas pelo vento e pela luta por posicionamento.

Etapas de média montanha, típicas do interior catalão, onde ataques de longe e fugas bem organizadas podem ganhar protagonismo.

Etapas de alta montanha, habitualmente decisivas para a classificação geral, com subidas longas e seletivas que expõem diferenças físicas e táticas.

Uma etapa final mais controlada, muitas vezes em circuito urbano, que serve como encerramento simbólico da prova e consagração do vencedor.

 

Importância no calendário

 

Inserida num momento-chave da temporada, a Volta a Catalunha funciona como preparação para objetivos maiores, como as grandes voltas ou os clássicos de primavera tardios. Ao mesmo tempo, é uma oportunidade para jovens talentos se afirmarem frente aos nomes consagrados do pelotão internacional.

A edição de 2026 deverá, assim, manter o equilíbrio entre espetáculo, exigência desportiva e respeito pela tradição. Até à apresentação oficial do percurso, a Volta a Catalunha continua envolta em expectativa, mas com a garantia de que voltará a oferecer ciclismo de alto nível nas estradas catalãs.

A Volta a Catalunha 2026 uma das provas por etapas mais antigas do ciclismo está oficialmente marcada para se realizar de 23 a 29 de março de 2026 no calendário internacional UCI World Tour masculino.

Assim, esta edição de 2026 terá sete dias de competição, começando segunda-feira, 23 de março de 2026, e concluindo domingo, 29 de março de 2026 com a tradicional etapa final em Barcelona.

Na mesma temporada, a edição feminina da prova por etapas será disputada separadamente entre 19 e 21 de junho de 2026.

 

Equipas UCI World Teams (máxima categoria – 17 de 18 presentes)

As equipas da primeira divisão mundial que marcarão presença são:

 

Alpecin-Premier Tech, Bahrain Victorious, Decathlon CMA CGM Team, EF Education-EasyPost, Groupama-FDJ United, INEOS Grenadiers, Lidl-Trek, Lotto Intermarché, Movistar Team, NSN Cycling Team, Red Bull-BORA-hansgrohe, Soudal Quick-Step, Team Jayco AlUla, Team Visma | Lease a Bike, UAE Team Emirates XRG, Uno-X Mobility, XDS Astana Team.

Ausência pontual do Picnic PostNL, único World Team que optou por não participar nesta edição.

 

Equipas UCI Pro Teams, convites e presença garantida

Além dos World Teams, haverá seis Pro Teams convidados, incluindo formações de destaque:

 

Pinarello-Q36.5 Pro Cycling Team, Modern Adventure Pro Cycling, Burgos-Burpellet-BH (Espanhol), Caja Rural-Seguros RGA (Espanhol), Equipo Kern Pharma (Espanhola), Euskaltel-Euskadi (Espanhola)

No total serão 23 equipas, reunindo grande parte dos melhores ciclistas do mundo na corrida por etapas catalã em março de 2026.

 

Aqui, ficam os principais ciclistas favoritos à vitória geral na Volta a Catalunha, com base nas confirmações oficiais e na reputação ciclística dos inscritos:

 

Favoritos claros à vitória geral:

 

1. Jonas Vingegaard (Team Visma | Lease a Bike)

Um dos ciclistas mais fortes do mundo, vencedor de múltiplos Tour de France e com grandes resultados em provas por etapas curtas e longas. A Volta a Catalunha 2026 está marcada no seu calendário como parte da preparação de primavera.

 

2. Remco Evenepoel (Red Bull-BORA-hansgrohe)

Campeão do mundo e vencedor de grandes provas por etapas, Evenepoel combina crono fortes com escalada agressiva e será um dos principais candidatos à classificação geral.

 

3. João Almeida (UAE Team Emirates XRG)

Especialista em etapas de montanha e contrarrelógio, Almeida tem provas do seu potencial em corridas do World Tour e costuma lutar nas posições altas da geral.

 

4. Florian Lipowitz (Red Bull-BORA-hansgrohe)

Outro escalador sólido com boa forma recente, capaz de apoiar Evenepoel ou ambicionar um resultado próprio na geral.

 

5. Mikel Landa (Soudal Quick-Step)

Veterano escalador espanhol com experiência em grandes montanhas candidato a ganhar tempo nas etapas desniveladas.

 

6. Tom Pidcock (Pinarello-Q36.5 Pro Cycling Team)

Embora mais conhecido pelas clássicas e como dar um soco, Pidcock também tem capacidade para lutar por uma classificação geral forte em provas com terreno variado.

 

Dinâmica da corrida

 

A prova tem múltiplas etapas com grandes montanhas, incluindo chegadas em altitude como Vallter e La Molina/Coll de Pal, o que favorece escaladores puros e líderes de equipa focados no geral.

Mesmo sem Tadej Pogačar que já venceu edições difíceis no passado, o plantel reúne vários líderes com capacidade para lutar pela classificação geral.

“Volta ao Algarve 2026: Uma edição renovada para desafiar os melhores do pelotão mundial”

Por: José Morais

De 18 a 22 de fevereiro de
2026, a 52.ª Volta ao Algarve em Bicicleta volta a colocar o sul de Portugal no centro do ciclismo internacional. A prova, já integrada no UCI Pro Series, promete cinco dias de intensa competição, com um percurso renovado pensado para elevar a imprevisibilidade e a emoção desde o primeiro quilómetro.

 

Da origem à consagração internacional

 

Criada em 1960, a Volta ao Algarve teve as suas primeiras edições nos primórdios do ciclismo competitivo português, com um percurso ainda embrionário e limitada projeção internacional. Após um interregno entre 1962 e 1976, a prova voltou em 1977 e passou desde então a disputar-se anualmente, crescendo em relevância até integrar, na década de 2000, os Circuitos Continentais da UCI e mais tarde o UCI Pro Series, atraindo grandes nomes do ciclismo mundial.

Ao longo dos anos, a corrida algarvia serviu tanto como palco de estrelas emergentes desde Alberto Contador e Remco Evenepoel até Jonas Vingegaard como de preparação para a temporada principal do ciclismo europeu, em especial as Clássicas e Grandes Voltas.

 

As novidades e alterações da edição 2026

 

A edição de 2026 apresenta mudanças significativas no traçado do percurso e na dinâmica desportiva. A prova começa pela primeira vez em Vila Real de Santo António, com 185,6 km a Tavira e uma inovação tática: o “quilómetro de ouro”, que introduz sprints bonificados ao longo de um curto intervalo para dinamizar desde cedo a luta pela classificação geral.

 

A organização também reforçou a seletividade da corrida

 

Duas etapas com chegadas em altitude no Alto da Fóia e no emblemático Alto do Malhão prometem separar seriamente os candidatos ao pódio.

Um contrarrelógio individual urbano de 19,5 km em Vilamoura coloca os especialistas da disciplina em destaque e pode ser decisivo para a classificação geral.

Além disso, a 4.ª etapa entre Albufeira e Lagos combina velocidade com zonas expostas ao vento, testando o controlo tático das equipas.

No total, a Volta terá 697,41 km de percurso e mais de 10 900 m de desnível acumulado, elevando o nível de exigência face às edições anteriores.

 

Etapas e características principais

 

Vila Real de Santo António – Tavira (185,6 km): plano, com um final provável ao sprint e sprints bonificados no “quilómetro de ouro”.

Portimão – Alto da Fóia (157,1 km): estreia de uma chegada montanhosa mais irregular e exigente, com categoria elevada.

Vilamoura – Vilamoura (CRI) (19,5 km): contrarrelógio decisivo para os candidatos à geral.

Albufeira – Lagos (182,1 km): palco para sprinters e táticas de equipa, com possibilidade de cortes pelo vento.

Faro – Alto do Malhão (153,1 km): última e definidora etapa com dupla ascensão à mítica subida.

 

As dificuldades do vento às subidas explosivas

 

Os corredores enfrentarão um mix clássico de desafios algarvios: vento lateral nas etapas costeiras, que pode fragmentar o pelotão; subidas curtas e explosivas, como o Alto do Malhão, cuja combinação de inclinação e repetição no circuito final é conhecida por decidir classificações; e ainda o contrarrelógio técnico em ambiente urbano que exige potência e concentração.

 

Equipas e favoritos

 

A prova contará com um pelotão de luxo, composto por 12 equipas World Tour, 3 Pro Teams e várias equipas continentais portuguesas. Entre os nomes mais aguardados estão: UAE Team Emirates-XRG, a melhor equipa de 2025, com presença assegurada e forte liderança de João Almeida, que chega motivado após uma excelente temporada anterior e já com história de pódio no Algarve.

Juan Ayuso (Lidl-Trek) surge como um rival direto de Almeida, especialmente em terrenos mais exigentes de montanha. Jovens como Paul Seixas (Decathlon CMA CGM) são vistos como talentos em ascensão capazes de surpreender. Outros sprinters e clássicos de topo reforçam a qualidade da lista de inscritos, com nomes bem posicionados nos rankings mundiais.

A ausência de alguns vencedores recentes, como Jonas Vingegaard, abre ainda mais o leque de candidatos à luta pela geral e torna a corrida ainda mais imprevisível.

 

Resumindo

 

Com um percurso reinventado, características táticas inovadoras e um pelotão de nível mundial, a Volta ao Algarve 2026 promete ser uma das edições mais competitivas dos últimos anos um sopro de ciclismo internacional numa região que ao longo de mais de seis décadas tem crescido de prova regional a evento global de referência no início da temporada ciclística europeia.

Ficha Técnica

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