quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

“Controlo de Treino pela FTP dos escalões juvenis a Sub-23”

Com o objetivo de continuar a acompanhar a evolução dos jovens atletas, a Federação de Triatlo de Portugal está a dar continuidade ao Controlo de Treino. No fim-de-semana de 9 e 10 de fevereiro decorreu o Controlo de Treino nas regiões de Lisboa, Porto, Madeira e Algarve destinado aos escalões de juvenis, cadetes, juniores e Sub-23.

Neste controlo de treino aplicou-se uma bateria de testes com o objetivo de monitorizar os indicadores de performance dos atletas nos diferentes segmentos da modalidade.


Locais do Controlo de Treino

Na região de Lisboa, o Controlo de Treino foi coordenado por António Fortuna e a natação foi realizada na Piscina Municipal de Barcarena, o atletismo no Centro de Alto Rendimento do Jamor e o Ciclismo junto às Piscinas do Jamor; na região sul, o responsável foi Nelson Mestre, com o controlo de treino a decorrer no Complexo de Piscinas Municipais de Quarteira, e, finalmente, na região da Madeira, o responsável foi Victor Rodrigues (não se realizou na região norte por falta de inscritos).

Este evento foi aberto aos atletas dos escalões de Juvenis a Sub-23 que já representaram as Seleções Nacionais ou que têm alcançado resultados de destaque nas épocas desportivas anteriores. O facto de serem testes muito acessíveis e de fácil aferição permitem a avaliação de um grupo alargado de triatletas.

Devido a uma parceria que a FTP estabeleceu com a NHT, que são os representantes da Wahoo Fitness em Portugal, na região de Lisboa conseguiu concretizar-se o controlo de treino no segmento de ciclismo, já que a marca disponibilizou dois rolos de treino (Wahoo KICKR Power trainer) onde se efetuaram as avaliações deste segmento.

Fonte: FTP

“Volta a França de 2021 terá início em Copenhaga”

Prova rainha do ciclismo mundial arrancará com contrarrelógio individual na capital dinamarquesa

Por: Lusa

Foto: Reuters

A Volta a França de 2021 vai começar com um contrarrelógio individual em Copenhaga, permanecendo por mais dois dias na Dinamarca, anunciou esta quarta-feira a organização da prova rainha do ciclismo mundial. A primeira etapa do Tour percorrerá, numa extensão de 13 quilómetros, as artérias da capital dinamarquesa, que tem investido em políticas de adoção da bicicleta para as deslocações urbanas.

Estão ainda planeados mais dois dias de prova na Dinamarca, com uma ligação entre Roskilde e Nyborg, ao longo de 190 quilómetros, complementada com uma etapa entre Vejle e Sönderborg, num total de 170 quilómetros, que antecederá um dia de descanso, antes da entrada do pelotão em território francês. A Dinamarca, que recebeu os Mundiais de ciclismo em 2011, é o 10.º país estrangeiro e o mais distante de Paris a receber uma etapa da Volta a França, depois de Holanda, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, Inglaterra, Espanha, República da Irlanda, Suíça e o principado do Mónaco.

O primeiro arranque da competição fora das fronteiras francesas deu-se em 1954, em Amesterdão, na Holanda, enquanto o último aconteceu há dois anos, com a realização de um contrarrelógio individual em Düsseldorf, na Alemanha. A edição de 2019 da Volta a França vai começar em Bruxelas, na Bélgica, em 6 de julho, a fim de homenagear o 50.º aniversário da primeira vitória do belga Eddy Merckx, vencedor da Volta a França em cinco ocasiões, enquanto Nice será o local de partida em 2020.

Fonte: Record on-line

“Tim Wellens defende título com vitória na primeira etapa da Volta à Andaluzia”

Ricardo Vilela, no 36.º posto, é o português mais bem classificado

Por: Lusa

Foto: EPA

O belga Tim Wellens (Lotto Soudal), vencedor da Volta à Andaluzia em bicicleta em 2018, venceu esta quarta-feira a primeira etapa da edição de 2019, em Alcalá de los Gazules, onde chegou com cinco segundos de vantagem.

Wellens destacou-se no último dos 170,5 quilómetros entre Sanlúcar de Barramed e Alcalá de los Gazules, conquistando cinco segundos de diferença sobre dois corredores da Astana, o dinamarquês Jakob Fuglsang e o espanhol Ion Izagirre - que foi o primeiro a atacar na subida final -, e o australiano Jack Haig, da Mitchelton-Scott.

O belga, que enverga o dorsal número um da corrida espanhola, lidera a classificação geral com cinco segundos de avanço sobre o primeiro trio de perseguidores na etapa desta quarta-feira.

Ricardo Vilela (Burgos-BH) é o português mais bem classificado, no 36.º posto, o mesmo em que terminou a tirada, a 47 segundos do vencedor, à frente do seu companheiro de equipa José Neves, que foi 124.º a 12.04 minutos.

Na quinta-feira, o pelotão enfrenta um percurso de 216 quilómetros, entre Sevilha a Torredonjimeno, na segunda das cinco etapas da corrida andaluza.

Fonte: Record on-line

“David de la Cruz quer ganhar no Algarve para ajudar Sky”

Espanhol mostra-se confiante em relação à procura de patrocinador para 2020

Por: Pedro Filipe Pinto

Foto: Twitter Sky

A Sky está na Volta ao Algarve em busca da quarta vitória nas últimas cinco edições, mas está também à procura de algo ainda mais importante: um patrocinador. Já se sabia que iria ser uma temporada diferente, porque os britânicos, apesar de dominarem praticamente todas as grandes voltas, correm o risco de não estarem na estrada no próximo ano.

No entanto os ciclistas não estão muito preocupados com isso, acreditam na direção da Sky e estão focados no seu trabalho. Quem o diz é David de la Cruz, um dos candidatos à vitória final na Algarvia. "A equipa está como tem estado sempre nos últimos anos: relaxada e extremamente confiante. Só temos que nos preocupar em correr e, para ajudar, só podemos ganhar. Não podemos fazer mais nada", refere o espanhol, de 29 anos.

Em relação à competição em si, de la Cruz mostra-se confiante, mas garante que o principal objetivo é "ganhar pernas". "Sinto-me muito bem. Vim aqui para começar a ganhar ritmo de corrida, passo a passo. Estive em Valência e chego aqui melhor e com o objetivo de fazer uma boa prova", frisa, acrescentado que que a a etapa desta quinta-feira, com chegada à Fóia, será fulcral para quem quiser disputar a classificação geral: "A etapa de amanhã é muito importante porque quem quiser lutar pela vitória tem que estar entre os melhores. Trazemos uma equipa forte, o Wout Poels está em muito boa forma, tal como mostrou na Volta à Austrália e será bom para nós termos duas armas, tem sido assim que temos tido sucesso aqui."


Apoio de Geraint Thomas

O campeão em título da Volta a França, Geraint Thomas, não está presente nesta Volta ao Algarve, mas não esquece a corrida que ganhou em 2015 e 2016, tendo deixado uma mensagem de apoio na sua conta oficial do Twitter. "Triste por não participar na Volta ao Algarve deste ano.Corrida que me traz grandes recordações. Boa sorte, rapazes!", escreveu, tendo acompanhado com duas fotos suas na Algarvia. 

Fonte: Record on-line

“Rui Costa segue em quarto lugar na Volta a Omã”

Português vai partir para a última etapa da prova a 53 segundos do primeiro lugar

Por: Lusa

Foto: BettiniPhoto

O ciclista português Rui Costa (UAE-Emirates) manteve esta quarta-feira a quarta posição na Volta a Omã, ao terminar no mesmo posto a quinta etapa, vencida pelo cazaque Alexey Lutsenko (Astana), que consolidou a liderança.

Lutsenko chegou isolado à meta, coincidente com uma contagem de montanha, e cumpriu em 3:44.03 horas os 152 quilómetros entre Samayil e Al Jabal Al Akhdar, menos sete segundos do que o francês Fabien Grellier (Direct Energy), 11 do que o italiano Domenico Pozzovivo (Bahrain-Merida) e 19 relativamente a Rui Costa.

Na classificação geral, Lutsenko tem agora 44 segundos de avanço sobre Pozzovivo, que subiu três lugares, 47 sobre o espanhol Jesus Herrada (Cofidis) e 53 sobre Rui Costa. A Volta a Omã termina na quinta-feira, com um percurso de 135,5 quilómetros, com partida em Al Mouj e chegada em Mutrah Corniche, ambas em Mascate.

Fonte: Record on-line

“UCI Distingue Organização do Troféu Joaquim Agostinho”

Texto: AfterTwo //works

Fotos: João Fonseca

A União Ciclista Internacional classificou com nota máxima a organização do 41º Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras, prova realizada pela União Desportiva do Oeste entre 12 e 15 de Julho de 2018.

Após análise ao relatório efetuado pelos Comissários presentes, a UCI considerou que a prova torriense teve um excelente desempenho a vários níveis, nomeadamente na área da segurança, realização televisiva, promoção, aderência de público e uma definição de percursos variada e equilibrada para a competição.

O organismo que tutela o ciclismo mundial referiu que "a UDO está de parabéns pela qualidade apresentada numa prova desta classe. Realçamos a ótima relação entre o Comité Organizador e o Colégio de Comissários.

É uma organização muito experiente e nada é deixado ao acaso, com todos os envolvidos a entenderem bem os requisitos da UCI e a desenvolverem todos os esforços para responder às nossas solicitações.

O evento é bem promovido e o público faz do ciclismo uma festa, respondendo presente ao longo dos percursos e nos finais das etapas" Recorde-se que o Grande Prémio de Torres Vedras atribuí anualmente o Troféu Joaquim Agostinho ao vencedor da competição, naquela que se constitui como a grande homenagem ao saudoso torriense, melhor ciclista português de todos os tempos e eterno embaixador de Portugal pelos quatro cantos do mundo.

Na edição 2018, e ao fim de 486 quilómetros percorridos por toda a região oeste, coube a José Neves da W52 FC Porto a proeza de erguer o troféu, levando a melhor sobre os 115 ciclistas que se apresentaram à partida da competição em representação de 20 equipas, 13 portuguesas e 7 internacionais.

Fonte: Academia Joaquim Agostinho

“Agenda de Ciclismo”

Algarve internacional também no BTT

Por: José Carlos Gomes

A Volta ao Algarve concentra as atenções do mundo do ciclismo até ao próximo domingo, mas não esgota o ciclismo internacional na região. A Taça de Portugal de Downhill (DHI) arranca, domingo, em S. Brás de Alportel, com uma prova de classe 2 UCI.

Os melhores especialistas portugueses terão a companhia de uma forte armada forasteira, com ciclistas vindos de diversos países, de Espanha a França, do Reino Unido à Alemanha.

A pista do Arimbo é o local escolhido para o arranque da Taça de Portugal de DHI. Trata-se de um traçado renovado, com 1810 metros de extensão, que permitirá aos mais velozes completar a descida em cerca de 3 minutos.

A pista começa a encher-se de velocidade e adrenalina no sábado, dia dos treinos oficiais. Domingo é a jornada competitiva. A manga de qualificação está marcada para as 11h00, estando a final agendada para as 14h30.


Mais eventos oficiais

20 a 24 de fevereiro: 45.ª Volta ao Algarve

23 e 24 de fevereiro: Volta ao Algarve Kids, Mar Shopping, Loulé

23 de fevereiro: Volta ao Algarve – Passeio Feminino, Albufeira

24 de fevereiro: BTT Trilho dos Moinhos, Barcelos

24 de fevereiro: 9.º Resistência 3 Horas BTT do Juncal, Porto de Mós

24 de fevereiro: Algarve Granfondo Cofidis, Loulé

Fonte: FPC

“Tiago Machado critica 1.ª etapa da Volta ao Algarve: «Não se usa este tipo de percursos»”

Queda aconteceu a sete quilómetros do final e afetou grande parte do pelotão

Por: LUsa

Foto: Filipe Farinha

O ciclista português Tiago Machado (Sporting-Tavira) criticou esta quarta-feira o percurso da primeira etapa da Volta ao Algarve, que considera ter causado uma queda que envolveu dezenas de corredores.

"Se querem bom espetáculo, então que possam dar condições para ter um bom espetáculo. (...) Ninguém está satisfeito com as condições desta etapa, porque na minha opinião não se usa este tipo de percursos", explicou o famalicense, um de quatro corredores da Sporting-Tavira envolvidos na queda.

A queda aconteceu a sete quilómetros do final, quando as equipas já se preparavam para uma chegada em pelotão compacto a Lagos, e afetou uma grande parte do grupo.

Além de afastar vários sprinters da discussão da vitória, uma série de candidatos à vitória final perderam tempo em relação ao grupo que terminou com o mesmo tempo do vencedor, o holandês Fabio Jakobsen (Deceuninck-Quick Step).

Em 2018, o terceiro classificado na 'Algarvia' de 2015 perdeu cerca de 10 minutos numa queda, também na tirada inaugural, e comentou a falta de motivação que estas situações provocam.

"Depois, o sofrimento numa subida já não é o mesmo, porque já estamos arredados de tudo [nas classificações gerais]", atirou.

Machado terminou a tirada no 75.º posto, a 1.35 minutos do vencedor, enquanto José Gonçalves (Katusha-Alpecin), que disse após o término "não ter hipótese" se não ser apanhado pela queda, numa fase em que "já se faziam os comboios" para o sprint final, perdeu mais de seis minutos.

No final, a queda cobrou ao pelotão a primeira desistência, com o irlandês Edward Dunbar (Sky) a reduzir para 167 o contingente em prova, ainda que outros atletas tenham sido levados para o hospital após o final da tirada.

A primeira etapa da Volta ao Algarve, a mais longa da 45.ª edição, com 199,1 quilómetros, ligou Portimão a Lagos, sendo que Jakobsen vai sair de Almodôvar na quinta-feira, na segunda etapa, com a camisola amarela, de líder da classificação geral.

Fonte: Record on-line

“Miguel Albuquerque na Volta ao Algarve: «Sporting-Tavira tem ambições na prova»”

Diretor-geral das modalidades dos leões marca presença na etapa inaugural

Foto: Fotos Sporting 12

Miguel Albuquerque, diretor-geral das modalidades do Sporting, marcou presença no primeiro dia da Volta ao Algarve, dando apoio aos atletas do Sporting-Tavira.

"É uma visita normal numa prova importante para nós e que é sempre especial e carismática no ciclismo nacional. É carismática, também, pelo facto de a equipa estar sediada aqui no Algarve. Não poderia deixar de marcar presença para transmitir alento para uma nova época que esperamos que seja recheada de êxito", comentou Miguel Albuquerque ao site dos leões.

"O ciclismo é esta festa popular que vemos aqui, esta proximidade entre as pessoas e os atletas e as equipas. É um factor determinante no sucesso do ciclismo e a nossa forma de ser e de estar no desporto encarna muito nisto, no contacto com os nossos adeptos", acrescentou.

"É uma prova muito importante, também, pela competitividade que apresenta. Obviamente que o Sporting tem ambições nesta prova. Não escondemos que o principal objetivo é a Volta a Portugal, mas até lá temos um conjunto de etapas de preparação. Esta Volta ao Algarve é muito importante nisso também. Num objetivo ambicioso, queremos estar no top 5 e, obviamente, ser a melhor equipa nacional", sublinhou Miguel Albuquerque.

Fonte: Record on-line

“Volta ao Algarve/Fabio Jakobsen sprinta para a amarela em Lagos”

Por: José Carlos Gomes

O holandês Fabio Jakobsen (Deceuninck-Quick Step) venceu hoje a primeira etapa da 45.ª Volta ao Algarve, uma maratona de 199,1 quilómetros entre Portimão, Cidade Europeia do Desporto, e Lagos.

A etapa terminou, como se esperava, com uma disputa de homens rápidos, mas foi um despique entre um grupo reduzido, uma vez que o pelotão ficou “cortado” devido a uma queda coletiva a 7 quilómetros da chegada.

Na reta da meta, perante milhares de pessoas, Fabio Jakobsen demonstrou enorme superioridade sobre os rivais, alçando os braços ao fim de 4h52m59s de corrida. O francês Arnaud Démare (Groupama-FDJ) foi o segundo classificado e o campeão da Alemanha de fundo, Pascal Ackermann (Bora-hansgrohe) fechou o pódio da jornada.

Na ausência de bonificações, a classificação geral está ordenada da mesma forma que a da etapa. Entre os homens apontados como candidatos à geral final, conseguiram passar entre os 25 corredores com o tempo do vencedor Neilson Powless (Team Jumbo-Visma), Wouter Poels (Team Sky), Tadej Pogacar (UAE Team Emirates), Sam Oomen (Team Sunweb), Enric Mas (Deceuninck-Quick Step), David de la Cruz (Team Sky) e Marc Hirschi (Team Sunweb). Os restantes homens com pretensões já cederam mais de um minuto.

A fase inicial da viagem foi animada pelas equipas portuguesas. Ao quilómetro dois, saíram do pelotão Pedro Paulinho (Efapel), David Ribeiro e Marvin Scheulen (LA Alumínios-LA Sport), José Mendes (Sporting-Tavira) e Rafael Lourenço (UD Oliveirense/InOutBuild). David Ribeiro aproveitou a aventura para vestir a Camisola Azul Águas do Algarve, de rei da montanha.

“É um sentimento magnifico estar aqui no pódio de uma corrida com os melhores do mundo. Sabemos que devido ao valor deste pelotão defender esta camisola azul é uma tarefa muito complicada, para não dizer impossível, por isso, vou desfrutar ao máximo esta conquista.

É curioso pensar que, há uns meses, tinha marcado este dia para tentar brilhar e assim o comentei com os meus companheiros. Normalmente é o dia mais acessível para entrar na fuga do dia e consegui. Certamente os meus colegas de treino ficaram surpreendidos, mas eu tinha-os avisado”, refere David Ribeiro.

Quando este grupo fraquejou, destacaram-se dois homens da Efapel, Sérgio Paulinho e António Angulo. A dupla foi controlada à distância pelo pelotão, que anulou a iniciativa a 23 quilómetros da meta.

A partir daí, as equipas dos sprinters assumiram a dianteira da corrida, mas uma queda numa zona de estrada larga complicou as contas, deixando a maior parte do pelotão para trás, uns corredores porque foram ao chão e outros porque a estrada ficou tapada pelos acidentados.

No sprint Fábio Jakobsen abriu a conta pessoal de 2019 com à vontade, vestindo também a Camisola Amarela Águas do Algarve e a Camisola Vermelha Cofidis, símbolo da liderança na classificação por pontos. O holandês é também o dono da Camisola Branca 120 Anos da FPC, que premeia o melhor jovem da competição.

“É sensacional vencer aqui no Algarve. É minha primeira corrida do ano, depois de muito treino no Inverno e diante do primeiro sprint da época nunca se sabe como está a nossa condição.

A equipa revelou estar a um nível muito elevado e conseguiram colocar-me na melhor posição para lançar o meu sprint. Para mim, foi o momento crucial da corrida. Fizemos aqui um estágio há algumas semanas, treinamos na região e fizemos o reconhecimento desta chegada a Lagos.

Cumprimos o primeiro objetivo da nossa presença na Volta ao Algarve e vencemos a primeira etapa, agora, na chegada a Tavira, no próximo sprint, queremos novamente discutir a vitória. Os últimos quilómetros foram rápidos. Houve luta pela melhor posição, enfrentamos uma subida ligeira, mas algo difícil, e deu-se uma queda importante. Felizmente não fomos afetados e espero que os que caíram estejam recuperados para amanhã”, salienta homem do dia.

A Volta ao Algarve chega, nesta quinta-feira, a um dos momentos fulcrais, a tirada com final no alto da Foia, Monchique, ao fim de 187,4 quilómetros, a percorrer desde Almodôvar, de onde a caravana parte às 12h10. A chegada, coincidente com um prémio de montanha de primeira categoria, está marcada para as 17h00.

Fonte: FPC