domingo, 31 de agosto de 2025

“"O Vingegaard surpreendeu-me" Giulio Pellizzari foi apanhado em falso, mas recupera e mantem a Camisola Branca na Vuelta”


Por: Carlos Silva

Giulio Pellizzari pode ter cedido quase dois minutos para Jonas Vingegaard na subida para Valdezcaray, mas o jovem italiano da Red Bull - BORA - Hansgrohe mostrou consistência ao terminar no grupo perseguidor, conservando a Camisola Branca e mantendo-se no 10º lugar da geral da Volta a Espanha 2025, antes do primeiro dia de descanso.

Apanhado de surpresa pelo ataque precoce do dinamarquês da Visma, Pellizzari reconheceu que pouco havia a fazer para seguir o ritmo. “O Jonas Vingegaard atacou muito cedo na subida. Estava um pouco para trás no grupo, apanhou-me de surpresa. Mas no final, quando perdemos quase dois minutos, significa que ele estava bastante forte.”

Mesmo assim, o italiano cruzou a meta em 16º lugar, integrado num grupo sólido de candidatos e com isso manteve 27 segundos de vantagem sobre Matthew Riccitello na luta pela classificação da juventude.

 

Entre a camisola branca e a geral

 

Apesar da visibilidade trazida pela liderança da classificação da juventude, Pellizzari deixou claro que o foco principal continua a ser o desempenho coletivo e a luta pela geral:

“Tinha boas pernas, senti-me bem. A última parte da subida foi um pouco mais fácil. Tentámos dar o nosso melhor. Quero dar o meu melhor para o Jai Hindley e veremos em Madrid se vou estar de branco ou não.”

Com apenas 21 anos, Pellizzari confirma-se como um dos nomes emergentes desta Vuelta. O facto de se manter no top-10 da geral, a 2:53m de Torstein Traeen, é já um excelente resultado. O italiano terá agora a segunda semana para consolidar o seu estatuto na luta pela Juventude e continuar a apoiar Hindley, enquanto testa até onde consegue levar as suas próprias ambições.

Pode visualizar este artigo em: https://ciclismoatual.com/ciclismo/o-vingegaard-surpreendeu-me-giulio-pellizzari-foi-apanhado-em-falso-mas-recupera-e-mantem-a-camisola-branca-na-vuelta

“Arnaud De Lie vence ao sprint uma emocionante Clássica de Bretanha 2025”


Por: Carlos Silva

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

O “Touro de Lescheret” está de volta. Arnaud De Lie conquistou este domingo a Clássica da Bretanha 2025, impondo-se num sprint caótico em Plouay diante de Emilien Jeannière e Olav Kooij, confirmando o seu regresso à melhor forma depois de meses marcados por lesões e contratempos.

 

Fuga anulada cedo pelo pelotão

 

A corrida começou animada com um quinteto na dianteira: Lewis Askey (Groupama-FDJ), Silvan Dillier (Alpecin-Deceuninck), Óscar Rodríguez (INEOS Grenadiers), Iker Mintegi e Andoni López de Abetxuko (ambos da Euskaltel-Euskadi). No entanto, a aventura não durou muito: a 94 quilómetros do fim, o pelotão já tinha neutralizado a escapada.

A partir daí, sucederam-se ataques, mas só Kasper Asgreen conseguiu realmente escapar. O dinamarquês abriu mais de um minuto e meio, mas acabou por ser alcançado a 35 km da meta, quando a corrida entrou na sua fase decisiva.

 

Ataques, contra-ataques e um sprint inevitável

 

Nos últimos 30 quilómetros, a prova entrou em ebulição. Um grupo de oito homens, com Brandon McNulty, Aleksandr Vlasov, Simone Velasco, Quinten Hermans, Krists Neilands, Mauro Schmid, Ewen Costiou e Alexandre Delettre, ameaçou partir a corrida, mas a iniciativa não vingou.

Já dentro dos 5 quilómetros finais, novo quarteto tentou a sorte: McNulty, Maxim Van Gils, Valentin Madouas e Louis Barré chegaram a ter cerca de 20 segundos de vantagem, mas foram apanhados já sobre o quilometro final, preparando o terreno para um sprint explosivo.

 

De Lie não perdoa

 

Com o pelotão compacto, De Lie posicionou-se na perfeição e arrancou com potência irresistível, deixando Jeannière e Kooij sem resposta. Para o belga da Lotto, foi mais do que uma vitória: foi a confirmação de que voltou ao nível que o tornara uma das maiores promessas do ciclismo mundial.

Pode visualizar este artigo em: https://ciclismoatual.com/ciclismo/arnaud-de-lie-vence-ao-sprint-uma-emocionante-classica-de-bretanha-2025

“Beatriz Guerra foi a melhor representante nacional no último dia da Taça do Mundo de BTT”


Beatriz Guerra foi, este domingo, 34.ª classificada em Les Gets no XCO Sub-23 feminino. A algarvia de Quarteira foi a representante nacional com melhor registo no último dia de competição.

Numa jornada dedicada ao Cross-Country Olímpico (XCO), Beatriz Guerra terminou a corrida a 9m37s da vencedora. A italiana Valentina Corvi ganhou sem dar margem à concorrência ao gastar menos 56 segundos que a norte-americana Vida Lopez de San Roman.

Menos feliz foi a prestação de João Cruz que foi obrigado a desistir no XCO Sub-23 masculino onde triunfou o suíço Finn Treudler.

Na categoria de elites, as corredoras portuguesas não conseguiram integrar o grupo da frente com Ana Santos a ser 40.ª com menos uma volta que a vencedora e Raquel Queirós foi 56.ª com menos duas voltas. A vitória pertenceu à sueca Jenny Rissveds.

Na variante masculina, Roberto Ferreira terminou a prova no 71.o lugar com duas voltas a menos que o vencedor, o francês Luca Martin.

As próximas provas da Taça do Mundo de BTT estão marcadas para os dias 18 a 21 de Setembro no Bike Kingdom Park de Lenzerheide, na Suíça.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Diogo Narciso vence 2.ª etapa do Grande Prémio JN e veste de amarelo antes de chegar a casa”


Foto: Pedro Correia / Jornal de Notícias

Diogo Narciso venceu a 2.ª etapa do Grande Prémio JN que começou e terminou em Valongo. O corredor da Credibom-LA Aluminios-Marcos Car é o novo líder da prova e veste a camisola amarela antes da competição ter como palco a cidade onde nasceu há 23 anos.

Na segunda jornada de corrida uma fuga vingou. A 2.ª etapa do Grande Prémio JN foi percorrida a toda a velocidade com a média final dos mais de 160 quilómetros a ficar acima dos 42,5 Km/h.

A escapada de quatro corredores trata de escrever a história do dia embora com protagonismo maior para dois deles: Afonso Silva e Diogo Narciso. O homem da AP Hotels-Tavira-Farense deu o mote aos 15 quilómetros numa aventura solitária que durou outros tantos. Ao quilómetro 31, Tiago Santos (Anicolor-Tien21), Diogo Narciso (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car) e Gabriel Baptista (Technosylva Maglia Rower Bembibre) juntaram-se a Afonso Silva. Os quatro aventureiros chegaram a ter 4m30s de vantagem para o pelotão aos 62 quilómetros.

O alentejano de Odemira tratou de puxar para si o protagonismo da luta pela montanha. Afonso Silva foi primeiro na passagem pela Lixa (Km 66,7) e também pelo Marco de Canaveses (Km 97,5) para passar a envergar o símbolo de rei dos trepadores no final do segundo dia de competição.

A propósito de montanha, foi com a chegada das grandes dificuldades que o grupo da frente começou a perder unidades: Tiago Santos (Anicolor-Tien21) descolou ao quilómetro 91 e Gabriel Baptista (Technosylva Maglia Rower Bembibre) pagou a fatura do esforço a 15 quilómetros do final da etapa.

A Aviludo-Louletano-Loulé, do até então camisola amarela Nicolás Tivani, ainda encetou a perseguição - chegou a contar com a ajuda da Rádio Popular-Paredes-Boavista - mas a discussão em Valongo fez-se apenas a dois após Diogo Narciso e Afonso Silva terem entrado no último quilómetro com 35 segundos de vantagem.

O pupilo de Hernâni Brôco teve mais pernas nos instantes finais e não conteve as lágrimas depois de passar o risco. Afinal, Diogo Narciso somou a primeira vitória da carreira. O triunfo permite assumir a liderança do Grande Prémio JN e vestir a camisola amarela com que vai partir esta segunda-feira de Gondomar, cidade natal do jovem da Credibom-LA Alumínios-Marcos Car.

Afonso Silva (AP Hotels-Tavira-Farense) ficou na segunda posição a 3s e Nicolás Tivani (Aviludo-Louletano-Loulé), anterior comandante da competição, foi terceiro a 19 segundos encabeçando o pelotão. Na classificação geral individual, Diogo Narciso lidera com 11 segundos de vantagem para Silva e 19 em relação a Tivani.

A 3.ª etapa do Grande Prémio JN corre-se esta segunda-feira com partida e chegada em Gondomar. A tirada tem 146,8 quilómetros e tem dois prémios de montanha como principais dificuldades: de segunda categoria em Tarouquela aos 56,5 quilómetros e de terceira em Ancede.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Matthew Walls vence última etapa e conquista Volta a Portugal de Juniores”


O irlandês Matthew Walls é o vencedor da 19.ª Volta a Portugal de Juniores. O jovem corredor da DunasVale/Pereira&Gago MIX ganhou isolado a última etapa da prova que ligou Celorico da Beira a Trancoso.

Com tudo em aberto para os últimos 99 quilómetros desta edição, Matthew Walls deu um autêntico espetáculo de ciclismo. O irlandês atacou com apenas cinco quilómetros de corrida cumpridos e não mais a concorrência o conseguiu alcançar.

O corredor da DunasVale/Pereira&Gago MIX chegou a rolar na frente com uma vantagem de quase quatro minutos para o pelotão. A justificação foi a falta de entendimento para a perseguição que só começou de forma efetiva depois da ascensão a Trancoso no primeiro prémio de montanha do dia.

A Academia Efapel de Ciclismo e a Blackjack-Bairrada ainda uniram esforços mas sem sucesso. E nem a inclusão da Picusa Academy e a WWV Hagens Berman-Jayco nos últimos 20 quilómetros estragou os planos de Matthew Walls. O vento a favor na parte final da etapa mostrou que a reação dos adversários foi tardia.

O irlandês da DunasVale/Pereira&Gago MIX chegou isolado ao centro de Trancoso ao fim de 2h37m34s. Diego Martin (Electromercantil GR-100) foi segundo a 55 segundos e Rodrigo Jesus (Academia Efapel de Ciclismo) terminou na terceira posição a 59 segundos.

Matthew Walls junta esta conquista ao triunfo na Volta à Irlanda de Juniores que alcançou no mês passado. Esta é mais uma página de glória numa temporada onde o jovem de 18 anos foi vice-campeão irlandês de juniores em contrarrelógio.

Nas contas finais, Matthew Walls (DunasVale/Pereira&Gago MIX) completou os quatro dias de competição em 9h38m42s. Carter Barnes (Picusa Academy) terminou na segunda posição a 33 segundos e o último lugar do pódio ficou entregue a Rodrigo Jesus (Academia Efapel de Ciclismo) ao gastar mais 42 segundos.

Matthew Walls foi ainda coroado como o melhor trepador da prova ao conquistar a camisola azul. Gonçalo Costa deu a camisola verde à WWV Hagens Berman-Jayco como o mais regular da competição. Rodrigo Jesus leva para a Academia Efapel de Ciclismo a camisola branca da juventude.

A vitória por equipas foi da espanhola Picusa Academy com apenas seis segundos de vantagem para a WWV Hagens Berman-Jayco.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Pidcock apelida João Almeida de "trator" e revela reprimenda do português: «Disse que tinha de ganhar tomates»”


Dupla cruzou a meta a par na 9.ª etapa da Vuelta

 

Segundo colocado na etapa 9 da Vuelta'2025, Tom Pidcock fez praticamente toda a subida final a Valdezcaray na companhia de João Almeida e, no final, deixou elogios à capacidade física do português, ainda que o ambiente entre ambos não tenha sido o mais famoso, por causa da falta de entreajuda.

"Senti-me bem. Quando o Jonas e o Ciccone foram, foi muito difícil seguir. O Jonas tem sempre uns 4 colegas pelo meio e a Trek estava na frente. Mas pensei que o Almeida foi a roda perfeita, talvez fosse possível recuperar. 'Chapeau' para ele. Eu não consegui ajudar muito e ele começou a gritar-me... É como se fosse um trator. Na zona mais plana, especialmente no último quilómetro, foi impressionante. Só consegui seguir e passá-lo no final. Estou feliz, para ser honesto", disse, à Eurosport.

Quando questionado sobre aquilo que Almeida lhe gritou... o britânico não escondeu o jogo, quase como se soubesse que... o mereceu. "Disse que tinha de ganhar tomates. E eu disse 'se abrandares, eu consigo'."

Fonte: Record on-line

“João Almeida: «Senti um pouco a falta dos meus colegas de equipa...»


Português lamenta ter feito a última subida do dia sozinho, sem apoio dos companheiros da UAE Emirates

 

Por: Fábio Lima

Foto: UAE Emirates

Terceiro colocado na etapa 9 da Vuelta'2025, João Almeida assumiu ter sentido alguma falta de apoio dos seus colegas de equipa para fazer face à fase decisiva da subida a Valdezcaray.

"Tiveram o fator surpresa, não estávamos à espera. Eu até estava bem posicionado, mas eles forçaram muito o ritmo e não consegui encurtar o espaço", começou por dizer o português, à Eurosport.

Questionado sobre a falta de ajuda de Tom Pidcock e Felix Gall na subida final, Almeida preferiu apontar um recado... interno. "Podia ver que estavam no limite, por isso não podiam fazer muito, mas senti um pouco a falta dos meus colegas de equipa hoje. Ninguém estava comigo no final, mas é o que é...".

Podia ter sido tudo diferente caso o português não tivesse sido apanhado de surpresa pelo ataque de Vingegaard? "Não era tão inclinado, por isso acho que podia tê-lo acompanhado. Mas nunca saberemos".

Jonas Vingegaard vence 9.ª etapa da Vuelta e João Almeida mantém 3.º lugar da geral

Fonte: Record on-line

“Jonas Vingegaard vence 9.ª etapa da Vuelta e João Almeida mantém 3.º lugar da geral”


Português apenas cedeu para o dinamarquês na tirada do dia, com chegada a Valdezcaray

 

Por: Record

Foto: Getty Images

Jonas Vingegaard venceu este domingo a 9.ª etapa da Vuelta, ao chegar isolado na meta instalada em Valdezcaray. O dinamarquês da Visma | Lease a Bike triunfou com 24 segundos para o segundo grupo, onde Tom Pidcock e João Almeida chegaram juntos (o britânico em 2.º, o português em 3.º).

Principal candidato à vitória final, Vingegaard atacou a 10 quilómetros do final, levando apenas consigo Giulio Ciccone. O italiano da Lidl–Trek ainda aguentou alguns quilómetros, mas acabaria por dar o 'estouro' e afundar-se ao longo da subida. Atrás dele surgiu, como habitual, João Almeida, sempre com um ritmo forte. Primeiro com um grande alargado e, a pouco a pouco, a eliminar oponentes antes de ficar apenas com Tom Pidcock e Felix Gall.

Este último viria também a ceder e, para os quilómetros finais, foi mesmo apenas Almeida e Pidcock. Aí, o português impôs ritmo durante algum tempo, pediu ajuda ao britânico, que acedeu de forma relutante, antes de, na reta final, atacar para ficar com o 2.º lugar e uns preciosos segundos de bonificação.

Contas feitas, apesar de ter cedido bastante, Torstein Træen (Bahrain - Victorious) continua a ser o homem da camisola vermelha, mas agora apenas com 37 segundos de avanço para Vingegaard e 1.15 minutos para Almeida. Pidcock é agora o 4.º, a 1.35 de Træen, e Gall o 5.º, a 2.14.

A Vuelta vai agora para o seu primeiro dia de descanso, antes de na 3.ª feira se atacar mais uma etapa de montanha, até aos 1590 metros de El Ferial Larra Belagua.

Fonte: Record on-line

“Maria Tomé termina em nona os Europeus de triatlo”


Corrida foi ganha pela belga Jolien Vermeylen

 

Por: Lusa

Foto: Federação Portuguesa de Trialo

A portuguesa Maria Tomé terminou este sábado na nona posição a prova de elite feminina dos Europeus de triatlo, em Istambul, numa corrida ganha pela belga Jolien Vermeylen.

A olímpica portuguesa terminou a prova em 01:57.06 horas, a mais de um minuto da vencedora Jolien Vermeylen, que ganhou em 01:55.53, à frente da russa Diana Isakova (1:55.42), a correr como neutra, e da britânica Tilly Anema (1:55.45).

Madalena Amaral Almeida foi 36.ª classificada, depois de terminar a prova em 02:02.08 horas, com Mariana Vargem cinco postos abaixo, com um tempo de 2:05.07.

Fonte: Record on-line

“Carter Barnes é o novo camisola amarela da Volta a Portugal de Juniores depois de uma jornada com dose dupla”


O sul-africano Carter Barnes (Picusa Academy) é o novo líder da Volta a Portugal de Juniores e vai partir de amarelo para o último dia de competição. A 3.ª etapa da prova teve dois setores com triunfo de Tomás Mateus (DunasVale/Pereira&Gago MIX) no primeiro e Gonçalo Costa (WWV Hagens Berman-Jayco) a ser o mais rápido no contrarrelógio do segundo.

Em jornada de dose dupla da Beira Baixa à Beira Alta, duas histórias diferentes na 3.ª tirada. O primeiro setor do penúltimo dia da Volta a Portugal de Juniores levou o pelotão de Penamacor ao Sabugal, numa ligação de 72,2 quilómetros, e a velocidade voltou a ser um denominador comum neste argumento.

A primeira hora de corrida cumpriu-se com uma média a rondar os 42Km/h com a Blackjack-Bairrada a assumir as despesas. De olhos postos na Classificação Geral Individual, a formação sediada em Anadia impôs o ritmo na fase inicial e tratou de fracionar o grupo na passagem no prémio de montanha de Sortelha. Foi aí que se fez a seleção de valores para que a chegada ao Sabugal fosse discutida por um grupo restrito de atletas.

O sprint final ficou reduzido a cerca de três dezenas de corredores com Tomás Mateus a ser o mais forte num triunfo ao photo-finish. O jovem da DunasVale/Pereira&Gago MIX foi primeiro em 1h51m11s, à frente de Gonçalo Costa (WWV Hagens Berman-Jayco) e de Augusto Patrício (Escola de Ciclismo Bruno Neves). Guilherme Santos, que foi 13.º a 4 segundos na jornada matinal, assumiu a liderança da prova.

Contudo, o reinado do jovem da Blackjack-Bairrada não durou muito tempo. A tarde de competição sorriu a Carter Barnes com o sul-africano a vestir agora a Camisola Amarela 'IPDJ'.

Depois de assistir à chegada do primeiro setor da 3.ª etapa da Volta a Portugal de Juniores, o Sabugal foi também palco para uma luta contra o tempo que deixa tudo em aberto para o último dia.

O contrarrelógio individual de 18,8 quilómetros foi ganho por Gonçalo Costa que conseguiu vingar o que de manhã lhe escapou por muito pouco. O jovem  da WWV Hagens Berman-Jayco cumpriu o percurso em 25m29s. Na segunda posição ficou Rodrigo Jesus. O corredor da Academia Efapel de Ciclismo, que foi o primeiro camisola amarela na edição deste ano da Volta a Portugal de Juniores, terminou a dois segundos. Carter Barnes completou o pódio ao gastar mais nove segundos, mas que têm sabor maior no final do dia. O registo permitiu ao sul-africano assumir o comando da competição.

Depois de cumprido o penúltimo dia da prova, as contas da Classificação Geral Individual colocam Carter Barnes (Picusa Academy) com uma vantagem de 14 segundos para Gonçalo Costa (WWV Hagens Berman-Jayco) e 17 para Rodrigo Jesus (Academia Efapel de Ciclismo).

Mas nada está decidido! Este domingo corre-se a 4.ª e última etapa da Volta a Portugal de Juniores. O pelotão vai enfrentar 99 quilómetros numa ligação entre Celorico da Beira e Trancoso. As duas contagens de montanha de 2.ª categoria em Trancoso, a última delas a coincidir com a metal final na Avenida Heróis de São Marcos, prometem luta aceso pela triunfo.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

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