quinta-feira, 27 de setembro de 2018

“IRONMAN 70.3 – o que tem de diferente do ano passado?”

No dia 30 de setembro, domingo, terá lugar em Cascais o IRONMAN 70.3, uma espetacular prova com inscrições esgotadas.

O Triatlo é uma modalidade que nasceu nos Estados Unidos da América em 1974, e que é composta por três modalidades – natação, ciclismo (estrada ou BTT) e corrida, sempre realizadas por esta ordem, com duas transições, da natação para o ciclismo e do ciclismo para a corrida. O IRONMAN surgiu no Havai depois de uma discussão entre amigos sobre qual seria o atleta mais resistente – o nadador, o ciclista ou o corredor. John Collins e a sua mulher decidiram então criar uma prova que juntasse as três maiores competições do Havai, nascendo assim em 1978 – faz este ano 40 anos –  a primeira competição IRONMAN que incluía 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42,2 km de corrida.

O IRONMAN 70.3 é uma prova com metade da distância completa e inclui provas espalhadas por todo o mundo, uma delas que se realiza pela segunda vez em Cascais no dia 30 de setembro.

O que tem este ano de diferente o IRONMAN 70.3?

A organização ajustou os percursos que os torna mais rápidos e interessantes. A natação não passa pelo areal e a corrida vai ser mais em linha reta, sem a quebra de ritmo do paredão;

Existem desafios dentro do grande desafio da prova; um exemplo disso é o coroar o Rei e Rainha da Montanha para o(a) triatleta mais rápido(a) absoluto(a) na área mais desafiante do percurso de ciclismo;

Outro desafio é o título de Campeão de Portugal, que premiará pela primeira vez os atletas nacionais na distância oficial 70.3, em todos os Age-Groups.

Haverá também um prémio para os triatletas absolutos mais rápidos em cada segmento: natação, ciclismo e corrida.

Dica de Paulo Antunes, coach de triatlo:

É vulgar ouvirmos falar do carboloading, uma estratégia usada nos desportos de resistência, como é o triatlo, em que durante um determinado período são retirados da alimentação a maioria dos hidratos de carbono; depois, dias e horas antes da competição, utilizarmos outra estratégia chamada fueling, ou seja ingerimos alimentos energéticos em dose suficiente – incluindo hidratos de carbono  – que garantam energia para completar a prova sem quebras significativas.

No entanto, Paulo Antunes previne que todos os organismos reagem de forma diferente e a melhor forma para vermos se um determinado plano alimentar funciona na perfeição é usá-lo antes do dia D. O melhor é experimentarmos numa outra altura durante o processo de treino para testar se resulta connosco. Boa sorte!

Fonte: FTP

“Contrarrelógio misto nos Mundiais de ciclismo como passo para a igualdade de género”

Anúncio feito pelo presidente da UCI

Por: Lusa

Foto: EPA

A União Ciclista Internacional (UCI) anunciou esta quinta-feira a inclusão no calendário de 2019 de um contrarrelógio misto por equipas nos Campeonatos Mundiais de Estrada, como um passo para uma maior igualdade de género.

Esta variante, que será realizada pela primeira vez em Yorkshire, na Grã-Bretanha, em 2019, substituirá o contrarrelógio por equipas, e será disputada sob a forma de estafeta com três elementos masculinos e três femininos.

O primeiro percurso será disputado pelos homens e o segundo, que fechará a prova, pelas mulheres.

"O contrarrelógio misto de estafeta por equipas é o último passo para uma maior igualdade de género no ciclismo", disse o presidente da UCI, o francês David Lappartient.

A prova de 2019, que será realizada no circuito de corridas de Harrogate, servirá de qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

Fonte: Record on-line

“Bruno Pais anuncia fim da carreira desportiva: «Valeu a pena»”

Assumirá na próxima época as funções de coordenador da secção de triatlo do Estoril

Por: Lusa

O triatleta português Bruno Pais anunciou esta quinta-feira a sua retirada da competição, depois de uma carreira profissional de mais de 20 anos.

"Está na hora de colocar um ponto final na minha carreira enquanto profissional de triatlo. Foram duas décadas fantásticas. Juntos vivemos momentos únicos para o triatlo e para o desporto português. Valeu a pena", escreveu Bruno Pais, numa carta em que comunicou o termo da sua carreira.

Ao longo de mais de duas décadas, Bruno Pais participou nos Jogos Olímpicos de Pequim e de Londres, tendo-se sagrado campeão da Europa de sub-23, vice-campeão da Europa de triatlo longo e 11 vezes campeão de Portugal.

"Sinto que esta é a altura certa para terminar este ciclo da minha vida e começar outro. Chegou o momento de devolver à modalidade tudo aquilo que ela me deu nos melhores anos da minha vida até agora", pode ler-se.

Bruno Pais anunciou ainda que assumirá na próxima época as funções de coordenador da secção de triatlo do Estoril.

Fonte: Record on-line

“Suíça organiza Mundiais de ciclismo em 2020 e 2024”

Bélgica recebe provas em 2021

Por: Lusa

Foto: EPA

Os campeonatos do Mundo de ciclismo de estrada de 2020 e 2024 vão decorrer na Suíça, e os de 2021 serão disputados na Bélgica, anunciou esta quinta-feira a União Ciclista Internacional (UCI).

Em 2020, as competições terão lugar na parte francófona da Suíça, com as provas em linha a partirem de Aigle, onde se situa a sede da UCI, e a terminarem em Martigny.

Em 2024, os Mundiais também vão decorrer na Suíça, que não recebe a competição desde 2009, mas na parte germânica, nas cidades de Berna ou de Zurique.

No ano de 2021, as competições dos Mundiais de ciclismo serão disputadas na Bélgica, com as provas de contrarrelógio a decorreram entre Knokke-Heis e Bruges, e as de linha a terem partida em Antuérpia e chegada a Louvain.

A UCI anunciou ainda que em 2025 os Mundiais de ciclismo vão ser disputados no continente africano, sem precisar o país.

No próximo ano, a competição decorrerá na Grâ-Bretanha, não estando ainda definidos os países organizadores dos Mundiais de 2022 e 2023.

Fonte: Record on-line

“BICICLETAS, STROOPWAFELS E MUITA ARTE: AMESTERDÃO É PARA TODOS”

Museus que são uma ode à arte, parques verdes e ruas movimentadas. Entre cultura e descontração, esta é uma cidade para todos.

A bela cidade holandesa é conhecida pelos monumentos, catedrais, museus, ou a Casa de Anne Frank.  Não faltam ainda as ‘coffee shops’ e o famoso ‘Red Light District’. Para passeios mais românticos aproveite para passar pelos canais de barco da cidade, considerados património mundial pela UNESCO. Admire as magníficas casas comerciais do século XVII, antigas pontes e as casas flutuantes que garantem à cidade um charme singular.

Dada a sua popularidade, Amesterdão tem atualmente vários voos a partir dos principais aeroportos nacionais. Certamente encontrará uma promoção interessante para conhecer esta cidade holandesa.

Veja as nossas dicas imperdíveis

RIJKSMUSEUM

Dedicado à arte e à história, neste museu as horas passam sem dar por isso. Uma vasta coleção da época de ouro da pintura holandesa, num edifício cujo estilo arquitetónico combina elementos góticos e renascentistas, torna esta visita num dos melhores momentos que passará em Amesterdão. Aqui tem a oportunidade de ver a obra mais conhecida de Rembrandt, “The Night Watch”.

STEDELIJK

É a contraposição ao Rijksmuseum. O Stedelijk é uma celebração da arte moderna, contemporânea e do design. Situado no Musemplein (Praça dos Museus) os visitantes podem contar com 90 mil peças de artistas como Karel Appel, Cézanne, Chagall, Marlene Dumas, Kandinsky, Matisse, Picasso, Warhol, entre tantos outros. Na área dedicada ao design embarcará numa viagem pela história de uma coleção que inclui peças de cerâmica e joalharia.


 CASA ANNE FRANK

Localizada em Prinsengracht, a casa Anne Frank foi o lar da família durante os dois anos que viveram escondidos no decorrer da Segunda Guerra Mundial. Convertida num museu tem uma surpreendente exposição sobre a perseguição aos judeus durante o conflito. O visitante pode fazer o ‘download’ de um app que o levará a aprender mais sobre a vida de Anne Frank.


FLOATING FLOWER MARKET

Seja um fã de flores ou não, uma visita a este mercado é obrigatória em Amesterdão, ou não fosse o melhor local para ver de perto as famosas tulipas holandesas. Com portas abertas desde 1862, é um pequeno paraíso de cores e fragrâncias. Se for um verdadeiro apaixonado por botânica, visite também o Amesterdam Tulip Museum, que conta a história de um fenómeno conhecido como “Tulipomania”, um fenómeno que deu origem à primeira bolha especulativa conhecida – Estas flores, muito apreciadas pela sua beleza, passaram a ser muito procuradas, favorecendo o aumento dos preços.


AMESTERDÃO DE BICICLETA

Não é necessário adquirir o principal meio de deslocação em Amesterdão para conhecer a cidade a pedalar. Alugue uma bicicleta na MacBike, perto da Estação Central, ou uma Yellow Bike na rua Nieuwezijds, no centro da cidade. Escolha um dos roteiros que as empresas de aluguer têm para lhe sugerir. Também pode preferir deslocar-se sem trajeto definido e partir à aventura, onde poderá partilhar a sua paixão com tantos outros habitantes.


VONDELPARK

É considerado o “pulmão verde” da cidade. O relaxante espaço recebe todos os anos cerca de 10 milhões de visitantes, especialmente durante o Verão. O local ideal para um piquenique, uma caminhada ou simplesmente descansar depois de um passeio pela cidade.  Atualmente tem cerca de 470.000 metros quadrados, sobre os quais habitam centenas de espécies vegetais diferentes e pequenos animais capazes de entreter e alegrar os visitantes.


STROOPWAFEL

Amesterdão é igualmente conhecida pelos seus bares, mas há uma outra atração que não pode perder. As lojas de stroopwafels, as conhecidas bolachas com calda, típicas da Holanda. A receita original do tradicional doce é passada de geração em geração, desde que surgiu em 1784. Prove e acredite que não se irá arrepender.

Fonte: Sapo on-line

“Equipa Portugal/Guilherme Mota 16.º em corrida alucinante”

Por: José Carlos Gomes

Guilherme Mota, 16.º classificado, foi o melhor português na prova de fundo para juniores do Campeonato do Mundo de Estrada, hoje disputada ao longo de 131,8 quilómetros, entre Kufstein e Innsbruck, Áustria. Afonso Silva foi o 70.º.

A corrida foi disputada a uma velocidade alucinante, desde os quilómetros iniciais, teoricamente mais fácies, por serem totalmente planos. As seleções da Alemanha e da Bélgica, apostadas em fazer a seleção de valores desde o começo da prova, impuseram um ritmo avassalador, que foi dizimando o pelotão, tanto devido à própria velocidade como às quedas que se sucederam.

Os dois portugueses ficaram presos nas quedas, mas Guilherme Mota conseguiu desenvencilhar-se com mais facilidade dos percalços. Afonso Silva comprometeu uma boa classificação ficando preso numa grande queda coletiva, quando estavam percorridos cerca de 30 quilómetros.

A primeira grande seleção aconteceu precisamente numa queda, a cerca de 70 quilómetros do fim. Este acidente aconteceu na frente do pelotão, que se partiu definitivamente, a poucos quilómetros de iniciar-se a subida de Gnadenwald. O belga Remco Evenepoel foi um dos corredores a experimentar a dureza do asfalto, mas conseguiu fazer uma recuperação impressionante, chegando às duas voltas do circuito final no grupo dos favoritos.

Na primeira das duas subidas do circuito, a 40 quilómetros da chegada, o belga atacou e destruiu o que restava do pelotão. Guilherme Mota encontrava-se, nessa altura, entre os melhores. Na dianteira, Evenepoel fez uma corrida à parte, que lhe daria a dobradinha, ou seja, o título de estrada, depois de conquistar o de contrarrelógio.

Mais atrás, Guilherme Mota lutou com todas as forças para chegar o mais na frente possível. O corredor leiriense deixou para trás rivais atrás de rivais, conseguindo entrar no sprint pelo 13.º lugar. Sendo o mais lento do grupo de quatro em que se encontrava, fechou no 16.º posto, a 6m41s do vencedor.

Remco Evenepoel impôs-se com classe, cumprindo a prova à impressionante média de 43,021 km/h. O segundo classificado, a 1m25s, foi o alemão Marius Mayrhofer, que viu premiada com a medalha de prata a ousadia de ter sido o único a tentar seguir Evenepoel na altura do ataque decisivo. O terceiro, a 1m38s, foi o italiano Alessandro Fancellu.


Afonso Silva teve a ambição limitada pela queda que o atrasou, ainda a 100 quilómetros do final. Numa demonstração de abnegação e combatividade, concluiu a corrida, no 70.º lugar, a 19m00s do primeiro.

“A primeira parte da corrida, até à primeira subida, foi muito rápida. Houve duas quedas e em ambas as ocasiões tive de recolar ao pelotão – e é um pelotão de loucos. Nessa parte da corrida, a rolar a alta velocidade, não me ia a sentir nada bem, porque sou muito leve. Depois entrámos nas três subidas do dia. Aí senti-me espectacular. Tive pena de não estar no máximo, devido ao sofrimento inicial, porque acho que poderia fazer um lugar ainda melhor”, considera Guilherme Mota.

O selecionador nacional, José Poeira, destaca a prestação de Guilherme Mota e lamenta o infortúnio de Afonso Silva. “Numa corrida com esta dureza e disputada a esta velocidade, só um corredor com grande qualidade consegue acabar no 16.º lugar. Tenho pena que o Afonso tivesse ficado ‘cortado’ numa queda, porque estou convencido que, se não fosse isso, poderíamos ter dois ciclistas nos 20 primeiros”, diz Poeira.


Sub-23 na sexta-feira

A cerca de 100 quilómetros do fim entra-se no "circuito olímpico", que inclui quatro escaladas a Patscherkofel, com 7,9 quilómetros de extensão. O sobe e desce do circuito, contribuindo de forma decisiva para o acumulado de 2910 metros, vai dizimar o pelotão, antevendo-se uma corrida em que os trepadores levarão a melhor.

A sexta-feira está reservada para a prova de fundo de sub-23, que se inicia em Kufstein, às 11h10 (hora de Portugal Continental), e termina em Innsbruck, depois de percorridos 174,3 quilómetros. A fase final inclui quatro passagens pelo circuito olímpico, que inclui a longa subida – 7,9 quilómetros de escalada – em Patscherkofel.

A Equipa Portugal conta com André Carvalho, Gonçalo Carvalho, João Almeida e Tiago Antunes para tentar um bom resultado na corrida de sub-23.

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Portugal ambiciona discutir a prova de fundo para sub-23”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal sai à estrada, amanhã, motivada para bater-se pelas primeiras posições na prova de fundo para sub-23 do Campeonato do Mundo de Estrada, que está a realizar-se em Innsbruck, Áustria.

O coletivo nacional, formado por André Carvalho, Gonçalo Carvalho, João Almeida e Tiago Antunes, quer dar seguimento no Mundial aos bons desempenhos conseguidos durante a temporada, dos quais se destacam o sétimo lugar na Volta a França do Futuro e a quinta posição na Ronde de l’Isard, dois resultados com assinatura de João Almeida.

“Temos uma equipa de grande qualidade, com corredores que se apresentam rodados e em condições de entrar na discussão de uma corrida que será duríssima. Nesta época estivemos entre os primeiros na maior parte das provas internacionais de sub-23 em que participámos e queremos manter esse nível no Campeonato do Mundo”, afirma o selecionador nacional, José Poeira.

A prova de fundo para sub-23, com início marcado para as 11h10 (hora portuguesa) desta sexta-feira, terá uma extensão de 174,3 quilómetros, unindo Kufstein a Innsbruck.

A prova arranca em terreno plano com alguns topos, esperando-se a primeira seleção nos 2,6 quilómetros da subida para Gnadenwald, quando estiverem deixados para trás 70 quilómetros. Apesar de curta, é uma subida muito inclinada, com 10,5 por cento de inclinação média.

A cerca de 100 quilómetros do fim entra-se no "circuito olímpico", que inclui quatro escaladas a Patscherkofel, com 7,9 quilómetros de extensão. O sobe e desce do circuito, contribuindo de forma decisiva para o acumulado de 2910 metros, vai dizimar o pelotão, antevendo-se uma corrida em que os trepadores levarão a melhor.

João Almeida deu mostras, ao longo da temporada, de ser um dos melhores trepadores do pelotão mundial de sub-23, estando confiante para o Mundial. “Se estiver num dia bom consigo estar com os 15/20 melhores e no final será necessário um pouco de sorte, embora saibamos que a sorte dá muito trabalho. Nas últimas semanas fiz provas longas e duras na Bélgica, que contribuíram para o meu estado de forma. Preparei-me bem. Agora resta ver como corre”, diz o ciclista da equipa continental profissional Hagens Berman Axeon.


Tiago Antunes é outro trepador com provas dadas que, nas últimas semanas, competiu no centro da Europa sempre a pensar na prova de fundo de Innsbruck. “Já tive oportunidade de reconhecer o percurso. Considero que é bastante duro, o que me assenta bem. Espero estar em condições de obter um bom lugar. Desde a Volta a Portugal do Futuro tenho feito corridas de grande nível, sempre a sentir-me bem. Por isso, espero que a forma esteja no ponto”, adianta o ciclista bombarralense.

Gonçalo Carvalho, melhor português na classificação da juventude da Volta a Portugal, vai estrar-se como sub-23 no Campeonato do Mundo, sentindo-se galvanizado pela experiência: “É a primeira vez que estou num Mundial, o que é gratificante. Preparei-me para chegar em boas condições estou motivado para uma corrida que me agrada, porque sou um trepador”.

André Carvalho já é um repetente no Campeonato do Mundo e tem uma experiência sempre muito útil ao coletivo nacional. “Fiz uma época muito longa, com mais de 50 dias de competição, o que, para um sub-23, é uma temporada muito preenchida. A minha ambição é estar nas melhores condições, amanhã, dando o máximo para representar o meu país”, confessa o famalicense.

Fonte: FPC

“Última etapa do Campeonato do Minho de BTT XCO - Raiz Carisma em Prozelo (Arcos de Valdevez)”

A última e decisiva prova do Campeonato do Minho de BTT XCO - Raiz Carisma de 2018 será disputada no dia 30 de setembro em Prozelo (Arcos de Valdevez. O 20º BTT XCO - ACRAP decorrerá nas imediações do Campo de Futebol da ACRAP, em Prozelo, Arcos de Valdevez.

Numa organização conjunta da Associação de Ciclismo do Minho e da ACRAP - Associação Cultural e Recreativa Amadora Proselense, o 20º BTT XCO - ACRAP é aberto à participação (além das categorias de competição) de todos os interessados que poderão participar integrados na categoria de promoção.

O 20º BTT XCO - ACRAP começará com um período para treinos entre as 9 e as 12h00 (condicionado para os escalões de competição aquando das provas de escolas), realizando-se a partir das 10 horas as atividades para pupilos, benjamins e iniciados que têm a cerimónia protocolar agendada para as 12 horas. Pelas 13 horas começará a prova para cadetes, femininos, paraciclismo e promoção e às 14h30 a corrida elites, sub23, juniores e masters. A cerimónia protocolar está prevista para as 16h00. A participação na prova é gratuita para atletas federados sendo também aberta à participação na vertente de promoção (custo de inscrição inclui seguro de acidentes pessoais). O secretariado para confirmação de inscrições abrirá às 10 horas e as inscrições devem ser efetuadas através do email geral@acm.pt.

O 20º BTT XCO - ACRAP tem o apoio da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Junta de Freguesia de Prozelo, IPDJ, Federação Portuguesa de Ciclismo, Cision, Arrecadações da Quintã, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design, AFAcycles e Salvaggio.

Fonte: ACM