terça-feira, 6 de agosto de 2019

“Já se inscreveu…”

“14ª Clássica Afonsoeiro/Canha/Afonsoeiro”

Dia 18 agosto de 2019

Texto: José Morais

Cartaz: José Morais/G.C.Afonsoeiro

O mês de agosto por norma é muito reduzido em passeios, mas a Clássica Afonsoeiro/Canha/Afonsoeiro, marca o mês sempre com um interessante passeio, numa organização do Grupo de Cicloturismo Afonsoeiro/Móveis Jolar.

A concentração do evento está marcada para as 8 horas sede do Grupo Típico de Danças e Cantares do Afonsoeiro, com a partida a ser dada pelas 9 horas, para um percurso aproximado de 75 quilómetros, percorridos pelo concelho.

Muita animação, muito convívio promete este grande evento, numa organização que já nos habituou ao longos dos anos, a dar o seu melhor pela modalidade, e a proporcionar excelentes passeios, a todos que participam neles, deixando os cicloturistas muito satisfeitos.

No final as tradicionais lembranças para todos os participantes, e um almoço convívio, o qual está limitado apenas a 150 pessoas, o que se aconselha a inscrever e fazer a sua marcação o mais breve possível.

Informações e inscrições, pelos telefones: 912 158 478 - 912 998 947 – 210 852 272 ou pelo mail: aldiroleao@gmail.com

Marque já na sua agenda e venha participar neste grande evento que muito promete, faço como nós que vamos marcar presença com reportagem completa de todos o passeio, antes, durante e após o mesmo, com os tradicionais diretos que muito promete, um evento recomendado pela Revista Notícias do Pedal

Participe…

 

“35º Passeio da Moita”

Dia 8 de setembro de 2019

Texto: José Morais

Cartaz: Núcleo Cicloturismo Moitense

É um dos eventos cicloturisticos mais antigos realizado em Portugal, e organizado pelo Núcleo Cicloturismo Moitense, e vai para a estrada no próximo dia 8 de setembro, integrado das festas da Moitas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem.

O evento que vai contar com um trajeto de 50 quilómetros, tem concentração na Praça da República a partir das 8 horas, sendo a partida dada pelas 9.15 horas.

Para mais informações e inscrições as mesmas devem ser feitas pelos telefones: 918 315 379 – 968 786 911 – 934 361 242, ou pelo mail: ncmoitense@gmail.com

Marque já na sua agenda, um evento que muito promete, com passagem por locais sem dúvida muito interessante, recomendado pela Revista Notícias do Pedal.

Participe.
 

“Granfondo Alpiagra 2019”

Alpiarça dia 8 de setembro de 2019

Texto: José Morais

Cartaz: Granfondo Alpiagra

Estão abertas as inscrições para o Granfondo de Alpiarça, numa organização do Núcleo de Amigos do Cicloturismo de Alpiarça.

O evento é constituído por três níveis, o grande de 150 quilómetros, o médio de 120 quilómetros, e o mini de 50 quilómetros, e ainda uma caminhada de 5 quilómetros

Inscrições e informações em www.trilhoperdido.com

Marque já na sua agenda, um evento que promete, recomendado pela Revista Notícias do Pedal.
 

“Guia de percursos cicláveis do Algarve”

Por: José Morais

Foto: FPC

Algarve este, central, oeste, desportivo, fazem parte destes percursos cicláveis, elaborado pela Região de Turismo do Algarve, com o apoio da Federação Portuguesa de Ciclismo, aqui pode tomar conhecimento destes locais, num trabalho bem elaborado, onde os amantes das bicicletas podem descobrir locais maravilhosos, com um guia sem dúvida muito útil.

Pode guardar este guia no seu PC, ou imprimir o mesmo para sua orientação enquanto pedala, é uma informação muito importante que se recomenda a mesma pode ser visualizada em: https://www.fpciclismo.pt/pagina.php?id_pagina_new=2803&id_modalidade_new=5# aqui, clique e aceda a este Guia de percursos cicláveis do Algarve.

 Votos de boas pedaladas.

“19º Passeio de Cicloturismo de Melides”

Texto: José Morais

Cartaz: CCL/parque de Melides

O Clube de Campismo de Lisboa/Parque de Melides, leva para a estrada no próximo dia 8 de setembro o seu 19º passeio de bicicleta.

O passeio terá uma extensão de 70 quilómetros, num percurso sem dúvida muito interessante.

A concentração está marcada para as 8,30 horas nas instalações do Parque de Campismo de Melides, e a partida será dada pelas 9 horas.

No final haverá um grande almoço, com o tradicional porco no espeto, e a entrega de lembranças alusivas ao evento.

Informações e inscrições pelos telefones: 269 907 151 ou 926 100 757, ou ainda pelo mail: brazguerrinha@hotmail.com

Marque na sua agenda e participe neste passeio, recomendado pela Revista Notícias do Pedal.
 
 

“Alcobaça em 3º lugar na Silveira”

O 3º lugar na classificação por equipas foi a posição alcançada pelo Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola no Circuito de Ciclismo da Silveira que foi disputado nesta segunda-feira, na terra de Joaquim Agostinho, no concelho de Torres Vedras.

Cinco atletas do Alcobaça alinharam à partida, nesta prova que teve um pelotão curto, para fazer um circuito de 12 voltas e um total de 58 quilómetros, com Carlos Fernandes a ficar em 13º lugar, Carlos Jorge a ser 15º, Rafael Mateus ficou na 17ª posição e Miguel Correia a ser o 19º classificado. Gabriel Casal logo nas voltas iniciais sofreu um furo, longe da zona da meta, ficou sem assistência, perdeu muito tempo pelo que não lhe restava outra alternativa a não ser desistir.

A prova sem grande história competitiva começou logo nas primeiras voltas com um pequeno grupo de ciclistas a distanciar-se, numa fuga consentida, e que ditou a sentença para o resultado final. O principal adversário só mesmo o vento que se fez sentir e que exigia dos atletas uma boa colocação.

Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo

“Alcobaça em 1º lugar na Chamboeira”

O 1º lugar na classificação por equipas foi alcançado pelas Escolas do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola na prova de ciclismo da Chamboeira, que teve lugar no passado sábado, no concelho de Loures, uma prova em que participaram onze equipas.

Seis atletas do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola subiram ao pódio, com Matilde Ferreira a conquistar o 1º lugar em benjamins femininos e Madalena Santos conquistou igualmente o 1º lugar em iniciados femininos, no escalão de Juvenis Tiago Santos foi o 2º em masculinos e Ana Fernandes foi a 2º em femininos, Miguel Madeira foi o 2º em pupilos masculinos e Madalena Ferreira ficou na 3ª posição em benjamins femininos.

Quanto aos restantes atletas Henrique Pereira foi o 8º em Infantis masculinos enquanto no escalão de juvenis masculinos Tomás Henriques foi 5º classificado, Amílcar Madeira foi 12º, e David Casal ficou na 17ª posição da classificação final.

Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo

“Equipa Portugal/Juniores dão início à participação portuguesa no Europeu de estrada”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal terá três corredores em ação na primeira jornada do Campeonato da Europa de Ciclismo de Estrada, amanhã, em Alkmaar, Holanda.

São os juniores os primeiros a vestir as cores nacionais, competindo no contrarrelógio de 22,4 quilómetros, num percurso comum aos exercícios individuais de todas as categorias, de juniores a elite.

A primeira corrida com representação nacional é o contrarrelógio de juniores femininas, marcado para as 8h00, com Daniela Campos presente na lista de partida. Às 10h15 arranca o contrarrelógio de juniores masculinos, no qual participarão Daniel Dias e Diogo Narciso.

A delegação nacional começou ontem a instalar-se nos arredores de Alkmaar e, na manhã desta terça-feira, os ciclistas que vão participar nas provas de contrarrelógio reconheceram o percurso, sob supervisão dos selecionadores nacionais, José Poeira e Ana Rita Vigário.

“É um percurso completamente plano, sem grandes dificuldades técnicas. Pelo que pudemos ver hoje, o vento deverá ser um elemento crucial, pois o contrarrelógio desenrola-se em território desabrigado e sujeito ao vento. Tendo em conta que o percurso muda algumas vezes de direção, é previsível que, ao longo da prova, os corredores apanhem vento de frente, lateral e de trás, consoante o troço do circuito em que encontrem”, explica José Poeira.

Ana Rita Vigário está confiante na capacidade de Daniela Campos. “Ela é júnior de primeiro ano e está prova será importante para percebermos de que forma ela se posiciona em relação às melhores juniores da Europa. Sabemos que está em boa forma e que o percurso lhe agradou, o que é muito motivador para a corrida”, considera a selecionadora nacional de ciclismo feminino.

José Poeira espera “um bom desempenho de Daniel Dias e Diogo Narciso, dois corredores com caraterísticas para este tipo de provas, mas que vão aqui encontrar uma concorrência muito forte”.

A hora exata de partida dos corredores só será conhecida hoje, ao final da tarde, após a reunião dos diretores desportivos, marcada para as 19h00 locais.


Agenda da Equipa Portugal

7 de Agosto

8h00: Contrarrelógio Juniores Femininas, 22,4 km - Daniela Campos

10h15: Contrarrelógio Juniores Masculinos, 22,4 km – Daniel Dias e Diogo Narciso


8 de Agosto

9h45: Contrarrelógio Elite Feminina, 22,4 km - Daniela Reis

11h45: Contrarrelógio Sub-23 Masculinos, 22,4 km – André Carvalho e Jorge Magalhães


9 de Agosto

8h00: Prova de Fundo Juniores Femininas, 69 km - Daniela Campos

11h00: Prova de Fundo Sub-23 Femininas, 92 km - Maria Martins

15h00: Prova de Fundo Juniores Masculinos, 115 km – César Costa, Daniel Dias, Diogo Narciso, João Carvalho, João Macedo e Pedro Silva


10 de Agosto

8h00: Prova de Fundo Sub-23 Masculinos, 138 km – André Carvalho, Francisco Campos, Iuri Leitão, Jorge Magalhães, Miguel Salgueiro e Tiago Antunes

12h00: Prova de Fundo Elite Feminina, 115 km - Daniela Reis


11 de Agosto

10h30: Prova de Fundo Elite Masculina, 172,6 km - César Martingil e Rui Oliveira

(Todos os horários correspondem à hora de Portugal Continental e Madeira)

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Portugal na Volta a França do Futuro com ambição renovada”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal vai competir na Volta a França do Futuro, a prova por etapas mais importante do calendário internacional de sub-23, entre 15 e 25 de agosto, alinhando com ambição e objetivos renovados face às participações anteriores.

O selecionador nacional, José Poeira, convocou seis corredores, misturando a experiência de Francisco Campos e Jorge Magalhães (W52-FC Porto), Gonçalo Carvalho (UC Monaco) e Marcelo Salvador (Sicasal/Constantinos), com a juventude de dois sub-23 de primeiro ano, Afonso Silva (Rádio Popular-Boavista) e Guilherme Mota (UD Oliveirense-InOutBuild).

“Neste ano teremos uma maneira de correr diferente do costume. Não poderemos contar aquele que seria o chefe-de-fila natural, o João Almeida, porque estará a competir pela equipa e não pode representar a Seleção, o mesmo acontecendo com o André Carvalho. Isso não nos retira a ambição, mas irá obrigar-nos a abordar as etapas e a geral de uma outra forma. Temos um grupo de corredores com opções para discutir algumas etapas e para espreitar um bom lugar na geral. Será também uma oportunidade para os dois sub-23 de primeiro ano se medirem com os melhores sub-23 mundiais, percebendo já em que patamar se encontram para preparar o futuro”, afirma José Poeira.

A corrida mantém a toada que privilegia os trepadores, sobretudo as últimas três etapas, com final em alta montanha. A primeira etapa será uma jornada pura para sprinters, havendo uma série de etapas que prometem uma corrida aberta, com percursos ondulados, que favorecem ataques, mas que não eliminam completamente as hipóteses dos velocistas. Um contrarrelógio por equipas, logo ao segundo dia, irá começar a definir a classificação geral.

A Equipa Portugal está presente na Volta a França do Futuro por direito próprio, uma vez que conseguiu a qualificação direta, terminando a fase de apuramento entre os 15 primeiros países do ranking da Taça das Nações de Sub-23.


Etapas

15 de agosto: Marmande-Marmande, 129 km (Plana)

16 de agosto: Eymet - Bergerac, 32 km (Contrarrelógio por Equipas)

17 de agosto: Montignac/Lascaux - Mauriac, 162 km (Média montanha)

18 de agosto: Mauriac - Espalion, 158 km (Média montanha)

19 de agosto: Espalion - Saint-Julien-Chapteuil, 159 km (Média montanha)

20 de agosto: Saint-Julien-Chapteuil - Privas, 124 km (Ondulada)

21 de agosto: Dia de descanso

22 de agosto: Grésy-sur-Isere - La Giettaz, 104 km (Média montanha)

23 de agosto: Brides-les-Baisn - Méribel Col de la Loze, 23 km (Etapa em linha curta e sempre a subir)

24 de agosto: Villaroger - Tignes, 67 km (Alta Montanha)

25 de agosto: Saint-Colomban-des-Villards - Le Corbier, 78 km (Alta montanha)

Fonte: FPC

“Agenda de Ciclismo”

Taça Nacional de Esperanças vai conhecer vencedores em Anadia

Por: José Carlos Gomes

A primeira edição da Taça Nacional de Esperanças, competição criada em 2019 para juntar sub-23 e juniores no mesmo pelotão, termina, no próximo fim de semana, com uma jornada dupla de competição, em Anadia.

A final do troféu divide-se por duas provas independentes. No sábado, os corredores partem da Torreira, às 13h00, tendo por diante uma viagem de 123,3 quilómetros, que finaliza no Monte Crasto, em Anadia, cerca das 16h00.

A corrida de domingo é também uma tradicional festa popular, pois trata-se do Circuito da Curia. O início está marcado para as 15h00. Os ciclistas vão completar seis voltas a um perímetro de 15 quilómetros, totalizando 90 quilómetros. O desfecho da Taça Nacional de Esperanças será conhecido pouco depois das 17h00.

A geral da Taça Nacional de Esperanças é comandada por Francisco Morais (Sicasal/Constantinos), em sub-23, e por João Macedo (Bairrada), em juniores.


Mais eventos oficiais

11 de agosto: 25.º Passeio da AC de Figueiró, Lixa, Felgueiras

Fonte: FPC

“Quarta etapa da Volta à Polónia neutralizada após morte de ciclista belga”


Bjorg Lambrecht morreu esta segunda-feira após uma queda

Por: Lusa

Foto: Reuters

A quarta etapa da Volta à Polónia foi neutralizada, na sequência da morte do ciclista belga Bjorg Lambrecht (Lotto-Soudal), na segunda-feira, vítima de queda, anunciaram esta terça-feira os organizadores.

"Por respeito a Bjorg, os organizadores em conjunto com os árbitros e as equipas decidiram que a quarta etapa da Volta à Polónia será neutralizada", escreveu a organização, em comunicado.

Os 173 quilómetros, entre Jaworzno e Kocierz, foram reduzidos para 133,7, não havendo classificação da etapa, nem alterações na geral.

O ciclista belga Bjorg Lambrecht, de 22 anos, morreu na sequência de uma queda na terceira etapa da Volta à Polónia em bicicleta.

"A pior tragédia que pode atingir uma família, os amigos e os companheiros de equipa, aconteceu mesmo... Repousa em paz, Bjorg", pode ler-se no Twitter da equipa.

Lambrecht, uma das grandes promessas do ciclismo belga, caiu e atingiu uma estrutura de betão à beira da estrada a cerca de 30 quilómetros do final, tendo ainda sido reanimado e transportado ao hospital, mas acabou por não resistir aos ferimentos graves que sofreu.

Na presente temporada, Lambrecht tinha obtido um quarto lugar na Flèche Wallone e um sexto na Amstel Gold Race, já depois de ter sido vice-campeão da Volta à França do Futuro, na altura batido apenas pelo atual campeão do Tour, Egan Bernal.

Lambrecht deveria participar na Volta a Espanha em agosto, mas deixa de luto o ciclismo belga, do qual era uma das principais apostas de futuro, a par de Remco Evenepoel e Wout van Aert.

Fonte: Record on-line

“81ª Volta a Portugal/6ª Etapa”

Torre de Moncorvo

Lenda de Torre de Moncorvo

Numa altaneira torre da Vilariça, já em terras do actual concelho de Torre de Moncorvo, vivia um jovem fidalgo chamado Mem Corvo. Era o ano de 1062 e Fernando I, o Magno, rei de Leão, atacava os Mouros na Estremadura. A chamada Reconquista Cristã começava a dar um novo desenho às nações peninsulares e tardaria meio século até à formação de Portugal com Estado independente.

Assim, à torre maior da Vilariça chegou, afogueada, uma jovem moura pedindo protecção a Mem Corvo. Este recebeu-a e ficou a saber que Pêro Antunes, um castelão das vizinhanças, a perseguia tenazmente. Acabou por dar protecção à bela Zaida, porém com a condição de ela se cristianizar e baptizar-se Joana. Comprometia-se o fidalgo a catequiza-la. Obviamente que tamanha aproximação entre os jovens suscitou uma paixão mútua e, baptizando-se Zaida em Joana, eles combinaram o casamento. Porém, nas vésperas da boda, uma doença grave atacou a noiva, aliás a doença dos linhos, que grassava em parte da população. O médico alvitrou que Joana se salvaria, no entanto uma conversa entre os noivos abalou as convicções de Joana. Quios ela saber porque Mem insistia no nome que lhe pusera, tendo ele confessado que amara uma sua prima assim chamada, só que a morte a levara ainda com 13 anos de idade. Tentou ele ainda afastar este temor da cabeça da noiva, mas ela deu em cismar que não passava da memória de um antigo amor de Mem Corvo. Este disse-lhe que, para lhe melhorar os ares, mandara erguer uma torre para moradia de ambos nuns terrenos não habitados retirados dali e que com eles iriam várias famílias. Chamaria a esse sítio Terra de Joana. Porém, Joana estava demasiado cismática, pelo que, agravando-se o seu estado de saúde, morreu. É assim que nasce Torre de Moncorvo, esta vila trasmontana, tal como hoje a temos. E pensar que esteve a ponto de se chamar Terra de Joana...

In País Português Terras Lendárias - Lendas de Trás-os-Montes e Alto Douro de José Viale Moutinho e Maurício Abreu, Esfera da Caos Editora, Março 2007.

Torre de Moncorvo teria nascido de uma remota Vila da Alta Idade Média, que em antigos documentos vem designada Vila Velha de Santa Cruz da Vilariça, situada no topo da margem direita do Rio Sabor e nas proximidades do núcleo de vida pré-histórica do Baldoeiro.
Segundo a lenda, viveu naquela região, há muito tempo atrás, alguns séculos, um homem chamado Mendo ou Mem. Dizem uns que era um nobre senhor, mas a nossa lenda faz dele um pobre lavrador que habitava uma choupana com sua mulher, não muito longe do monte Reboredo.
Aconteceu certo dia que Mendo achou um tesouro enterrado sob um penedo do monte. Vendo-se, de repente, tão rico - o tesouro era fabuloso -, o homem sentiu fugir-lhe o juízo. Em breve, porém, recuperou o sangue frio e, reconhecendo ser melhor manter em segredo aquele achado, para que lho não cobiçassem tratou de pensar no que lhe fazer, onde o guardar.

Tão grande era a sua alegria que não cabia em si e no fundo, desejava partilhar o seu segredo com alguém que consigo se regozijasse. E, como a pessoa que mais perto de si estava por muitas razões óbvias, era a mulher, sentiu uma imensa vontade de lhe contar a felicidade que acabara de ter. Contudo, Mendo era desconfiado, e como conhecia a mulher de ginjeira achou que ela não seria capaz de guardar segredo por muito tempo.
Assim, decidiu arranjar uma mentira para a pôr à prova. Depois de muito pensar, encontrou o que dizer e foi ter com ela.
- Anda cá, mulher, senta-te aqui comigo nesta pedra! Quero contar-te uma coisa, mas tens de prometer guardar segredo...
- Então o que é? Conta, homem, conta!!
- Juras que não contas nada disto a ninguém?
- Juro pois! ... por estes dois que a terra há-de comer! ... - disse ela apontando para os olhos.
- Então lá vai: calcula que vi hoje um corvo parir um par de corvinhos!...
- Ora homem, isso é lá possível!?
- ...eu seja ceguinho!

A mulher ficou-se um pouco incrédula, sentada na pedra, enquanto ele se afastava para ir à sua vida, contente com a história que arranjara. Agora era só esperar algum tempo, ter um pouco de paciência e...ver o resultado. Durante algum tempo, a mulher quedou-se pasmada com a história que Mendo lhe contara: «era lá possível um corvo parir, parir como gente!?... Não, não é verdade! Aquilo foi o homem a mangar comigo!...».

Sem poder conter-se mais, e como segredo é aquilo que se conta a uma pessoa de cada vez, foi dali à vizinha mais próxima relatar o que dissera o marido. Desta vez o corvo já não tinha parido dois corvinhos, mas quatro e, é claro, tudo isto era um segredo.

Acabada a conversa, despediram-se as vizinhas e foi dali cada uma contar a outra pessoa. De tal modo se espalhou o segredo que em breve toda a gente da região conhecia a história do corvo parindo em variadissimas versões.

Em vista disto, Mendo, o lavrador, decidiu ocultar de todos o seu segredo, o seu tesouro, e para isso construiu uma grande torre onde passou a morar para melhor defender o seu ouro.

Do nome do lavrador e da história do corvo, ficaram a chamar ao edifício Torre do Mendo (ou Mem) do Corvo. Com o tempo, esquecida a história, o povo foi simplificando o nome até chamar ao local TORRE DE MONCORVO.

In Lendas Portuguesas de Fernanda Frazão


Chegada:

Bragança

Bragança conserva um património ímpar num centro histórico compacto, que facilmente se percorre a pé. As suas pedras gastas são testemunhas de uma História atribulada, que remonta à Idade do Bronze, conta com a presença de romanos, suevos e visigodos, prosseguindo com combates que ajudaram a estabelecer as linhas de fronteira e a importância estratégica do burgo.

A Torre de Menagem quatrocentista destaca-se num dos mais harmoniosos e bem preservados castelos do país, que abriga um conjunto monumental digno de nota pela sua originalidade. É o caso da enigmática Domus Municipalis, edifício que se acredita ter acumulado as funções de cisterna com a de local de reunião dos “homens bons” do concelho. A seu lado ergue-se a elegante Igreja de Santa Maria, cuja frontaria barroca, de tipo retabular, traduz no granito a talha dourada dos altares. Formando uma união singular entre épocas bem distintas, o pelourinho medieval está incrustado num berrão, estátua zoomórfica com origem em povos castrejos da proto-história.

Para lá das muralhas, as ruas empedradas guiam o viajante por um rosário de templos, em que se destacam o Convento de S. Francisco, as igrejas de S. Vicente e da Misericórdia, e a Sé, com um claustro renascentista e sacristia merecedores de visita atenta. O mesmo percurso está recheado de magníficos solares, edificados entre os séculos XVI e XVII, que hoje albergam instituições públicas.

Mas os tesouros monumentais não se limitam ao coração da cidade. Nas redondezas encontram-se joias como o Mosteiro de Castro de Avelãs, cuja cabeceira de planta circular revestida a tijolo é exemplar único em Portugal do estilo românico-mudéjar, ou a majestosa Igreja de Santo Cristo do Outeiro, com um esplêndido interior em talha barroca e assinalável pintura sacra.

Igualmente importante é o património cultural preservado nas aldeias do concelho, onde perduram tradições ancestrais, numa ruralidade tranquila feita de hábitos comunitários. É assim em Montesinho, aldeia aprazível de casas de pedra aninhadas num vale frondoso, em Rio de Onor, invulgar povoação pousada sobre a fronteira, e em todos os lugares onde há sempre a porta aberta de um sorriso para o receber.

Fonte: Podium

“VOLTA A PORTUGAL/VELOSO LIDERA MAS RIVAIS QUEREM FAZER A DIFERENÇA NA SEGUNDA PARTE”

Esta terça-feira os ciclistas estiveram em descanso

O líder da 81.ª Volta a Portugal em bicicleta, o espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto), quer encarar a segunda metade da prova dia a dia, com os rivais à procura de criar diferenças nas etapas mais difíceis.

A aproveitar hoje um descanso que “todos merecem”, o espanhol de 39 anos, que já venceu a Volta em 2014 e 2015, perspetivou uma segunda metade na qual vai correr pensando etapa a etapa, até porque uma possível vitória, diz, é uma questão do destino.

“Decidi, antes de vir, que ia desfrutar de cada dia e é o que estou a fazer. Se estiver no meu destino ganhar a terceira Volta, ganharei, e se não estiver, é porque há alguém mais forte. Espero que, se não for eu, seja alguém da minha equipa”, resumiu o veterano, que lidera com 15 segundos sobre outro ‘dragão’, João Rodrigues.

A segunda metade é “igual à primeira”, porque é “muito dura e vai ter muita luta”, com “diferenças que podem fazer-se em qualquer dia”. “Temos todos as etapas nas pernas, e às vezes a etapa da Torre [quarta] não ‘mata’ no dia, ‘mata’ depois”, alertou.

A seu favor, o corredor galego terá o contrarrelógio final, entre Vila Nova de Gaia e o Porto, no domingo, no qual tem, em teoria, uma vantagem sobre os rivais, que terão três chegadas em alto para tentar recuperar e ganhar tempo.

A subida à Serra do Larouco, que encerra a sétima etapa, é uma delas, mas há também a chegada a Santa Quitéria, na oitava, e a emblemática Senhora da Graça, na nona, que tem ainda contagens de primeira categoria no Alto da Barra e no Barreiro.

Antes do descanso, Jóni Brandão (Efapel) ganhou dois segundos ao líder e é quarto a 25 segundos, admitindo a vontade de “deixar tudo na estrada” para lutar pela vitória na Volta, contando com “uma equipa que rema toda para o mesmo lado” e que tem Henrique Casimiro em quinto, a 45.

“Temos uma equipa estável, forte, e quando é assim não temos de ter medo de ninguém. (...) Há um cansaço que já vem da primeira parte, terá depois um contrarrelógio duro e três chegadas em alto. Há muito para decidir”, referiu.

Acima, o espanhol Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano) é terceiro, a 22 segundos, e tem tido uma postura mais resguardada na primeira metade, algo que o deixou, explicou, “a muito poucos segundos”.

“A luta continua, e vai continuar até domingo, no contrarrelógio. Será muito duro até lá. Há três anos que luto por esta vitória, e vamos continuar a dar guerra até final, até conseguirmos vencer”, asseverou.

Na Sporting-Tavira, o homem em melhor posição na geral é Frederico Figueiredo, no 12.º posto, depois de o espanhol Alejandro Marque estar já distanciado, ainda que tenha sido segundo na quinta etapa, e Tiago Machado também está longe dos primeiros lugares.

O luso, de regresso ao pelotão nacional depois de quase uma década no WorldTour, quer “recuperar bem e encher o peito para o que falta”, olhando já para “etapas duras e que vão criar diferenças”.

“Foram etapas desgastantes, com muitas horas na bicicleta e dificuldades. Nenhuma etapa foi fácil. Os ciclistas podem vir a pagar na segunda parte os excessos na primeira”, avisou o ciclista de Vila Nova de Famalicão, em declarações à Lusa.

Fonte: Sapo on-line

“Volta a Portugal/Fundação Euskadi com a ‘benção’ de Landa”

Equipa basca está na Volta a preparar subida de divisão

Por: Pedro Filipe Pinto

Foto: LUSA

A participar na 81ª Volta a Portugal, a Fundação Euskadi carrega em si um legado de uma das equipas mais míticas da história do ciclismo, a Euskatel Euskadi. Com a subida ao escalão Continental Profissional, a equipa laranja dá um passo muito importante rumo aquele que é o grande objetivo: voltar a ter uma equipa do País Basco no World Tour.

"Estamos ainda num patamar abaixo, mas a nossa visão de futuro é essa. Ir crescendo pouco a pouco e porque não seguir os passos da Euskatel e correr no World Tour? Para isso é preciso algum tempo e falta dinheiro, mas vamos passo a passo", começa por dizer a Record Jorge Azanza, diretor desportivo.

Nesta missão, a Fundação tem o apoio importante do irreverente Mikel Landa, que assinou com a Bahrain-Merida. "No fundo, o Mikel Landa é o patrão! É o sustento mais importante da equipa. Apostou em nós para esta equipa não morrer e desde que ele chegou temos feito o nosso caminho. Ele segue a sua carreira como ciclista, tem contrato para os próximos dois anos, mas oxalá possa, um dia, correr aqui connosco", afirma.

Outro nome importante na história da Euskadi é o de Samuel Sanchéz, que foi o líder da Euskatel durante anos e anos. Poderemos assistir uma reunião nos próximos anos? Azanza abre a porta: "É possível porque o Samuel Sánchez tem sido uma pessoa muito ligada à Fundação e à equipa. Por isso, é uma possibilidade."


Evolução é o foco

Na Volta a Portugal o objetivo desta equipa é claro: preparar os jovens para a subida de divisão. "A Volta tem sido o nosso objetivo nesta temporada porque é uma corrida perfeita para fazer esta transição de Continental para Continental Profissional. Para os portugueses é a mais importante e para os nossos corredores é muito bom estar aqui porque têm a oportunidade de crescer numa prova tão dura."

Já em tom de brincadeira, questionámos a Jorge Azanza se há qualquer tipo de rivalidade com a conterrânea, Euskadi Murias: "Estamos aqui para fazer a nossa corrida. A rivalidade com a Murias é igual à que temos com a Miranda Mortágua, por exemplo."

Aqui está um projeto que tem pernas para andar com o investimento de um ciclista que está entre os melhores trepadores do Mundo. Agora a grande dúvida é se veremos Mikel Landa a correr em casa…

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Nuno Ribeiro pede "a melhor estratégia" para segunda metade difícil”

Diretor da W52-FC Porto recusa favoritismo

Por: Lusa

Foto: Lusa

O diretor desportivo da W52-FC Porto, Nuno Ribeiro, quer os dragões a usarem "a melhor estratégia" para preservar a liderança da 81.ª Volta a Portugal, com os rivais a tentar aproveitar uma segunda metade dura.

Com o primeiro classificado, o espanhol Gustavo Veloso, e o segundo, João Rodrigues, a 15 segundos, os azuis e brancos chegaram ao dia de descanso, esta terça-feira na Guarda, em boa posição para manter a senda de triunfos consecutivos que dura desde 2013.

Ainda assim, após seis dias de corrida, Nuno Ribeiro recusa assumir o favoritismo e atribuiu esse estatuto a Jóni Brandão (Efapel), quarto a 25 segundos, considerando o português e o espanhol Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano), terceiro a 22, os "principais adversários".

Por outro lado, o diretor desportivo recusou comentar a questão da liderança na equipa, depois de Veloso, de 39 anos, querer uma terceira vitória depois de 2014 e 2015, e João Rodrigues a afirmar-se aos 24 anos, com uma vitória na Torre, na quarta etapa, como ponto alto.

"Está tudo em aberto. Temos os dois primeiros e vamos tentar manter a camisola amarela, vamos ver como vai correr", referiu o diretor, que tem ainda o líder da classificação por pontos, Daniel Mestre, responsável por uma das três vitórias em etapa da equipa.

Ribeiro não poupa elogios a Gustavo, que está "a ser importante para ele e para a equipa", mostrando vontade de jogar com a estratégia para bater Jóni Brandão, que, na opinião do diretor portista, terá "muitas etapas a seu favor" numa segunda metade complicada.

"Para perder a Volta, pode ser todos os dias, a ganhar há poucas diferenças. A Serra do Larouco vai ser difícil, assim como as outras subidas", apontou Nuno Ribeiro, depois de a sua equipa ter agarrado a camisola amarela no prólogo para a levar até à Guarda, passando pelo corpo de Samuel Caldeira e Gustavo Veloso.

 

Adversários prometem dar luta

Do lado da Efapel, o diretor Rúben Pereira afirmou que "os adversários estão muito fortes", mas o objetivo da equipa é "fazer tudo para ganhar", sobretudo com o líder, e espera ter "a recompensa de ser feliz" no domingo, após o contrarrelógio no Porto.

"Se não, temos dignificado os patrocinadores, e todos os dias temos estado na luta para que a vitória nos sorria", atirou.

Se todos os dias "são decisivos e bons para perder e para ganhar, sem dias fáceis numa Volta a Portugal", o diretor desportivo conta ainda com Henrique Casimiro (Efapel), quinto classificado, a 45 segundos, e último corredor a menos de um minuto de distância de Veloso.

A fechar o pódio está García de Mateos, na mesma posição em que terminou em 2017 e 2018, e o diretor desportivo da Aviludo-Louletano, Jorge Piedade, vê nos quatro primeiros nomes "o possível vencedor da Volta".

"Nesta segunda metade, espero que possamos fazer tudo para ir buscar algum tempo e seguir na frente. Tudo é possível, inclusivamente chegarmos ao contrarrelógio com estas diferenças. Aí, é possível que qualquer um dos quatro seja o vencedor", comentou.

Em termos de estratégia, os algarvios vão "estar atentos e procurar encontrar situações nas etapas para aproveitar" para ganhar tempo, com De Mateos resguardado, também, pelo 10.º classificado à geral, Luís Mendonça.

A prova encerra com um contrarrelógio final, entre Vila Nova de Gaia e o Porto, no domingo, mas antes há ainda três chegadas em alto para enfrentar pelo pelotão.

A subida à Serra do Larouco, que encerra a sétima etapa, é uma delas, mas há também a Santa Quitéria, na oitava, e a mítica Senhora da Graça, na nona, que tem ainda contagens de primeira categoria no Alto da Barra e no Barreiro.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Muita dureza até ao Porto”

Não falta montanha até ao final da Volta

Foto: LUSA

O pelotão da Volta teve descanso hoje, mas o treino não pode parar porque, depois de uma primeira parte com Torre, vem aí uma segunda com várias chegadas em alto. A W52/FC Porto tem dominado, mas veremos se consegue continuar a mandar na corrida já na quinta-feira, com a chegada à Serra do Larouco. No entanto, o grande espetáculo estará guardado para a Senhora da Graça. As diferenças finais (que podem ser fulcrais) serão feitas no contrarrelógio de domingo, no Porto.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Centro do Porto condicionado no domingo”

Última etapa da Volta mexe com a Invicta

Foto: LUSA

Como já é sabido, a Volta a Portugal chega ao fim neste domingo, com o contrarrelógio final realizado no Porto e, por isso, a autarquia tomou medidas de prevenção no centro da cidade, com condicionamentos ao trânsito e ao estacionamento. Devidamente sinalizados nos locais, a Câmara Municipal do Porto esclareceu que os condicionamentos vão ser feitos de forma faseada, começando a partir das 22 horas de sábado e terminando à mesma hora de domingo.

Fonte: Record on-line

“81ª Volta a Portugal Santander/Etapa da Volta”

CICLOTURISTAS INVADIRAM REGIÃO SERRANA

Dia de Descanso na Volta a Portugal é sinónimo de jornada cicloturista. É assim todos os anos e desta vez foi o concelho da Guarda a receber esta terça-feira, 6 agosto, a “Etapa da Volta Via Verde RTP”, uma iniciativa dedicada aos amantes da bicicleta.  Cerca de 850 pessoas alinharam nesta iniciativa lado a lado com o antigo corredor Marco Chagas, o autarca guardense Carlos Chaves Monteiro e o padre Ismael Teixeira, conhecido como Iron Priest, e o triatleta Bruno Pais. Os participantes viveram as emoções dos corredores profissionais ao serem recebidos no centro da cidade mais alta de Portugal pelas mesmas estruturas que, todos os dias, a organização monta nas etapas da Volta. Entre os participantes e os familiares e amigos que se deslocaram à Guarda apenas para esta jornada cicloturista, sem contar com as movimentações da própria Volta a Portugal, há um registo que ultrapassa as 1000 pessoas. “É um impacto económico muito significativo para o município além de toda a promoção que podemos fazer do nosso território”, expressou Carlos Chaves Monteiro, o autarca da Guarda.


Os vencedores da 13ª Etapa da Volta Via Verde RTP

O percurso de 70 quilómetros visitou alguns dos fantásticos cenários da região da Serra Estrela, com partida e chegada ao Largo General Humberto Delgado, na Guarda.  Entre os participantes masculinos sagrou-se vencedor Ricardo Lameira, natural de Vila Real. Satisfeito, o cicloturista que desempenha funções na GNR, falou na sensação de cruzar a meta em primeiro lugar. “Ainda ontem [5 agosto] vi chegarem os nossos ídolos aqui através da televisão. Hoje, viver esta jornada e também chegar aqui despois de fazer toda a subida foi uma emoção realmente muito grande. Quem pratica sabe o que é subir, mas quando nos vemos em cima da bicicleta, no esforço máximo das nossas capacidades, percebemos que é um desafio enorme, mas é sempre um prazer chegar ao fim e concluir um objetivo.”

Esta não foi a primeira participação de Ricardo Lameira nesta iniciativa, tal como aconteceu com a primeira mulher a alcançar a meta da 13ª edição da “Etapa da Volta Via Verde RTP”, uma organização da Podium Events e do município da Guarda. Liliana Jesus, vice-campeã nacional de maratonas BTT, foi a vencedora e aproveitou a ocasião para chamar outras mulheres para a prática desportiva. “Estamos a atravessar uma fase de crescimento no ciclismo feminino, portanto todas somos precisas para ajudá-lo a crescer ainda mais. Participar na Etapa da Volta é sempre bom, é uma prova que gosto imenso por isso deixo o convite a mais mulheres para viverem esta experiência.”


Volta recomeça em Torre de Moncorvo com novas emoções

Após o dia de repouso, a 81ª Volta a Portugal Santander é retomada esta quarta-feira com uma partida em Torre de Moncorvo, município que não recebia a prova desde 1931 quando se correu a segunda edição. A derradeira fase competitiva começa com a 6ª etapa, de 184,6 quilómetros, que atravessa o nordeste transmontano e vai terminar com uma longa reta de meta em Bragança. Gustavo Veloso é o homem da Camisola Amarela e entre os cinco primeiros classificados, onde estão os principais rivais do espanhol da W52-FC Porto, há apenas 45 segundos. Vêm aí novas emoções, entre outras, com as subidas da Serra do Larouco (Montalegre) e da Senhora da Graça (Mondim de Basto). Para trás foram percorridos 876 quilómetros distribuídos pelo Prólogo e por cinco etapas. Para chegar ao Porto, onde a Volta vai terminar 30 anos depois, restam outras cinco tiradas com pouco mais de 650 quilómetros. Os italianos da Amore & Vita somaram duas vitórias (1ª e 5ª etapas) e o coletivo português W52-FC Porto ganhou o Prólogo, em Viseu, e as restantes tiradas.   

Fonte: Podium