terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

“Ciclismo e turismo de mãos dadas nas Aldeias do Xisto”

Por: José Carlos Gomes

No âmbito do projeto Cyclin’Portugal, as Aldeias do Xisto mantêm a sua aposta na promoção do ciclismo e do turismo em bicicleta no nosso país, através de uma série de provas dedicadas aos amantes da bicicleta e respetivas modalidades. Acaba de ser apresentado o novo calendário nacional Cyclin’Portugal Aldeias do Xisto 2018, de onde se destacam inúmeras provas a decorrer ao longo deste ano: Campeonato da Europa de Downhill, Clássica Aldeias do Xisto e o Passeio da Primavera.

Reconhecendo a importância que a prática de bicicleta tem para a região Centro e para o país, as Aldeias do Xisto mantêm a sua aposta no turismo de bicicleta promovendo uma série de iniciativas que vão ao encontro da prática do ciclismo, mas que também incentivam e realçam o turismo nacional, sobretudo na afirmação do turismo ativo e de natureza. Uma conjugação perfeita que é uma realidade nas Aldeias do Xisto!

Nesse sentido, o projeto Cyclin’Portugal surge, não só como agregador destes dois tipos de turismo mas também como um incentivo para prática do desporto de competição. Assim, foi apresentado, hoje, o calendário nacional de provas do Cyclin’Portugal Aldeias do Xisto 2018 que conta este ano com diversas competições.

A segunda edição da Clássica Aldeias do Xisto realiza-se a 25 de março e, à semelhança do ano anterior, será a prova que decidirá os vencedores do Troféu Liberty Seguros. A Clássica Aldeias do Xisto 2018 mantém as caraterísticas que lhe dão uma personalidade própria no conjunto do calendário nacional de ciclismo, atravessando várias Aldeias do Xisto. A corrida será composta por 145 quilómetros, partindo de Álvaro (12h00), prevendo-se a chegada à Aldeia das Dez para cerca das 15h50. A meta coincide com uma contagem de montanha de terceira categoria. A viagem do pelotão conta com mais duas subidas pontuáveis para a classificação dos trepadores. Além das aldeias de partida e de chegada, o colorido do pelotão vai ainda animar as aldeias de Janeiro de Baixo, Janeiro de Cima, Fajão e Vila Cova de Alva.

O dia 25 de março será também marcado por um evento de ciclismo para todos, o Passeio da Primavera, uma prova de acesso a praticantes amadores, destinado a celebrar o renascimento da natureza, numa região fustigada, nos últimos meses, por vários incêndios. Composto por um trajeto de 45 quilómetros, inicia-se na Ponte das Três Entradas (9h30), terminando na Aldeia das Dez. Os participantes terão a oportunidade de conviver enquanto esperam pelos corredores profissionais, que ali encerram a Clássica Aldeias do Xisto.

Num âmbito do desporto mais radical, o Louzanpark será o centro das atenções dos praticantes e dos adeptos de Downhill (DHI). A 25 de março realiza-se uma etapa da Taça de Portugal daquela disciplina de BTT, que servirá de aperitivo para o prato principal da temporada velocipédica nas Aldeias do Xisto: o Campeonato da Europa de DHI, a disputar de 6 a 8 de abril, também no Louzanpark. O Campeonato da Europa vai juntar os melhores praticantes de todo o continente europeu das categorias de elite, juniores e masters. A 6 de abril decorrem os treinos oficiais, a 7 as qualificações cronometradas e no dia 8 a final, na qual serão conhecidos os novos campeões da Europa.

Além de evento de alta competição, especialmente nas categorias de juniores e de elite, o Campeonato da Europa tem a faculdade de ser uma iniciativa de massas, pois todas as provas com participação de masters têm também uma componente turísticas, dado ser um perfil de praticantes que aproveita as deslocações para se divertir e conhecer os territórios, além da prática desportiva.

A conjugação da prova da Taça de Portugal, inscrita no calendário internacional, com o Campeonato da Europa é uma oportunidade para que muitos praticantes e equipas permaneçam na região das Aldeias do Xisto durante várias semanas, treinando, estagiando e fazendo os últimos ajustes técnicos e táticos, antes da grande corrida de atribuição dos títulos europeus.

Infraestruturas Aldeias do Xisto para a prática de Ciclismo

As Aldeias do Xisto apresentam ótimas características para a prática das várias vertentes associadas à bicicleta, não só as paisagens para o ciclismo de estrada, mas também a orografia natural do terreno propício à prática do BTT nas suas várias disciplinas. De facto, não só a marca tem sido pioneira na criação de infraestruturas associadas à bicicleta (Centros de BTT, Bike Roads), na certificação dos serviços (Rede de Bikotels), como o território tem sido palco de alguns eventos distintivos no âmbito do Calendário de Animação das Aldeias do Xisto (Avalanche, Granfondo), e eleito por muitos dos principais atletas internacionais de BTT como o spot ideal para praticarem e testarem novos equipamentos.

Fonte: FPC
Por: José Carlos Gomes

Taça de Portugal de Pista prossegue no sábado

O Troféu Alves Barbosa, segunda e penúltima prova pontuável para a Taça de Portugal de Pista, corre-se no próximo sábado, 10 de fevereiro, no Velódromo Nacional, em Sangalhos, Anadia.

Depois de receber a abertura da época de estrada, no último fim-de-semana, a região de Aveiro volta a estar no centro das atenções dos praticantes e dos adeptos de ciclismo nacionais, desta vez com uma corrida de pista que homenageia Alves Barbosa, grande símbolo do ciclismo em Sangalhos.

A segunda etapa da Taça de Portugal promete animação ao longo de toda a jornada. De manhã corre-se entre as 10h00 e as 13h15, a sessão vespertina inicia-se às 15h00 e termina cerca das 20h00.

Estarão em prova corredores de todas as categorias desde juvenis, competindo nas disciplinas de omnium, scratch, contrarrelógio, perseguição individual e eliminação.

A entrada para o público é gratuita.

Mais eventos oficiais

11 de fevereiro, 9h00: 1.ª Etapa do Campeonato de BTT de Vila do Conde, Labruge

11 de fevereiro, 9h30: 3 Horas Resistência BTT de Tourencinho, Vila Pouca de Aguiar

11 de fevereiro, 9h30: Rota dos Moinhos e Lagares Cavados na Rocha, Vilarandelo, Valpaços

Fonte: FPC

“CTT Sem Rasto de Dois Equipamentos”

O Ciclismo 24 por 24 lançou pelo 3º ano consecutivo o seu Leilão Solidário, em parceria com o IPO Porto. Como se trata de um projeto sem qualquer tipo de remuneração, o processo de leilão é efetuado após a doação de equipamentos de ciclistas que aderem a esta causa nobre, após apresentação da mesma. O fim deste leilão destina-se em 60% a favor do IPO Porto e a restante verba para o apoio ao desenvolvimento dos jovens que acompanhamos.

Este ano o projeto contou com a ajuda preciosa dos CTT, que perdeu o rasto a dois dos equipamentos. O Ciclismo 24 por 24 já apresentou reclamação junto dos CTT. O diretor Diogo Santos relata abaixo o que se sucedeu em pormenor.

Mais se informa que a leiloar ainda estão equipamentos de Vicente de Mateos, Alejandro Marque, Fábio Silvestre, Amaro Antunes e Rui Costa.

 Reclamação Online nº ROR00000000000068821  Reclamação Física nº 24988263  Reclamação no Portal da Queixa nº 16477018

5 dos 9 ciclistas inseridos neste 3º Leilão utilizaram os CTT como meio de transporte, António Pereira Barbio (na altura da Efapel), Nuno Bico (Movistar), Fábio Silvestre e Alejandro Marque (Sporting – Tavira), Ricardo Vilela (Manzana Postobon), tendo sido esta a ordem de envio. Para meu espanto, os equipamentos de Alejandro Marque, Fábio Silvestre e Ricardo Vilela chegaram-me primeiro às mãos que os de António Pereira Barbio e Nuno Bico. Os dias foram passando, até que no dia 21 de Dezembro de 2017 (Quinta-feira) me dirigi aos CTT de São Domingos de Benfica para averiguar a situação. Fui reencaminhado para o respetivo Centro de Distribuição Postal (CDP), onde a minha presença começou quase a ser diária. A resposta que me foi facultada até ao final do ano civil de 2017 foi sempre “Época natalícia, greve, tem que ter paciência”.

Após a entrada no novo ano civil, verifiquei junto dos dois atletas se os respetivos equipamentos tinham sido devolvidos. Recebi resposta negativa de ambas as partes. Dirigi-me de novo aos CDP à procura de melhor sorte com a entrada no novo ano. A partir daí, ouvi de tudo, desde “O correio vai ser normalizado em breve”, “É estranho”, “Teremos de verificar a situação junto do respetivo carteiro”, até que aos

O Leilão 24 por 24 tem tido um enorme sucesso nas anteriores edições.

12 dias de Janeiro ouvi o chefe dos CDP de São Domingos de Benfica (cujo nome nunca me foi revelado) “Espere mais uns dias- Se nada for estregue, dê o paradeiro de ambas as encomendas como desaparecido. Lamento.”. Nada me foi entregue até então.

Especificando, estamos a falar de:

 Camisola Efapel do ciclista António Pereira Barbio. Assinada pelo próprio. Enviada a 4 de Dezembro de 2017 de Sobral de Monte Agraço. A respetiva camisola tem um preço PVP de 30,00€. Estima-se que a mesma, assinada, ascenda a um valor de 50,00€.  Camisola Movistar do ciclista Nuno Bico. Assinada pelo próprio. Enviada a 12 de Dezembro de 2017 de Viseu. A respetiva camisola tem um preço PVP de 69,99€. Estima-se que a mesma, assinada, ascenda a um valor de 90,00€.

Estamos a falar de um prejuízo em termos materiais a rondar os 140,00€, fora licitações. Os envios foram efetuados através de Correio Normal. Para quem está minimamente dentro da dura realidade que é a vida de um ciclista sabe que o diferencial entre o envio em Correio Normal e o envio em Correio Registado/CTT Expresso faz bastante diferença nas suas vidas. Por isso, não é correto pedir/exigir o envio registado ou via CTT Expresso de algo que gentilmente se propõem a dar.

Público ou privado, os CTT são um serviço do povo para o povo. Existe de modo a tornar mais seguro e rápido o envio de mercadorias entre elementos da sua população e além-fronteiras. Há falta de um, são dois equipamentos desaparecidos! Como é possível? Certo que estamos a falar de envios em Correio Normal e que os CTT podem não se responsabilizar por tal, o que para todos os efeitos é incoerente entre si. Tratando-se de um serviço prestado por estes, a responsabilidade é dos mesmos. É uma regra nobre e básica de bom viver em civilização.

Perante todos os factos aqui expostos, gostaria, em nome do meu projecto, apurar responsabilidades quanto aos desaparecimentos e se possível, descobrir os paradeiros dos equipamentos, por forma a continuarmos a ajudar quem mais precisa.

Por isso vos escrevo, pois acredito que apenas com a vossa divulgação da presente situação será possível obter uma solução junto dos CTT relativamente à mesma.

Por: Diogo Santos (diretor)

Fonte: Ciclismo 24 por 24

“ÉPOCA 2018 COMEÇOU EM AVEIRO”

Por: After Two //works

Fotos: João Fonseca 

A equipa Sicasal-Constantinos-Delta Cafés iniciou a atividade competitiva de 2018 no passado domingo, com a participação na Prova de Abertura - Região de Aveiro que percorreu todos os concelhos do distrito num total de 155 quilómetros. O objetivo da equipa torriense passava por criar condições ao sprinter Iúri Leitão para que na parte final da corrida este tentasse disputar a vitória, mas a tarefa não se adivinhava fácil, pois devido à intensa perseguição a dois ciclistas em fuga logo a partir do quilómetro 20, a corrida entrou numa toada muito rápida, com as equipas profissionais interessadas na vitória a imprimirem um ritmo forte.

Depois de algumas dificuldades com a passagem nas duas contagens de montanha do dia, alguns atletas ficaram num segundo grupo do pelotão, mas com muito trabalho acabaram por regressar à frente da corrida na tentativa de cumprir com o objetivo da equipa. Infelizmente, e quando apenas faltavam 10 kms para o final, o Iúri ficou envolvido numa queda coletiva que o obrigou a abandonar a corrida, terminando ali as ambições da formação de Torres Vedras. Daniel Silva acabou por ser o homem mais rápido da equipa terminando na 55ª posição a prova que foi ganha pelo atleta da equipa Portugal, Tiago Machado.
O treinador Hélder Miranda revelou confiança no futuro, afirmando que “o objetivo passava por fazer uma corrida tranquila, resguardados no interior do pelotão, apenas para ganhar ritmo competitivo, principalmente para os nossos atletas mais jovens que vêm dos juniores e precisam de ganhar endurance e confiança.” Para estes atletas da Academia Joaquim Agostinho-UDO, este foi apenas o início de uma longa aprendizagem que prossegue no próximo dia 4 de março, com a participação na Clássica da Primavera a realizar na Póvoa do Varzim.

No sábado que antecedeu a prova, a Federação Portuguesa de Ciclismo realizou uma cerimónia de início de época no Centro de Artes de Águeda, na qual apresentou as equipas que vão compor o pelotão em 2018, atribuiu os prémios relativos ao ranking nacional de ciclistas de 2017 e distinguiu três individualidades com o título de sócio honorário da instituição, entre eles, o Sr. Comendador Álvaro Santos Silva, administrador da Sicasal, empresa que em muito tem contribuído para o desenvolvimento do ciclismo nacional desde a década de 80 até aos dias de hoje.

Fonte: Academia Joaquim Agostinho