quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

“Alhandra Sporting Club e Outsytems Olímpico de Oeiras campeões nacionais de clubes de duatlo”

O Alhandra Sporting Club e o Outsystems Olímpico de Oeiras são os primeiros clubes campeões da época de 2017. As duas formações foram as mais fortes do Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo e alcançaram a vitória ao fim das três etapas que compuseram a competição.

A competição feminina ficou marcada pela domínio do Alhandra Sporting Club. A formação vila-franquense venceu as duas primeiras etapas da prova e deixou a concorrência sem possibilidade de disputar a vitória em Rio Maior, última etapa. Fortemente disputados, foram os dois últimos lugares do pódio. O Sporting Clube de Portugal alcançou o segundo lugar em Torres Vedras e, consequentemente, iniciou a competição na corrida pela liderança. Contudo, Arronches assinalou a segunda etapa da competição e provou que a disputa do campeonato era cerrada. O Outsystems Olímpico de Oeiras foi segundo classificado na etapa e assumiu a segunda posição provisória do ranking do campeonato nacional de clubes. Em Rio Maior o mérito caiu sobre o Sporting Clube de Portugal que demonstrou grande vontade e qualidade, vencendo a última etapa do campeonato e sagrando-se Vice-Campeão Nacional de Clubes de Duatlo. O último lugar do pódio foi ocupado pelo Outsystems Olímpico de Oeiras.

O lado masculino observou a três diferentes vencedores nas três etapas e ficou decidido apenas no último capítulo da competição. Apesar de sair vitorioso apenas na primeira etapa, o Outsystems Olímpico de Oeiras foi capaz de segurar a posição de liderança durante toda a prova e resistiu à vitória do Alhandra Sporting Club e do Sport Lisboa e Benfica nas duas etapas seguintes, conquistando o título Nacional de Clubes de Duatlo. Com uma vitória em Arronches e um terceiro lugar alcançado na etapa inaugural, o Alhandra Sporting Club somou pontos suficientes para se sagrar Vice-Campeão Nacional. O terceiro lugar do campeonato foi ocupado pelo Teleperformance – Os Belenenses.

O final do Campeonato Nacional de Clubes assinala a proximidade das competições de Triatlo que marcarão o calendário competitivo durantes os próximos meses e onde esperamos encontrar toda a família da modalidade. No próximo fim de semana os amantes do Duatlo terão ainda a possibilidade de disputar, no Cadaval, o Campeonato Nacional de Grupos de Idade de Duatlo.

Fonte: FTP

“Vanessa Fernandes anuncia regresso oficial”

Vai dar uma conferência de imprensa na próxima semana. Ida a Abu Dhabi está ainda em dúvida

Por: Ana Paula Marques

Foto: Vítor Neno

Ainda não é certo que Vanessa Fernandes fará o seu regresso ao triatlo no dia 4 de março em Abu Dhabi, primeira prova das World Series. Uma lesão na anca tem impedido a atleta do Benfica de prosseguir com o programa de treinos. Mas uma coisa parece certa. Seja nesta prova ou um pouco mais tarde, a filha de Venceslau Fernandes está decidida a que seja desta o seu regresso à modalidade que a tornou numa desportista de eleição.
Ao que Record apurou, Vanessa Fernandes tem previsto dar uma conferência de imprensa na próxima segunda-feira para anunciar o que há muito se vem perspetivando, a sua volta ao triatlo. A cerimónia está a ser organizada por ela, e deverá contar com a família, nomeadamente o pai. É provável também que estejam representantes do seu clube, o Benfica, da Federação, bem como colegas com quem tem treinado desde que interiorizou este seu regresso, e claro o treinador que a está a orientar, Lino Barruncho.

Tal como o nosso jornal adiantou a semana passada, Vanessa Fernandes faz parte da start list da prova inaugural das World Series, em Abu Dhabi, tal como Melanie Santos. "Estava tudo a correr bem, dentro do previsto, mas sofreu um toque numa anca que pode comprometer a sua ida", disse-nos uma fonte próxima da vice-campeã olímpica em Pequim’2008.

Opção
Se não se confirmar a ida ao Médio Oriente, o regresso de Vanessa ficará adiado por mais uma ou duas semanas. Caso então não vá a Abu Dhabi, a primeira prova que a atleta de Perosinho, 31 anos, fará desde que fez a última em 2011 poderá ser em Vila Real de Santo António (11 de março) ou uma semana depois, em Altura. Ambas na distância de sprint.
Depois disso, Vanessa marcará então presença numa prova internacional, ao que tudo indica na Taça da Europa, no início de abril, na Quarteira, onde em 2010 conquistou a sua última vitória.

Fonte: Record on-line

“Lance Armstrong: «Dopei-me mas trabalhei muito para ganhar o que ganhei»”

Ex-ciclista reclama mérito das conquistas alcançadas

Por: Luís Miroto Simões

Foto: Reuters

Lance Armstrong não quer ser recordado por todo o caso de doping do qual foi protagonista. O antigo ciclista norte-americano lembrou que, apesar dos erros que cometeu, trabalhou muito.
"Dopei-me sim, mas não quero ser recordado pelos fãs por causa disso. Também trabalhei muito para ganhar o que ganhei. As pessoas não devem esquecer-se do trabalho duro e esforço dos corredores, mesmo que se tenham dopado ao mesmo tempo. Nem tudo é branco ou preto", referiu Lance num podcast com antigos companheiros.

O ex-corredor, que venceu a Volta a França por sete vezes consecutivas, mas que depois viu todos os títulos retirados, reiterou que a US Postal era uma equipa feita para vencer: "A mentalidade da equipa era clara: tínhamos a melhor tecnologia, treinávamos como ninguém, tínhamos as táticas mais inteligentes, o melhor diretor, o túnel de vento, uma dieta exaustiva... Isto não pode passar despercebido".
Por fim, Armstrong garantiu que já sofreu muito com todo o caso: "Sei que muita gente quer que seja castigado severamente e eu percebo, mas já fui severamente punido pelos meus erros. Algumas coisas são públicas, mas outras não, para salvaguardar a minha família".

Fonte: Record on-line

“Rui Costa orgulhoso por ser a 'bandeira' da UAE Emirates em Abu Dhabi”

Depois de terminar no domingo a Volta a Omã em segundo lugar da geral, Rui Costa sente-se com “boas sensações”.

Foto: EPA/CLAUDIO PERI

Rui Costa orgulhoso por ser a 'bandeira' da UAE Emirates em Abu Dhabi

O ciclista português Rui Costa manifestou-se hoje “orgulhoso por ser a referência da equipa” UAE Emirates na Volta a Abu Dhabi, que começa na quinta-feira, aceitando a responsabilidade de chefiar a formação na prova.

“É um orgulho correr nesta equipa. Sinto-me a ‘bandeira’ da formação e isso é muito bonito, porque representamos um país. É uma grande responsabilidade e há que fazer as coisas bem”, disse o campeão mundial de estrada em 2013.

Depois de terminar no domingo a Volta a Omã em segundo lugar da geral, Rui Costa sente-se com “boas sensações”.

“Até agora, tenho feito um bom percurso e as coisas estão a correr bem. Chego à Volta a Abu Dhabi num bom momento e espero que a equipa consiga um bom resultado. Temos ciclistas para os ‘sprints’ e para a chegada em alto no sábado”, avaliou o português.

Rui Costa, que tem como principais referências no currículo, além do título mundial, as vitórias em três edições da Volta à Suíça e três etapas na Volta a França, não definiu objetivos concretos para este ano, limitando-se a apontar “à vitória em qualquer corrida”.

“Dizem-nos que temos de vencer, mas há que ir com calma. Para já, seria importante para a equipa terminar entre as dez primeiras no ‘ranking’ mundial”, frisou Rui Costa.

A Volta a Abu Dhabi disputa-se entre quinta-feira e domingo, com um total de 671 quilómetros, repartidos por quatro etapas (três planas e uma de montanha).

Poderá ser a terceira etapa, no sábado, com meta no alto de Jabel Hafeet, que ajudará a definir o vencedor da prova.

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Troféu Liberty Seguros – Clássica da Arrábida”

Arrábida capital do ciclismo no início de março

A região da Arrábida será a capital do ciclismo português no primeiro fim-de-semana de março. No sábado, 4, realiza-se o Granfondo da Arrábida, que juntará centenas de participantes. No dia seguinte é a vez de o pelotão de elite se fazer à estrada para a estreia internacional da Clássica da Arrábida, pontuável para o Troféu Liberty Seguros.

A iniciativa resulta de um protocolo, com três anos de vigência, que une a Federação Portuguesa de Ciclismo e as edilidades de Palmela, Sesimbra e Setúbal no objetivo de dinamizar a Arrábida enquanto região privilegiada para a prática de ciclismo, em lazer, em treino e em competição.

O protocolo prevê a identificação e mapeamento de percursos cicláveis e das infraestruturas de apoio aos praticantes, assim como a realização de eventos que projetem, nacional e internacionalmente, a Arrábida.

A Clássica da Arrábida, prova de classe 2 internacional e segundo evento pontuável para o Troféu Liberty Seguros, marca o arranque do protocolo ao nível da alta competição. A corrida vai disputar-se no dia 5 de março, partindo da Avenida Luís Todi, Setúbal, às 11h15, passando por Sesimbra e chegando ao castelo de Palmela, cerca das 15h45, depois de percorridos 186,6 quilómetros.

O percurso é um tradicional “rompe-pernas”, que até começa com relevo suave. No entanto, nos derradeiros 70 quilómetros, os corredores terão de enfrentar cinco prémios de montanha, o último, de segunda categoria, coincidente com a linha de chegada.

A Clássica da Arrábida terá um final espectacular e original. A subida para a meta tem 2,6 quilómetros, os primeiros 1500 metros em terra batida (o famoso “sterrato”) e os derradeiros 1100 metros em empedrado (“pavé”).

Os sprinters levaram a melhor na Prova de Abertura – Região de Aveiro, primeira corrida pontuável para o Troféu Liberty Seguros. A Clássica da Arrábida deverá reequilibrar as contas do Troféu, dando hipótese aos trepadores de aspirarem à classificação geral. De momento, os três primeiros são homens rápidos: Francisco Campos (Miranda/Mortágua), César Martingil (Liberty Seguros/Carglass) e Fábio Silvestre (Sporting-Tavira).

No ano de estreia internacional, a Clássica da Arrábida conseguiu atrair 20 equipas, oriundas de seis países: Bolívia, Espanha, Estados Unidos da América, Noruega, Portugal e Rússia.

O protocolo celebrado entre a Federação Portuguesa de Ciclismo e os três municípios da Arrábida estabelece que todos os concelhos, entre 2017 e 2019, recebem uma partida e uma chegada da Clássica.

Equipas Participantes na Clássica da Arrábida 2017

Portugal: Efapel, LA Alumínios-Metalusa BlackJack, Louletano-Hospital de Loulé, RP-Boavista, Sporting-Tavira, W52-FC Porto, ACDC Trofa, Jorbi/Team José Maria Nicolau, Liberty Seguros/Carglass, Maia, Miranda/Mortágua, Moreira Congelados/Feira/Bicicletas Andrade e Sicasal/Constantinos/Delta Cafés.

Espanha: Burgos BH e Caja Rural-Seguros RGA Sub-23

Estados Unidos da América: Axeon Hagens Berman e Rally Cycling

Bolívia: Equipo Bolivia

Noruega: Team Sparebanken Sor

Rússia: Lokosphinx

Grandonfo da Arrábida

Na véspera de receberem os profissionais do pedal, as estradas da Arrábida vão encher-se de ciclistas amadores, que vão participar no Granfondo da Arrábida. A prova aberta oferece três percursos diferentes, adequados a praticantes com distintos graus de preparação.

O granfondo terá 134 quilómetros e um acumulado de 2000 metros, o mediofondo somará 113 quilómetros e um acumulado de 1600 metros, enquanto o minifondo terá 54 quilómetros e 450 metros de acumulado. Todos os percursos terminam no Castelo de Palmela.

Estão inscritos cerca de 500 participantes para um arranque em força do fim-de-semana velocipédico na Arrábida.

Fonte: FPC

“EFAPEL mais competitiva no início da Alentejana”

Equipa evolui de forma positiva com as competições

A equipa profissional de ciclismo EFAPEL mostrou-se mais forte na primeira etapa da Volta ao Alentej, fruto dos quilómetros já realizados em competição. A equipa teve em Daniel Mestre o seu melhor representante da formação de Ovar à chegada a Castelo de Vide, mas ainda ambicionou vencer a etapa que partiu de Portalegre depois de um ataque de Sérgio Paulinho já no derradeiro quilómetro do dia.

No dia que se afigurava o mais difícil da “Alentejana”, o pelotão constituído por centena e meia de ciclistas tinha pela frente uma etapa com 158 quilómetros totalmente discutida no Alto Alentejo. Cumpridos a primeira centena de quilómetros, o pelotão enfrentava a fase mais dura do dia, com quatro contagens de montanha - uma de segunda, duas de terceira e uma de quarta categoria.

Sempre com vários ciclistas entre os melhores, a EFAPEL procurou a sua oportunidade através de Sérgio Paulinho. O corredor da equipa foi um dos que passou as dificuldades sempre na frente e no derradeiro quilómetro, sempre em ascensão, tentou a sua sorte e atacou. Viria a ser apanhado mas deixou sinais muito positivos. Na meta, Daniel Mestre foi o melhor, ao terminar em 18º lugar.

“Tínhamos definido trabalhar para colocar o Daniel Mestre o melhor possível, embora saibamos que ainda não estamos nas nossas melhores faculdades. Em termos de conjunto, fizemos uma boa corrida. A etapa foi bastante selectiva na parte final e acreditamos que se não fosse uma super Movistar, que fez um excelente trabalho de perseguição, o Sérgio tinha a possibilidade de vencer com um ataque feito já no último quilómetro”, afirmou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

O responsável da formação de Ovar faz um balanço positivo deste primeiro dia e está optimista porque se nota que “a equipa melhora de dia para dia, de corrida para corrida”, disse.

Cumprido o primeiro dia de prova, a Volta ao Alentejo mantém-se no Alto Alentejo mas por pouco tempo. Com partida na Vila de Monforte marcada para as 11h50, o pelotão ruma a sul. São 171 quilómetros até Portel com uma montanha de quarta categoria em Monsaraz e três metas volantes.

 

Classificação da primeira etapa

    Rinaldo Nocentini        Sporting/Tavira            4h04m09s

    Eduard Prades        Caja Rural-Seguros RGA        mt

    Carlos Barbero        Movistar Team                mt


18º    Daniel Mestre            EFAPEL                mt

24º    Rafael Silva            EFAPEL                mt

31º    Sérgio Paulinho        EFAPEL                a 12s

40º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 21s

50º    Mateo Garcia            EFAPEL                a 4m37s

73º    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 11m41s

80º    Bruno Silva            EFAPEL                a 14m49s

147º    António Pereira Barbio    EFAPEL                a 19m53

 

Classificação geral individual

    Rinaldo Nocentini        Sporting/Tavira            4h03m59s

    Eduard Prades        Caja Rural-Seguros RGA        a 4s

    Carlos Barbero        Movistar Team                a 6s


18º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 10s

24º    Rafael Silva            EFAPEL                mt

31º    Sérgio Paulinho        EFAPEL                a 22s

40º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 31s

50º    Mateo Garcia            EFAPEL                a 4m47s

73º    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 11m51s

80º    Bruno Silva            EFAPEL                a 14m59s

147º    António Pereira Barbio    EFAPEL                a 20m03

Fonte: Efapel

“Leão de Amarelo na Volta ao Alentejo”

Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) é o primeiro Camisola Amarela da 35ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola. O italiano de 39 anos, mais forte a entrar na curva de aproximação à reta da meta, surgiu ligeiramente isolado e lançou-se para uma vitória inequívoca na etapa inaugural da “Alentejana” que ligou, esta quarta-feira, 22 de fevereiro, Portalegre a Castelo de Vide. No empedrado do centro da vila medieval, a concluir a etapa mais montanhosa desta edição, Nocentino bateu o espanhol Eduard Prades (Caja Rura-RGA) e Carlos Barbero (Movistar).

Há mais de cinco anos sem vencer uma etapa, o corredor leonino muito festejado com os abraços do diretor desportivo, Vidal Fitas, e dos colegas de equipa respondia aos jornalistas. “Tenho uma equipa muito forte e o que nos assenta melhor são as etapas com montanha. Sabia que havia muitos corredores fortes no sprint como Barbero e Prades e optei por não arriscar muito, mas a 150 metros da meta decidi atacar e foi o momento exato!” Nocentini estava em êxtase. “Esta vitória foi muito importante porque faço 40 anos em setembro e não estava fácil.”


Com as bonificações de chegada, o italiano tem à partida para o segundo dia de prova a vantagem de quatro segundos sobre Eduard Prades, enquanto que Carlos Barbero, vencedor no Alentejo em 2014, está a seis segundos.

A somar ao símbolo maior da “Alentejana”, a Camisola Amarela Crédito Agrícola, Rinaldo Nocentini acumulou os pontos que lhe valeram também a Camisola Preta Kia. O holandês Jasper de Laat (Metec-TKH Continental Cyclingteam) veste Branco RTP, símbolo da juventude. Numa etapa marcada pelo acidentado do percurso na passagem pelo Parque Natural da Serra de S. Mamede com quatro Prémios de Montanha, o colombiano Aldemar Reyes (Manzana Postobón) acumulou pontos que o destacam na classificação da Camisola Castanha Delta Cafés, destinada ao melhor trepador.

 
"Etapa de Montanha” discutida ao Sprint

Com sol à espreita e a Avenida da Liberdade animada pelos cantares da terra, Portalegre festejou a preceito os primeiros momentos da “Alentejana”. Foram muitos os que viram alinhar os 150 corredores das 19 equipas que estão no Alentejo. Entre fugas mais ou menos longas, a história da etapa resume-se a um grupo de cerca de 40 elementos destacados a cinco quilómetros da meta, os mesmos que entraram no empedrado de Castelo de Vide para discutir o sprint e a vitória de etapa.


De Monforte a Portel

Após a tirada mais montanhosa, no norte alentejano, o pelotão da 35ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola vai começar a rasgar as estradas da planície, entre Monforte e Portel, com o “Grande Lago” Alqueva, como pano de fundo. A partida de segunda etapa vai acontecer, esta quinta-feira, no Parque Desportivo Municipal de Monforte às 11h50. O percurso de 171,3 quilómetros será pontuado pelas metas volantes em Borba, Redondo e Reguengos de Monsaraz e terá um único prémio de montanha em Monsaraz antes de ser concluído em Portel, por volta das 16 horas.

Fonte: Podium