segunda-feira, 30 de setembro de 2019

“Nova edição mensal da Revista Notícias do Pedal”

A “Revista Notícias do Pedal” acabou de lançar a edição número 289, de setembro, a mesma contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, descubra e conheça a mesma, e ainda outras novidades, e outros projetos, e participe.
A sua notícia é importante para nós…
Temos espaço para divulgar o seu evento antes e após a realização do mesmo, pode divulgar ainda tudo o que se relaciona com a bicicleta, como um acontecimento, um passeio onde participou, uma novidade.

Temos espaço diário, e mensal, e damos liberdade aos nossos leitores, de se pronunciarem, e fazerem as suas divulgações, para que isso aconteça, basta enviarem um pequeno texto, algumas fotos, ou cartazes, e nós tratamos do resto.


Todas as notícias podem ser enviadas para os nossos mails:


A nossa publicação pode ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com onde vai encontrar todos os nossos projetos e links para os mesmos.

Temos o nosso espaço diário em:



 Boas leituras…

A redação

“Salgueiro estreia-se no Campeonato do Mundo”

Texto: AfterTwo //Works                    

Fotos: Federação Portuguesa de Ciclismo

Em representação da Equipa Portugal, o ciclista Miguel Salgueiro foi 57º classificado no Campeonato Mundial sub-23 realizado este sábado na região de Yorkshire, na Grã-Bretanha. Estreante na competição, o atleta da Sicasal Constantinos foi um dos quatro homens a quem o Selecionador Nacional confiou a missão britânica e fica na história como o primeiro ciclista da equipa de Torres Vedras a participar num campeonato do mundo.

Num dos territórios mais a norte de Inglaterra, os ciclistas enfrentaram uma viagem de 171,6 km entre as cidades de Doncaster e Harrogate, marcada pelas condições meteorológicas adversas que caracterizam aquela zona do país.

Frio, vento, chuva constante e um percurso de exigência elevada não impediram um espetáculo competitivo de grande nível e foi mesmo Miguel Salgueiro a assumir o protagonismo luso até ao início do último terço de corrida.

O ciclista de Odivelas foi o português que conseguiu melhor colocação na dianteira do pelotão na fase mais decisiva da prova, mas apesar do esforço acabou por ceder alguns metros na última grande escalada do dia e não mais conseguiu manter contato com o grupo principal.

Concluiu o desafio em 4 horas, 6 minutos e 34 segundos, cruzando a meta 12m e 42s depois do vencedor.  Conforme o próprio relata, foi "uma experiência fantástica! Uma corrida a uma velocidade alucinante desde o início, mas muito dura e perigosa devido à chuva e ao vento. Fiz o que pude para passar com os da frente pela principal dificuldade do dia antes de entrar no circuito, mas por pouco não foi possível.

Ainda assim sai o bastante satisfeito com a minha estreia em Mundiais e com um ponto de partida para continuar a trabalhar para o meu futuro. Agradeço ao Sr. José Poeira que acreditou em mim para esta missão, ao staff da Seleção Nacional, a todas as pessoas que me apoiam e aos patrocinadores que tornaram tudo isto possível".

 Com uma média final superior a 44 km por hora, a corrida teve um final emocionante e dramático. O holandês Nils Eekhoff, o mais forte dos 7 atletas que disputaram o empolgante sprint final, acabou desclassificado por irregularidades no decorrer da prova e foi o italiano Samuele Battistella a subir ao lugar mais alto do pódio para envergar a camisola "arco íris", símbolo de novo Campeão Mundial.


André Carvalho foi o mais resistente entre os portugueses, terminando na 30ª posição a 3 minutos e 2 segundos do vencedor, enquanto João Almeida gastou mais 9 minutos para cruzar a meta no 76º posto com o mesmo tempo de Miguel Salgueiro. O algarvio Emanuel Duarte, que fez a estreia absoluta na Equipa Portugal, não concluiu a competição.

Fonte: Academia Joaquim Agostinho

 

“Ciclismo/Mundiais: Rui Costa atribui 10.º lugar à força psicológica”

A análise positiva do ciclista foi partilhada pelo selecionador nacional, José Poeira.

O ciclista português Rui Costa considerou hoje que o 10.º lugar alcançado na prova de fundo de elite dos Campeonatos do Mundo de estrada, em Harrogate, ficou a dever-se à capacidade psicológica para superar o “sofrimento”.

“Foi preciso estar muito forte psicologicamente para encarar um Mundial como este, porque foi um dia de muita chuva e frio. Durante uma prova tão longa, muitas coisas nos passam pela cabeça. As sensações foram boas no início, mas a meio não estava tão bem. Foi preciso ultrapassar esses momentos mais difíceis, esse sofrimento, para chegar melhor aos últimos quilómetros”, afirmou, em declarações à assessoria da Federação Portuguesa de Ciclismo.

Na competição com 261,8 quilómetros realizada na região de Yorkshire, no Reino Unido, o ciclista de 32 anos – que chegou a 1.10 minutos do vencedor, o dinamarquês Mads Pedersen – foi o único representante nacional a completar o percurso, face às desistências de José Gonçalves, Nélson Oliveira, Rui Oliveira e Rúben Guerreiro.

As condições meteorológicas adversas levaram a organização a alterar o traçado previsto, anulando duas das três subidas que antecediam o circuito de Harrogate, o que retirou cerca de 20 quilómetros. Contudo, as alterações não significaram uma prova mais simples para os corredores e Rui Costa assumiu mesmo ter ficado “contente” pela quarta presença entre o 'top' 10, depois da vitória em 2013, do nono posto em 2015 e do décimo em 2018.

“O traçado previsto iria ser muito mais duro, talvez deixando mais cedo para trás alguns corredores que chegaram aqui na frente. Em todo o caso, um Mundial é sempre duro e hoje viu-se o quão difícil é estar com os melhores. Fico contente com mais este 'top' 10. Sempre que venho à seleção, tento estar nas melhores condições para representar o país, penso que voltei a dignificar as cores de Portugal”, resumiu.

A análise positiva do ciclista foi partilhada pelo selecionador nacional, José Poeira, que enalteceu a resistência de Rui Costa após ficar sem mais colegas para o ajudarem a conseguir um bom resultado para as cores portuguesas.

“Nos últimos anos partimos sempre com a ambição de ficar nos dez primeiros e hoje, mais uma vez, conseguimo-lo. A corrida tornou-se muito dura, devido às condições climatéricas. Muitos corredores que vinham para ganhar acabaram por desistir. Nós resistimos. Apesar de os colegas terem ajudado o Rui Costa em determinada fase, ele ficou sozinho durante muito tempo. Nessa circunstância não podia ter feito mais do que fez. Esteve muito bem”, notou.

O título mundial na prova de fundo para elite ficou nas mãos do dinamarquês Mads Pedersen, que se impôs no ‘sprint’ final com o tempo de 06:27.28 horas ao italiano Matteo Trentin, deixando ainda o suíço Stefan Küng na terceira posição, a dois segundos do vencedor.

Fonte: Sapo on-line

domingo, 29 de setembro de 2019

“Javier Noya vence Ironman 70.3 Portugal Cascais e Filipe Azevedo fecha o pódio”

Espanhol e pentacampeão mundial de triatlo vence prova que passou por Cascais, Oeiras, Lisboa e Sintra

Por: Lusa

Foto: Facebook

O espanhol e pentacampeão mundial de triatlo, Javier Noya, venceu a terceira edição do Ironman 70.3 Portugal Cascais, à frente do francês Dylan Magnien e do português Filipe Azevedo, que repetiu o terceiro lugar conquistado há um ano.

O atleta espanhol, de 36 anos, completou o percurso de 1,9 quilómetros de natação, 90 de ciclismo e 21 de atletismo, que passou por Cascais, Oeiras, Lisboa e Sintra, em 3:51.11 minutos, menos 4.32 minutos do que o gaulês e segundo classificado.

"Senti-me bem em toda a prova. Cometi um erro no percurso de ciclismo, enganei-me e fiz um quilómetro a mais, mas consegui retificar, mantive-me concentrado e estive bem no atletismo para fazer uma boa prova. Não era um percurso fácil, sobretudo a segunda parte do ciclismo, que era muito complicada, mas poupei forças no princípio para apertar nas zonas mais duras do percurso", afirmou Javier Noya, que se estreou no Ironman 70.3 Portugal Cascais com a vitória.

Já Filipe Azevedo, o melhor português em competição, cortou a meta em terceiro lugar, ao cabo de 3:56.48, e, apesar de ter repetido o feito de 2018, ambicionava melhor performance em Cascais.

"Este ano tinha como objetivo lutar por uma posição melhor. Sabia que o Javier Gomez Noya é um dos melhores atletas do mundo e seria complicado ganhar-lhe, mas também sabia que, fazendo uma boa prova, podia alcançar o segundo lugar. Tinha tudo bem encaminhado para isso, mas, no início do percurso de ciclismo, perdi toda a minha nutrição. E quando comecei a correr, à passagem dos 10 quilómetros, comecei a sofrer por causa disso e foi tentar aguentar até ao fim", contou.

Apesar do percalço e de não ter conseguido concretizar o objetivo inicial, Filipe Azevedo mostrou-se "muito feliz por ser o melhor português" em prova. "O terceiro lugar outra vez é um bom resultado final", concluiu o atual vice-campeão da Europa de média distância e campeão do Ironman 70.3 de Xangai, na China, em 2018.

Entre as senhoras, a britânica Ema Pallant conquistou o primeiro lugar do pódio, ao concluir a prova em 4:18.21 horas, com uma confortável vantagem sobre a espanhola Anna Noguera, segunda classificada com 4:27.52.

O terceiro lugar ficou na posse da alemã Anna-Lena Pohl, com 4:36.41 minutos, enquanto Vanessa Pereira, a melhor portuguesa em prova, terminou na sétima posição, com 4:55.48.

Fonte: Record on-line

“ASFIC VENCE CIRCUITO DE ÉVORA”

Decorreu hoje, dia 29 de Setembro, na cidade de Évora, o IV Circuíto UCA, a prova foi realizada num circuito fechado, com uma extensão de 3600 metros, que foi percorrido por 15 voltas, perfazendo uma distância total de 54 km.

A ASFIC Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic participou nesta prova apenas com 3 unidades, João Letras, Jorge Letras e Carlos Ochoa.

A prova teve inicio cerca da 10h30, e logo desde o inicio surgiram vários ataques, mas sempre a serem neutralizados pelo pelotão.

A passagem da 8 volta, o atleta da ASFIC, João Letras, atacou forte no pelotão e com ele apenas seguiu o seu irmão, Jorge letras e outro atleta, que logo ganharam uma pequena vantagem ao pelotão.

Até ao fim da prova, os 3 atletas em fuga conseguiram sempre ganhar vantagem sobre o pelotão, e não ser alcançados.

Na ultima volta, Jorge letras atacou no grupo da fuga e conseguiu isolar-se, cortando a meta isolado, festejando o dia do seu aniversário, com uma vitória.

Logo atras, cortaram a meta os outros dois companheiros de fuga, com João letras a cortar a meta em 3º lugar.

Jorge Letras venceram ainda no escalão M30 e João letras o escalão Elite e as 2 metas volantes da prova.

Os atletas da ASFIC continuam sempre em grande evidência, lutando sempre pelas vitórias em todas as corridas, honrando sempre a camisola da ASFIC e seus patrocinadores.

Fonte: ASFIC - GRUPO PARAPEDRA /DINAZOO / RIOMAGIC

 

“Equipa Portugal/Rui Costa brilha com décimo lugar em Yorkshire”

Por: José Carlos Gomes

O português Rui Costa fez mais uma corrida brilhante, hoje, na prova de fundo para elite do Campeonato do Mundo de Estrada, na região inglesa de Yorkshire, terminando na décima posição, a 1m10s do vencedor, o dinamarquês Mads Pedersen.

A viagem, entre Leeds e Harrogate, teve 261,8 quilómetros, quase menos 20 quilómetros do que estava previsto. A alteração deveu-se às condições meteorológicas, com muita chuva e frio, que levaram a organização a anular duas das três subidas que deveriam ser ultrapassadas antes do circuito de Harrogate. Em contrapartida, os corredores deram nove voltas ao circuito e não as sete estabelecidas inicialmente.

A alteração do traçado fez com que a corrida acabasse por ser diferente do esperado, com um numeroso pelotão a entrar nos arruamentos de Harrogate. O que não se modificou foi a forma de correr de Rui Costa, sempre bem colocado no pelotão principal, na luta por um lugar entre os melhores.

A corrida foi lançada apenas no circuito urbano. Logo na primeira das nove voltas foi anulada a fuga de doze elementos que comandava a prova praticamente desde a partida. O pelotão compacto não significou uma corrida fácil. O ritmo foi sendo endurecido e muitos corredores foram sucumbindo à intensidade da corrida, ao frio e à chuva persistente.

Depois de terem trabalhado na fase inicial em prol do coletivo, José Gonçalves, Nelson Oliveira e Rui Oliveira abandonaram a corrida. A cerca de 80 quilómetros do fim, a Equipa Portugal ficava com Rúben Guerreiro e com Rui Costa em prova. A 40 quilómetros da chegada foi a vez de Rúben Guerreiro não resistir, sendo um dos 149 desistentes.

“Tive pena de, mais uma vez, não terminar o Mundial, mas era impossível. Trabalhei bastante para ajudar a colocar o Rui, ainda antes do circuito. Apesar de as sensações serem boas, a dada altura senti-me completamente vazio e não consegui seguir no grupo”, explica Rúben Guerreiro.

A corrida foi verdadeiramente atacada a 65 quilómetros do final, quando o suíço Stefan Küng e o estadunidense Lawson Craddock se isolaram, recebendo, 20 quilómetros adiante, a companhia de Mads Pedersen, Mike Teunissen e Gianni Moscon. Craddock cedo perdeu o contacto com a frente, o mesmo acontecendo a Teunissen.

A 33 quilómetros do final deu-se a movimentação que revolucionou a prova. O holandês Mathieu van der Poel, grande favorito, atacou e levou na roda Matteo Trentin. Formou-se, então, uma frente de corrida com os Trentin, van der Poel, Moscon, Küng e Pedersen. O representante da Holanda, com a impulsividade que se lhe reconhece, fez a maior parte das despesas e deixou o pelotão a uma distância irrecuperável, apesar dos esforços da Bélgica, que serviram para reduzir o grupo principal, de onde nunca saiu Rui Costa, sempre atento e bem colocado, apesar de já não ter companheiros de equipa.

À entrada para a última volta, Mathieu van der Poel pagou caro o esforço até então despendido, ficando para trás. Gianni Moscon foi o sacrificado de Itália, levando o grupo enquanto pôde, de modo a deixar Matteo Trentin na discussão do título. A luta pela camisola arco-íris foi a três. Mads Pedersen impôs-se ao fim de 6h27m28s (média de 40,370 km/h), seguindo-se Trentin, com o mesmo tempo, e Stefan Küng, a 2 segundos. O eslovaco Peter Sagan adiantou-se ao grupo principal sendo quarto, a 45 segundos. Rui Costa chegou no grupo seguinte, sendo décimo classificado, a 1m10s do vencedor.

Este é o quarto top 10 do poveiro em provas de fundo do Mundial: venceu em 2013, foi nono em 2015, décimo em 2018 e em 2019. “Foi preciso estar muito forte psicologicamente para encarar um Mundial como este, porque foi um dia de muita chuva e frio. Durante uma prova tão longa como esta, muitas coisas nos passam pela cabeça. As sensações foram boas no início, mas a meio não estava tão bem. Foi preciso ultrapassar esses momentos mais difíceis, esse sofrimento, para chegar melhor aos últimos quilómetros. A corrida fez-se muito dura com o frio e com a chuva”, afirma Rui Costa.

O corredor português preferia que o percurso não tivesse sido alterado. “O traçado previsto iria ser muito mais duro, talvez deixando mais cedo para trás alguns corredores que chegaram aqui na frente. Em todo o caso, um Mundial é sempre duro e hoje viu-se o quão difícil é estar com os melhores. Fico contente com mais este top 10. Sempre que venho à Seleção tento estar nas melhores condições para representar o país, penso que voltei a dignificar as cores de Portugal”, conclui o campeão mundial de 2013.

O selecionador nacional, José Poeira, ficou com a sensação do dever cumprido na prova de fundo para elite. “Nos últimos anos partimos sempre com a ambição de ficar nos dez primeiros e hoje, mais uma vez, conseguimo-lo. A corrida tornou-se muito dura, devido às condições climatéricas. Muitos corredores que vinham para ganhar acabaram por desistir. Nós resistimos. Foi pena aquela fuga, que nos tirou alguns lugares. Apesar de os colegas terem ajudado o Rui Costa em determinada fase da corrida, ele ficou sozinho durante muito tempo. Nessa circunstância não podia ter feito mais do que fez. Esteve muito bem”, salienta José Poeira.

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Maria Martins vítima da estratégia ofensiva da Holanda”

Por: José Carlos Gomes

A seleção holandesa dominou a prova de fundo feminina do Campeonato do Mundo de Estrada, usando uma estratégia ofensiva que dinamitou o pelotão muito cedo, arredando da corrida grande parte das corredoras, entre as quais Maria Martins.

A viagem de 149,4 quilómetros, entre Bradford e Harrogate, ficou marcada pelas duas subidas antes da entrada no circuito urbano. A primeira, logo ao quilómetro 15,4, em Norwood, permitiu à Holanda fazer um ensaio, partindo o pelotão e deixando para trás muitas corredoras, que não voltariam a recuperar e teriam de abandonar. Foi o caso de Maria Martins, uma das 63 desistentes.

Ao quilómetro 47,8, na subida de Lofthouse, a estratégia ofensiva das holandesas foi mais além. O ritmo forte das primeiras rampas, serviu de lançamento para um ataque poderoso de Annemiek van Vleuten, que se isolou e pedalou em solitário mais de 100 quilómetros, conquistando de forma autoritária a camisola arco-íris.

A nova campeã mundial sucede à compatriota Anna van der Breggen, que, há um ano, impôs-se também com um ataque de muito longe. Desta vez, van der Breggen teve de contentar-se com a medalha de prata, a 2m15s de Annemiek van Vleuten. A terceira foi a australiana Amanda Spratt, a 2m28s.

Fonte: FPC

Lisboa e Águias promove forte pedalada por Lisboa

Texto e fotos: José Morais

O 7º passeio de cicloturismo do Clube Desportivo Lisboa e Águias, foi a estrada este domingo 29 de setembro, percorrendo um percurso com cerca de 60 quilómetros, pela capital.

O evento que teve concentração nas instalações do Clube Desportivo Lisboa e Águias, no Bairro da Boavista pelas 8 horas, começou a rolar uma hora depois, com um pelotão de cerca de 20s participantes, oriundos da área da grande Lisboa, Margem Sul, ainda de Alcanhões, Santarém e Marinhais, estas as equipas de mais longe.

O passeio foi percorrido pelo Bairro da Boavista, passando pelo Pina Manique, Buraca, Benfica, Av. Uruguai, Largo da Luz, Sete Rios, Av. Forças Armadas, Av. 5 de Outubro, Av. Berna, Praça de Espanha, Av. António Augusto de Aguiar, Marques de Pombal.

Aqui contornando o mesmo, seguiu pela Av. António Augusto de Aguiar em direção à Praça de Espanha, seguindo em direção ao Areeiro, Av. Gago Coutinho, Rotunda do Relógio, Av. Berlim, entrando pelo Bairro da Encarnação, direito a Sacavém, Parque das Nações, e na Matinha foi tempo de paragens e reabastecimento, sendo dado águas e fruta a todos os participantes.

De regresso às pedaladas, seguiu-se direito a Santa Apolónia, Terreiro do Paço, Cais do Sodré, Belém, Algés, Av. Vasco da Gama, Restelo, Alfragide, e a chegada ao Bairro da Boavista a ocorrer cerca das 12.45, onde veio a terminar este grande passeio.

 

Pedalada a pedalada:

Temos de dar os parabéns a esta organização mais um ano pelo excelente trabalho feito em prol da modalidade, souberam receberem quem por lá passou, tanto antes como depois. Souberam ao longo trajeto manter a velocidade do verdadeiro cicloturismo, onde o passeio pode ser superado por todos, acompanhando os participantes com elementos da sua equipa, tanto à frente, no meio, ou na retaguarda.

Não só a organização, mas temos também de referenciar o excelente trabalho feito pelos cinco batedores da PSP Trânsito de Lisboa, pela segurança dada a todo o pelotão, já que quando se realiza um passeio pela capital, e neste domingo ainda com outros eventos a decorrer, é sempre difícil manter a segurança,

A organização de um evento cicloturistico nem sempre é tão fácil como muitos pensam, e só quem organiza dá o valor a que o evento tem, e o trabalho que dá, por isso temos de enaltecer o trabalho das organizações que se esmeram por organizar passeios de bicicleta, em colocarem um pelotão na estrada, já que muito trabalho existe antes, durante, e após o mesmo, e felizmente temos de lhes chamar carolas, aqueles que querem manter a modalidade viva.

Foi sem dúvida um excelente passeio, um exemplo a seguir noutros eventos, os locais de passagem muito bonitos, muitas vezes aplaudidos em especial por muitos turistas, já que existiu da parte da organização um bom gosto pelo trajeto, o tempo, também esteve excelente, o que proporcionou a todos umas fortes pedaladas, uma manhã de domingo salutar, onde no final esperava todos os participantes um belo petisco para retomar forças, deixando no ar a satisfação de terem participado, e o reconhecimento pela excelente organização do Lisboa e Águias, ficando assim os parabéns pelos excelentes momentos passados.

Por hora pouco mais para dizer, de referir um passeio de referência, onde deixamos também os nossos agradecimentos pela forma como fomos recebidos, desejando bons passeios, boas pedaladas, terminando apenas como uma palavra, “Parabéns”.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

“Este domingo mais um direto do Notícias do Pedal no Facebook…”

Este domingo 29 de setembro, o Notícias do Pedal-TV vai marcar presença na em Lisboa, no Complexo Desportivo Lisboa e Águias, no Bairro da Boavista, no 7º Passeio Clube Desportivo Lisboa e Águias - CDLA.


A partir das 8,30 horas da manhã iremos estar em direto para o Facebook, no Complexo Desportivo Lisboa e Águias, no Bairro da Boavista em Lisboa, onde será feita a concentração deste grande passeio.


Entrevistas, a partida, chegada dos participantes, entre outros momentos, poderão ser vistos em direto. Se não vai participar neste grande evento, assista a bons momentos.


Não se esqueça, domingo a partir das 8,30 horas, aqui em direto para todos, um evento que muito promete.

Reportagem completa da Revista Notícias do Pedal.

Nota da Redação.

“Equipa Portugal/André Carvalho 30.º no Mundial de Sub-23”

Por: José Carlos Gomes

André Carvalho, 30.º classificado, foi o melhor corredor da Equipa Portugal na prova de fundo para sub-23 do Campeonato Mundial de Estrada, disputada na região inglesa de Yorkshire.

O corredor famalicense foi o mais resistente do quarteto nacional, numa dura corrida de 171,6 quilómetros, disputada entre Doncaster e Harrogate, à impressionante média de 44,025 km/h. Além da exigência do percurso, os corredores enfrentaram chuva, frio e vento forte, nada que impedisse um espectáculo fantástico, concluído de forma inesperada: o holandês Nils Eekhoff, vencedor do sprint final, foi desclassificado por abrigo prolongado no carro de apoio numa fase intermédia da prova, fazendo com que o título fosse entregue ao italiano Samuele Battistella.

Um grupo de 12 corredores pedalou na frente da corrida, indiferente às quedas e avarias que iam seccionando o pelotão, desde o quilómetro 50 até à subida de Greenhow, ao quilómetro 118,4. Foi nesta dificuldade que se fez a seleção principal. Dos quatro elementos da Seleção Nacional, apenas Emanuel Duarte, que viria a abandonar, não estava no grupo principal na subida. Apesar disso, só Miguel Salgueiro se apresentou verdadeiramente bem colocado, abordando as primeiras rampas na cabeça do pelotão.

A dureza da subida e a forma como foi atacada ditaram o fim da fuga, mas também deixaram a nu a fragilidade de boa parte do pelotão, que chegou ao topo muito reduzido. Miguel Salgueiro, rolador, resistiu como pôde, mas perdeu alguns metros para a cauda do grupo, que não viria a recuperar até final.

João Almeida e André Carvalho pagaram caro a má colocação já no planalto que sucedeu à subida. Foi aí que o que sobrava do pelotão se partiu em dois grupos principais, deixando alguns corredores ainda mais para trás. Foi o caso de João Almeida, que não se encontrou ao longo da prova.

André Carvalho deu luta, mas ficou-se pelo segundo grupo. “A corrida foi muito exigente desde o início, a alta velocidade e sempre com toda a gente a lutar para estar bem colocado e para evitar as quedas. Eu sabia que devia colocar-me melhor na fase decisiva e tentei fazê-lo, mas tive um toque com um corredor dos Estados Unidos. Não caí, mas perdi alguns metros para a frente e fiquei com o guiador virado para baixo, tendo de fazer mais de 50 quilómetros numa posição incómoda”, lamenta André Carvalho.

O grupo do português esteve quase a alcançar a dianteira da corrida, mas a entrada no circuito urbano de Harrogate e os ataques entre os homens da frente lançaram definitivamente a luta pelas medalhas entre os ciclistas do primeiro grupo. Nils EEkhoff, Samuele Basttistella, Stefan Bissegger e Thomas Pidcock comandaram a prova, mas, no quilómetro final, permitiram a chegada de Sergio Higuita, Andreas Lorentz Kron e Tobias Foss.

No sprint a sete impôs-se Nils EEkhoff, cuja desclassificação entregou o ouro ao italiano Battistella, a prata ao suíço Bissegger e o bronze ao britânico Pidcock. André Carvalho foi o 30.º, gastando mais 3m02s do que o vencedor. Seguiram-se Miguel Salgueiro, 57.º, e João Almeida, 76.º, ambos a 12m42s.

O Mundial de Estrada prossegue no sábado com a prova de fundo para elite feminina. Portugal estará representado por Maria Martins nesta corrida de 149,4 quilómetros, entre Bradford e Harrogate, com início às 11h40.

Fonte: FPC

“XV Maratona BTT “Trilhos da Raia”

Estamos nos últimos dias para que possas concretizar a inscrição na XV Maratona BTT “Trilhos da Raia”, em Idanha-a-Nova, se for esse o teu desejo, que se realiza a 13 de Outubro.

Vem partilhar uma manhã/tarde, bem passada, em percursos com paisagens naturais de rara beleza, visitar as aldeias históricas e lugares, com a sua arquitectura muito bem preservada e conviver com o bem receber destas gentes.

Queremos que este evento seja uma festa e por isso no final da prova, teremos um repasto, bem regado, para quem quiser, ao mesmo que tempo que cavaqueia com companheiros, que por vezes, já não confraternizamos há algum tempo.

As inscrições decorrem até 6 de Outubro em www.acin.com.pt

Boas pedaladas.

Fonte: Associação Cicloturismo Idanha Nova

“Triatlo e Duatlo Sentir Penafiel 2019”

Nos dias 12 e 13 de outubro irá realizar-se o Triatlo / Duatlo Sentir Penafiel que inclui duas provas abertas.

Este evento recebe o Campeonato Nacional de Clubes, Cadetes, Juniores e Paratriatlo de Triatlo Cross, o Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo Cross e duas provas para não federados.


Percursos Triatlo – Duatlo Penafiel

O Triatlo de Penafiel irá decorrer entre a Praia Fluvial de Luzim – Rio Tâmega, local onde está localizado o Parque de Transição 1, e o Parque da Cidade de Penafiel onde está instalado o PT2. Os atletas realizarão o percurso de corrida no Parque da Cidade de Penafiel, terminando no mesmo local.

O percurso de natação é feito na praia Fluvial de Luzim, no rio Tâmega, o ciclismo é realizado em linha com uma altimetria exigente, incluindo subidas relativamente curtas, mas com inclinação significativa. Alguns troços incluem pedra solta, tornando o trajeto fisicamente mais exigente, com um grau de dificuldade técnica média. A corrida será terá um percurso circular no parque da cidade, maioritariamente plano, mas constituída por algumas subidas e descidas.

O percurso de duatlo exclui o segmento de natação, com uma corrida inicial, o segmento de ciclismo e uma segunda corrida que finaliza a competição.


Horários das provas

12 de outubro, 15h00: Partida do Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo Cross, Cadetes, Juniores e Paratriatlo (federados e não federados).

13 de outubro, 10h: Partida do Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo Cross. (federados e não federados).

Para participar no Campeonato Nacional é necessária a filiação prévia na Federação de Triatlo de Portugal.

O Triatlo e o Duatlo Cross de Penafiel são organizados pela Câmara Municipal de Penafiel e pela Mozinho Rocing Team e contam com o apoio técnico da Federação de Triatlo de Portugal.

Fonte: FTP

“Equipa Portugal/Maria Martins estreia-se entre a elite de estrada”

Por: José Carlos Gomes

Maria Martins será a representante portuguesa na jornada de sábado do Campeonato do Mundo de Estrada, competindo na prova de elite feminina, 149,4 quilómetros, entre Bradford e Harrogate.

É a primeira presença de Maria Martins num Mundial de estrada para a categoria de elite, sendo a ribatejana ainda sub-23 de segundo ano. A ciclista da Equipa Portugal vai encontrar um pelotão de luxo, com as melhores corredoras do WorldTour feminino, e um percurso muito exigente.

A prova termina com três voltas ao circuito urbano de Harrogate, mas as dificuldades começam antes. Ao quilómetro 15,4 as ciclistas chegam ao topo de Norwood, uma subida de 1900 metros, com inclinação média de 8,3 por cento e rampas que chegam aos 12,3 por cento. Quando estiverem percorridos 47,8 quilómetros, será atingido o alto de Lofthouse, uma subida de 3500 metros, com inclinação média de 7,6 por cento e pendentes que chegam aos 13,6 por cento.

“Sei que vou ter uma tarefa árdua. O percurso é muito exigente e as adversárias são muito fortes. Tenho de ser fria na análise. Sei que sou ainda sub-23 e que há aqui corredoras que já estão noutro patamar de desenvolvimento. Estar presente neste Mundial é uma oportunidade para continuar a evoluir”, frisa Maria Martins.

A corredora portuguesa vai alinhar com o dorsal 143. A partida será dada às 11h40 e a corrida poderá ser vista em direto no Eurosport 1.

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Daniela Campos 83.ª em corrida marcada por quedas”

Por: José Carlos Gomes

A portuguesa Daniela Campos foi hoje a 83.ª classificada na prova de fundo para juniores femininas do Campeonato do Mundo de Estrada, em Harrogate, Inglaterra.

A corrida de 86 quilómetros, entre Doncaster e Harrogate, ficou marcada por inúmeras quedas, desde a partida simbólica. Daniela Campos foi uma das corredoras acidentadas ainda antes da partida real.

Já com a prova lançada, pouco depois do quilómetro 20, a ciclista da Equipa Portugal voltaria a cair, ficando irremediavelmente para trás. “A corrida foi caótica. A dada altura, para tentar evitar uma queda, fiz um movimento da perna que me deixou com o pé preso entre o quadro e a roda de trás. A bicicleta começou a travar e as corredoras que vinham atrás chocaram comigo e caí pela segunda vez”, descreve Daniela Campos.

A segunda queda, tendo obrigado à mudança de bicicleta, ditou um atraso irrecuperável, tanto mais que o carro de apoio da Equipa Portugal estava fora dos vinte primeiros da caravana. Apesar dos contratempos, Daniela Campos deu mostras de resiliência, fazendo questão de levar a corrida até ao fim. Foi a 83.ª, a 13m21s da campeã mundial.

Na luta pelo pódio, foram os derradeiros 500 metros, em subida, que ditaram a sorte da corrida. A estadunidense Megan Jastrab foi a mais forte num sprint de força, deixando a medalha de prata para a belga Julie de Wilde e a de bronze para a holandesa Lieke Nooijen.

A partir das 14h00 é a vez de João Almeida, André Carvalho, Emanuel Duarte e Miguel Salgueiro representarem a Equipa Portugal na prova de fundo para sub-23.

Fonte: FPC

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

“Última hora… Já se inscreveu…”

7º Passeio Clube Desportivo Lisboa e Águias - CDLA

Dia 29 setembro 2019

Texto: José Morais

Cartaz: Notícias do Pedal/CDLA

Vai para a estrada no próximo dia 29 de setembro, o sétimo passeio de cicloturismo realizado do Clube Desportivo Lisboa e Águia – CDLA, o evento que será realizado pela capital, percorrerá alguns dos pontos mais interessantes da cidade de Lisboa.

O evento que contará com um trajeto com cerca de 50 quilómetros, tem concentração pelas 8 horas, no Complexo Desportivo Lisboa e Águias, no Bairro da Boavista, junto ao estádio do Pina Manique, estando a partida marcada para as 9 horas.

As inscrições devem de ser feitas até ao dia 23 de setembro, afim da organização poder garantir lembranças, após essa data as mesmas são aceites, mas não garantidas lembranças.

Para mais informações e inscrições as mesmas podem ser feitas para os telefones: 965 158 705 ou 965 384 807 ou ainda pelo e-mail: cdlaguias.cicloturismo@hotmail.com 

Marque já na sua agenda, e participe neste grande passeio que muito promete, e no final um pequeno petisco para recuperar as energias despendidas, onde os participantes podem confraternizar tarde dentro.

Este, um passeio que a Revista Notícias do Pedal recomenda, onde marcaremos presença para reportagem completa de todo o evento, com os tradicionais diretos antes, durante e após o evento.

Participe, recomendamos.

“Mariana Vargem e Miguel Tiago Silva Campeões Nacionais 2019"

O Triatlo de Sines recebeu o Campeonato Nacional Individual de Triatlo e o CN de Grupos de Idade da distância standard

Foi com tempo incerto que Sines recebeu o Campeonato Nacional Individual de Triatlo e o Campeonato Nacional de Grupos de Idade. Entre alguma chuva e o sol que espreitava de vez em quando, realizaram-se três partidas da parte da manhã para os grupos de idade e duas da parte da tarde para o Campeonato Nacional Individual.

O Triatlo de Sines incluiu um percurso de natação de duas voltas de 750 metros com partida na areia da praia Vasco da Gama, o ciclismo era composto por seis voltas em piso de alcatrão com a chuva a tornar o percurso escorregadio, o que levou ao cuidado redobrado principalmente na rotunda de retorno. A corrida, num total de quatro voltas de 2,5km, foi realizada em calçada e ciclovia.


Campeonato Nacional Individual

Da parte da tarde realizou-se o Campeonato Nacional Individual com Mariana Malheiro Vargem, do Clube Naval do Funchal, e Miguel Tiago Silva, do OutSystems Olímpico de Oeiras, a conquistarem o título de Campeões Nacionais Absolutos 2019 com os tempos respetivos de 02:12:26 e 01:56:46.

Miguel Tiago Silva fez três segmentos muito competentes, ‘sentindo-se bem durante toda a prova’.  «O mar estava difícil, eu puxei na primeira volta e metade da segunda, depois coloquei-me atrás do Ricardo Batista e do José Vieira. Fomos juntos para o ciclismo onde realizamos os três um espetacular trabalho ao longo de quase todo o percurso, até termos sido apanhados por dois atletas.» Ricardo Batista começou por assumir a liderança na corrida, mas Miguel Tiago Silva conseguiu ser mais forte, acabando por passar a meta na primeira posição.

Miguel Arraiolos, do Sport Lisboa e Benfica, fez uma boa prova, alcançando o título de vice-campeão nacional absoluto e Pedro Gaspar, do Alhandra Sporting Club, fechou o pódio desta competição.

O primeiro, segundo e terceiro lugares na categoria júnior pertenceram a atletas do Clube de Natação Torres Novas, com Afonso do Canto a cortar a meta em primeiro lugar, conquistando o título de Campeão Nacional na categoria, com o tempo de 02:02:17. O triatleta conseguiu um bom segmento de natação com a imposição de ritmo a partir da segunda volta para alcançar quem seguia na sua frente. «O ciclismo não correu muito bem.

Vim integrado no grupo perseguidor e falhei a resposta ao ataque do Gonçalo Oliveira e do Pedro Gaspar por muito pouco, acabando por regressar a este mesmo grupo, enquanto este duo fugitivo ainda se conseguiu juntar na frente.» Afonso teve uma cãibra no último retorno do ciclismo acabando por perder o grupo onde vinha incluído, chegando sozinho à transição e iniciando a corrida um pouco indisposto e algo lento. Foi nas duas últimas voltas que o atleta do Torres Novas ‘conseguiu impor um ritmo mais vivo’. «Acabei por beneficiar de problemas físicos do Gonçalo Oliveira, do Ricardo Batista e do José Vieira, os três juniores que seguiam na frente, e chegar à primeira posição do escalão!»

José Pedro Vieira, que fez a marca de 02:03:47, foi vice-campeão nacional júnior e Ricardo Batista ficou na terceira posição do pódio com 02:03:47.

Na prova feminina, Mariana Vargem, do Clube Naval do Funchal, foi a primeira atleta júnior a passar a meta, com 02:12:26, Maria Tomé, do  OutSystems Olímpico de Oeiras, chegou em segundo lugar com 02:17:50 e Joana Oliveira, do Alhandra Sporting Club, fechou o pódio da competição júnior com o tempo de 02:26:18.

No pódio absoluto da prova feminina estiveram presentes duas atletas juniores, com Mariana Vargem, que ‘geriu a prova da melhor forma possível’ e que fez três segmentos muitíssimo consistentes, a sagrar-se Campeã Nacional Absoluta de Triatlo Standard 2019.

Madalena Almeida, do Clube de Natação Torres Novas conquistou o título de vice-campeã com o tempo de 02:16:20, enquanto Maria Tomé, do OutSystems Olímpico de Oeiras, subiu ao terceiro lugar do pódio com 02:17:50.

Em elites, o pódio foi composto por Madalena Almeida na primeira posição, Inês Oliveira, do Sporting Clube de Portugal, no segundo lugar com 02:19:44 e Ana Filipa Ferreira, do Alhandra Sporting Club, que conquistou a terceira posição com 02:22:55.


Campeonato Nacional de Grupos de Idade

Da parte da manhã tinha-se realizado o Campeonato Nacional de Grupos de Idade, que incluiu duas partidas na prova masculina (grupos de idade de 20-24, 25-29,30-34,35-39 e 40) seguidas de uma partida com as atletas femininas cinco minutos mais tarde.

Bruno Santos, do Clube de Natação Colégio Vasco da Gama (GA 30-34), venceu a competição, com 02:05:52, conquistando o título de Campeão Nacional. «A natação não correu como estava à espera, com a agitação do mar fui um pouco para o lado esquerdo da boia.» Depois de alguma desorientação, Bruno teve que nadar com mais ritmo, saiu forte para o ciclismo, onde fez duas voltas sozinho e conseguiu alcançar dois atletas com quem trabalhou no ciclismo. Apanhados por outro grupo que seguia mais atrás, voltaram a trabalhar em conjunto até alcançar o primeiro grupo. «Tentei chegar à área de transição em primeiro, fui o mais rápido e saí para o ciclismo já consciente que podia ter possibilidades, já que sou bom a correr», explica Bruno Santos.

Bruno Santos, CNCVG, Campeão Nacional de GA 30-34 com o tempo de 02:05:52.

Sérgio Dias, do Clube de Natação de Triatlo de Lisboa, Campeão Nacional de GA 40-44 com o tempo 02:08:09.

Rafael Batista, do Louletano, Campeão Nacional de GA 35-39 com o tempo de 02:10:02.

João Rodrigues, do A. R. Casaense, Campeão Nacional do GA 25-29 com o tempo de 02:12:11.

João Faria, da Associação Académica de São Mamede, Campeão Nacional GA 45-49 com o tempo de 02:13:15

Carlos Brito, do Vitória de Janes, Campeão Nacional GA 60-64 com o tempo de 02:14:43.

António Calafate, do Núcleo do Sporting da Golegã, Campeão Nacional GA 50-54 com o tempo de 02:15:00.

Carlos Gomes, do OutSystems Olímpico de Oeiras, Campeão Nacional GA 55-59 com o tempo de 02:21:19.

Jaime Bacharel, Individual, Campeão Nacional GA 45-49 com o tempo de 02:32:36.

Paulo Rebelo, do Lusitano – Setúbal, Campeão Nacional do GA 20-24 com o tempo de 02:33:45.

José Alberto Domingos, do Lusitano / Frusoal, Campeão Nacional GA 65-69 com o tempo de 02:59:16.

Amândio Norberto, do Leões do Sul, Campeão Nacional GA 70-74 com o tempo de 03:10:27.


Prova Feminina do Campeonato Nacional Grupos de Idade

Maria Medeiro, do OutSystems Olímpico de Oeiras (GA 20-24), foi a primeira atleta a passar a meta, com 02:28:32, o melhor tempo alcançado na prova feminina, conquistando também o título de Campeã Nacional.

«Ganhar no escalão seria expetável uma vez que era a única inscrita, mas não estava à espera de uma vitória na geral, nem era tão pouco um objetivo que tivesse em mente», conta Maria Medeiro. O mar estava agitado pelo que na primeira volta de natação, a triatleta do OutSystems de Oeiras teve algumas dificuldades em visualizar as boias, na segunda volta o seu maior obstáculo foi ultrapassar atletas. A atleta do Olímpico saiu da natação num grupo de três, com uma atleta a destacar-se na frente da prova. «Tentei encurtar distância para a atleta da frente no ciclismo, consegui finalmente alcançá-la na primeira volta de corrida e a partir daí tentei alongar a distância o mais possível».

Na classificação absoluta, Susana Mateus, do Repsol Triatlo (30-34) ficou na segunda posição com 02:28:58, conquistando o título de Campeã Nacional de GA e, Ana Lopes, do CNATRIL Triatlo (40-44), ficou na terceira posição com 02:31:26, conquistando também o título de Campeã Nacional.


As Campeãs Nacionais Grupos de Idade

Maria Medeiro, do OutSystems Olímpico de Oeiras, Campeã Nacional GA 20-24 com o tempo de 02:28:32.

Susana Mateus, do REPSOL TRIATLO, Campeã Nacional GA 30-34 com o tempo 02:28:58.

Ana Lopes, do Clube de Natação de Triatlo de Lisboa, Campeã Nacional GA 40-44 com o tempo 02:31:26.

Ana Martinho, do Alhandra Sporting Club, Campeã Nacional GA 35-39 com o tempo 02:44:55.

Fernanda Marques Santinha, do Clube Oriental de Lisboa, Campeã Nacional GA 45-49 com o tempo 02:38:32.

Rita Spínola, do OutSystems Olímpico de Oeiras, Campeã Nacional GA 25-29 com o tempo 02:48:49.

Maria João Lima, da Associação Académica de São Mamede, Campeã Nacional GA 50-54 com o tempo 02:52:06.

Madalena Caninas, do Clube Oriental de Lisboa, Campeã Nacional GA 55-59 com o tempo 03:08:03.

Linda Clarkson, do Fc Ferreiras, Campeã Nacional GA 70-74 com o tempo 03:28:44.

Muitos parabéns a todos os atletas!


Até sempre Rafael!

Foi no Triatlo de Sines que, em conjunto com a família e amigos de Rafael Sá, prestámos homenagem ao jovem que completaria neste dia 24 anos, atleta que partiu cedo demais numa prova de triatlo. A cerimónia realizou-se pelas 14h45, antes da competição da elite, com a deposição de uma coroa de flores nas águas da baía da praia Vasco da Gama, naquele que foi um momento simbólico de solidariedade.

Os nossos agradecimentos a quem se juntou a esta homenagem.

Fonte: FTP