sábado, 6 de maio de 2017

“Volta a Madrid: Raúl Alarcón mantém amarela ao ser terceiro na segunda etapa”

Carlos Barbero foi o vencedor da tirada

Por: Lusa

Foto: Arquivo/Luís Vieira

O ciclista espanhol Raúl Alarcón, da W52-FC Porto, terminou este sábado em terceiro a segunda etapa da 30.ª Volta Ciclista Comunidade de Madrid, mantendo a camisola amarela de líder da geral individual.

O espanhol, que venceu na sexta-feira a etapa inaugural da prova, foi superado por dois compatriotas: o vencedor da tirada Carlos Barbero (Movistar) e Oscar Sevilla (Medellín-Inder), que subiu a segundo na geral com o mesmo tempo do corredor dos dragões.

Alarcón é ainda o líder da camisola dos pontos, com 41, num dia em que os nove fugitivos do primeiro dia mantiveram as distâncias nos primeiros postos da geral.

Em Valdemoro, que registou a partida e chegada de uma etapa de 148 quilómetros, o português Nuno Bico (Movistar) esteve inserido na fuga do dia, ao lado do colega de equipa Jasha Sutterlin e David Arroyo (Caja Rural), tendo terminado a etapa em 93.º, a 4.38 minutos de Barbero.

O melhor português acabou por ser Samuel Caldeira (W52-FC Porto), que lançou Alarcón depois de uma chegada em pelotão compacto, terminando na quarta posição, a três segundos do 'trio' da frente, que cortou a meta com 3:22.18 horas.

A Rádio Popular Boavista teve em Daniel Sanchez o melhor ciclista, na 16.ª posição, a sete segundos do vencedor, com Domingos Gonçalves em 24.º, subindo a 21.º na geral, o melhor português, e Ricardo Vilela (Manzana Postobon) em 25.º, com o mesmo tempo e na 22.ª posição da geral.

Também a sete segundos do primeiro, Rafael Reis (Caja Rural) foi 35.º, subindo a 29.º na geral individual, à frente do espanhol Pablo Guerrero e de David Rodrigues, da Rádio Popular Boavista, em 38.º e 39.º respetivamente.

Xuban Errazkin (Rádio Popular Boavista) terminou em 48.º, com o colega de equipa russo Egor Silin em 57.º, igualmente integrados no pelotão.

O vencedor da Volta a Portugal em 2016, Rui Vinhas (W52-FC Porto), chegou no mesmo grupo (59.º), com Tiago Ferreira (61.º) e Amaro Antunes (62.º) perto do colega de equipa.

Daniel Freitas (W52-FC Porto) foi 86.º, com Nuno Meireles (Equipo Bolivia) em 99.º lugar.

A última etapa da Volta Ciclista Comunidade de Madrid apresenta um traçado totalmente urbano no Paseo de la Castellana, com um total de 99 quilómetros, onde Alarcón terá em Óscar Sevilla a grande ameaça a somar uma segunda vitória em poucos dias, depois da conquista, na segunda-feira, da Volta às Astúrias.

Fonte: Record on-line

“Greipel veste camisola rosa pela primeira vez, Rui Costa em 10.º”

Português subiu à 12.ª posição na geral após a 2.ª etapa da Volta a Itália

Por: Lusa

Foto: EPA

O alemão André Greipel (Lotto-Soudal) foi este sábado o 'sprinter' mais forte no final da segunda etapa da 100.ª edição da Volta a Itália em bicicleta, vestindo a camisola rosa pela primeira vez na carreira.
O campeão alemão de estrada venceu uma etapa da 'corsa rosa' pela sétima vez na quinta participação, assumindo pela primeira vez a liderança da prova, numa tirada em que Rui Costa (UAE Emirates) surgiu na 10.ª posição, logo atrás dos principais especialistas do 'sprint', e subiu à 12.ª posição na geral.
Na etapa que ligou Olbia a Tortoli, a fuga de Daniel Teklehaimanot (Dimension Data), que se tornou o primeiro ciclista da Eritreia a vestir uma camisola no 'Giro', neste caso a dos trepadores, Andreetta (Bardiani -- CSF), Shalunov (Gazprom-Rusvelo), Owsian (CCC Sprandi Polkowice) e Koshevoy (Willier Triestina) animou o dia, com a Bora Hansgrohe de José Mendes a trabalhar para conservar a 'rosa', conquistada de forma surpreendente pelo austríaco Lukas Pöstlberger na etapa inaugural.
Com a fuga reintegrada no pelotão a 40 quilómetros do fim, André Greipel aproveitou uma falha no pedal de Caleb Ewan (Orica-Scott), o primeiro a lançar o 'sprint', para disparar para a vitória, com o italiano Roberto Ferrari (UAE Emirates) em segundo e o belga Jasper Stuyvens (Trek-Segafredo) em terceiro.
Ewan foi nono, atrás de um dos candidatos à geral, o britânico Geraint Thomas (Sky), bem como do 'rival' para a camisola dos pontos Fernando Gaviria (Quick-Step Floors), com o colombiano a terminar em quarto.
O australiano é agora terceiro na geral, a oito segundos de Greipel, com o alemão a ter quatro segundos de vantagem sobre Pöstlberger.
Entre os portugueses, destaque para o trabalho de José Gonçalves (Katusha-Alpecin), que perdeu 2.43 minutos depois do líder da equipa, o russo Ilnnur Zakarin, ter tido um furo perto do final da etapa, terminando na 142.ª posição.
O chefe de fila acabou por perder 20 segundos em relação ao pelotão, com grande parte da equipa a perder tempo na tentativa de o apoiar, com Gonçalves agora na 135.ª posição da geral.
Já o campeão português de estrada José Mendes (Bora-Hansgrohe) terminou integrado no pelotão, na 77.ª posição, depois de ter trabalhado durante a etapa para proteger a liderança do camisola rosa, e encontra-se na 62.ª posição da geral a 27 segundos de Greipel.
No domingo, perspetiva-se nova chegada para os homens mais rápidos do pelotão, com Greipel a procurar defender a 'rosa' numa tirada curta de 148 quilómetros entre Tortoli e Cagliari que antecede um dia de descanso, para a viagem até Sicília, ilha onde vão decorrer mais três etapas.

Fonte: Record on-line

“Vanessa Fernandes vai lutar contra si própria no 'Challenge' de Lisboa”

A atleta ainda não decidiu se vai participar no próximo Campeonato da Europa

Por: Lusa

Vanessa Fernandes, que voltou a eleger o triatlo como modalidade prioritária, disse esta sexta-feira à agência Lusa que não tem objetivos definidos para o 'Challenge de Lisboa', que se realiza domingo, dia 7 de maio, no Parque das Nações.

"Acima de tudo, acho que vou lutar contra mim própria. Nesta altura, não penso muito em classificações. Esta participação só vem complementar o meu treino", sublinhou a triatleta do Benfica, que na última etapa da Taça da Europa, disputada na Quarteira, terminou na 13.ª posição.

Vanessa ainda não decidiu se vai participar no próximo Campeonato da Europa, em meados de julho, mas considera fantástico Lisboa acolher uma competição deste tipo.

"É uma prova de outro nível, mas vou participar sem preocupações em termos de classificação final", acrescentou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos Pequim2008 e pentacampeã da Europa entre 2004 e 2008.

A benfiquista, que voltou a ser treinada por Lino Barruncho, não quer 'queimar' etapas antes de voltar a fazer marcas de prestígio mundial. O foco aponta, agora, aos Jogos Olímpicos Tóquio2020.

"Neste processo de preparação, a parte psicológica é fundamental. Por ser muito competitiva, tenho de conseguir controlar a ansiedade. Caso contrário, perco o equilíbrio emocional", adiantou Vanessa Fernandes.

A atleta elogiou o seu atual clube, o Benfica, que nunca a pressionou para 'queimar' etapas e alcançar melhores resultados de forma mais célere. "Os responsáveis do clube têm tido muita calma a ponderação, o que tornou tudo mais fácil", destacou.

A recente participação em provas da maratona ajudou-a a controlar a ansiedade. "A maratona é, sobretudo, uma prova de superação. Fui sempre muito impaciente e ansiosa e com a participação em maratonas aprendi a controlar melhor as minhas emoções", concluiu Vanessa Fernandes.

Fonte: Record on-line

“Taça de Portugal Feminina”

Maaris Meier vence e passa para a frente da geral

A estoniana Maaris Meier (Maiatos/Reabnorte) ganhou hoje, em Torres Vedras, a quarta etapa da Taça de Portugal Feminina, assumindo o comando da classificação geral na categoria de elite.

A corrida de 61,2 quilómetros decidiu-se ao sprint, com onze corredoras a serem creditadas com o mesmo tempo, 1h45m24s. Maaris Meier foi a mais rápida, relegando a campeã portuguesa, Daniela Reis (Lares-Waordeals), para o segundo lugar e Soraia Silva (Bairrada) para a terceira posição.

A vitória no circuito torriense permitiu a Maaris Meier a subida ao topo da geral da Taça. Soma agora 115 pontos, mais três do que a anterior comandante, a britânica Fiona Hunter-Johnston (Fusion Fierlan RT), que hoje não foi além do nono posto. A terceira na geral é Irina Coelho (5Quinas/Município de Albufeira).

A Taça de Portugal Feminina termina no próximo dia 27, em Viseu. Tendo em conta os pontos ainda em disputa, qualquer uma das três primeiras classificadas pode aspirar ao troféu final, esperando-se, por isso, um desfecho de competição emocionante.

Maria Martins concluiu a corrida júnior, que teve 45,9 quilómetros, em 1h17m07s, menos 6 segundos do que a rival mais direta, Marta Branco (Maiatos/Reabnorte), e menos 8 segundos do que a terceira classificada, Diana Fortes (Alcobaça CC/Crédito Agrícola). Nas juniores a geral também está ao rubro. Marta Branco segue na frente, mas tem Maria Martins apenas a 5 pontos. A terceira, já sem possibilidade de conquistar o troféu, é Diana Fortes.

 Em cadetes, a Taça de Portugal tem vindo a desenrolar-se numa espécie de pim-pam-pum entre Daniela Campos (5Quinas/Município de Albufeira) e Joana Pereira (5Quinas/Município de Albufeira). Hoje foi a vez de Joana Pereira triunfar. As duas corredoras somam dois sucessos cada, o que equivale a dizer que estão empatadas na geral da Taça, com 170 pontos.

A única categoria em que a Taça de Portugal está entregue é a de masters. Elisete Sousa (5Quinas/Município de Albufeira) foi a melhor em Torres Vedras e tem o troféu matematicamente assegurado.

A formação Maiatos/Reabnorte foi a mais consistente em Torres Vedras, mas as algarvias 5Quinas/Município de Albufeira seguraram o comando por equipas.

Fonte: FPC