quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

“Barreiro recebe Taça de Portugal PORterra”

A cidade do Barreiro receberá, no próximo dia 25 de Fevereiro, a segunda etapa da Taça de Portugal PORterra. Organizada conjuntamente pela Câmara Municipal do Barreiro e pela Federação de Triatlo de Portugal, a prova disputada sob o formato de Duatlo BTT será uma excelente oportunidade competitiva para todos os amantes do todo-o-terreno.

Com percursos desafiantes com zonas de single track, terrenos mistos de terra batida e piso arenoso, todos aqueles que aceitarem o desafio de representar os seus clubes neste evento terão de percorrer um total de 5km de corrida, 21,2km de ciclismo e 2,5km de corrida. A Mata da Machada será o palco desta competição onde esperamos um grande número de clubes e atletas para mais uma tarde recheada de competitividade e partilha.

No mesmo dia será realizada uma prova aberta destinada a todos os interessados em participar. Passando por zonas igualmente desafiantes, o percurso de 2,5km de corrida, 10,6km de ciclismo e 1,4km de corrida, apresenta-se uma grande oportunidade para todos os que procuram uma primeira experiência na modalidade sem a exigência da prova principal.

O Duatlo do Barreiro apresenta-se como uma das principais provas do calendário competitivo, ao que toca a competições de todo-o-terreno, e promete uma tarde preenchida de emoções.

Fonte: FTP

“Tony Martin quer vencer a Volta ao Algarve pela terceira vez”

O ciclista alemão apontou o polaco Michal Kwiatkowski como o ciclista a ter debaixo de olho.

Foto: MANUEL BRUQUE / EPA

Tony Martin (Katusha-Alpecin) deseja vencer a Volta ao Algarve pela terceira vez e, em conversa com a agência Lusa, apontou o polaco Michal Kwiatkowski (Sky), seu antigo colega e amigo, como o ciclista a ter debaixo de olho.

“Seria muito bom ganhar aqui pela terceira vez. No entanto, é algo que não consigo prever. A condição é boa, estou contente por estar aqui, mas não sei. Só posso prometer que vou dar o meu melhor”, disparou o ciclista alemão enquanto pedalava rumo ao pelotão.

A curta entrevista, feita a ritmo de contrarrelógio, serviu para o atual campeão mundial da especialidade revelar o seu encanto pela ‘Algarvia’, que visita ininterruptamente desde 2011, ano da primeira das duas vitórias – a outra foi em 2013.

Profundo conhecedor da principal prova internacional disputada em Portugal, Tony Martin prognosticou quais serão os momentos fulcrais para os candidatos a vestir a amarela final, no alto do Malhão (Loulé), no domingo.

“De certeza, a etapa de hoje [que termina no alto da Fóia, o ponto mais alto do Algarve]. E talvez o contrarrelógio. Penso que será, muito provavelmente, a etapa mais importante de todas. Claro que a última etapa também é muito complicada, mas hoje e sexta serão os dias principais”, considerou o alemão de 31 anos, que este ano vai trabalhar sob a batuta do português José Azevedo.

Depois de uma época em que voltou a reinar no contrarrelógio, conquistando o seu quarto título mundial na especialidade (2011, 2012, 2013 e 2016) e igualando o recorde do suíço Fabian Cancellara, Martin mudou-se para a Katusha-Alpecin e apresenta uma renovada ambição, que teve como resultado mais visível o triunfo na segunda etapa da Volta a Valência.

Na Volta ao Algarve, o vencedor de cinco etapas no Tour quer voltar a dominar. Questionado sobre quem poderão ser os seus principais adversários na 43.ª edição, o alemão hesitou, antes de arriscar um nome.

“Bem, é difícil prever. Mas vou manter o olho no Kwiatkowski”, disse, referindo-se ao seu amigo, que venceu a ‘Algarvia’ em 2014 e que foi seu companheiro de equipa nas variantes da Etixx-QuickStep entre 2012 e 2015.

Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Alberto Contador assume comando na Volta à Andaluzia”

Espanhol ficou em 2.º numa 2.ª etapa ganha pelo francês Thibaut Pinot

O espanhol Alberto Contador (Trek-Segafredo) é o novo líder da Volta à Andalizia, depois de ter concluído a 2.ª etapa no 2.º lugar, a dois segundos do vencedor, o francês Thibaut Pinot (FDJ).
A ligação entre Torredonjimeno e o Alto de la Peña del Águila, na distância de 177,9 km, é considerada a etapa rainha da prova e o ataque de Contador acabou por compensar, apesar de ter visto fugir a vitória na tirada ao ser ultrapassado nos metros finais.

Na geral, o ciclista espanhol tem agora uma vantagem de três segundos sobre Pinot, enquanto Alejandro Valverde (Movistar), que iniciou o dia na liderança, caiu para o 3.º posto, a cinco segundos de Contador.
Para esta sexta-feira está agendado um contrarrelógio individual, na distância de 11,9 km, que poderá ser decisivo numa prova que termina no domingo.

Fonte: Record on-line

“Volta à Turquia adiada devido a sobreposição de datas e insegurança”

Prova foi ganha em 2016 por José Gonçalves e estava agendada para abril

Por: Lusa

A União Ciclista Internacional (UCI) anunciou o adiamento da Volta à Turquia, agendada para abril, devido à sobreposição de datas com outras provas e ao clima de insegurança no país. "A edição de 2017 da Volta Presidente da Turquia, inicialmente prevista para abril, foi adiada", refere a UCI em comunicado, acrescentando que "uma nova data será equacionada na próxima reunião do Conselho Profissional de Ciclismo (PCC), em março".
O organismo máximo da modalidade não deu mais detalhes, mas o responsável do ciclismo turco, Erol Kucukbakirci, disse aos órgãos de comunicação social estatais que, no início deste mês, tinha pedido um adiamento da prova para outubro devido ao "congestionamento de datas no calendário".

A Volta à Turquia realizou-se pela primeira vez em 1960 e este ano iria estrear-se no calendário 'WorldTour'. Em 2016, a prova foi ganha pelo português José Gonçalves, então ao serviço da Caja Rural. Este ano, estava prevista para decorrer entre 18 e 23 de abril, mas chocava com as principais clássicas da primavera na Bélgica, como a La Fléche Wallonne, em 19 de abril, e a Liège-Bastogne-Liège, em 23 de abril.
A somar à sobreposição de datas, junta-se o clima de insegurança que se vive na Turquia, em que centenas de pessoas foram mortas em ataques terroristas, e o fracassado golpe de estado em 15 de julho de 2016, que levou a que quase nenhuma das 18 equipas do circuito mundial tenha confirmado a presença no evento.

Fonte Record on-line

“Volta a Omã: Rui Costa repete segundo lugar”

Português perde etapa para Soren Kragh Andersen e está a dois segundos da liderança

Por: Lusa

Depois de ter sido segundo na etapa de quarta-feira, o ciclista português Rui Costa (UAE Abu Dhabi) repetiu a posição esta quinta-feira, na 3.ª etapa da Volta a Omã. O chefe-de-fila da UAE Abu Dhabi ficou, assim, a dois segundos da liderança da prova, que continua na posse do belga Ben Hermans (BMC). No 3.º posto segue o dinamarquês Jakob Fulgsang (Astana), a 10 segundos.
Desta vez, Rui Costa ficou apenas atrás do dinamarquês Soren Kragh Andersen (Sunweb), que gastou 3:53.11 horas para cumprir os 162 km da tirada que ligou a Universidade Sultão Qaboos, em Mascate, e Quriyat. Com a meta instalada no final de uma curta subida de 2,8 km, com uma pendente média de 6,5%, Sorensen liderou um grupo de oito ciclistas, sendo seguido pelo português e por Ben Hermans.
Na sexta-feira corre-se a quarta etapa, entre Yiyi (Al Sifah) e o Ministério do Turismo, em Mascate, num percurso de 118 quilómetros com cinco contagens de montanha.

Fonte: Record on-line

“Fóia dura para as ambições da EFAPEL”

Equipa contínua confiante no trabalho realizado

O segundo dia de competição na 43ª Volta ao Algarve foi bastante desafiante e exigente para as ambições da equipa de ciclismo EFAPEL. Com a primeira chegada em alto, que coincidia com uma montanha de primeira categoria, a etapa foi extremamente selectiva e o conjunto liderado por Américo Silva ressentiu-se. Sérgio Paulinho foi o melhor da equipa na meta colocada na Fóia, o ponto mais elevado do Algarve, a 900 metros de altitude.

As primeiras grandes dificuldades no relevo chegaram na segunda etapa da Algarvia e isso ditou maiores diferenças na classificação geral individual. Para a EFAPEL, o percurso entre Lagoa e o Alto da Fóia revelou-se exigente. Os ciclistas da equipa rodaram quase toda a distância integrados no pelotão. Mas quando surgiram os ataques, não foi possível seguir com os que mais depressa subiram até à meta.

Para a direcção técnica, o desempenho de hoje não surpreende porque o trabalho que está a ser realizado permite que este tipo de situações aconteça.

“Tanto eu, como o Sérgio como a equipa temos uma grande ambição. Mas uma coisa é a vontade de ganhar, outra é a resposta que o organismo dá ao que a cabeça manda. Temos consciência disso e sabemos que, por vezes, implica um trabalho e um processo que é moroso. O que aconteceu hoje esteve dentro das nossas perspectivas. Mas houve algo que conseguimos analisar que é muito importante. Temos uma excelente equipa, mais forte do que a do ano passado. Quando o Sérgio ficou, numa zona particularmente difícil da subida, não ficou sozinho. Houve três companheiros que estiveram com ele. Aliás, a equipa esteve irrepreensível. O trabalho realizado ao longo da etapa foi o pretendido”, afirmou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

Cumpridas duas etapas em linha, o terceiro dia da Volta ao Algarve é preenchido por um contra-relógio individual com partida e chegada na Fortaleza de Sagres. O primeiro ciclista da EFAPEL a sair para a estrada é António Pereira Barbio, às 13h22. O último é Sérgio Paulinho, às 15h25.

Classificação da segunda etapa

    Daniel Martin            Quick-Step Floors            4h46m35s

    Primoz Roglic            Lotto Jumbo NL            mt

    Michal Kwiatkowski        Sky                    a 20s


67º    Sérgio Paulinho        EFAPEL                mt

72º    Jesús del Pino        EFAPEL                mt

81º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

94º    Álvaro Trueba        EFAPEL                mt

116º    Mateo Garcia            EFAPEL                mt

136º    Daniel Mestre            EFAPEL                mt

186º    Rafael Silva            EFAPEL                mt

187º    António Pereira Barbio    EFAPEL                mt

 

Classificação geral individual

    Daniel Martin            Quick-Step Floors            9h14m56s

    Primoz Roglic            Lotto Jumbo NL            a 4s

    Michal Kwiatkowski        Sky                    a 26s


66º    Sérgio Paulinho        EFAPEL                a 9m23s

71º    Jesús del Pino        EFAPEL                a 10m31s

83º    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 12m28s

92º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 16m13s

115º    Mateo Garcia            EFAPEL                a 18m26s

141º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 21m42s

186º    Rafael Silva            EFAPEL                a 32m22s

189º    António Pereira Barbio    EFAPEL                mt

Fonte: Efapel

“Ruben Guerreiro não se vê como sucessor de Rui Costa”

O ciclista da Trek-Segafredo está a cumprir a sua primeira temporada na elite do ciclismo mundial.
Foto: Chris Graythen / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
O português Ruben Guerreiro (Trek-Segafredo), que está a cumprir a sua primeira temporada na elite do ciclismo mundial, rejeitou esta quinta-feira as comparações com Rui Costa e confessou estar preparado para lutar pela geral da 43.ª Volta ao Algarve.
"O Rui Costa é um excelente corredor, dos melhores de sempre em Portugal. Espero fazer a minha carreira, mas não penso conseguir nem metade do que ele conseguiu”, argumentou à agência Lusa o mais promissor dos corredores da nova vaga do ciclismo nacional, negando que possa vir a ser o sucessor do campeão do mundo de fundo de 2013.
Ruben Guerreiro fica tão desconfortável com as comparações, como com a inesperada atenção dos média. Pouco à vontade em entrevistas, o jovem da Trek-Segafredo lá vai assumindo que a sua estreia no WorldTour, no Tour Down Under, foi quase perfeita.
“A corrida começou muito bem [foi líder da juventude], mas depois fui atraiçoado por um problema nos dentes [do siso]. Recuperei depois da viagem da Austrália, fiz bons treinos e aqui estou com a minha equipa. Espero fazer uma boa corrida”, disse.
Na sua primeira ‘Algarvia’, o jovem de 22 anos recebeu ‘carta verde’ da equipa para estar na luta pela geral da prova que termina no domingo, no alto do Malhão (Loulé).
“Vou tentar. Tenho abertura para isso, mas o principal objetivo é ganhar etapas com o [John] Degenkolb. Vou ter oportunidade de lutar pela geral, mas vamos dia a dia”, acrescentou.
Guerreiro defendeu que estar entre a elite do ciclismo não é bem um sonho, mas sim algo para que trabalhou durante muito tempo, de forma árdua. Ainda assim, o ciclista de Pegões Velhos (Montijo) não esconde o fascínio que sente por ser colega de equipa do espanhol Alberto Contador, vencedor de sete grandes Voltas.
“É muito motivante. Tento aprender sempre com eles. Ainda não tive possibilidade de estar muito tempo com o Alberto. Estou aqui com o Degenkolb, que é um excelente líder. Muda completamente o espírito de equipa, cria uma boa dinâmica e acho que podemos mostrar isso estes dias”, considerou.
Depois de, em 2016, ter dado nas vistas na Volta à Califórnia, ainda com as cores da Axeon Hagens Berman, o campeão nacional de fundo de sub-23 vai repetir a presença na prova norte-americana, estando também prevista a sua participação na Volta ao País Basco e nas clássicas das Ardenas.
“Espero ter as minhas oportunidades para crescer em grandes corridas, com o Alberto [Contador]. Espero que seja uma belíssima experiência”, admitiu.
Para já, Guerreiro sabe que não estará nem no Giro, nem no Tour, mas admite que a Vuelta não está descartada. “Depende do resto da temporada”, advertiu.
Ainda a habituar-se às expectativas que recaem em si, o ciclista da equipa norte-americana prefere não sonhar muito alto quanto aos seus objetivos a curto/médio prazo.
"Só gostava de não cair muito e de não ter muitas lesões. Tenho sido um bocado atraiçoado pelas lesões. Ambição tenho, esperemos para ver onde posso chegar”, concluiu.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“43.ª Volta ao Algarve”

Daniel Martin trepa para a liderança na Fóia

O irlandês Daniel Martin (Quick-Step Floors) venceu hoje a segunda etapa da Volta ao Algarve, 189,3 quilómetros entre Lagoa e o alto da Fóia, ascendendo ao comando da geral individual.

A tirada decidiu-se nos derradeiros 9 quilómetros, a escalada ao ponto mais alto do Algarve. A Team Katusha Alpecin impôs o ritmo na aproximação à fase mais dura da jornada, mas foi a Quick-Step Floors que endureceu verdadeiramente a corrida, na fase mais dura da subida final, o primeiro quilómetro de ascenção.

Zdenek Stybar e Enric Mas dinamitaram o que restava do pelotão, levando na roda o colega de equipa Daniel Martin. O esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) e o polaco Michal Kwiatkowski (Team Sky) tiveram de responder às acelerações do irlandês. Roglic conseguiu aguentar o ritmo de Daniel Martin e tentou mesmo deixar o rival para trás.

A luta pela etapa acabaria por resumir-se ao duelo entre Daniel Martin e Primoz Roglic, que levaram o mano a mano até à linha final. Daniel Martin arrancou a 200 metros e conseguiu bater o rival, que cortou a meta com o mesmo tempo. Michal Kwiatkowski controlou os danos e alcançou a Fóia na terceira posição.

A Camisola Amarela Turismo do Algarve manteve-se na Quick-Step Floors, mas mudou do corpo de Fernando Gaviria para o de Daniel Martin. O irlandês dispõe de 4 segundos de vantagem sobre Primoz Roglic e de 26 segundos à melhor sobre Michal Kwiatkowski.

“Rodamos na frente durante todo o dia, todos acreditaram nas minhas possibilidades. Estou feliz pela equipa. Roglic esteve bastante forte em Valência e sabia que seria um dos favoritos para a classificação geral. Ataquei-o porque não quis colaborar comigo, mas no último quilometro sabia que a minha experiência me seria útil. Farei o melhor do que puder no contrarrelógio e veremos como correrá. Agora quero desfrutar desta vitória”, afirmou Daniel Martin, antes da consagração no pódio.

O primeiro embate mostrou a supremacia dos três primeiros, mas deixou boas indicações de dois contrarrelogistas, o campeão europeu da especialidade, Jonathan Castroviejo (Movistar Team), que é o nono da geral, e do compatriota Luis León Sánchez (Astana), sétimo, ambos a 45 segundos do comandante.

As equipas portuguesas também deram boas indicações, sobretudo a W52-FC Porto, que colocou Amaro Antunes, em quarto da geral, a 43 segundos, o Sporting-Tavira, que tem Rinaldo Nocentini na sexta posição, com o mesmo tempo, e a LA Alumínios-Metalusa BlackJack, cujo chefe-de-fila, Edgar Pinto, subiu ao oitavo posto, a 45 segundos.

A Astana Pro Team está no topo da classificação coletiva. Daniel Martin e Fernando Gaviria estão empatados na classificação por pontos, premiada com a Camisola Vermelha Cofidis. Daniel Martin é também o dono da Camisola Azul Liberty Seguros e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) está bem encaminhado para repetir a vitória na juventude e para ganhar a Camisola Branca Sicasal.

As classificações terão novo momento de decisão nesta sexta-feira, dia em que se disputa o contrarrelógio de 18 quilómetros, com partida e chegada na Fortaleza de Sagres.

Classificações/Results

2.ª Etapa/2nd Stage: Lagoa - Fóia, 189,3 km

1.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), 4h46m35s (39,632 km/h)

2.ª Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), mt

3.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 20s

4.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 33s

5.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt

6.º Luis León Sánchez (Astana), a 35s

7.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), mt

8.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), mt

9.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), mt

10.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 46s

Geral/Overall

1.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), 9h14m56s

2.ª Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), a 4s

3.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 26s

4.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 43s

5.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 42s

6.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt

7.º Luis León Sánchez (Astana), a 45s

8.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), mt

9.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), mt

10.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 46s

Fonte: FPC