sexta-feira, 28 de setembro de 2018

“My LX Triathlon Experience muda para a Doca Pesca, em Belém”

Lisboa recebe a 7 de outubro a maior prova amadora de triatlo alguma vez realizada em Portugal

Inicialmente previsto para a Praça do Comércio, a 7 de outubro, o My LX Triathlon Experience viu o local de partida transferido para a Doca Pesca, igualmente em Lisboa mas na zona de Belém. O evento arranca às 11h30, um dia depois do Campeonato da Europa de Clubes, que se realiza também em Lisboa, e no qual o Benfica vai tentar revalidar o título.

Organizada pela Federação de Triatlo de Portugal, aquela que é considera a maior prova amadora da modalidade alguma vez realizada no nosso país, tem como objetivo mostrar que esta é um desporto simples e acessível a todos. O percurso é composto por 250 metros de natação no rio Tejo, 7 quilómetros a pedalar 1.700 metros de corrida, com a meta da prova amadora a estar instalada junto ao Monumento ao Combatente.

Além da inscrição individual, também é possível participar com equipas de dois ou três elementos. Os interessados podem consultar o site oficial da prova, que disponibiliza planos de treinos, dicas de nutrição e conselhos de triatletas de sucesso como Vanessa Fernandes, João Silva ou João Pereira. As inscrições custam 15 euros na modalidade individual e 30 euros, se inscrever uma equipa.

"O My LX Triathlon Experience pretende chamar mais pessoas para o triatlo e isso só se consegue se as levarmos a experimentar uma prova. De fora parece muito difícil, mas o grau de dificuldade depende das distâncias. Esta competição tem distâncias curtas e torna-se muito acessível a qualquer pessoa com o mínimo de treino. É, também, uma prova muito divertida porque estamos sempre a mudar de modalidade, o que quebra a monotonia e aumenta a motivação", salientou Vasco Rodrigues, presidente da FTP.

"A FTP está determinada em garantir que esta primeira experiência seja especial, focando-se essencialmente na segurança e acessibilidade da prova, com um modelo de evento com partidas faseadas e um dispositivo reforçado de segurança na água e nos restantes segmentos", concluiu o dirigente.

Fonte: Record on-line

“Portugueses cobiçam pódio do Ironman de Cascais”

Prova decorre no próximo domingo

Por: Lusa

Foto: Miguel Barreira 1/3

 Ana Filipa Santos, Bruno Pais e João Silva prometeram esta sexta-feira dar tudo para conseguir subir ao pódio do Ironman Cascais 70.3, prova que decorre no próximo domingo e vai contar com um número recorde de 2.657 participantes.

A campeã nacional de triatlo longo e atleta do Rio Maior assumiu que participar nesta prova é já "um objetivo concretizado", reconhecendo que quer mais do que apenas estar presente.

"Seria extraordinário conseguir uma vitória e vou dar o melhor de mim para isso", afirmou Ana Filipa Santos.

Bruno Pais, que na quinta-feira anunciou o fim da carreira profissional, fará em Cascais a sua última prova nessa condição e garantiu que vai tentar repetir o terceiro lugar alcançado no ano passado.

"Quero dar o meu melhor e chegar ao final da prova feliz. Vão estar aqui alguns dos melhores atletas do mundo, será muito complicado entrar no pódio, mas se facilitarem eu agradeço e vou tentar aproveitar", disse o ainda triatleta do Estoril.

Já João Silva, triatleta do Benfica, vai estrear-se nesta distância e, por isso, mesmo não quis alongar-se em prognósticos, garantindo, no entanto, que vai dar o seu melhor.

"É uma primeira competição nesta distância, por isso não tenho referências. A parte de bicicleta vai ser muito dura, assim como a corrida, e acredito que isso vai fazer a diferença no final", explicou.

O início da prova está agendado para as 07:27, na Baía de Cascais, com os homens a entrarem na água para os 1,9 quilómetros de natação, a que se seguirão as mulheres, três minutos mais tarde, às 07:30.

O percurso de ciclismo percorre toda a Avenida Marginal, passando por Oeiras, Alcântara, Estoril e seguindo depois para a Serra de Sintra, num total de 90,1 quilómetros. Para terminar, seguem-se os 21,1 quilómetros de corrida, que atravessarão a Vila de Cascais, entrando na Marginal e regressando à baía de Cascais.

Na conferência de imprensa de apresentação da prova esta sexta-feira, o diretor do Ironman 70.3 Cascais, Jorge Pereira, sublinhou que, tal como a primeira, a segunda edição da prova está esgotada, o que, considerou, "é revelador do sucesso desta prova", que entre os 2.657 inscritos terá 50 profissionais.

Carlos Carreira, presidente da Câmara Municipal de Cascais, que acolhe pela segunda vez a prova, assinalou o retorno esperado de sete milhões de euros e que a "criação de riqueza permite ter mais capacidade de apoiar os mais fragilizados".

Fonte: Record on-line

“Federação confirma candidatura da W52-FC Porto ao segundo escalão”

Diretor da equipa, Nuno Ribeiro, já tinha anunciado a intenção

Por: Lusa

Foto: Pedro Trindade

A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) confirmou esta sexta-feira a candidatura da W52-FC Porto ao estatuto de equipa continental profissional, segundo escalão da União Ciclista Internacional (UCI).

O diretor dos vencedores da última Volta a Portugal, Nuno Ribeiro, já tinha, em declarações à RTP tinha anunciado a intenção de os dragões subirem de divisão.

Em comunicado, a FPC informou ainda que existem mais nove candidaturas para equipas continentais (terceiro escalão): Bike Clube de Portugal (correu com o nome Liberty Seguros em 2018), Boavista CC (Rádio Popular-Boavista), CC Aldeia de Paio Pires (LA Alumínios), CC Tavira (Sporting-Tavira), CD Fullracing (Efapel), Louletano DC (Aviludo-Louletano), Velo Clube do Centro (Miranda-Morágua), CC FJP (Vito-Feirense) e CD Feirense.

O organismo revelou ainda o calendário de provas internacionais que se vão disputar em Portugal, com a Volta ao Algarve a ser a primeira e a com classe mais elevada, disputando-se de 20 a 24 de fevereiro.

Em março correm-se a Clássica da Arrábida, em 17, e a Volta ao Alentejo, de 20 a 24, com o Grande Prémio Beiras e Serra da Estrela a correr-se de 12 a 14 de abril.

Em 1 de maio, corre-se a Clássica Aldeias do Xisto, mantendo-se o Grande Prémio Internacional de Torres Vedras - Troféu Joaquim Agostinho como principal antecâmara da Volta a Portugal e disputa-se de 11 a 14 de julho.

 

A Volta a Portugal vai disputar-se de 31 de julho a 11 de agosto

De acordo com a FPC, o Grande Prémio Estrada Nacional 2, que teve a sua primeira edição em 2018, ainda não tem data, mas ainda poderá ser incluído no calendário da UCI

Fonte: Record on-line

“Domingos Gonçalves regressa à Caja Rural”

Ciclista de Barcelos estava na Rádio Popular-Boavista

Por: Lusa

Foto: Lusa

Domingos Gonçalves, campeão nacional de fundo e de contrarrelógio, vai correr pela Caja Rural em 2019, anunciou esta sexta-feira a equipa espanhola.

O ciclista de Barcelos, de 29 anos, regressa assim ao conjunto Continental Profissional (segundo escalão), ao serviço do qual já tinha estado em 2016, depois de duas temporadas na Rádio Popular-Boavista, do escalão inferior.

Em comunicado, a Caja Rural considera que Domingos Gonçalves regressa "mais maduro e com vontade de continuar a crescer".

Domingos Gonçalves viveu, em 2018, uma das melhores temporadas da carreira, com a conquista dos títulos nacionais de fundo e de contrarrelógio - este já tinha vencido em 2017 - e de uma etapa na Volta a Portugal, na qual foi nono classificado, além da prata no crono nos Jogos do Mediterrâneo.

"A verdade é que 2018 foi um grande ano para mim e terminar a temporada a disputar os Mundiais de contrarrelógio foi um prazer", disse o português, que terminou na 41.ª posição a prova em Innsbruck, na Áustria.

O barcelense disse ainda estar "muito contente por regressar" à equipa espanhola, da qual tem "boas recordações".

Na Caja Rural, em 2019, Domingos Gonçalves deverá encontrar Joaquim Silva, que tem mais um ano de contrato com o conjunto espanhol.

Fonte: Record on-line

“O Ciclismo Vai à Escola”

FPC defende que seguro escolar cubra deslocações de bicicleta

Por: José Carlos Gomes

A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) assinalou hoje o Dia Europeu do Desporto Escolar com uma ação do projeto “O Ciclismo Vai à Escola”, na Escola Pedro de Santarém, Lisboa. A iniciativa foi aproveitada para frisar a proposta de que o seguro escolar passe a cobrir as deslocações de bicicleta entre casa e a escola e para salientar a necessidade de que o ciclismo passe a ser matéria nuclear do currículo de Educação Física.

“Ensinar a pedalar é fundamental, mas é urgente rever a presente exclusão da cobertura do seguro escolar, para abranger deslocações entre a residência e a escola do aluno que prefere usar a bicicleta. Nunca o país investiu tanto em ciclovias e em bicicletas partilhadas, no sentido de promover a mobilidade ativa, e esta exclusão está desajustada desta estratégia. Que sinal queremos dar aos pais? Trata-se de uma medida de alcance prático significativo, que o próximo Orçamento de Estado já deveria acautelar”, afirma Sandro Araújo, vice-presidente da FPC.

A FPC também defende a inclusão do ciclismo como matéria nuclear do currículo de Educação Física, tendo apresentado junto das entidades competentes um parecer contendo uma proposta concreta, em articulação com os professores ligados ao projeto “O Ciclismo vai à Escola”.

“A própria OMS está empenhada em promover a prática quotidiana do ciclismo, como forma de combater o sedentarismo e a obesidade, e a Escola tem obrigação de dotar os alunos das competências básicas para que o uso da bicicleta seja generalizado”, assinala Sandro Araújo.

No âmbito do Dia Europeu do Desporto Escolar, assinalou-se no Agrupamento de Escolas de Benfica o arranque do maior projeto escolar nacional para ensinar a pedalar os alunos do ensino básico e secundário, com a presença de representantes da FPC, Direção-Geral da Educação / Desporto Escolar e Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. Foi nesta mesma escola, Pedro de Santarém, que a FPC e a Direção-Geral de Educação assinaram um protocolo de colaboração, há cerca de um ano.

O Projeto “O Ciclismo vai à Escola” conta agora com uma frota com mais 90 bicicletas, que estão ao serviço dos sete agrupamentos escolares de todo o país que integram o projeto-piloto com a DGE, no âmbito do Programa Nacional de Ciclismo Para Todos. A iniciativa será progressivamente alargada a outros municípios, num modelo de colaboração local, encontrando-se em fase de arranque também na Figueira da Foz, Santo Tirso e Vila Franca de Xira, alcançando mais de 10000 alunos no presente ano letivo.

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Gonçalo Carvalho 38.º na prova de fundo para sub-23”

Por: José Carlos Gomes

Gonçalo Carvalho foi o 38.º classificado na prova de fundo para sub-23 do Campeonato do Mundo de Estrada, uma corrida de 179,5 quilómetros, disputada entre Kufstein e Innsbruck, com vitória do suíço Marc Hirschi.

A prova não correu de feição ao quarteto português, que rendeu menos do que a qualidade dos corredores faziam prever. Tiago Antunes foi o primeiro a ceder, sentindo-se “vazio” na primeira das quatro subidas do circuito final, acabando por desistir.

André Carvalho, Gonçalo Carvalho e João Almeida mantiveram-se grande parte da prova junto dos melhores, dando mesmo nas vistas pela boa colocação. No entanto, no momento decisivo, na penúltima subida a Patscherkofel, o trio perdeu o contacto com o primeiro pelotão, ficando definitivamente arredado da discussão da corrida.

Gonçalo Carvalho foi o mais resistente de todos, terminando na 38.ª posição, entre 178 participantes. O corredor natural de Mortágua cruzou a meta a 5m41s do vencedor. André Carvalho foi 51.º, a 9m27s, e João Almeida acabou na 78.ª posição, a 19m25s.

“Foi uma prestação que ficou aquém das expectativas e muito longe do valor que estes corredores já demonstraram no passado. A verdade é que, no momento decisivo da corrida, não fomos capazes de nos mantermos junto dos melhores”, reconhece o selecionador nacional, José Poeira.

“A corrida foi muito dura, não apenas pelas dificuldades do percurso, mas também pelo andamento forte. Foi uma prova muito rápida. Consegui chegar ao circuito final com os primeiros, mas, a uma volta do final, cedi algumas posições e acabei num grupo secundário. Nas partes planas custou-me muito, porque sou muito leve e não foi fácil colocar-me. Nas zonas mais inclinadas sentia-me bem e ia mais confortável, mas o esforço acumulado não me permitiu fazer melhor”, explica Gonçalo Carvalho.

A Suíça dominou por completo a corrida, atacando em bloco e colocando sempre homens na frente em todos momentos definidores da prova. Marc Hirschi concluiu da melhor forma o labor do coletivo helvético, juntando o título mundial de fundo ao título europeu da mesma disciplina. O corredor suíço cumpriu os 179,5 quilómetros em 4h24m05s (média de 40,783 km/h), deixando a 15 segundos o belga Stef Cras e o finlandês Jaakko Hanninen, segundo e terceiro, respetivamente.

A Equipa Portugal não compete no sábado, regressando à estrada no dia seguinte para disputar a prova de fundo para elite.

Fonte: FPC

“Calendário internacional 2019”

UCI aprova 30 dias de competição internacional de estrada em Portugal

Por: José Carlos Gomes

A União Ciclista Internacional (UCI) aprovou hoje, em Innsbruck, Áustria, o calendário internacional para 2019, contemplando sete corridas portuguesas de estrada e um total de 30 dias de competição.

A época de ciclismo internacional em terras lusas começa com a Volta ao Algarve, prova de classe 2.HC, a disputar entre 20 e 24 de fevereiro. Em março haverá duas provas UCI em Portugal, a Clássica da Arrábida, de classe 1.2, no dia 17, e a Volta ao Alentejo, corrida 2.2, entre 20 e 24.

O Grande Prémio Beiras e Serra da Estrela mantém o estatuto 2.1 e corre-se entre 12 e 14 de abril. Segue-se, no dia 1 de maio, a Clássica Aldeias do Xisto, de classe 1.2.

O Grande Prémio Internacional de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho continua no patamar 2.2, saindo para a estrada entre 11 e 14 de julho. A Volta a Portugal, de classe 2.1, vai disputar-se entre 31 de julho e 11 de agosto.

O Grande Prémio Estrada Nacional 2 ainda não tem data, mas espera-se que venha ainda a ser incluído no calendário da UCI.

Equipas profissionais

O ciclismo internacional que se pratica em Portugal passa também pelas equipas profissionais, cujos processos de candidatura já foram entregues. A Vintage Pódio apresentou à UCI a candidatura para subir à categoria profissional continental.

A Federação Portuguesa de Ciclismo recebeu nove candidaturas ao estatuto de equipa continental, apresentadas pelos seguintes clubes: Bike Clube de Portugal, Boavista CC,, CC Aldeia de Paio Pires, CC FJP, CC Tavira, CD Feirense, CD Fullracing, Louletano DC e Velo Clube do Centro.

Fonte: FPC