domingo, 6 de agosto de 2017

“Ciclovia” através da rotunda da Junqueira em Cacia"

A associação Ciclaveiro tomou conhecimento, através dos media e de queixas que lhe foram enviadas por utilizadores de bicicleta, do já famoso e famigerado conjunto de troços de ciclovia recentemente implantado em Cacia. A situação denunciada é de facto bastante grave porque, além das sérias deficiências técnicas1 observadas na implantação daquela via, se cometeu um erro que não se pode explicar apenas por falta de conhecimento técnico mas que afronta o mais elementar bom-senso e o respeito pela integridade física dos ciclistas. A faixa pintada no pavimento para assinalar a via ciclável intersecta o lancil da rotunda, de forma quase invisível para os utilizadores da via, criando assim um degrau na diagonal da faixa ciclável que potencia o despiste e a queda de ciclistas numa zona de alto risco em termos de tráfego automóvel. Note-se que não são só os utilizadores de bicicleta que correm perigo de acidente devido a este erro de construção mas também os condutores de automóveis que circulem na rotunda e que podem ser confrontados com a queda repentina de um ciclista naquela área.

O Ciclaveiro espera que a situação seja corrigida de imediato de forma a evitar acidentes que poderão ter consequências demasiado graves. Além disso, espera-se da parte dos decisores autárquicos uma intervenção mais consistente e ponderada no que toca ao investimento em infra-estruturas de mobilidade activa e, em particular, da mobilidade em bicicleta. Este tipo de erros reflecte a inexistência de uma estratégia integrada para a mobilidade em bicicleta e a ausência de diálogo com quem utiliza as infraestruturas cicláveis, traduzindo-se em desperdício de fundos públicos e indiciando uma atitude de negligência e de menosprezo pelas condições de circulação dos ciclistas que em nada beneficiam a imagem de Aveiro como pioneira na promoção da utilização da bicicleta.

1 Texto que acompanha as fotos publicadas na página de facebook ‘Estúpida Ciclovia’:

«Em Cacia, no Município de Aveiro, foi há dias inaugurada esta rotunda.

Em 2017 - apesar de todos os exemplos de boas práticas e das indicações e alertas da vasta bibliografia existente - continuam a fazer-se, com dinheiros públicos, erros crassos e completamente evitáveis!

A "ciclovia" nesta rotunda constitui um manual quase completo do que não deve ser feito:

- Os troços de "ciclovia" iniciam e terminam em passagens para peões, onde a lei portuguesa (Código da Estrada) proíbe a circulação de bicicletas.

- Troços de ciclovia estão à cota do passeio, o que é indicado pelos manuais de desenho e projecto de infraestruturas para bicicletas como prática incorrecta.

- Os troços de "ciclovia" tem a largura de 1.10 m, quando a bibliografia indica a largura mínima de 1.50 m para ciclovias unidireccionais.

- Em alguns locais a "ciclovia" está parcialmente localizada no passeio e parcialmente na estrada, com um ressalto num ângulo que constitui uma armadilha para os ciclistas.

- Sem qualquer protecção ou buffer-zone, há poucos dias implementada vêem-se já marcas de passagem na "ciclovia" de pneus de veículos motorizados - criando uma situação de potencial colisão e atropelamento de um ciclista.

- Além destes graves erros técnicos, os troços de "ciclovia" ligam a lado nenhum.»


Fonte: Ciclaveiro - Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta

“Portugal sexto classificado na estafeta mista dos Europeus sub-23”

“Portugal sexto classificado na estafeta mista dos Europeus sub-23”

Grã-Bretanha conquistou título na Hungria

Por: Lusa

A seleção portuguesa terminou este domingo na sexta posição a estafeta mista dos Europeus de sub-23 de triatlo, que se disputaram em Velence, na Hungria.
Alexandre Nobre, Helena Carvalho, David Luís e Andreia Ferrum terminaram a prova em 1:49.17 horas, a quase sete minutos da Grã-Bretanha, que gastou 1:42.29.
A equipa britânica ficou à frente da Rússia (1:43.08 horas) e da Itália (1:44.09).

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal de Cadetes Liberty Seguros”

João Macedo coroado em Gondomar

Por: José Carlos Gomes

João Macedo (Mato Cheirinhos/Vila Galé/Etopi) ganhou hoje a Volta a Portugal de Cadetes Liberty Seguros, graças ao segundo lugar na última etapa, conquistada por João Carvalho (Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact) no alto do Monte Crasto, Gondomar.

Os últimos 63,4 quilómetros disputaram-se no concelho de Gondomar, integrando a programação de Gondomar Cidade Europeia do Desporto 2016. Sabia-se que esta etapa seria decisiva, porque mais de trinta corredores partiram com o tempo do primeiro e porque o final era na exigente subida do centro da cidade para o Monte Crasto.

As expectativas não saíram frustradas e foi uma tirada decisiva e empolgante, com o pelotão a chegar a conta-gotas. O melhor na etapa foi João Carvalho, que não entrou nas contas da geral, devido ao atrasado do primeiro dia, em que sofreu uma queda violenta. O corredor de Penalva do Castelo cortou a meta com 8 segundos de vantagem sobre João Macedo. O terceiro foi Daniel Dias (Maia), a 10 segundos.

João Macedo terminou a Volta a Portugal de Cadetes Liberty Seguros dono da camisola amarela, com 2 segundos de vantagem sobre o segundo classificado, Daniel Dias. O terceiro foi Pedro Silva (Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact), a 5 segundos.

O espanhol Juan Ayuso Pesquera (Ginestar), que venceu as duas primeiras etapas da competição, segurou uma das classificações que comandava, a de cadetes de primeiro ano. O vencedor da classificação por pontos foi Daniel Dias e o melhor trepador foi João Carvalho.

A Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact impôs-se por equipas.

Fonte: FPC

“Campeonato da Europa de Estrada”

Machado e Mendes tentam surpreender e acabam no pelotão

Por: José Carlos Gomes

Tiago Machado e José Mendes atacaram várias vezes para evitar uma chegada ao sprint, mas o pelotão terminou compacto a prova de fundo para elite do Campeonato da Europa, em Herning, Dinamarca, coroando o norueguês Alexander Kristoff como sucessor de Peter Sagan.

Os 241,2 quilómetros começaram lentos, deixando que se formasse uma fuga de três elementos que, sabia-se, não ficaria para a história da competição. Com cerca de metade da prova realizada, a seleção italiana foi surpreendida numa “bordure”, ficando o chefe-de-fila, Elia Viviani, atrasado. As formações rivais aproveitaram para acelerar, acabando com a fuga existente e forçando os transalpinos a trabalhos forçados para se recolocarem.

O português Rafael Reis acabou por ser uma vítima colateral da guerra entre as seleções mais apetrechadas. O palmelense tinha parado para satisfazer necessidades fisiológicas no momento da aceleração e, não tendo as melhores sensações, já não foi capaz de reentrar.

A corrida estava lançada e não parou até final. Sucederam-se as tentativas de fuga e a correspondente resposta das equipas com velocistas. Sem sprinters, Portugal sabia que a única possibilidade de um bom resultado passava por conseguir colocar um dos seus elementos numa fuga que surgisse já na parte final.

José Mendes e Tiago Machado tentaram várias vezes sair do pelotão, mas a resposta pronta do grupo principal gorou as possibilidades nacionais. Mais perto do sucesso esteve o norueguês, que saltou do pelotão a 6,5 quilómetros do final, liderou um grupo de três elementos do qual se isolou para ser alcançado já com a meta à vista, por força da perseguição movida pelos italianos.

O esforço de Edvald Boasson Hagen não foi em vão, pois a vitória acabou por sorrir ao compatriota Alexander Kristoff, após um duelo apertado com Elia Viviani, cujo resultado se discerniu com recurso ao “photo finish”. O terceiro foi o holandês Moreno Hofland.

Os portugueses chegaram integrados no pelotão, embora com diferenças de tempo para o vencedor, devido aos cortes provocados por uma queda violenta de alguns corredores na reta final. Tiago Machado foi o 35.º, a 11 segundos, e José Mendes 69.º, a 36 segundos.

Fonte: FPC

“Volta a Portugal/Vídeo da 3ª etapa”

Como tem acontecido diariamente, aqui fica o vídeo do trajeto da 3ª etapa em linha, com ligação de Figueira de Castelo Rodrigo a Bragança, numa extensão de 162 quilómetros.

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/79ª Volta a Portugal em Bicicleta/A Volta dia a dia pelo diretor Joaquim Gomes/3ª Etapa”

3ª Etapa – F. C. Rodrigo» Bragança – 162,1 KM - 7 agosto, 2ª feira

Da Beira Alta a Trás-os-Montes atravessando o Douro Superior

Com cerca de 162 Km, a terceira etapa da 79ª Volta a Portugal em Bicicleta que vai ligar Figueira de Castelo Rodrigo a Bragança confrontará o “pelotão” com um percurso extremamente sinuoso, do qual o calor e a travessia da Serra de Bornes serão os principais obstáculos. De registar, contudo, que as primeiras dificuldades registar-se-ão, logo no primeiro terço da etapa com a passagem em Vila Nova de Foz Côa e Torre de Moncorvo.
Será já em estradas brigantinas, com o Castelo Medieval de Bragança como pano de fundo, que a derradeira seleção se fará, com a Avenida D. Sancho I, local de final de etapa, a assistir, certamente, à chegada de um pelotão muito fracionado.

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/Edgar Pinto vai ser observado no hospital após queda”

Ciclista português esteve envolvido numa queda no último quilómetro da segunda etapa

O ciclista português Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa-Blackjack) vai ser transportado para o hospital de Castelo Branco para ser observado, depois de ter ficado envolvido numa queda no último quilómetro da segunda etapa da Volta a Portugal.

“Tem um corte grande na testa. Está muito mal tratado da queda, tem as costelas muito afetadas. Vai ser avaliado no hospital”, disse à Agência Lusa Fernando Pinto, pai do ciclista de Albergaria-a-Velha e presidente da equipa.

Edgar Pinto, que, na sexta-feira, partiu para a 79.ª Volta a Portugal como um dos candidatos à vitória, caiu à entrada do último quilómetro, sendo, juntamente com Rafael Silva (Efapel), o maior afetado pela queda.

Fonte: Sapo on-line

“Volta a Portugal/Teimosia de Samuel Caldeira deu vitória em Castelo Branco”

“À terceira foi de vez”

Foi um sprint discutido ao milímetro, este domingo, no empedrado da Avenina Nuno Álvares, em Castelo Branco, que deu o triunfo a Samuel Caldeira (W52-FC Porto) na segunda etapa da 79ª Volta a Portugal Santander Totta. Na hora de festejar, o algarvio abraçou-se emocionado a Raúl Alarcón, companheiro de equipa na W52-FC Porto e Camisola Amarela. “À terceira foi de vez! É uma vitória com sabor especial, é a recompensa de tanto trabalho e muito esforço para chegar aqui na melhor forma”, desabafou Caldeira. Instantes antes, os comissários tinham analisado ao pormenor as imagens da chegada e desfizeram as dúvidas que havia relativamente ao primeiro a cruzar a linha de meta. A questão colocava-se entre o triunfo do português ou do italiano António Parrinello, da GM Europa, mas visualizadas as imagens da RTP desfizeram-se os equívocos. “Nem queria acreditar que tinha feito novamente segundo”, disse o corredor portista que finalmente triunfara em Castelo Branco. “É uma sensação nova ser eu a vencer.Vinha muito concentrado na roda do Raúl (Alarcón) e do Gustavo (Veloso) que eram os homens que me vinham a trazer para a frente. Com lançadores destes é quase meia vitória, a mim bastou-me rematar e hoje tive forças para o fazer, bem feito.”

O triunfo de Samuel Caldeira e a manutenção da Camisola Amarela Santander Totta faz da equipa azul e branca altamente vitoriosa porque ao terceiro dia de competição obteve o segundo êxito consecutivo. Raúl Alarcón além de líder da classificação geral é também o mais pontuado, o Camisola Verde Rubis Gás. Com a vitória na montanha de Monte Paleiros e o segundo lugar na Serra de São Miguel, o israelita Roy Goldstein (Israel Cycling Academy) passou a ser o novo Camisola Azul Liberty Seguros mantendo-se o espanhol Oscar Rodriguez (Euskadi) como o melhor jovem em prova, Camisola Branca RTP.

“Frigideira Beirã”

Percorreram-se 214,7 quilómetros nesta etapa, a mais longa distância desta edição, uma autêntica etapa maratona. A partida aconteceu em Reguengos de Monsaraz antevendo-se, desde logo, um dia muito quente. Na entrada da Beira Baixa os termómetros ascenderam aos 43 graus, ainda assim a fuga do dia demorou a derreter e durou praticamente toda a tirada controlada meticulosamente pela W52-FC Porto, quase sempre na cabeça do pelotão. Quando faltavam três quilómetros para a meta fuga evaporou-se completamente depois de muita resistência.

3ª Etapa – 7agosto 2017

Figueira de Castelo Rodrigo – Bragança (162,7km)

Hora da Partida – 13h10

Com a partida em Figueira de Castelo Rodrigo, a Volta andará na terceira etapa entre a Beira Alta e Trás-os-Montes atravessando o Douro Superior até chegar a Bragança num percurso extremamente sinuoso e que inclui a difícil travessia da Serra de Bornes. As primeiras dificuldades registar-se-ão logo no primeiro terço da etapa com a passagem em Vila Nova de Foz Côa e Torre de Moncorvo. Será já em estradas brigantinas, com o Castelo Medieval de Bragança como pano de fundo, que possivelmente se fará a derradeira seleção dos homens que vão discutir a etapa.

Fonte: Podium

“Melanie Santos desiste na etapa de Montreal do circuito mundial”

Portuguesa abandonou durante o setor de ciclismo

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

A portuguesa Melanie Santos desistiu este sábado no triatlo de Montreal, no Canadá, sétima etapa do circuito mundial da modalidade.

Melanie Santos desistiu durante a segunda metade do setor de ciclismo, numa prova ganha pela australiana Ashleigh Gentle, com um tempo de 1:59.04 horas.

Flora Duffy, de Bermuda, foi segunda posicionada, com uma marca de 1:59.27 horas, à frente da neozelandesa Andrea Hewitt, com 1:59.48

Este domingo, disputa-se a prova masculina, com a participação de João Pereira e Miguel Arraiolos.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Raúl Alarcón defende a amarela na etapa mais longa”

Raúl Alarcón, da W52-FC Porto, vence em Setúbal e lidera Volta a Portugal 

Com uma etapa essencialmente plana, o ciclista espanhol não deverá ter problemas em defender a amarela.

O ciclista espanhol Raúl Alarcón (W52-FC Porto) vai tentar hoje manter a camisola amarela na segunda etapa da 79.ª Volta a Portugal, que marca o regresso ao interior do Alentejo, depois de oito anos de ausência.

Com seis segundos de vantagem sobre o galego Alejandro Marque (Sporting-Tavira), Alarcón terá que defender a sua liderança na mais longa tirada desta edição, uma ligação de 214,7 quilómetros que arranca em Reguengos de Monsaraz, no regresso do Alentejo profundo à Volta a Portugal, após oito anos de ausência, e termina em Castelo Branco.

Num dia em que se esperam temperaturas a rondar os 40 graus, os 137 corredores vão sair da Praça da Liberdade da cidade alentejana às 12:00 rumo a Monforte, onde está instalada a primeira meta volante do dia, ao quilómetro 89,4.

Pouco depois de ultrapassada a contagem intermédia de Portalegre (118,2), o pelotão começará a subir a Monte Palheiros, uma montanha de terceira categoria instalada aos 125,8 quilómetros.

Na aproximação a Castelo Branco, onde a chegada está prevista para as 17:30, os ciclistas vão encontrar duas contagens de montanha de quarta categoria (aos 179,7 e aos 202,2 quilómetros), intercaladas pela meta volante de Vila Velha de Ródão (185,7).

Com uma etapa essencialmente plana, Alarcón não deverá ter problemas em defender a amarela, que segura com seis segundos de vantagem sobre Marque e 15 sobre o português Domingos Gonçalves (RP-Boavista).

Fonte: Sapo on-line

“Volta a Portugal/Paulinhos juntos pela primeira vez”

Irmãos Pedro e Sérgio nunca tinham corrido numa mesma edição da Volta a Portugal

Por: Alexandre Reis

Foto: Nuno Veiga

Foi muito surpreendente a chamada à última de Pedro Paulinho para a Volta a Portugal, mas as lesões de Luís Mendonça na equipa do Louletano-Hospital de Loulé assim ditaram a escolha do diretor desportivo Jorge Piedade, que acabou por juntar pela primeira vez numa mesma edição da corrida os dois irmãos do clã, dada a participação de Sérgio, chefe de fila da Efapel.

"Já tinha a notícia que seria suplente, depois de estar fora dos planos. Não fiz um trabalho muito intensivo para a Volta, pelo que vamos ver como corre. Vai ter um significado especial, pois nunca corri a Volta a Portugal com o Sérgio. Apenas estivemos numa Volta ao Algarve. Temos características diferentes. Ele é um bom trepador, dá-se bem na alta montanha. Eu sou mais um rolador, de trabalho", revelou Pedro Paulinho, de 27 anos, que apenas sonha "fazer um bocadinho" dos muitos feitos do seu irmão, vice-campeão olímpico de Atenas’2004 e com vitórias em etapas do Tour e Vuelta.

A paixão pelo ciclismo dos dois irmãos muito se deve ao pai Jacinto, também corredor, mas no caso de Pedro foi um pouco fruto do acaso: "Era jogador de futebol do Estoril Praia, mas sofri uma lesão no joelho. E como essa lesão não se ressentia na bicicleta, vim para o ciclismo."

Pedro Paulinho desejou boa sorte a Sérgio para a Volta, de modo a que os dois irmãos consigam "cumprir os respetivos objetivos" e perspetivou uma boa Volta para a sua equipa: "Temos o Vicente de Mateos como chefe de fila, em boa forma e pode estar entre os melhores. Espero que a camisola amarela seja dele em Viseu."

Fonte: Record on-line