sábado, 15 de julho de 2017

“Mundial: João Pereira 10.º e João Silva 24.º em Hamburgo”

João Pereira gastou mais 37 segundos do que o vencedor

Por: Lusa

João Pereira foi este sábado o português mais bem classificado na etapa de Hamburgo do Mundial de triatlo, ao terminar no 10.º lugar, enquanto João Silva concluiu a prova no 24.º posto.

João Pereira, campeão da Europa, gastou mais 37 segundos do que o vencedor, o espanhol Mario Mola, líder do campeonato, que concluiu a prova em 54.08 minutos, enquanto João Silva concluiu a prova no 24.º lugar, a 1.12 minutos.

O australiano Jacob Birtwhistle terminou na segunda posição, a 12 segundos do vencedor, e o neozelandês Ryan Sissons na terceira, a 15.

Fonte: Record on-line

“Mundial: Melanie Santos foi 37.ª na etapa de Hamburgo”

Flora Duffy venceu a prova

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

A portuguesa Melanie Santos terminou este sábado no 37.º lugar a quinta etapa do Mundial de triatlo, em Hamburgo, vencida por Flora Duffy, das Bermudas, que somou o seu terceiro triunfo do ano.

A triatelta do Benfica concluiu a prova em 01:02.41 horas, mais 3.41 minutos do que Duffy.

A australiana Ashleigh Gentle, segunda do campeonato, terminou na segunda posição, a 31 segundos da vencedora, enquanto a alemã Laura Lindermann assegurou o último lugar do pódio, ao gastar mais 41 segundos do que Duffy.

Fonte: Record on-line

“Fabio Aru: «Nada está perdido»”

Italiano perdeu a camisola amarela para Chris Froome

Por: Lusa

Foto: Reuters

O ciclista italiano Fabio Aru (Astana) defendeu este sábado que nada está perdido, depois de ter devolvido a camisola amarela a Chris Froome (Sky), mas reconheceu que preferia ter mantido a liderança da geral da Volta a França.

"É inútil dizer que preferia ter ficado com a amarela, mas ainda há uma última semana muito desafiante. Nada está perdido", argumentou o campeão italiano.

Aru, que perdeu 24 segundos para Froome no final da 14.ª etapa, explicou que à entrada da rampa que desembocava na meta em Rodez estava muito atrás no pelotão.

"Houve um corte e fiz um grande esforço para recolar. Quando houve um novo corte, paguei o desgaste", justificou o agora segundo classificado da geral, a 18 segundos do britânico.

Froome foi o principal surpreendido com a quebra do italiano da Astana, considerando que os 24 segundos que Aru cedeu foram uma imensidão.

"É o mesmo tempo que perdi em Peyragudes. Cada segundo conta. Este ano, a luta é ao segundo. Ainda estamos todos muito próximos, por isso vale a pena lutar por cada segundo. Conhecia o final de há dois anos, mas tenho de dar mérito à minha equipa, que me manteve na frente naquelas curvas complicadas do final", destacou, revelando que Michal Kwiatkowski desempenhou um papel fundamental, ao gritar-lhe pelo auricular que o grupo de candidatos estava todo fragmentado.

Outro dos seus colegas, o espanhol Mikel Landa, que há dois dias não esperou por si, também cedeu terreno e foi obrigado a reconhecer que não pensa ganhar o Tour.

"Estarei ao lado de Froome até ao final, disposto a desempenhar um papel nas jogadas táticas que a equipa entenda e a pressionar os rivais à frente ou atrás para proteger o líder", garantiu.

Ainda assim, Landa admitiu que chegou a sonhar com a camisola amarela na 13.ª etapa, quando andou em fuga com Alberto Contador (Trek-Segafredo), vencedor do Tour em 2007 e 2009.

"Fez-me sonhar um pouco. O Contador é um tipo muito valente, desses corredores capazes de provocar a reviravolta numa corrida. A mim, [a fuga] beneficiou-me muito", disse o quinto classificado da geral.

O espanhol colocou ainda a hipótese de Aru, seu antigo colega, com quem tem uma má relação, ter perdido a camisola amarela de propósito.

"Acredito que o Aru entregou a camisola com receio do que lhe poderia cair em cima amanhã [no domingo] e em outros dias, para evitar situações difíceis. Não pensei que hoje as diferenças pudessem ser tão grandes", concluiu.

Fonte: Record on-line

“Froome recupera a amarela em 14.ª etapa vencida por Matthews”

14.º etapa conquistada pelo australiano Michael Matthews

Por: Lusa

Foto: Reuters

O britânico Chris Froome (Sky) recuperou este sábado a camisola amarela, na 14.ª etapa da 104.ª Volta a França em bicicleta, conquistada pelo australiano Michael Matthews (Sunweb).

Numa tirada tida como de transição, a pequena inclinação no final dos 181,5 quilómetros entre Blagnac e Rodez serviu os interesses de Matthews, que ganhou com o tempo de 04:21.56 horas, à frente do belga Greg van Avermaet (BMC) e do norueguês Edvald Boasson Hagen (Dimension Data), mas também de Froome.

O tricampeão do Tour (2013, 2015 e 2016), que chegou a um segundo do vencedor, voltou à liderança da geral, depois de Fabio Aru (Astana) perder 26 segundos. O britânico tem agora 19 segundos de vantagem sobre o italiano e 23 sobre o francês Romain Bardet (AG2R-La Mondiale).

Fonte: Lusa

“Bardet critica "contas de merceeiro" dos adversários”

Já Mikel Landa não se considera mais forte do que Froome

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista francês Romain Bardet, terceiro da geral, criticou esta sexta-feira os seus adversários na luta pelo pódio da 104.ª Volta a França, considerando que estes preferem fazer "contas de merceeiro" do que eliminar outros candidatos.

"Foi uma etapa muito mais tática do que física, porque houve uma grande marcação entre os primeiros da geral. É uma pena que já haja um pouco de contas de merceeiro no meio da segunda semana", lamentou o corredor da AG2R-La Mondiale.

O vice-campeão de 2016 criticou que "quatro ou cinco" ciclistas que lutam pelo pódio tenham permitido, devido ao seu calculismo, que outros candidatos que já estavam eliminados regressem à corrida.

"Tenho dificuldade em compreender o comportamento de certos corredores, mas cada um zela pelos seus interesses. Ainda há muita estrada e espero que, quando chegarmos a Paris, não estejamos a morder-nos os calcanhares", acrescentou.

Bardet elogiou ainda a bravura do colombiano Nairo Quintana (Movistar) e do espanhol Alberto Contador (Trek-Segafredo), respetivamente segundo e terceiro atrás do vencedor Warren Barguil (Sunweb), que souberam reformular os seus objetivos, depois de se assumirem como derrotados na geral.

"Foi uma bela jornada graças a grandes campeões, como Quintana ou Contador, que, feridos no seu orgulho, reentraram no jogo, e a [Mikel] Landa, que vai ser muito perigoso", analisou, referindo-se ao homem que foi quarto, a dois segundos de Barguil.

Depois da polémica da véspera, quando não esperou por Chris Froome, que assim perdeu a liderança da geral, o espanhol da Sky subiu ao quinto lugar, estando agora a 1.09 minutos do camisola amarela, o italiano Fabio Aru (Astana), e a 1.03 do seu líder.

"Não tentei ganhar a etapa, estava ali pela equipa. O nosso objetivo é ganhar a Volta a França e não penso que seja mais forte que o Chris Froome. Ele ganhou o Tour três vezes", recordou o basco.

Landa provou esta sexta-feira do seu próprio veneno, já que o britânico atacou várias vezes no grupo dos favoritos, que chegou a 1.48 minutos do francês da Sunweb, hipotecando a hipótese de o espanhol vestir a amarela.

"Pensei nisso, sabendo sempre que era difícil", limitou-se a dizer.

Já Chris Froome, que não se pronunciou sobre a atitude do colega na véspera, defendeu que esta sexta-feira a Sky esteve perfeita no plano para a 13.ª etapa.

"Fizemos uma estratégia da equipa com o Landa, que também está muito bem na geral. Era a situação perfeita para nós. O Landa está forte e podemos jogar com duas peças no futuro", concluiu.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros”

Etapa dupla deixa classificação ao rubro

Por: José Carlos Gomes

A jornada dupla deste sábado deixou a classificação da Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros ao rubro, com pequenas diferenças entre o camisola amarela, Victor Ocampo (Bairrada), e os rivais mais diretos. Está tudo em aberto para a etapa-rainha, a disputar neste domingo.

João Dinis (RP-Boavista) fez valer os dotes de velocista no setor matutino, uma ligação de 49,2 quilómetros, entre Vila Franca de Xira e a Póvoa de Santa Iria, batendo ao sprint Hugo Garcez (Silva & Vinha/ADRAP/Sentir Penafiel) e António Ferreira (Moreira Congelados/Feira/Bicicletas Andrade).

“Foi uma vitória espectacular. Apesar de a meta ser numa montanha de quarta categoria, era uma subida curta e explosiva, permitindo-me discutir a tirada e vencer”, esclarece João Dinis.

Esperava-se que o contrarrelógio individual vespertino provocasse a primeira seleção mais séria na classificação individual e foi isso que aconteceu, mas sem permitir grandes diferenças na geral após a etapa, que se mantém com tudo em aberto.

Carlos Salgueiro (ACD Milharado/EC Manuel Martins) foi o mais rápido no contrarrelógio de 11,4 quilómetros, entre Torre, Carregado, e Alenquer. O especialista em cross country olímpico (XCO) aproveitou as semelhanças entre o exercício individual e a disciplina de BTT em que tem apostado para vencer a etapa com 16m35s. O campeão nacional júnior de contrarrelógio, Afonso Silva (Sporting/Tavira/Formação Eng. Brito da Mana), foi segundo classificado, a 10 segundos. O terceiro, a 17 segundos, foi Guilherme Mota (Alcobaça CC/Crédito Agrícola).

“O XCO ajudou-me a ter aqui um bom desempenho, porque, à semelhança deste contrarrelógio, é um esforço curto e intenso. Além disso, o contrarrelógio era muito técnico, a exigir destreza, algo de que eu gosto. Foi pena ter perdido tempo na etapa da manhã, pois fiquei preso num ‘corte’ provocado por uma queda, o que me impediu de chegar mais perto da camisola amarela”, afirmou Carlos Salgueiro.

O colombiano Victor Ocampo, que ontem se definiu como contrarrelogista, foi o sexto classificado no exercício individual desta tarde, a 22 segundos do melhor registo. Foi uma prestação que o deixou no topo da geral, mas que permitiu a aproximação dos adversários.


Victor Ocampo tem apenas um segundo de vantagem sobre o segundo classificado, Guilherme Mota (Alcobaça CC/Crédito Agrícola), e 15 relativamente ao terceiro e ao quarto classificados, Afonso Silva e Pedro Lopes (Alcobaça CC/Crédito Agrícola).

As diferenças são muito curtas – o décimo está apenas a 39 segundos do primeiro -, tendo em conta o que espera os corredores na terceira e última etapa, a disputar neste domingo. Será uma ligação de 108,9 quilómetros, entre Torres Vedras e o alto de Montejunto, que prenunciam um grande espectáculo, já que a meta coincide com uma contagem de montanha de primeira categoria.

“Já fui reconhecer a subida final. É muito dura, mas vou defender a camisola amarela com todas as forças. Os adversários são muito fortes, mas conto com a minha equipa, que já demonstrou estar num grande momento e unida no objetivo de lutar pela vitória”, afirma Victor Ocampo.

A Bairrada comanda por equipas, Pedro Teixeira (Maia) é o primeiro por pontos, Guilherme Mota encima a tabela de juventude e Carlos Salgueiro veste a camisola da montanha.

Fonte: FPC