sábado, 2 de setembro de 2017

“Ação de formação – “Prevenção de Lesões”

A Run4excellence organiza, no dia 10 de Setembro, em Matosinhos, a ação de formação “Prevenção de Lesões”, à qual a Federação de Triatlo de Portugal se associa, reconhecendo a pertinência do tema e correta forma de abordagem ao problema.

Esta formação dará uma atenção muito especial à apresentação de propostas muito práticas para uma prevenção eficaz de lesões desportivas, reforçando alguns dos pontos chave que, ao permitirem uma redução na incidência de lesões, contribuirão para uma melhoria no processo de treino e no rendimento desportivo.

A ação será ministrada por Paulo Colaço e Marisa Vieira e todas as informações estarão disponíveis em www.run4excellence.com ou em www.facebook.com/run4excellence,  podendo ainda os interessado contactar diretamente a organização pelo email run4excellence@gmail.com

Como incentivo à participação a Federação de Triatlo de Portugal oferece a inscrição na ação de formação aos primeiros seis treinadores licenciado na FTP que manifestarem intenção de participar via e-mail para marco.miranda@federacao-triatlo.pt.

Fonte: FTP

“Campeonato do Mundo de Paraciclismo”

Luís Costa ficou à porta de novo pódio

Luís Costa terminou a prova de 60,7 quilómetros com o mesmo tempo dos três primeiros classificados que, entre si, repartiram as medalhas.

Dois dias após conquistar a primeira medalha de sempre de um português num Campeonato do Mundo de Paraciclismo, na prova de contrarrelógio, Luís Costa quedou-se a escassos centímetros do pódio da corrida de fundo da classe H5, destinada a bicicletas locomovidas com as mãos.

Luís Costa terminou a prova de 60,7 quilómetros com o mesmo tempo dos três primeiros classificados que, entre si, repartiram as medalhas.

"É um resultado que reflete a evolução do atleta, mas que peca, quiça, por algum excesso de confiança. O Luís foi bastante voluntarioso, desgatou-se muito na parte final e, no sprint, acabou surpreendido por rivais que se revelaram mais fortes e experientes", explicou o selecionador nacional de Paraciclismo José Marques.

O título mundial foi conquistado pelo holandês Tim De Vries que cumpriu as dez voltas do percurso em 1h50m11s, à média horária de 33,05 km/h. O italiano Alessandro Zanardi foi segundo classificado, seguido por novo paraciclista holandês, Johan Reekers. Luís Costa chegou no mesmo tempo do vencedor para a quarta posição e encerrando a sua participação no Mundial que se disputa em Pietermaritzburg, na África do Sul.

Fonte: FPC

“Vanessa Fernandes: «Tem sido um ano muito importante»”

Triatleta é uma das vedetas do Ironman 70.3 de Cascais

Por: Norberto Santos

Foto: Miguel Barreira

Vanessa Fernandes interrompeu o estágio em altitude em Font Romeu, França, para participar amanhã no Ironman 70.3 de Cascais, onde é uma das estrelas da competição juntamente com o olímpico Bruno Pais.

As expectativas da vice-campeã olímpica nos Jogos de Pequim (2008) passam por fazer uma competição dentro do nível de condição física em que se encontra. "Esta distância ainda é nova, não conheço as atletas e, por isso, encaro a prova como uma continuidade do trabalho que estou a fazer para aumentar a minha capacidade e continuar no meu caminho", disse Vanessa que num balanço aos resultados obtidos desde que regressou ao triatlo, após uma longa paragem, não tem dúvidas em afirmar: "Este tem sido um ano muito importante. Estou a criar as bases para 2018 ser mais competitivo e estar focada nas grandes competições", referiu a atleta do Benfica, que disse estar totalmente disponível para ajudar o clube da Luz nas provas de corta-mato. "Nem poderia ser de outra maneira. Sempre o fiz no passado", sublinhou Vanessa.

O técnico Lino Barruncho considera que Vanessa tem cumprido os objetivos numa época que é tida como transição. "Há alguns aspetos que vamos intensificar em 2018 como a preparação para as provas de natação para ela ganhar outro equilíbrio, dado que no ciclismo e na corrida ela sente-se como peixe na água", frisou o treinador.

O Ironman 70.3 de Cascais superou todas as previsões dos promotores, em especial do diretor Jorge Pereira, e conta com 2.200 atletas, oriundos de 66 países. *

Fonte: Record on-line

“Vuelta/Majka triunfa na alta montanha e Froome resiste”

Britânico apenas perdeu quatro segundos para o italiano Nibali, fruto das bonificações

Foto: EPA

Chris Froome soma agora 55 segundos de vantagem sobre o italiano Vincenzo Nibali, que 'roubou' este sábado quatro segundos ao britânico devido às bonificações, numa 14.ª etapa da Volta a Espanha ganha pelo polaco Rafal Majka. Na primeira de duas tiradas seguidas com final em alta montanha, o camisola vermelha da Vuelta terminou na roda de Nibali (3.º), a 31 segundos do vencedor.

Majka juntou-se a um grupo de fugitivos e resistiu ao ataque final dos candidatos ao triunfo na prova, terminando com 26 segundos de vantagem sobre o colombiano Miguel Ángel López, 10.º da geral, que se antecipou ao grupo que incluía Froome, Nibali, Zakarin e Kelderman.

Numa chegada de categoria especial em La Pandera, a 1.830 metros de altitude, Rui Costa foi o melhor português, no 25.º posto, a 5.33 minutos do vencedor. Ricardo Vilela (49.º) chegou a 16.55, Nelson Oliveira (82.º) perdeu 20.42, e Rafael Reis (125.º) ficou a 29.09. Na geral, Rui Costa é agora o 34.º, ultrapassando Nelson Oliveira (35.º).

Classificação da 14.ª etapa

1. Rafal Majka (Polónia/Bora-hansgrohe), 4:42:10"

2. Miguel Ángel López (Colômbia/Astana Pro Team), +27"

3. Vincenzo Nibali (Itália/Bahrain-Merida), +31"

4. Chris Froome (Grã-Bretanha/Team Sky), m.t.

5. Ilnur Zakarin (Rússia/Katusha-Alpecin), m.t.

6. Wilco Kelderman (Holanda/Team Sunweb), m.t.

7. Alberto Contador (Espanha/Trek-Segafredo), +37"

8. Wout Poels (Holanda/Team Sky), +46"

9. Esteban Chaves (Colômbia/Orica-Scott), +57"

10. Fabio Aru (Itália/Astana Pro Team), +1:03"

(...)

25. Rui Costa (Portugal/UAE Team Emirates), +5:33''

49. Ricardo Vilela (Portugal/Manzana Postobon), +16:55''

82. Nelson Oliveira (Portugal/Movistar Team), +20:42''

125. Rafael Reis (Portugal/Caja Rural-Seguros RGA), +29:09''


Classificação geral

1. Chris Froome (Grã-Bretanha/Team Sky), 58:30:47"

2. Vincenzo Nibali (Itália/Bahrain-Merida), +55"

3. Wilco Kelderman (Holanda/Team Sunweb), +2:17"

4. Ilnur Zakarin (Rússia/Katusha-Alpecin), +2:25"

5. Esteban Chaves (Colômbia/Orica-Scott), +2:39"

6. Fabio Aru (Itália/Astana Pro Team), +3:09"

7. David de la Cruz (Espanha/Quick-Step Floors), +3:11"

8. Alberto Contador (Espanha/Trek-Segafredo), +3:19"

9. Michael Woods (Canadá/Cannondale-Drapac), +3:23"

10. Miguel Ángel López (Colômbia/Astana Pro Team), +3:48"

(...)

34. Rui Costa (Portugal/UAE Team Emirates), +54:26''

35. Nelson Oliveira (Portugal/Movistar Team), +55:10''

50. Ricardo Vilela (Portugal/Manzana Postobon), +01:25:46''

134. Rafael Reis (Portugal/Caja Rural-Seguros RGA), +02:45:45'

Fonte: Record on-line

“Vuelta: Italiano Trentin vence pela terceira vez ao ‘sprint’”

Rui Costa foi o ciclista luso melhor colocado, na 21.ª posição, segurando o 36.º lugar na geral

O ciclista italiano Matteo Trentin (Quick-Step Floors) venceu hoje pela terceira vez na Volta a Espanha, ao conquistar a 13.ª etapa, com o britânico Chris Froome (Sky) a segurar a liderança da geral individual.

O líder da camisola dos pontos, de 28 anos, cumpriu a tirada de 198,4 quilómetros entre Coín e Tomares em 4:25.13 horas, à frente do italiano Gianni Moscon (Sky), segundo, e do dinamarquês Soren Kragh Andersen (Sunweb), terceiro, numa chegada ao ‘sprint’ em que Froome foi sétimo, evitando o corte de sete segundos no final e a perda de tempo para os restantes candidatos à vitória.

Trentin, que já se tinha tornado o 100.º corredor a vencer etapas nas três ‘grandes voltas’ (Tour, Giro e Vuelta), juntou a tirada de hoje às vitórias no quarto e 10.º dias de prova, e mostrou que é o 'sprinter' em melhor forma do pelotão.

Sob o forte calor que se fez sentir, com as temperaturas a chegarem aos 37 graus, o pelotão ‘contentou-se’ em rolar até final sem grandes percalços, com os favoritos a resguardarem-se para um fim de semana duro, de alta montanha.

As equipas com interesses numa chegada compacta, para um ‘sprint’ no final, assumiram as despesas do dia e controlaram uma fuga de quatro elementos, que nunca teve mais de cinco minutos de vantagem.

Na chegada à meta, que incluía uma ligeira subida nos últimos 1.000 metros, o dinamarquês Kragh Andersen ainda tentou atacar, bem como o cazaque Alexey Lutsenko (Astana), que já tinha vencido a quinta etapa, mas nenhum foi bem-sucedido, ainda que o nórdico tenha subido ao pódio.

Apesar do bom ‘comboio’ da Sky, que lançou Moscon em boa posição, foi o trabalho da Quick-Step para Trentin que acabou por dar frutos, com o italiano a triunfar pela terceira vez.

A equipa belga, que lidera o ‘ranking’ UCI por equipas, continua a dominar a ‘Vuelta’, sendo que, depois de já ter arrebatado cinco etapas no ‘Giro’ de Itália e outras tantas no ‘Tour’ de França, chegou agora às cinco também em Espanha, no que foi a sua 47.ª vitória da temporada.

O alto ritmo acabou por ditar um corte na chegada, que no ‘top 10’ provocou apenas uma alteração, com o holandês Wilco Kelderman (Sunweb) a subir a quarto, a 2.17 minutos do camisola vermelha, por troca com o espanhol David de la Cruz (Quick-Step Floors), agora quinto.

Froome continua a liderar com 59 segundos de vantagem sobre o italiano Vincenzo Nibali (Bahrain Mérida), vencedor em 2010, enquanto o colombiano Esteban Chaves (Orica-Scott) segue no terceiro posto, a 2.13 minutos.

Rui Costa (UAE Emirates) foi o ciclista luso melhor colocado, na 21.ª posição, segurando o 36.º lugar na geral, enquanto Nelson Oliveira (Movistar) segue em 30.º, depois do 44.º na etapa.

Rafael Reis (Caja Rural-Seguros RGA) foi 92.º e subiu três posições na geral, para 134.º, e Ricardo Vilela (Manzana Postobon) permanece em 51.º, tendo cortado hoje a meta no 113.º lugar.

No sábado, os ciclistas enfrentam uma ligação de 175 quilómetros, entre Écija e Jaén, que termina em alto, com uma chegada no topo da Serra da Pandera de contagem especial a testar a liderança de Froome e as forças dos rivais.

Fonte: Sapo on-line