domingo, 12 de agosto de 2018

“World Tour é plano adiado para o W52-FC Porto”

Altura não é a mais indicada

Foto: Lusa

A W52-FC Porto, com um orçamento entre os 500 e 600 mil euros, ao que Record apurou, tem um projeto para o World Tour, que poderia promover os atuais parceiros e a região Norte. Mas a altura não é a mais indicada, segundo Adriano Quintanilha, patrão da marca: "Não estamos vocacionados para subir de categoria.

Não queremos aumentar o orçamento para três ou quatro milhões e depois desistir. A W52 e FC Porto chegaram à conclusão de que não há interesse em promover as marcas fora de Portugal.

A parceria está garantida por mais dois anos. Pinto da Costa, presidente do FC Porto, vibrou anteontem com a equipa no carro de apoio. É um apaixonado pelo ciclismo, que gosta tanto ou mais que o futebol. É uma referência e vai voltar a Fafe.

Fonte: Record on-line

“Jan Ullrich abandona hospital psiquiátrica onde deu entrada após agressão a prostituta”

 

Foto: EPA 1/3

O ex-ciclista alemão Jan Ullrich abandonou o hospital psiquiátrico no qual tinha dado entrada depois do caso de agressão a uma prostituta que levou à sua detenção pela polícia, informou este domingo o diário germânico Bild.

O antigo campeão olímpico de Sydney2000 e vencedor do Tour de França em 1997 tinha recebido uma ordem judicial de internamento, uma vez que foi detido pelas autoridades sob o efeito de álcool e drogas, mas terá passado, entretanto, para outro estabelecimento a fim de se submeter a terapia.

No entanto, a procuradoria alemã prossegue as suas diligências após ter aberto um processo a Ullrich, de 44 anos, por tentativa de homicídio e ofensas corporais graves a uma prostituta numa unidade hoteleira de luxo em Frankfurt. A mulher, de 31 anos, teve de receber assistência médica.

Esta é já a segunda polémica a envolver o antigo ciclista este mês. Na semana passada, o alemão havia sido detido em Palma de Maiorca (Espanha) por invasão de propriedade e ameaças. Já em 2015, Jan Ullrich tinha sido condenado na Suíça a 18 meses de prisão com pena suspensa por ter provocado um acidente enquanto conduzia sob influência de álcool.

Numa entrevista recente a uma publicação alemã, Ullrich admitiu que estava viciado em álcool e drogas, sobretudo devido ao divórcio que está a viver e à impossibilidade de estar com os seus filhos.

Jan Ullrich tornou-se em 1997 no único ciclista germânico a vencer o Tour de França e, em 2000, arrecadou uma medalha ouro e uma de prata nos Jogos Olímpicos de Sydney.

O alemão acabou a carreira em 2007, depois de ter estado envolvido vários casos de doping.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/José Gonçalves 43.º no Europeu de fundo”

Por: José Carlos Gomes

O português José Gonçalves foi hoje o 43.º classificado na prova de fundo do Campeonato da Europa de Estrada, disputada em Glasgow, Escócia, sob condições meteorológicas adversas, ao longo de 230,4 quilómetros.

O corredor natural de Barcelos, que foi ganhando posições no pelotão à medida que a corrida avançava, gastou mais 3m47s do que o vencedor, o italiano Matteo Trentin. “As sensações não foram as melhores. A falta de ritmo impediu-me de fazer melhor, ainda por cima tive algumas dificuldades de digestão. Não consegui dar mais”, confessou o corredor.

Assistiu-se a uma corrida de eliminação, disputada numa autêntica gincana urbana, debaixo de chuva e com muito frio. Sucederam-se as desistências, por incapacidade física e, sobretudo, devido a atrasos provocados pelos inúmeros furos e avarias que fustigaram o pelotão.

A Equipa Portugal não ficou imune aos incidentes. Com cerca de meia prova disputada, Ricardo Vilela e Tiago Machado abandonaram a corrida, dado que já circulavam atrasados, o transmontano devido a um furo e o minhoto na sequência de uma avaria nas mudanças. A cerca de 80 quilómetros do fim foi a vez de Rui Costa dar por terminada a corrida, quando rolava na companhia do campeão mundial, Peter Sagan.

O português e o eslovaco foram duas vítimas do forte ritmo imposto pela seleção da Bélgica, interessada em endurecer a corrida para eliminar alguns sprinters da discussão das medalhas. Os belgas pegaram na corrida depois de esse trabalhoter sido feito, inicialmente, pelas equipas de Itália e de França.

Até a Bélgica assumir as despesas da perseguição, a velocidade fora moderada, visando apenas não dar grande margem aos seis fugitivos que saíram do pelotão logo nas pedaladas iniciais. Depois de incrementarem a velocidade, os corredores belgas passaram ao ataque, tendo resposta de várias equipas, o que provocou uma fase de prova mais caótica e exigente.

Foi neste clima de parada e resposta que se formou um grupo de onze fugitivos, quando faltavam cerca de 50 quilómetros para o final. Com várias seleções representadas na frente, demorou até que alguém assumisse a perseguição, pelo que foi desta fuga que saiu o vencedor, mas mesmo neste particular verificou-se a toada de prova de eliminação, pois uma queda no grupo da frente, a menos de 10 quilómetros do final, condicionou o resultado.


A decisão do pódio foi ao sprint entre os fugitivos que conseguiram evitar o infortúnio. Matteo Trenti foi o mais rápido, relegando o holandês Mathieu van der Poel para o segundo lugar e o belga Wout van Aert para o terceiro, ao fim de quase seis horas de corrida: 5h50m02s.

Dos 136 corredores inscritos, apenas 51 chegaram ao fim, o que diz bem das dificuldades por que passou o pelotão deste Campeonato da Europa.

“A corrida foi muito bem disputada, acabando por tornar-se dura pela forma como os corredores se entregaram, nas condições adversas em que foi disputada. Tivemos alguns azares, mas não foi isso a determinar o nosso resultado. Temos de admitir a superioridade dos adversários”, frisa o selecionador nacional, José Poeira.

Fonte: FPC

“Rui Costa “horrorizado” sem... Bicicleta e malas”

Máquina acabou por chegar já ao final da noite

Foto: Getty Images

A comitiva portuguesa compete hoje na prova de fundo do Campeonato da Europa de estrada, em Glasgow, Escócia, num circuito que assenta como uma luva aos sprinters, e a difícil missão nacional passa por tentar provocar e aproveitar situações de corrida que surpreendam os homens mais rápidos.

José Gonçalves, Ricardo Vilela, Rui Costa e Tiago Machado são os homens que o selecionador nacional, José Poeira, tem à disposição para enfrentar as 16 voltas ao circuito urbano de 14.400 metros (prova que irá totalizar 230 quilómetros), mas as coisas já começaram mal para Rui Costa, campeão mundial de 2013, que chegou à Escócia... sem bicicletas.

"Depois de um longo dia entre três voos, eis que chego a Glasgow mas sem malas. Graças à KLM, que me fez essa gentileza. E não garantem que cheguem a tempo da corrida. Estou horrorizado", desabafou o ciclista nacional, na sua página de Facebook, antes de um segundo post que descansou os fãs. "A bicicleta foi encontrada e está a caminho", revelou na altura.

Poeira analisa circuito

José Poeira, selecionador nacional, revelou o que esperava da prova. "O circuito é, por assim dizer, demasiado urbano. Para nós seria mais favorável se a corrida saísse da cidade e pudesse passar por zonas de maior inclinação, mas não é isso que temos pela frente e devemos adaptar-nos ao percurso existente. A corrida vai passar por zonas de peões e até pelo interior de um parque. A luta pela colocação vai ser permanente e desgastante", avisa.

O lote de sprinters presentes é de respeito. É de crer que muitas seleções tudo farão para levar um grupo compacto para a discussão das medalhas na meta. Há, no entanto, outros países que têm a missão de tentar impedir o sucesso dos velocistas, como Portugal, que terá de bater-se numa corrida dura.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Um olhar pela Volta dia-a-dia”

Rui Vinhas, o grande vencedor da Volta a Portugal 208

Chegou ao fim a 80ª Volta a Portugal em Bicicleta, Raúl Alarcón, ganhou e convenceu, com o segundo classificado, Joni Brandão a ficar a 00:01:03, bem tentou, mas temos de ser justos, faltaram-lhe pernas, e nos momentos mais importante ficou para trás, tendo Alarcón no seu encalce, como a outros corredores, resguardando-se ao longo da corrida, quando outros faziam o trabalho das etapas, e depois de cansados, ele atacava, e fazia os feitos, o que lhe deu três vitórias nesta volta, a mais importante na subida ao alto da Senhora da Graça.

A Volta saltitona como muitos a intitularam, percorreu um pouco o país, norte, centro e sul, foram este ano comtemplados, algumas polémicas, o calor no início o mais complicado, e uma etapa imprópria para qualquer um, que deveria da parte da organização ter sido encurtada, entre Beja e Portalegre, fizeram corte no alto da Torre, o que fizeram a pior coisa desta Volta, e beneficiaram sem dúvida alguns, mas em final de Volta, agora terá de se ver o mau e o bom, e polir as arestas, para na próxima edição as coisas possam ser melhores.

Raúl Alarcón foi sem dúvida o grande vencedor real, mas para mim esta volta tem um momento especial, e o meu grande vencedor da 80ª Volta a Portugal em Bicicleta, vai sem dúvida para Rui Vinhas, ele foi a figura forte, ele foi a figura da dor, do sofrimento, de um verdadeiro ciclista, que não deitou a camisola no chão, ele lutou e chegou ao fim com muitas mazelas depois de uma grave queda.

Rui Vinhas ganhou o trofeu “Espírito de Sacrifício”, foi sem dúvida um sacrifício, uma luta com momentos sem dúvida que o marcarão para sempre, provou e demostrou o que é um verdadeiro atleta de alta competição, comparado com outros, que praticam uma modalidade, e que lhes chamam “REI”, parabéns Rui Vinhas pelo teu esforço.

E com estas palavras terminamos esta rubrica que tivemos diária e que intitulamos de “Um olhar pela Volta dia-a-dia”, infelizmente este ano que não pudemos marcar presença em nenhuma etapa, tentamos sempre trazer os melhores momentos desta que é a mais importante prova velocipédica nacional.

Até uma próxima.    

“Volta a Portugal/Pinto da Costa e o triunfo na Volta: “Mais uma demonstração de força da nossa equipa"

Presidente do FC Porto elogiou a prestação da W52-FC Porto na 80.ª Volta a Portugal, coroada com o triunfo individual do espanhol Raúl Alarcón e com a vitória por equipas.

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, elogiou hoje a prestação da W52-FC Porto na 80.ª Volta a Portugal em bicicleta, coroada com o triunfo individual do espanhol Raúl Alarcón e com a vitória por equipas.

“Hoje foi mais uma demonstração de grande capacidade e de força da nossa equipa, com os resultados conseguidos, que nos permitiram no último dia também ganhar coletivamente”, referiu o presidente dos ‘dragões’.

No contrarrelógio final em Fafe (17,3 quilómetros), Alarcón confirmou a segunda vitória consecutiva e a W52-FC Porto ultrapassou o Sporting-Tavira na liderança por equipas.

“O Sporting foi um grande adversário, criou-nos grandes dificuldades, tem grandes corredores, foi muito bem orientado, mas isso só vem dar ainda mais mérito à vitória do FC Porto”, referiu Pinto da Costa.

O líder ‘azul e branco’ disse que viu esta vitória na Volta a Portugal com “satisfação e uma grande alegria”, destacando os adeptos que acorreram às estradas.

“Deu-me muito gosto ver por essas estradas fora de todo o país muitos equipamentos, muitas bandeiras e muitos cachecóis do FC Porto”, concluiu.

Fonte: Sapo.on-line

“Volta a Portuga /Alarcón: "Ganhar outra Volta é algo emocionante"

Espanhol celebrou o segundo triunfo consecutivo na Volta a Portugal, após o contrarrelógio final, em que o seu compatriota Vicente García de Mateos se intrometeu na festa da W52-FC Porto.

O espanhol Raúl Alarcón celebrou hoje o segundo triunfo consecutivo na Volta a Portugal em bicicleta, após o contrarrelógio final, em que o seu compatriota Vicente García de Mateos se intrometeu na festa da W52-FC Porto.

“Ganhar outra Volta é algo emocionante, incrível. Tenho de agradecer a toda a equipa o trabalho, sem a sua ajuda não seria possível”, referiu o novo bicampeão.

García de Mateos (Aviludo-Louletano) imitou Alarcón e somou o terceiro triunfo em etapas na 80.ª edição da Volta a Portugal, ao ‘voar’ em Fafe, percorrendo os 17,3 quilómetros do ‘crono’ em 25.17 minutos, para bater dois ‘dragões’ – João Rodrigues, a 21 segundos, e Alarcón, a 34.

“Eu tinha dito que até ao último momento ia estar a fazer guerra e a melhor maneira de mostrá-lo foi vencer este ‘crono’”, referiu De Mateos.

Contudo, o esforço de De Mateos não foi suficiente para ultrapassar o português Jóni Brandão (Sporting-Tavira) na segunda posição, repetindo o terceiro lugar de 2017, numa Volta na qual esteve para não participar, devido a uma suspensão preventiva por irregularidades no passaporte biológico, que acabou por ser levantada.

“Faltou um pouco [para o segundo lugar], mas estou contente. Demos o máximo”, referiu.

A vitória da véspera na Senhora da Graça tinha deixado Alarcón com a vitória final praticamente garantida e hoje ainda conseguiu aumentar a vantagem para Brandão, quarto no contrarrelógio de hoje e que ficou a 1.01 do ciclista de Alicante, enquanto De Mateos terminou a 1.14.

“Muitas emoções [quando cortei a meta]. O ano não começou da melhor maneira, mas acabou muito bem. Foi pelo trabalho da equipa que consegui vencer a Volta”, referiu Alarcón.

As dúvidas colocadas ao longo da prova em relação à força da W52-FC Porto, menos exuberante no comando da corrida do que em outros anos, ficaram praticamente dissipadas nos dois últimos dias, com o excelente trabalho na Senhora da Graça e com o domínio quase avassalador no ‘crono’.

Os ‘dragões’ colocaram três ciclistas no ‘top-5’ da etapa – João Rodrigues, uma das revelações desta edição, Alarcón e Ricardo Mestre (quinto) – e mais dois entre os 10 primeiros – Gustavo Veloso (sétimo) e António Carvalho (nono).

A excelente prestação de hoje permitiu ao conjunto do Sobrado vencer pela quinta vez a prova por equipas, ultrapassando o Sporting-Tavira, que, no sábado, liderava por dois segundos.

“O sentimento é incrível, trabalhámos muito todos. Sem uma equipa não se consegue vencer uma Volta, agradeço a todos eles”, afirmou.

Para Alarcón, os momentos chave da prova foram “o ataque na descida” para Oliveira do Hospital, na terceira etapa, quando vestiu a amarela, e a tirada seguinte, nas Penhas da Saúde, quando ganhou “mais tempo”.

Sem qualquer vitória em etapas, os ‘leões’ acabam por ter de se contentar com o segundo lugar de Jóni Brandão, o melhor luso, enquanto a Efapel, das principais equipas portuguesas, acabou por ser a maior derrotada, com Henrique Casimiro a ser apenas 10.º.

A Vito-Feirense-Blackjack sai da 80.ª edição com a camisola branca do espanhol Xuban Errazkin, melhor jovem, e com o quarto posto de Edgar Pinto, enquanto a Rádio Popular-Boavista tem dois homens no ‘top-10’, João Benta (sexto) e Domingos Gonçalves (nono), que venceu a sexta etapa.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Mar azul e branco, em Fafe, na festa do rei Alarcón”

Raúl Alarcón confirmou, este domingo, em Fafe a segunda conquista consecutiva na Volta a Portugal Santander. Para terminar e provar que foi o mais rápido no conjunto dos 11 dias de competição, o espanhol fez o terceiro tempo no contrarrelógio final controlando o andamento e não assumindo riscos desnecessários ao longo dos 17,3 quilómetros do percurso que encerrou a prova. Num autêntico assalto à classificação coletiva, a W52-FC Porto colocou cinco dos sete corredores da equipa nos dez melhores do último dia. No dia anterior, após a Senhora da Graça, Alarcón já tinha garantido a Camisola Azul Liberty Seguros da montanha. "Estou muito contente. São muitas emoções... A verdade é que fiquei sem palavras. Mais uma vez demonstrámos que estamos bem e unidos", salientou o vencedor da 80ª Volta a Portugal Santander.

Alarcón terminou com 1 minuto e 3 segundos de vantagem sobre Joni Brandão (Sporting-Tavira), que conseguiu segurar o segundo lugar, apesar da tentativa de Vicente García de Mateos para subir uma posição. Feitas as contas Brandão, quarto no contrarrelógio, manteve o segundo lugar com vantagem de 11 segundos sobre o espanhol terceiro classificado que, ainda assim foi o mais rápido, no exigente exercício de luta contra o cronómetro com a marca de 25 minutos e 17 segundos nos pouco mais de 17 quilómetros. João Rodrigues (W52-FC Porto) fez o segundo melhor registo a 21 segundos. Na geral Mateos repete o terceiro lugar de 2017 e a vitória na classificação dos pontos, vestindo a Camisola Verde Rubis Gás. Xuban Errazkin (Vito-Feirense-BlackJack) confirmou a vitória na classificação da juventude, Camisola Branca RTP.

Em aberto estava a luta coletiva, com dois segundos a separar o Sporting-Tavira e a W52-FC Porto. Nesta sempre particular rivalidade foram os azuis e brancos que acabaram a celebrar com 1 minuto e 54 segundos de vantagem o que levou a multidão onde mais se faziam notar os adeptos portistas a aplaudir de forma entusiasta a equipa com a presença doo próprio presidente Pinto da Costa. Fafe viveu este domingo uma tarde intensa de ciclismo brindando a 80ª Volta a Portugal Santander com o último dos muitos banhos de multidão que acompanharam a prova.

No pódio Rui Vinhas muito aplaudido recebeu o troféu “Espírito de Sacrifício” entregue pelo Exército Português para destacar a valentia do corredor que, apesar de vítima de queda violenta, continuou em prova até ao fim.

Setembro é mês de Subida à Glória e Volta a Portugal do Futuro

Terminada “A Portuguesa” a Podium Events pensa já nas organizações do mês de Setembro. A primeira é a 26ª Volta a Portugal do Futuro em Bicicleta Liberty Seguros. A revelar novos campeões desde 1992, a competição é a mais carismática da categoria sub23 e decorre entre 5 e 9 de Setembro. De Águeda, Capital da Bicicleta, ao Festival Bike em Santarém onde vai terminar a prova serão percorridos 613 quilómetros divididos por seis etapas. A competição ganha o ano passado por José Neves Fernandes com a camisola da Liberty Seguros-Carglass será uma das mais completas dos últimos anos.

No dia 22 de Setembro realiza-se a sempre vibrante Subida à Glória Jogos Santa Casa, a corrida de bicicleta mais pequena do mundo! A prova realiza-se na íngreme Calçada da Glória que liga a Praça dos Restauradores ao Jardim de São Pedro de Alcântara no muito movimentado lisboeta Bairro Alto.

A Subida à Glória Jogos Santa Casa recupera uma tradição antiga da capital e traz para a noite lisboeta as bicicletas cada vez mais presentes na vida dos portugueses e dos alfacinhas. As inscrições já estão abertas em www.subidagloria.com. Podem participar homens e mulheres com idade igual ou superior a 16 anos.

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/David Rodrigues: «Muito satisfeito pelo que fiz»”

Ciclista da RP-Boavista apanhado em cima da meta

Foto: Nuno Veiga/Lusa

A RP-Boavista ficou muito perto de chegar à sua segunda vitória nesta Volta a Portugal, mas David Rodrigues, que andou mais de 150 quilómetros na frente, acabou por ser apanhado perto da meta, devido à perseguição implacável da W52-FC Porto.

O ‘l’equipier’ persegue há muito uma vitória, mas vai ter de a deixar para a próxima oportunidade: "A força e a sorte faltaram no final, mas os adversários foram mais fortes. Vou tentar ganhar outra vez para o ano. Parti para a etapa bem fisicamente e desfrutei muito. Depois de ganhar mais de quatro minutos ao pelotão, tinha algum tempo para gerir, mas a subida deitou tudo a perder. Mesmo assim, fico muito satisfeito pelo que fiz. Não saio desapontado", explicou Rodrigues, que acabou em 6º, a 19 segundos de Alarcón.

José Santos, diretor desportivo da RP-Boavista, fez um balanço positivo, pela vitória de Domingos Gonçalves na chegada a Boticas e pelo esforço do seu pupilo David Rodrigues, que utilizou uma estratégia parecida com a do seu colega Filipe Cardoso, vencedor na Senhora da Graça em 2015. "Foi por pouco que o David Rodrigues não ganhou. Fico satisfeito com a equipa. Fomos a que mais atacou e só tenho pena de não termos conseguido ganhar a classificação coletiva", lamentou.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Joni Brandão: «Vou dar tudo no crono»”


Dá os parabéns a Alarcón mas há ainda que lutar por outras classificações

Por Alexandre Reis

Teoricamente, a 80ª edição da Volta a Portugal ficou ontem resolvida após a 9ª etapa, acompanhada por muitos aficionados desde a partida em Felgueiras e que contou com campeões e vice-campeões olímpicos, como Rosa Mota e Vanessa Fernandes, o antigo sprinter Cândido Barbosa e o candidato à presidência do Sporting, João Benedito, entre outros. Mas, no final da etapa, em Mondim de Basto, só deu W52-FC Porto, pelo que os grandes rivais admitiram a supremacia do camisola amarela, Raúl Alarcón.

Joni Brandão (Sporting-Tavira) não foi além do 4º lugar na etapa (a 9 segundos do vencedor), estando, agora, numa luta acesa pelo 2º lugar com Vicente de Mateos (Aviludo-Louletano-Ali) e pela geral coletiva: "Endurecemos ao máximo a etapa para atacar na parte final, mas o Raúl e a sua equipa estão muito fortes e dou os parabéns. Vou dar tudo no contrarrelógio, mas vai ser difícil recuperar o atraso de 1.01 m. Se tudo lhe correr bem, será o vencedor, mas no ciclismo só há certezas quando se corta a meta."

Já Vicente de Mateos, virtual vencedor da camisola verde (pontos), ainda tem possibilidades de chegar ao 2º lugar da geral: "Foi a etapa mais dura da Volta, na qual tentei aproveitar o trabalho da minha equipa, mas a W52-FC Porto teve sempre muitos ciclistas na frente. Chegar à amarela será muito difícil, mas no contrarrelógio ainda tenho possibilidades de subir ao 2º lugar."

Fonte: Record on-line